Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Sunderland não desiste de Geny Catamo

O Sunderland não está perto de desistir de tentar contratar Geny Catamo ao Sporting, mas a verdade é que o preço pode ser um entrave

Sunderland não desiste de Geny Catamo

O Sunderland não está perto de desistir de tentar contratar Geny Catamo ao Sporting, mas a verdade é que o preço pode ser um entrave

O Presidente da República, Filipe Nyusi, participa, hoje, às 16h00, no Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano, na Gala Nacional do Desporto, evento anual promovido pela Secretaria de Estado de Desporto para distinguir os atletas que se destacaram em provas internacionais e nacionais.

O evento, a decorrer sob o lema “Desporto, Investimento e Desenvolvimento”, irá premiar cinco categorias, nomeadamente Atleta do Ano, Atleta Revelação, Atleta Olímpico, Atleta Paralímpico, Treinador do Ano e Equipa do Ano.

Outrossim, serão entregues Diplomas de Mérito, Menção Honrosa, Prémio Prestígio, Prémio Massificação e Formação, Federações/Participação Olímpica, Prémio Família no Desporto, Prémio Infra-estrutura Desportiva, Prémio Carreira, Prémio Parceiro e reconhecimento aos membros do Júri.

O Chefe do Estado moçambicano, Filipe Nyusi, foi consagrado em 2019 com o prémio Prestígio, pelo “apoio ao desenvolvimento do desporto em Moçambique”.

Ano passado, a pugilista Rady Gramane foi eleita, pela segunda vez, Atleta Mais Popular do Ano, enquanto Nelson Manuel (futebol de praia) e Alcinda Panguana (boxe) chamaram a si o título de Atletas do Ano 2021.

O evento serviu também para homenagear, a título póstumo, os malogrados João de Sousa, antigo radialista, e de Rui Hélder, antigo jornalista da TVM e Presidente da Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo.

Nas distinções, destaque ainda para Leonor Marizola (andebol) que foi distinguida como melhor treinadora do ano. Já em masculinos, Lucas Sinoia foi indicado como melhor treinador do ano.

Por sua vez, Joceline Nogueira (voleibol) e Luís Marcelino (automobilismo) foram considerados como melhores árbitros.

Já a dupla de vólei de praia que continua a fazer furor, Vanessa Muianga e Ana Paula Sinaportar, foi distinguida como equipa do ano em femininos. Como seria de esperar, a selecção nacional de futebol de praia recebeu o prémio de equipa masculina do ano.

No desporto adaptado em femininos e masculinos, Edmilsa Governo e Hilário Chavele foram os grandes vencedores, respectivamente.

 

A selecção nacional de futebol, Mambas, defronta, esta quarta-feira, às 10h00, no Estádio Nacional do Zimpeto (ENZ), a sua similar do Malawi em jogo amigável inserido na sua preparação para o duelo do próximo domingo diante do Ruanda, a contar para a 5ª jornada do grupo L de acesso ao CAN 2023.

Com o grupo de trabalho praticamente completo, o seleccionador nacional de futebol, Chiquinho Conde, procura ensaiar, na manhã desta quarta-feira, a estratégia a adoptar diante dos “Amavubi”, num duelo em que pontuar é a palavra de ordem para manter vivo o sonho de qualificação para o CAN Costa do Marfim.

Conde deve, no embate com os malawianos, testar algumas soluções para o duelo no qual os Mambas pretendem apresentar-se com coesão defensiva – não sofrer golos – e eficiência ofensiva.

Os Mambas poderão apresentar-se com uma abordagem mais cautelosa, procurando, e se for esta a estratégia definida, explorar contra-ataques rápidos na perspectiva de encontrar o seu adversário em contrapé.

Estas são apenas conjecturas, porquanto Chiquinho Conde saberá, na hora da verdade, como montar as peças e o xadrez para dar o “cheque mate” aos ruandeses.

O certo é que o combinado nacional cumpriu, ontem, mais um ciclo de preparação no qual ensaiou situações reais de jogo.

Circulação de bola, ensaio de contra-ataques, lances de bola e outros aspectos dominaram o treino dos Mambas.

Os três guarda-redes chamados para o combinado nacional trabalharam à parte com Manuel Valoi, seu treinador.

Os Mambas devem deixar o país na quinta-feira, com destino ao Ruanda, onde, no próximo domingo, jogam no “Huye Huye Stadium” uma cartada decisiva rumo ao CAN 2023.

