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O País – A verdade como notícia

A equipa do Costa do Sol, em seniores femininos, venceu, esta noite, A Politécnica, no jogo inserido na segunda jornada do campeonato nacional de basquetebol.

A turma “canarinha”, liderada por Deolinda Ngulela, marcou 87 pontos contra 39 das “estudantes”.

O jogo realizou-se no campo do Desportivo de Maputo, onde decorre a partida entre Ferroviário de Maputo e Maxaquene.  

 

Moçambique venceu as Seychelles por 2-1.  
O capitão dos Mambas, Stélio Teca, abriu o marcador aos 48 minutos. As Ilhas Seychelles não baixaram os braços e chegaram ao empate, através de Roddy Melanie Ricky, 15 minutos mais tarde.

Completamente transfigurados e com uma imagem contrária à deixada na primeira jornada, Moçambique voltou do segundo tempo com mais atitude, fruto disso, João Simango deu a vantagem aos moçambicanos, em 20 minutos do segundo tempo, ao desviar subtilmente de cabeça um pontapé de canto do lado esquerdo.

A tabela exibiu 2 golos a 1 para Moçambique, vantagem que se manteve até ao final do jogo.

O médio Nuno Sousa, que joga pelo Chingale de Tete, ganhou o título de Melhor Jogador do jogo. Assim, no final do segundo dia, Zimbabwe e Madagáscar têm 4 pontos cada, mas na classificação, o “Warriors” vai em frente com uma vantagem de golos (quatro golos contra dois).

Moçambique avançou para o 3.º lugar, com 3 pontos, enquanto as Seychelles, que ainda não foram capazes de tirar pontos, depois de dois dias, estão condenados a abandonar a competição.

No entanto, Moçambique pode acreditar numa qualificação para os quartos-de-final, mas a selecção dirigida por Alcides Chambal terá que suplantar Madagáscar no derradeiro jogo desta fase.

No outro jogo realizado no Royal Bafokeng Stadium, o público mais uma vez participou de um jogo sem golos, esta quarta-feira, quando o Zimbabwe e Madagáscar terminaram sem golos após 90 minutos.

A equipa do Madagáscar sentiu a necessidade de vencer a partida para lidar calmamente com o último dia da fase de grupos. Iniciou o jogo, forçando os “guerreiros” a recuar muito no terreno durante os primeiros 10 minutos. No entanto, no decurso do jogo, os zimbabweanos foram subindo o poder e impuseram gradualmente seu jogo. As melhores jogadas da partida são creditadas ao Zimbabwe. Mas a defesa do Madagáscar era sólida e contou com um Johnny Rafelambolasoa imperial.

 

Ferroviários de Maputo e da Beira protagonizam, hoje, às 15h30, no pavilhão do Desportivo, o jogo de abertura do Campeonato Nacional de Basquetebol sénior feminino, segundo ditou o sorteio realizado esta quarta-feira.

O outro jogo desta ronda está agendado para as 18h00, no pavilhão do Maxaquene, e irá envolver a equipa da casa e o Costa do Sol, vice-campeão nacional. A prova será disputada num sistema de todos contra todos numa única volta, sendo que os quatro primeiro classificados seguem para as meias-finais, etapa na qual haverá cruzamento entre o primeiro e o quarto classificados e o segundo e o terceiro.

A final do certame compreendera um “play-off”, a melhor de dois jogos, e, em caso de empate, recorre-se ao “cesto average”. A primeira fase da prova decorre de 29 de Junho a 3 de Julho, estando previsto o descanso para 4 de Julho. As meias-finais terão lugar no dia 5 de Julho e os jogos do “play-off” da final entre os dias 7 e 8 de Julho. O Campeonato Nacional de Basquetebol sénior feminino será transmitido em directo na Stv e Stv Notícias.

Ferroviário da Beira recebe, no sábado, às 15h, no caldeirão do Chiveve, o Étoile Sportive du Sahel, em jogo da quinta jornada do grupo "A" da Liga dos Campeões Africanos em futebol.
Trata-se de um conjunto com o qual os campeões nacionais perderam, no passado dia 12 de Maio, por concludentes cinco a zero, num embate disputado no Estádio Olímpico Sousse, na Tunísia.

A jogar em casa, o Ferroviário da Beira é obrigado a vencer para manter as esperanças de se qualificar para as meias-finais, uma vez que se encontra na segunda posição no grupo "A" com quatro pontos, os mesmos que Al-Merreikh e Al-Hilal, conjuntos do Sudão.  

Mas, diga-se, a tarefa do conjunto agora orientado por Rogério Gonçalves não será nem tão pouco fácil, até porque terá pela frente uma equipa que conquistou a Liga dos Campeões Africanos em 2007.

Mais: os tunisinos foram finalistas vencidos do certame em duas ocasiões, designadamente em 2004 e 2005.

É este percurso e historial que os campeões nacionais procuram ultrapassar, perante o seu fervoroso público.

