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O País – A verdade como notícia

As chuvas que se fazem sentir em alguns pontos do país poderão continuar, e com mais intensidade, amanhã, na região Centro do país e nas províncias de Inhambane e Gaza, no Sul. Entretanto, a província e Cidade de Maputo continuarão a registar chuvas fracas locais.

A seguir, veja quais são os distritos a serem afectados pelo mau tempo:

Província de Manica: distritos de Machaze, Mossurize, Sussundenga, Macate,

Gondola, Vanduzi, Manica, Báruè, Macossa, Guro, Tambara e cidade de Chimoio;

Província de Sofala: distritos de Machanga, Chibabava, Búzi, Dondo, Nhamatanda,

Muanza, Gorongosa, Cheringoma, Marromeu, Maríngue, Caia, Chemba e cidade da

Beira;

Província de Tete: distritos de Zumbo, Mágoè, Cahora Bassa, Changara, Marara,

Moatize, Doa, Mutarara, Tsangano, Marávia, Chifunde, Macanga, Chiúta, Angónia e

cidade de Tete;

Província da Zambézia: distritos de Chinde, Luabo, Inhassunge, Mopeia, Nicoadala, Derre, Morrumbala, Milange, Namacurra, Mocuba, Maquival e cidade de Quelimane;

Província de Gaza: distritos de Chókwe, Bilene, Mandlakazi, Limpopo, Mapai,

Mabalane, Chicualacuala, Chigubo, Chibuto, Guijá, Chongoene, Massangena,

Massingir e Cidade de Xai-Xai;

Província de Inhambane: distritos de Zavala, Inharrime, Jangamo, Panda, Funhalouro, Mabote, Homoíne, Morrumbene, Massinga, Vilankulo, Inhassoro, Govuro e cidades de Maxixe e Inhambane.

As chuvas serão acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas fortes, de até 70 quilómetros por hora, segundo explica o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM).

Além disso, prevê-se que o mau tempo crie agitação marítima, o que poderá gerar ondas com até 4.5 metros de altura.

Os meteorologistas recomendam a tomada de medidas de precaução.

Os mercados Central, no coração da cidade de Inhambane, Mafurreira e Gilo, na periferia, são os três principais centros comerciais da urbe.Entretanto, os mercados estão a funcionar em condições impróprias de higiene. Há mais de duas semanas que a água não jorra nas torneiras, para o desespero de quem tira dali o próprio sustento.

Segundo Esmeralda, vendedeira do Mercado Mafurreira, ouvida pelo “O País”, quando os homens do FIPAG foram até lá para cortar água, disseram que o faziam porque há muito tempo que o município não pagava as facturas pelo consumo do precioso líquido.

Para garantir um mínimo de higiene, os vendedores têm de levar água de casa em pequenos recipientes ou comprar na vizinhança do mercado, mas, em muitos casos, a água não chega, pelo facto de ela e suas colegas estarem a vender produtos frescos que exigem higienização constante. Aliás, a água que pedem na vizinhança tem de ser paga e custa 10 Meticais por cada bidão de 20 litros.

Se para lavar os produtos levam água de casa, o mesmo não se pode dizer em relação aos sanitários que estão inoperacionais devido à falta do precioso líquido. Em caso de necessidades, os vendedores socorrem-se de pequenos recipientes para depositar o lixo biológico que depois é descartado.

A situação deixou os vendedores agastados, de tal modo que decidiram não pagar a taxa diária pelo exercício da actividade, até que o problema seja resolvido.

Pelo exercício da actividade, cada vendedor tem de pagar diariamente uma taxa de 10 Meticais, dinheiro canalizado aos cofres do município. Diante do cenário da falta de água, há uma semana que os mesmos se negam a pagar a referida taxa.

O “O País” apurou que, na verdade, o Conselho Municipal de Inhambane está a dever ao FIPAG mais de dois milhões de Meticais, referente ao não pagamento de facturas de seis meses.

