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O País – A verdade como notícia

Melque foi, desta vez, o grande mestre de golos, ao apontar dois na goleada da sua equipa, Black Bulls, diante do Incomáti de Xinavane. O avançado dos “touros” cola-se ao seu colega Hammed, aos adversários Dinis, Isac, Danilo e Ibraimo na liderança dos melhores artilheiros do Moçambola 2022, com dois golos cada.

Na jornada 3 do Moçambola 2022, foram apontados, ao todo, 15 golos, com destaque para dois jogos, um golo na positiva e outro na negativa. Por um lado, está a Black Bulls, que ressuscitou e já vence na presente edição do Moçambola, depois de um arranque menos conseguido, em que perdeu em casa e empatou fora. Por outro, estão os “touros”, que acordaram com goleada das antigas, diante do Incomáti de Xinavane, que não teve argumentos para contrariar o pendor ofensivo da Black Bulls.

Melque foi a figura do jogo, ao apontar dois golos e fazer o que apenas Dinis, do Ferroviário de Nacala, tinha feito na jornada anterior. O avançado da Black Bulls entrou directamente na liderança dos artilheiros, com os mesmos dois golos do seu colega Hammed, que, depois de ter marcado diante do Ferroviário de Lichinga, voltou a facturar.

Também com dois golos, estão mais três jogadores, nomeadamente, Danilo, do Costa do Sol, que voltou a marcar depois do golo apontado à Liga Desportiva de Maputo; Ibraimo, do Ferroviário da Beira, que marcou o tento de honra diante da Associação Desportiva de Vilankulo; e Isac, do Ferroviário de Nampula, que marcou na primeira e na terceira jornadas.

Ao todo, são já 38 golos apontados nas primeiras três jornadas, o que dá uma média de 2,11 golos por jogo. Para estes golos todos, também valeu a colaboração de outros tantos jogadores, com destaque para os estreantes a marcar, nomeadamente, Henriques e Dário, ambos da União Desportiva de Songo; Sataca Jr., do Costa do Sol; Turras, do Ferroviário de Nacala; Mbiza e Victos, ambos dos “hidrocarbonetos”; Victor, Anacleto e Djibril, todos “touros”.

Em fase contrária, está Balloteli, do Matchedje de Mocuba, único, até ao momento, que marcou na própria baliza.

Nesta jornada, o destaque pela negativa foi o embate entre os Ferroviários de Lichinga e de Maputo, que terminou com nulo a prevalecer e, por isso, sem nenhum golo.

A União Desportiva de Songo e Black Bulls, com sete golos cada, são as que mais golos apontaram aos seus adversários, contrariamente ao Incomáti de Xinavane, que, além de ser a pior defesa, já que sofreu oito golos, é o pior ataque, sem nenhum remate certeiro.

Os “Hidroeléctricos” e “locomotivas” de Nampula ainda não sofreram golos e, por isso mesmo, têm as melhores defesas, até ao momento.

O Moçambola vai, agora, parar para dar lugar aos trabalhos dos Mambas, que têm duplo compromisso na fase de qualificação ao Campeonato Africano das Nações do próximo ano, na Costa do Marfim. Ruanda e Benin são os primeiros adversários dos Mambas, em Junho, num grupo em que está, também, a campeã africana, Senegal.

 

LISTA DOS MELHORES MARCADORES

DOIS GOLOS

Dinis (Ferroviário de Nacala), Isac (Ferroviário de Nampula), Danilo (Costa do Sol), Ibraimo (Ferroviário da Beira), Hammed e Melque (Black Bulls).

 

UM GOLO

Balloteli (Matchedje de Mocuba), Jimmy, Lau King, Muzaza, Adams, Dayo, Henriques, Mário (UD Songo), Salas (Ferroviário de Nampula), Muholove, Sataca Jr. (Costa do Sol), Mário, Kito (Ferroviário de Maputo), Mafaite, Jafete (Ferroviário da Beira), Momede, Ivan, Hermínio (Liga Desportiva de Maputo), Vivaldo (Ferroviário de Lichinga), Turras (Ferroviário de Nacala), Mbiza e Victor (AD Vilankulo), Victor, Anacleto, Djibril (Black Bulls).

