O País – A verdade como notícia

Depois da eliminação de quatro grupos na última semana, os grupos que seguiram para esta terceira gala da nona edição do FestCoros subiram ao palco com o objectivo de arrancar a pontuação máxima do corpo de júri e de convencer o público a votar cada vez mais.

No fim da gala, que se realizou no Auditório Municipal Carlos Tembe, na Matola, deu-se a conhecer que o Grupo Coral LENMED-Hospital Privado de Maputo foi o grupo mais votado da última semana. Na segunda posição, manteve-se o Grupo Coral Evangelho e na terceira posição ficou o Grupo Coral Tchivirika África.
Por insuficiência de votos, foram eliminados os grupos corais Ramat Leck, One Gospel, Internacional IDV.

Nesta gala, o corpo de júri foi muito rigoroso, facto que de certa maneira surpreendeu aos concorrentes.

 

A Cerimónia de Abertura da 17ª edição do Ciclo de Cinema Europeu, na Beira, em Sofala, vai decorrer no Camões – Centro Cultural Português, Pólo da Beira, às 18h00 do dia 24 de Maio, com a exibição do filme espanhol «Primos».

Nesta edição, segundo um comunicado da instituição, Portugal vai participar com o filme "Ruth", de António Pinhão Botelho, que será apresentado no dia 31 de Maio, às 18h00, também no Camões da Beira.

Ruth retrata a sociedade portuguesa metropolitana e ultramarina no início da década de 60. É também a história de um mito do futebol, em todo o mundo: Eusébio, moçambicano que se tornou numa lenda no mundo de futebol nas terras lusas.

Durante a 17ª edição do Ciclo de Cinema, serão apresentados 11 filmes europeus produzidos nos últimos anos, muitos dos quais foram premiados e são exibidos pela primeira vez.

Nesta 17ª edição, o Ciclo de Cinema Europeu, que resulta da colaboração entre várias Embaixadas e Institutos Culturais de países europeus e da Delegação da União Europeia em Moçambique, volta a decorrer não só em Maputo, mas também na Beira e em Quelimane devido ao sucesso da edição do ano passado nestas duas cidades.

Na Beira, os eventos serão exibidos no Camões, Universidade Pedagógica, Auditório Municipal NovoCine, UniZambeze e na Casa do Artista.

Nos dias 22 e 23 de Maio serão também exibidas 6 Curtas de Cinema de Realizadores dos PALOP no Camões da Beira.

 

Foi descoberto, esta esta semana, um pote de cerâmica que prova que já havia povos que faziam trocas comerciais, na Ilha de Moçambique, muito antes da chegada dos portugueses.

O pote, com mais de 500 anos, evidencia a existência, na Ilha de Moçambique, de populações que, muito antes dos portugueses, já faziam o comércio com outros povos. Os pedaços desse pote de cerâmica carregam informação histórica preciosa, segundo revelou Ricardo Teixeira Duarte, arqueólogo há mais de 45 anos, que está envolvido na instalação do Centro de Arqueologia, Investigação e Recursos da Universidade Eduardo Mondlane, que deverá funcionar na Fortaleza São Sebastião, na Ilha de Moçambique.

“Vemos cerâmica decorada, com motivos decorativas, que pertence a tradição que designamos cerâmica sankur. Nós calculamos há mais ou menos século XVI. Quando Vasco da Gama aqui chegou (foi o primeiro europeu que chegou aqui), ele encontrou uma pequena povoação (…) então viviam aqui na Ilha populações, antes dos portugueses chegarem. Aqui estão os vestígios desse povoamento que existia antes de chegarem os portugueses”, disse.

Durante o processo de retirada, o pote foi se quebrando, mas o facto não retira o valor da importância da descoberta, no entanto, precisará de um trabalho para restaura-lo,

E porque 05 de Maio é dia do Património Mundial Africano, a Ilha de Moçambique, também Património Mundial da Humanidade, acolheu as celebrações da data, marcada por uma marcha que reuniu jovens dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, PALOP.
Este ano, a Ilha de Moçambique celebra 200 anos de elevação à categoria de cidade.

