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O País – A verdade como notícia

O mau uso de medicamentos está a aumentar a resistência antimicrobiana, o que reduz a possibilidade de cura de doenças. Sem avançar dados de mortes pelo problema no país, o Ministério da Saúde diz que a situação é preocupante.

O uso de medicamentos sem prescrição médica é um problema conhecido. O que pouco se sabe é que a situação torna as bactérias resistentes aos antibióticos e reduz cada vez mais a possibilidade de cura de doenças, ou seja, provoca a resistência antimicrobiana.

Para reverter o cenário, o Ministério da Saúde realizou, hoje, uma marcha de sensibilização sobre o uso racional de antimicrobianos.

A passeata foi dirigida pelo ministro da Saúde, Armindo Tiago, que explicou que “a resistência antimicrobiana é um problema global de saúde pública e que afecta maioritariamente países de baixo e médio rendimentos, tal é o caso de Moçambique, onde a carga de doença infecciosa é elevada, principalmente em crianças menores de cinco anos, e isso tem um impacto significativo na esperança de vida”.

Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que pelo menos 1,3 milhões de pessoas morram no mundo a cada ano, devido ao problema.

“Quando a pessoa precisa de antibióticos, pelo facto de ter matado apenas as espécies sensíveis, as mais resistentes permanecem no organismo a causar a doença. Por isso, será necessário usar um antibiótico de maior espectro e, normalmente, também de maior custo”, alertou Armindo Tiago.

Além de medicamentos sem indicação dos profissionais da saúde, o não cumprimento do intervalo da toma dos antibióticos, a toma excessiva ou a interrupção do tratamento podem aumentar a resistência antimicrobiana.

“A resistência antimicrobiana coloca em risco décadas de avanço no controlo de doenças, como a malária, a tuberculose, o HIV/SIDA e outras infecções de transmissão sexual”, explicou Bonet.

A semana de conscientização decorre até 24 de Novembro, sob o lema “Juntos na Luta contra a Resistência Antimicrobiana”.

A Cidade da Maxixe, em Inhambane, celebrou, ontem, 50 anos desde que foi elevada àquela categoria.

Os munícipes da urbe dizem que não faz sentido que 50 anos depois, a capital económica de Inhambane, ainda tenha problemas básicos de água e vias de acesso.

Em Inhambane é uma cidade que, aos olhos dos munícipes, ainda debate-se com problemas básicos na prestação de serviços sociais.

São problemas que o edil local reconhece existirem, mas diz que já há acções curso com vista a minimizar o problema.

No âmbito da celebração dos 50 anos da elevação de Maxixe à categoria de Cidade, alguns bairros receberam edifícios para o funcionamento das duas sedes e está previsto um espetáculo musical para animar a festa.

Os jornalistas do Grupo SOICO, Julieta Zucula e Dário Cossa, venceram, hoje, na Cidade de Maputo, o “Prémio Nacional de Jornalismo em Segurança Social Obrigatória”, na categoria de televisão.

Numa reportagem com o tema “Contribuição para o INSS: Um gesto no presente e que fará toda a diferença no futuro”, Julieta Zucula e Dário Cossa levantaram uma reflexão sobre a importância de contribuir para a Acção Social, e contaram o drama de quem vive sem uma pensão.

A dupla de jornalistas recebeu a distinção durante a Gala de Premiação do INSS 2022, que decorre na capital do país.

A Barragem de Pongolapoort, na República da África do Sul, vai aumentar, a partir do dia 20 deste mês, as descargas. A Administração Regional de Águas do Sul (ARA-Sul) prevê subida dos níveis de água no rio Maputo, na primeira semana de Dezembro.

Quatro anos depois, a Barragem de Pongolapoort, localizada na vizinha África do Sul, volta a aumentar as descargas, com o objectivo de criar a capacidade de armazenamento na albufeira e de reabastecer as bacias fora do canal ao longo das planícies de inundação do rio para a sustentabilidade social e ambiental das comunidades da província de Kwa-Zulu Natal.