A última vez que os Mambas estiveram no Campeonato Africano das Nações foi em 2010, numa prova realizada em Angola.

 

RUANDA APONTA PARA A VITÓRIA NO “HUYE HUYE STADIUM”

Foto: The New Times

O seleccionador nacional do Ruanda, Carlos Alos Ferrer, anunciou, na semana passada, a pré-convocatória para o jogo com os Mambas, a 18 de Junho, no “Huye Huye Stadium”. O técnico dos “Amavubi” garante, em entrevista ao “The New Times”, que vão jogar para ganhar no duelo de domingo, até pelo facto de “jogarmos pela primeira vez com os nossos adeptos, factor que pode levantar a nossa moral”.

A selecção nacional de futebol do Ruanda, “Amavubi”, está concentrada desde o passado dia 8 de Junho, tendo em conta o duelo diante de Moçambique, inserido na 5ª jornada do Grupo L de acesso ao CAN Costa do Marfim 2023.

Os “Amavubi” vão realizar sessões de treino no Estádio Kigali Pelé até 14 de Junho, data em que vão viajar para Butare, onde está localizado o “Huye Huye Stadium”, palco do jogo com os Mambas.

O seleccionador nacional do Ruanda, Carlos Alos Ferrer, anunciou, na semana passada, a pré-convocatória composta por 28 jogadores.

Nas sessões de treino já realizadas, o Ruanda tem ensaiado os aspectos técnico-tácticos. Ferrer quer superar Moçambique e somar três pontos.

“Moçambique é uma grande equipa. Temos que ser muito sérios e mentalmente fortes para travá-los. Este será um bom teste. Precisamos levar o jogo a sério e, por outro lado, trabalhar muito duro no aspecto ofensivo”, disse o técnico dos “Amavubi” em entrevista ao “The New Times”.

Carlos Alos Ferrer clarificou que “vamos jogar pela primeira vez com os nossos adeptos, por isso acreditamos que tal pode levantar a nossa moral”.

A finalizar, o seleccionador nacional do Ruanda deixou claro que “vamos preparar-nos com todas as nossas forças para somar os três pontos”, acrescentou.

O Ruanda está em último lugar no Grupo L com 2 pontos, dois atrás de Moçambique e Benim, selecções que ocupam o segundo e terceiro lugares, respectivamente.

 

YANNICK: A GRANDE NOVIDADE NA CONVOCATÓRIA

O médio do Sandviken, Yannick Mukunzi, foi incluído na lista de 28 convocados provisórios dos “Amavubi” para o duelo com os Mambas a 18 de Junho.

Mukunzi tem estado em evidência no Sandviken, depois de ter recuperado de uma longa lesão. Mukunzi não disputa uma partida internacional pelo Ruanda desde Setembro de 2021 devido a uma série de lesões que o deixaram fora dos relvados. O médio fará a sua primeira aparição nos “Amabubi” desde que Ferrer assumiu a equipa em Março de 2022.

O técnico também convocou o avançado do Al Wahda, Patrick Mutsinzi, o defesa Noe Uwimana, que evolui no Philadelphia Union dos EUA, e o médio Danny Ndikumana, do Rukinzo FC.

O avançado Innocent Nshuti é outra cara nova notável na selecção nacional de futebol do Ruanda, após uma temporada impressionante na formação do APR. Eis a lista de convocados: Guarda-redes: Fiance Ntwali (AS Kigali), Pierre Ishimwe (APR) and Adolphe Hakizimana (Rayon Sports). Defesas: Fitina Ombalenga (APR), Ally Serumogo (SC Kiyovu), Noel Uwimana (Philadelphia Union), Emmanuel Imanishimwe (FAR Rabat), Christian Ishimwe (AS Kigali), Jimmy Ange Mutsinzi (JERV), Abdul Rwatubyaye (Rayon Sports), Thierry Manzi (AS Kigali), Faustin Usengimana (Al Qasim SC) and Aimable Nsabimana (SC Kiyovu).

Médios:Djihad Bizimana (Denze), Steve Rubanguka (Zimbru Chrisnau), Hakim Sabaho (Lille), Muhadjiri Hakizimana (Police), Yannick Mukunzi (Sandviken), Jean Bosco Ruboneka (APR), Samuel Gueullette (Raal La Louvierre) and Rafael York (Geffle IF).

