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O “Moments of jazz” é sem dúvida um novo paradigma na produção de espectáculos em Moçambique. A série de concertos que agita Maputo há quatro anos resgata o público que já não tinha fé em espectáculos que concretizam seus sonhos, ao ver artistas que se celebrizaram nos anos passados e que marcaram gerações a actuarem em Moçambique. A título de exemplo, mencionam-se os músicos Gerald Albright, Norman Brown, Euge Groove, Kirk Whalum, Marcus Miller, Richard Bona, Kool & The Gang e George Benson, só para citar alguns num total de 19 espectáculos realizados.

Depois de cruzar três monstros da guitarra, em Março último, Norman Brown, Jimmy Dludlu e João Cabral, o “Moments of Jazz” vai, mais uma vez, brindar os sedentos de boa música com a presença de mais um ícone da música internacional: Billy Ocean.

Pela primeira vez em Moçambique, com o espectáculo agendado para dia 22 de Setembro, no Campus principal da UEM, o célebre artista de 67 anos vem partilhar o melhor do seu blues, pop e soul divulgados num universo de 18 álbuns.

O responsável da BDQ, organizadora dessas tertúlias musicais refere que “o que motivou o convite ao músico é o seu sucesso musical no mundo e a oportunidade de tê-lo em Moçambique ainda no auge da sua carreira”.

Segundo Belmiro Quive, a escolha dos músicos internacionais para estes eventos que já são uma marca de prestígio em Moçambique é determinada pelo perfil do “show” que é feito no quadro do projecto “Moments os jazz”. Este critério, como explica Quive, não é exclusivo aos músicos estrangeiros. Para se ter noção do que o administrador diz, o espectáculo de Billy Ocean vai contar com músicos como Fernando Luís, Miguel Xabindza e Sérgio Butler.

Quive não tem dúvida de que estes três nomes estão à altura de dividir o palco com o autor de “When the going gets tough”, entretanto, não quis aprofundar sobre o critério de selecção dos músicos. “Há muitos segredos de produção que não são partilhados e a selecção dos músicos também obedece a um critério que, muita das vezes, faz parte do nosso segredo de produção”, contou.

Segredos à parte, o melhor é que realmente os anfitriões não costumam decepcionar, que o diga quem ouviu as guitarras de Jimmy Dludlu e João Cabral.

O nosso interlocutor assegurou-nos ainda que se prevê um espectáculo sem igual, pois está a ser preparado ao mínimo detalhe. “Queremos que seja mais um “show” de sucesso e que os fãs de Billy Ocean não se arrependam de o terem esperado”, secundou.

Billy Ocean nasceu a 21 de Janeiro de 1950 no Trindade e Tobago, mas cedo emigrou para Inglaterra para aprender música na década de 1970. Tem um vasto repertório e algumas músicas usadas como trilhas sonoras de vários filmes.

Imaginemos…. Uma jovem dos seus 18, 20 ou 22 anos de idade. Enfermeira, que sai de Maputo, em plena guerra, para ir exercer a profissão em Cuamba, Niassa. Bonita, com voz suave e atributos inigualáveis. Agora, imaginemos essa jovem deslumbrante, entre a força e os assédios dos soldados, a escolher apenas um para entregar o seu coraçãozinho cor-de-rosa. A jovem aprende a amar em plena guerra, no meio de tiros, ódio, rancor e traição. E, quando o amor parece triunfar, mesmo perto de Cuamba, seu destino, Taiar, o homem que a jovem escolheu, morre, depois de ser baleado. Esta é a estória da Rosa, personagem de “Comboio de sal e açúcar”, filme de Licínio Azevedo, que, finalmente, estreou ontem, nas duas salas da Lusomundo, em Maputo, em simultâneo.

Adaptado pelo poeta Luís Carlos Patraquim, do livro com o mesmo título de Licínio Azevedo, “Comboio de sal e açúcar” juntou um elenco de grandes actores, que, de facto, fazem do filme uma obra-prima do cinema moçambicano, que, pelo argumento, tem capacidade de, na viagem ferroviária, conduzir os espectadores a tantas outras: pelo tempo, pela história, pela dor escondida nas cicatrizes dos que viveram a guerra dos 16 anos e, fundamentalmente, pela memória.