Contactado pelo “O País”, o vereador para a área de Administração e Mercados no Município de Inhambane, Aurélio Cumbane, disse que já estão em curso negociações junto do FIPAG para restabelecer o fornecimento do precioso líquido aos mercados, sem, no entanto, dizer sob que condições tal restabelecimento seria feito.

No Mercado Mafurreira, um dos mais movimentados da cidade, existem cerca de 500 vendedores. Contas rápidas feitas pelo nosso jornal indicam que se pelo menos metade desses vendedores trabalharem 25 dias por mês e pagarem todos os dias às referidas taxas, o Município de Inhambane conseguiria arrecadar, no mínimo, 75 mil Meticais.

 

Está detido um agente da Polícia da República de Moçambique acusado de violar uma menor de 14 anos na província de Gaza. O comandante provincial da PRM diz que o indiciado poderá ser processado disciplinar, criminalmente e expulso da corporação.

O crime de violação de uma menor de 14 anos por um agente da Polícia afecto à Protecção de Altas Individualidades ocorreu no calor das festas do fim do ano, 01 de Janeiro, na província de Gaza.

Já a ver o sol aos quadradinhos, o agente conta como tudo terá acontecido. “Eu não posso mentir. Estava mal. Estava embriagado. Peço perdão. Falhei. Eu não esperava que fosse dar nisso. Eu não estava fardado. O erro que cometi é que trazia cinto”, narrou o agente acusado de violação.

O agente disse aos jornalistas que sequer sabia que a menina era menor de idade e nega que foi encontrado pela população no acto sexual, conforme relatos. “Nós estivemos juntos ali. Ela é que me levou até ao local onde ficámos. Pegaram-me e tiraram-me a roupa por pessoas que estavam ali. Depois levaram aquela moça, colocaram-lhe debaixo (para dar a entender que naquele momento estava a violar a menor). Eu nem conheço tais pessoas e queriam matar-me”, detalhou, contando a sua versão dos factos.

Pai de três filhos, o jovem polícia diz estar arrependido. “Estou muito arrependido porque perdi emprego e muitas outras coisas. Estou na cadeia e toda a minha vida está parada. Estou muito arrependido”, sublinhou o agente da Polícia, com um tom carregado de tristeza.

A PRM em Gaza distancia-se do comportamento desviante do agente e diz que o mesmo será responsabilizado disciplinar e criminalmente, processos que podem culminar com a sua expulsão da corporação.

“Este vai levar um processo disciplinar a nível da organização e depois um criminal que vai ser decidido pela justiça. Todos os indivíduos que são alvo desse processo disciplinar e tenham uma condenação acima de dois anos são dispensados da organização. Contudo, vamos aguardar para que os processos sejam instruídos e cheguem ao fim. Ele já vai ao banco dos réus com agravantes por ser um agente da Polícia”, explicou Carlos Macuácua, chefe de Relações Públicas da PRM na província de Gaza.

O agente em causa está na Polícia há cinco anos e foi fruto do trigésimo quinto curso de formação dos homens da lei e ordem.

Foram violadas 95 pessoas em todo o país durante a última quadra festiva. O sector da saúde diz que, apesar da redução dos casos de violação, em relação ao ano 2022, os números continuam a ser preocupantes.

Durante o Natal e a transição do ano, houve redução de acidentes de viação e de óbitos na via pública, sendo 19 contra 42 em igual período e 24 contra 48, respectivamente.

No entanto, o número de casos de agressão física e violação de menores prevaleceu alto, segundo o Ministério da Saúde.

“Ainda observamos com preocupação a ocorrência de violência doméstica e violência sexual. Apesar de ter diminuído, registamos ainda casos preocupantes, 95 casos registados nas unidades hospitalares de violação e de violência doméstica de cerca de 213 casos”, avançou Feliz Pinto, em representação do Ministério da Saúde.

Na reunião de balanço da quadra festiva, que decorreu esta quinta-feira, a fonte disse ainda que os casos estão relacionados ao excessivo consumo de bebidas alcoólicas e outras drogas.  