 

Wonaistosee e Kongoloti Records convidaram os músicos moçambicanos TRKZ, Rita Couto, Iron B11 e o sul-africano Nonku Phiri para fazer parte de um concerto musical que terá lugar no Centro Cultural Brasil-Moçambique, amanhã, em Maputo.

Dos convidados, Ailton José Matavele (TRKZ) é rapper, compositor e produtor baseado em Maputo. Em 2017, TRKZ lançou a EP Filhos da terra e fez inúmeros concertos em Moçambique e Portugal.

Rita Couto é artista em diversos domínios nas artes performativas. Com uma enérgica presença em palco, a cantora do loop em indie e soul cativa facilmente.

Iran Campos, mais conhecido por Iron B11 é rapper, produtor e realizador. Formou o colectivo T.Z.OVA e produziu todos os seus lançamentos. Na verdade, Iron B11 começou a gravar em 2009, mas só em 2011 começou a dedicar-se seriamente à música.

Todos os artistas têm em comum o amor pela arte, neste caso a música.

O primeiro evento, que aconteceu em Fevereiro deste ano, reuniu a camaronesa/neo-zelandesa Estère e os moçambicanos Nandele e Mark Exodus.

Wonalivesessions são eventos virados para a criação artística afro-futurista, e, também, é uma alternativa para os eventos nocturnos de Maputo, com oferta diferente. A selecção dos artistas é feita dentro deste conceito, em todas as estações.

 

A Directora Artística do projecto Xiquitsi, Kika Materula, disse, hoje, que vai homenagear José António Abreu, por meio de um projecto de inserção colectiva, através da música, que vai beneficiar adolescentes e jovens dos vários cantos da cidade, numa primeira fase, e, depois, a nível nacional.

Kika diz ainda que os moçambicanos são mais próximos dos instrumentos, e que, com o passar do tempo, já não precisa explicar a cada jovem nome de cada instrumento. De acordo com Kika, Xiquitsi devia ser motivo de orgulho pelas mudanças que tem feito no seio da juventude moçambicana.

“O sonho de ver jovens e crianças moçambicanas a tocar aquilo que era instrumento de ‘brancos’, era considerados instrumentos dos outros, do colono, que vem da Europa, era tudo menos algo que nós podíamos chamar por tu”, referiu, acrescentando: “hoje, o Xiquitsi trata o violino, contrabaixo, piano, clarinete, precursão por tu”, disse Materula.

Kika afirmou ainda que o Xiquitsi é hoje uma realidade, graças à generosidade de um vasto leque de patrocinadores, parceiros e apoios, sem os quais nada do que foi feito teria sido possível, por isso, aproveitou a ocasião para endereçar agradecimentos.

Diferente dos anos passados, Xiquitsi terá cinco séries de concertos e está a enveredar esforços para aumentar o número de artistas moçambicanos a participar nos concertos.

 

Como de costume, o Centro Cultural Franco-Moçambicano (CCFM), em Maputo, apresenta obras de arte, mas, desta vez, trata-se da exposição de pinturas do artista português. A obra é intitulada “Itinerâncias relativas”, e foi disponibilizada ao público na noite desta quarta-feira.

“Itinerâncias relativas”, de João de Azevedo viajou pelo mundo, e, através da pintura, tenciona mostrar às pessoas diversas manifestações sociais e culturais, de pessoas em busca da liberdade e melhores condições de vida.

Com a exposição aberta no Franco-Moçambicano, “Itinerâncias relativas” é o resultado de mais de 50 anos de carreira de João de Azevedo.

João de Azevedo está no país desde 1 de Abril, e diz que foi tempo suficiente para organizar a exposição. São no total 58 pinturas com diferentes manifestações sociais e culturais pelo mundo, e trechos retirados de livros, cartazes e filmes para educação de camponeses, entre os períodos de 1966 -2016.

