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O País – A verdade como notícia

O piloto moçambicano Pedro Perino poderá estrear-se, ainda este ano, na Fórmula-4, uma categoria criada pela Federação Internacional de Automobilismo como base para jovens pilotos fazerem a ponte entre o “kart” e a fórmula-3. A Federação Moçambicana de Automobilismo e Motociclismo diz estar em contacto com o jovem piloto que se encontra em Itália, precisamente no circuito de Cremona, a fazer os testes da F-4 com a equipa DR Fórmula.

A Fórmula -1 é o objectivo, até porque o sonho passa por alcançar os feitos do britânico Lewis Hamilton, piloto que corrida após corrida, reescreve a história nesta categoria.

Mas o ponto de partida é, certamente, a Fórmula-4, uma categoria criada pela Federação Internacional de Automobilismo como base para jovens pilotos fazerem a ponte entre o “kart” e a fórmula-3.
Pedro Perino quer agarrar esta oportunidade na categoria de monopostos destinada a pilotos juniores como rampa para evoluir a cada dia.

“As minhas expectativas em relação a fórmula 4 são muito elevadas. Este ano, espero testar e conhecer as pistas e o carro. Depois, farei uma corrida ainda este ano com uma das equipas para poder me integrar. Para o ano, quero dar o salto passando a correr na fórmula -4 depois do kart. Nós estamos a ver várias competições na Europa, neste caso França e Alemanha e Itália onde achamos que estão os melhores e é para onde queremos estar. Este ano, ainda estamos a fazer o campeonato da Europa e, por isso, não posso testar muito a F4”, frisou.
A sua participação, entre os dias 16 e 19 de Julho, no Campeonato Europeu FIA de Karting, no Circuito Internacional de Zuera, em Espanha, é tida como uma boa base para ganhar tarimba e se afirmar na sua estreia na categoria ok sénior.

Na primeira corrida, de resto, conseguiu colocar-se na 26ª posição num leque de 66 pilotos muitos dos quais com bastante experiência.
“Este ano, fomos pela primeira vez para o Campeonato Europeu de Karting. Na primeira corrida, fomos muito rápidos e estivemos bem. Nas corridas, tivemos alguns azares mas depois na última conseguimos acabar em nono lugar entre os melhores do mundo. Depois, na segunda ronda, em Itália, também estivemos bem. A qualificação correu muitíssimo bem. Começámos a corrida em 16º e, numa das mangas, baixar para 0 15º, sempre no Top 15. Vamos agora para Alemanha, onde esperamos ter uma boa prestação”, disse.

A Federação Moçambicana de Automobilismo e Motociclismo diz estar em contacto com o jovem piloto que se encontra em Itália, precisamente no circuito de Cremona, a fazer os testes da F-4  com a equipa DR Fórmula.

Moçambique poderá disputar, de 27 a 29 de Novembro próximo, a fase de qualificação para o Campeonato Africano de Basquetebol  senior masculino em Kigali, Ruanda,  e não Senegal como estava  inicialmente previsto,  devido à situação da COVID-19. A FIBA-África pondera alterar o local da competição face aos elevados casos de Covid-19 no Senegal.

