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O País – A verdade como notícia

Os árbitros internacionais moçambicanos, Celso Alvação, Arsénio Marringule e Simões Guambe, integram o quarteto de arbitragem que vai apitar o jogo entre as selecções da  Etiópia e Serra Leoa, pontuável às eliminatórias de acesso ao Campeonato do Mundo de Futebol de 2026.

A arbitragem moçambicana continua em evidência no contexto do futebol africano. O trio composto por Celso Alvação, Arsénio Marringule e Simões Guambe volta a dar um salto na sua carreira.

Desta vez, o trio moçambicano, que nos últimos anos tem merecido confiança da Confederação Africana de Futebol (CAF) integra o quarteto de árbitros que vai ajuizar a partida entre a Etiópia-Serra Leoa.

A partida entre os dois conjuntos está inserida nas eliminatórias para o mundial 2026, cuja fase final vai ser consecutivamente nos Estados Unidos de América, México e Canadá.

Celso Alvação vai ser o ábitro principal da partida entre as duas selecções, tendo como primeiro assistente o também moçambicano Arsénio Marringule. Já Simões Guambe será o quarto árbitro, numa equipa que integra também o angolano Ivanildo Meirelles.

A partida vai ser  disputada no El Abdi Stadium, em Marrocos, no dia 15 deste mês. Esta não é a primeira vez que os internacionais moçambicanos são indicados para apitar jogos sob égide da CAF, tanto ao nível das selecções assim como de clubes.

 

ARSÉNIO MARRINGULE NO MUNDIAL DE CLUBES

O árbitro internacional moçambicano, Arsénio Marringule foi nomeado ainda, pela FIFA, para a restrita lista de arbitragem que vai dirigir a 20ª edição do Mundial de Clubes FIFA, que vai decorrer de 12 a 22 de Dezembro, na Arábia Saudita.

Maringule foi indicado juntamente com outros cinco árbitros principais, nove árbitros assistentes e oito árbitros de vídeo, representando todas as confederações de futebol em todo o mundo.

Do continente africano, o jovem árbitro moçambicano será acompanhado por Jean-Jacques Ndala, árbitro principal da Costa do Marfim, Elvis Noupue, árbitro assistente dos Camarões, e Zourak Adil, árbitro de vídeo de Marrocos.

Recorde-se que Marringule fará parte do quarteto de arbitragem que vai dirigir a partida entre as formações do Mamelodi Sundows vs Wydad AC, no próximo domingo, em jogo da segunda “mão” da final da Liga Africana de Futebol.

Arsénio Marringule é o árbitro com mais participações em competições internacionais, tendo atingido os píncaros da sua carreira com a ida ao Campeonato do Mundo, Qatar 2022.

Ao nível do continente africano, o jovem árbitro já desfilou a sua classe tanto nas competições ao nível de selecções bem como de clubes.

Os árbitros internacionais moçambicanos, Celso Alvação, Arsénio Marringule e Simões Guambe, integram o quarteto de arbitragem que vai apitar o jogo entre as selecções da Etiópia-Serra Leoa, pontuável às eliminatórias de acesso ao Campeonato do Mundo de Futebol de 2026.
A arbitragem moçambicana continua em evidência no contexto do futebol africano. O trio composto por Celso Alvação, Arsénio Marringule e Simões Guambe volta a dar um salto na sua carreira.

Desta vez, o trio moçambicano, que nos últimos anos tem merecido confiança da Confederação Africana de Futebol (CAF) integram o quarteto de árbitros que vai ajuizar a partida entre a Etiópia-Serra Leoa.

A partida entre os dois conjuntos está inserida nas eliminatórias para o mundial 2026, cuja fase final vai ser consecutivamente nos Estados Unidos de América, México e Canadá.

Celso Alvação vai ser o ábitro principal da partida entre as duas selecções, tendo como primeiro assistente o também moçambicano Arsénio Marringule. Já Simões Guambe será o quarto árbitro, numa equipa que integra também o angolano Ivanildo Meirelles.

