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O País – A verdade como notícia

O presidente da FIBA-África, Aníbal Manave, diz em entrevista a ser veiculada domingo, às 22h00, na Stv e Stv Notícias, que nunca atropelou os estatutos do Comité Olímpico de Moçambique (COM) ao se candidatar à presidência do organismo que gere o basquetebol africano.

Manave explica que, a partir do momento em que os pares propuseram a sua candidatura, deixou claro que era presidente do COM e que estava fora de questão abandonar o cargo, até pelo “trabalho feito e que ainda deve ser feito tendo em vista o ciclo olímpico”.

Aborda, igualmente, a candidatura de Abreu Muhimua a presidente da zona VI da FIba-África, afirmando que já havia sido advertido que não reunia requisitos para o efeito. Reconhece que Abreu Muhimua pode dar um grande contributo ao basquetebol, sobretudo, a arbitragem que na sua óptica “decresceu em termos de qualidade”.

 Na entrevista, Manave fala também da instalação, no Egipto, de uma academia para formação de jogadores, treinadores e árbitros de elite (que irão dirigir jogos da Basketball Afro League, uma competição organizada em parceria com a NBA).
Garante que árbitros moçambicanos e treinadores de basquetebol irão beneficiar de formação nos próximos tempos.

Destaca, por outro lado, a construção de cinco pavilhões modernos em igual número de países, sendo que Moçambique será um dos beneficiários até porque o pavilhão do Maxaquene está “desfasado das exigências da FIBA”.

Outro aspecto tem a ver os ganhos que as equipa africanas terão com a realização da Afro League Basketball, competição que arranca em 2020 e contará com a participação de 12 equipas.

 

Em gesto de solidariedade para com Moçambique, país que foi afectado pelos ciclones IDAI e Kenneth, a World Skate, organizadora dos Jogos Mundiais de Patinagem – onde está inserida a 44.ª edição do Campeonato do Mundo de hóquei em patins-, isentou a selecção nacional de hóquei em patins do pagamento de taxas da prova, alimentação e alojamento.

Assim, a Federação Moçambicana de Patinagem (FMP) está a envidar esforços apenas para garantir o valor das passagens e dinheiro de bolso dos atletas, no decurso da prova a decorrer de 7 a 14 de Julho próximo, em Barcelona, Espanha. 
A FMP ainda não tem garantido, na totalidade, o valor para que Moçambique possa participar do Campeonato Intercontinental de hóquei em patins (onde joga acesso ao grupo de elite) juntamente com  Egipto, Andorra e Inglaterra, seus adversários no grupo A. 

O facto foi confirmado esta quinta-feira ao “O País” pelo presidente da Federação Moçambicana de Patinagem, Nicolau Manjate, que enalteceu o gesto da World Skate “neste momento em que o país procura recuperar do luto e danos causados pela passagem da intempérie nas zonas centro e norte do país”.

Manjate esclareceu ainda que a selecção nacional já não irá realizar um estágio pré-competitivo na Espanha, no qual estavam previstos jogos de controlo. 

“Queremos melhorar a nossa classificação, ou seja, queremos estar entre a elite do hóquei em patins mundial. Pretendemos honrar a bandeira nacional nesta prova”, precisou.

Pedro Nunes, técnico português que em 2011 conduziu à selecção nacional de hóquei em patins ao quarto lugar no Mundial de San Juan, na Argentina, vai orientar os “Ngonhamas” nesta prova na Espanha. 

GOVERNO E EMPRESARIADO GARANTEM PRESENÇA DOS SUB-19 NO MUNDIAL

Entretanto, a selecção nacional de hóquei em patins sub-19 seguiu esta quinta-feira para Barcelona, Espanha, onde vai participar pela primeira vez na sua história Mundial da categoria. A ida da selecção nacional esteve tremida, até pelas dificuldades financeiras da Federação Moçambicana de Patinagem. A estreia está prevista para sábado, 29 de Junho, diante da Índia, um país sem expressão na modalidade.