Avançados: Dominique Savio Nshuti (Police), Didier Mugisha (Police), Patrick Mutsinzi (Al Wahda), Abeddy Biramahire (US Songo), Innocent Nshuti (APR), Gilbert Mugisha (APR) and Danny Ndikumana (Rukinzo).

De um mar de incertezas para… certeza. A bola voltou a ser lançada ao ar, na Cidade de Maputo, com a retoma de provas seis meses depois. O Torneio de Abertura, primeira prova realizada pela Comissão de Gestão da Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo (ABCM), está ao rubro com as formações participantes a darem o seu melhor na quadra para atingirem os seus objectivos.

Para não variar, Costa do Sol e Ferroviário de Maputo, dois dos conjuntos que mais investem na contratação de atletas, estão a dominar as provas em masculinos e femininos.

No plano masculino, e no rescaldo da dupla-jornada realizada no final de semana, o Costa do Sol não esteve para meias medidas, aplicando, quinta-feira, “chapa 100” ao Maxaquene “B”.

Os “canarinhos”, campeões da cidade, derrotaram os “tricolores” por 113-28, num duelo em que controlaram todos os quartos.

Perante a equipa principal do Maxaquene, já no sábado, o Costa do Sol experimentou algumas dificuldades, tendo vencido por sete pontos: 67-60.

Estas duas vitórias mantêm o conjunto de Miguel Guambe na primeira posição com 14 pontos. Na perseguição ao líder, o Ferroviário de Maputo, segundo classificado com 11 pontos, cumpriu outrossim na dupla jornada.

A formação verde-e-branca começou por vencer, sexta-feira, a A Politécnica por 72-43. Sábado, em desafio da 7ª jornada, o Ferroviário de Maputo bateu as Águias Especiais por 78-36.

Quem também arrancou duas vitórias na prova é o Ferroviário “B”, formação comandada por Rui Rafael. Este conjunto, maioritariamente constituído por atletas que saltaram dos juniores, derrotou o Maxaquene “B” por 58-53.

Embalado, o Ferroviário “B” voltou a fazer mais uma vítima ao vencer a Universidade Pedagógica por 69-36.

Nota de destaque para a equipa sub-20 do Costa do Sol que, no sábado, se impôs no duelo com a A Politécnica, vencendo por 56-46. Os “politécnicos” somaram a sua terceira derrota consecutiva, depois de um arranque bem conseguido no Campeonato da Cidade. Por sua vez, o Maxaquene não teve dificuldades para vencer sábado o vizinho e rival Desportivo Maputo, por 100-79. O Desportivo Maputo perdera, na véspera, com as Águias Especiais por 61-47.

 

FERROVIÁRIO DE MAPUTO INVICTO…

Mais um jogo, mais uma vitória para a equipa sénior feminina de basquetebol do Ferroviário de Maputo. A formação comandada por Nasir “Nelito” Salé reforçou a liderança da prova – agora com 12 pontos – ao derrotar, sexta-feira, a sua equipa secundária (Ferroviário B, entenda-se) por 76-39.

Segundo classificado, o  Costa do Sol “despachou” a Lázio – conjunto que participou na edição 2022 da Liga Sasol – ao vencer por 65-34. O Desportivo Maputo, por sua vez, venceu a estreante Águias Especiais por 56-48.

Claramente que a prova será dominada pelo Costa do Sol e Ferroviário de Maputo, campeão e vice-campeão nacional, respectivamente. São, de resto, as duas formações que contribuem com mais jogadores para a selecção nacional de basquetebol sénior feminina.

Lembre-se que, na jornada inaugural, o Costa do Sol perdeu com o Ferroviário de Maputo por 70-40.

 

Quadro de resultados:

Seniores masculinos

 

Sexta-feira, 9 de Junho de 2023

A Politécnica 43-72 Ferroviário A

Maxaquene “B” 53-58 Ferroviário B

Desportivo 47-61 Águias Especiais

Costa do Sol 67-60 Maxaquene

 

Seniores femininos:
Ferroviário A 76-39 Ferroviário A

Costa do Sol 65-36 Lázio

Desportivo 56-48 Águias Especiais

 

Sábado, 10 de Junho de 2023

Ferroviário B 69-36 UP

Costa do Sol SUB-20 56-46 A Politécnica

Ferroviário 78-36 Águias Especiais

Maxaquene 100- 79 Desportivo

Os comissários de pista Filipe Machado e Luís Tenifala marcaram presença, sábado e domingo, no tradicional e histórico “24 horas Le Mans”, um dos maiores eventos de resistência automobilística do mundo, realizado em Sarthe, em Le Mans, na França. Curiosamente, os moçambicanos foram os únicos africanos convidados pela organização para participar do evento também conhecido como “24 horas Le Mans Centenário”.