A partida vai ser disputada no El Abdi Stadium, em Marrocos, no dia 15 deste mês. Esta não é a primeira vez que os internacionais moçambicanos são indicados para apitarem jogos sob égide da CAF, tanto ao nível das selecções assim como de clubes.

ARSÉNIO MARRINGULE NO MUNDIAL DE CLUBES

O árbitro internacional moçambicano, Arsénio Maringule foi nomeado ainda, pela FIFA, para a restrita lista de arbitragem que vai dirigir a 20ª edição do Mundial de Clubes FIFA, que vai ter lugar de 12 a 22 de Dezembro na Arábia Saudita.

Maringule foi indicado juntamente com outros cinco árbitros principais, nove árbitros assistentes e oito árbitros de vídeo, representando todas as confederações de futebol em todo o mundo.

Do continente africano, o jovem árbitro moçambicano será acompanhado por Jean-Jacques Ndala, árbitro principal da Costa do Marfim, Elvis Noupue, árbitro assistente dos Camarões, e Zourak Adil, árbitro de vídeo de Marrocos.

Recorde-se que Maringule fará parte do quarteto de arbitragem que vai dirigir a partida entre as formações do Mamelodi Sundows vs Wydad AC, no próximo domingo, em jogo da segunda “mão” da final da Liga Africana de Futebol.

Arsénio Marringule é o árbitro com mais participações em competições internacionais, tendo atingido os píncaros da sua carreira com a ida ao Campeonato do Mundo, Qatar 2022.

Ao nível do continente africano, o jovem árbitro já desfilou a sua classe tanto nas competições ao nível de selecções bem como de clubes.

Costa do Sol vs A Politécnica e Ferroviário de Maputo vs Lázio são os jogos das meias-finais da Liga Feminina de Basquetebol Sasol. O acesso à final da competição será disputado num “play-off” a melhor de três jogos.

Ultrapassada a fase regular, marcadamente dominada pelo domínio do Costa do Sol e Ferroviário de Maputo, campeão e vice-campeão nacional, respectivamente, a Liga Sasol de basquetebol feminino entra, a partir de quarta-feira, na sua etapa decisiva.

É verdade que, no fim-de-semana, o certame rodou a disputa do “play-off” de acesso às meias-finais (com a A Politécnica e Lázio a imporem-se) mas agora é mesmo a doer. Não há, diga-se, margem para erros!Porque, na verdade, qualquer erro pode ser fatal no “play-off”.

Carregado com o estatuto de campeão nacional, o Costa do Sol bate-se com a A Politécnica, conjunto com o qual disputou a final do Torneio Treinador, vencendo por 67-42.

Quarta-feira, no pavilhão do Maxaquene, as “canarinhas” vão procurar provar o porquê de terem uma estrutura composta por atletas experientes e de selecção nacional. Com mais opções comparativamente ao seu adversário, Leonel “Mabê” Manhique pretende resolver este “play-off” sem que seja acossado pelo conjunto às ordens de Hélio de Sousa.

Na outra meia-final, o Ferroviário de Maputo trava argumentos com a Lázio, num duelo em que as “locomotivas” partem como favoritas.

Depois de ter vencido a Taça Maputo e o Campeonato da Cidade (prova na qual a Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo viu-se obrigada a cancelar os “play-offs” devido ao aperto de calendário e com anuência dos clubes), o Ferroviário de Maputo quer coleccionar mais um troféu nas suas vitrinas.

Mas atenção que a Lázio reforçou-se com Sene Madjiguene, Onélia Pérola Mutombene,  Lacky Samo e Iliana Ventura, portanto, jogadoras que se espera venham equilibrar o plantel e alargar o leque de opções. 

Com experiência em competições internas e africanas (tendo sido já campeã africana), Onélia Mutombone vem reforçar a posição 1, enquanto Lacky Samo, que durante muitos anos evoluiu na A Politécnica e depois com uma passagem pelo basquetebol colegial dos EUA, dá algum ar da sua graça nas posições 4-5.  

