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O País – A verdade como notícia

Moçambique está inserido no grupo “B” do torneio regional da Cosafa de Futebol de Praia, ao lado da Tanzânia e Comores, segundo ditou o sorteio realizado no fim-de-semana. A selecção nacional estreia-se esta quarta-feira diante das Comores.

A selecção de Moçambique chega a esta primeira edição da Cosafa como vice-campeã Africana de futebol de praia e candidata à conquista do título. Comores e Tanzânia são os adversários na fase de grupos da competição que arranca esta quarta-feira em Durban, na África do Sul.

No primeiro dia de competições, Moçambique mede forças com Comores, para no dia seguinte, quinta-feira, defrontar a Tanzânia. Na sexta-feira, o combinado nacional descansa e o grupo “B” vai ter o embate entre Comores e Tanzânia.

Para esta empreitada, Abineiro Ussaca levou para Durban 14 jogadores, sendo dois guarda-redes, igual número de pivôs, cinco defesas e mesmo número de médios, quase todos eles que estiveram no CAN do Senegal e no Mundial da Rússia, ambas provas este ano.

O grupo “A”, por seu turno, será composto pelas selecções da África do Sul, Seychelles, Madagáscar e Angola.

Nas meias-finais, sábado, o primeiro do grupo “A” mede forças com o segundo do grupo “B” e o primeiro do “B” joga com o segundo do “A”. Os vencedores disputam a final marcada para domingo, 17 de Novembro.

A selecção nacional de futebol de praia quer aproveitar este torneio para preparar a sua participação no Campeonato Africano das Nações, que terá lugar em Vilankulo, Inhambane, no próximo ano.

O seleccionador nacional, Abineiro Ussaca, reitera que Moçambique vai dar o seu melhor e, na qualidade de vice-campeão africano, carrega responsabilidades acrescidas para representar condignamente o país.

Em termos programáticos, esta segunda-feira o combinado nacional realizou um treino de recuperação e reconhecimento do piso do South Beach Arena, que vai acolher os jogos, sendo que esta terça-feira vai realizar o último treino, de tarde, antes do arranque da sua participação, quarta-feira.

 

Eis os convocados por Abineiro Ussaca:

GUARDA-REDES:

Anivaldo Mavie e Manuel Tivane.

DEFESAS:

Bachir Mussa, Gerson Chivale,  Ângelo Tomás, Ramossete  Cumbe, Hermínio Marcelino.

MÉDIOS:

Nelson Manuel, Paulo de Jesus, Hélio Mahota, Júlio Manjate, António Namape.

PIVÔS:

Rachide Smith e Yuran Malate.

Chiquinho pode ir a sua primeira vez no comando dos Mambas num 4-2-3-1, no jogo de mais logo contra a Costa do Marfim, de qualificação ao Mundial Qatar 2022. Dominguez pode ser a opção no meio campo, Edmilson e Bonera, um deles, poderá fazer companhia a Zainadine Jr no centro da defesa.

Chiquinho vai na noite de hoje, pelas 21 horas, a sua primeira vez como oficial no Comando técnico dos Mambas. O adversário é Costa do Marfim, líder destacado do Grupo D, com 10 pontos.

Dor de cabeça: Com Mexer e Kamo-Kamo ausentes por lesão, Conde terá de coser com as linhas que dispõe, optando num 4-2-3-1.

Na baliza, Ernan é quase uma certeza. Na defesa, com a lesão sofrida por Mexer, abre-se concorrência para o companheiro de Zanadine Jr, no centro. Edmilson Dove, que tem jogado à central no Cape Town City, pode ser chamado a ocupar o lugar, deixando o lado esquerdo para Reinildo.

Caso não seja Edmilson, Bonera do Marítimo B, pode concretizar o seu sonho, de jogar ao lado do capitão do Marítimo A.

À direita, parece claro que Sidique será o senhor da zona.

No meio campo, Kambala continuará a cumprir o seu papel de trinco. Dominguez será o tal criativo, sem, no entanto, fazer muito esforço, deixando esse papel para Geny Catamo que poderá jogar nas costas do único homem do ataque, que provavelmente será Reginaldo.

Luís Miquissone e Witi poderão estar mais encostados à direita e esquerda, respectivamente, que fazendo uso da capacidade técnica e velocidade poderão criar desequilíbrio no adversário.

São apenas projecções, a certeza virá pouco antes das 21 horas.

As comemorações do dia da Cidade de Maputo, que esta quarta-feira celebrou os 134 anos de elevação à categoria de cidade, continuam este sábado, com a realização da tradicional prova da travessia Maputo-Catembe.

A prova, organizada pela Associação de Natação da Cidade de Maputo, terá o seu ponto de partida a ponte cais de Maputo, pelas 10h00, e o seu término do outro lado da baía, no Restaurante Diogo.

