O LOMWÉ DO CANIÇADO
Estamos em 1992. Sob o sol quente de um dia que parecia carregar em si os ventos da história, eu e a minha mãe empreendemos
Estamos em 1992. Sob o sol quente de um dia que parecia carregar em si os ventos da história, eu e a minha mãe empreendemos
Setenta por cento dos deslocados devido à guerra em Cabo Delgado já retornaram às suas zonas de origem. A informação foi revelada, esta sexta-feira, pelo
Falar do meu percurso é falar das leituras que eu fiz no decurso da minha vida. Não posso falar de mim mesmo sem me referir
Na minha experiência de leitor de poesia, e sempre que me ponho a reflectir sobre a natureza e os processos criativos que dão origem a
Na nossa sociedade, de entre as boas e más práticas, há uma que eu considero constituir um grande entrave ao desenvolvimento individual e colectivo. É
Por Armando Artur Acontece um pouco por todo o lado, e de forma recorrente, o público leitor ser presenteado com peças textuais publicadas tanto nas
Aqui estou no meu rico e empobrecido continente. Vocês sabem que nunca vos pedi asilo nenhum nem por terra, nem pelas nuvens,
Este é um tema complexo, uma vez que acaba sempre por nos remeter para a velha questão: Escrever para quê? Ou seja, para que serve
Terra Sonâmbula, 1992, é o quarto livro do escritor moçambicano Mia Couto, e seu primeiro romance. Esta obra, não só olhando por aquilo que é
Eu tenho cá para mim que os grandes booms literários acontecem sempre em tempos de grandes crises. Estes ocorrem justamente quando a literatura, pela sua