Iliana Ventura é uma extremo que, no passado, já demostrou um poder de lançamento exterior, sendo que em dia sim pode ajudar bastante a equipa na zona dos 6, 75 metros.

Entretanto, ainda na quarta-feira, o Ferroviário da Beira mede forças com o Município da Beira, em jogo de atribuíção do quinto e sexto lugares na competição.

Enquanto isso, o Maxaquene terminou a sua participação na Liga Sasol de Basquetebol sénior feminino na sétima posição, depois de vencer a New Vision de Pemba por 2-0 no “play-off”das classificativas.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, felicitou, este domingo, o Ferroviário da Beira pela conquista do título.

Numa mensagem publicada na sua rede social “Facebook”, o Chefe de Estado diz que o título “foi um feito marcado pela perseverança, coragem, sacrifício e, sobretudo, união de jogadores e da equipa técnica. Diz ainda que “às equipas de ABB e do Ferroviário de Nampula, que respectivamente ocuparam o segundo e terceiro lugares e todas as equipas que participaram nesta edição do Moçambola, “vão as minhas congratulações pela honrosa participação”

O Presidente da República estendeu as felicitações à Liga Moçambicana de Futebol (LMF) que, apesar de poucos recursos, conseguiu conduzir o campeonato até ao final.

Quem ganhou o Moçambola 2023? Mas quem ganhou mesmo? Ferroviário da Beira. Trufafá, trufafá, trufafá…a “locomotiva” acelerou para o segundo título na história do Clube Ferroviário da Beira. Não foi fácil, e nem podia sê-lo. A corrida ao título iniciou-se a 16 de Abril, no “Caldeirão do Chiveve”, com uma vitória sobre o Ferroviário de Maputo, por 1-0.

Os golos do conjunto orientado por Hélder Duarte foram marcados por Raymond (11′ e 44′).Seguiu-se uma deslocação a Lichinga, onde no sempre difícil Estádio Municipal Primeiro de Maio os “locomotivas” da Beira perderam por 2-1.  Corrigidos os erros cometidos, e já em casa, isto para a jornada 3, o Ferroviário da Beira recebeu e venceu o Matchedje, por 3-1. Na ronda 4, o Ferroviário da Beira veio a Maputo empatar com o Costa do Sol sem abertura de contagem. Depois, na quinta jornada, o CFB bateu o seu homónimo de Nacala com golo solitário de Estêvão, aos 53′. Já na sexta jornada, foi a Quelimane bater o Ferroviário local por três bolas a uma, sendo que na ronda seguinte empataria em casa com a Black Bulls (0-0).Na oitava jornada, empatou no terreno do Baía de Pemba a uma bola.

Uma derrota pesada (3-0) diante da União Desportiva do Songo, na ronda 9, não abalou a estrutura do Ferroviário da Beira, até porque, na décima jornada, o Ferroviário da Beira goleou o seu homónimo de Nampula, por 3-0. No fecho da primeira volta, ou seja, na jornada 11, o Ferroviário da Beira empatou com a Associação Desportiva de Vilankulo sem abertura de contagem.

O arranque da primeira volta, em Maputo, foi marcado por mais uma vitória do Ferroviário da Beira sobre os “locomotivas” da capital, por 1-0.Depois, os pupilos de Hélder Duarte bateram o Ferroviário de Lichinga por uma bola a zero. Na jornada 14, houve registo de um nulo no confronto com o Matchedje.Num duelo bem disputado, o Ferroviário da Beira derrotou o Costa do Sol (2-1) em desafio da jornada 15.Na deslocação a Nacala, o Ferroviário da Beira perdeu por 3-1.