Pela primeira vez, a Copa do Mundo masculina terá árbitras e assistentes mulheres – um fenómeno inédito no mundo do desporto.

Pela primeira vez, a Copa do Mundo masculina terá um jogo apitado por mulheres. A FIFA nomeou seis oficiais de arbitragem mulheres para o campeonato. Das seis, três juntar-se-ão ao grupo dos 36 árbitros seleccionados para a arbitragem, e outras três ao grupo de assistentes que trabalharão com bandeirinhas.

As três árbitras seleccionadas foram Stephanie Frappart, da França, Salima Mukansanga, de Ruanda, e Yoshimi Yamashita, do Japão. Das assistentes, estão Neuza Back, do Brasil, a mexicana Karen Díaz Medina e a norte-americana Kathryn Nesbitt.

A terceira jornada do Moçambola 2022 começa a ser disputada, no sábado, com o jogo entre a Liga Desportiva de Maputo e a União Desportiva de Songo. As restantes partidas terão lugar no domingo.

Do grupo dos líderes, com duas vitórias conseguidas nas duas primeiras, a União Desportiva de Songo e Costa do Sol têm jogos difíceis, este fim-de-semana, já que jogam fora de portas, contrariamente ao Ferroviário de Nampula, que joga em casa diante do Matchedje de Mocuba, que ainda não pontuou nesta prova.

Os “hidroeléctricos”, líderes por terem maior número de golos, regressam a Maputo, onde foram felizes na primeira jornada, desta vez, para Hanhane, onde vão defrontar a Liga Desportiva de Maputo, com ambições de somarem mais três pontos e cimentar a liderança da prova.

No entanto, a Liga Desportiva está ferida depois de perder diante do Costa do Sol e quer levantar-se o mais rápido possível, para não perder o comboio da frente ainda cedo.

Também sem querer perder o comboio, está o Costa do Sol. Venceu a AD Vilankulo e a Liga Desportiva e, agora, desloca-se ao difícil terreno de Nacala, onde terá pela frente o Ferroviário local. É o primeiro dos dois Ferroviários da mesma província que vai defrontar nas próximas duas jornadas. Esta “locomotiva” de Nacala está motivada depois da vitória na jornada passada. Um jogo sem resultado previsível, até porque os “canarinhos” tem tido bons voos em Nacala, olhando para as últimas duas vitórias naquela cidade.

Mais fácil é a tarefa do Ferroviário de Nampula, que recebe no seu reduto o Matchedje de Mocuba, um dos lanternas vermelhas sem nenhum ponto. A turma de Nelson Santos quer continuar no grupo da frente para perseguir as ambições de conquista do título e, para tal, tem a responsabilidade de repetir a proeza das duas primeiras jornadas.

 

CAMPEÃO PODE ACORDAR, FINALMENTE!

Esta terceira jornada pode ser o início da caminhada do campeão nacional, Black Bulls, depois de um arranque menos conseguido, com uma derrota caseira e um empate no Chiveve.

Diante do Incomáti de Xinavane, que ainda não pontuou, os “touros” não vão querer facilitar e perder mais pontos, sabendo que ficariam ainda mais atrasados nesta luta, que é renhida desde o início, olhando para as poucas jornadas que a prova terá.

Mas os “açucareiros” querem ver se aproveitam para somar os primeiros pontos neste jogo, sob pena de começarem a condenar-se na despromoção.

Quem também está na corda bamba é a Associação Desportiva de Vilankulo, depois da entrada em falso no Moçambola 2022. Os “hidrocarbonetos” perderam os dois jogos realizados, diante do Costa do Sol e União Desportiva de Songo e, desta vez, diante do Ferroviário da Beira, querem reverter o cenário. Começar a pontuar é o objectivo da turma de Vilankulo neste jogo, perante uma “locomotiva” que quer continuar sem perder, depois de um empate e uma vitória.

Finalmente em Lichinga o embate entre duas “locomotivas” que oscilaram nas primeiras duas paragens desta prova! Ferroviários de Lichinga e de Maputo, ambos com três pontos, jogam entre si a busca de somar mais pontos para não perderem o túnel que dá acesso à estação final.

Antoninho Muchanga e Jean Loscuito estarão num frente-a-frente à busca de pontos.