A exposição aberta no Franco-Moçambicano até dia 16 deste mês.

João de Azevedo nasceu em Portugal, em 1950, e trabalhou em Moçambique por 11 anos, de 1977 a 1988, país pelo qual tem um carinho especial. Motivo mais do que suficiente para agora regressar e expor suas obras plásticas.

 

O espectáculo de Paco Montalvo, “Alma do violino flamenco”, vai decorrer amanhã, às 20:00h. Montalvo é considerado um dos melhores violinistas do mundo, tendo sido nomeado e premiado mais de dez vezes.
Assim, tem sido aclamado no Carnegie Hall de Nova Iorque, nos EUA, e acompanhado pela New England Symphonic Orchestra, segundo o site EMO.

A actuação do violinista surge no âmbito da cerimónia de abertura do 17.º Ciclo de Cinema Europeu, que traz o melhor da 7ª arte do velho continente a Moçambique, a partir do dia 3 deste mês a 28 de Agosto, nas cidades de Maputo, Beira e Quelimane.

Em Maputo, os filmes poderão ser vistos no Centro Cultural Franco-Moçambicano, do dia 3 a 13 do mês em curso. Já na Beira e Quelimane, as exibições vão decorrer do dia 22 deste mês a 6 de Junho e 22 a 25 de Agosto, respectivamente.

Durante o Ciclo, serão apresentados 12 filmes europeus produzidos nos últimos anos, muitos dos quais foram premiados. Haverá ainda um programa paralelo com documentários, workshops, debates e filmes para crianças.

O espetáculo de música e flamenco vai acontecer no Polana Serena Hotel, e as entradas são gratuitas.

 

Não fosse uma visita anunciada, o Dia Internacional do Jazz, que se celebrou hoje, teria passado como tantos outros na Enfermaria de Oncologia do Hospital Central de Maputo. Graças a iniciativa da More Promotions, vários músicos, sobretudo de tenra idade, foram tocar saxofone aos pacientes daquela repartição.

Na verdade, a comitiva, igualmente constituída por diversos judocas, como Edson Madeira, chegou ao Hospital Central por volta das 15h. Poucos minutos depois, Satish Tulsidás, o médico em serviço, recebeu-os a todos de braços abertos, dando a permissão, à entrada, para que a solidariedade caminhasse, de corredor em corredor até ao encontro dos enfermos, débeis, encurralados entre a solidão das quatros paredes de um quarto. Naquele instante, Moreira Chonguiça e os Big Band entraram e seguiram o corredor à direita, que os permitiu chegar ao quarto número 1 da Oncologia. Lá estavam quatro mulheres, entre os 33 e os 60 anos de idade, tentando conversar com o silêncio. Com a excepção de uma, todas deitadas. Então Chonguiça apresentou-se às pacientes: Sara, Mílvia, Celina e Joaquina. As primeiras duas, com 33 e 35 anos respectivamente, reconheceram o saxofonista. No entanto, envergonhada, Mílvia fugiu, mas acompanhou tudo à meia distância.

Feitas as apresentações, Moreira Chonguiça começou a soprar o seu sax, tocando “in a sentimental mood”. Enquanto tocava, Sara, visivelmente abatida, com um capuchinho à cabeça, sorria como quem absorve a magia e o poder do saxofone. O sorriso deve ter espantado a doença por alguns instantes e contagiado o saxofonista, que ficou hipnotizado ao soprar. “Sentimo-nos bem com a música tocada. Gosto da música do Moreira, que o conheço de televisão. Seria bom que tivéssemos iniciativa destas todos os dias”, exprimiu-se Sara, ouvindo Mílvia a seguir, sua colega de quarto: “Gostei do gesto. A visita veio lembrar-nos que não estamos só. Agora, ficaria feliz se o Moreira voltasse aqui ao hospital e tocasse só para mim”.  

