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O País – A verdade como notícia

A previsão do tempo para para esta quarta-feira aponta que as cidades de Chimoio, Tete, Nampula e Lichinga registam temperaturas amenas, podendo ainda registar queda de chuvas fracas, acompanhadas de trovoadas.

Em graus Celsius, as cidades de Chimoio, Tete, Nampula e Lichinga poderão registar máximas de 29, 28, 29 e 25 e mínimas de 20, 24, 25 e 15, respectivamente.

Para as cidades da Beira, Quelimane  e Pemba o prognóstico sugere temperaturas máximas de 32, 32 e 31 e mínimas de 26, 25 e 24 graus Celsius, respectivamente.

Já para as urbes de Maputo,  Xai-Xai  e Inhambane e Vilankulo prevêem-se máxima de 30, 31, 33 e 33 e mínimas de 22, 24, 26 e 24 graus, respectivamente.

A Lei de Perda Alargada de Bens, Recuperação e Gestão de Activos a Favor do Estado foi aprovada em 2020, visando dotar o Ministério Público de mecanismos legais para recuperar activos obtidos por vias criminosas e, hoje, o Executivo aprovou o regulamento dos gabinetes responsáveis por este trabalho.

Com o decreto que aprova o Regulamento de Organização e Funcionamento, os gabinetes central e provinciais de recuperação de activos já podem investigar, rastrear, apreender e recuperar activos, instrumentos, produtos e vantagens de qualquer natureza relacionados com a prática de actividades criminais dentro e fora do país. Os gabinetes de recuperação de activos são subordinados à Procuradoria-Geral da República, que vezes sem conta têm revelado barreiras legais ou necessidade de melhoria da legislação, de modo a que possa reaver bens a favor do Estado, que tenha sido obtidos ilegalmente.

O Governo aprovou, também, o Regulamento de Normalização e Avaliação da Conformidade, um instrumento que visa garantir a qualidade nos produtos e bens destinados ao consumidor.

“Uma das questões, que são colocadas neste instrumento aprovado hoje, tem a ver com a necessidade de padronização para que a pesagem, a métrica e todos os elementos definidos pelos nossos laboratórios tenham alguma credibilidade nos países da região e do mundo”, argumenta Inocêncio Impissa, porta-voz do Governo.

Ainda hoje, o Executivo aprovou o decreto que regula a pesca nas águas interiores e o decreto que aprova o sistema de acumulação e transferência de créditos de educação. Este último instrumento tem por objectivo facilitar a mobilidade de pessoal que pretendam transitar entre diferentes contextos de aprendizagem, no âmbito do subsistema de educação profissional.

Além de aprovação de decretos, o Executivo nomeou Simão Lopes para presidente do Conselho de Administração da Proazul, um Fundo para o Desenvolvimento da Economia Azul, e avaliou informações diversas, com destaque para a campanha de produção pecuária 2020-2021, onde o sector cresceu em 9%, contra a média dos últimos 10 anos de 4,4%. Significa que a produção de carne na última campanha foi de 159.992 toneladas.

Foi retomada na noite de segunda-feira, a circulação dos comboios de carvão e de carga geral, no troço entre Nacala e Cuamba, depois que fora suspensa, devido ao acidente ocorrido no posto administrativo de Mutuali, distrito de Malema, no último sábado.

“Até 19 de Fevereiro (sábado), deverá retomar a circulação do comboio de passageiros no troço Nampula a Cuamba”, refere a Nacala Logistic.

A Nacala Logistics avança que, logo após a ocorrência, que envolveu um camião e um comboio de carvão, a empresa accionou, imediatamente, as equipas de trabalho para atendimento às emergências e reposição da linha.

“A rodovia foi também liberada, na totalidade, ontem às 18h. Os prejuízos causados pelo acidente ainda estão em apuramento”, conclui a empresa.

O desconhecimento da lei contribui para a fraca denúncia de casos de violência patrimonial por parte das viúvas e adolescentes, na Cidade de Maputo. Em muitos casos, esse tipo de violência é praticada pelos familiares directos.

Apesar de, em 2019, as três bancadas com assento na Assembleia da República terem aprovado, por consenso, a Lei das Sucessões que, no seu artigo 118 elava o cônjuge ou companheiro da união de facto da quarta para a primeira posição no processo sucessório, as vítimas de violência patrimonial continuam a não denunciar esses casos.

