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INNOQ reforça fiscalização do peso do pão

O INNOQ anunciou o reforço da fiscalização do peso do pão em Moçambique, exigindo balanças verificadas e advertindo sobre sanções para os estabelecimentos que não

INNOQ reforça fiscalização do peso do pão

O INNOQ anunciou o reforço da fiscalização do peso do pão em Moçambique, exigindo balanças verificadas e advertindo sobre sanções para os estabelecimentos que não

O ministro da Saúde diz que o sector vai reforçar o número de médicos nos centros de saúde para responder às queixas de morosidade no atendimento. Armindo Tiago reagia às recorrentes queixas de demora no atendimento hospitalar.

As queixas de mau atendimento nas unidades sanitárias têm sido recorrentes e o descontentamento de muitos utentes é do conhecimento do Ministério da Saúde (MISAU).

Reagindo ao assunto, este sábado, à margem do Comité Central da Frelimo, Armindo Tiago reiterou que há critérios de prioridade a que se deve obedecer para o atendimento nas unidades sanitárias.

“Existem critérios de gravidade para permitir que pacientes em estado grave sejam atendidos em primeiro lugar, e o objectivo é salvar vidas. O atendimento é em função da gravidade. 90 por cento dos locais onde se regista atraso no atendimento é para com as pessoas de senhas verdes.”

Como solução para o problema da morosidade, o governante explicou que os utentes devem, primeiro, recorrer aos centros de saúde periféricos.

“Primeiro, vamos melhorar o atendimento nas unidades periféricas, onde a maior parte das pessoas que não tem gravidade devem ser atendidas. Nós queremos colocar nos centros de saúde médicos que possam fazer as consultas de manhã até à noite.”

Recentemente, a associação moçambicana de administradores hospitalares queixou-se também da chegada tardia de medicamentos e de falta de recursos humanos, o que, segundo a agremiação, condiciona o atendimento.

Carlos Martins e o novo bastonário da Ordem dos Advogados de Moçambique, eleito na noite deste sábado com 561 votos válidos contra 518 do seu principal concorrente Vicente Manjate, que já felicitou o vencedor.

Quando eram precisamente 9horas da manhã deste sábado iniciava o processo de eleição do novo bastonário da Ordem dos Advogados moçambicanos. Concorriam para o escrutínio, Vicente Manjate representando a lista”A”, Carlos Martins da lista “B” e André Júnior da lista “C”.

 

Dezassete pessoas morreram e outras três contraíram ferimentos graves na sequência de um acidente de viação que ocorreu na manhã deste sábado, no distrito de Nhamatanda, em Sofala, na região de Siluvo, envolvendo um minibus de transporte semicolectivo de passageiros e um camião.

O acidente ocorreu quando um dos pneus do “chapa” estourou. A viatura fazia o trajecto Inchope–cidade da Beira,  e o motorista perdeu o controlo da mesma, que passou para a faixa contrária onde circulava um camião no sentido inverso.  As viaturas colidiram violentamente.

“A cerca de 15 metros em relação à minha viatura, vi o minibus em zig-zag e a entrar para a minha faixa de rodagem. Fiz uma manobra arriscada na tentativa de evitar o embate, mas foi em vão. O embate e a manobra que eu estava a tentar fazer culminaram com o capotamento da minha viatura”, explicou Cardoso Vicente, motorista do camião.

O excesso de velocidade e as deficiências mecânicas por parte do semicolectivo são apontados como as principais causas do acidente. De acordo com as autoridades de saúde e policiais, das 19 pessoas que seguiam no minibus, 17 morreram no local do sinistro. Dois menores sobreviveram e estão em estado grave.

“Dada a gravidade, foram imediatamente transferidos para o Hospital Central da Beira. Temos que ter cuidado e certificar se o estado mecânico das nossas viaturas é bom para nos podermos fazer às rodovias. Temos que estar sempre atentos e ter uma condução prudente, estando sempre atentos aos vários sinais verticais e horizontais que estão nas estradas”, exortou Joaquim Sive, comandante provincial da PRM em Sofala.

Das 17 vítimas mortais, 12 foram transportadas na tarde deste sábado para a morgue do Hospital Central da Beira, onde aguardam que sejam reconhecidas pelos seus parentes. As outras vítimas permaneceram em Nhamatanda, onde foram reconhecidas pelos seus familiares.

Os moradores do bairro Guachene mobilizaram-se, na manhã de hoje, e bloquearam a estrada que liga o centro da Cidade de Maputo ao Distrito Municipal KaTembe. Os mesmos reivindicavam a criação de uma paragem de transporte de passageiros num local próximo das suas casas.

A indignação que levou ao bloqueio da Estrada Nacional Número 1, entre a Ponte Maputo–KaTembe e a Rotunda, resultou da necessidade de criação de uma paragem de transporte de passageiros, perto das casas dos manifestantes.

