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O País – A verdade como notícia

A selecção nacional de futebol, os Mambas, defronta, no princípio da noite de hoje, no Moruleng Stadion, em Port Elizabeth, a sua congénere do Zimbabwe, em partida da primeira jornada da Taça Cosafa, a competição regional de futebol que roda os jogadores que jogam internamente, entretanto, podendo contar com alguns jogadores estrangeiros, em função dos objectivos de cada selecção.

Esta é uma partida importante para o conjunto moçambicano que pretende iniciar com uma vitória diante do adversário mais difícil do grupo B, o Zimbabwe, tendo em conta que apenas uma selecção pode se qualificar aos quartos-de-final. E é a primeira jornada da fase de grupos, uma fase em que os Mambas entram em face dos maus resultados na última edição, ano passado, onde perderam nos quartos-de-final diante da República Democrática do Congo, por uma bola sem resposta.

Depois desta partida, os Mambas vão defrontar, sucessivamente, as suas congéneres das Seychelles e do Madagáscar, nos dias 28 e 30 deste mês de Junho.

Moçambique nunca ganhou a Taça Cosafa, mas já foi vice-campeão duas vezes (2008 e 2015). O Zimbabwe está no lote do grupo da Zâmbia e a África do Sul como as selecções mais bem sucedidas da Taça Cosafa, tendo vencido a competição quatro vezes (2000, 2003, 2005 e 2009).

Na edição de 2016 do torneio, o Zimbabwe foi surpreendentemente afastado na fase de grupos, quando ficou atrás da Suazilândia e não conseguiu passar para os quartos-de-final.

Zimbabwe e Moçambique encontraram-se em três confrontos anteriores da Taça Cosafa, com os “guerreiros” a vencerem em todos os jogos e marcando sete golos contra nenhum dos Mambas.

Confronto equilibrado no jogo do tira-teimas

A partida entre estas duas selecções é a oitava da contabilidade oficial, com o equilíbrio a ser a nota dominante. Os Mambas venceram duas partidas, perderam igual número de jogos e empataram por três ocasiões diante do Zimbabwe.

Entretanto, há que realçar que as duas vitórias dos Mambas foram alcançadas no prolongamento, durante partidas de qualificação ao torneio da Cosafa, quando se disputavam em qualificações. Já o Zimbabwe venceu claramente nas partidas da fase final da Cosafa.

O empate sem abertura de contagem tem sido o resultado mais comum ao longo dos 90 minutos entre estas duas selecções, sendo que somente por uma única ocasião empataram a uma bola.

Para já, resta esperar pelas 17H00, para esta partida inaugural entre Moçambique e Zimbabwe, referente ao grupo B da Taça Cosafa. Madagáscar e Seychelles defrontam-se na outra partida deste grupo.

Angola tenta sorte no grupo A

O outro grupo desta fase do torneio da Cosafa, as selecções da Tanzânia e de Angola entraram a vencer, respectivamente ao Malawi e Maurícias, abrindo boas perpectivas para a passagem a fase seguinte da competição.

Terça-feira poderá ser o dia das decisões para este grupo, uma vez que Angola e Tanzânia defrontam-se, sendo que a selecção que vencer poderá dar um passo gigante rumo aos quartos-de-final da prova.

 

A selecção portuguesa de futebol vai defrontar o Chile nas meias-finais da Taça das Confederações, na quarta-feira, depois de a selecção sul-americana ter empatado frente à Austrália (1-1) e de a Alemanha ter vencido Camarões (3-1). Portugal, campeão europeu, venceu o Grupo A e vai disputar uma vaga na final frente à selecção chilena, na quarta-feira, em Kazan, depois de o bicampeão da Copa América ter terminado o  agrupamento B na segunda posição, com cinco pontos. A Alemanha, campeã do mundo, assegurou a vitória na ‘poule’, ao derrotar os Camarões, por 3-1, e vai defrontar o México, segundo do Grupo A, na quinta-feira, em Sochi. A final da Taça das Confederações está marcada para 02 de Julho, em São Petersburgo.

Portugal goleia Nova Zelândia

A tarefa não era complicada, mas Portugal goleou para não deixar dúvidas. Apesar de uma entrada algo apática por parte da selecção nacional frente à Nova Zelândia, o resultado volumoso garante o acesso às meias-finais da Taça das Confederações e o primeiro lugar do Grupo A.