Para além de temerem represálias dentro das suas famílias, o facto de não saberem que esses actos constituem uma violação dos seus direitos, contribui para que as vítimas pautem pelo silêncio. Para o caso das viúvas, após a morte dos maridos têm passado por muitos dissabores, pois, na maioria dos casos, lhes são retirados os seus bens e até expulsas de casa.

Os adolescentes também têm sido vítimas da violência patrimonial. À semelhança das viúvas, depois da morte dos pais os familiares directos, com destaque para os tios, têm retirado os bens dos mesmos. Como consequência disso, muitos adolescentes fogem de casa, passando a viver na rua, para além de serem obrigados a abandonar a escola.

“FUI EXPULSA DE QUALQUER MANEIRA”

Rosa Maria, viúva de 45 anos de idade, conta o drama por que passou logo após a morte do seu marido.

“Fui expulsa de casa de qualquer maneira”, conta, acrescentando que, quando o marido perdeu a vida, a família nem sequer respeitou o momento de luto, preocupando-se, simplesmente, em se apoderar dos bens do finado.

A vítima, que viveu com o marido durante 15 anos, explica que, para evitar confusão, não resistiu, tendo cedido à pressão da família.

“Nem sequer olharam para os meus filhos. Fui expulsa com os meus dois filhos, por sinal um deles era recém-nascido”, conta. A fonte conta ainda que viveu momentos de muita tensão, sobretudo porque não tinha onde ir. Como um mal nunca vem só, um dos filhos da vítima começou a adoecer, agravando a situação em que já se encontrava.

“Graças à minha prima, tive onde “me esconder”. Ou seja, ela acolheu-me na sua casa”, afirma. Apesar de ter onde ficar, ela explica que não se sentia à vontade, tendo em conta que estava habituada a estar na sua casa.

Desesperada, Rosa Maria procurou por apoio, até que soube da existência da Associação das Viúvas e Mães Solteiras (AVIMAS).

“Fui até à associação e fui muito bem recebida”, conta, acrescentando que, à medida que o tempo vai passando e com a ajuda da associação, tem tentado esquecer a violência por que passou. Em 2019, o parlamento aprovou a Lei das Sucessões. Sobre essa lei, Rosa Maria diz não ter conhecimento da mesma.

À semelhança da Rosa Maria, Dulce Armando, adolescente de 16 anos de idade, também sofreu violência patrimonial. Perdeu o pai com 13 anos de idade, tendo passado a viver com o seu tio. Passado um tempo, segundo conta, o tio começou a maltratá-la.

“Às vezes, dormia sem comer, porque a esposa do meu tio não me dava comida. Apesar de presenciar isso, o meu tio não se opunha ao comportamento da esposa”, diz a vítima. Vendo a situação a agravar-se, Dulce Armando pediu ajuda a um outro tio, mas o mesmo “nem sequer moveu uma palha”.

Segundo a vítima, o tio com quem vivia depois vendeu a casa do seu pai e apoderou-se do dinheiro no banco. “Como era adolescente e filha única não tinha noção de muita coisa, razão pela qual perdi bens do meu pai sem dar conta”, explica.

Hoje em dia, Dulce Armando vive de pequenos negócios no Mercado Xiquelene.

“Recebi um certo valor da Associação Kutenga. Foi com ele que abri o meu negócio”, diz. Dulce Armando nunca ouviu falar da Lei de Sucessões e muito menos tem noção dos seus direitos. Enterrou as mágoas do passado e, hoje, diz ser uma mulher feliz, pois consegue o básico para viver.

Lamenta, no entanto, o facto de ter interrompido os seus estudos ainda cedo. Segundo disse, sonha em voltar à escola um dia. Para a vítima, é necessário que as pessoas, sobretudo mulheres, procurem conhecer os seus direitos, de modo a evitarem passar por qualquer tipo de violência, sobretudo patrimonial.

Jossefina Macandza, de 40 anos de idade, perdeu o marido há 10 anos, vítima de acidente de trabalho, na vizinha África do Sul. Desde então, não mais teve motivos para sorrir na sua vida. Foi-lhe retirada a casa pela sogra.