 “De facto, tivemos algumas dificuldades. Mas com a intervenção do Governo e de algumas empresas conseguimos colocar a selecção no Mundial. Estamos esperançosos que os rapazes façam um bom trabalho. É, de facto, uma nova até porque estamos a falar da valorização do trabalho que esta federação tem desenvolvido na área da formação”, frisou Nicolau Manjate.

 

Depois do terceiro lugar no Campeonato Africano de Vólei de Praia, a dupla moçambicana composta por Délcio Soares e Aldevino Nuvunga conquistou os 1ºs Jogos Africanos de Praia no passado domingo e ontem, quarta-feira, chegou a Maputo para exibir as medalhas conquistadas. Chegaram empunhando as medalhas conquistadas na sua especialidade de vólei de praia e à espera, apenas os dirigentes federativos e familiares. Desta vez, os dirigentes governamentais pautaram pela ausência, na recepção aos campeões africanos. Campeonato africano que não foi fácil de conquistar, mesmo tendo sido de forma invicta.

Os dois atletas dizem mesmo que estiveram ansiosos durante toda competição, mas que no final a felicidade por conquistar a prova foi mais valorizada.

Na primeira fase da prova, a dupla esteve no mesmo grupo com Gâmbia e República Democrática do Congo, onde venceu os dois jogos, qualificando-se aos quartos-de-final, onde derrotou a dupla do Quénia, antes de cruzar caminho dos angolanos, nas meias-finais. Nem mesmo aí a dupla moçambicana teve dificuldades, até chegar a final, onde encontrou o Gana e “despachou” mais essa dupla, por dois sets a zero, mostrando a sua grandeza e confirmando o favoritismo na prova.

Na Ilha do Sal, Cabo Verde, esteve também a dupla feminina que não passou da primeira fase da prova, após ter vencido a Namíbia e a República Democrática do Congo e perdido com o Marrocos. Marrocos e Namíbia também somaram duas vitórias e tiveram uma derrota, terminando empatados com Moçambique, mas a diferença de pontos nos sets, acabou ditando o afastamento da dupla moçambicana. Ainda assim, o balanço da participação desta dupla feminina é positivo, tendo em conta que estava num grupo considerado “de morte”. Basta lembrar que Marrocos acabou vencendo a prova, derrotando a final, curiosamente, a Namíbia, duas duplas que estiveram no mesmo grupo da dupla moçambicana.
 
Dupla partiu ontem para o mundial de Hamburgo
Facto mesmo é que a dupla esteve apenas de passagem por Maputo, uma vez que na tarde da mesma quarta-feira deixou Maputo com destino a Hamburgo, Alemanha, onde vai participar no mundial da modalidade. Ou seja, chegou por volta 07 horas da manhã e às 14 horas já levantava voo para Europa, mais concretamente na Alemanha, para o campeonato do mundo. Uma prova que vai servir mesmo para ganhar experiência e chegar o mais longe possível, segundo disseram, tendo em conta que será uma competição de constelação de voleibolistas de grande nível mundial.

No mundial de vólei de praia, Délcio Soares e Aldevino Nuvunga querem mesmo rodar ainda mais, por forma a atacar os Jogos Africanos, a pensar nas eliminatórias de qualificação aos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020.

Nesta nova aventura pelas praias mundiais, a dupla vai acompanhada pelo Secretário-Geral da Federação Moçambicana de Voleibol, Pelágio Pascoal.
 
Atletas clamam por mais apoios
O vólei de praia já começa a reclamar apoios para as suas participações em provas internacionais. Depois de ver tremida a sua participação no Campeonato Mundial de Vólei de Praia, que vai ter lugar em Hamburgo, Alemanha, de 28 de Junho a 09 de Julho próximo, devido ao défice de pouco mais de 400 mil meticais, a dupla moçambicana diz ser o momento do governo e parceiros empresariais começarem a olhar para a modalidade com mais segurança. Para Délcio Soares e Adelvino Nuvunga, o voleibol, em particular o vólei de praia, já demonstrou que tem capacidades de trazer muitas medalhas para o país, tal como vem acontecendo, tanto nos seniores assim como nos sub-21, em ambos os sexos.