“Para a agressão física, nós temos a preocupação com a Província e Cidade de Maputo, com particular aumento de casos na Cidade de Maputo e na Província de Manica.”

Sobre as mortes dentro das unidades sanitárias, Pinto diz que, na última quadra festiva, houve uma grande redução, que resulta essencialmente da rápida prestação de socorro e disponibilidade das urgências em cuidar e/ou reanimar as vítimas.

“Nós observamos uma queda em 50%, o que, para nós, constitui um ponto positivo neste período. Tivemos um registo de 35 óbitos, contra 66 do ano passado.”

Apesar do balanço positivo, ao sector da saúde preocupa ainda os casos de acidentes de viação, com maior incidência na Cidade de Maputo, províncias de Inhambane, Nampula e Zambézia.

Por seu turno, a PRM avançou que a província de Inhambane foi a que registou mais casos de acidentes de viação, a nível nacional.

“De forma geral, podemos afirmar que a quadra festiva foi tranquila, pois registámos redução dos acidentes de viação, em 23 casos, correspondentes a 55%. Esta tranquilidade deveu-se, em parte, à efectivação dos planos da PRM, como Zalala e Tsakane, pelos quais envolveu unidades diversas, que lidam com a segurança rodoviária”, disse Agostinho Amor, chefe do Departamento de Sinistros no Comando da PRM.

Mesmo assim, para a PRM e para o sector da Saúde, o balanço da quadra festiva é positivo.

Uma criança de seis anos de idade, que era dada como desaparecida desde o dia 31 de Dezembro, foi encontrada morta dentro de uma fossa numa residência no bairro Zimpeto, na Cidade de Maputo.

A 31 de Dezembro, quando as pessoas se preparavam para a transição de ano, duas famílias foram às autoridades no bairro  Zimpeto comunicar o desaparecimento de seus filhos. Depois de buscas  incessantes, uma das crianças foi identificada numa fossa já sem vida e outra continua desaparecida.

“Quando tomámos conhecimento, a vizinhança já estava por aqui e disse-nos que havia uma criança na fossa e eu, como estava perto, liguei a outros familiares para virem confirmar se era ou não a nossa criança. E aqui chegámos e encontrámos que é nossa criança, não sabemos exactamente o que aconteceu, mas há, até agora, um jovem que está na Polícia que foi visto por alguns vizinhos com um saco a entrar aqui, então talvez seja ele”, contou Zefanias Matsinhe, familiar da vítima.

O proprietário da casa diz que não sabe em que circunstâncias a criança apareceu na fossa: “Acordei e fui à casa de banho e vi algumas moscas ali, na fossa, então fui ver o que estava a acontecer. Quando tirei aquelas chapas, vi um corpo ali dentro e não sei como apareceu”.

As autoridades policiais, sem gravar entrevista, revelaram ao jornal “O País”  que há um indivíduo vizinho da vítima que está a ser ouvido pelas autoridades suspeito de ser o autor do crime. Os moradores e a secretaria do bairro Zimpeto também apontam o dedo ao mesmo suspeito.

“É um jovem de conduta duvidosa, ele pode ter violado e assassinado o miúdo, sabemos que foi ele. A mãe [do indiciado] esteve na casa dele a limpar sangue e não está aqui.”

Depois da retirada do corpo, pelo Serviço Nacional de Salvação Pública, o Serviço Nacional de Investigação Criminal transportou-o até à morgue. A população local exige que o crime seja esclarecido.

Trabalhadores da Ara-Sul estão em greve por tempo indeterminado. Em causa está a tabela salarial, que a consideram desactualizada e a falta de progressão de carreiras.

A greve pacífica arrancou na manhã desta quarta-feira, em todas as divisões das Águas da Região do Sul (Ara-Sul). Os trabalhadores dizem-se revoltados e queixam-se de problemas acumulados e que são conhecidos pela direcção da instituição há vários anos. “Na Ara-Sul, não existe progressão de carreiras, bónus de antiguidade nem tabela salarial”, contou a representante do Sindicato dos trabalhadores da Ara-Sul, Sandra Pene, que falava em entrevista ao “O País”.

