Skip to main content

O País – A verdade como notícia

Os 19 grupos que disputam o prémio máximo de 250 meticais na IX Edição do Fest Coros subiram, este domingo, ao palco do então Cinema 700, actual Auditório Municipal Carlos Tembe, na autarquia da Matola, com o objectivo de arrancar a nota máxima de cada membro de júri e de convencer o público a votar cada vez mais, a ter em conta que faltam poucas galas para a grande final que terá lugar no dia 10 de Junho próximo.

No final da quinta gala, o Grupo Coral IPM Pepane, foi anunciado como sendo aquele que teve mais votos durante a semana, depois de ter conseguido a mesma posição na quarta gala. Na segunda posição ficou o coral LENMED Hospital Privado de Maputo, na terceira o coral EMTPM, o coral Ebenezer ocupou a quarta posição e o quinto lugar foi ocupado pelo coral Wunanga.

Por insuficiência de votos foram eliminados três grupos corais, nomeadamente: o Coral Pedra Preciosa, Coral Vozes Celestiais e Coral Associação Cultural Juventude Unida.

Seguem para a sexta gala 16 grupos a saber: IPM Pepane, LENMED Hospital Privado, EMTPM, Ebenezer, Wunanga, Madjaha Ya Kutsaka, Betsaide, Hush, Angels of Lakayeroi, Tchivirika ÁFRICA, Assembleia de Deus Internacional, United Voices, Soul N Melody, Branch of Jesus, Prace Machava Bunhiça e Evangelho.

O corpo de júri, quer do canto coral e dança, quer da indumentária, elogiaram os grupos pelo esforço desenvolvido para cada gala, mas não deixou de recomendá-los mais trabalho uma vez que será mais exigente nas restantes galas.

 

Das Ilhas Reunião para o palco do Centro Cultural Franco Moçambicano (CCFM). A voz de Nathalie Natambié foi escolhida para actuação inaugural da abertura oficial da oitava edição do Festival Azgo.

Bonbon Zetwal foi o primeiro tema escolhido para brindar o público que lotou o Franco Moçambicano.

De pés descalços e bem assentes ao chão, Natambié trouxe ainda, Karma e transpapaye… Levando os espectadores a viajarem pelo ritmo musical enriquecido com influências francesas e africanas.

Mas este era apenas cheirinho, pois hoje no campus da Universidade Eduardo Mondlane, além de Natambié sobem ao palco cerca de 20 artistas nacionais e estrangeiros, com destaque para Sara Tavares, Yola Semedo, Capa Dech, Valete, Timbila Muzimba, Elida Almeida, Banda Kakana, Hot Blaze, Antonio Marcos, Roberto Chitsondzo, Nochukuro, Nathalie Natmbié, Bombshelter Beast, Flávia Coelho.

Porque, Azgo não é só música, ainda ontem muitos apreciadores das artes tiveram a oportunidade de conhecer o resumo dos 30 anos de carreira do jornalista francês Youri Lanquette, através de uma exposição fotográfica intitulada “Capas Africanas”.

 

Uma vez mais, a cidade de Maputo vai acolher o Festival AZGO. Na sua 8ª edição, o evento organizado pela Khuzula está marcado para sábado, no Campus Universitário da UEM. No entanto, na véspera, no Centro Cultural Franco-Moçambicano, igualmente, na capital do país, haverá o evento de abertura desta edição, quando forem 20h30 (amanhã).

O espectáculo de abertura da 8ª edição do AZGO vai contar com Nathalie Natiembé, Flávia Coelho, Gran’Mah e Kommanda Obbs. Ainda amanhã, quando forem 19h30, o Franco vai testemunhar a inauguração da exposição Capas africanas, de Youri Lenquette, constituída por retratos de vários músicos com quem o antigo jornalista trabalhou nos últimos 30 anos. Segundo um comunicado de imprensa do Franco-Moçambicano, algumas das fotografias foram usadas para capas de álbuns, cartazes de concertos e capas de revistas em todo o mundo.