A propósito de memória, momentos antes da estreia, depois de se referir ao empenho que Samora Machel teve na criação e do Instituo Nacional de Áudio Visual e Cinema (INAC), Azevedo disse que é importante preservar o cinema, porque “um país sem cinema é um país sem memória”. E, nesse aspecto, o filme é um livro aberto que concilia arte e conhecimento, sem deixar o drama, o suspense longe da expectativa de quem com os olhos abertos vê com quantos litros de sangue derramado foi feito o país que, agora, “está de volta”. Por onde andou?

Na Lusomundo, além do filme com cerca de duas horas, o auditório contou com a presença dos actores. Os ministros dos Combatentes e do Interior não quiseram perder a oportunidade, e fizeram à sala para ver na tela o que traduz a alma de um povo, preto no branco, com a mestria que compõem grandes produções. “Comboio de sal e açúcar” é um desses filmes, por isso Djlama Lourenço, do INAC, fez questão de lembrar que o foi premiado em festivais internacionais, como o do Cairo, Egipto (Melhor Realizador), e de Joanesburgo, África do Sul, (Melhor Longa Metragem)

A tropa de elite do filme que é de Moçambique para os moçambicanos

O sucesso deste “Comboio” não se fez ao acaso. Uma equipa vasta juntou-se para o efeito. Além dos actores: Matama Joaquim, Melanie Rafael, Abdil Juma, Thiago Justino e Sabina Fonseca, a obra contou com serviços de Ukbar Filmes (que aposta em jovens realizadores portugueses em Portugal), Ébano Multimédia (uma das mais antigas produtoras moçambicanas de cinema e vídeo), A Les Films de l’Étranger (que co-produz, na Europa e in-ternacionalmente obras premiadas), Urucu Média (pequena equipa dedicada a alimentar vozes autênticas no cinema africano) e Panda Filmes (que deixou sua marca na cena audiovisual brasileira). “Comboio de sal e açúcar” foi produzido por Pandora da Cunha Telles e Pablo Iraola, e co-produzido por Licínio Azevedo, Philippe Avril, Beto Rodrigues, Tatiana Sager, Elias Ribeiro e John Trengove.

O poeta e romancista Adelino Timóteo está em Maputo, e fará parte da Mesa Literária, iniciativa do Movimento Literário Kuphaluxa.

Ao encontro desta quarta-feira, com outros autores, Timóteo leva o livro mais recente: "Os oito maridos de Dona Luíza Michaela da Cruz”, pretexto para uma conversa aberta, da qual resultará a presentação da obra publicada sob a chancela da Alcance Editores.

O interesse de Adelino Timóteo em participar na sessão marcada para 17h, no Centro Cultural Brasil-Moçambique, tem que ver com o facto de a capital possuir muitos leitores. Além disso, o escritor sente-se atraído pela ideia de poder proceder ao lançamento do seu último romance em Maputo por via de uma conversa, depois de ter sido lançado em Portugal e na Beira. “Isto cria um clima e ambiente propício para o calor humano, o calor entre o autor e os seus leitores, sabido que a última vez que cá estive para lançar um livro foi em Novembro de 2015", lembrou o escritor.

Porque Adelino Timóteo tem uma imensa bibliografia, no dia da conversa estarão disponíveis outros títulos seus, como "Corpo de Cleópatra”.

A conversa com Adelino Timóteo estará subordinada ao tema ”Leitura e Escrita: o que fazer com a vontade de expressar os sentimentos”. De acordo com a organização, esta é uma “forma de iniciar um diálogo com jovens escritores e entusiastas sobre os processos de criação literária, as dificuldades, os medos e os principais desafios para compor uma obra literária. Mas também, trata-se de um tema transversal para leitores que poderão compreender o que se passa por dentro da obra e do criador da obra, tornando-se assim leitores competentes”.

Portanto, a Mesa do Movimento Literário Kuphaluxa é um espaço sustentado por troca de leituras entre escritores e amantes das letras, conta com a parceria do Centro Cultural Brasil-Moçambique e desafia-se a promover mais de vinte sessões com escritores de diferentes proveniências.