A prova, que também enquadra-se na Disciplina de Águas Abertas, vai contar com a participação de nadadores federados, filiados na Associação de Natação da Cidade de Maputo e noutras associações, entre moçambicanos e estrangeiros, desde que sejam maiores de 14 anos de idade, e populares, antigos praticantes e todo aquele que saiba nadar, desde que esteja acima dos 25 anos.

De acordo com a organização, no dia da prova, este sábado, serão aceites um máximo de 20 inscrições, devendo os mesmos serem portadores de termo de responsabilidade das exigências contidas no regulamento da prova. As inscrições poderão ser feitas de forma individual ou mesmo por cada clube.

Para a prova deste ano, cujas inscrições terminaram na passada quarta-feira, dia da cidade de Maputo, serão premiados os melhores, sendo que os primeiros classificados, de cada categoria e em ambos os sexos, vão receber um valor monetário de 20 mil meticais. Os segundos classificados vão ser premiados com valores monetários de 10 mil meticais, cabendo aos terceiros classificados o valor de cinco mil meticais.

Com uma milha de náutica, a travessia Maputo-Catembe é uma prova tradicional na capital do país, tendo já sido conquistado por nadadores nacionais e estrangeiros.

Em termos de segurança, para esta prova a organização, Associação de Natação da Cidade de Maputo, e parceria com o Conselho Municipal de Maputo, disponibilizam barcos de apoio, assistência antes, durante e depois da prova, bem como uma ambulância para situações mais graves.

Os nadadores Ricardo Costa, dos Tubarões, e Jéssica Cossa, dos Golfinhos, são os actuais campeões da prova tradicional, que decorreu em 2019, uma vez que ano passado, devido a restrições impostas pela COVID-19, não houve competição.

Os irmãos Bique, Allan e Janeth, conquistaram a competição em 2018.

Ainda que não seja a primeira vez dele, Chiquinho Conde estreia-se em jogos oficiais a frente do comando técnico dos Mambas, este sábado, quando a selecção nacional defrontar a sua congénere da Costa do Marfim, em partida da quinta jornada da fase de grupos de qualificação ao Mundial 2022, no Qatar. Terça-feira, será o ultimo jogo desta fase de grupos, diante do Malawi.

Esta é a vez e a hora de Chiquinho Conde a frente dos destinos dos Mambas. Esteve lá, em 2010, de forma interina, quando os Mambas defrontaram e perderam diante de Portugal, na África do Sul, na preparação da selecção das Quinas que ia participar no primeiro e único Mundial até aqui realizado no continente africano.

Desta vez, é mesmo à sério e de forma oficial. E o adversário não é nada mais e nada menos que a toda poderosa Costa do Marfim, líder do grupo D e que procura garantir a qualificação à última fase, do play-off, de apuramento ao Mundial do Qatar.

Ainda que sem possibilidades de qualificação ao play-off final, os Mambas, e Chiquinho Conde, colocaram como meta nestes dois últimos jogos, a conquista de pontos que garantam, não só a saída da cauda da tabela classificativa, mas também a motivação que se deseja no balneário, para que a fase de qualificação ao CAN-2023, cujo arranque está previsto para Março próximo.

Até porque olhando para o leque dos jogadores que os dois conjuntos levam para o encontro, fica sempre difícil para os Mambas terem reacção, pese embora o factor casa não conte neste jogo, já que nenhuma das duas joga em casa.

 

PROCURAR PRIMEIRA VITÓRIA NO CONFRONTO DIRECTO

Na primeira volta, em partida da primeira jornada desta fase de grupos, em jogo disputado no Estádio Nacional do Zimpeto, o combinado moçambicano, que não contou com vários dos jogadores que estarão no relvado este sábado, conseguiu segurar o empate sem abertura de contagem até ao final.

Mas também, doutro lado, os “Elefantes” não estavam na máxima força, até porque muitos dos principais jogadores, que actuam na Europa, foram impedidos de vir a Maputo devido a restrições da COVID-19, que na altura, em Setembro, estavam a vigorar.

Facto mesmo é que os Mambas procuram, em terreno neutro (a Costa do Marfim não tem nenhum campo aprovado para jogos oficiais da CAF, embora seja anfitrião do CAN-2023), em Cotonou, Benim, a primeira vitória diante deste adversário, no 7º embate entre ambos.

Anteriormente, defrontaram-se por seis ocasiões, duas na fase final do Campeonato Africano das Nações, nomeadamente no Egipto, em 1986, na primeira aparição de Moçambique, e na África do Sul, em 1996, na segunda aparição dos Mambas, e ambos ganhos pelos costa-marfinenses, por 3-0 e 1-0 respectivamente.

Mais tarde defrontaram-se num amigável, em 1998, na preparação para o CAN de Burquina Faso, na terceira presença de Moçambique, e mais uma vez os “Elefantes” levaram a melhor, por 4-1, seguindo-se então três jogos de apuramento à fases finais dos Campeonatos do Mundo.

