Skip to main content

O País – A verdade como notícia

A maior competição de canto coral do país segue a passos largos para a sua final. Para a sétima gala, que é a semi-final, vão 14 grupos corais depois de, no fim desta sexta gala, ter-se anunciado a eliminação de dois. 

Antes ficou-se a conhecer que o grupo mais votado da semana foi o coral IPM Pepane pela segunda vez consecutiva. O segundo mais votado foi coral Ebenezer, o terceiro foi Wunanga, e LENMED Hospital Privado ficou na quarta posição, o que significa que desceu dois lugares. O quinto mais votado foi o coral TPM, que na última semana estava em terceiro lugar.
Por insuficiência de votos, foram eliminados os corais Joyous Peace Machava Bunhiça e Angel of Lakayeroi, que se dizem ter aprendido muito antes da sua eliminação.

Na gala de hoje, pela primeira vez, o corpo de júri mostrou-se satisfeito com a actuação dos grupos.

Até esta gala, o voto do júri tinha um peso de 70% na classificação dos grupos e 30% do público. A partir da sétima, o peso de voto passa a ser de 50% para cada parte.

Os saxofonistas Moreira Chonguiça e Manu Dibango vão participar no África Festival, Wurtzburg, Alemanha, no próximo dia 31 de Maio.

África Festival é o maior evento que promove música africana e este ano celebra 30 anos de existência e Manu Dibango e Moreira Chonguiça vão promover o álbum conjunto “M&M”, que resulta de um trabalho iniciado em 2012 pelos dois saxofonistas.

Este ano, o festival conta com mais de 6750 músicos de 56 países que actuaram no festival ao longo dos 30 anos.

Moreira chonguiça partiu ontem para França, para aprofundar os ensaios com a banda Manu Dibango. O disco M&M” foi nomeado para a categoria de Melhor Álbum Africano no South African Music Awards, (SAMA).

Lançado em 2017, o álbum homenageia grandes clássicos de jazz que marcaram as carreiras do saxofonista moçambicano, Moreira Chonguiça e do saxofonista camaronês, Manu Dibango e Fany Mpfumo, através da música Ungahlupeki Nkata.

África Festival é um evento cultural e musical que se realiza anualmente durante 4 dias em Wurzburg e é o festival de música mais longo e extenso na Europa.

 

O Centro Cultural Franco-Moçambicano e o agrupamento TP50 apresentam “Recriançando – Um Tributo à Criança Moçambicana”, sábado, às 10h30, na Sala Grande.

Na verdade, trata-se do lançamento do CD em homenagem às crianças moçambicanas. “Recriançando” é uma história educativa com base nas músicas do CD.
O espectáculo de lançamento vai contar com apresentações de teatro, música e dança, tendo a participação de 16 músicos, dois bailarinos, quatro actores e 14 crianças. Entre os membros do grupo, destacam-se artistas como Hortêncio Langa, Timóteo Cuche, Texito Langa e Xixel.

Segundo o comunicado dirigido à redacção, o CD, que contém músicas educativas de autoria de Tio Turutão e do TP50, teve uma repercussão considerável e tem sido disseminado com sucesso por todo o país.

Em 2017, em parceria com a rádio pública e outros parceiros, TP50 lançou um CD infantil denominado “Recriançando: Um Tributo ao Tio Turutão”. Com o projecto pretendia-se relançar a música infantil nacional, tendo em conta a potencialidade da música como elemento natural e fundamental na educação e desenvolvimento da criança e dando resposta à estagnação da produção musical infantil moçambicana.

 

A exposição de arte intitulada “Almas cruzadas”, de Simões e Rob Van Doeselaar, será inaugurada no último dia do mês corrente, pelas 18 horas, na Galeria Kulungwana, na Estação Ferroviária de Maputo, onde estará patente até ao dia 29 de Junho de 2018.