Aliás, em sub-21, Moçambique é bi-campeão africano em ambos os sexos, enquanto em seniores têm estado sempre no pódio, tal como aconteceu em Abuja, Nigéria, em Abril passado, em que terminou na terceira posição, conquistando a medalha de bronze.

As próximas provas desta dupla, que conta com cerca de oito meses de “casamento” são os XII Jogos Africanos que terão lugar em Rabat, Marrocos, de 23 de Agosto e 03 de Setembro próximos.
 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, felicita Aníbal Aurélio Manave pela sua eleição, domingo, ao cargo de presidente da Fiba-África durante a realização da assembleia-geral deste organismo que gere o basquetebol africano.

“Ficamos comovidos e com um misto de orgulho e satisfação ao tomarmos conhecimento da recente eleição de Aníbal Manave, por aclamação, para o cargo de Presidente da Federação Africana de Basquetebol (FIBA-Africa), uma entidade que superintende e promove a modalidade de bola-ao-cesto em todo o continente Africano.

A nomeação de Manave, nosso compatriota que desde cedo dedicou a sua vida ao desporto, sobretudo a bola-ao-cesto, é uma vitória de um homem dedicado que sempre procurou colocar o nome de Moçambique nos píncaros do desporto regional, continental e mundial, como resultado do desempenho do basquetebol nacional. Por isso esta é uma conquista de todos os desportistas e do povo moçambicano.

É, igualmente, vitória do nosso Governo que muito tem investido, em recursos e esforços diversos, para o desenvolvimento e massificação do desporto como um meio de inclusão na promoção do bem-estar material e espiritual do povo moçambicano.

Em nome do Povo, Governo da República de Moçambique e no meu próprio, endereço as nossas felicitações ao compatriota Aníbal Manave, fazendo votos que a sua missão de Presidente da FIBA África seja coroada de êxitos, e assegurar-lhe que conte com o apoio de todos os Moçambicanos e, sobretudo, do meu Governo”, lê-se na mensagem do PR. 

 

 

 

O moçambicano  Aníbal Aurélio Manave foi eleito, este domingo, presidente da FIBA-África para quinquénio 2019-2023, no decurso da assembleia-geral da agremiação realizada em Bamako, capital do Mali.

Manave, que sucede ao maliano Hamane Nang, era até à sua indicação presidente da FIBA-África  ao nível da zona VI.

Ainda este mês, Manave fora indicado presidente do Conselho da África (BAL), designação da nova liga profissional que começa em Janeiro de 2020, com uma grelha de doze clubes.

A África Basquetebol League (BAL), a nova designação da competição – Basketball African League, em inglês -, é uma parceria entre a FIBA e a NBA, cujas receitas são repartidas em 50 por cento para cada uma das instituições. A estrutura terá um Bureau Central e uma Comissão Executiva. O Bureau Central será integrado por 8 membros e liderado pela FIBA, que indica quatro, cabendo igual número a NBA.

De resto, o moçambicano será presidente do Bureau Central por nomeação da FIBA, enquanto Amadou Gallo Fall assumirá a presidência da Comissão Executiva, liderada pela NBA e que terá a missão de gerir e operacionalizar a África Basquetebol League, cujo projecto foi lançado a 16 de Fevereiro último, aquando da cerimónia oficial da NBA All-Star 2019 Africa Luncheon, em Charlotte.

Manave, antigo jogador, treinador e comissário, actual presidente da Zona VI da FIBA África, foi presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB), de 1997 a 2005, tendo em 2017 sido eleito presidente do Comité Olímpico Nacional de Moçambique (CONM).

Com uma folha de serviço notável, Manave foi praticante de basquetebol tendo também sido presidente da Federação Moçambicana da modalidade.