Em 2008, a Costa do Marfim venceu à tangente, na primeira volta da fase de grupos, em Abidjan, última vitória, tendo a segunda mão se registado empate a um golo, no Estádio da Machava, também em 2008, na disputa para o Mundial da África da Sul.

No último embate entre Mambas e Elefantes, no Estádio Nacional do Zimpeto, houve esse empate sem abertura de contagem, que poderá marcar a reversão dos resultados negativos que os Mambas averbaram com este adversário.

Ou seja, depois de quarto derrotas consecutivas e dois empates consecutivos nos dois últimos jogos, será esta a vez de vencermos a Costa do Marfim?

 

UM “ONZE” EM DÚVIDAS, MAS COM ALGUMAS CERTEZAS

Para estes dois jogos Chiquinho Conde já sabe que não vai poder contar com Mexer, no centro da defesa, Melque e Kamo Kamo, no sector ofensivo, devido a lesões, mas já pensa em como montar as pedras dentro das quatro linhas.

“Nós temos variadíssimas soluções dentro deste lote de jogadores”, disse Chiquinho Conde numa das sessões de treinos ainda em solo pátrio.

E as alterativas são as mais viáveis para o seleccionador.

De acordo com as suas palavras, para o embate deste sábado, diante da Costa do Marfim, dúvidas há na baliza: Victor Guambe não fez os últimos cinco jogos pelo Costa do Sol devido a lesão, embora esteja já recuperado. Por isso as redes estarão entregues ou a Ernan, como habitualmente tem acontecido, ou a Ivan, que esteve bem ao longo do Moçambola, não tendo feito apenas o ultimo jogo.

No sector defensivo parece haverem duas certezas: a zona central estará entregue a Zainadine Jr. e Edmilson Dove, este último que é utilizado nessa posição na sua equipa nos últimos jogos, na África do Sul, Sidique na direita e Martinho na esquerda.

No meio campo Kambala será, de certeza, o mais defensivo, auxiliado por Gildo, que Chiquinho Conde considera o homem da zona do corredor, enquanto as laterais estarão entregues a Reinildo, na esquerda, e Witi, na direita.

Domingues, que será o capitão dos Mambas, poderá ser o municiador do jogo dos Mambas, a apoiar de perto o ponta-de-lança fixo, que de princípio poderá ser Reginaldo ou Luís Miquissone.

Os Mambas realizam, esta sexta-feira, o treino de adaptação ao relvado que vai acolher o jogo de sábado, quando forem 21H00 de Maputo.

Faz, dentro de dias, um ano sem que haja um presidente eleito da Federação Moçambicana de Patinagem (FMP), na sequência do ambiente de cortar à faca que se vive na modalidade. É que, após as eleições realizadas em finais de Novembro de 2020, que culminaram com a vitória de Eneas Comiche Jr (candidato da lista A) com oito votos contra três de Nelson Costa (candidato da lista B), o candidato derrotado impugnou as mesmas por alegadas irregularidades.

Disse, na sua fundamentação, Nelson Costa que se excluíram as associações provinciais no processo de votação e deu-se primazia aos membros fundadores da modalidade, o que, na sua óptica, viola a lei de desporto vigente no país.

Comiche, que devia tomar posse num prazo de 15 dias, sequer chegou a fazê-lo, porque o processo seguiu ao Tribunal Judicial da Cidade de Maputo que, até ao presente momento, não deu o seu parecer sobre o mesmo.

Certo, certo mesmo, é que, de lá a esta parte, há um grande vazio directivo numa das modalidades colectivas que tem escrito páginas douradas no desporto moçambicano, colocando, mesmo num mar de dificuldades, o país a brilhar no concerto das Nações.

E tal acontece quando se está a um ano da disputa do Campeonato do Mundo, prova na qual já deixou a sua marca em várias edições. Questiona-se, no círculo da modalidade, como manter um elevado nível competitivo e continuar entre as melhores selecções do mundo, num cenário de incertezas e falta de competições ao nível interno. Como se manter na elite, colocando-se entre os que mais prestigiam ao nível mundial  aos moçambicanos?

Aliás, e o percurso fala por si, Moçambique é a única selecção de África que atingiu as meias-finais do Mundial do grupo A, em 2011, em San Juan, na Argentina. O combinado nacional, então orientado por Pedro Nunes, fez uma campanha irrepreensível na prova, terminando no histórico 4ª lugar atrás de potências, como Itália (5ª classificada), Chile (6ª classificada), França (7ª classificada) e Brasil (8ª classificada).

Os chamados “Guerreiros de San Juan” chegaram mesmo a colocar em sentido a Espanha, vencedora da prova, com quem perderam nas meias-finais por 4-3. Caros patrícios, a selecção espanhola de hóquei em patins é uma das grandes potências do desporto, tendo, veja-se, exactamente o mesmo número de europeus e mundiais conquistados: 17 de cada competição. Nas classificativas do 3º lugar, a selecção nacional perdeu diante de outra potência, Portugal (açambarcou 16 títulos mundiais), por 9-2. Nos quartos-de-final, Moçambique afastara o Brasil com uma vitória saborosa por 9-6.