“Almas Cruzadas” é uma junção entre o escultor moçambicano Simões e o pintor holandês Rob Van Doeselaar, como resultado da amizade e convivência artística que se estabeleceu entre os dois artistas nos últimos quatro anos.

Simões formou-se, fundamentalmente, sob a influência do escultor Alberto Chissano, tendo, ao longo da sua carreira, trabalhado ainda com um amplo conjunto de outros artistas nacionais e estrangeiros.

Rob Van Doeselaar teve como primeiras influências os grandes mestres holandeses, passando posteriormente a interessar-se também pela arte contemporânea. A sua pintura é um compromisso entre duas influências, em que sobressaem as tonalidades fortes e contrastantes, fruto provável da sua longa permanência em África e na Ásia.

Esta exposição permite aos estudantes de arte, especialistas e público em geral a possibilidade de mais uma vez poderem ter acesso à obra destes dois artistas, unidos por laços de amizade.

 

 

 

 

 

Os cantores Mr. Bow e Liloca cantaram juntos, hoje, no programa Big Box Show, apresentado por Emerson Miranda, na Stv. A música em causa é intitulada “Ainda vais me amar”, cuja primeira versão foi lançada ano passado com participação da cantora angola Edmázia.
Entretanto, King Bow alterou um pouco a melodia da música e fez o vídeo-clip ao lado da cantora Liloca, que, além do palco, partilham o mesmo lar.

“A ideia de fazer a música surge porque leva-nos à estória de um casal. Achei sugestivo ter a participação da Liloca na mesma. Achamos que combina melhor quando é um casal a fazer, e nós somos um casal de artistas. Então, enquadra-se”, referiu Mr. Bow.

Quando questionado sobre porque fazer o vídeo-clip com Liloca e não com Edmázia, que participou na primeira versão, que, aliás, faz sucesso nas pistas de dança até hoje, Mr. Bow respondeu: “sou uma pessoa que, quando quer fazer uma coisa, primeiro analisa, avalio se estou a fazer a coisa certa ou não, o que vier depois da minha decisão não tem efeito”, explicou Mr. Bow, acrescentando: “eu é que componho, eu é que canto, é uma opinião que a pessoa pode ter e que acima da minha não tem efeito”.

Para Liloca, cantar ao lado do seu parceiro foi uma boa experiência como a anterior e diz que a música retrata o estágio actual da sua relação.

“É sempre bom! É uma experiência muito boa! Achamos por bem cantar juntos esta música. Por que não pensarmos no futuro, e não só pensar no presente? Será que lá no futuro, quando eu estiver mais velhinha, quando eu não estiver nestas condições, quando eu não tiver mais força, será que vai me amar da mesma forma, vai me proteger, vai me ajudar”, realçou Liloca.
Para a cantora, não há melhor coisa que cantar com a pessoa com quem se tem uma relação e que o público pode esperar por trabalhos do casal.

Liloca, recentemente, lançou uma música intitulada “Xavito”. A música tem uma composição do cantor, compositor e produtor Slowly. É uma crítica social: “é um apelo para as pessoas não roubarem. Slowly fez esta composição. Apresentou-nos, gostamos da ideia e lançamos”, esclareceu Liloca.

Além de “Ainda vais me amar”, Mr. Bow lançou, recentemente, duas novas músicas: “Vuya” e “Happy”, que compõem o álbum que será lançado numa data ainda por anunciar.

“De um tempo para cá, tenho lançado duas a três músicas em simultâneo e, desta vez, não poderia ser diferente. Essas músicas pertencem ao álbum que não consegui lançar ainda. Eu, como artista, tenho que surpreender os meus admiradores. Quando lanço músicas e eles se sentem identificados, orgulhosos, é um bom sinal”.

De acordo com Bow, a música “Happy” não é o seu ritmo habitual, mas enquadra-lhe num estilo que o cantor está a investir e tem um bom retorno.