A primeira janela do grupo “B” da fase de apuramento ao Campeonato Africano de Basquetebol em seniores masculinos, do qual fazem parte Moçambique, Angola e Quénia está sediada em Dakar, Senegal, mas o crescente número de casos de Covid-19 pode desviar a prova para o Ruanda.
À esta altura, Senegal conta com um cumulativo de 13384 pessoas infectadas, 279 mortes e 9091 recuperados.
Estes números não deixam tranquila a FIBA-África que já pensa numa alternativo para viabilizar a prova qualificativa.
“O grupo de Moçambique devia ir jogar ao Senegal, ninguém quer ir para Dakar, pois eles não garantiram essas condições e o interessante é que os próprios senegaleses que jogam na França e nos Estados Unidos da América também não querem ir jogar ao Senegal”, começou por dizer Aníbal Manave, presidente da FIBA-África.
Selecções fortes com a inclusão dos atletas que evoluem em campeonatos na Europa e nos EUA é o desejável para que a janela de qualificação para o Afrobasket seja extremamente competitiva.
Mas este desejo pode cair por terra, até porque há receio de alguns clubes na Europa e EUA não dispensarem atletas africanos com receio de contaminação da Covid-19 por falta de condições sanitárias nos respectivos países.
“Há atletas moçambicanos que estão fora do país que vão ser selecionados e os clubes não vai autorizar que  eles venham para aqui, porque fazer exactamente esta pergunta: vais para lá, para ir treinar aonde? Com quem? E qual é o protocolo que existe aqui em Moçambique? Portanto, não há garantias de que os atletas que estão lá fora vão competir nas nossas selecções porque as condições não estão criadas, pelo que temos que implementar esse protocolo sanitárias”, observou.
A Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB) diz estar atenta a estas movimentações face à pandemia da Covid-19. “Recebemos essa comunicação, aventa-se essa hipótese de passar para o Ruanda que está em melhores condições em termos de prevenção da Covid-19, mas é preciso percebermos que os aspectos relativos a esta doença evoluem a cada dia”, disse Roque Sebastião para depois acrescentar que “é um desafio e é muito importante essa abordagem a essa altura tendo em conta que estamos focados em que a nossa selecção nacional participe, não sabemos se amanhã manteremos essa posição, mas é importante dizer que não sabemos se manhã manteremos a mesma posição, mas temos vontade de participar na primeira janela de apuramento ao Afrobasket e em breve tomaremos uma decisão”, disse Roque Sebastião, presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol

Os clubes que vão disputar o Moçambola 2020 e a Liga Moçambicana de Futebol consideram que os fundos disponibilizados pela FIFA deviam ser usados para apoiar os clubes e viabilizar o campeonato nacional de futebol, o Moçambola, paralisado devido a pandemia da COVID-19.

 

As competições desportivas no país foram interrompidas em Março passado, devido a eclosão da pandemia do novo coronavírus em Moçambique e de lá para cá os clubes tem tido despesas de pagamentos de salários e seus funcionários, sem retorno, quer seja com a bilheteira ou mesmo a partir dos seus parceiros que foram diminuindo o seu apoio.

Agora os clubes afirmam estarem, falidos e a necessitar de apoios para reiniciar com suas actividades. Inácio Bernardo, presidente do Desportivo Maputo diz mesmo que sem apoios, os clubes não terão condições para disputar o Moçambola 2020.

“É certo que os clubes estão preparados para retomar com o futebol, numa primeira fase com os treinos e depois com as competições. Mas antes disso tudo é preciso que a condição financeira dos clubes seja sustentável, porque mesmo que haja relaxamento, se a condição financeira de sustentabilidade dos clubes não estiver criada, os clubes não estarão preparados para poderem avançar”, disse o presidente do clube “alvi-negro”, que ameaça ainda não disputar a prova, caso não sejam resolvidas as suas preocupações.

Por seu turno, Juneid Lalgy, presidente da Associação Black Bulls, diz que os fundos disponibilizados pela FIFA seriam a salvação para aliviar as despesas dos clubes. “Estávamos esperançados com os fundos da FIFA e isso era uma posição unânime dos clubes, que as verbas fossem alocadas sobretudo para os clubes do Moçambola e que fdossem acima daquelas que foram anunciadas”, disse Lalgy.

Até porque os clubes precisam de cinco milhões de meticais para arcar com despesas do Moçambola, e a Federação Moçambicana de Futebol dá apenas 1 milhão e 200 mil a cada clube do Moçambola. Os clubes não concordam com esta distribuição e querem mais. Lalgy diz que é uma posição geral dos clubes que não estão de acordo com a forma como foram feitas as distribuições dos fundos. “Entendemos que aqueles fundos tinham um único destino para poderem fazer o ‘Ball-out’ da situação da COVID que os clubes vem vivendo”, disse, acrescentando que o valor foi usado para outras coisas que não o motivo da sua aplicação. “Infelizmente foram usados os fundos para pagar dívidas de direcções anteriores da Federação Moçambicana de Futebol, o que não achamos correcto”, frisou Lalgy.

 

LMF também concorda com fundos para Moçambola

A Liga Moçambicana de Futebol diz que apesar de ter sido excluído do processo de distribuição dos fundos da FIFA, o valor devia ser usado para suprir as perdas das receitas da bilheteira dos clubes, uma das premissas da utilização do fundo.