A visita prolongou-se por mais quartos, nos quais Moreira Chonguiça e More Jazz Big Band tocaram “All blues”, com o sentimento de quem sabe quanto custa perder um familiar que cedeu ao cancro: “Eu, pessoalmente, já perdi uma pessoa na família por causa de cancro e não é uma coisa bonita. Mas é importante sabermos que temos que viver com isto. Para podermos combater a doença, temos que a aceitar; para podermos vencê-la, temos que a perceber. E nós só percebemos estando presente. Esta é das coisas mais especiais que nós já fizemos”, confessou Moreira Chonguiça.

A pretensão da More Promotions é de, uma vez por mês, promover este tipo de iniciativa – explica Chonguiça –, “em que vamos visitar a quem precisa para que possamos voltar a casa e podermos levar uma mensagem boa às nossas famílias”.

Além de música, os pacientes de Oncologia ganharam um lanche da Pizza Hut.

Nas próximas três semanas, acompanhado de More Jazz Big Band e outros músicos, Moreira Chonguiça vai visitar a Escola Especial de Maputo, com o mesmo propósito. Bem dito, a visita deveria acontecer esta terça-feira, mas, devido aos exames, teve que ser adiada.
Momentos depois de comemorar o Dia Internacional do Jazz na Oncologia, os visitantes levaram “All blues” a mais cidadãos da cidade de Maputo: vendedeiras, engraxadores de sapatos e peões, afinal, segundo Moreira, “saber ser e estar não se baseia apenas em teorias de livros, a prática é importante”.

 

Moreira Chonguiça – Saxofonista/ More Promotions
"A maior forma de terapia não são só os medicamentos; a maior forma de terapia não são só as instruções médicas, mas, sim, a arte, em particular a música. Por isso a própria Direcção do Hospital foi muito receptiva em relação à nossa iniciativa. Se queremos viver numa sociedade inclusiva, devemos de dar atenção a outras pessoas que enfrentam outros desafios, neste caso, os doentes com cancro. Tocar para pacientes que precisam é realmente muito especial".

Satish Tulsidás – Médico
"Temos colaborado com o Moreira Chonguiça há alguns anos. Ele falou-nos desta iniciativa inserida no Dia Internacional do Jazz e achamos que sim, porquê não? Os doentes estão aqui internados e um bocadinho do carinho das pessoas e dos músicos, de certa maneira, põe a moral dos doentes em alta porque a música ajuda. Várias instituições têm apostado em usar a música como um efeito terapêutico e, para nós, também é uma grande valia".

Kelton Massinga – More Jaz Big Band
"Normalmente, quando vamos tocar, a emoção é maior e ficamos felizes por isso. Mas desta vez foi tudo muito diferente, a mensagem que trouxemos também foi diferente. Nós viemos à Enfermaria de Oncologia do Hospital Central de Maputo para mostrar que, através da arte, nós podemos curar. Acho que esta iniciativa é das coisas mais importantes que nós já fizemos como grupo".

Guilherme Zandamela – More Jaz Big Band
"Moveu-me vir tocar aqui no Hospital saber que se trata de uma experiência diferente. Não me lembro de ter tocado num ambiente deste tipo, numa situação delicada. Penso que é uma causa nobre incluir a arte no contexto hospital. Penso que assim podemos ajudar os doentes a reconfortarem-se. É um gesto nobre vir aqui tocar".

 