Joana Chicuane trabalha na Ara-Sul desde 1991. Segundo contou, vai à reforma ainda este ano, mas não viu a sua categoria profissional alterada ao longo dos mais de 30 anos de trabalho.

“Simplesmente lamento pelo facto de ter que ir à reforma sem ter tido progressão alguma. Tivemos vários chefes, alguns dos quais reformaram, mas continuam a dizer que estão a tratar do assunto, mas, até hoje, não deram resposta alguma”, queixou-se a trabalhadora.

Segundo um documento, emitido pelo Sindicato dos Trabalhadores da Ara-Sul, além de Joana, a maioria dos trabalhadores da instituição foi admitida em 1980, mas todos continuam na mesma categoria e na mesma condição salarial.

“Entramos em negociações várias vezes, mas não chegamos a acordo algum, porque a direcção diz que já elaborou a proposta de tabela salarial e que o processo está agora no Ministério das Finanças”, explicou a representante do Sindicato.

A Direcção da Ara-Sul disse que sabe do problema, mas garante que mais de 50% dos trabalhadores já têm a situação resolvida.

“Parece que os trabalhadores já estavam impacientes, até porque resolvemos uma parte, mas não cabalmente. Mas em momento oportuno, teremos as soluções de quem de direito”, garantiu Carlos Muxanga, chefe do Departamento dos Recursos Humanos da Ara-Sul.

Entretanto, os trabalhadores continuam insatisfeitos e decidiram entrar em greve, sem data prevista para o fim.

Na Cidade de Maputo, há ainda centenas de famílias que têm as suas casas cercadas de água há mais de um ano. O INAM avisou, recentemente, que vem mais chuva, facto que está a gerar mais preocupação nas famílias.

Elisa Mateus vive no bairro Magoanine “A”, nos arredores da Cidade de Maputo. A sua casa está completamente cercada de água. Dentro e fora, todo o espaço foi tomado pela água da chuva. A situação está assim há mais de 12 meses.

Ela soube do recente aviso emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia que alerta para a ocorrência de chuva acompanhada de ventos e trovoadas, para esta sexta-feira, mas diz que, por falta de recursos, vai permanecer no mesmo local.

“Não temos condições principalmente para o arrendamento de casas, porque, quando chove, temos que sair daqui e agora não temos dinheiro”, lamentou Elisa Mateus.

São centenas de casas cercadas pela água, outras até já  foram abandonadas. As pessoas que ficaram tiveram de se reinventar para enfrentar a água nauseabunda, onde abundam mosquitos e serpentes. Os sacos de areia e blocos são, para já, a solução encontrada para garantir a circulação. Os moradores daquela área residencial deploram as actuais condições.

“A ajuda que queremos é tirar esta água, já prometeram fazer bacias e valas de drenagem, mas, até aqui, não aconteceu nada e continuamos na água.”

Mas há no meio daquela água quem não vê a hora de sair: “É meu desejo, ainda que digam hoje ‘saia’ eu aceito, não nego sair daqui”.

No bairro Magoanine “A”, além de casas abandonadas em consequência das chuvas, há ruas intransitáveis por conta das águas, e essas ruas deram lugar a riachos em que abundam enorme vegetação.

Um camião de carga e um comboio embateram-se na Estrada Nacional Número 2, em Boane, Província de Maputo. Em resultado, o trânsito ferroviário e rodoviário ficou condicionado.

O acidente aconteceu por volta das 18 horas desta quarta-feira quando um comboio pertencente aos Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM) fazia o trajecto Cidade de Maputo–distrito de Boane foi surpreendido por um camião que transportava pedra.

Segundo a empresa Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique, o sinistro terá resultado da incapacidade do camionista de travar o veículo próximo à passagem de nível, devidamente sinalizada.