 

 

Inicia na sexta-feira, dia 25 de Maio e prolonga-se até ao dia 17 de Junho, a 15ª Edição do FITI – Festival Internacional Teatro de Inverno, com a participação de 25 grupos de teatro, todas as sextas, sábados e domingos, a partir das 18h, no Centro Cultural Franco-Moçambicano, Teatro Avenida, Cine-Teatro Gil Vicente, Centro Cultural Brasil-Moçambique e Fundação Fernando Leite Couto, de acordo com um comunicado de imprensa do Franco.

A sessão de abertura do FITI 2018 será realizada no Centro Cultural Franco-Moçambicano com a apresentação da peça teatral “As mentiras dos Homens”, do Grupo “Só Mulheres” proveniente da cidade da Beira e constituído apenas por mulheres.

O FITI 2018 será constituído por espectáculos de teatro de Moçambique, Angola, África do Sul, Portugal e Argentina e, à semelhança da edição passada, personalidades do teatro que se destacam na sua promoção e divulgação serão homenageados.

Destaca-se, na presente edição, a estreia de uma co-produção da obra teatral Mar Me Quer, baseada no romance Mar Me Quer de Mia Couto, entre o Grupo de Teatro Girassol de Moçambique e a Companhia de Teatro João Garcia Miguel de Portugal, que será apresentada no dia 26 no Gil Vicente.

A presente edição do Festival Internacional Teatro de Inverno é de carácter demonstrativo, tendo como objectivo a divulgação do produto artístico dos grupos, a troca de experiências e a capacitação dos actores.

O FITI – Festival Internacional Teatro de Inverno é uma iniciativa da Associação Cultural Girassol que teve o seu início em 2004 com o objectivo de apoiar os grupos amadores de teatro através da divulgação do seu trabalho artístico, associativismo cultural e formação de actores, tendo inicialmente sido de carácter competitivo.

Melanie de Vales de Moçambique, Expedito Araújo e Renan Dias do Brasil, vão juntar-se, amanhã, no Centro Cultural Brasil Moçambique, pelas 18:30h para dar um show litero musical intitulado “Certificado de amor à Língua Portuguesa”.

Melanie de Vales actriz moçambicana, que interpretou o papel de “Rosa”, no filme de Licínio de Azevedo “Comboio de Sal e Açúcar”, aceitou o convite feito pelo actor brasileiro Expedito Araújo para homenagear a língua. O show vai abarcar poemas de renomes da literatura portuguesa, moçambicana, timorense e brasileira.

Juntamente com o músico brasileiro Renan Dias, o trio vai trazer o melhor da arte, através dos poemas que vão ser recitados, encenados e tocados pelos artistas, em nome do amor.

Expedito Araújo explica que a ideia de criar este show surge pela efeméride do dia da língua portuguesa, celebrado a 5 de Maio, Araújo diz ainda que “O amor sempre foi um assunto profícuo, tema recorrente para muitos artistas, especialmente para os artistas das palavras. Interessante notar o quanto o amor é um assunto atemporal e provavelmente nunca sairá de moda. Por isso a escolha do formato recital, sendo assim, tive a iniciativa de propor algo artístico e cultural de interesse do público para mostrar a riqueza através das palavras”.

Personalidades como: Vinícius de Moraes, Florbela Espanca, Mia Couto, Fernando Pessoa, José Craveirinha, Ruy Cinatti, Jorge Barros Duarte, Fernando Sylvan, Mário Quintana, Cora Carolina, vão ser trazidas ao palco através da junção dos três artistas de países e realidades diferentes, mas que tem um amor comum: a língua portuguesa.

 

O escritor cabo-verdiano, Germano Almeida, venceu o Prémio Camões 2018. O escritor, que nasceu na ilha da Boavista em 1945, tem a sua obra publicada em Portugal pela editora Caminho, que acaba de editar o seu mais recente romance, O Fiel Defunto, segundo avança o Público. 
Almeida estreou-se como contista no início da década de 80 e o seu primeiro romance, O Testamento do Senhor Napumoceno da Silva Araújo, teve os direitos vendidos para vários países e foi adaptado ao cinema por Francisco Manso. 