“Estivemos envolvidos desde a primeira hora com a FMF na definição dos critérios de atribuição dos fundos da FIFA, procuramos esclarecimentos porquê ficamos excluídos já na finalização do processo porque pensamos nós que seria uma forma de termos o finaciamento para o nosso campeonato nacional”, comentou o presidente do organismo que gere o Moçambola.

Mas há outras formas de ter valores para viabilização do Moçambola. De acordo com Ananias Couana, “o segundo caminho é um financiamento através do Governo que recebe apoios para atenuar o impacto da Covid-19 e esses valores são distribuídos por vários sectores e o desporto, o futebol em particular, também deveria merecer um tratamento porque a nossa actividade tem um impacto na economia nacional”.

Para já, o ponto que divide os clubes e a Liga Moçambicana de Futebol é o modelo de disputa do Moçambola, tendo em conta que os clubes querem o modelo regional e a LMF insiste no modelo tradicional.

O  internacional basquetebolista moçambicano, Kendal  “Kedinho”  Allen Manuel diz estar disponível para voltar a representar a selecção nacional sénior masculino  e ajudar a mesma a fazer uma boa campanha nos próximos compromissos ao nível continental.

Foi uma surpresa agradável no primeiro contacto com o basquetebol africano, no geral, e moçambicano, em particular, depois de várias  épocas com actuações de encher o olho e aura de glória na NCAA, liga universitária de basquetebol dos EUA.

Aliás, depois da primeira experiência na selecção nacional na segunda janela das eliminatórias para o Mundial de Basquetebol da China, realizada em Dakar, Senegal, em 2019, o base armador apresentou “targets” que atestam a sua competência na quadra: três jogos, 65 pontos, o que perfaz  uma média de 21.7 pontos/jogo, mesma marca alcançada porJordan Nwora da Nigéria.

O fillho de “Potolas” estreou-se na arena de Dakar, envergando a camisola 2, com 14 pontos, mas não evitou a derrota dianteda Costa do Marfim, por 62-45.  Dia seguinte, mais uma exibição de gala: 19 pontos em 39: 03 minutos na quadra diante da RCA, terminando o jogo com 17 lançamentos de campo (35.3 porcento), 4 em 4 lançamentos livres (100 porcento) e 3 em cinco lançamentos de dois pontos (60 %).

Finalmente, frente ao gigante Senegal, Kedinho contabizliou 32 pontos em 37:12 minutos em campo, concretizando nove em 20 lançamentos de campo (45%), nove em nove lançamentos livres (100 %) e cinco em nove tiros exteriores (55.6 %).

Estas exibições fazem-no acreditar que pode ser uma mais valia para a selecção nacional, cuja estrutura, defende, faz transpitar um futuro risonho.  “Sou abençoado por ter representado meu o país. O meu objectivo é estar disponível para jogar em todas as competições que posso, porque sei que posso inspirar a próxima geração de jogadores moçambicanos e continuar a mostrar ao mundo que temos talento em Moçambique”, frisou o basquetebolista.

Agora, o  compromisso é mesmo com  o Liberbank Oviedo Baloncesto  da Espanha. Uma outra realidade do basquetebol, não só por ser profissional mas também pelas suas exigências. Kendal Manuel não está, nem tão pouco, assustado com a nova experiência.

“Acho que minha integração no basquetebol profissional na Espanha será uma transição normal. Na minha equipa,  nos EUA,  jogamos como conjunto e com um  sistema muito parecido com as formações da Espanha. Então, acho que estou pronto para a próxima etapa na Espanha”, notou.

E no novo desafio que abraça, há quem já lhe atesta qualidades e projecta ganhos desportivos para o Oviedo:

“Estamos felizes em anunciar a chegada de Kendal Manuel à equipe. É um jogador que vem ocupar a posição de base-amador, mais um estreante da NCAA, um jogador muito jovem que vai ter connosco a sua primeira experiência profissional em Espanha, pelo que teremos de correr esse risco de adaptação, de mudar as nossas ideias e o nosso estilo de basquete, mas como vimos dizendo é o que tivemos este ano e com o qual estamos trabalhando com muito conforto e com muito entusiasmo”, disse Héctor Galán, Director Geral do Oviedo Club Baloncesto em entrevisat ao sítio oficial do clube.