Certamente, depois desta jornada, muita coisa vai mudar na tabela classificativa, que tem três líderes invictos e três lanternas-vermelhas sem pontos.

O Autódromo Internacional de Maputo, a catedral do desporto motorizado em Moçambique, acolhe, amanhã, a 3ª prova do Grande Prémio Picanto Cup e Modificados.

Durante este sábado, os aficionados dos desportos motorizados poderão experimentar a sensação de acompanhar as performances dos melhores pilotos da actualidade, quando desfilarem, ou melhor, conduzirem na pista fechada do Autódromo Internacional de Maputo.

Depois do verdadeiro espectáculo, 1º e 2º prémios, chega a vez do 3º Grande Prémio Picanto Cup, que vai contar com a participação de 34 pilotos, divididos em 17 equipas, sendo que, na competição dos Modificados, estão inscritos 12 pilotos, divididos em quatro classes.

À entrada da terceira corrida do troféu Monomarca, a equipa da Prodata dos pilotos André Almeida, Marco Abreu e Orlando Settemille, que foi a grande vencedora da última corrida, tem uma missão espinhosa e pretende defender o pódio conquistado no 2° Super GP Picanto Cup.

Em função dos resultados conseguidos pelas equipas na última corrida, o campeonato está em aberto para todos e, na terceira prova, vai vencer a equipa com a melhor estratégia em pista, e, em cada corrida, há novos candidatos aos três lugares do pódio.

Para a segurar uma boa prestação na próxima competição, referente ao 3ª GP Picanto Cup, a maior parte das equipas, com destaque para a equipa da Moztek Pro #31, que conquistou o 2° lugar na última prova está empenhada em melhorar os tempos nos treinos livres que vem realizado na pista.

A outra equipa que começou bem o campeonato, muito bem lançada rumo à conquista dos seus objectivos na presente temporada, é a equipa da Trentyre Rock #61 dos pilotos Luís e Guilherme Rocha, que conquistou o 3° lugar na última corrida e que luta para repor o carro que ficou danificado na sequência do acidente, no mês passado.

Na classificação geral, a equipa Trentyre Rock lidera o campeonato e parte como uma das candidatas a um dos três lugares do pódio. Espera-se muita competitividade ao longo da disputa das três mangas programadas.

A pugilista moçambicana Alcinda Panguana falhou o ouro do Mundial de Boxe, após perder na final diante da irlandesa Lisa O’Rourke por 4-1, na decisão do jurado. Foi a única derrota da moçambicana que regressa ao país com a medalha de prata e 50 mil dólares no bolso, caso para agradecer e dizer: “valeu, Alcinda Panguana!”

Era a final mais aguardada pelos moçambicanos, que colocava o boxe nacional nos anais mundiais. Alcinda Panguana não se deixou intimidar pela experiência da sua adversária, apesar de ser mais nova em termos de idade.

A moçambicana conseguiu levar a luta até ao apito final, combatendo com galhardia e disferindo tantos golpes quantos sofreu, carregando o nome e a bravura de Moçambique e dos moçambicanos.

A decisão acabou por seu, surpreendentemente, desfavorável à moçambicana, que, no final, se viu a perder por 1-4, perdendo a final e, por conseguinte, a terminar na segunda posição com a medalha de prata.

De 28 anos de idade, Alcinda Panguana alcançou o momento píncaro da sua carreira, ao chegar, pela primeira vez, a uma final do Mundial de Boxe, depois de ter terminado nos oitavos-de-final dos Jogos Olímpicos de Tóquio, ano passado.

Ao todo, foram quatro combates que Alcinda Panguana disputou, tendo perdido apenas o último. Entretanto, Panguana leva para casa a medalha de prata e o prémio monetário de 50 mil dólares, equivalentes a quase três milhões de meticais.

Perde, assim, uma final, mas ganha o prestígio e o orgulho de ser a primeira pugilista da região subsaariana de África a chegar a uma final do Mundial de Boxe, na categoria dos 66-70kg, onde consegue o histórico e inédito segundo lugar.

Ao nível da região, Panguana venceu quase tudo, sendo, actualmente, campeã em título na sua categoria.