O prémio, que chegou este ano à sua 30.ª edição, foi anunciado esta noite em Portugal , após reunião do júri, no Hotel Tivoli, Lisboa.

Criado por Portugal e pelo Brasil em 1989, o Prémio Camões tem um valor de 100 mil euros e é a mais importante consagração literária da língua portuguesa. No ano passado foi entregue ao poeta e romancista Manuel Alegre, que se tornou no 12.º português premiado.

Portugal inaugurou o prémio com Miguel Torga, em 1989.

O primeiro africano a vencer o Prémio Camões foi José Craveirinha, em 1991. Aliás, Moçambique tem dois vencedores deste Prémio, sendo que o outro é Mia Couto,  distinguido em 2013.

Assunto prévio: nota de dispensa para Sipho “Hotstix” Mabuse, António Marcos, Sara Tavares e Valete, afinal, as grandes vibrações da 8ª edição do Festival AZGO, que mais uma vez decorreu no Campus da Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, deveram-se àqueles músicos.

Dos quatro artistas em destaque, todos de ritmos diferentes, o primeiro a subir ao palco foi o astro do RAP feito em língua portuguesa. A Khuzula, promotora do evento, reservou-lhe aquele que continua sendo o palco mais nobre do festival: Fany Mpfumo. Então, por volta das 18h de uma noite que tinha tudo para ser fria, Valete fez-se aos holofotes, electrizante, e neles interpretou parte dos seus êxitos mais afamados: “Roleta russa”, “Casa branca”, e, com Bónus, amigo de longa data, sempre presente na sua performance, fez dos espectadores seu coro com a música “Canal 115”.

Durante uma hora de actuação, o rapper português cantou temas do álbum Serviço público, e ainda interpretou temas soltos como “Jonny Walker”, que retrata os dramas por que passou quando perdeu o pai. O “Viris” levou um espectáculo diferente ao AZGO, com vídeos em tela gigante e homenagens, ao pai e aos que deram uma vida pelo movimento Hip-Hop. Valete “vergou-se” aos Black Company, Boss AC, Allen Halloween, Gabriel, o Pensador e aos moçambicanos Duas Caras e Azagaia, com quem partilhou o palco. Aí as emoções agitaram-se. Primeiro, quando Duas Caras interpretou “Kara boss” e “Vale do Rei”. Depois, quando “Azaquiris” e “Viris” formaram um dueto na música “Alternativos”, do álbum Babalaze.  A essa altura, só faltava a música que, há três anos consecutivos, sempre deixa o público do AZGO em ebulição: “Povo no poder”.

Depois de Valete, o palco Zena Bacar recebeu Elida Almeida. De pés descalços, trajada de um vestido verde a sugerir mil e um contornos que fazem da mulher africana abençoada, a cantora cabo-verdiana ecoou aos ouvidos de quem a ouvia “Lebam ku bo” ou “Bersu d’Oru”. Foi uma actuação à Elida, serena, mas com momentos de dança infalíveis.

O que veio a seguir, novamente no Fany Mpfumo, foi um show às antigas. Com luvas brancas às mãos, chapéu preto à cabeça e o resto a condizer, António Marcos provou que não era nenhum engano estar no AZGO. Longe disso, resgatando velhas glórias, unindo jovens e adultos numa linguagem universal, a música, foi incrível! Elegante como se impõe, Marcos mostrou que os anos não passam para si. O músico investiu nos seus temas mais conhecidos (casos de “Musakazi” e “Maengane”), com uma composição penetrante, sem excluir o carácter festivo traduzido pelas suas danças camaleónicas. Ainda assim, tiveram réplica do lado do auditório, sobretudo dos mais imberbes, entre sorrisos e muita improvisação.

António Marcos terminou o seu espectáculo enquanto se pedia mais uma. Não houve, que, no outro palco, Roberto Chitsondzo aguardava a vez de cantar “Kwiri”, “Timpondo”, Waxukuvala”, “Hafa” ou “Dondza”.