Portugal começou mal o jogo. Pouco esclarecido, pouco coeso e com claras dificuldades nas transições ofensivas perante uma Nova Zelândia que, apesar de eliminada, mostrou-se muito motivada nos primeiros minutos de jogo.

No entanto, Portugal, aos poucos, foi assumindo o comando da partida e aos 32 minutos, depois de uma falta de Woods sobre Danilo na grande área da Nova Zelândia, Ronaldo converteu da melhor maneira uma grande penalidade.

O golo trouxe mais energia à formação lusa que, poucos minutos depois, fez o segundo na sequência de um bom entendimento entre Quaresma e Eliseu, no corredor esquerdo, com o lateral do Benfica a encontrar Bernardo Silva (37’) no coração da grande área. O reforço do Manchester City atirou a contar e fez o segundo da partida.

A selecção da Nova Zelândia ainda tentou esboçar uma reacção, mas os portugueses foram mais letais na hora de finalizar.

Primeiro por André Silva (80’) e depois por Nani (90’), Portugal carimbou a passagem para as meias-finais da competição, ficando agora à espera do adversário do grupo B, que será jogada no dia 28, quarta-feira.

Mal o jogo entre a Liga Desportiva de Maputo e Clube Chibuto terminou, esta tarde, desabafos na zona de entrevistas rápidas. Chamado a comentar o jogo, Daúde Razaque, técnico da Liga Desportiva de Maputo, que hoje perdeu por duas bolas a zero, em casa, rematou declarações graves contra as pessoas com quem trabalha no seu clube.

No princípio, parecia que seria uma análise de jogo como as outras. Sobretudo porque o técnico começou por reconhecer que a sorte hoje não esteve do lado da Liga. O que parecia comum, logo mudou de figura. Então Razaque disse: “Quando se está há muito tempo sem ganhar tem que se sair. Por isso, vou-me reunir para colocar o meu lugar à disposição”.

Até aí, tudo indicava que o técnico reconhecia que a culpa da derrota frente ao Chibuto e de a Liga estar a fazer um campeonato humilde era sua e ponto final. Mas o ponto era parágrafo. E logo se percebeu quando o treinador continuou: “Certas pessoas da Liga que ambicionam este lugar [de treinador] já podem ter esperanças, que já não me vejo a continuar aqui como técnico porque é muito difícil trabalhar quando se tem bandidos no clube. E não me refiro de modo algum ao Presidente da Liga, que é um óptimo líder e tem-me ajudado muito. Refiro-me a outros… Dificilmente continuo neste grupo. Infelizmente, venceu o mal e a ala que nunca me quis aqui. Enfim, agradeço aos jogadores, aos adeptos e a todos que me ajudaram neste percurso”. Em geral, foi este o teor da mensagem que Daúde Razaque deixou esta tarde em tom de despedida.

Quanto ao jogo, na tarde de hoje os “guerreiros” de Artur Semedo venceram o jogo com golos apontados por Johane e Gervásio. Com o resultado, Clube Chibuto passa a somar 26 pontos e ultrapassa a Liga Desportiva de Maputo, com 25 pontos.

Fazendo leitura do jogo, Tiago Machaisse, técnico-adjunto do Chibuto, disse que a vitória da sua equipa foi merecida: “Fizemos um jogo inteligente, brilhante e, na segunda parte, tivemos grande capacidade de resposta. Inclusive, poderíamos ter marcado mais um golo”.
O embate entre a Liga Desportiva de Maputo e o Clube Chibuto insere-se na 18ª jornada do Moçambola Zap, prova liderada pela União Desportiva do Songo.  

 

O veneno dos Mambas foi deveras insignificante para imobilizar os jogadores zimbabweanos. No primeiro jogo do Grupo “B”, do torneiro da Cosafa, os jogadores de Abel Xavier “engoliram” quatro bolas.

O jogo foi realizado hoje, na África do Sul.

Depois de perder frente ao Zimbabwe por quatro bolas sem resposta, os jogadores nacionais ainda vão enfrentar as selecções nacionais de Seychelles e Madagáscar.

 

Depois do empate cedido na jornada passada, frente ao Ferroviário de Nampula, a turma “canarinha” subiu ao relvado da Machava a pensar em vitória, de modo que assim voltasse provisoriamente à liderança do Moçambola Zap. O jogo até foi equilibrado, com muitos lances de golo desperdiçados pelos jogadores de ambas as equipas. A única vez que houve golo, contou para a equipa da casa, aos 15minutos, apontado por Gito, num ataque “locomotiva”.