Durante a estadia na França, Filipe Machado e Luís Tenifala, que fizeram parte de um leque de 2000 comissários, foram recebidos pelo director de provas, num encontro em que deram a conhecer o estágio do desporto motorizado em Moçambique.

Os moçambicanos tiveram o privilégio de estar na prova que marcou o regresso da Ferrari após 50 anos de auseíncia. Os italianos dominaram a prova e colocaram um ponto final a hegemónica da Toyota, equipa que venceu as cinco últimas edições das “24 horas Le Mans”.

A Ferrari n51 dos italianos Alessandro Pier Guidi e Antonio Giovinannazi e do britânico James Calado foi mais rápida ao final da lendária prova de “endurro” à frente da Toyota N.8.

Com menos de duas horas para o final da prova, os carros da Ferrari e Toyota tinham menos de 30 segundos de diferença, sendo que o piloto Ryo Hirakawa (da Toyota) cometeu um erro de freagem na curva “Arnage” e bateu em uma barreira. Ainda que a viatura da Toyota tenha conseguido continuar, o piloto japonês teve que parar nas “boxes” para concertar os danos, deixando a “scuderia” livre para conseguir conquistar a sua primeira vitória desde 1965. O Cadilac N.2 ficou na terceira posição em frente de seu outro veiculo, o N.3, quarto classificado.

A Prodata foi a grande vencedora do 3° Super Grande Prémio Picanto Cup com 68 pontos, seguida da BR Bluetch com 68. A Five Star Racing fechou os lugares de pódio, ao ocupar o terceiro lugar com 54 pontos.

Naquela que foi a última prova do Picanto Cup antes de um interregno de cerca de três meses – prova somente regressa no dia 16 de Setembro –, a Prodata dos pilotos Manuel Barbosa e André Almeida superou toda a concorrência no Autódromo Internacional de Maputo. E não só: após se destacar nos “qualify” e ganhar a “poule position”, foi penalizada, o que a colocou na sexta posição na grelha de partidas da Manga A-1.

Ainda assim, Manuel Barbosa registou um bom arranque, recuperou posições e fez o ataque para a ultrapassagem com mestria, fechando a prova na primeiríssima posição e ganhando 25 pontos. A mesmo piloto, partindo na grelha invertida e na oitava posição, foi extremamente forte na Manga A-2 na qual venceu com categoria.

E, no somatório de todas as provas, considerando, claramente, os 14 pontos amealhados na Manga B-2, contabilizou 68 pontos.

“Foi uma grande corrida. É verdade que tive um bom arranque, consegui depois recuperar posições e venci a prova. Devia partir na ‘poule position’ mas fui penalizado, situação que considero injusta”, frisou o piloto Manuel Barbosa.

Na segunda posição ficou a BR Bluetech que se destacou na Manga B2 com Rui Vilela a ser enorme no volante e a controlar muito bem as investidas para o ataque dos seus oponentes. A BR Bluetch somou 17 pontos na Manga A-1, 8 na B-1 e 14 na A-2.

“Foram provas renhidas e muito bem disputadas. Acredito que estivemos muito bem. Conseguimos fazer uma prova equilibrada”, disse Rui Vilela, piloto da BR Bluetech.

A Five Star Racing dos pilotos Nico Banze e Paulo Collison fechou os lugares de pódio com 54 pontos, em resultado dos seguintes pontos acumulados: 8 na Manga A-1, 25 na B-2, 14 na A-2 e 17 na A-1.

O 3° Super Grande Prémio Picanto Cup foi marcado por grandes emoções, com os pilotos a protagonizarem momentos de cortar a respiração com recuperação de posições, ultrapassagens e algumas defesas na hora de passar para a frente. Como sempre, a equipa de Intervenção Rápida do Automóvel & Touring Clube de Moçambique (ATCM) esteve sempre atenta a situações de despistes, garantindo, desta forma, a integridade dos pilotos. No final, os pilotos ofereceram brindes aos espectadores que testemunharam “in loco” o 3° Grande Prémio Picanto Cup.