Ainda no historial de participações em Mundiais, que engrandeceram a imagem do país, a selecção nacional de hóquei em patins ocupou a 7ª posição na primeira prova disputada em África, precisamente em Angola, em 2013. José Querido foi o homem que teve a responsabilidade de orientar “MOZ” nesta prova disputada nas cidades de Luanda e Namibe e na qual os angolanos não ficaram nada a dever ao mundo.

É de salientar que, mesmo tendo investido mundos e rios para não sediar o Mundial como também ter uma classificação histórica, Angola ficou em 9º lugar. Dois anos depois, em Sur La Roche, na França, foi resgatado Pedro Nunes como seleccionador e Moçambique voltou a ocupar a 7ª posição, mantendo-se, desta forma, na elite da modalidade.

Na 43ª edição do Mundial, em 2017, prova já integrada nos Jogos Mundiais de Patinagem, Moçambique esteve integrado no mesmo grupo que a Espanha, Chile e Alemanha, terminando a fase de grupos em segundo com seis pontos, menos três que a Espanha, vencedora. O combinado nacional terminaria a prova, que englobou a Taça FIRS e Taça das Confederações, na 8ª posição.

 

VICE-CAMPEÃO AFRICANO…

Mesmo em África, nunca vergamos! É verdade, o hóquei em patins sempre esteve em grandes patamares. De resto, naquele que foi o 1º Campeonato Africano de hóquei em patins, prova realizada em Luanda, Angola, Moçambique terminou a prova na 2ª posição ao perder diante da equipa da casa, por 5-3.

Em pleno dia 10 de Março, no pavilhão multiusos do Kilamba, a selecção nacional deu tanta réplica, mas não conseguiu, no final, travar os anfitriões que se qualificaram ao Mundial da modalidade com a conquista alcançada. Moçambique, esse, teve que disputar a Taça Intercontinental e o Egipto a Taça Challenger, respectivamente segundo e terceiro escalão mundial.

 

VENCEDORES DA TAÇA INTERCONTINENTAL

 

A 13 de Setembro, em Barcelona, Espanha, o hóquei em patins voltou a fazer das suas! Ou seja, elevar bem alto a bandeira de Moçambique após a selecção nacional conquistar a Taça Intercontinental da modalidade.

Tal conquista mereceu, na altura, uma mensagem de felicitações por parte do Presidente da República, Filipe Nyusi: “Este desempenho memorável é um prémio merecido a todos os moçambicanos que, perante vicissitudes da natureza, se reerguem saboreando mais uma vitória do nosso desporto. Os nossos briosos hoquistas exaltaram o patriotismo, mostrando que, com persistência e crença, se pode conquistar um lugar de destaque, motivando todo um povo a caminhar firme, unido e com trabalho árduo, rumo ao futuro risonho”, diz a mensagem.

Para o Chefe de Estado, com este brilharete, os moçambicanos em todo território nacional, bem assim na diáspora, se rejubilaram orgulhosos, por esta conquista que põe Moçambique na selecta lista de países que já ganharam esta competição de calibre mundial.

A conquista da Taça Intercontinental seguiu-se ao Mundial do grupo B ganho pela selecção nacional em 2006, em Montevidéu, no Uruguai, feito que permitiu ao país regressar à elite da modalidade. Há ainda destacar o 3º lugar conquistado, no mesmo ano, pela selecção nacional de hóquei em patins sub-19 no Mundial da categoria, prova igualmente disputada na Espanha. O conjunto, orientado por Spiros “Kiko” Esculudes, esteve muito bem na prova, tendo dado boas indicações diante de adversários com mais condições de trabalho e investimento na modalidade. A participação de Moçambique nesta categoria foi resultado de um grande trabalho feito pela Federação Moçambicana de Patinagem (FMP) e os clubes nos escalões de formação.

Destaque, aqui, para os torneios promovidos no pavilhão do Estrela Vermelha com participação de centenas de novos talentos.

Umas chegaram já com créditos firmados e não se assustaram! Deram cartas, desde logo, e tornaram-se, com números concisos, influentes nas respectivas instituições. Outras, nem tanto, tendo ainda passado por um processo de adaptação! Como que a dar razão ao poeta: primeiro estranha-se, depois entranha-se.

Pois bem: do alto dos seus 21 anos e 1.83 metros, Hulda Joaquim cumpre a sua segunda “época” no Seward County Community College, instituição para a qual se transferira em Junho de 2020 com objectivo de se formar e (a)afirmar desportivamente.