 

 

 

Reagindo a sua eleição ao cargo de presidente da Fiba-África, Aníbal Manave disse que "não devemos pensar que a FIBA África tem poder ilimitado e é capaz de fazer tudo. Cabe a todos nós buscar soluções para os problemas que enfrentamos e para alcançarmos os objectivos que estabelecemos".

Manave agradeceu ainda a todos aqueles que acreditam no trabalho que desenvolveu ao longo destes anos. "Gostaria de agradecer a todas as federações nacionais pela confiança depositada em mim e, acima de tudo, por acreditarem nesta nobre missão do presidente da FIBA África. Também quero agradecer ao Presidente Hamane Niang, ao diretor regional Alphonse Bile e a todos os meus colegas do Conselho Central pelo apoio e incentivo para abraçar essa grande e importante tarefa".

Reconheceu, por outro lado, que tem pela frente enormes desafios e prometeu trabalhar arduamente para o desenvolvimento do basquetebol africano. " Sinto-me honrado e privilegiado por servir à FIBA África. Estou ciente da grande responsabilidade que tenho de enfrentar, uma vez que a FIBA África tem muitos desafios", frisou Manave.

Numa outra abordagem, o recém-eleito presidente da Fiba-África indicou que "as federações nacionais olham para nós e esperam apoio e melhor desempenho. É natural que assim seja. É bom que assim seja. Para alcançarmos esses objectivos, precisamos estar próximos, juntos, unidos e comprometidos", lembrou.

O secretário-geral da FIBA, Andreas Zagklis, parabenizou o novo presidente da Fiba-África: "Gostaria de parabenizar Aníbal Manave por ter sido eleito presidente da Fiba África para o próximo ciclo. Ele não é apenas um ex-capitão de sua selecção e campeão africano. Sua trajetória como jogador de basquetebol também é muito rica, tanto a nível nacional como internacional. Ele está numa posição única para causar um impacto duradouro no desenvolvimento da modalidade no continente", disse Andreas Zagklis.

 

Perto de 100 crianças de diversos bairros, escolas e clubes da cidade de Maputo aprenderam hoje como fazer-se a rua de forma mais segura, depois de uma palestra organizada pela Impar e dirigida pela Polícia de República de Moçambique.

Eles aprendem rápido, mas nem tudo. A aluna de uma das escolas da cidade de Maputo, Michela Teresa, por exemplo, quando questionada qual era o sinal de trânsito que conhecia, deu um longo suspiro, mas a resposta nunca chegou.

Mas, depois de muitos dribles, cestos acertados e outros não, lançados durante a 14ª edição do torneio Minibasket, ela (Michela Teresa) embalou na emoção e, no fim, algumas respostas sobre a segurança rodoviária começaram a surgir.

“Eu aprendi que quando vemos um carro a passar pela rua, nós devemos parar para que o carro possa passar, e só então podemos atravessar” explicou a menina de nove anos.

Quem também aprendeu se divertindo no Mini Basquete, foi Yuni Mangue, um menino muito activo, apesar da sua aparência tímida. “Eu aprendi que nós não podemos deixar nossos pais beberem enquanto sabemos que eles vão dirigir depois disso” disse.

Mas Yuni e Michel são apenas duas das perto de 100 crianças de escolas, clubes e bairros só da cidade de Maputo, que se beneficiaram da iniciativa desenvolvida pela Ímpar.

Esta seguradora pretende com esta iniciativa, “incutir nos mais novos as melhores formas de atravessar uma via pública, e como devem se comportar numa via pública” disse o representante da Ímpar, Bruno dos Santos.

E quem melhor conhece a via pública é a Polícia que revelou na ocasião que as palestras têm surtido efeitos positivos, aliás, a agente da Polícia da República de Moçambique, pertencente ao comando da cidade de Maputo, Rossana Cucu, revelou que é mais fácil ensinar aos mais novos do que aos mais velhos.