 

O grupo Katchoro, que recentemente participou no Festival Teatral Yesu, no Brasil, está de volta à Pátria Amada. E, como se impõe, o encenador, Guilherme Roda, partilhou as experiências colhidas naquele país americano. Na percepção do artista, além de ter sido óptimo participar no festival, também foi agradável lá estar porque foram muito bem recebidos, quer pela organização quer pelo público. A recepção foi tão calorosa que os actores moçambicanos sentiram-se em casa. Para o efeito, contou muito a performance no palco o facto de os brasileiros terem-se identificado com a temática da peça “Qual é a sentença: a mulher que matou a diferença”.

No Yesu Luso, Katchoro teve duas actuações, ambas com a mesma peça, uma no dia 2 e outra no dia 4 deste mês. Nas duas circunstâncias, mesmo devido à natureza do espectáculo intimista que o grupo levou ao Festival, a apresentação aconteceu num auditório com capacidade para 30 lugares. No entanto, por causa da adesão do público a sala recebeu mais 20 pessoas. Ainda assim, nem todos puderam ver “Qual é a sentença: a mulher que matou a diferença”. Alguns espectadores ficaram de fora, porque os bilhetes esgotaram.
Nos dois dias de exibição que Katchoro contou com uma audiência de 100 pessoas teve que adaptar o espectáculo devido ao espaço da actuação. Nada de inquietante, afinal, em nada interferiu o essencial. E quanto à aprendizagem? “Houve muita, tanto do ponto de vista de organização do festival, tanto do ponto de vista do aprimoramento da qualidade”, garantiu Roda, salientando: “gostamos ainda de lá estar porque percebemos que há uma tendência de se reivindicar um teatro ‘puro’, livre da subordinação à televisão. Porque, infelizmente, os brasileiros reportam que há muitos grupos que usam o teatro como forma de chegar às câmaras, o que põe em causa a qualidade da arte”.

Ao mesmo tempo que Katchoro actuava no Yesu Luso, no Brasil, participa também num outro festival, FITI, ainda a decorrer em Maputo, o que Guilherme Roda considera uma prova de muito trabalho de ascensão no panorama do teatro nacional.

“Qual é a sentença: a mulher que matou a diferença” é uma obra com 50 minutos e narra a estória de uma personagem julgada no tribunal como se fosse culpada pelo surgimento da luta pela emancipação das mulheres em vários cantos do mundo, a qual desencadeou outros combates, contra a violência doméstica e sexual. Dois actores fazem parte da peça: Assucena Daniel e Castigo dos Santos.

 

O Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa (FBLP) realizou, no recinto da Escola da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, em Songo (Tete), este fim-de-semana, uma feira de leitura.

O evento que decorreu com o lema “Os sentidos da leitura”, em parceria com a escola da HCB, abrangeu mais de 400 alunos, da 1ª a 12ª classes, e aproximadamente 40 professores. As actividades de animação cultural centradas na leitura e escrita criativa, atelier de pintura e desenho, projecção de filmes, dança e música contaram com o envolvimento dos pais e encarregados de educação.

A cerimónia de abertura foi dirigida pelo Presidente do FBLP, Nataniel Ngomane, e contou com a presença do Director da Escola da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, Virgílio Lemos, Director pedagógico da Escola da HCB, Eurico Jorge, Director Distrital de Educação e Desenvolvimento Humano da vila de Songo, o músico e compositor D’Manyissa e Directores de outras instituições de ensino de Songo.

A Feira de Leitura é uma iniciativa introduzida pelo Fundo Bibliográfico de Língua Portuguesa, como ferramenta através da qual se promova o gosto pela leitura, como acto de prazer e requisito para emancipação social e promoção da cidadania. Neste contexto, a leitura proposta para esta feira foi através da oralidade, do livro, da música, das artes plásticas e das artes performativas, com o objectivo de impulsionar a compreensão do mundo que nos rodeia.

Na feira, os participantes puderam partilhar conhecimento e experiências sobre e técnicas de ensino e promoção da leitura.
Os vencedores dos concursos de redacção, declamação de poesia,  desenho e pintura receberam prémios em livros diversos (dicionários, gramáticas, livros da literatura moçambicana, literatura geral, literatura infantil) e um certificado de participação. A escola anfitriã foi atribuída um certificado de honra.