Com uma mão cheia de anos e vários concertos, o projecto Xiquitsi regressa nesta Temporada para celebrar seu quinto aniversário. E porque é de números que se está a falar, ao contrário do habitual, 2018 terá cinco séries, mesmo a condizer com a idade do projecto que se tornou uma realidade graças a muitos sacrifícios. Um desses sacrifícios foi enfrentado pela Directora Artística, Kika Materula, que, ao nível pessoal, nos últimos dois anos, teve que mudar de vida e vir morar em Moçambique a 100%, pois, de outra forma, não seria possível contribuir para o desenvolvimento do projecto.
Na óptica de Kika Materula, os cinco anos do Xiquitsi transformaram a vida musical do país à medida em que o projecto foi contribuindo fortemente para formação de compositores e realização de concertos inéditos com músicos tradicionais com orquestra clássica. “Formamos uma orquestra juvenil e temos hoje, inclusive, uma orquestra infantil experimental e um coro. Foram vários os concertos organizados neste país, não só no âmbito da Temporada de Música Clássica como a convite de várias empresas e instituições. Os cinco anos do Xiquitsi são de muito crescimento, de muito aprendizado e muitas vitórias”, garantiu Materula.
No entanto, o Xiquitsi não existiria por si só. O sonho de tornar a música clássica um fenómeno nacional tornou-se realidade graças à generosidade de vários patrocinadores e apoios. São os casos das missões diplomáticas, embaixadas e empresas. Essas entidades foram a base para a realização do Xiquitsi. “Sem esse apoio, não poderíamos estar a trazer os músicos que têm estado a performar os nossos alunos e não conseguiríamos sequer apoiar os alunos com as aulas e não teríamos os espaços e instrumentos para as lições. E claro, não existiria o projecto sem Associação Kulungwana. O Xiquitsi é o maior projecto da Associação Kulungwana e exige um esforço diário por parte de todos os colaboradores”, reconhece Kika Materula.
Um dos grandes momentos que marcaram a história do Xiquitsi e do País nos últimos anos foi a criação da orquestração da música nacional. Nisso, o projecto fez música com vários autores da praça, como os irmãos Willy e Aníbal, Banda Kakana, Gabriel Chiau, Hortêncio Langa e sem descartar a linda voz da Xixel. No mesmo espírito criativo, Xiquitsi orquestrou  músicas de grandes escritores moçambicanos e de língua portuguesa: Paulina Chiziane e Mia Couto, e usou a voz de Calane da Silva para cantar poesia.
Mais recentemente, ano passado, durante a quarta Temporada, os Acordes da Música Clássica uniram-se à música ligeira moçambicana na voz de Stewart Sukuma, recriando seus temas e, com isso, concretizando o sonho de o autor actuar com uma orquestra.
Um outro momento importante para o projecto ocorreu quando Estevão Chissano, um dos alunos do Xiquitsi, escreveu uma missa com 24 minutos, contendo cinco andamentos. Nunca se viu algo assim na história recente do país. Com formação, troca de experiência – afinal os alunos têm tocado com músicos do panorama musical internacional –, com talento e empenho, o fruto amadureceu e caiu da árvore, para grande orgulho de Kika Materula.
A propósito de orgulho, a Directora Artística desde projecto voltou a tocar o céu, quando duas alunas do Xiquitsi, ganharam um concurso pelo YouTube e, ano passado, seguiram para Coreia do Sul(Seoul International Community Orchestra Festival) onde tocaram com uma orquestra com jovens de vários países do mundo. Neste mês, Florêncio Manhique, Kleyd Alfainho e Inerzio Macome encontram-se num estágio de orquestra e a participar no Festival de Música da Primavera da Cidade de Viseu, em Portugal mercê de uma parceria entre este Festival e o Xiquitsi. Outra parceria não menos importante resultou em troca de experiências entre alunos do projecto Xiquitsi e do Projecto Neojibá em Salvador da Baía, Brasil.
O Xiquitsi tem, neste momento, cerca de 200 alunos, distribuídos entre os naipes (grupos) de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, obué, clarinete e percussão. Tem também uma classe que abriu este ano, em parceria com a banda Timbila Muzimba, que está a leccionar os alunos, com um professor moçambicano radicado em Portugal, Aldovino Munguambe.
Materula garante que pelo projecto tem passado vários alunos de diferentes bairros e tem alcançado toda a cidade de Maputo.
Pelo Xiquitsi, já passaram artistas de África do Sul, Alemanha, Argentina, Brasil, China, Espanha, Finlândia, França, Inglaterra, Israel, Japão, Noruega, Portugal, Suécia, Uruguai e Venezuela, país que inspirou o Xiquitsi.

 

 

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