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O País – A verdade como notícia

A selecção nacional de futebol de praia deixa, amanhã, Maputo, com destino a Durban, África do Sul, onde, de 25 de Setembro a 1 de Outubro, vai defender o título da COSAFA.

Para esta empreitada, o seleccionador nacional de futebol de praia, Abinério Ussaca, leva um total de 14 atletas, sendo que o Vulcano e Ntsondzo dominam a convocatória com cinco activos seus cada.

Os Mambas de pés descalços estão inseridos no grupo “A”, do qual fazem ainda parte a África do Sul, anfitriã, Senegal, campeão africano, e Seychelles.

Moçambique estreia-se na prova no dia 25 de Setembro diante do Senegal, num duelo que é nada mais nada menos que a reedição do Campeonato Africano de Futebol de praia realizado ano passado, em Dakar. A selecção nacional perdeu, no decisivo jogo, com os senegaleses por quatro bolas a uma.

Depois, a 26 de Setembro, na “South Beach Arena”, a selecção nacional de futebol de praia vai medir forças com a sua similar das Seychelles, numa partida agendada para as 10h30.

No fecho da fase de grupos, Moçambique bate-se a 28 de Setembro, às 18h00, com a África do Sul, conjunto que derrotou nas meias-finais, ano passado, por 5-3.

A edição 2022 do Torneio COSAFA tem, de resto, um significado especial, porquanto o torneio deste antecede ao Campeonato Africano, prova que se vai realizar em Vilankulo.

Ano passado, na caminhada gloriosa, Moçambique começou por golear as Comores por 8-3. Seguiu-se um empate a quatro bolas com a Tanzânia, adversário com o qual viria a disputar a final. No acesso à final, o combinado nacional bateu a África do Sul por 5-3. E, já na final, Moçambique venceu a Tanzânia por 3-1. Nelson Manuel foi considerado o melhor jogador da competição!

O governador de Inhambane, Daniel Chapo, diz que há um trabalho bastante avançado para que Vilankulo acolha, de 21 a 28 de Outubro, o Campeonato Africano de Futebol de praia. Chapo diz ainda que tudo leva a crer que, em 20 dias, o país vai cumprir as recomendações deixadas pela CAF aquando da inspecção feita no dia 12 de Setembro.

A inspecção da Confederação Africana de Futebol (CAF) não podia ser mais clara: Moçambique tem até dia 30 de Setembro para concluir as obras da Arena de Vilankulo, palco dos jogos do Campeonato Africano de Futebol de Praia.

É que, da inspecção, a penúltima, por sinal, feita no passado, a 12 de Setembro, constatou-se que as obras estavam atrasadas, pelo que a equipa CAF deixou ficar algumas recomendações que passam pela conclusão dos dois campos de futebol, finalização das bancadas, assim como a montagem de tendas para albergar as salas de reuniões e de imprensa.

Mas há mais: o Comité Organizador do Campeonato Africano de Futebol tem um prazo de 20 dias, a contar de 12 de Setembro, para pavimentar as zonas de acesso aos atletas, ao público e a personalidades convidadas, bem como arrelvar a zona circundante da arena.

O palco dos jogos, onde as estrelas de pés descalços vão proporcionar espectáculo aos demais que se fizerem presentes à turística cidade de Vilankulo, deverá ter balizas de metal e não de ferro, como as que estavam montadas até ao dia 12 de Setembro, data em que foi feita a inspecção, e assim como devem ser instalados painéis publicitários e marcadores electrónicos.

Tiraram-se notas, claramente, e lançou-se o desafio de se correr contra o relógio para viabilizar a realização, pela primeira vez na história do país, do Campeonato Africano de Futebol de Praia. Ciente de que esta é uma montra para vender a imagem de uma nação com talentos quanto bastem e destinos turísticos de excelência, o Governo Provincial e o de Vilankulo mobilizaram fundos para cobrir os 20 milhões que a organização reclama para a conclusão das obras da arena. O facto foi confirmado, ontem, ao “O País” pelo Governador de Inhambane, Daniel Chapo.

“Nós, neste momento, já estamos a trabalhar com a Federação Moçambicana de Futebol, Secretaria de Estado do Desporto, incluindo o Ministério da Economia e Finanças, para que possamos cumprir os 20 dias que foram dados pela CAF para realizarmos o Campeonato Africano das Nações de Futebol de Praia em Vilankulo”, assegurou Daniel Chapo.