O jogo contava para a décima sexta jornada da competição. Em desafio inserido na jornada 17, os “locomotivas” do Chiveve derrotaram o Ferroviário de Quelimane, por 2-0.Na ronda 18, o Ferroviário da Beira sofreu uma derrota no terreno da Black Bulls, por 3-1. Numa fase menos boa, o Ferroviário da Beira voltaria a perder na prova, desta feita com o Baía de Pemba, por 2-0. Já na vigésima jornada, o Ferroviário da Beira empatou com a União Desportiva do Songo a duas bolas.Veio a penúltima jornada, em que o Ferroviário da Beira perdeu com o seu homónimo de Nampula, por 1-0, adiando, desta forma, as contas do título para a última jornada.E, no desfecho do Moçambola, foi preciso ter paciência e esperar até ao minuto 86’ para marcar e carimbar a conquista do título!VALDEMAR

OLIVEIRA, PRESIDENTE DO CFB: “QUEREMOS COLOCAR O CAMPO EM CONDIÇÕES”

O presidente do Ferroviário da Beira, Valdemar Oliveira, reconhece haver necessidade de se reabilitar o “Caldeirão do Chiveve” para que tenha padrões internacionais, ou seja, requisitos reconhecidos pela Confederação Africana de Futebol (CAF). Oliveira falava minutos depois da consagração do Ferroviário da Beira como campeão nacional de futebol após vitória sobre a Associação Desportiva de Vilankulo, por 1-0.

“As direcções que sempre liderei, quer neste quer noutro mandato, sempre apostaram nas infra-estruturas. Houve momentos menos bons do mandato. Lembrem-se que houve a pandemia que desestabilizou o nosso trabalho. Mas nós vamos continuar a trabalhar”, disse o dirigente, para depois acrescentar que “nós tínhamos como acção a reabilitação desta relva, e o nosso objectivo é colocar o campo em condições.”O dirigente acrescentou que “vamos esperar que os Caminhos-de-Ferro de Moçambique nos possam ajudar, mas sabemos que têm muitas responsabilidades. Acredito que estão atentos a esta situação. Vamos trabalhar juntos”.

Geny Catamo está lesionado e vai falhar os próximos jogos do Sporting, confirmou Rúben Amorim, na conferência de antevisão ao duelo com o Estrela da Amadora. O jovem tem um problema no adutor direito e vai ficar fora durante umas semanas, sendo também provável que não represente os Mambas diante do Botswana, a 16 de Novembro, em Francistown, segunda maior cidade daquele país. E, depois, diante da Argélia, embate agendado para 19 de Novembro no Estádio Nacional do Zimpeto (ENZ).

A paragem leva-o a falhar os embates com os estrelistas, Raków para a Liga Europa e o dérbi eterno, na Luz. Numa altura em que vinha cimentando o seu lugar na equipa e mostrando a boa forma, o moçambicano vê-se obrigado a ficar de fora.

«O Geny Catamo está lesionado e parece-me que está fora até às selecções, está fora para estes últimos três jogos de fecho do ciclo, parece-me. O Morita pode recuperar-se, mas ainda não vai jogar este jogo, o St. Juste está com uma virose e ainda não sabemos se se recupera, o Esgaio também, mas parece mais recuperado, o team-manager também está com uma virose, e portanto, o resto está tudo apto.”, disse Ruben Amorim, treinador do Sporting.

Enquanto a sua carreira desportiva floresce, o contrato com o clube leonino também está em vias de ser prolongado até 2028, com um aumento salarial substancial. Contudo, a percentagem do passe detida pelo Clube continua a ser apenas de 25%, e os dirigentes estão a negociar com o Amora para adquirir a totalidade do seu passe.

Neste início de temporada, Geny Catamo tem conseguido ganhar cada vez maior espaço no plantel do Sporting e, na última partida diante do Olivais e Moscavide, foi até decisivo a saltar do banco de suplentes.  O internacional moçambicano de 22 anos soma 11 partidas esta temporada ao serviço dos verdes e brancos e desperta igualmente a atenção de alguns clubes, mais concretamente provenientes da Premier League.