DRIFT: UM MOMENTO PARA RECORDAR

A fechar o dia, e com a noite a espreitar, o público que se fez presente ao Autódromo Internacional de Maputo foi brindado com exibição de “drift”. Foi um momento de fortes emoções com os presentes a vibrarem com os pilotos que mostraram a sua perícia no controlo de direcção das viaturas e derrapagem dos pneus. O tom de animação subiu quando os pilotos se desafiaram a alinhar as viaturas na mesma direcção após “chutarem”.

Fica registado para todo sempre este grande momento do Picanto Cup, evento que somente volta em Setembro com a realização da 4ª corrida. Antes, a 24 de Junho, os pilotos moçambicanos irão competir no circuito de Zwarkops, na vizinha África do Sul.

O 5° Super Grande Prémio Picanto Cup realiza-se no próximo dia 14 de Outubro. A última corrida, essa, terá lugar no dia 11 de Novembro, data em que serão coroados os campeões da temporada 2023.

Classificação Actual
A1 B1 A2 B2 Total de pontos
1° Prodata 25 0 25 14 68
2° BR Bluetech 17 8 14 25 63
3° Five Star Racing 8 25 10 20 54
4° VB Racing Team 20 0 17 17 48
5° Moztek Pro 10 6 20 12 39
6° Mediplus 6 17 6 10 34
7° Recargaki 0 20 8 6 26
8° Five Optica Racing 14 0 12 0 26
9° Moov Racing 12 14 0 0 24
10° Prodata VR 0 10 0 8 18
11° Moztek Racing 0 12 0 0 12
12° CNA Racing 0 0 0 0 0
13° Global Aliance 78 0 0 0 0 0

O Marítimo de Portugal, equipa em que militam os internacionais moçambicanos, Zainadine Jr e Geny Catamo, desceu de divisão 38 anos depois. Os insulares perderam nos play offs diante do Estrela da Amadora, por 4-2 na lotaria das grandes penalidades, no jogo da segunda mão.

É o fim da linha para o Marítimo de Portugal. Depois da derrota por 1-2 no jogo da primeira mão, os insulares tinham uma missão espinhosa para passar a eliminatória.

A equipa madeirense não merecia este desfecho, mas no futebol, já se sabe, o que conta são os golos e, na lotaria, a eficácia esteve do lado dos amadorenses.

A titularidade de Val Soares, por troca com João Afonso, foi a única alteração no onze do Marítimo face ao jogo da Reboleira. Já o Estrela da Amadora foi a jogo com o mesmo onze de há uma semana.

Sem medo de um Caldeirão a abarrotar, o Estrela entrou a querer assumir o jogo, pressionando alto ou guardando a bola na procura da baliza de Marcelo Carné de forma organizada. Mas os verde-rubros, uma vez em posse, não se deixaram enganar e começaram a mostrar ao que vinham.

Não começou bem, é certo, mas as transições rápidas madeirenses, lançadas logo após a recuperação do esférico, começaram a incomodar, em crescendo, o último reduto da equipa de Sérgio Vieira. Faltou alguma clarividência nos lances de Val Soares e Félix Correia, antes do quarto de hora, mas Bruno Xadas, aos 18, a passe de Geny Catamo, encarregou-se de mostrar como se faz. O português trabalhou bem em frente à grande área e rematou de forma indefensável para o 1-0.

Mas o Estrela recompôs-se rapidamente e, após algumas aproximações, acabou por restabelecer a igualdade, na sequência de um lance algo confuso, precedido de um pontapé de canto, aos 26 minutos. Regis cabeceou à trave, e Miguel Lopes, após uma série de ressaltos, fez a recarga ao segundo poste.

A partida ameaçou ficar partida, até porque o Estrela fez questão de não descansar em cima do empate, mas foi o Marítimo, aproveitando o adiantamento dos amadorenses, a voltar marcar a festejar, embora por pouco tempo, pois André Vidigal, bem servido por Félix Correia, foi apanhado em fora de jogo por oito centímetros…

O lance aconteceu aos 39 minutos e, caso tivesse contado, teria sido um prémio justo para o trabalho realizado pelos madeirenses no primeiro tempo ante um Estrela que viveu alguns momentos de sofrimento, só atenuados pela ansiedade patenteada pela equipa de José Gomes na hora de definir no último terço.