Todavia, a festa dos moçambicanos não termina em Alcinda Panguana. Rady Gramane também representou condignamente o país, terminando com outro histórico terceiro lugar do mundial, na categoria dos 70-76kg, após perder nas meias-finais.

Rady Gramane regressa ao país com a medalha de bronze e um valor monetário de prémio de 25 mil dólares, pouco mais de um milhão e setecentos mil Meticais.

Alcinda Panguana e Rady Gramane, que disputaram o Mundial de Boxe que teve lugar numa das capitais turcas, Istambul, regressam, esta segunda-feira, ao país, acompanhadas pelo respectivo treinador, o preparador físico, o presidente da Federação Moçambicana de Boxe e alguns apoiantes, esperados no Aeroporto Internacional de Maputo por volta das 09h00.

O internacional moçambicano Luís Miquissone é a primeira baixa confirmada na selecção nacional de futebol, Mambas, para os jogos com Ruanda e Benim, a 2 e 6 de Junho próximo, a contar para a primeira e segunda jornadas do Grupo L de qualificação para o Campeonato Africano das Nações, CAN-2023, na Costa do Marfim.

Miquissone lesionou-se durante o treino do Al Ahly do Egipto, semana passada, aquando da preparação do embate da segunda mão das meias-finais da Liga dos Campeões Africanos, e terá uma paragem de cerca de seis meses para a sua recuperação.

A lesão acabou por impedir o jogador de defrontar o ES Sétif da Argélia, tendo ficado de fora no empate a dois golos, que, ainda assim, garantiu a qualificação para a final da prova, uma vez que goleara os argelinos na primeira mão por 4-0.

Assim, além de afastar o jogador do duplo compromisso dos Mambas para a qualificação ao CAN-2023, diante do Ruanda e Benin, a lesão de Miquissone vai impedir o jogador de disputar a final da Liga dos Campeões Africanos, bem como o resto da liga egípcia.

E porque a recuperação do avançado de 26 anos, que lesionou-se no joelho, irá durar, no mínimo, seis meses, Luís Miquissone só poderá regressar aos relvados no fim da presente época egípcia, ou no início da próxima temporada africana.

Para já, Chiquinho Conde ainda não anunciou o substituto de Luís Miquissone para estes dois compromissos, que até se iniciam na próxima terça-feira, diante de eSwatini, no campo da Black Bulls, à porta fechada.

Recorde-se que, no grupo L de qualificação ao CAN Costa do Marfim 2023, os Mambas estão com Ruanda, Benin e Senegal, actual campeão africano.

 

Arsénio Marrengula foi nomeado pela FIFA para fazer parte da lista dos 129 juízes que vão apitar o Mundial do Qatar, que inclui 19 árbitros africanos, nomeadamente, sete principais, dez assistentes e dois VAR’s. Antes do Mundial, Marrengula estará na equipa que vai apitar, amanhã, a final da Taça CAF.

O árbitro internacional moçambicano Arsénio Marrengula foi nomeado para ser o segundo assistente do jogo da Final da Taça das Confederações Africanas, Taça CAF, esta sexta-feira, na Nigéria. Disputam a final da Taça CAF, Orlando Pirates, da África do Sul, e RB Berkane, do Marrocos.

Já não é novidade para Arsénio Marrengula estar nos grandes palcos do futebol internacional. Esteve nos Jogos Olímpicos, no torneio regional da Cosafa e no Campeonato Africano das Nações.

As suas boas prestações valeram chamada para a final da Taça CAF, prova que se disputa esta sexta-feira, na Nigéria. Marrengula será assistente do zambiano Janny Sikazwe, numa equipa que vai contar, ainda, com o angolano Jerson Emiliano, como primeiro assistente.

Esta é mais uma conquista para um árbitro que tem sido regular nas competições africanas, a par do também moçambicano Celso Alvação.

Num passado recente, Maringule ofereceu equipamento de arbitragem aos colegas da Associação Provincial de Futebol de Maputo, numa iniciativa que visava encorajar os colegas de profissão.

Os finalistas da Taça CAF são Orlando Pirates, da África do Sul, e Berkane, do Marrocos, cuja final será disputada a partir das 18 horas, no Godswill Akpabio International Stadium, em Uyo, Nigéria.