Segundo o portal ‘FootballLondon’, numa informação também confirmada por Fabrizio Romano, jornalista especializado no mercado de transferências, Aston Villa e Fulham são os dois clubes que demonstram maior interesse em torno de Geny Catamo, tendo o jogador do Sporting bem referenciado. De acordo com a publicação londrina, existe a expectativa tanto do clube de Birmingham como da formação orientada por Marco Silva em poder negociar o esquerdino do Sporting já em janeiro, quando a janela de transferências se reabrir.

Recorde-se que, neste momento, o Sporting não detém a totalidade do passe de Geny, sendo que apenas 25% dos direitos do jogador estão na posse do clube de Alvalade. Nesta fase, os leões pretendem negociar o remanescente do passe com o Amora, que detém a maioria dos direitos desportivos de Geny, mas o emblema da Liga 3 exige 3 milhões de euros para negociar os 75% que conserva. De resto, para esta semana está agendada uma nova ronda negocial entre o presidente do Sporting, Frederico Varandas e os dirigentes do Amora, tal como o jornal “Record” avançou, de modo a chegar a um possível acordo para que os leões possam garantir a totalidade de Geny Catamo.

Além disso, o próprio jogador moçambicano só deve avançar para a renovação de contrato com o Sporting após ter este processo da compra do passe resolvido. Actualmente blindado por uma cláusula de rescisão de 45 milhões de euros, Geny Catamo tem contrato com o emblema de Alvalade até Junho de 2026.

Sete anos depois, o Ferroviário da Beira voltou a ser campeão nacional de futebol. Os “locomotivas” do Chiveve sagraram-se, este domingo, campeões nacionais ao derrotarem, em casa, a Associação Desportiva de Vilankulo, em jogo inserido na vigésima segunda e última jornada do Moçambola 2023.

Amadu, aos 86′, marcou o “golo de ouro” que valeu o título o segundo título ao  Ferroviário da Beira no Moçambola.

Os beirenses campearam com 39 pontos, mais um que a Associação Black Bulls que, na derradeira jornada, derrotou o Ferroviário de Lichinga, por 1-0.

Feitas as contas, o Ferroviário da Beira terminou o Moçambola 2023 com um total de onze vitórias, cinco derrotas e seis empates.

O seu saldo, ao longo de 22 jornadas, foi de 27 golos marcados (segundo melhor ataque depois da Black Bulls com 30) e 18 sofridos.

“Foi um jogo difícil. Nós sabíamos que a Associação Desportiva de Vilankulo não iria facilitar a nossa vida. Percebemos, logo, que tínhamos de dar o nosso melhor para conquistar o título. Quero, desde já, dar os parabéns aos meus jogadores”, disse Hélder Duarte, treinador do Ferroviário da Beira ao RM Desporto.

A 34ª edição do Campeonato Africano das Nações Costa do Marfim  2023 vai decorrer ao ritmo de “Akwaba”, o nome dado ao hino oficial da competição, divulgado na última terça-feira, pela Confederação Africana de Futebol (CAF) e pelo Comité Organizador Local.

O lançamento do nome oficial do hino aconteceu dias depois das duas instituições (CAF e LOC) terem revelado o nome da bola oficial, “Pokou”, em homenagem ao antigo craque ivoirense Laurent Pokou, e da mascote Akwaba, um termo que numa das línguas nacionais da Côte d’Ivoire significa “Boas-vindas”.

“Akwaba” é uma música produzida pela “Global Universal Music Africa” que, para além de integrar o tema “Orgulho do Futebol Africano” para o torneio, incorpora uma declaração de amor à modalidade, um tributo à diversidade cultural do continente e à hospitalidade da Côte d’Ivoire, quando África se reunir, de 13 Janeiro a 11 de Fevereiro de 2024, para a 34ª edição do evento.