Conforme fez saber o dirigente, perto de 20 milhões de Meticais é tudo quanto necessita a organização da competição para responder às recomendações deixadas segunda-feira, 12 de Setembro, pelos inspectores da CAF no âmbito da vistoria realizada às instalações que acolherão a prova continental de 21 a 28 de Outubro do ano em curso.

Há dias, o presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat, disse que eram necessários cerca de 20 milhões de Meticais para a organização poder cobrir as recomendações feitas pela CAF. Sobre o “défice” anunciado pela Federação Moçambicana de Futebol, que caiu como uma bomba no seio do desporto e alarmou meio mundo, o governador de Inhambane disse que se tratava apenas de recomendações técnicas deixadas pela CAF e não propriamente de atrasos.

“Houve constrangimentos que levaram a isto. Mas estamos a trabalhar para que os 20 dias possam ser transformados. É possível que o empreiteiro trabalhe de dia e de noite para que possamos cumprir. Não foi um atraso, propiamente dito, das obras. Mas algumas recomendações técnicas que foram deixadas”, explicou o dirigente.

A finalizar, o governador de Inhambane frisou que “tendo recursos financeiros disponíveis em vinte dias, é possível e estamos a trabalhar neste momento na mobilização de recursos para que possamos cumprir as recomendações deixadas e possamos garantir a organização deste campeonato africano de futebol de praia”.

Quatro dias depois de um jogo intenso diante do campeão da Liga Endesa e vencedor da Taça (Copa de la Reina), Perfumarias Avenida, o Hozono Global Jairis, onde actua a basquetebolista moçambicana Tamara Seda, voltou a entrar na quadra para testar o nível físico e competitivo dos seus activos tendo em vista a época 2022–2023.

Sábado último, com Tamara Seda no cinco inicial do qual fizeram parte ainda Claudia Contell, Lashann Higgs, Alejandra Sánchez e Rebeca Cotano, o Hozono Global Jairis venceu o Picken Claret da LF Challenge, por 83-48, no terceiro jogo da pré-época.

Rezam as crónicas que esta foi uma partida sem muita história na qual as visitantes – Picken Claret – entraram para a quadra com o objectivo de condicionar o Hozono Global Jairis, Tamara Seda e companhia estiveram melhores defensiva e ofensivamente, fechando o primeiro quarto a vencer pelo parcial de 25-11.

Mais esclarecido na quadra, e longe de baixar a intensidade do seu jogo, Hozono Global Jairis apresentou-se a um bom nível no segundo quarto, fugindo no resultado para 22 pontos com 10:00 por se jogar nesta etapa: 33-13.

Lideradas por Ellie Mack e Maria Bettencourt, as “jairistas” forçaram, nesta etapa com maior clarividência ofensiva, o “coach” do Picken Claret a solicitar um desconto de tempo! O segundo quarto terminou com o parcial de 41-23, vantagem para a equipa de Tamara Seda.

Com uma diferença de quase vinte pontos, as “jairistas” abriram o terceiro quarto com uma pressão a todo campo, dificultando, desta forma, o adversário nas suas saídas sobre pressão. Aliás, em várias ocasiões, obrigaram o Picken Claret a perder muitas bolas. O marcador, no fim desta etapa, indicava 59-34, maior vantagem no jogo.

Laura Pérez, atleta júnior e pertencente à cantera do Hozono Global Jairis, contabilizou cinco pontos no tempo em que esteve na quadra no terceiro quarto!

No último quarto, as “jairistas” defenderam intensamente e ampliaram a diferença no marcador, vencendo, com toda a naturalidade, por 83-48.
O próximo jogo de preparação está agendado para sábado, 24 de Setembro, no Fausto Vincent, diante do Valencia Basket por ocasião do IV Troféu Ciudad de Alcantarilla.

Antes, o Hozono Global Jairis perdera com a forte equipa do Perfumerias Avenida por 89-60. Foi um grande jogo para o Hozono Global Jairis, que apostou num cinco constituído por Marina Lizarazu, Maria Bettencourt, Lashan Higgs, Ellie Mack e Tamara Seda.

A selecção nacional de futebol, Mambas, irá conhecer os seus adversários na fase final do CHAN Argélia 2022 no próximo dia 1 de Outubro, data em que será realizado o sorteio da competição na Opera House, edifício arquitectónico localizado na capital da Argélia, Argel. O emparelhamento dos grupos será definido às 18h00 de Maputo.