A Administração Regional de Águas do Sul prevê um aumento dos níveis no rio Maputo. “Essas descargas terão início no dia 20 de Novembro e vão passar por Moçambique através do rio Maputo. Objectivo é diminuir o armazenamento da barragem e facilitar os caudais ecológicos. Como sabem, temos tido descargas para essa necessidade”, disse Lizete Dias, chefe do Departamento dos Recursos Hídricos na ARA-SUL.

O processo terá duração de sete dias. As descargas vão começar com 20 m3/s e, a partir de 30 de Novembro, deverão atingir o pico de 750 m3/s.

“Depois de sete dias, dia 6 de Dezembro, está previsto que haja um nível de alerta na nossa estação em Madubula, que terá alguns impactos, principalmente, a jusante do distrito de Matutuine”, referiu Lizete Dias.

Poderão ser afectados, segundo as autoridades, pequenos campos agrícolas localizados no leito do rio, nas localidades de Madubula, Tinonganine e Salamanga no distrito de Matutuine.

ARA-Sul apela à população do distrito de Mautuitine, na Província de Maputo, para tomar medidas de precaução, evitando a travessia e a prática de actividades no leito do rio Maputo, durante o período de descargas. Recomenda, ainda, as comunidades que praticam a agricultura nas zonas ribeirinhas a fazerem a colheita de forma antecipada e a acompanharem informações disseminadas pelas entidades competentes.

De acordo com o secretário-geral da Organização Nacional dos Professores (ONP), os professores não são autorizados a ler o enunciado até ser entregue ao aluno. Isso pode, segundo a ONP, ter contribuído para que não se tenham apercebido dos erros constantes dos exames.

Houve falhas nos exames realizados na última terça-feira no país. Os enunciados da sexta e sétima, distribuídos na Cidade de Maputo e na província de Nampula, apresentavam conteúdos que não correspondem a essas classes.

A Organização Nacional dos Professores diz que, durante a realização dos exames, os docentes não têm autorização de ler o enunciado, a não ser que os alunos apresentem dúvidas, por essa razão podem não se ter apercebido de que houvera troca de matéria.

O secretário-geral da ONP, Teodoro Muidumbe, explicou que o facto pode ter concorrido para a não identificação atempada da troca de matérias entre os enunciados dos exames da sexta e sétima classes.

“Os envelopes contendo o enunciado do exame são abertos na sala de aula. Quando a prova se inicia, geralmente é convidado um aluno para abrir o envelope. O professor não está autorizado a ler o enunciado antes de o aluno começar, sob o risco de explicar algo que não devia, porque, nesse momento, a comunicação dever ser entre aluno e o seu anunciado.”

Em relação à paralisação de actividades por parte de alguns professores, na última terça-feira, Teodoro Muidumbe diz que não recebeu nenhuma informação formal, por isso não tem posicionamento.

“Não temos informação, as pessoas estão a deturpar as informações nas redes sociais. Não recebemos nenhum documento sobre o qual nos podemos pronunciar.”

O secretário-geral da ONP falava durante uma conferência sobre os avanços do diálogo entre si e o Governo para a correcção das irregularidades na TSU.

O exame da disciplina de Ciências Sociais da 7ª classe, realizado na terça-feira, foi anulado na Cidade de Maputo e província de Nampula, devido à troca de conteúdos durante a impressão. Ao todo são 135 mil alunos que serão submetidos à segunda chamada na próxima terça-feira.

Depois dos erros identificados nos livros da sexta classe, mais um problema mancha o processo de ensino-aprendizagem.

Desta vez, 135 mil alunos da 7ª classe, na Cidade de Maputo e província de Nampula, foram submetidos a um exame errado, da disciplina de Ciências Sociais.

O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) convocou a imprensa, esta quinta-feira, e confirmou o problema.

“Não se trata de fraude, a província de Nampula e a Cidade de Maputo imprimiram um exame incorrecto, que foi realizado na primeira chamada da sétima classe, na disciplina de Ciências Sociais”, explicou Feliciano Mahalambe, porta-voz do MINEDH.