Sucede que as autoridades municipais decidiram extinguir a paragem que existia nas proximidades para evitar acidentes de viação.

No entanto, para os moradores de Guacheni, a ocorrência dos sinistros rodoviários não tem nada a ver com a referida paragem. “Exigimos uma paragem. Acontece que, num intervalo de duas semanas, houve um acidente de viação envolvendo dois camiões que não tinham nada a ver com o transporte de passageiros. Depois, eles [autoridades municipais] dizem que tem que se fechar a paragem, nem nos deram satisfações, decidiram mandar a Polícia fechar a paragem. Agora, temos que percorrer cerca de um quilómetro e meio para poder ter acesso à paragem”, disse Rafael, residente daquele bairro.

Durante quatro horas, a estrada ficou fechada, os carros não entravam nem saiam da KaTembe via Estrada Nacional Número Um.

A população, entoando canções, não parava de protestar perante um forte dispositivo de segurança montado.

“Apenas eles só querem eliminar as paragens e a estrada serve para facilitar a vida da população e não para dificultar. Agora, que criem alternativas, para que todas estas populações consigam apanhar o transporte.”

As autoridades procuram soluções para o problema que está a ser levantado na KaTembe, várias propostas estão em cima da mesa e uma delas é a retirada das pessoas que vivem nas proximidades da estrada e a colocação de rede no separador central.

Celso Fulano, vereador do Distrito Municipal KaTembe, avança algumas medidas provisórias: “Encontramos uma solução provisória, para permitir que as pessoas estejam protegidas. Vamos criar condições para que, de forma provisória, a população consiga ter acesso ao transporte de passageiros”.

A Rede Viária de Moçambique (REVIMO), concessionária da estrada, diz que há que estudar uma solução sustentável.

“A ideia é encontrarmos uma melhor solução porque, agora, dizer que encontramos a solução não seria sustentável. É preciso que todas as partes voltem a sentar-se e definir a melhor solução que não vai criar perigos à nossa população”, avançou Estaline Machoche, chefe do Centro de Manutenção.

O que ficou reafirmado é que, em Guacheni, não deve existir paragem, porque o local é impróprio.

O Presidente da República exortou, esta quinta-feira, a Academia de Ciências Policiais a actualizar os seus currículos e a dotar a Polícia de conhecimentos capazes de interpretação e combate a quaisquer crimes. Filipe Nyusi falava durante a cerimónia de graduação de 243 oficiais da Polícia.

243 oficiais da Polícia, entre licenciados e mestres, marcharam, esta quinta-feira, diante dos seus superiores, colegas, familiares e do Presidente da República, celebrando o fim de um percurso de formação académica, virada para as ciências policiais.

Os formados da ACIPOL juraram servir à pátria, independentemente das circunstâncias, na 18ª cerimónia de graduação em ciências policiais.

Dirigido pelo Presidente da República e Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança, o evento contou com a presença de membros do Governo e de familiares dos graduados.

Na ocasião, Filipe Nyusi exigiu que os oficiais formados na ACIPOL estejam dotados de conhecimentos técnico-científicos, capazes de contribuir para o combate aos crimes transnacionais, com destaque para o tráfico de drogas.

Nyusi disse que o Governo, ao direccionar parte dos recursos disponíveis para área de formação, fá-lo em prol do desenvolvimento do capital humano, que todos desejamos, ou seja, quer homens e mulheres dotados de conhecimentos técnico-científicos, que lhes permitam diagnosticar os problemas que o país enfrenta e encontrar as possíveis soluções em defesa da prática.

“Hoje, enfrentamos os desafios dos raptos, sobre os quais insto o SERNIC e a PRM a aprimorarem as suas capacidades operativas, por forma a estancar este crime que tem provocado múltiplas consequências económicas e sociais. É neste contexto que desafio e encorajo os novos graduados a serem focados e disciplinados no cumprimento escrupuloso das normas e procedimentos que orientam as missões”, disse Nyusi.

Nyusi apelou à ACIPOL para actualizar os conteúdos leccionados, para responder à evolução da tipologia criminal e seu modus operand.

“É nossa expectativa que a ACIPOL continue a tomar a dianteira na produção de conhecimentos científicos que concorram para o esclarecimento de crimes, através da busca de génese e motivações e modus operandi e com estas premissas formular propostas programáticas de soluções.”

A ministra do Interior, Arsénia Massingue diz que a formação contínua de oficiais visa reforçar o trabalho realizado no Teatro Operacional Norte.

“Como parte das Forças de Defesa e Segurança, além da nossa presença no terreno, temos envidado esforços para combater o crime em todo o quadrante e na sua forma de actuação, incluindo o crime violento, através da formação de quadros, nos níveis básico, médio e superior, nos nossos estabelecimento de ensino. Falo da Escola Prática de Matalane, Escola de Sargentos e da Academia de Ciências Policiais”, disse a ministra do Interior.