Em meio a condicionalismos, impostos pela pandemia da COVID-19, não chegou a decepcionar arrancando os seguintes “targets”: média 8.5 pontos, 9.0 ressaltos, 41.2% nos lançamentos de campo e 50% nos tiros exteriores.

Produto do torneio inter-escolar Basket Show, onde evoluiu na Escola Secundária Nelson Mandela do “coach” Cleto Chissico, Hulda Joaquim integrou o cinco inicial do Seward County Community College na vitória, a 5 de Novembro, diante do Utah State Eastern (76-60).

Em Ephraim, Utah, a internacional basquetebolista moçambicana esteve perto de um duplo-duplo ao contabilizar oito pontos e nove ressaltos (dos quais quatro defensivos e cinco ofensivos), duas assistências e igual número de roubos de bola em 28 minutos na quadra.

A poste converteu 3 em 10 lançamentos de campo e 2 em cinco tiros exteriores, tendo liderado as “Lady Saints” nos “rebounds”.

Instituição que mais basquetebolistas moçambicanas recebeu, o Seward County Community teve uma média de 43.3% nos lançamentos de campo (29 lançamentos concretizados em 67 tentados), 36.4% nos tiros exteriores (12 concretizados 33 tentados) e 85% na linha de lances livres (6 em 7).

Com 21 ressaltos (10 ofensivos e 11 defensivos), as “Lady Saints” perderam na luta das tabelas, porquanto o Utah State Eastern contabilizou 32 “rebounds” sendo 25 defensivos e 7 ofensivos.

Uma entrada muito forte, com agressividade defensiva, permitiu ao conjunto de Hulda Joaquim condicionar o seu adversário e fazer um parcial de 12-0 com 6:15 minutos por se jogar no primeiro quarto.

Hulda Joaquim foi influente ofensivamente ao acertar três lançamentos e contribuir para que, no final do primeiro quarto, o Seward County Community College liderasse com parcial de 22-11.

Com a liderança, o condado de Seward continuou a fazer pressão alta e a criar crise de raciocínio nas “Eagles”.

Aliás, as “Lady Saints” fugiram no marcador (13 pontos) alcançando uma vantagem (30-17) no segundo quarto.

Depois de um tiro de Zhane Thompson, o Seward County Community College disparou para 22 pontos (44-22), mas as “Eagles” fecharam o intervalo com parcial de 7-2, saindo a perder por 46-29.

No terceiro quarto, as “Eagles ” apresentaram-se com maior clarividência ofensiva conseguindo um parcial de 11-4, chegando mesmo a reduzir a desvantagem para 50-42.

Pressionadas, as ” Lady Saints” responderam com um parcial de 7-2 para liderar por 57-42, após Halima Salat lançar uma “bomba” na zona dos 6,75 metros com 3:00 por se jogar no terceiro quarto.

A duas instituições deram o seu melhor na quadra, mas o Seward County cometeu menos erros e controlou o marcador no final da etapa, na qual vencia por 14 pontos: 60-46.

No quarto e decisivo quarto, as ” Lady Saints”, conduzidas por Zayla Tinner, foram mais clarividentes ofensivamente conseguindo um parcial de 10-4.

Com 2:28 minutos por se jogar, as “Eagles” procuraram recuperar o resultados, mas o condado de Seward manteve o seu ritmo de jogo e venceu por 76-60.

 

CHANAYA ESTREIA COM VITÓRIA

Vai, claramente, deixar saudades no Northwest Florida State College (Raiders). Não tivesse, com exibições de grande nível, “carregado” esta instituição para a conquista da NJCAA (National Junior College Athletic Association).

Os seus “targets” não desmentem a sua influência, marcas deixadas e sentimento de missão cumprida na hora de se transferir para o Oregon Ducks: 14,6 pontos e 8,5 ressaltos por jogo e 19 duplo-duplos na época 2020-2021

Agora, ou melhor, esta terça-feira, Chanaya Pinto iniciou um novo ciclo. E, na estreia nos jogos a sério, contribuiu com oito pontos e dois ressaltos, igual número de roubos de bola e uma assistência na vitória facílima do Oregon diante do Idaho, por 91-34.

Em 19 minutos na quadra, a “rookie” no “Afrobasket” 2017 concretizou dois em três lançamentos de campo, 0 em 1 tiros na zona dos 6, 75 metros e 4 em 4 lançamentos livres (100%).

Dominador, o Oregon terminou o jogo com melhores números na “boxe score”: 36 em 59 nos lançamentos de campo (61.0 %), 7-15 nos tiros exteriores (46.7 %) e 12-16 na linha de lances livres (75.0 %), contra 14-62 (22.6 %), 2-25 (8.0 %) e 4-6 (66.7 %).

Há, outrossim, registo de dez pontos e seis ressaltos (três ofensivos e igual número defensivos) em 17 minutos na quadra na vitória do Oregon, a 28 de Outubro, diante do Saint Martin’s por 93-26. Com parciais de 24-0, 23-7, 22-7 e 24-12 o conjunto de Chanaya Pinto jogou a um ritmo de treino neste ensaio para a temporada 2021-2022.