Com tudo em aberto para o segundo tempo, o Marítimo regressou das cabines com uma alteração forçada. O capitão Zainadine, que actuou os últimos minutos da primeira parte algo condicionado, cedeu o lugar a René Santos. Do lado da equipa da Amadora voltou o mesmo onze e a mesma predisposição táctica.

A equipa de Sérgio Vieira apostava na gestão, mas acabou por apanhar vários sustos antes dos 60, com dois remates de Félix Correia a serem desviados em defesas e ao ver poste negar o golo a Gany Catamo, após passe de Val Soares.

Apesar de estar por cima, José Gomes mexeu na equipa e o jogo do Marítimo acabou por perder capacidade para chegar ao último terço do Estrela, que foi renovando as suas peças sem alterar a estratégia de jogar sempre pelo seguro, mas sem perder de vista a baliza de Carné, embora só lá tivesse chegado perto em lances de bola parada.

O jogo, contudo, foi perdendo qualidade, com muitas quezílias, faltas e paragens. O Estrela sentia-se confortável, ao contrário do Marítimo, que ia revelando muito coração e pouca cabeça. Antes de ser anunciado o tempo extra, que foi festejado com euforia pelo Caldeirão (nove minutos), o recém-entrado Chucho Ramírez deixou o primeiro aviso, cabeceando para defesa de Brígido.

Os insulares apostavam no chuveirinho e o venezuelano, já nos descontos, voltou a cabecear, desta vez por cima. Mas aos 90+6, Cláudio Winck cruzou milimetricamente e a cabeça de Chucho não perdoou, para delírio do Caldeirão que não havia deixado de acreditar no empate. Balde de água gelada servido ao cair do pano num estádio em ebulição, e já com o Estrela sem Sérgio Vieira no campo, após ter visto cartão vermelho directo, aos 87.

E como decorreu o prolongamento? Bem, a primeira parte só deu Marítimo. Tanto assim foi que chegou a pairar no ar a sensação de que era inevitável mais um golo madeirense. Winck estava com a corda toda e foi lançando o pânico entre a defesa amadorense, e Chucho, novamente de cabeça, obrigou Brígido à defesa da noite.

Na segunda parte, o Marítimo voltou a ser superior e a ficar mais perto do golo, apesar de o Estrela ter criado mais perigo, embora definindo muito mal. Mas já faltavam pernas a ambos os lados, e a decisão sobre quem ficava na I Liga ficou reservada para a marca dos 11 metros.

Na lotaria, o Marítimo apenas converteu duas de cinco, enquanto o Estrela falhou uma de quatro.

O antigo ministro da Juventude e Desportos, Joel Libombo, diz que o Estado tem todo o poder de travar a violência nos campos e disciplinar a sociedade. O antigo governante diz ainda que é preciso que se faça um estudo profundo, de modo a entender o fenómeno e o motivo que leva as pessoas a serem intolerantes.

O desporto moçambicano, particularmente o futebol, tem sido marcado por actos de violência nos campos. O fenómeno, que tem acontecido todos os anos, coloca a nu algumas fragilidades no que diz respeito à segurança nos recintos desportivos.

Recentemente, um jogo do Moçambola entre o Ferroviário de Lichinga e o Matchedje de Maputo terminou em escaramuças, com a Polícia da República de Moçambique a recorrer ao gás lacrimogêneo para serenar os ânimos. Em causa, estava o facto de os jogadores e os membros da direcção dos “militares” terem exigido explicações à equipa de arbitragem, por esta ter marcado uma grande penalidade a favor da equipa da casa.

Ainda na presente edição da prova, cenário idêntico verificou-se em Songo, em que os adeptos locais se envolveram em actos de violência. O fenómeno tem levantado vários debates em vários círculos do desporto moçambicano e os sinais de preocupação vêm de todos os lados.

Para o caso de Lichinga, Augusto Pombuane, Secretário-geral da LMF, diz que houve má interpretação por parte da Polícia da República de Moçambique. A Liga Moçambicana de Futebol considera que este caso não pode manchar todo um esforço que está a ser feito para que o Moçambola seja uma prova atractiva.