“Estávamos com fome de vitória. Queríamos ganhar e trabalhamos para isso. Agora resta-nos trabalhar para as próximas batalhas”, disse Gito, autor do único golo do encontro.

O Costa do Sol tentou reagir várias vezes por intermédio de Isac, mas o golo nunca chegou.

“O jogo não correu como nós desejávamos. Tentamos marcar e não conseguimos e o Ferroviário foi mais feliz. Acreditamos que vamos ultrapassar este mau resultado”, disse Gerson, jogador “canarinho”.
Com este resultado, a turma canarinha mantém-se em segundo lugar com 34 pontos, menos um que a UD Songo, que só joga amanhã. O Ferroviário de Maputo soma 30 pontos e, agora, é terceiro classificado do Moçambola Zap.

 

 

Mais uma “chicotada psicológica” no Moçambola ZAP 2017. Aleixo Fumo já não é treinador do Ferroviário da Beira.
A derrota, terça-feira, diante do El-Merreik do Sudão (2-1) em jogo da quarta jornada do grupo “A” da Liga dos Campeões Africanos foi a gota que fez transbordar o copo.

Em quatro jogos realizados, os campeões nacionais somam duas derrotas, um empate e uma vitória. Mais: o Ferroviário da Beira está a fazer uma campanha menos conseguida no campeonato nacional de futebol, o Moçambola ZAP.

Em 15 jogos realizados – tem dois jogos a menos devido aos seus compromissos na Liga dos Campeões Africanos – os “locomotivas” do Chiveve ocupam a 10ª posição com 20 pontos, portanto, menos quinze que a União Desportiva do Songo, líder da prova.

Feitas as contas, o Ferroviário da Beira contabiliza cinco vitórias e igual número de empates e derrotas.

A direcção do clube convocou uma conferência de imprensa para amanhã, na qual será apresentada uma nova equipa técnica.

Fonte do clube assegurou a “O Pais” que Rogério Gonçalves, técnico português que já passou pelo Ferroviário de Nampula, será o novo treinador do Ferroviário da Beira até o final desta temporada. O técnico viajou hoje à tarde, sendo que o mesmo será apresentado esta manhã. O técnico português regressa, desta forma, ao futebol moçambicano.

 

 

Empate com sabor a vitória para o Chingale de Tete, arrancado diante do Maxaquene. Muito astutos os homens do planalto deixaram os tricolores comandarem as operações de jogo, eles preocuparam-se em preencher as linhas e a não dar espaços aos mais criativos.

A táctica de Carlos Graça resultou, o Maxaquene teve dificuldades em explanar seu futebol. O talentoso Bruno tinha em Mário uma verdadeira barreira. O “mamba” Mutong, a representar o país na Cosafa, fez falta ao ataque “tricolor”, muitas vezes sem ideias para furar a defesa do Chingale.

Entretanto, numa altura em que o jogo se mostrava muito táctico, o Maxaquene chega ao golo no minuto 35 por intermédio de Bruno, que aparece bem desmarcado no interior da grande área e não perdoa.
O Maxaquene cresceu e o capitão Manuelito perdeu uma soberana oportunidade de fazer o 2 – 0.

Curiosamente, o Chingale de Tete mantinha maior percentagem de posse de bola. Não tardou que três minutos depois os visitantes restabelecem a igualdade por intermédio de Steve, que se estreava no Moçambola. O atacante português, que já actuou no Nacional da Madeira, recebe a bola de Charles e chuta a contar. Balde de água fria no banco do Maxaquene. Os restantes minutos do primeiro tempo nada mudaram.

No regresso ao campo as duas equipas vieram transfiguradas e dispostas a dar um espectáculo diferente. Meio campo mais solto, melhor qualidade de passe, maior atrevimento ofensivo. Steve, continuou a dar nas vistas, quer em acções ofensivas assim como no apoio à defesa, mas seria o Maxaquene a chegar ao golo de vantagem.