Noutro jogo sem grande interesse competitivo, a 5 de Novembro, o Oregon Ducks bateu o Westmont (95-65) com a internacional basquetebolista moçambicana a contabilizar dois pontos, quatro ressaltos (três ofensivos e um ofensivo), igual número de assistências e uma perda de bola em 23 minutos na quadra. O Oregon controlou todos quartos com os seguintes parciais: 20-13, 26-12, 27-19 e 22-21.

 

OS NÚMEROS DE DELMA, SANDRA E MADINA

Três Pérolas moçambicanas aportaram, este ano, no New Mexico Junior College: Delma Zita, Sandra Magoliço e Madina Camara, todas elas com passagem pelas selecções nacionais de basquetebol (principal e de formação).

A 6 de Novembro, foi dia de estreia! E exibições consistentes. A começar, claro, pela talentosa base Delma Zita que, fazendo parte do cinco inicial, liderou o New Mexico Junior College com 15 pontos e sete ressaltos (quatro ofensivos e três defensivos) na vitória diante do Northwest Kansas Technical College, por 90-40. Em 34:00 minutos na quadra, Delma, que foi a mais utilizada, teve um registo de 6 em 12 nos lançamentos de campo, 0 em 2 nos tiros exteriores e 3 em 4 na linha de lances livres.

A base da selecção nacional foi bem secundada por Madina Camara, extremo que contabilizou 13 pontos, quatro ressaltos defensivos, três assistências e um roubo de bola em 29:00 minutos na quadra. Camara terminou o duelo com 3 em 7 nos lançamentos de campo, 1 em 3 nos tiros exteriores e 6 em 8 na linha de lances livres.

Já Sandra Magoliço, atleta que disputou o Mundial sub-19, na Tailândia, foi pouco utilizada ao contabilizar 5:00 minutos, tempo em que fez dois pontos e ganhou três ressaltos.

No Global, o New Mexico Junior College teve o registo de 31 em 60 nos lançamentos de campo (51, 7%), 4 em 14 nos tiros exteriores (28.6%) e 24 em 32 na linha de lances livres (75%), 47 ressaltos (31 defensivos e 16 ofensivos), 15 assistências, 17 roubos de bola e igual número de perdas de bola.

Era a inversão dos papéis, uma vez que um dia antes Madina Camara liderou o New Mexico Junior College com 15 pontos, cinco roubos de bola e um ressalto na vitória frente ao Pratt Community College, por 75-28. A medalha de bronze no “Afrobasket” sub-18, em 2016, concretizou 7 em 13 lançamentos de campo e 1 em 4 tiros exteriores. Campeã africana de clubes pelo Ferroviário de Maputo, em 2018, numa final ganha ao Inter de Angola, Delma Zita contribuiu com 12 pontos, três ressaltos, igual número e uma assistência em 24 minutos.

Já Sandra Magoliço contabilizou nove pontos e cinco ressaltos (dois ofensivos e três defensivos) em 19:00 minutos na quadra. A filha do basquetebolista Octávio Magoliço concretizou 4 em 4 lançamentos de campo e 1 em 2 na linha de lances livres, acrescendo ainda uma assistência e quatro roubos de bola.

A pretensão das três equipas despromovidas do Moçambola-2021 de impugnar a realização da liguilha que vai apurar a equipa que completará o número de participantes do próximo Moçambola, foi por água abaixo. De 21 a 27 de Novembro, teremos liguilha, a ser disputada pelo Matchedje de Mocuba, Textafrica do Chimoio e Desportivo Maputo.

É um volte-face às pretensões do Matchedje de Mocuba, Textáfrica do Chimoio, Desportivo Maputo e os clubes da província de Sofala, que não concordaram com a decisão da Federação Moçambicana de Futebol de organizar uma prova a três, entre as equipas despromovidas do Campeonato nacional, em jeito de liguilha.

As três equipas, mais as da província de Sofala, contestaram a decisão e apresentaram vários argumentos, dentre elas o facto de ter sido uma decisão tomada a meio do Moçambola, e por isso ilegal, bem como as condições financeiras dos clubes, que com esta medida iriam enfraquecer ainda os cofres dos já pobres clubes.

A Federação Moçambicana de Futebol não se fez de rogado e chamou os “insurgentes” para deles entender os reais motivos e apresentar as suas motivações para a liguilha. Depois de cerca de duas horas de conversa entre as partes, a decisão não foi revertida e a liguilha vai, mesmo, acontecer, entre os dias 21 a 27 de Novembro do mês em curso, em Vilankulo. Ainda assim, o sorteio foi adiado para quinta-feira, 11 de Novembro.

Esta “guerra” entre os três clubes e a Federação Moçambicana de Futebol começou a perder forças quando o Textáfrica do Chimoio e o Desportivo Maputo deram “marcha-trás” na sua posição, alegadamente porque, desportivamente, tal como defendiam os “fabris”, estariam preparados para enfrentar a liguilha.

O único aspecto que deixava as duas colecticvidades com pé atrás é a questão financeira, uma vez que tanto os “fabris” como os “alvi-negros”, não estariam preparados. Os mesmos falam de pelo menos um milhão e quinhentos mil meticais para custear as despesas desta deslocação a Vilankulo, nomeadamente a logística de viagem, alojamento e alimentação da delegação durante dez dias em Vilankulo.

Esta foi a posição apresentada pelo Textáfrica de Chimoio, que ainda assim prometeu redobrar esforços por forma a garantir o valor pretendido.

Já o Desportivo Maputo, para além da questão financeira e desportiva, aceitou a decisão por entender que seria a única solução para não prejudicar o futebol moçambicano, uma vez que a próxima edição do Moçambola não teria um número ímpar de equipas, mas tal como mandam as regras, um número par.

“Analisado aquilo que são só fundamentos da FMF e analisado aquilo que é o regulamento da competição que é claro que descem três clubes e deveriam subir outros três se tivesse decorrido a realização dos campeonatos provinciais o que não aconteceu devido a COVID-19. Depois de uma discussão acesa decidimos avançar com esta proposta que foi avançada pela FMF o que quer dizer que os três clubes entraram em consenso com a federação para a realização da liguilha, decisão tomada em prol do futebol”, disse Danilo Liasse, no final do encontro entre os três clubes, as associações provinciais de futebol e a Federação Moçambicana de Futebol.

Assim, e depois de muito debate, três colectividades aceitaram o local de realização da prova na vila de Vilankulo, um local considerado acessível para todos, em termos de deslocações, até porque terão algum apoio da Associação Provincial de Futebol de Inhambane por forma a minimizar os custos de hospedagem e alimentação durante o período em que durar a prova, que não deverá ultrapassar ao período máximo de uma semana.

No fim da reunião, as partes envolvidas concordaram com a realização do sorteio na tarde de quinta-feira, 11 de Novembro, na sede da FMF.

A selecção nacional de futebol parte esta quarta-feira para Cotonou, Benim, onde vai defrontar a Costa do Marfim e Malawi, em partidas das duas últimas jornadas de qualificação ao Mundial de 2022. Telinho e Fóia foram chamados à última hora para reforçarem o combinado nacional, após a confirmação das lesões de Melque e Kamo Kamo.

Foram duas sessões de treinos realizadas em solo pátrio, nas primeiras aparições de Chiquinho Conde à frente dos destinos dos Mambas.

Duas sessões que confirmaram ausências, por lesões, e consequentemente substituições no leque dos chamados por Chiquinho Conde para os embates de 13 e 16 de Novembro corrente, diante da Costa do Marfim e Malawi, respectivamente.

Depois da confirmação da ausência de Mexer Sitóe, por lesão, e chamada de Melque, para completar o grupo, esta terça-feira mais novidades surgiram: Melque e Kamo Kamo estão indisponíveis. O avançado da Black Bulls, que substituiu Mexer, lesionou-se no treino e não pode dar o seu contributo, enquanto Kamo Kamo saiu lesionado no embate do Vitória de Setúbal diante do Torreense, que a equipa do moçambicano saiu vitoriosa.

O jogo teve lugar na sexta-feira e contava para a mais uma jornada da Liga 3 do futebol português. A lesão de Kamo Kamo só foi confirmada esta terça-feira

Assim, para os lugares destes dois jogadores, Chiquinho Conde chamou Stélio Marcelino, ou simplesmente Telinho, avançado do Costa do Sol, e Alberto Armando Alface, também conhecido por Fóia, do Ferroviário da Beira, que poderá marcar a sua estreia na selecção principal de Moçambique.

 

DOVE E KAMBALA INTEGRADOS

No penúltimo treino realizado em solo pátrio, antes da partida para Benim, o combinado nacional já contou com a prestação e integração de Edmilson Dove e Manuel Kambala, dois jogadores que actuam na África do Sul, que se juntaram aos nove convocados que jogam em equipas do Moçambola e a Domingues e Reginaldo, que se apresentaram no domingo.

Os restantes jogadores que actuam fora de portas juntam-se aos colegas em Cotonou, esta quarta-feira, sendo que os Mambas vão realizar um treino na quinta-feira, enquanto o de adaptação será na sexta-feira.

Para esta quarta-feira, a equipa técnica dos Mambas agendou o último treino na capital moçambicana, a decorrer no período da manhã, no campo da Liga Desportiva de Maputo, para depois seguir viagem a Benin.

Lembrar que Moçambique defronta a Costa do Marfim, no sábado, 13 de Novembro, sendo que três dias depois terá pela frente o Malawi para as últimas duas partidas pontuáveis do Grupo “D” de qualificação africana para o Mundial de Qatar 2022.