Durante a conferência do lançamento oficial do festival AZGO, artistas que vão actuar no evento disseram estar preparados para fazer o público vibrar e proporcionar um grande espectáculo. São os casos de Valete, Roberto Xitsondzo e Yola Semedo.

Porque o que lhes une é a música, a cantora cabo-verdiana, Elida Almeida, disse que os artistas devem cantar o que lhes vai à alma.

O rapper português, Valete, que já colaborou com Duas Caras e Azagaia, promete cantar músicas dos seus dois álbuns e não só. O “Viris”, como também é conhecido, entende que o AZGO é um festival de multiétnico, daí a relevância de incluir o Hip-Hop no evento, no seu caso, mais electrónico.  

Roberto Chitsondzo também estará no AZGO. Nesta edição, o “bom rapaz” vai dar visibilidade às músicas do seu álbum de estreia a solo: Kwiri, lançado ano passado. Não obstante, Chitsondzo promete levar aos ouvidos do auditório alguns temas emblemáticos antigos.

Não querendo ficar atrás, Yola Semedo interveio na conferência de imprensa desta tarde para revelar que vai lançar no AZGo músicas inéditas, algo que a deixa algo nervosa. De Angola, Semedo veio apenas com dois músicos, mesmo porque em Moçambique tem muitos elementos que constituem a sua banda.

 

 

O anfiteatro da Escola Secundária Francisco Manyanga, na Cidade de Maputo, foi o local escolhido, hoje, para proceder ao lançamento da 7ª edição do concurso Vodacom Turma TudoBom. Depois do espectáculo de canto, dança e olimpíadas académicas na 6ª edição, o concurso volta, mais uma vez, para movimentar os alunos de todas as escolas secundárias do país.
O concurso pretende estimular nos alunos hábitos de leitura e a descoberta das suas habilidades, quem assim o diz são os organizadores e parceiros do programa.
Para Lucas Chachine, representante da Vodacom, o factor mais importante da continuidade desse evento é o contributo que a operadora móvel dá para o desenvolvimento da juventude.
“É uma forma de motivar os jovens e desprende-los, sobretudo na ocupação dos tempos livres de uma forma livre e construtiva. Isto é prova daquilo que tem acontecido ano pós ano. E é um grande contributo para o sector da educação no país”, referiu.
Chachine olha para essa iniciativa numa perspectiva do futuro, sublinhando que a grande aposta deve ser a educação, por isso mesmo, junto com o seu lema, a Vodacom procura engajar os jovens em actividades úteis.
Por sua vez, Jeremias Langa, COO do Grupo SOICO, referiu que a continuidade dessa parceria com a Vodacom tem um contributo importante para o desenvolvimento da educação.
“O Grupo SOICO já vai ao sétimo ano com a Vodacom e com o Ministério da Educação, num objectivo comum, que é estimular as habilidades dos estudantes na área de conhecimento científico e das artes. Para nós é fundamental o programa Vodacom é abrangente porque envolve escolas secundárias de todo o país”, disse.
O Ministério da Educação destaca também a importância do concurso, referindo que será um imperativo para que os alunos criem hábitos de leitura.
“Olhando para esta vertente, as crianças vão ser obrigadas a lerem e a buscar informação para fazer face as exigências de programa. Deveremos todos dar o nosso contributo para que as crianças fiquem estimuladas”.
Vodacom Turma Tudobom é uma competição entre escolas secundárias de todo o País realizado pela Vodacom em parceria com a STV e o Ministério da Educação (MINED). O projecto é constituído por duas categorias: Olimpíadas Académicas: competição entre escolas que envolve conhecimentos académicos sobre matérias leccionadas no Sistema Nacional de Ensino e também conhecimentos de cultura geral. A segunda categoria é a de Canto e dança.
A cerimónia de lançamento foi colorida pela intervenção do escritor Lucílio Manjate, que falou da importância da leitura.