“As crianças têm uma capacidade maior de aprendizagem, quando tu dizes o que é certo para eles elas captam logo, mas os adultos não, eles questionam porque mudar os seus modos se já vem fazendo de um jeito e nunca aconteceu nada de errado” explicou a agente da PRM.

Recorde-se que o Mini Basquete surgiu em 2006 onde só contava com atletas de Maputo, tendo-se alastrado com o passar dos anos um pouco por todo o país e movimenta cerca de 2000 atletas.
 

O Governo de Manica disponibizou, esta quinta-feira, um cheque no valor de um milhão de meticais à equipa do Textáfrica de Chimoio para suprir algumas necessidades do clube que sobrevive apenas da bilheteira.

O apoio surge na sequência do apelo feito ao governo provincial de Manica pela direcção dos “fabris do planalto” para que se pudesse cobrir o pagamento de salários aos jogadores e treinadores.

“Este apoio é para o Textáfrica melhorar a competitividade e demostrarmos que estamos convosco. Portanto, transmitam isso aos jogadores e à equipa técnica que a província está e continuará a estar com o Textáfrica de Chimoio. Esperamos que vocês continuem a ter a melhor performance”, apelou o Governador de Manica, Manuel Rodrigues.

Por sua vez, o vice-presidente do Textáfrica de Chimoio, José Weng San, agradeceu o gesto do governo provincial de Manica e prometeu uma gestão criteriosa do valor. “Vamos fazer uma boa aplicação do valor. Vamos dar prioridade às necessidades que nós achamos urgentes para podermos dignificar o Textáfrica de Chimoio no Moçambola”, assegurou.

Ainda na senda de apoios ao primeiro campeão nacional, o Conselho Autárquico de Manica procedeu na ocasião a entrega de um tanque de água, sendo que nos próximos dias vai ajudar na construção de balneários para os adeptos no campo da Soalpo.  

“Os balneários não chegam para o número de adeptos que, felizmente, este clube tem. Como se sabe, em todos jogos há muita participação dos adeptos. Temos colaborado no que diz respeito à saúde dos atletas em termos de medicamentos e reparação de algumas infra-estruturas”, precisou o presidente do Conselho Autárquico de Manica, João Ferreira.

 

 

A FIFA vai assumir temporariamente a gestão da Confederação Africana de Futebol (CAF) a partir de Agosto e durante seis meses, com o objectivo de assegurar a transparência da entidade que regula o futebol africano, escreve o jornal português Público.

“Chamei a FIFA para me ajudar a clarificar toda esta situação”, começou por dizer à agência EFE o presidente da CAF, Ahmad Ahmad, que há duas semanas foi ouvido no âmbito de uma investigação judicial a crimes de associação criminosa, corrupção, abuso de confiança e falsos testemunhos.

Citado pelo Público, Ahmad Ahmad ressalvou que a FIFA “não vai assumir o controlo da CAF” e que esta decisão tem como objectivo comprovar a inexistência de corrupção na organização africana: “Não existe corrupção na CAF, só que a imprensa continua a afirmar o contrário.”

Segundo a publicação portuguesa, o acordo entre as duas entidades foi anunciado nesta quinta-feira, véspera do arranque da Taça das Nações Africanas (CAN), após ter sido aprovado por unanimidade durante uma reunião do Comité Executivo da CAF, que teve lugar no Cairo, no Egipto, país que vai acolher a prova.

A secretária-geral da FIFA, a senegalesa Fatma Samoura, vai liderar a CAF em representação do organismo máximo do futebol mundial, a partir de 1 de Agosto e durante seis meses, sendo que este acordo será renovável, caso a FIFA e a CAF assim o entendam.
Fatma Samoura trabalhará juntamente com o presidente da CAF e restante equipa directiva, tendo, entre outras funções, a gestão do organismo, incluindo o controlo interno e administrativo do mesmo.

O presidente da CAF, Ahmad Ahmad, foi libertado há duas semanas sem acusação formalizada ou pedido de caução, depois de ter sido interrogado pelas autoridades francesas.

FIFA, CAF, Gestão, Ahmad Ahmad

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