 

DOMINGUES SATISFEITO COM REGRESSO AOS MAMBAS

Uma das maiores novidades na primeira convocatória de Chiquinho Conde, como que a cumprir a promessa feita, foi a integração do capitão Domingues, que se apresentou no primeiro dia de trabalhos.

Nas suas primeiras declarações após o regresso aos Mambas, Domingues mostrou-se satisfeito e motivado e prometeu dar todas suas energias para que os Mambas alcancem resultados positivos nestes dois jogos.

“Encontrei o grupo com a mesma motivação de sempre. É sempre uma honra voltar à selecção e vestir esta camisola. Como sempre vou procurar dar o melhor de mim, gosto de representar o país. Espero dar o meu contributo. Sempre entro em campo para me divertir, mas com muita responsabilidade”, disse Domingues.

Relativamente às ausências anteriores, o capitão disse que respeitou as decisões do seleccionador nacional, mesmo tendo ficado triste. “Foi um momento triste, mas há que respeitar as opções dos treinadores. Foi triste, porque gosto de representar a selecção nacional”, disse, acrescentando ainda que “vou dar o meu contributo porque estou motivado e agora há que ter responsabilidade e retribuir dentro do campo a confiança”, terminou.

 

“É UM PRAZER ENORME ESTAR AQUI A TRABALHAR”, CHIQUINHO CONDE, SELECCIONADOR NACIONAL

“Não via a hora de iniciarmos o trabalho ao nível de campo. Depois das escolhas da convocatória infelizmente não podemos ter aqui o grupo todo só tivemos oito jogadores de campo, mais três guarda-redes. Tivemos a felicidade de ter o Reginaldo mais cedo e amanhã já teremos o Kambala e o Edimilson. Espero bem que eles não tenham nenhum problema de lesão. Falei ainda hoje com o Kamo-Kamo e teve problema de ligamento no joelho. Infelizmente perdemos o Mexer mas são “ossos do ofício”, mas digo que é um prazer enorme estar neste campo, é aquilo que eu gosto de fazer, é prazeroso chamar-lhes o seu brio nacional e dar a liberdade de poderem participar e falar.

A expectativa é que possamos medir o pulso e perceber também melhor as personalidades, porque temos muito pouco tempo para entender. Isto não é um clube, na selecção tenho pouco tempo e estamos a tentar transmitir ideias de jogo. Basicamente vamos concluir lá no local do jogo com todos juntos. Por enquanto vou-lhes chamar atenção por aquilo que vai ser a nossa ideia de jogo. As características dos jogadores moçambicanos são peculiares e eu vou tentar potenciar com conhecimentos e valências para fazermos um bom resultado.

Nós temos variadíssimas soluções dentro deste lote de jogadores. Temos jogadores que, por exemplo, vão jogar no corredor direito como o Sidique e o Fidel. Temos o Martinho do lado esquerdo e o Edimilson que está a fazer uma época toda a central do lado esquerdo na equipa dele e temos também o Reinildo que vai fazer o corredor esquerdo na frente e atrás temos o Witness, se estiver em condições pode fazer a frente e trás e temos o Gildo que pode fazer as zonas de corredor”

Mais um adiamento do Cosafa de Futebol de Praia. Pela segunda vez, em uma semana, a 1ª edição do Torneio Cosafa em Futebol de Praia sofre nova alteração nas datas da sua realização, em Durban, na África do Sul.

Depois de a competição ter sido marcada para 8 a 14 de Novembro e posteriormente adiada para a semana de 14 a 20 deste mês de Novembro, a mesma acaba de ter novas datas, nomeadamente de 17 a 21 do mês em curso, segundo informação da organização deste torneio.

De acordo com a nova calendarização, a chegada das delegações ao local da competição está marcada para os próximos dias 14 e 15, sendo que os jogos serão realizados a partir do dia 17.

Enquanto não chega a prova regional, a selecção nacional de Futebol de Praia, actual vice-campeã africana, continua a aprimorar os seus aspectos técnico-tácticos, na Arena da Costa do Sol, em Maputo, focada na conquista do título.

Aliás, depois de terminado na segunda posição africana, onde sucumbiu apenas para Senegal, vencedor do CAN que acolheu, Abineiro Ussaca colocou como principal objectivo a conquista do troféu regional, até porque seria uma motivação para o Campeonato Africanos das Nações que o país acolher próximo ano na vila de Vilankulo.

Até ao momento, a equipa técnica nacional trabalha com 18 jogadores, a maior parte deles que estiveram a trabalhar e a disputar as principais provas em que o país se fez presente, nomeadamente o CAN e o Mundial.

Recorde-se que Moçambique falhou a qualificação à segunda fase do Campeonato do Mundo por apenas um ponto, depois de ter conseguido duas vitórias e duas derrotas na competição que decorreu em Agosto passado.

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