 

No âmbito da celebração do Dia Internacional dos Museus, que se comemora anualmente a 18 de Maio, realizar-se-á uma apresentação subordinada ao tema “Conservação e restauro do mural de Malangatana no Museu de História Natural: Intervenção e critérios”. O evento está marcado para esta quinta-feira, pelas 15h, no Museu de História Natural, em Maputo.

A apresentação estará a cargo da conservadora Teresa Rodrigues, que dá continuidade aos trabalhos de conservação e restauro que decorrem actualmente no Mural ‘O Homem e a Natureza’, dos quais é responsável. A sessão contará com a participação de Mariana Camarate, também conservadora.

No Museu de História Natural haverá uma oportunidade para os estudantes de artes visuais e interessados na área da preservação do património poderem conhecer e debater questões sobre a técnica de execução, estado de conservação, fases e critérios de intervenção do mural em questão.

O Camões – Centro Cultural Português em Maputo apoia esta iniciativa e os trabalhos de conservação e restauro do mural ‘O Homem e a Natureza’.

 

O livro de Dany Wambire, A mulher sobressalente, lançado no início do mês no Brasil, já foi lançado em Maputo. A apresentar a obra, no Centro Cultural Brasil-Moçambique, a escolhida foi a professora universitária Egna Sidumo.

A apresentação do livro poderia seguir uma sequência comum: introdução, desenvolvimento e fim, mas a académica quis fazer diferente.

O livro é composto por 10 contos, um deles intitulado A mulher sobressalente, mas antes de chegar à ela (mulher sobressalente), Sidumo passou pela “Página 23, que na verdade, vai ser o pontapé de saída daquilo que o livro traz, sobre as várias vivências, através das temáticas. “(…) É por si caro leitor que se revelou este segredo, mesmo sabendo que João pode voltar a beber quando este conto lhe chegar às mãos e aos olhos”. Foi com esta passagem, extraída do último parágrafo do texto “O Bêbado corrigível”, que a académica começou a apresentação da obra.

Na viagem feita à “mulher sobressalente”, chegou-se a estória da “Melissa”, que, devido as más condições de vida que passava, certo dia viu na religião uma forma de se sobressair, achando que se filiando a uma igreja poderia ter algum benefício material. A questão trazida neste conto é real aos olhos de Egna, já que, o que guiava aquela personagem não era a honestidade nem a fé, mas sim o interesse, deturpando a própria educação que dava a seus filhos. Entre o “bêbado corrigível”, e “Melissa”, chegou-se também ao “Analista drogado”, que conta a história de um homem com um alto sentido de crítica social, mas porque tudo o que falava era verdade, e incomodava aos corruptos, hipócritas e maus carácteres existentes na sociedade, passou a ser olhado como inimigo, vendo assim a sua vida destruída pelos poderosos, acabando por se desgraçar e falecer no mundo das drogas.

 Entre bêbados, drogados, crentes e injustiçados, finalmente a mulher sobressalente chegou, esta que não passava de uma menina do campo. “É a história sobre como a mulher é vista como uma peça, a história de uma menina cujos sonhos foram penhorados, pelo seu pai, mãe e irmã, ou seja, este conto gira em torno de uma família que decide que seus problemas devem ser resolvidos por uma menina inocente ”, disse Sidumo.

Para além dos contos mencionados, no livro encontram-se também “O conselho da enfermeira”, “O linchamento dos dólares”, “O filho do camponês”, “Casal de brincadeira”, entre outros.

A obra traz a reflexão sobre assuntos relacionados ao álcool, drogas, crenças, e as mais diversas adversidades do dia-a-dia na sociedade.

Esta é a quarta obra de Dany Wambire, que vai se juntar às anteriores três: A adubada fecundidade e outros contos, O curandeiro contratado pelo meu edil e Quem manda na selva.