Em termos de prejuízos, de acordo com a engenheira dos CFM, Iara Popinsky, ainda é prematuro apurar os danos, mas estima-se que sejam avultados. “A automotora já foi levada à nossa oficina para poder apurar o nível dos danos”, disse Iara Popinsky.

O comboio seguia sem passageiros, entretanto o motorista do camião teve ferimentos ligeiros.

Neste momento, segundo os CFM, as actividades estão a decorrer normalmente. “Os serviços diários da automotora que parte de Boane para Maputo vão continuar ao mesmo horário e à mesma tarifa”, avançou.

Dez ciclones poderão fustigar o país até Abril deste ano. Destes, o INAM prevê que cinco possam causar consequências devastadoras. Já a partir de hoje à tarde, chuvas fortes poderão cair nas regiões Centro e Sul do país.

Os ciclones Idai e Kenneth fustigaram as regiões Centro e Norte do país entre Março e Abril de 2019, deixando mais de 250 mil famílias sem habitação.

O Idai foi o ciclone tropical mais forte a atingir Moçambique, com ventos acima de 200 quilómetros por hora, que provocaram cerca de 600 mortos e destruições de diversas infra-estruturas e perda de vários bens e culturas. O fenómeno fustigou, igualmente, os países vizinhos Malawi e Zimbabwe.

Após estas experiências, o alarme começa a soar para qualquer alerta de ameaça de sistemas de baixa depressão que podem evoluir e formar um ciclone.

O Instituto Nacional de Meteorologia alerta que esta época ciclónica de Novembro de 2022 a Abril de 2023 poderá ser marcada por até 10 ciclones, um facto que pode colocar em aberto as marcas que ainda são notórias nas famílias afectadas pelas intempéries, principalmente residentes na província de Sofala, a mais afectada do país.

“O sistema é de baixa depressão e ele pode evoluir para ciclone ou não, e nesta época ciclónica, nós esperamos de 6 a 10 sistemas de baixa depressão dos quais cinco destes podem causar consequências devastadoras, ou seja, podem ser de grande magnitude”, alertou o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia, Manuel Francisco.

Para já, não há previsão de ciclone para os próximos cinco dias, mesmo assim, o alerta prevalece.

“Nós vamos monitorando com base naquilo que encontramos no oceano, porque a sua fonte é a energia onde as águas devem estar um pouco mais quentes onde ele (o ciclone) poderá ter mais energia ao sistema e ele vai evoluir e soo dai podemos fazer a previsão de como vai evoluir para sabermos das zonas de riscos”, detalhou Manuel Francisco.

A primeira fase da época ciclónica é de Novembro a Janeiro e a segunda é de Janeiro a Abril. Entretanto, a presente época ciclónica teve alterações.

“Na primeira fase, nós tivemos dois que aconteceram na nossa bacia, mas isso foi fora daquilo que nós chamamos de época ciclónica, estes ciclones começaram um em Setembro e outro em Outubro, estão fora da época, o que significa que a nossa época ciclónica começou mais cedo”, explicou Francisco.

Mas, para já, chuvas moderadas começam a cair na tarde desta quinta-feira, podendo evoluir para fortes. Serão acompanhados de trovoadas severas e ventos com rajadas fortes na região sul que pode se estender às outras regiões.

“Estamos a prever a ocorrência de chuvas fortes, mais de 50 milímetros, localmente muito fortes, acompanhadas de trovoadas severas e ventos com rajadas fortes até 60 quilómetros por hora a partir da tarde do dia 06 de Janeiro”, lê-se no comunicado do Instituto Nacional de Meteorologia.

O meteorologista Manuel Francisco alerta também que tais chuvas e ventos poderão atingir os 70 milímetros: “haverá algumas partes do país onde teremos chuvas muito fortes e outras moderadas, ou seja, não vai chover muito, isso a começar a partir da tarde desta quinta-feira na região do Sul e pode subir para a região Centro e até Sul do país”, acrescentou.

O INAM aconselha que, em casos de pressão climática, as pessoas não saiam das suas casas, para evitar que o pior aconteça.

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