As partes envolvidas manifestaram o desejo de continuar com a parceria para a realização de feiras similares em outras ocasiões.
Ainda em Songo, o FBLP renovou um memorando de entendimento para os próximos cinco anos com Pedro Conceição Couto, PCA da Hidroeléctrica de Cahora Bassa, que concerne a realização da Feira do Livro de Songo, que vem sendo efectuada anualmente desde 2012.
 

 

 

50 instituições em África unem-se para partilhar a história de Ousmane Sembene, o “pai do cinema africano”, que passou décadas a moldar um cinema relevante para o continente.

Através do projecto Sembene Across Africa, um evento de três dias (9, 10 e 11 deste mês) escolas, museus, centros culturais e ONGs oferecem exibições gratuitas em streaming do galardoado documentário “Sembene!” Moçambique também fará parte, representado pela Mahla Flmes.

O documentário, concebido pelo biógrafo de Sembene, concorreu para os festivais internacionais de cinema Sundance e Cannes, foi exibido em todo o mundo e foi incluído em sete listas dos melhores filmes de 2015, incluindo uma lista dos dez melhores desse ano publicada pela revista New York.

Esta acção é possível com financiamento da Ford Foundation e do Sundance Institute, e de esforços por parte de cineastas ao nível local, como é o caso da Mahla Filmes no país.

Todos os eventos incluem sessões de conversa após a exibição do documentário, muitas destas apresentadas por académicos e cineastas.

Além das exibições, irão realizar-se seminários em Dakar, no Senegal, Ouagadougou, no Burkina Faso, e também na Guiné Conacri.
A proeminente equipa de conselheiros, produtores e consultores do projecto inclui até ao momento Ngugi Wa Thiong’o (Quénia), Fatou Kande Senghor, Ousmane Sene e Rama Thiaw (Senegal), Gaston Kabore (Burkina Faso), Samanta Etane e Issa Nyaphaga (Camarões), Dr. N. André Siamundele (República Democrática do Congo), Fibby Kioria (Uganda), Mickey Fonseca (Moçambique).

Este projecto é motivado pela vontade de Sembene – que ele não conseguiu realizar em vida, depois de 50 anos de trabalho dedicado – de devolver as histórias africanas aos povos africanos.

Sembene: Entre o livro e o filme

Ousmane Sembène nasceu a 1 de Janeiro de 1923, em Dacar, Senegal, e morreu a 9 de Junho de 2007. Foi um director de filmes, produtor, escritor e militar, tendo participado nas campanhas de Itália e Franca, contra o fascismo e nazismo. É frequentemente denominado Pai do Cinema Africano. Ao longo da sua vida, escreveu 10 romances e realizou 13 filmes, como “Niaye”, “Xala”, “Ceddo”, “Faat Kiné” e “Moolaadé”.

 

O Prémio Camões de 2017 foi esta quinta-feira atribuído ao poeta e romancista Manuel Alegre, que se torna assim o 29.º autor a receber a mais importante consagração literária da língua portuguesa, informa o jornal Público.

O prémio, no valor de cem mil euros, foi anunciado na sede da Biblioteca Nacional brasileira, no Rio de Janeiro.

O nome de Alegre foi escolhido por um júri que integrou as ensaístas portuguesas Maria João Reynaud e Paula Morão, os académicos brasileiros José Luís Jobim de Salles Fonseca e Leyla Perrone Moisés, o poeta cabo-verdiano José Luiz Tavares e o especialista moçambicano em literaturas africanas Lourenço do Rosário.

Instituído em 1988 pelos governos de Portugal e do Brasil, o prémio Camões é atribuído a “um autor de língua portuguesa que tenha contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua comum”, diz o respectivo protocolo, na sua versão revista de 1999. O acordo impõe que o prémio seja alternadamente atribuído em território português e brasileiro, e a sua história sugere que tem também prevalecido a intenção de equilibrar o número de vencedores portugueses e brasileiros, bem como a preocupação de fazer representar as várias literaturas africanas.