Kendal Manuel iniciou a sua carreira na NCAA, no Oregon State University, instituição a qual representou durante duas temporadas. Depois, transferiu-se para a University of Montana.

A antiga corredora moçambicana, única campeã olímpica nacional, Maria de Lurdes Mutola, diz que ainda pensa em chegar ao dirigismo no país, mais concretamente na Federação Moçambicana de Atletismo, para melhorar e ajudar a formar mais atletas que tragam medalhas ao país, tal como ele fez, enquanto activa

 

Maria de Lurdes Mutola conquistou a única medalha de ouro de Moçambique e dos Países Africanos de Língua Portuguesa, PALOP’s, a 25 de Setembro do ano 2000, ou seja, há 20 anos, concedeu uma entrevista ao canal desportivo da Rádio Moçambique e assumiu que gostaria de um dia chegar a presidência da Federação Moçambicana de Atletismo, para ajudar a desenvolver uma modalidade que a projectou para o mundo e onde se notabilizou com vitórias memoráveis e eternas.

Para Lurdes Mutola, o que vai ajudar na sua liderança a frente dos destinos do atletismo moçambicano será a vasta experiência e ensinamentos adquiridos fora do país, tendo em conta que esteve a trabalhar, desde que abandonou as pistas, na vizinha África do Sul, onde o desporto é levado mais a sério.

Entretanto, Lurdes Mutola reconhece que vai enfrentar muitas dificuldades para chegar a presidência do organismo que gere o atletismo moçambicano. Ao RM Desporto, Mutola disse que no atletismo estamos muito atrasados, deixando claro a sua tristeza por isso, para depois confirmar que “um dia gostaria de trabalhar na federação e talvez ser mesmo presidente da federação. Tentar, não digo que vou conseguir porque não é fácil. E tentar implementar aquilo que eu aprendi lá fora e aplicar para os nossos atletas e nossa federação a ver se Moçambique consegue produzir mais atletas, mais Lurdes”.

A “menina de Ouro” do nosso país diz que tem recebido vários convites de pessoas ligadas ao atletismo moçambicano, e não só, mas também de desportistas, para que regresse ao país e abrace a presidência do atletismo por pelo menos um mandato.

“Tenho recebido muitos telefonemas dos atletas, dos dirigentes e treinadores a pedirem para pelo menos ficar naquela posição durante uns quatro anos. Eu sei que não é fácil para qualquer presidente, mas acho que podemos mudar qualquer coisa e é altura de talvez mudarmos a maneira como trabalhamos” disse a campeã olímpica dos 800 metros, em entrevista ao RM Desporto e citada pelo Lance.

Maria de Lurdes Mutola não deixou claro para quando essa aventura pela presidência da Federação Moçambicana de Atletismo, mas esclareceu que precisa, primeiro, traçar um plano e só depois vai decidir se avança ou não na corrida ao cargo mais alto do dirigismo moçambicano do atletismo.

 

Comité Olímpico de Moçambique ainda não está nos planos

Num outro desenvolvimento da entrevista, a medalha de Ouro dos 800 metros, em Sydnei, Austrália, em 2000, disse que ainda tem traçado nenhuma passagem pela liderança do Comité Olímpico de Moçambique, um organismo nacional que gere os atletas qualificados e aqueles que estão na rota das provas olímpicas a cada ciclo de quatro anos.

Mutola diz que neste momento só pensa no atletismo e em como ajudar a modalidade, aproveitando os contactos que tem no estrangeiro, para que melhore e saia do marasmo em que se encontra actualmente. “Ainda não sonhei até lá, mas eu gostaria primeiro de começar no atletismo porque é a modalidade que tenho conhecimento e eu acho que podia dar o meu melhor ali. Posso ter muito apoio de países de fora mesmo onde estou a trabalhar agora como coordenadora da Nike posso ter apoio para desenvolver”, disse Maria de Lurdes Mutola.

Aliás, Mutola não promete “mundos e fundos”, mas sim uma luz no fundo do túnel. “Não digo que vamos ter campeões olímpicos ou do mundo, mas podemos chegar um bocado longe. É triste um país como Moçambique ter só um atleta que faz os mínimos para os Jogos Olímpicos” disse Maria de Lurdes Mutola, na referida entrevista.