No evento, foram distinguidos os estudantes que mais se destacaram durante a formação.

A única certeza do Ministério dos Transportes e Comunicações é sobre a rota Maputo–Durban, onde viaturas de matrícula moçambicana são incendiadas: ainda não é segura. O ministro de tutela, Mateus Magala, diz que os dois governos continuam a dialogar para encontrar uma solução definitiva.

Cerca de um mês depois do início da onda de incêndios de viaturas com matrícula moçambicana na África do Sul, na rota Maputo–Durban, os dois governos ainda não apresentaram soluções definitivas para o problema.

Para já, a certeza, de acordo com o ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, é que ainda não há segurança na rota Maputo–Durban.

“Há corredores onde se viaja normalmente, mas naquele corredor, em específico, ainda há necessidade de se observar alguma atenção especial, porque ainda não conseguimos ter a certeza se a segurança, principalmente do lado do Governo sul-africano, está assegurada na sua totalidade”, disse.

Sem avançar prazos para solucionar o problema, Magala disse que os dois governos continuam a dialogar sobre o assunto.

“Estamos em constante debate de ideias com a contraparte para encontrarmos soluções definitivas”, explicou Magala.

No seio dos transportadores, o clima é de medo, tanto que já suspenderam viagens por duas vezes.

Enquanto a questão prevalece, o ministro aconselha os transportadores moçambicanos a continuarem a usar vias alternativas para chegar a Durban.

Há fragilidades na administração dos hospitais no país, que se faz notar pelo mau atendimento,  chegada tardia de medicamentos ou mesmo medicamentos fora do prazo. A denúncia é da Associação Moçambicana dos Administradores Hospitalares.

O jornal O País entrevistou, esta quarta-feira, um homem cuja sua identidade não é revelada, morador de um dos bairros da Cidade de Maputo. O indivíduo denuncia mau atendimento e falta de medicamentos no Hospital Geral de Mavalane.

“Aqui, neste hospital (Geral de Mavalane), demoram a atender, os médicos que deviam atender-nos ficam a passear pelos corredores; ficamos muito tempo à espera na fila. Nem é sempre possível ter medicamentos aqui, muitas vezes compramos fora”, contou.

Esses problemas não são novos, são bem conhecidos pela sociedade moçambicana, o que pode parecer novo é que os próprios administradores de hospitais estão também a denunciar muitas fragilidades no funcionamento dos hospitais.

A presidente da Associação Moçambicana dos Administradores Hospitalares, Glédisse Dan Manjate, disse, na sua intervenção, que há muitos problemas nos hospitais públicos.

“A chegada tardia dos medicamentos, a qualidade dos próprios medicamentos, às vezes a qualidade dos equipamentos médicos cirúrgicos que nos chegam defeituosos… Há, também, situações em que temos hospitais com equipamentos de tecnologia de ponta, mas o problema é que não temos lá operadores desses aparelhos”, denunciou Glédisse Dan Manjate, presidente da Associação Moçambicana dos Administradores Hospitalares.

Desafios esses que foram também apontados e reforçados pelo director clínico do Hospital Central de Maputo, Assis da Costa: “Temos desafios na qualidade de medicamentos, precisamos de apostar na formação dos nossos profissionais, a terceirização de serviços e a remoção de lixo hospitalar”.

A sociedade civil, representada pelo Observatório Cidadão para a Saúde, exige que sejam melhoradas as condições de funcionamento dos hospitais, com alocação de mais recursos financeiros, tecnológicos e humanos.

“Se olharmos para as escolas, vemos que têm fundos, os hospitais centrais têm fundos para gerir, os hospitais distritais têm fundos, mas os centros de saúde e os postos de saúde não têm e o sector da saúde não reclama disso”, lamentou o Observatório Cidadão para a Saúde.

As denúncias foram feitas num encontro, organizado pela Associação  Moçambicana dos Administradores Hospitalares, que pretende identificar os desafios e procurar soluções, com vista a melhorar o serviço prestado ao cidadão.

O Governo vai adquirir, este ano, dois radares, um para a cidade de Xai-Xai e outro para Nacala, para melhorar o sistema de aviso prévio sobre os desastres naturais. Com estes dispositivos, será possível ter informação sobre os fenómenos que ocorrem na costa moçambicana, numa extensão de 1200 quilómetros. Até aqui, o país só tem um sistema na cidade da Beira, província de Sofala.

O aquecimento global é uma ameaça à existência humana em todo o mundo e um dos lados mais visíveis, quando se fala de mudanças climáticas.

Moçambique está na rota dos países mais devastados e, só para se ter uma ideia, houve ocorrência de seis ciclones entre 2020 e 2022.