Sobre as falhas, por um lado, o enunciado distribuído aos alunos, a cotação é de 18 valores, mas o normal são 20.

Por outro, constam conteúdos sobre a conferência de Berlim, comércio triangular, teoria da evolução do Homem e outros, todos referentes à 6ª classe. Mahalambe avançou que a situação foi causada durante a impressão dos enunciados.

“Apesar de o exame ser produzido por nós, a impressão é local e isto criou estes distúrbios de dar um exame da sexta para a sétima classe. Então, isso deve ser corrigido porque os alunos devem fazer o exame correcto”, disse o porta-voz.

Devido ao problema, Mahalambe garantiu que todos os 135 mil alunos serão submetidos à segunda chamada, no dia 22 de Novembro, na Cidade de Maputo e província de Nampula. “Ao fazer o exame de correcção, será como se fosse a primeira chamada, o que significa que terão a hipótese de fazer a segunda chamada. Há espaço para abranger todas as crianças.”

O MINEDH garante que os trabalhos estão a ser levados a cabo para responsabilização pela troca do conteúdo dos enunciados.

“Há sempre um trabalho que deve ser feito quando algo não corre bem, para apurar a responsabilidade de quem se desleixou para tal. Mas o que garanto é que os alunos não serão penalizados”, afirmou Muidumbe.

O porta-voz do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano falava no âmbito do balanço dos exames do ensino primário, realizados nos dias 14 e 15 de Novembro corrente.

 

BALANÇO DO PROCESSO DE EXAMES

Apesar da agitação registada em algumas escolas, na terça-feira, devido às irregularidades decorrentes da implementação da Tabela Salarial Única (TSU), nenhum dos locais de realização dos exames registou falta dos profissionais de ensino, para prestar assistências às avaliações.

Entretanto, dos cerca de um milhão e trezentos mil alunos, previstos para este processo, dos quais setecentos e quarenta e seis mil da sexta classe e seiscentos e dois mil da sétima classe, apenas quatro por cento estiveram ausentes, nos mais de 20 mil centros de exame criados em todo o país.

No que diz respeito às ausências, Feliciano Mahalambe disse que houve problemas em algumas localidades, devido à insurgência armada em Cabo Delgado.

Sem revelar o número, o porta-voz do MINEDH explicou os que alunos de alguns distritos daquela província, afectados pelo terrorismo, nomeadamente, Namuno, Ancuabe, Montepuez e Muidumbe, não realizaram exames devido à insegurança que obrigou ao deslocamento das famílias para outras zonas.

“As escolas que estão em zonas seguras, tanto da província de Cabo Delgado, assim como de outras, que acolhem crianças deslocadas devem reportar que é para que o MINEDH conheça a sua localização e tenha conhecimento de quantas crianças são”, apelou Muidumbe, reiterando que “o sector está a estudar formas de garantir que todos os alunos sejam examinados”.

Apesar disso, o porta-voz do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano disse que a primeira etapa dos exames do ensino primário decorreu de forma positiva.

“O processo foi bom, não houve influências da possível greve a que os professores se referiram, todos se fizeram em massa às salas dos exames e, neste momento, decorre em todas as escolas o processo de correcção dos testes finais realizados, para posterior produção das pautas”, afirmou.

De acordo com o calendário de exames, as avaliações vão decorrer em duas chamadas, sendo que, para o ensino primário, a segunda está prevista para os dias 21 e 22 de Novembro.

Já para o ensino secundário, a primeira chamada da décima classe será de 28 de Novembro a 1 de Dezembro e a segunda de 5 a 8 de Dezembro. Para a 12ª classe, a primeira chamada das avaliações está prevista para 28 de Novembro a 2 de Dezembro e segunda de 5 a 9 de Dezembro.

Os exames do quatro ano do ensino para jovens e adultos decorre nos dias 14 e 15 de Novembro, 1ª chamada e 5 a 9 de Dezembro, para 2ª chamada.