“Um ano após a morte do meu marido, a minha sogra disse que eu tinha de sair de casa, pois a pessoa que me mantinha lá já não existia”, desabafa. Com uma lágrima no canto do olho, a vítima conta que os irmãos do finado até tentaram demover a mãe, mas sem sucesso.

“Submeti a queixa na esquadra, mas o caso não teve nenhum andamento”, explica, afirmando que depois desistiu e tentou seguir a vida com os seus dois filhos. À semelhança das outras, ela afirma que nunca ouviu falar da Lei das Sucessões, até porque, segundo disse, por mais que exista não terá nenhum efeito.

Apesar disso, apela às mulheres viúvas para que lutem pelos bens dos seus maridos, sobretudo por causa dos filhos, pois eles precisam de ter um futuro melhor.

ACOMPANHAMENTO ÀS VÍTIMAS

As vítimas de violência patrimonial têm procurado apoio na Associação das Viúvas e Mães Solteiras. A agremiação tem feito acompanhamento às vítimas. Segundo Isabel Miambo, activista social da AVIMAS, a associação tem recebido muitas vítimas de violência patrimonial, as quais procuram aconselhamento.

Conta que, recentemente, recebeu um caso de uma jovem de 27 anos de idade, que foi expulsa de casa pelo marido. Segundo explica, a referida jovem juntou-se ao marido quando tinha 19 anos de idade.

Sucede que, de acordo com Isabel Miambo, três meses após o lobolo, o marido decidiu expulsá-la de casa, sem nenhuma explicação plausível. “Ela saiu de casa com uma criança menor de dois anos de idade apenas com a roupa que trazia no corpo”, conta Isabel Miambo.

Através desta agremiação, o caso foi encaminhado à Associação Moçambicana das Mulheres de Carreira Jurídica (AMMCJ), com vista a ter um acompanhamento jurídico. É que, segundo a activista social da AVIMAS, a vítima exige a divisão dos bens. A associação recebeu ainda um caso de uma jovem de 32 anos de idade e com dois filhos, vítima de violência patrimonial. A jovem perdeu o marido vítima de doença.

“Ela contou que, quando perdeu o marido, a família do seu ente querido a expulsou de casa, apoderando-se dos bens”, explica, acrescentando que a família do marido começou a vender todos os bens do finado, com destaque para carros e uma serigrafia. A Associação das Viúvas e Mães Solteiras recebeu, no ano passado, 15 vítimas de violência patrimonial, sendo que todas sofreram esse tipo de violência após a morte dos seus maridos.

VÍTIMAS EMPODERADAS ECONOMICAMENTE

A Associação Kutenga tem prestado assistência às vítimas de violência patrimonial, como forma de reintegrá-las. Para o efeito, a agremiação tem emponderado economicamente as vítimas, tendo em vista garantir que as mesmas não passem dificuldades, visto que, muitas vezes, após perderem os maridos, para o caso das viúvas, são expulsas de casa pelos familiares dos seus entes queridos.

Para Célia Muchanga, coordenadora de Género na Associação Kutenga, é necessário que se divulgue mais a Lei das Sucessões, de modo a permitir que as pessoas tenham conhecimento da mesma, mormente as que têm sido vítimas de violência patrimonial.

Ainda sobre essa lei, Célia Muchanga considera que a mesma deve ser divulgada ao nível das escolas, como forma de incutir atitudes positivas nos adolescentes o quanto cedo possível, para que, no futuro, não cometam esse tipo de violência e tantas outras.

Sugere ainda que haja modernização da Lei das Sucessões. Ou seja, a mesma deveria ser elaborada tendo em conta as necessidades das diferentes classes sociais.

“As pessoas continuam a sofrer esse tipo de violência, porque não conhecem os seus direitos e, mais ainda, não têm conhecimento da lei”, explica Célia Muchanga, acrescentando que a Associação Kutenga tem, dentro das suas possibilidades, tentado ajudar algumas vítimas a reerguer-se.

Célia Muchanga condena a atitude de algumas famílias, as quais, segundo ela, quando perdem um ente querido, preocupam-se mais com os bens deixados pelo finado. Para ela, no lugar de expulsar as viúvas ou filhos, devem acarinhar as mesmas, pois naquele momento precisam de amparo.

“Todos os casos de violência patrimonial, que estão directamente ligados às mulheres, são discutidos de forma aberta”, diz Célia Muchanga, acrescentando que, esse tipo de violência não é só contra as mulheres viúvas. “Mesmo um casal que vive junto passa por violência patrimonial”, explica.

VÍTIMAS NÃO DENUNCIAM

As vítimas de violência patrimonial não têm denunciado os casos. Segundo dados do Gabinete de Atendimento à Família e Menores Vítimas de Violência Doméstica (GAFMVVD), no ano passado, a Cidade de Maputo registou 42 denúncias. Para esta instituição, apesar de as viúvas já terem noção sobre os seus direitos em relação ao património, ainda há poucas pessoas que denunciam esses actos.

Com vista a reverter o cenário e prevenir a ocorrência de casos de violência patrimonial, GAFMVV tem levado a cabo acções de capacitação dos líderes comunitários e chefes de quarteirão, de modo a que os mesmos possam disseminar a informação e reportar as preocupações das comunidades para a Polícia.

Hoje, não houve registo de mortes pela pandemia viral, mantendo-se o total de 2.189 perdas humanas desde a eclosão da doença no país. Entretanto, ainda neste período, 125 pessoas ficaram livres do vírus pandémico, somando 218.558 casos recuperados.

De acordo com o Ministério da Saúde, a maior parte de recuperados foi registada na província de Cabo Delgado (58), seguida pela Cidade de Maputo (34), e Tete com 22.

Nas últimas 24 horas, “registamos mais 48 novas infecções e as mesmas resultaram de um total de 1.806 amostras suspeitas testadas em todo o país”, refere um comunicado do Ministério da Saúde, acrescentando que a taxa de positividade no período em análise foi de 2.66% e a taxa de positividade acumulada de 17.95%”.

Actualmente, o número global de casos positivos situa-se em 224.767. Destes, 224.398são de transmissão local e 369 importados.

A provincia de Gaza registou o maior número de infecções, com 17 casos. Neste momento, Moçambique tem 4.016 casos activos do novo Coronavírus.

“No mesmo período, registamos o internamento de mais dois pacientes com COVID-19, sendo (…) actualmente, 17 pacientes encontram-se nos CICOV e em outras Unidades Hospitalares nacionais”, lê-se no comunicado.

Um cidadão sul-africano foi assassinado no distrito de Moamba, Província de Maputo. O crime aconteceu entre os dias 25 e 26 de Janeiro do ano em curso e em conexão com o mesmo, quatro moçambicanos encontram-se detidos no distrito de Moamba e foi recuperada a viatura da vítima.

O cidadão sul-africano entrou para Moçambique pela fronteira de Ressano Garcia a 25 de Janeiro, no trajecto ele foi supostamente assassinado por cidadãos moçambicanos que seguiam a bordo na sua viatura. Acredita-se que os ocupantes tinham alugado o carro da vítima para os levar até a terra natal.

Num dos pontos da Estrada Nacional número quatro, o jovem foi jogado na berma da via para alegadamente pensar-se que foi vítima de um acidente de viação e posterior abandono de corpo. Mas quando foi feita a investigação concluiu-se que foi assassinado e a sua viatura roubada.

O corpo da vítima apresentava ferimentos profundos na cabeça e a língua foi cortada.

Mais tarde, as autoridades levaram o corpo à morgue do Hospital Provincial da Matola, onde a medicina legal fez a autópsia e os resultados serão encaminhados ao Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), segundo explicou o médico legista Rogélio Bello. “O corpo do cidadão sul-africano entrou na morgue no dia 26 de Janeiro passado e foi feita a autópsia e, de seguida, o corpo foi transladado no dia 3 de Fevereiro corrente para a África do Sul”.

O jornal “O País” sabe através de fontes ligadas ao caso que a Polícia sul-africana já está a trabalhar com a sua congénere moçambicana, incluindo o SERNIC, para o esclarecimento do caso que, nos próximos dias, pode conhecer novos desenvolvimento.

A Condutividade Eléctrica (CE) é que dá sabor a sal à água sempre que estiver com uma grande concentração por litro. Até aqui, foi encontrado o nível mais alto de CE na ordem de 792 microsiens e o padrão aceitável no regulamento sobre qualidade de água é de 2000 microsiens.

A barragem de Nampula está completamente cheia por conta da chuva que começou a cair com intensidade a partir de Janeiro findo. Mas com 63 anos de existência, aquela albufeira deixou de satisfazer a demanda na cidade de Nampula, por isso, há cerca de 2 anos que o Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de Água (FIPAG) está a apostar na água subterrânea, tendo aberto 10 furos no bairro de Namiteca, que em termos de volume do caudal, estimado em 6 mil metros cúbicos por dia, podia ajudar a minimizar a crise do líquido precioso.
Entretanto, ainda na fase experimental, dois furos estão a tirar água com um teor de sal tido pelos consumidores como sendo alto, mas o director-geral do FIPAG, Victor Tauacal, esclarece que apesar dessa tendência, o teor encontrado está dentro dos parâmetros definidos pelo regulamento sobre a qualidade de água. “Esses dois furos vão ser isolados e vamos pensar em importar uma estação de dessalinização para poder tratar especificamente aqueles dois furos, caso consigamos essa tecnologia ou, por outro lado, vamos ter que isolar para não terem que estar no grupo dos furos que têm o padrão aceitável”.
Condutividade Eléctrica (CE) é que dá sabor a sal à água sempre que estiver com uma grande concentração por litro. Até aqui, foi encontrado o nível mais alto de CE na ordem de 792 microsiens e o padrão aceitável no regulamento sobre qualidade de água é de 2000 microsiens.
“Estamos a pensar em captar a partir de Namiteca seis mil metros cúbicos por dia. Portanto, esses furos vão reduzir o caudal, mas vamos ter oito furos que serão suficientes e estamos a pensar em abrir mais furos”, tranquiliza Tauacal.
Com mais de 700 mil habitantes, o fornecimento de água potável na cidade de Nampula está a revelar-se uma grande dor de cabeça. A solução passa por trazer água da barragem de Mujica que tem mais capacidade de retenção, no entanto, o Governo precisa de um investimento avultado, pois a fonte em causa dista 110 km da cidade de Nampula.
“Ali podíamos conseguir puxar cerca de 25 a 30 mil metros cúbicos por dia que, juntando a estes 40, pode chegar aos 80 mil metros cúbicos por dia que é mais ou menos a demanda da cidade de Nampula. Portanto, esse é o nosso horizonte no futuro. Neste momento, estamos a negociar com o governo japonês que está interessado em financiar. Na conferência de financiadores esta questão de Mujica estava na lista de prioridades. Temos também negociações com o Banco Mundial”.

A Tempestade Tropical Moderada “DUMAKO” poderá atingir o canal de Moçambique amanhã e afectar a navegação marítima entre os paralelos 14 e 20 graus de Latitude, com ventos tempestuosos. A previsão é do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM).

Espera-se que aproximação do sistema afecte o estado de tempo nas províncias de Nampula, no norte do país, Zambézia e Sofala, no centro, com chuvas fortes, localmente muito fortes (mais de 100 milímetros em 24 horas), acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas fortes, variando entre 60 e 80 quilómetros por hora.

As mais recentes projecções meteorológicas indicam que até as 08 horas desta terça-feira, “DUMAKO” estava a 90 quilómetros da costa leste de Madagáscar, com vento máximo de 65 quilómetros por hora e rajadas até 95 quilómetros por hora. “Nas próximas horas o seu epicentro estará em Madagáscar”, prevê o INAM.

A Meteorologia prevê temperaturas entre amenas e quentes em algumas capitais provinciais no país.

As cidades de Chimoio, Nampula, Pemba e Lichinga poderão registar máximas de 27, 29,29 e 21 e mínimas de 18, 22, 23 e 17 graus Celsius, respectivamente.

Para as cidades da Beira, Tete e Quelimane  têm  temperaturas máximas de 30, 35 e 30 e mínimas de 24, 25 e 24 graus Celsius, respectivamente.

Já para as urbes de Maputo,  Xai-Xai  e Inhambane e Vilankulo prevêem-se máxima de 30, 32, 32 e 32 e mínimas de 23, 22, 25 e 24 graus, respectivamente.

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