Recorde-se que actualmente a presidência da Federação Moçambicana de Atletismo está nas mãos de Francisco Manheche, eleito a 02 de Setembro de 2017, em Chimoio, numa corrida que contou com a oposição de Kamal Badrú. Manheche vai dirigir o atletismo moçambicano até Setembro do próximo ano.

O internacional argentino Lionel Messi falhou, este domingo, a apresentação no FC Barcelona para realizar as provas PCR, de diagnóstico à COVID-19, como tinha afirmado que iria fazer, escreve o Diário de Notícias.

Lionel Messi manifestou vontade de deixar o clube em que fez toda a carreira profissional e grande parte da formação, tendo em conta uma cláusula no seu contrato, que o FC Barcelona contesta por considerar que foi ultrapassado o prazo para que a mesma se possa aplicar.

Ao falhar os testes à covid-19, revela a publicação portuguesa, a estrela argentina estará também fora do regresso ao trabalho da equipa de futebol, que arranca com os treinos na segunda-feira, sob o comando de novo treinador, o holandês Ronald Koeman.

O Diário de Notícias escreve que, ao contrário de Messi, quem marcou este domingo presença nas instalações da cidade desportiva foram Luís Suárez e Arturo Vidal, jogadores que, segundo a imprensa, não farão parte das opções de Koeman para o futuro do ‘Barça’.

O internacional moçambicano, Reginaldo Faite, abriu caminho sábado para a vitória do Kqaisar Kaisar Kyzylorda diante do Tobol Kostanay, por 2-1, em jogo inserido na 7ª jornada da Premier League, campeonato do Cazaquistão. Rezam as crónicas que o avançado dos Mambas soube, e bem, aproveitar um ressalto na área contrária após um tiro de Ilyas Amirseitov para abrir o activo. Entretanto, aos 63 minutos, Sergey Maliy, fez o golo de empate para o Tobol Kostanay. A 14 minutos do fim do tempo regulamentar, ou seja, aos 76, Ashkat Tagybergen selou a vitória da formação onde alinha o moçambicano Reginaldo.

Esta vitória coloca o Kaisar na liderança da Premier League do Cazaquistão com 16 pontos, disputadas que estão sete jornadas. Na vizinha África do Sul, o Cape Town City de Edimilson Dove venceu, sexta-feira, o Lamontville Golden Arrows, por 4 a 1.Uma partida em que Edmilson não saiu do banco, Fagrie Lakay abriu o marcador aos nove minutos.

O avançado sul-africano voltaria a estar em destaque à passagem do minuto 12 ao fazer o dois a zero.  Na segunda metade, mais golos. Primeiro, aos 63 minutos por intermédio de  Tashreeq Morris que elevou a contagem para 3-0. Knox Mutizwa ainda reduziu para 3-1, mas o dia era mesmo de… Fagrie Lakay  que assinou um “hatrick” na marcação de uma grande penalidade. Com este resultado, o Cape Town City mantém-se na sétima posição com 39 pontos quando faltam apenas duas jornadas por se disputar a Premier Soccer League (PSL).

NEYMAR E KAMO KAMO NA 3ª DIVISÃO

O Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) não deu provimento ao recurso do Vitória de Setúbal, conjunto onde evoluem Kamo-Kamo e Neymar, e está confirmada a exclusão do clube dos campeonatos profissionais. Os sadinos pretendiam suspender a decisão da Liga, que desclassificou o Vitória por não cumprir os pressupostos financeiros exigidos para o licenciamento nas competições profissionais.

O TAD avaliou o processo e deu razão à Liga, negando a providência cautelar pretendida pelo Vitória, no sentido de suspender a decisão de desclassificação. O clube sadino aguarda, agora, pela decisão do TAD sobre a matéria principal. No início de agosto, o Vitória recorreu da decisão para o Conselho de Justiça da Federação, que se considerou incompetente para julgar o caso e encaminhou-o para o TAD.

Esse processo ainda está sob avaliação. A inscrição do Vitória de Setúbal foi rejeitada pela Liga, depois de a administração da SAD não ter apresentado, no processo de licenciamento, prova de inexistência de dívidas a outros clubes, jogadores e ex-jogadores, treinadores e ex-treinadores, funcionários e antigos funcionários, bem como a certidão de situação fiscal regularizada.