Para o processo, Muidumbe assegurou que as condições já foram preparadas, pois “os exames já foram reproduzidos, já foram distribuídos por todos os distritos e centros de exame e aguardam somente pela data de realização. Há júris já formados, há professores que já foram escalados para vigiar”.

A nível nacional, estão submetidos aos exames finais mais de um milhão e novecentos e cinquenta mil alunos, de todo o Sistema Nacional de Educação.

O Ministério da Saúde promete melhorias na qualidade dos serviços de tomografia computorizada, em 2023. Já o sector da Educação diz estar a investir na qualidade de formação dos professores. Os factos foram avançados esta quinta-feira, no Parlamento, no segundo dia da sessão de perguntas ao Governo.

No segundo dia da chamada “prova oral” do Governo, o Executivo respondeu às questões de insistência dos deputados, em nome do povo.

Das várias perguntas de insistência, direccionadas ao sector da Saúde, Armindo Tiago, focou-se na necessidade de manutenção de serviços de tomografia computorizada, em reacção à pergunta da bancada da Renamo, sobre a falta de máquinas que façam a Tomografia  Axial Computorizada (TAC), pelo menos a nível da Cidade de Maputo.

O governante refutou a informação e garantiu que, neste momento, as TAC do Hospital Central de Maputo, Hospital Geral de Mavalane e Hospital Militar – locais eleitos pelo Governo para a disponibilização deste serviço – estão operacionais.

Armindo Tiago reconhece, no entanto, a possibilidade de avaria, mas diz que não é um problema para alarme.

“Quando os doentes vão para um destes hospitais e o aparelho estiver avariado, o que nós preconizamos é garantir que ele possa fazer o exame em qualquer outra unidade. Nós temos uma parceria com o sector privado, para responder a situações de género”.

Diante desta realidade, e para garantir melhorias na disponibilização e qualidade dos serviços, o ministro prometeu mudanças para 2023.

“Até 1º trimestre de 2023, vamos alocar a todos os hospitais centrais uma TAC adicional. Portanto, cada hospital vai ter duas TAC, para evitar que, quando uma avaria, as pessoas tenham que pagar 20 mil Meticais em hospitais privados”, garantiu.

Armindo Tiago acrescentou que “até ao fim de 2023, pela primeira vez neste país, todos os hospitais provinciais e gerais terão TAC. Querendo podem ir verificar, quando chegar a altura. Quando prometemos, cumprimos”.

Por seu turno, em representação da ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Daniel Nivagara, ministro da Ciência, Tecnologias e Ensino Superior, disse que há acções em curso para a formação de docentes e expansão da rede escolar.

“Introduzimos o modelo de formação de 12ª classe mais 3. Ou seja, elevamos o nível de exigência para a formação de professores, sujeitando-os a três anos de formação, o que aumenta o período de o estudante estar num instituto de formação para adquirir competências necessárias para ser professor. Mais do que isso, nesse modelo foi introduzida a competência para atender a alunos com necessidades educativas especiais”, explicou Daniel Nivagara.

O governante disse ainda que o sector está a apostar na colocação de professores mais experientes para leccionar nas primeiras classes, de modo a garantir as bases necessárias, bem como a adopção do plano nacional de leitura, promovido para colmatar as lacunas verificadas nos alunos do nível geral.

O compromisso foi secundado pelo Primeiro-ministro, Adriano Maleiane, que pediu o envolvimento de todos na melhoria da qualidade de ensino no país.

“Reiteramos que a formação do capital humano é uma das prioridades da nossa acção governativa. Neste âmbito, renovamos o compromisso do Governo de continuar a construir e apetrechar mais escolas, capacitar, formar e contratar mais professores, assim como disponibilizar atempadamente os livros escolares de modo a assegurar a expansão e melhoria de qualidade nos vários subsistemas da educação, em particular o ensino técnico-profissional”, referiu Maleiane.