“O país tem estado a registar, nos últimos anos, a ocorrência cíclica de eventos extremos de tempo e clima, nomeadamente, cheias, secas, ciclones, descargas eléctricas e tempestades, que levam à perda de vidas e impactos, significativamente negativos em vários sectores-chave para o desenvolvimento socioeconómico do nosso país”, enumerou o ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala.

E quando ocorrem tais fenómenos, apenas um terço dos moçambicanos é que tem informação sobre a sua ocorrência devido ao fraco o sistema de aviso prévio.

“Temos a consciência da necessidade da implementação das acções adequadas, no sentido de melhoria da capacidade técnica dos sectores-chave que lidam com a componente hidro-meteorológica e climática do país”, reconheceu Mateus Magala que, de seguida, avançou que, como Governo, “continuaremos a potenciar os serviços de meteorologia e de mais intervenientes na prevenção e gestão de desastres naturais”.

Faz parte da melhoria do sistema prévio a aquisição de dois radares, um para Xai-Xai, província de Gaza, outro para Nacala, em Nampula. A ideia é, até 2027, termos sete dispositivos que forneçam informação climática de todo o país.

“Podemos dizer que há um ciclone e ele vem com estes parâmetros. Então, com os radares, podemos determinar qual é a quantidade de água ou de precipitação que vamos receber e assim tomamos medidas para salvar a nossa população, em primeiro lugar, mas também os bens e todo o ecossistema que está à nossa volta”, explicou o ministro dos Transportes e Comunicações.

O Instituto Nacional de Meteorologia diz que o aprimoramento do sistema de aviso prévio é um dos caminhos rumo à adaptação das mudanças climáticas.

“Não há resiliência sem adaptação, não há adaptação sem aviso prévio e não há aviso prévio sem informação hidro-meteorológica, pelo que o INAM é desafiado a olhar para as diferentes componentes de um sistema de aviso prévio, encontrar ligações com abordagens de acção antecipada de forma a construir e desenvolver um sistema holístico rumo à adaptação às mudanças climáticas”, referiu o director-geral do Instituto Nacional de Meteorologia, Adérito Aramuge.

As declarações foram feitas hoje, em Maputo, nas celebrações do dia Mundial da Meteorologia, evento no qual foi lançado o relatório sobre o estado do clima de Moçambique 2022.

O Governo informou, ontem, que já há um detido e um processo-crime em Moçambique relacionado ao incêndio de um carro com matrícula sul-africana no território nacional. Enquanto isso, a Polícia sul-africana abriu cinco processos-crime, mas ainda sem nenhum detido.

A informação foi prestada pela ministra do Interior aos deputados da Sétima Comissão da Assembleia da República, numa audição à porta fechada. Era suposto que lá tivessem estado os ministros dos Transportes e dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, mas não foram; mandaram ofícios a responder às perguntas dos deputados.

O assunto era a queima de viaturas moçambicanas na África do Sul e um sul-africana cá, no nosso país. Enquanto isso, Arsénia Massingue deu dados, que, por sua vez, a Presidente da 7ª Comissão, Catarina Dimande, os passou aos jornalistas.

“Ficámos a saber que a Polícia sul-africana abriu cinco processos-crime e a nossa abriu um, com um detido nesse mesmo processo, cá em Moçambique”, disse Dimande.

Além disso, está a estudar-se a possibilidade de os transportadores moçambicanos atravessarem a fronteira sem angústia de verem suas viaturas queimadas. Uma das soluções, que, aliás, é proposta pelos transportadores é a escolta. “A ministra garantiu que o assunto voltará à mesa, para que os transportadores tenham a escolta o mais rápido possível.”

Essa é, ainda, uma medida paliativa, porque “a solução, como tal, não existe, ainda está-se a estudar”, disse Catarina Dimande, citando a governante.

Aos jornalistas, a ministra Arsénia Massingue, que não queria falar e os profissionais da comunicação social tiveram de a interpelar, disse que o trabalho está a ser feito em conjunto.

Dessa actividade, resultou a devolução de quatro viaturas roubadas na África do Sul, aguardando-se os expedientes das restantes 57 para o repatriamento das mesmas e “muito obrigada”. Colocámos esta citação porque foi assim que a governante fechou a breve entrevista com os jornalistas, embora estes ainda tivessem mais perguntas.

Por exemplo, Arsénia Massingue é a responsável, a nível do Governo, pela Polícia. Assim sendo, houve preocupação de conhecer a sua posição em relação à reacção da Polícia no sábado, na marcha que vários moçambicanos tentaram realizar em homenagem ao músico Azagaia.

Não houve resposta de Arsénia Massingue e os seus seguranças apelaram para que os homens da imprensa a deixassem continuar a sair da Assembleia da República.

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