A Kongoloti Records está a organizar um concerto de música acústica, para dia 6 do próximo mês, no Centro Cultural Franco-Moçambicano, em Maputo.

Trata-se do show do músico Deltino Guerreiro, que na semana finda realizou um outro, na Fundação Fernando Leite Couto, também em Maputo.

O evento vai contar com a participação de alguns artistas renomados na música moçambicana, como Stewart Sukuma e Azagaia.

O artista vai apresentar músicas do seu álbum, intitulado “Eparaka”, e uma música nova que fará parte do segundo álbum, a ser lançado em 2019.

Deltino Guerreiro canta profissionalmente desde 2015, depois de ter sido lançado pela Kongoloti Records. Já ganhou prémios em dois anos consecutivos na categoria de Artista Revelação e Melhor Voz no Ngoma Moçambique (2015 & 2016). Para além da música “Sonho”, que retrata o desejo de todo mundo querer ser rico, com colaboração da cantora Joss Stone, cantora e compositora inglesa de soul e R&B e actriz, vencedora de vários Brit Awards e de um Grammy Award.

 

Mbate Pedro volta a participar num encontro literário no estrangeiro. Quinta-feira, entre 18h e 20h, o poeta e editor da Cavalo do Mar vai conversar sobre “Livro e tecnologia” na segunda edição do Festival Luso-Afro-Brasileiro (FESTLAB), em Luanda (Angola).

Tal como o nome do festival sugere, este é um evento que junta autores africanos, europeus e brasileiros para, no caso do painel do artista moçambicano, discutir: (i) a criação de uma rede de agentes culturais e recursos electrónicos literários na CPLP; (ii) tecnologia como aliada aos meios tradicionais de criação literária contemporânea e (iii) novas perspectivas de difusão literária.

Mesmo sem ser a primeira vez que Mbate Pedro vai participar numa sessão de género, longe disso, o autor de Vácuos está expectante porque, como tem dito, faltam encontros com escritores e académicos em África. Conforme explica o poeta, é mais fácil encontrar-se com outros autores africanos em Portugal ou no Brasil do que num país africano. Aliás, este será o primeiro encontro de Mbate Pedro com escritores de língua portuguesa num país africano que não seja o seu.

Mbate acredita que o FESTLAB será uma oportunidade de os participantes pensarem na circulação do livro e no mercado editorial ainda contraído. “No meu caso, por exemplo, interessa-me saber o que Angola e Cabo Verde estão a fazer para formar novos leitores. Estava a faltar esta coisa de festivais serem mais inclusivos ao nível do nosso continente. Uma literatura que se quer saudável deve ter este tipo de encontros”.

A partir das discussões no FESTLAB, o poeta prevê que autores dos países envolvidos e as suas obras possam ser mais conhecidas a nível continental. Aliado a isso… “é possível que o festival influencie a criação de desenho de política de livros mais a ver com a realidade africana. E, não menos importante, pode ser que Portugal e Brasil prestem mais atenção para a literatura feita África”.

Não obstante, o editor da Cavalo do Mar é a favor de um incentivo às editoras que teima em não surgir. Mbate entende que, se o Ministério da Cultura e Turismo quiser que os autores moçambicanos sejam conhecidos em Angola ou Brasil deve criar incentivos financeiros para as editoras estrangeiras concorrerem para publicar obras nacionais nos países onde se encontram, como acontece em outras realidades.  

Enquanto o incentivo literário ministerial não aparece, Mbate conta que os autores nacionais vão fazendo o que podem de modo a divulgarem novos talentos. Nesse aspecto, “Ungulani Ba Ka Khosa desempenha um papel importante, quando está fora do país. Ele sempre fala de novos autores, tem levado nossos livros sempre que possível e tem influenciado ao nosso favor como Secretário-Geral da AEMO. A maneira como Ungulani fala de nós em festivais literários no estrangeiro ajuda-nos muito na inserção”.

O FESTLAB decorre de 15 a 18 deste mês, com o lema “Fazer, falar, viver”.