Lala recém-entrado recebe a bola e frente ao guarda-redes Dawuda, remata com precisão para o fundo das malhas. O sonho tricolor reacendeu e as bancadas voltaram a ficar coloridas. Apercebendo-se da ansiedade dos tricolores, Carlos Graça faz mexidas e lança unidades mais ofensivas ao jogo e mesmo ao cair do pano, obrigam Manuelito I a cometer falta dentro da área, e o arbitro próximo à jogada, aponta para grande penalidade, convertida por Charles e sem hipótese de defesa para Jonas, repondo a igualdade.

Já se jogavam os últimos cartuxos e a história do jogo estava escrita.

 

A sessão matinal, desta quarta-feira, foi caracterizada por muita motivação e satisfação por parte dos 23 jogadores convocados para os Mambas, naquela que foi a segunda sessão semanal antes da partida para a Taça Cosafa. A primeira tinha sido na tarde de ontem e a terceira, na tarde de hoje.

Abel Xavier, Alcides Chambal e Arnaldo Ouana, os três timoneiros dos Mambas para esta campanha da Cosafa, têm priorizado o domínio da bola e o passe com precisão nas sessões até aqui realizadas, bem como a finalização e as marcações homem-a-homem, como forma de dotar os jogadores de argumentos suficientes para enfrentarem o Zimbabwe, Seychelles e Madagáscar na fase de grupos do torneio da Cosafa, que terá lugar de 25 de Junho a 09 de Julho.

Os Mambas estreiam-se neste torneio a 26 de Junho, segunda-feira, defrontando a sua similar do Zimbabwe, para a primeira jornada do grupo B, devendo defrontar, seguidamente as Seychelles (28 de Junho) e Madagáscar (30 de Junho), respectivamente. Em caso de conquistar o primeiro lugar do grupo, os Mambas terão pela frente a Suazilândia, nos quartos-de-final, em Julho. Mas em caso contrário, o combinado nacional regressa mais cedo ao país.

A selecção nacional de futebol entra na fase de grupos, este ano, devido a sua má posição na última edição, ano passado, onde sucumbiram nos quartos-de-final, diante da República Democrática do Congo. Assim, as equipas que passaram para as meias-finais da última edição e os vencedores da fase de grupos, também da edição passada, qualificam-se aos quartos-de-final.

O outro grupo, o A, integram as selecções da Tanzania, Malawi, Maurícias e Angola, que também disputam um lugar nos quartos-de-final, onde o vencedor vai defrontar a África do Sul, país anfitrião.

Jogadores moralizados e integrados

Esta é uma selecção renovada em relação a última que defrontou e derrotou a Zâmbia, para o apuramento ao CAN-2019. Do lote dos convocados no jogo de Lusaka, apenas Stélio, da União Desportiva de Songo é o sobrevivente, sendo que os restantes entram pela primeira vez no conjunto nacional principal.

Os jogadores dizem que a integração não foi fácil, mas o tempo e a coesão ajudaram na sua inserção na equipa. Aliás, estes assumem que pretendem mostrar serviço ao seleccionador nacional, de modo a merecer mais oportunidades nas próximas convocatórias dos Mambas, nomeadamente para a campanha ao CAN-Interno, onde em Julho os Mambas defrontam o Madagáscar, bem como para o CAN ordinário de 2019, nos Camarões.

Ademais, este grupo dos Mambas pretende chegar a final da prova, onde a selecção já esteve em 2015, quando perdeu diante da Namíbia, por duas bolas sem resposta.

Os Mambas voltam a realizar duas sessões de treinos amanhã, antes da viagem a Port Elizabeth, marcada para sexta-feira.

O internacional argentino, Ángel Di María assumiu culpas por duplo delito fiscal e chegou a acordo com a Fiscalía Provincial de Madrid e com o Procurador do Estado espanhol, avança o jornal El País, citado pelo Notícias ao Minuto.

Em causa está um caso de alegada fuga ao fisco que terá custado, ao Estado espanhol, um encaixe de perto de 1,3 milhões de euros relativos à gestão dos direitos de imagem do internacional argentino entre 2012 e 2013, quando representou o Real Madrid.

O jogador foi acusado de montar uma estrutura societária – a Sunpex Corporation Inc – com sede no Panamá. Essa estrutura recebia as receitas dos direitos de imagem do atleta e, por sua vez, remetia-as para a MIM e para a Polaria, empresas sediadas na Irlanda.

Di María terá, assim, de pagar uma multa de dois milhões de euros, tendo, ainda, sido condenado a um ano de prisão com pena suspensa (suspensão condicional da pena).

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