A obra musical foi criada pelo grupo ivoiriense Magic System, autor do sucesso “Premier Gaou”.Espera-se que “Akwaba” tenha impacto no continente africano e no mundo.Por outro lado, ao contrário do que aconteceu na edição de 2021 do Campeonato Africano das Nações em futebol, em que tinha sido autorizada a inscrição de 28 jogadores para cada país apurado, devido à pandemia da Covid-19, a Confederação Africana de Futebol decidiu recuar na 34ª edição. Neste contexto, em cartas enviadas às federações dos países apurados, a CAF decidiu que cada um deve enviar uma lista final de no máximo 23 jogadores.

Na mesma nota, o órgão reitor do futebol africano solicita que os países participantes devam mandar uma pré-lista de 55 jogadores à CAF, até impreterivelmente no dia 13 de Dezembro do ano corrente.

 

FIFA FORMA 23 OFICIAIS AFRICANOS

A Confederação Africana de Futebol (CAF) e 23 oficiais de diversas associações africanas participaram da primeira edição da Cúpula de Segurança da Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA), realizada na sede da instituição mundial em Zurique, Suíça, revela o site CAFOnline.com, na edição de terça-feira.O seminário que decorreu entre os dias 25 e 26 de Outubro coincidiu com uma cerimónia de formação, que viu os 23 Oficiais de Segurança das Associações Membro da CAF se formarem no capítulo de Salvaguarda do Desporto da FIFA, um programa de 24 meses projectado para munir os participantes com vasto leque de habilidades e conhecimentos de defesa no futebol.

A CAF tem realizado um grande esforço em todo o continente, monitorizando seminários com as 54 Associações-Membro, para capacitá-los na implementação dos princípios de salvaguarda da instituição, o que tem incluído a nomeação de Oficiais de Segurança em cada um dos seus associados.

A caminhada, ou melhor, a história repete-se: pelo segundo ano consecutivo, a Associação Desportiva de Vilankulo atinge às meias-finais da Taça de Moçambique ZAP.

Depois de, ano passado, ter caído aos pés do Ferroviário da Beira  (com quem perdeu por 3-1)  no Estádio Nacional do Zimpeto (ENZ), a  Associação Desportiva de Vilankulo quer fazer diferente este ano.  

Os “hidrocarbonetos” terão pela  frente,  nas meias-finais a realizarem-se  no  dia 22   de Novembro, na Beira, a União Desportiva do Songo.   

No historial de confrontos entre as duas formações, este ano, a Associação Desportiva de Vilankulo venceu a União Desportiva do Songo, por 1-0.

Na Vila Songo, houve, e como, um “revanche” com a União Desportiva do Songo, gigante, a golear os visitantes por 4-1.

A caminhada da Associação Desportiva começou a 14 de Junho último, quando de deslocou à Maxixe, Zonde venceu a União Desportiva local por 2-1, em desafio realizado no Campo Municipal Valdemar de Oliveira Fernandes. O duelo contava para a terceira ronda da fase provincial de Inhambane da Taça de Moçambique ZAP.

Depois, a 18 de Junho, a Associação Desportiva de Vilankulo derrotou, na final da fase provincial, a formação do Ferroviário de Inhambane, por 3-1. Seguia, desta forma, para a fase regional onde subiu o nível de exigências. 

Enorme, a Associação Desportiva de Vilankulo vestiu o fato macaco e goleou, a 6 de Julho, o Ferroviário de Maputo por 3-0. 

Jaime, aos 9′, Betinho, aos 55′, e Arabama, aos 90′, derrubaram o detentor do troféu da Taça de Moçambique ZAP.

Seguiram-se os quartos-de-final, em meio a viagens desgastantes, com uma deslocação ao bairro de Hanhane, na Matola. A Liga Desportiva de Maputo, que afastara o Desportivo na fase anterior, era o adversário que se seguia. Não tremeu o conjunto de Antero Cambaco que, numa tarde de sábado de 2 de Setembro, goleou os donos da casa por 3-0.

Estrela da companhia,  Parkim bisou (26′ e 76′) e Hilário, na marca dos 11 metros, completou a sinfonia. Liga Desportiva de Maputo arrumada!

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