Três países numa mesa

Dois autores vão conversar com Mbate Pedro na mesa literária “Livro e tecnologia” na capital angolana. São os casos de Felipe Fortuna e Orlando Piedade. O primeiro é brasileiro. É poeta, ensaísta, diplomata e mestre em Literatura Brasileira. Tem 15 livros publicados. O segundo orador do painel de Mbate Pedro é são-tomense. É prémio literário Francisco José Tenreiro 2015. O último romance de Piedade narra a história de crianças judias enviadas, em 1493, para povoar São Tomé e Príncipe.

Sobre Mbate Pedro já se sabe. É poeta e editor da Cavalo do Mar. Com Debaixo do Silêncio que Arde foi distinguido com o Prémio BCI (para o melhor livro do ano publicado em Moçambique) e com uma menção honrosa do Prémio Glória de Sant’Anna (Portugal).

O FESTLAB é organizado pelo Centro Cultural Brasil-Angola e pela Embaixada do Brasil em Luanda. O festival tem a curadoria de José Luís Mendonça e Nídia Klein.  

O principal objetivo da segunda edição do festival, que, ano passado, contou com a participação de Ungulani Ba Ka Khosa, é o de celebrar a Língua Portuguesa em suas variantes, por meio de debates com especialistas, escritores e público em geral sobre questões lusófonas actuais.

 

 

 

O grupo Girassol, em coordenação com a Companhia JGM-João Garcia Miguel, de Portugal, vai adaptar o texto de Mia Couto para o teatro. Trata-se de “Mar me quer”, que, em peça, será apresentada no segundo dia da 15ª edição do Festival Internacional Teatro de Inverno (FITI, no Cine-teatro Gil Vicente, em Maputo.

O FITI inicia sábado e tem duração de um mês.  
A JGM está no país pela segunda vez. A primeira foi ano passando, quando adaptou “Nós matamos o Cão-Tinhoso”, de Luís Bernardo Honwana. E voltou para junto do grupo Girassol participar desta edição. “Em Portugal, o trabalho de Mia é conhecido, e isto vai ajudar a criar laços com espaços teatrais no nosso país, por forma a trazer pessoas interessadas à peça”, disse João Garcia Miguel, o Director da JGM, acrescentando: “escolhemos Mia Couto com a esperança de que nos abra uma porta mais rápida para chegarmos ao Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau e mais países falantes da língua portuguesa. Este tipo de projecto precisa circular para poder sobreviver. Acreditamos que nem todos conhecem este texto, e esta é também uma forma de o divulgar e tornar conhecida a escrita moçambicana”.

De acordo com Joaquim Matável, Director do Girassol, a sua relação com a JGM iniciou ano passado, quando esta companhia participou da 14ª edição da FITI”.
Além disso, “a escolha recaiu sobre ‘Mar me quer’ por causa da relação que temos com o mar. Moçambique está banhado pelo oceano Índico do Norte ao Sul”, explicou Matável.

De acordo com Joaquim Matável, o diferencial desta adaptação à moda moçambicana é a performance, a união do movimento do corpo e a riqueza textual num só conjunto.

Com esta iniciativa, cria-se a possibilidade de união entre grupos pequenos de teatro a grandes companhias
“É possível que grupos pequenos como o nosso mantenha relações com grandes companhias, com encenadores renomados como João Garcia Miguel”, reiterou Joaquim Matável.

A peça será interpretada por actores da companhia Girassol, de grupos de teatro amadores e estudantes de teatro da Escola de Comunicação e Artes da Universidade Eduardo Mondlane, trazendo como diferencial a dança corporal e muita performance.

Pretende-se que o projecto iniciado em Moçambique chegue a Portugal, Brasil e a outros países africanos falantes da língua portuguesa. Pois vai contribuir para criar maior aproximação entre as culturas e em especial os artistas.

 

 

+ LIDAS

Siga nos