Jogar ao ataque, pressionando o adversário desde o início, deverá ser a aposta dos "locomotivas" do Chiveve. Isto, de resto, na perspectiva de cedo chegar ao golo e encarar o jogo sem grande pressão.

Mas há que ter atenção à qualidade dos tunisinos que apresentam uma boa estrutura e jogadores tecnicamente evoluídos. Isso foi visível no jogo da primeira jornada do grupo "A" da fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos.
Para o embate de sábado, o Ferroviário da Beira não poderá contar com os préstimos do avançado Dayo, a contas com uma lesão, e Thomas, por acumulação de cartões amarelos.

Dayo foi o destaque dos campeões nacionais na vitória sobre o Al-Merreik, por 1-0.

Para amanhã, está previsto o encontro entre o  Al-Merreik e Al Hilal, embate a ter lugar as 22h00 de Maputo.
 

 

Está confirmado. Akil Marcelino é o novo treinador da Liga Desportiva de Maputo, em substituição de Daúde Razak, técnico que na segunda-feira colocou o seu lugar à disposição após a derrota desta formação diante do Chibuto, por 2-0.

Akil Marcelino será coadjuvado por Satar Salvado, técnico que se encontrava a trabalhar com a equipa "B" da Liga Desportiva de Maputo.

Akil Marcelino, que há duas semanas foi apresentado como treinador do Têxtil de Pungue, pediu a direcção desta colectividade para que saísse do clube e abraçasse o desafio de orientar a Liga Desportiva de Maputo. A direcção do Têxtil de Pungue não colocou nenhum entrave, tendo aceite a solicitação de Akil Marcelino.

Akil Marcelino volta a treinar uma equipa da capital depois de, em 2010, ter passado pelo Desportivo de Maputo. O mesmo já passou pelo Ferroviário da Beira, Vilankulo FC, Benfica de Macuti, e Desportivo de Nacala, entre outros clubes.

O técnico encontra uma equipa pouco motivada e a fazer uma prova aos soluços, sendo que disputadas dezoito jornadas ocupa a sétima posição no Moçambola ZAP 2017 com 25 pontos.

Jogo três da final da Engen Maputo Basket em seniores masculinos. Na maltratada quadra do pavilhão do Desportivo, amanhã, a partir das 18h00, convergem o invicto Ferroviário de Maputo e a irreverente A Politécnica.
Em vantagem (2-0) na série do “play-off” da final, a melhor de cinco jogos, o Ferroviário de Maputo revalida o título de campeão da cidade em caso de vitória. Não há conversa, não há alternativa para A Politécnica senão mesmo vencer para forçar o quarto jogo.

Há que arrepiar caminho, há que assumir um jogo colectivo. Há que deixar o jogo-espectáculo alicerçado em alley-oop, dunks e tampões para agradar o público nas bancadas.

Os “universitários” terão que se apresentar com arrogância competitiva se quiserem travar o Ferroviário de Maputo. Tal como, aliás, fizeram no primeiro quarto do jogo dois realizado segunda-feira.

Apostas

Na noite de amanhã, José Macuácua, treinador d ‘A Politécnica, poderá voltar a apostar num cinco inicial composto por Jonas Faduco, primeiro base e homem responsável pela armação do jogo, Edilson Tivane, a funcionar como segundo base com ordens para fazer pressão a Pio Matos Júnior, Yuran Biosse, o extremo que a par de Virgílio Wachene aparece na zona do tiro exterior, e Inélcio “Chirinho” Chire e Dércio “Dado” Mula, as torres para as posições quatro e cinco. Estes, de resto, terão a missão de fazer melhor, interpretar o balanço ofensivo e defensivo dos universitários que nos dois primeiros embates alternaram entre defesa homem a homem a toda largura do campo e zona. Mais: o técnico José Macuácua não pode cometer os mesmos erros do jogo dois, no qual não teve a capacidade de fazer melhor gestão dos homens das posições quatro e cinco, tendo, neste caso, sido penalizado com Inélcio “Chirinho” Chire a averbar quatro faltas ainda no segundo período e a jogar de forma limitada.

Por outro lado, há o desafio de parar as fortes transições em contra-ataque e excepcional jogo exterior do Ferroviário de Maputo.

O conjunto de Milagre “Mila” Macome, sem pressão no que diz respeito à série, apresenta melhor estrutura e argumento que a A Politécnica.  
Com capacidade de girar a bola e colocação na zona dos 6.75 metros, onde aparecem atiradores Francisco “Chiquinho” Macarringue, Stélio Rodrigues, Manuel Uamusse e Hermelindo Novela, os “locomotivas” são irrepreensíveis quando impõem o seu ritmo de jogo. O sentido colectivo reina, diga-se.
 