 

MARRENGULA TAMBÉM NO MUNDIAL DO QATAR

O árbitro assistente moçambicano foi também nomeado, esta quinta-feira, para o lote dos 129 juízes que estarão no Campeonato do Mundo do Qatar, de 21 de Novembro a 18 de Dezembro.

Este é ponto mais alto da carreira de Arsénio Marrengula, que, depois de ter estado nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2021, no Campeonato Africanos das Nações nos Camarões, em 2022, no torneio Cosafa, em 2021, vai ao Mundial de Futebol da FIFA, no Qatar.

Arsénio Marrengula faz parte do grupo restrito dos 129 árbitros seleccionados em vários países, dos quais 36 são principais, 69 assistentes e 24 do VAR. Além de Marrengula, dos assistentes, mais nove africanos foram chamados, com destaque para o angolano Jerson dos Santos, com quem estará na final da Taça CAF.

Dos árbitros principais, destaque para os sete árbitros africanos, nomeadamente, Bakary Gassama, da Gâmbia, Mustapha Ghorbal, da Argélia, Victor Gomes, da África do Sul, Salima Mukansanga, do Ruanda, Maguette Ndiaye, do Senegal, e Janny Sikazwe, da Zâmbia, que vai apitar a final da Taça CAF. Dos vídeos-árbitros, apenas dois africanos, ambos do Marrocos, nomeadamente, Redouane Jiyed e Adil Zourak.

A lista dos 129 árbitros não integra nenhum português.

Alcinda Panguana defronta hoje a Irlandesa Lisa O’Rourke, na final do Mundial de Boxe, na categoria 66-70 kg.

De 20 anos de idade, Lisa O’Rourke é natural de Castlerea, é pugilista do clube olímpico de Boxe Galway e compete na categoria dos 66-70Kg. A irlandesa é considerada uma atleta em franca progressão, sendo para já uma joia rara do seu pais.

Atingiu o momento sublime antes do Mundial, em Março deste ano, quando conquistou o campeonato da Europa em Sub-22, mas antes tinha alcançado o terceiro lugar no peso médio feminino -75 kg no Campeonato Europeu Juvenil em 2019.

De 28 anos de idade, Alcinda Panguana alcança o momento píncaro da sua carreira. Nos jogos olímpicos de Tóquio, acabou por ficar nos oitavos-de-final, tendo, para este Mundial, vencido três combates antes de chegar à final. A nível da região, Panguana venceu quase tudo, sendo, actualmente, campeã em título na sua categoria.

Hoje, pelas 18 horas, a atleta pode levar o país à ebulição quando subir ao ringue para a final.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, felicitou as pugilistas Alcinda Panguana e Rady Gramane pela brilhante prestação no Campeonato do Mundo do Boxe, prova que decorre na Turquia. Numa mensagem publicada na rede social Facebook, o estadista moçambicano diz que o feito das pugilistas olímpicas orgulha os moçambicanos.

“Alcinda Panguana elevou bem alto o nome do nosso país ao conseguir o feito inédito na nossa história do boxe, qualificando-se para a final do Campeonato Mundial da modalidade. Este feito enche de orgulho não só a família do boxe nacional, mas também a todos os moçambicanos, fazendo do nosso país uma referência no mundo do boxe feminino e colocando a nossa bandeira no pódio desta competição mundial”, lê-se na mensagem.

Filipe Nyusi destacou ainda a medalha de bronze conquistada por Rady Gramane.

“Por sua vez, a pugilista Rady Gramane garantiu a medalha de bronze, pelo que o nosso país voltará com duas das três medalhas mais cotadas no mundo do boxe feminino, sendo o primeiro da história da África Austral e da África Subsahariana a atingir tal feito”, escreve Chefe de Estado. O Presidente da República refere que o brilharete das pugilistas deve inspirar os moçambicanos.

“Moçambique e o seu povo deixam, mais uma vez, uma marca indelével no mundo, através do esforço e dedicação dos seus cidadãos, que, transformando os desafios em forças, ombrearam com as melhores atletas da modalidade do mundo e sobressaíram como vencedoras. Parabéns, Moçambique! Parabéns às atletas, treinador, dirigentes e a toda a equipa que tornou esta vitória possível”, felicitou Filipe Nyusi.

 

 

 

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