Zainadine Júnior, internacional moçambicano que evoluiu no Marítimo, inicia a temporada 2020-2021 na I Liga no terreno do Santa Clara.  Já Witi Quembo, avançado do Nacional da Madeira, marca o seu regresso à I Liga em casa diante do Boavista.

A edição 2020/21 da I Liga de futebol terá início no fim-de-semana de 20 de Setembro, quase dois meses após a conclusão da época 2019/20, num período de paragem menor do que o habitual, e também mais tarde, em função da reformulação da anterior temporada, devido à pandemia da covid-19.

A 20 de Setembro, dois moçambicanos entram em cena na prova. Zainadine Júnior, central do Marítimo, inicia o campeonato no terreno do Santa Clara.

Depois de uma época bem conseguida, na qual se destacou com indicações para o melhor onze da jornada e homem do jogo, Zainadine Júnior procura manter ou melhorar o seu nível competitivo.

O internacional moçambicano foi uma pedra fundamental na equipa insular, tendo realizado 30 jogos na temporada passada na qual o Marítimo ficou na 11ª posição.

Zainadine Júnior fez ainda dois jogos na Taça da Liga, contabilizando 32 no total e 2880 minutos em campo. Na mesma data, mas na Madeira, o Nacional de Witi Quembro marca o seu regresso à I Liga. Com 21 jogos contabilizados numa época atípica, interrompida abruptamente devido à pandemia da Covid-19, Witi apresenta-se como um dos grandes valores de uma equipa que quer fazer uma temporada tranquila no regresso à Liga Nos. O esquerdino, que em Maio último renovou o seu contrato com o Nacional por mais quatro anos, ou seja, até 2024, aponta para uma manutenção tranquila dos insulares. O Marítimo e Nacional da Madeira tem encontro marcado para 1 de Novembro, em casa da primeira formação. Assim sendo, Zainadine Júnior e Witi Quembo travam argumentos na 6ª jornada da I Liga.

 

Zainadine empata com rio Ave

O valoroso defesa moçambicano Zainadine Júnior foi titular, sábado, 29 de Agosto, no empate sem golos entre o Marítimo e o Rio Ave, na vila do Conde.

Este desafio serviu de apresentação da equipa da casa. Para além de Zainadine, Lito Vidigal, treinador do Marítimo, fez alinhar neste confronto Amir, Nanu, René Santos, Fábio China, Jean Cléber, Jorge Correa, Pedro Pelágio, Umarú Baldé, Joel Tagueu e Rodrigo Pinho. Jogaram ainda: Fumu Tamuzu, Rafik Guitane, Edgar Costa, Diego Moreno, Ruben Macedo.

Por sua vez, Mário Silva, treinador do Rio Ave, apostou em Kieszek, Nélson Monte, Borevkovic, Matheus Reis, Rúben Gonçalves, Tarantini, Lucas Piazon, Diego Lopes, Carlos Mané e Bruno Moreira.  Jogaram ainda: Gabrielzinho, Jambor, Pedro Amaral, Franciso Geraldes, Ronan, Vitó, Gelson Dala, Costinha, Carlos Alves e Nuno Silva.

Geny Catamo vai mesmo ficar no Sporting. O internacional moçambicano, de 19 anos, é a grande surpresa no estágio dos “leões” no Algarve, escreve o jornal “A Bola”.

Emprestado pelo Amora na época passada e até final da presente temporada, o extremo vai, no entanto, tornar-se já jogador dos quadros leoninos, porque, refere o jornal português, a administração do emblema verde e branco está a negociar com o clube da Margem Sul o acionar da opção de compra que ficou salvaguardada no contrato de cedência.

À espera, o jovem moçambicano tem um vínculo de três anos. Geny Catamo está em Lagos a tentar convencer Rúben Amorim que tem qualidade para poder ser chamado, sempre que o treinador entender, à equipa principal, pois o espaço natural do moçambicano será a equipa B. Ainda assim, o extremo tudo está a fazer para, no mais curto espaço de tempo, poder ser integrante de pleno direito do principal plantel dos verdes e brancos.

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