O Governo falou, também, da necessidade de reduzir o rácio-professor aluno, que neste momento é de um professor para cerca de 54 alunos.

O Distrito Municipal da Katembe, na Cidade de Maputo, tem o primeiro posto de atendimento do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS). As obras custaram 9 milhões de meticais.

O empreendimento, inaugurado hoje pela ministra do Trabalho e Segurança Social, é o primeiro dos 74 previstos em todo o país durante o presente quinquénio, segundo revelou Margarida Talapa.

O edifício, construído de raiz e em modelo-tipo que o INSS está a seguir, “conta com todas as condições exigidas para o tipo de empreitada, com vista à prestação de melhores serviços aos utentes do sistema de segurança social”, refere uma nota da instituição.

Ainda esta quinta-feira, foi inaugurado o posto de atendimento do INSS de KaNyaka, cuja cerimónia foi dirigida pelo secretário de Estado na Cidade de Maputo, Vicente Joaquim.

Foram raptadas, no mínimo, 11 pessoas só este ano, no país. A Província de Maputo tem o maior número de casos, segundo a ministra do Interior. Arsénia Massingue diz que o Governo está a trabalhar para estancar a onda de raptos.

O ano ainda não terminou, mas o rescaldo dos crimes de rapto a que já se assistiu no país é de mais de 10 pessoas.

Segundo a ministra do Interior, que falava esta quinta-feira, em sede de respostas do Governo ao parlamento, nos primeiros 11 meses deste ano, pelo menos 11 pessoas foram raptadas nas principais cidades do país.

As províncias de Maputo, Manica, Sofala e Nampula são as que registaram mais casos.

“No ano de 2022, foram raptadas 11 pessoas, sendo sete na Cidade de Maputo, duas na província de Manica, uma na província de Sofala e uma na província de Nampula, encontrando-se as vítimas no seio familiar, com excepção dos casos ocorridos na Cidade de Maputo, a 3 de Outubro e 1 de Novembro”, revelou a governante.

A ministra do Interior disse ainda que o Governo está a fazer de tudo para travar os crimes.

“Em conexão com o caso, encontram-se detidos 27 indivíduos, sendo 10 na Cidade de Maputo, 12 na província de Sofala e cinco em Nampula”.

Sobre o terrorismo, Arsénia Massingue reafirmou que as Forças de Defesa e Segurança continuam a perseguir os terroristas que criam pânico e destruição nos distritos de Macomia e Nangade.

“A prevenção e esclarecimento dos raptos é tarefa do Governo, e a nossa Instituição tem envidado esforços e recursos para a identificação das pessoas envolvidas nestes actos, com vista à sua responsabilização criminal e devolução de um ambiente de segurança para os cidadãos”, esclareceu.

Massingue diz que há regressados nas zonas recuperadas, nomeadamente 105 022 pessoas, em Mocímboa da Praia 31 134 pessoas, 87 190 em Muidumbe e 67 322 pessoas em Quissanga.

“De uma forma geral, apesar de assumirmos que o combate ao terrorismo é uma questão bastante complexa, a segurança em Cabo Delgado é calma e controlada”, declarou Arsénia Massingue.

O Primeiro-ministro, por seu turno, garantiu que o país conta com mais um apoio externo no combate ao terrorismo.

“Este facto é testemunhado pela recente aprovação, por unanimidade, pelo Parlamento Pan-africano de uma moção de solidariedade e apoio a Moçambique na luta contra o terrorismo. Estamos confiantes de que nós, os moçambicanos, unidos e com o apoio da comunidade internacional, continuaremos a prevenir e a combater sem tréguas o terrorismo que retarda o processo de desenvolvimento social e económico do nosso país”, disse o Primeiro-ministro.

Adriano Maleiane falava na Assembleia da República, onde o Governo esteve, esta quinta-feira, para responder às perguntas dos deputados sobre vários assuntos.

Maleiane apelou ainda ao aperfeiçoamento da interacção polícia-comunidade para reforçar a vigilância com vista a estancar a criminalidade.

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