Este será um marco importante na contagem regressiva para o CHAN do próximo ano, que será realizado entre 13 de Janeiro de 2023 e 4 de Fevereiro de 2023.

O Comité Organizador Local, em estreita colaboração com a CAF, vem trabalhando intensamente nos bastidores na preparação da competição e do sorteio oficial.

Construída em 2016, a Ópera Boualem Bessaiah de Argel foi palco de grandes eventos culturais, incluindo grandes eventos desportivos.

Com uma superfície de mais de 40.000 m2, a Ópera Boualem Bessaiah de Argel tem capacidade para 1300 pessoas. O salão está localizado nos subúrbios ocidentais da capital argelina, na comuna de Ouled Fayet (a 15 km de Argel) e a 30 minutos de carro do aeroporto de Argel Houari Boumediene.

Pela primeira vez, 18 países participarão no evento – um aumento de 16 equipas. Os países participantes são Argélia (país anfitrião), Marrocos, Líbia, Senegal, Mali, Mauritânia, Costa do Marfim, Níger, Gana, Camarões, Congo, República Democrática do Congo, Uganda, Sudão, Etiópia, Moçambique, Angola e Madagáscar.

A selecção nacional de futebol apurou-se para a fase de grupos do Campeonato Africano de Futebol para jogadores internos (CHAN-2022), que vai decorrer no próximo ano na Argélia, ao empatar diante da sua similar do Malawi (0-0), no Estádio Nacional do Zimpeto.
Os Mambas conseguiram o apuramento depois de empatar por 1-1 no jogo da primeira “mão” da última eliminatória do CHAN, no recinto dos malawianos.

 

 

Os campeões nacionais Vânia Vilhete e Donaldo Paiva participam, desde hoje, em Abuja, Nigéria, no Campeonato Africano de Xadrez, prova que se vai prolongar até ao próximo dia 27 de Setembro.

Paiva e Vilhete são dois dos melhores xadrezistas do país, pelo que se espera que venham a alcançar bons resultados neste certame que junta a elite da modalidade ao nível continental. Aliás, os dois xadrezistas estiveram em bom plano nos meses de Julho e Agosto últimos no decurso das Olimpíadas de Xadrez em Chennai, na Índia.

Donaldo Paiva e Vânia Vilhete conquistaram, na prova, o título de Mestre FIDE, que os colocam entre os melhores da modalidade.

Ano passado, Paiva sagrou-se bicampeão nacional de xadrez depois de superar a concorrência de Vasco Viageiro, vice-campeão. Ao cabo de nove jornadas, Paiva contabilizou 7,5 pontos contra 7 de Viageiro.

Já Vânia Vilhete arrasou na classe feminina ao conquistar o seu oitavo título consecutivo com seis pontos, ao cabo de sete jornadas.

E é esta bagagem que carregam que levanta, cada vez mais, enormes expectativas sobre a sua participação na prova continental.

Na competição masculina, estão inscritos 49 xadrezistas e o MI angolano David Silva faz parte dos 10 mais do Africano da Nigéria. A elite actual é composta pelo GM egípcio Bassem Amin,  GM Ahmed Adly (egípcio), MI Fy Antenaina Rakotomaharo (Madagáscar), MI Mariano Ortega Amarelle (Cabo Verde), GM Abdelrahman Hesham (Egipto), MI Richmond Phiri (Zâmbia), MI Dante Beukes (Namíbia), MI Olanrewaju Ajibola (Nigéria) e o MF  Abdulrahman Abdulraheem (Nigéria).

A classe feminina conta com 32 xadrezistas, em que se destacam Vânia Vilhete (Moçambique), Shahenda Wafa (Egipto), MI Esperança Caxita (Angola), MF Oluwatobiloba Oloruntola (Ni-géria), Jessica Pelomoh (Nigéria), Jemima Paulo (Angola), Toritsemuwa Ofowino (Nigéria), MF Luzia Pires (Angola),  Obiamakachukwu Agbazue Miracle (Nigéria), CM Sandra Aramude (Nigéria) e Rosemary Amadasun (Nigéria).

Ferroviário da Beira e Incomáti de Xinavane defrontam-se, hoje, às 15h00, no Caldeirão do Chiveve, em jogo em atraso da 11ª jornada do Moçambola 2022. Inicialmente agendado para domingo, 18 de Setembro, esta partida foi remarcada devido à participação dos “locomotivas” do Chiveve nas eliminatórias de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos.