O show do “bom rapaz” foi ao estilo acústico. Ao palco Zena Bacar, Chitsondzo fez-se acompanhar, na guitarra, por um elemento muito especial da sua banda: Roberto Jr., seu filho.

Com efeito, como tem sido habitual, a África do Sul esteve representada no Festival AZGO. Se, nas edições anteriores estiveram Lira, Freshlyground ou Mi Casa, nesta 8ª esteve uma banda muito divertida e criativa: Bombshelter Beast. Com muita originalidade, ao longo do show, fizeram questão de adequar a performance à realidade moçambicana. Assim cantaram, contra todas as expectativas, “a minha boneca de pano é linda e é engraça. Não chora nem canta, mas ela dança para mim”. Muitos voltaram a ser jovens e outros meninos. E esse recuo no tempo não ficou por ali. No mesmo palco (na altura Gil Vicente) onde actuou, ano passado, o falecido Ray Phiri, outra lenda da música sul-africana esteve num nível alto: Sipho “Hotstix” Mabuse. Intercalando o sopro ao saxofone e o canto, o músico fez do AZGO uma celebração do melhor que África possui: a cultura, exaltada, no caso, por via da música. Os que não lhe conheciam, a certa altura, ficaram surpreendidos ao recordarem das músicas muito tocadas nas rádios nacionais nos anos 80/90. “Hotstix” mostrou ser versátil. Cantou, tocou, dançou, conversou e ainda desafiou quatro rapazes do More Jazz Big Band a acompanharem-lhe na sua actuação. Conexão. Intercâmbio. “Hotstix” preocupou-se com o significado dessas duas palavras. Por isso, também convidou Moreira Chonguiça a fazer parte da festa. E o saxofonista moçambicano, diante dos seus meninos e da sua “malta”, soprou com dedicação. Bem e bonito. E os aplausos não tardaram.

Mabuse tocou, entre vários temas, “Jive soweto”, “Shikisha” e “Burn out”.

Foi então que chegou, aparentemente, o momento mais aguardado da 8ª edição do AZGO. De um minuto para o outro, as pessoas parece que triplicaram. Os ingressos não paravam de ser vendidos até pelos informais que arriscavam represálias da polícia que fazia marcação serrada no exterior do local do espectáculo. Pareceu que tivesse sido a primeira vez da cantora em Moçambique, mas não. Já havia estado no AZGO há seis anos.

Ainda assim, a expectativa foi enorme, mesmo porque a cantora cuja pátria é a língua portuguesa e o crioulo de Cabo Verde tem músicas novas, como “Brincar de casamento”. Sara Tavares estava de regresso a Maputo e neste regresso trouxe consigo mais maturidade, sem fazer muito esforço para conquistar um público que se deixou seduzir pela doçura da sua voz e pelo carácter poético das suas composições. Sara é Sara, quiçá, por isso, canta como quem sara corações, com base em prescrições como “Bue (você é)”, “Ponto de luz”, “One love”, “Exala”, “Balancê” e, claro, “Bom feeling”, música inspirada no dedilhar de um moçambicano: André Cabaço. Inclusive, a música tem umas partes ditas em xirhonga.

Ao fim de uma hora, Sara Tavares esgotou o seu tempo de actuação. Mas não se foi embora antes de cantar com Milton Gulli e Valete. De facto, este foi dos AZGO com mais colaboração musical, em palco, entre os músicos estrangeiros e os moçambicanos. Por isso, disse Orlando Quilambo, Reitor da UEM, que esta é uma boa oportunidade para os estudantes da universidade que dirige (local que acolhe o festival) sobretudo da Escola de Comunicação e Artes, aprenderem a estar ao nível dos melhores.

Nesta edição do AZGo actuaram ainda Banda Kakana, Kapa Dech, Timbila Muzimba e a brasileira Flávia Coelho.

+ LIDAS

Siga nos