Antes do prémio agora atribuído a Manuel Alegre, o Brasil, com 12 premiados, tinha apenas mais um do que Portugal, que estreou a galeria com Miguel Torga, o primeiro escritor a receber o Camões, em 1989.

José Craveirinha foi o primeiro autor africano a receber o Camões, em 1991. Em 1997, Pepetela, então com 56 anos, tornava-se simultaneamente o primeiro angolano e o mais jovem autor de sempre a ser galardoado com o prémio, que só voltaria à literatura africana em 2006 para reconhecer a obra do angolano Luandino Vieira, que recusou o galardão. Em 2009, venceu o poeta cabo-verdiano Arménio Vieira, e  Mia Couto, em 2013.

 

 

O conceituado estilista moçambicano Pinto Música está a trabalhar na divulgação dos direitos das crianças e a desenvolver uma colecção de roupa infantil.

Segundo o artista, que agora é embaixador dos direitos da criança na Visão Mundial – uma organização sem fins lucrativos –, o objectivo do trabalho é ajudar as crianças, do país, a desenvolverem-se num ambiente saudável. “No projecto, eu defendo várias causas, dentre elas, a prevenção dos casamentos prematuro e combate à violência contra criança”, introduziu.

No que se refere a criação de roupas infantis, o estilista tem como foco tornar a sua arte numa alternativa de diversão e ofício para a pequenada. “Eu quero pegar na moda e mostrar as crianças que elas podem divertir-se, criar e ocupar-se. Para mim, a moda é uma área de saber e conhecimento. Ajuda a exercitar a mente da criança”, explicou.

Actualmente, Pinto Música tem viajado pelo país e trabalha directamente com as crianças, divulgando os seus direitos e disseminando mensagens de advertência. “Nós comunicamos com elas e mostramos que podem crescer, estudar e desenvolver, independentemente do meio social em que estejam envolvidas”, frisou.

Para Pinto, as crianças e os idosos são duas camadas que devem receber uma atenção especial de toda a sociedade. E, fazer parte deste projecto, que envolve a criança, é uma grande satisfação. “Proteger uma criança é proteger o futuro. Se nós queremos o país melhor, precisamos ter adultos bem formados”, acrescentou.

Para além da colecção infantil, o estilista tem outras ideias, mas preferiu manter em segredo.

Recorda-se que Pinto Música tem-se destacado pela sua originalidade na criação de vestidos de noiva e gala; e em 2014 foi vencedor do prémio estilista emergente no Mozambique Fashion Week (MFW).

O Festival Internacional Teatro de Inverno (FITI) continua em exibição na cidade de Maputo. Depois de Ladimash, Ku Hlanganheta, Oásis e ECA, chegou a vez de mais grupos exibirem as suas obras. São os casos de La Donna e Mobile (Alemanha), Katchoro, Madoda, Gungu e Mugachi (Moçambique).

O primeiro grupo a subir ao palco do FITI, sexta-feira, será La Donna e Mobile, às 18h, no Centro Cultural Franco-Moçambicano. Os actores da Alemanha vão apresentar a peça intitulada “O piano sem tecto”. No mesmo dia, o Franco irá receber mais um grupo: Katchoro, com a peça “O casal palavrakis”, a partir das 19:30h.

No sábado, as sessões de teatro irão continuar com mais dois grupos, nomeadamente, Madoda, que vai exibir, às 18h, a peça “Sociedade em apuros”, e Gungu, que leva ao palco do Franco-Moçambicano, às 19:30h, “Pátria de esperança”.

Domingo, uma vez mais, o grupo Ladimash irá apresentar uma peça, no Teatro Avenida. No entanto, para a segunda aparição no FITI os sul-africanos levam consigo a peça “2 late”, às 18h.
Por fim, neste fim-de-semana, o Teatro Avenida vai receber a peça “Mekanou”, do grupo Mugachi.

O Festival Internacional Teatro de Inverno, organizado pela Associação Cultural Girassol, encontra-se na sua 14ª edição, e prolonga-se até dia 25 deste mês. O evento conta com a participação de grupos provenientes da África do Sul, Angola, Portugal e Alemanha, além dos moçambicanos.

 

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