O Ferroviário da Beira recebeu e venceu, domingo, no Estádio Nacional do Zimpeto, o AS Santé do Chade por um a zero, em desafio da 2ª mão da 2ª eliminatória de acesso à fase de grupos da Taça CAF.

Com menos dois jogos (ndr: o jogo da 10ª jornada diante Ferroviário de Lichinga foi adiado), o Ferroviário da Beira parte para este jogo na condição de 8º classificado com 12 pontos, podendo, em caso de vitória, ultrapassar o seu homónimo de Nacala (tem 13 pontos) na tabela classificativa.

Esta temporada, no “Caldeirão”, o Ferroviário da Beira venceu apenas uma partida diante do Costa do Sol, por 3-1, em jogo da 8ª jornada.

Nos outros jogos, houve registo de empates com Black Bulls (1-1), Liga Desportiva de Maputo (0-0) e Ferroviário de Nacala (0-0).

Penúltimo classificado com seis pontos, está pressionado a vencer sob o risco de se afundar cada vez mais na tabela classificativa.

Agora sob o comando de Victor Manyamba, o Incomáti de Xinavane fez um bom jogo no duelo com a União Desportiva do Songo no qual empatou sem abertura de contagem. Fora de casa, os açucareiros perderam quatro jogos e empataram um.

O jogo Costa do Sol vs Associação Black Bulls, igualmente adiado por força da participação dos “touros” na Liga dos Campeões, foi remarcado para o dia 4 de Outubro. É que, na próxima quarta-feira, o Costa do Sol vai medir forças com o Ferroviário de Maputo, em desafio da Taça de Moçambique. A Associação Black Bulls está na 2ª posição com 21 pontos, enquanto o Costa do Sol é 4º, com 18.

Ferroviário da Beira vai fazer toda a campanha da Taça CAF no Estádio Nacional do Zimpeto, pelo facto de o seu campo não reunir as condições exigidas pela Confederação Africana de Futebol para acolher jogos internacionais.

O relvado natural do “Caldeirão do Chiveve” está muito longe de apresentar os padrões exigidos para acolher jogos internacionais, pelo que o recinto foi “riscado” pela Confederação Africana de Futebol.

Mas mais do que o tapete verde não reunir condições, há outras componentes, como acessos, segurança, salas de imprensa, câmaras de segurança e localização dos balneários, que devem ser melhoradas para que volte a ser, tal como há cinco anos, o segundo campo do país com luz verde da CAF para albergar jogos sob a égide do órgão reitor do futebol africano.

Um cenário, claramente, diferente do de 2017, quando o Inspector da Confederação Africana de Futebol, Lan Macload, deu nota positiva para acolher o jogo do Ferroviário da Beira vs El Mereik do Sudão, inserido na 3ª jornada do grupo “A” da Liga dos Campeões Africanos, prova que os “locomotivas” disputaram na altura.

Os “locomotivas” do Chiveve foram forçados, antes, a jogar com o Al Hilal do Sudão, na 2ª jornada, no Estádio Nacional do Zimpeto.

E agora, mesmo antes de atingirem o sonho de chegar à fase de grupos, os “locomotivas” do Chiveve voltam a estar condicionados e a jogar sem o calor do efervescente público do Chiveve, que vive cada jogo com grande intensidade.

“No próximo mês, não vamos utilizar o campo do Ferroviário da Beira, pelo que devo dizer que vamos continuar a fazer do Estádio Nacional do Zimpeto o nosso palco para acolher jogos”, esclareceu Anísio Páscoa, chefe de Departamento de Futebol do Ferroviário da Beira.

O Estádio Nacional do Zimpeto, único campo do país com requisitos exigidos pela CAF, é a alternativa para estas eliminatórias de acesso à Taça Nelson Mandela. De resto, já acolheu o embate entre o Ferroviário da Beira e o AS Santé do Chade, no qual o conjunto orientado por Wedson Nyirenda venceu por um a zero.

Há, nesta altura, uma aproximação do clube ao patrocinador principal para se aferirem as reais capacidades para se proceder, no futuro, a uma nova intervenção no “Caldeirão” do Chiveve.

“Temos estado, como direcção e como empresa CFM, a fazer todos os esforços no sentido de, o mais rapidamente possível, podermos ter o nosso campo pronto para estas grandes competições”, assegurou o dirigente, que diz que os efeitos do ciclone IDAI e a pandemia da COVID-19 condicionaram bastante Ferroviário da Beira.