A Comissão Nacional de Árbitros de Futebol diz que está preocupada com o fenómeno e atira para os que colocam em causa o trabalho desta classe.

Os recentes acontecimentos levaram a que a Secretaria de Estado do Desporto, através da Inspecção-geral do Desporto, convocasse a Liga Moçambicana de Futebol e a Comissão Nacional de Árbitros de Futebol.

O encontro com as três entidades tinha em vista procurar soluções para travar a violência nos recintos desportivos.

A Assembleia da República aprovou, no ano passado, a Proposta de Revisão da Lei do Desporto. O documento prevê a criação de uma nova estrutura desportiva mais inclusiva e que responsabilize atitudes anti-desportivas, como é o caso da violência nos recintos desportivos.

Está tudo a postos para a realização, amanhã, no Autódromo Internacional de Maputo, do 3º Grande Prémio Picanto Cup. O dia de hoje – sexta-feira- é reservado para o ensaio e montagem da estrutura do grande evento.

Centro das atenções no final de semana, o Autódromo Internacional de Maputo abre as suas portas sábado, 10 de Junho, para receber muita acção e aceleração dos pilotos para os lugares de pódio no Super Grande Prémio Picanto Cup e Bravantic.

Cada prestação dos pilotos é preparada ao mínimo detalhe por uma equipa nos bastidores que verifica, ao pormenor, a condição mecânica das viaturas. E no 3º Grande Prémio Picanto Cup, com um alinhamento de quatro mangas, não será diferente.

É neste sentido que, esta sexta-feira, os pilotos, chefes de equipa, mecânicos, organização e outros intervenientes estão concentrados no Autódromo Internacional de Maputo para a preparação da prova e acerto de vários aspectos a esta inerente.

Com a estrutura montada, os pilotos ganham maior concentração e cresce a responsabilidade para oferecer um grande espectáculo ao público que se fizer presente à “catedral” do desporto motorizado em Moçambique.

O 3º Grande Prémio Picanto Cup vai comportar quatro mangas, nomeadamente Manga A-1 (agendada para às 12h00), Manga B-1 (a realizar-se às 13h15), Manga A-2 (alinhada para às 15h00) e Manga B-2 (a fechar o dia, às 16h30).

A prova será marcada de momentos de grandes emoções com exibição de “drift”, modalidade na qual os pilotos mostram a técnica de direcção ao volante.

O 3º Grande Prémio Picanto Cup vai  movimentar  28 pilotos em representação de quatorze equipas, sendo de esperar provas renhidas e dominadas por incerteza quanto aos vencedores.

Está tudo a postos para a realização, amanhã, no Autódromo Internacional de Maputo, do 3º Grande Prémio Picanto Cup. O dia de hoje – sexta-feira- é reservado para o ensaio e montagem da estrutura do grande evento.

Centro das atenções no final de semana, o Autódromo Internacional de Maputo abre as suas portas sábado, 10 de Junho, para receber muita acção e aceleração dos pilotos para os lugares de pódio no Super Grande Prémio Picanto Cup e Bravantic.

Cada prestação dos pilotos é preparada ao mínimo detalhe por uma equipa nos bastidores que verifica, ao pormenor, a condição mecânica das viaturas. E no 3º Grande Prémio Picanto Cup, com um alinhamento de quatro mangas, não será diferente.

É neste sentido que, esta sexta-feira, os pilotos, chefes de equipa, mecânicos, organização e outros intervenientes estão concentrados no Autódromo Internacional de Maputo para a preparação da prova e acerto de vários aspectos a esta inerente.

Com a estrutura montada, pilotos ganham maior concentração e cresce a responsabilidade para oferecer um grande espectáculo ao público que se fizer presente à “catedral” do desporto motorizado em Moçambique.

O 3º Grande Prémio Picanto Cup vai comportar quatro mangas, nomeadamente Manga A-1 (agendada para às 12h00), Manga B-1 (a realizar-se às 13h15), Manga A-2 (alinhada para às 15h00) e Manga B-2 (a fechar o dia, às 16h30).

A prova será marcada de momentos de grandes emoções com exibição de “drift”, modalidade na qual os pilotos mostram a técnica de direcção ao volante.

O 3º Grande Prémio Picanto Cup vai movimentar 28 pilotos em representação de quatorze equipas, sendo de esperar provas renhidas e dominadas por incerteza quanto aos vencedores.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE