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O País – A verdade como notícia

O presidente do Município de Maputo garante que a organização da venda informal está a decorrer conforme o previsto, mesmo com vendedores a voltarem às ruas.

O mercado Xipamanine foi um dos requalificados no âmbito da organização da venda informal, com a abertura de novas bancas e integração de parte dos vendedores informais, que desempenhavam suas actividades em locais impróprios.

Volvidos dois anos, os vendedores abandonaram as bancas e voltaram às ruas. E o presidente do Município diz que o processo está a decorrer normalmente.

“A venda informal está devidamente organizada, se quiser mais informações, podemos dar. Hoje não é o dia apropriado para isso. Na parte da Baixa da Cidade de Maputo, temos um projecto de requalificação”, disse Comiche.

A Baixa da Cidade de Maputo foi também reocupada pelos vendedores informais e há registo de bancas abandonadas em diferentes mercados da capital do país.

O presidente da Conferência Episcopal da Igreja Católica em Moçambique, Dom Inácio, confirmou a morte da missionária italiana e disse que a comunidade religiosa naquele ponto do país está em pânico devido aos ataques terroristas.

O representante da igreja disse ainda que o corpo já foi recuperado e está a ser preparado para o funeral.

“O último contacto que tive com as missionárias que vivem aqui, na cidade [de Nampula], é que elas quando tomaram conhecimento de que havia possibilidade de se chegar à Missão, para recolher no corpo da sua irmã, tiveram conhecimento de que a paróquia já estava a preparar o corpo para fazer o funeral”, disse Dom Inácio.

O representante da Igreja Católica condenou o terrorismo em Cabo Delgado, onde a igreja perdeu parte do seu património, e, agora, em Nampula, onde uma missionária italiana perdeu a vida.

“A posição da Igreja Católica é sempre de condenação, um repúdio muito veemente a esta guerra desumana, que tira a vida de muita gente, sobretudo, gente muito pobre, muito inocente, que nem sabe por que há esta guerra.”

Além da morte da missionária, os terroristas incendiaram a paróquia da igreja que, segundo o representante, ficou totalmente destruída.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, confirmou, hoje, ataques terroristas aos distritos de Eráti e Memba, na província de Nampula. Da acção terrorista, seis pessoas foram mortas e três sequestradas, incluindo uma missionária italiana de 83 anos.

O Chefe de Estado moçambicano, que falava durante as cerimónias centrais do Dia da Vitória, em Xai-Xai, província de Gaza, disse que os ataques foram perpetrados por um pequeno grupo de cinco a três insurgentes que fugiram de Cabo Delgado, face ao cerco apertado das Forças de Defesa e Segurança e SAMIM.

“Como resultado, espalharam-se em grupos pequenos de cinco a 15 terroristas que, em direcção à faixa a sul do Rio Montepuez e Lúrio, de forma disfarçada e infurtiva, tentaram dificultar a sua intercessão pelas nossas Forças no terreno. Procuram criar terror nos distritos de Ancuabe, Meluco, Macomia e Chiúre na província de Cabo Delgado”, disse o Presidente da República.

O Comandante-em-Chefe das Forças de Defesa de Segurança denunciou ainda a tentativa dos terroristas de recrutarem jovens, sobretudo, para as suas fileiras de modo a semearem pânico nas comunidades em Nampula.

“Nos últimos dias, desceram para a província de Nampula onde tentam recrutar novos membros para suas fileiras, mas lograram sucesso na transferência, daí a razão de muito nervosismo. Atacaram, a partir do dia 27 de Agosto passado, até no dia 6 de Setembro as aldeias de Nacuale, as machambas de Monje, Mobuda, no distrito de Ancuabe, aldeias de Monula e Nicole, em Chiúre, Eráti, já na província de Nampula”, precisou o Presidente da República.

Nyusi deixou claro que as Forças de Defesa e Segurança, da SAMIM e do Ruanda, estão já “em combate, estamos a monitorar a situação”. O Presidente da República acrescentou que os “jovens estão no terreno, estão em combate no posto administrativo de Chipene, no distrito de Memba”.

Filipe Nyusi confirmou ainda que, como consequência do ataque, seis pessoas foram mortas, incluindo uma missionária italiana de 83 anos, e outras três sequestradas.

“Seis cidadãos foram decapitados, três sequestrados e dezenas de casas incendiadas. Eles estão a levar pela medida”, assegurou Nyusi.

O Presidente da República lamenta que pessoas mal-intencionadas estejam a fazer aproveitamento da situação.

“Jovens incendiaram 13 casas e puseram-se em fuga. Portanto, esses jovens são oportunistas, são criminosos a caminho do terrorismo. Aproveitam-se do momento e queimam casas e, quando as comunidades fogem, eles ficam a roubar. Um elemento deste grupo foi capturado e denunciou o infortúnio que facilitou de seus comparsas em número de quatro”, frisou Filipe Nyusi.

O Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança garante protecção a todos que se renderem. “Nós testemunhámos a rendição de mais de 40 terroristas às nossas autoridades em Mocímboa da Praia, Palma e Pemba. Quando eles sozinhos se entregarem, estão connosco. Esses, como dissemos outras vezes, voltem às casas. Nós não queremos a guerra. Estes voltam e estão a ser protegidos, estão a colaborar e a qualquer momento poderão ser devolvidos às comunidades”, garantiu Filipe Nyus, para depois deixar claro que o terrorismo não tem fronteira.

“Não estamos a proclamar nenhuma vitória aqui. Não há isso…Estamos a dizer que a luta continua contra o terrorismo, porque este terrorismo não tem fronteira. Não sabemos para onde eles caminham. Estão desesperados, mas não vão desistir até que os seus mandantes digam que Moçambique não é terra do terrorismo”.

As obras da estrada que liga a zona da Rotunda ao bairro Incassane, na KaTembe, no Município de Maputo, estão paralisadas. A situação preocupa os automobilistas que dizem somar prejuízos.

O troço que liga a zona da Rotunda à Zona Militar é uma das principais vias que leva ao bairro Incassane, no Distrito Municipal KaTembe, na Cidade de Maputo.

Devido à falta de asfaltagem da via, a colocação de uma placa de início de obras de construção de estrada, no mês de Abril do ano corrente, criou expectativas de dias melhores aos automobilistas.

“Nós ficámos muito felizes quando vimos a placa, porque achávamos que, para chegar à rotunda, andaríamos numa via melhorada”, desabafou Arnaldo Tovela, automobilista.

No entanto, o que se vê no terreno são pedras que foram depositadas há meses e que já começaram a criar constrangimentos aos automobilistas, segundo acrescentou Tovela.

“Nós temos visitado os mecânicos em curto período de tempo, porque andamos numa estrada cheia de pedras e depois chegámos à parte alcatroada, na rotunda, e isso tem provocado muitos danos aos nossos pneus.”

A preocupação agrava-se pelo facto de as obras terem sido paralisadas, daí que Paulino Matola, outro automobilista, apela à intervenção da edilidade. “Estamos muito mal diante desta situação. Já não sabemos o que fazer, só pedimos às autoridades que nos ajudem.”.
Devido às condições inadequadas da estrada Ponjane–Katembe, teve que desistir do seu negócio.

“Eu tive que vender três minibuses que faziam transporte de passageiros, por me ter apercebido de que o meu negócio não estava a ser lucrativo.”

A paralisação das obras é também preocupação para os moradores e para quem vende nas proximidades da via, devido à poeira levantada e à falta de transporte.

“A pessoa fica na paragem durante muito tempo à espera de ‘chapa’. Às vezes, até aparece um e outro, mas desistem por causa da estrada, porque podem andar num dia, mas, no dia seguinte, estraga-se”, contou Rosa Jaime, moradora no bairro Incassane.

Sobre o assunto, o Município de Maputo prometeu pronunciar-se oportunamente.

As obras estão orçadas em mais de 65 milhões de Meticais e a sua conclusão está prevista para Dezembro do ano corrente.

Com previsão de chuvas fracas, céu nublado e vento a soprar, por vezes com rajadas, o Instituto Nacional de Meteorologia aponta para a possibilidade de temperatura amena a quente, em algumas cidades do país.

As cidades de Maputo, Xai-Xai, Inhambane e Vilankulo poderão registar temperaturas máximas de 25, 25, 27 e 27 e mínimas de 16, 19, 18 e 18 graus celsius, respectivamente.

Para as cidades da Beira, Chimoio, Tete e Quelimane o prognóstico é de máximas de 25, 24, 32 e 28 e mínimas de 19, 12, 20 e 20 graus, respectivamente.

Já as cidades de Nampula, Pemba e Lichinga poderiam registar máximas de 29, 28 e 23 e mínimas de 17, 09 e 09 graus Celsius, respectivamente.

O projecto será financiado pelo Banco Mundial, mas a instituição financeira internacional exige a inscrição de todos os beneficiários da iniciativa a nível nacional. Mas apenas a Região Metropolitana do Grande Maputo está avançada no processo.

O subsídio ao passageiro foi uma das soluções encontradas pelo Governo para aliviar o custo do transporte.

O Banco Mundial comprometeu-se a financiar a iniciativa, mas o desembolso do valor depende da inscrição de todos os potenciais beneficiários a nível nacional, bem como da organização do sistema de transferência do subsídio até ao passageiro.

“Tínhamos uma previsão de dois meses que terminava em Agosto, para se fazer o trabalho e, durante o mês de Agosto, fez-se muito trabalho e conversou-se com outras partes do país sobre esta matéria e verificou-se que não tínhamos os dados necessários para convencer o Banco Mundial, para se fazer a transferência. Além disso, há todo processo burocrático financeiro para o qual nós não estamos competentes para falar, nem sabemos como funciona, mas, do ponto de vista metodológico, já foi feito um trabalho que já está praticamente no fim”, explicou o PCA da Agência Metropolitana dos Transportes, António Matos.

A Agência Metropolitano de Transportes diz que o Cartão Famba será o recurso a ser usado para os autocarros e os semi-colectivos poderão usar carteiras móveis.  

“Nós temos diferentes realidades, aqui, na área metropolitana, temos o Cartão Famba, mas temos também passageiros que usam os transportes semi-colectivos que ainda não têm Cartão Famba e, portanto, a nossa opção é entregar o dinheiro através de carteiras móveis”, revelou o PCA da AMT.

António Matos explica que a instituição que dirige vai fechar os preparativos, este mês, mas o desembolso do financiamento estará dependente da organização dos restantes centros urbanos.

A disponibilização do valor tem a ver com a informação que vamos receber a nível do país, e este é um processo central e, à medida que vamos avançando, o Banco Mundial coloca outras exigências”, acrescentou Matos.  

De lembrar que Agência Metropolitana dos Transportes de Maputo registou quase metade dos inscritos previstos no sistema de bilhética electrónica.

Mais um distrito registou um ataque na província de Nampula. Trata-se de Memba. Até ao princípio da noite desta terça-feira, não havia registo de mortos, nem feridos, mas os residentes afirmam que os terroristas incendiaram casas e saquearam bens da população.

Memba é o segundo distrito que regista uma incursão terrorista na província de Nampula. Na noite da última sexta-feira, o povoado Kutua, no distrito de Eráti, foi atacado e, na madrugada de domingo, foi a vez na aldeia de Naminhanha, no distrito de Memba.

Até ao princípio da noite desta terça-feira, não havia relatos de pessoas mortas nem feridas, sendo que os terroristas incendiaram casas e saquearam bens da população, com destaque para produtos alimentícios.

O local, que foi alvo de ataque, no distrito de Memba, fica próximo do povoado de Kutua, no distrito de Eráti, o que faz crer que é o mesmo grupo que está em movimento.

As Forças de Defesa e Segurança estão no terreno, mas há dificuldades para localizar o grupo porque se meteu numa mata densa ali existente.

Com esta escalada de violência, as três províncias do Norte de Moçambique (Cabo Delgado, Niassa e, agora, Nampula) ficam no mapa vermelho, registando situações de perturbação da ordem pública devido a ataques terroristas.

Com o agravamento da onda terrorista em Cabo Delgado, nos últimos anos, a província de Nampula passou a receber várias populações deslocadas, que procuravam por um lugar seguro e tranquilo para viver. No entanto, na última sexta-feira, o alerta foi dado na província com maior densidade populacional do país.

A província de Nampula registou o primeiro ataque terrorista na última sexta-feira. Nesse dia, igualmente, não houve vítimas mortais ou feridas, mas os terroristas incendiaram um centro de saúde, uma escola e destruíram residências das populações locais. Desde que se iniciaram as incursões terroristas na província de Cabo Delgado, em 2017, Nampula nunca tinha registado um ataque terrorista. Entretanto, num intervalo de quatro dias, já são os ataques perpetrados em dois distritos.

Eráti, o primeiro distrito atacado pelos terroristas em Nampula, para quem sai de Cabo Delgado e segue pela Estrada Nacional Número 1, é o primeiro distrito, pelo que é o mais próximo da zona com histórico de ataques terroristas que se iniciaram a 5 de Outubro de 2017.

Segundo apurou o jornal “O País” à população, os malfeitores entraram no povoado de Eráti por volta das 15 horas, posicionaram-se sem criar alaridos e, por volta das 22 horas, começaram a incendiar casas; fizeram o mesmo no posto de saúde local (que ficou totalmente destruído) e atearam fogo, igualmente, num bloco de salas de aula de uma escola construída com base em material local.

 Poucos dias depois desse primeiro registo terrorista, o pânico voltou a um distrito vizinho, Memba, deixando a população sem onde morar.

Portanto, todas as províncias do Norte de Moçambique registaram, em momentos diferentes, ataques terroristas.

O segundo ataque terrorista à província de Nampula acontece num contexto em que Moçambique irá receber, entre 8 e 9 deste mês de Setembro, o Alto-representante da União Europeia (UE) para a Política Externa e de Segurança, Josep Borrell.

Borrell visitará a missão de treino militar da União Europeia em Moçambique e participará numa cerimónia de entrega de equipamento militar financiado pelo Mecanismo Europeu de Apoio à Paz.

Durante a sua deslocação, o chefe da diplomacia europeia tem previstos encontros com o Presidente da República, Filipe Nyusi, e com a ministra dos Negócios Estrangeiros, Verónica Macamo, na quinta-feira.

Na sexta-feira, Josep Borrell visitará a missão de treino militar da União Europeia em Moçambique (EUTM), na KaTembe, e participará numa cerimónia de entrega de equipamento militar financiado pelo Mecanismo Europeu de Apoio à Paz, junto ao director-geral do Pessoal Militar da União Europeia (EUMS) e responsável máximo das missões militares da UE, vice-almirante Hervé Bléjean.

Ainda na sexta-feira, Borrell reunir-se-á com o ministro da Defesa Nacional, Cristóvão Chume, e visitará um projecto de cooperação financiado pela UE.

Além da União Europeia, na visita do Primeiro-ministro português, António Costa, ao país, semana passada, Portugal reafirmou a disponibilidade de colaborar com Moçambique em questões de Defesa e Segurança, o que poderá ser um factor determinante para as autoridades nacionais combaterem o terrorismo no Norte.

Há falta de sanitários no terminal rodoviário de Xipamanine, o que obriga as pessoas a satisfazerem necessidades biológicas em locais impróprios. Os vendedores queixam-se de serem expulsos do mercado, alegadamente porque as bancas estão ocupadas.

O grito de socorro vem de todos os lados, desde passageiros, motoristas até dos vendedores. Todos reclamam da falta de condições básicas no terminal rodoviário de Xipamanine.

“Há muitos problemas, sempre que chove, o terminal fica cheio de água e os passageiros não têm onde se proteger, a praça está péssima”, reclamou Muchanga, cobrador.

Helena Zacarias, passageira, diz que o sofrimento é maior: “Estamos a sofrer aqui; ficamos mais de uma hora na paragem, sem ‘chapas’, a queimar com sol”.

Isaías Massango não ficou de fora e juntou-se aos munícipes: “Nós passamos mal por causa das covas, casas de banhos, é possível ver pessoas a satisfazerem suas necessidades biológicas nos cantos”.

O novo terminal rodoviário de Xipamanine não tem condições necessárias para albergar utentes; há falta de sanitários públicos, alpendres e placas de identificação das rotas. “O terminal deve melhorar na parte de sombras, placas para informar aos passageiros as suas respectivas rotas”, sugeriu Marcelino Samuel, motorista.

Dentro do mercado, as bancas estão desocupadas. Mas, do lado exterior, o cenário é diferente, ruas abarrotadas de vendedores e justificam que não há espaço no interior. “Quando amanhece, nós ficamos nos passeios, não temos licença para estar dentro do mercado”, justificou Sheila Massingue, vendedeira.

Enquanto a situação não se resolve no mercado de Xipamanine, os vendedores disputam a estrada com os carros.

Já são conhecidos os 350 candidatos apurados para o programa “Agora Emprega”, implementado pela Secretaria de Estado da Juventude e Emprego (SEJE). A instituição garante um milhão e meio de Meticais para 50 planos de negócios que forem aprovados.

Foram publicamente apresentados, esta segunda-feira, os 350 candidatos apurados para Formação de Plano de Negócios, no âmbito do programa “Agora Emprega”.

Os 350 candidatos serão submetidos a uma formação que visa transformar ideias em negócio, gestão financeira e processos de produção.

O secretário de Estado da Cidade de Maputo, Vicente Joaquim, fala da necessidade de criar mais postos de emprego.

“Quanto mais trabalhadores no activo a economia absorver, melhor será o impacto sobre a renda e no consumo das famílias”, explicou Vicente Joaquim, secretário de Estado da Cidade de Maputo.

Os 350 candidatos apurados são da Cidade e Província de Maputo, mas espera-se que, até Novembro, o programa seja implementado em todo o país.

Para cada uma das 50 ideias a serem apuradas, o Governo vai canalizar um milhão e meio de Meticais, segundo o secretário de Estado da Juventude e Emprego, Oswaldo Petersburgo.

“Estamos cada vez mais a aprimorar todos os aspectos ligados à transparência e ao acesso ao financiamento, na base da meritocracia, porque é isso que defendemos, lutamos e é para isso que os nossos programas existem”, disse o secretário de Estado da Juventude e Emprego, Oswaldo Petersburgo.

“Agora Emprega” é uma das componentes do programa “Emprega” com objectivo de promover o emprego no país, para jovens com ideias de negócio ou projectos que necessitam de apoio e orientação para a sua concretização.

Participaram da cerimónia de apresentação dos 350 candidatos apurados, os vice-ministros das Águas Interiores e Pescas e do Trabalho e Segurança Social.

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