 

 

O Ferroviário de Maputo venceu, esta segunda-feira, a A Politécnica por 85-66, no segundo jogo do “play-off”, a melhor de cinco jogos, da final da Engen Maputo Basket, em seniores masculinos. O conjunto de Milagre “Mila” Macome fez, desta forma, o dois a zero na série e, em caso de vitória quinta-feira, revalida o título de campeão da cidade.

O JOGO

Depois de ter perdido no primeiro jogo da final do “play off”, a Politécnica partiu para o segundo embate com intenção de vencer para empatar a série.
E, com uma defesa homem a homem e pressão sobre o Pio Matos Júnior, base do Ferroviário de Maputo, e esclarecimento ofensivo, os “universitários” conseguiram fazer um parcial de 8-0. Nesta fase do jogo, Inélcio “Chirinho” Chire e Dércio “Dado” Mula impuseram-se nas tabelas.

Mas, depois, o Ferroviário de Maputo melhorou ofensiva e defensivamente. Apostando igualmente numa defesa homem a homem, os detentores do troféu na Engen Maputo Basket ao nível dos seniores masculinos foram extremamente fortes nas transições em contra-ataque que culminavam com situações de dois pontos. Aliás, foram várias as situações em que tanto o Hermelindo Novela quanto o Edson Monjane apareceram em situações de um para zero.

Com capacidade de girar a bola e potenciação do seu jogo exterior, os campeões nacionais comandar am a marcha do marcador no primeiro quarto, tendo, nesta etapa, alcançado um parcial 22-15. No segundo período, o Ferroviário de Maputo alternou entre a defesa à zona 3-2 e homem a homem, dificultando a acção da A Politécnica. Faltou, ao conjunto de José Macuácua, esclarecimento ofensivo para interpretar as variantes defensivas. E, para piorar a situação, a  A Politécnica viu Inélcio Chire a ser averbado a quarta falta, ainda no segundo período, criando problemas na posição cinco.

Por outro lado, o terceiro classificado do último Campeonato Nacional não teve a capacidade de explorar o seu jogo exterior. Ao cabo do segundo quarto, o Ferroviário de Maputo vencia pelo parcial de 38-27. Veio o terceiro período e os universitários continuavam a acreditar que podiam mudar o resultado. Contudo, não foi o que se verificou, pois o Ferroviário de Maputo foi mais esclarecido ofensiva e defensivamente. E saiu a vencer por 64-46.

No quarto e último período, os “locomotivas” geriram a vantagem perante uma A Politécnica fragilizada, sobretudo, nas posições quatro e cinco. E o resultado final, de 85-66, espelha a superioridade do conjunto de Milagre Macome. Com este resultado, o Ferroviário de Maputo fez o dois a zero na série da final a melhor de cinco jogos.

 

Daúde Razaque já não é, oficialmente, treinador da Liga Desportiva de Maputo. A informação foi avançada telefonicamente pelo presidente do clube, Rafik Sidat. O Presidente não avançou quem será o sucessor de Daúde Razaque.

A decisão de não contar mais com os préstimos do Razaque foi tomada depois de este ter colocado o seu lugar à disposição, ontem, por alegados maus resultados no Moçambola ZAP 2017.

 

A goleada sofrida diante do Zimbabwe, por 4-0, ficou para trás. Agora é tempo de olhar para frente e pensar no próximo adversário: as Seychelles. Uma partida diante de um dos mais fracos adversários que os Mambas têm neste grupo do torneio da Cosafa, à semelhança de Madagáscar.

Aliás, será uma partida entre duas selecções que perderam na jornada inaugural e cujo orgulho ficou ferido. As Seychelles perderam diante dos malgaxes por uma bola sem resposta e vão querer, à semelhança dos Mambas, alcançar a primeira vitória na presente edição.

E trata-se de uma partida em que qualquer das equipas que perder poderá dizer adeus à fase seguinte da competição, ainda que, mesmo com a vitória, dependa do resultado do jogo entre o Zimbabwe e o Madagáscar.
Evidentemente que as duas selecções entrarão em campo sabendo do resultado da primeira partida, cujo empate seria o desejável, uma vez que deixaria a decisão de todas as decisões para a última jornada, próxima sexta-feira.

Moçambique só vence Seychelles

No confronto directo, pelo menos no que diz respeito aos jogos oficiais entre estas duas selecções, os Mambas levam grande vantagem, uma vez que nunca perderam com os ilhéus. Das três partidas registadas oficialmente, o combinado de Moçambique venceu todos os jogos e com resultados bastante convincentes.

Em 2007, na única partida realizada neste torneio da Cosafa, os Mambas venceram por duas bolas sem resposta, voltando a obter mais duas vitórias, na fase de qualificação ao CAN-Interno de 2016. Nessa eliminatória, os Mambas venceram em casa por 5-1, voltando a vencer, fora de portas, por 0-4. Na altura João Chissano e Mano Mano eram os timoneiros desta equipa de todos nós.

Desta vez, com uma selecção renovada, os Mambas vão tentar a quarta vitória diante das Seychelles, novamente num torneio regional, a Cosafa.

 

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