“Devem estar recordados de que a Beira tem uma particularidade: sofreu os efeitos do IDAI. Quando estávamos a recuperar, surgiu o problema da COVID-19, que beliscou a economia e o nosso patrocinador. Nós não temos receitas próprias, e isto condiciona, obviamente, tudo aquilo que queríamos fazer, porque estamos dependentes de um patrocínio que é dado pelos CFM”, precisou Anísio Páscoa.

Dependente, até porque está enquadrado numa empresa integradora, o Ferroviário da Beira “fica com limitações por não ter receitas próprias”.

Anísio Páscoa deixou, por outro lado, claro que “a infra-estrutura de todos os Ferroviários não pertencem ao clube, mas à empresa, pelo que estamos dependentes de decisões superiores, e não ao nível da direcção”.

Jorge Oliveira é o homem escolhido para orientar a selecção nacional de hóquei em patins no Campeonato Mundial de Patinagem, prova a realizar-se de 2 a 13 de Novembro, em San Juan, Argentina.

Oliveira, que desembarcou, sábado, na capital do país, esteve ontem no pavilhão anexo do Estrela Vermelha a trabalhar com o grupo composto por atletas internos.

Oliveira tem a hercúlea missão de manter Moçambique na elite do hóquei em patins mundial, depois do brilharete em Julho de 2019 quando conquistou, em Barcelona, a Taça Intercontinental.

A selecção nacional de hóquei em patins conquistou o troféu após derrotar, na final, a sua similar de Andorra por 4-3.

Com uma campanha irrepreensível, Moçambique alcançou seis vitórias na prova, tendo derrotado o Egipto (16-2), Inglaterra (6-3), Andorra (3-2), Austrália (23-3), Alemanha (7-5) e, já final, impôs novamente uma derrota à Andorra (4-3).

Oliveira vai também orientar Moçambique no Campeonato Africano de Patinagem, competição inicialmente marcada para Outubro e depois agendada para Dezembro próximo, no Cairo, Egipto.

Jorge Oliveira não é o primeiro treinador português a orientar a selecção nacional de hóquei em patins. Pelo combinado nacional, já passaram os técnicos Pedro Nunes, ele que levou Moçambique ao histórico quarto lugar no Mundial de 2011, em San Juan, Argentina; José Querido, que orientou os “heróis de San Juan” no primeiro Campeonato do Mundo realizado em África, em 2013, em Angola; Luís Sénica, que teve uma passagem pelo combinado nacional em 2003.

Jorge Oliveira é conhecido pelo trabalho desenvolvido nos escalões de formação, em Portugal, onde teve passagens por Sp.Tomar que disputou a II divisão e, hoje por hoje, está entre a disputar a maior prova de hóquei em patins em terras lusas.

É, aliás, com conhecimento do seu potencial na lapidação de talentos que Jorge Oliveira foi também indicado pela Federação Moçambicana de Patinagem para desenvolver um trabalho a nível da formação nas cidades da Beira, Nampula e Quelimane.

 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, felicitou, este domingo, os pugilistas moçambicanos que conquistaram medalhas no Campeonato Africano de Boxe. Nyusi destacou o brilharete e entrega dos pugilistas na elevação, uma vez mais, da bandeira de Moçambique em eventos internacionais.

“Compatriotas, o dia de ontem (sábado) foi de grande alegria para o nosso desporto. Os nossos cinco finalistas do Campeonato Africano de Boxe que acolhemos se sagraram todos campeões nas categorias em que estavam inseridos, o que é motivo de orgulho para toda a Nação. Parabéns, Rady Gramane, Alcinda Panguana, Yassine Nordine, Armando Sigaúque e Albino Gabriel!”, lê-se na mensagem do Presidente da República publicada na rede social Facebook.

O Chefe de Estado não se esqueceu do papel desempenhado pela Federação Moçambicana de Boxe, agremiação que se tem evidenciado com a colocação do país no mapa da chamada “arte nobre no mundo”. Filipe Nyusi destacou, ainda, o trabalho desenvolvido pelos treinadores que, mesmo debaixo de dificuldades, estão a construir campeões e referências na sociedade!

“Os meus parabéns vão ainda para a Federação Moçambicana da modalidade, técnicos e outros que se empenharam para esta proeza. Que as vossas vitórias inspirem outros desportistas, particularmente, e todos os moçambicanos, em geral, a vencer as mais diversas batalhas da vida!”, disse o mais alto magistrado da Nação.

 

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