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O País – A verdade como notícia

Um gesto de solidariedade e generosidade marcou a segunda-feira na Escola Básica de Chichocane, localizada no distrito de Vilankulo, na província de Inhambane. São cerca de 100 crianças carentes que receberam material escolar, composto por uniforme, cadernos, esferográficas e lápis, graças à iniciativa de duas influencers moçambicanas, Felicidade Chideu Firmino e Nilza Chideu Carona.

As duas irmãs, que são naturais de Vilankulo, decidiram usar a sua influência nas redes sociais para ajudar as crianças da sua terra natal, que muitas vezes enfrentam dificuldades para estudar por falta de condições.

Felicidade Firmino, foi quem liderou o movimento e entregou pessoalmente os kits escolares para os alunos, que ficaram muito felizes e agradecidos.

Felicidade Chideu Firmino, que é agrónoma de profissão e faz vídeos sobre agricultura nas redes sociais, contou que a ideia surgiu depois de no ano passado ter visto a situação em que aquelas crianças frequentam as aulas, com falta de material escolar para poder estudar. Ela disse que se sensibilizou com a situação e resolveu fazer algo para mudar essa realidade. “Eu sei como é difícil estudar sem ter o material básico, quando criança vi de perto pessoas que passaram pela mesma situação que aquelas crianças, por isso, eu quis fazer a minha parte e contribuir para a educação dessas crianças, que são o futuro do nosso país”, afirmou.

Nilza Chideu Carona, que é gestora de recursos humanos e cozinheira, disse que a doação foi fruto do trabalho que elas fazem nas redes sociais, onde ela compartilha receitas, dicas, vlogs e outros conteúdos relacionados à cozinha. Ela disse que elas contaram ainda com o suporte dos seus maridos que além de apoio moral, deram apoio financeiro a iniciativa para comprar parte do material escolar e que não esperam nada em troca. “Nós fazemos isso por amor e por gratidão. Nós queremos retribuir o carinho que recebemos dos nossos seguidores e também ajudar a nossa comunidade. Nós acreditamos que a educação é a chave para o desenvolvimento e para a transformação das vidas dessas crianças”, declarou.

O Administrador de Vilankulo Galiza Matos Jr, agradeceu a doação e elogiou a atitude das influencers. Ele disse que o material escolar vai beneficiar muito os alunos, que muitas vezes não têm o suficiente para acompanhar as aulas. Ele também disse que espera que o gesto inspire outras pessoas a fazerem o mesmo. “Nós estamos muito gratos pela doação. É um acto de amor e de responsabilidade social. Nós esperamos que mais pessoas sigam o exemplo dessas influencers e que se envolvam na causa da educação, que é tão importante para o nosso país”, disse.

As influencers moçambicanas Felicidade Chideu Firmino e Nilza Chideu Carona são conhecidas pelo seu sucesso nas redes sociais, onde somam milhares de seguidores. Elas usam as suas plataformas para divulgar a cultura, a gastronomia, o turismo, a agricultura e a beleza de Moçambique, além de abordarem temas como saúde, bem-estar, família e empreendedorismo.

Elas também estão envolvidas em vários projectos sociais, como a doação de material escolar, que pretendem continuar a fazer no futuro.

As escolas em Nampula estão a dispensar os alunos com sinais de conjuntivite para evitar que a doença se propague e saia do controlo.
Passam-se duas semanas depois de se ter diagnosticado o primeiro caso de conjuntivite hemorrágica na província de Nampula. O número de casos subiu para mais de mil em poucos dias, por isso é já considerado um surto.

Trata-se de uma doença que afecta a vista e é transmitida através de um vírus. As escolas constituem um dos pontos de maior preocupação, por concentrarem muitos alunos e professores.

Na semana passada, uma equipa de saúde escalou a Escola Secundária de Nampula, no centro da cidade, fez um rastreio junto dos alunos, professores e pessoal administrativo, tendo sido confirmados alguns casos em alunos e numa funcionária administrativa. “Conseguimos detectar, nalgumas salas, alguns alunos que portavam esta doença. Imediatamente, foram retirados do recinto escolar, e a orientação foi para irem à unidade sanitária mais próxima e, depois de cumprirem todo o tratamento, trazerem um comprovativo para justificar as faltas e realizarem alguma prova, se tiverem perdido”, explicou à nossa reportagem Albertino Luís, director da Escola Secundária de Nampula.

A escola em referência tem mais de 9 mil alunos, da 7ª à 12ª classe.

Na Escola Secundária 12 de Outubro, na periferia da cidade, ainda não estiveram lá técnicos de saúde, mas, devido à informação que circula nas redes sociais e veiculada pelos órgãos de informação, a direcção pedagógica está, de forma proactiva, a aplicar medidas restritivas para os alunos com sinais de conjuntivite, tal como fez saber o adjunto pedagógico Adelino Agostinho.

“Aconselhamos a criança a voltar à casa e a dirigir-se a um posto médico”.

Os alunos têm uma informação básica sobre a doença, mas alguns acreditam que basta pôr óculos escuros para evitar a transmissão, o que não constitui a verdade.

“Costumamos controlar-nos, colocando óculos para não nos contaminarmos”, entende Armando Mateus, aluno da Escola Secundária 12 de Outubro.
A médica oftalmologista Marta Abudo reforça a necessidade de isolamento das crianças com conjuntivite hemorrágica. “Os pais, ao verem que a criança tem o olho vermelho, não devem levar a criança para a escola. A criança deve ficar em casa, claro que também implica levar ao hospital para depois ficarem em casa”.

O tratamento médico é importante também para cortar o ciclo de propagação que é muito rápido, tratando-se de uma doença viral.

Três distritos da província de Manica podem ser declarados livres do surto de cólera nos próximos dias.

Trata-se dos distritos de Chimoio, Vanduzi e Tambara que não registam casos da doença provocada pelo vibrião colérico, há cerca de dois meses.

O médico-chefe da província de Manica, Flávio Roque explicou que o distrito de Guro continua a registar casos de cólera, porém o surto está controlado.

No entanto, reiterou o apelo para a observância das medidas básicas de higiene individual e colectiva.

Desde a eclosão do surto de cólera, em Dezembro do ano passado, as autoridades sanitárias da província de Manica registaram um cumulativo de cento e noventa e cinco casos da doença e três óbitos.

A procura tardia dos serviços de saúde e complicações da doença estão na origem das mortes provocadas pela bactéria que causa a cólera.

Caçadores furtivos vandalizam infra-estruturas da rede eléctrica e roubam parte de equipamento para o fabrico de armadilhas na reserva especial do Niassa e zonas tampão, escreve o sítio da Rádio Moçambique.

O facto ocorre com frequência ao longo do corredor Marrupa / Mecula onde muito recentemente um poste de transporte de energia eléctrica tombou devido ao saque de espias.

O director da Electricidade de Moçambique, área de serviço ao cliente de Cuamba, Aurélio Luís, disse que a situação deixou todo o distrito de Mecula às escuras, menos por oito horas.

 

DESTRUÍÇÃO DE INFRAESTRUTURAS DE ÁGUA EM INHAMBANE

Entretanto, o Conselho Executivo provincial de Inhambane preocupado com a crescente onda de vandalização de infra-estruturas de abastecimento de água.

É uma situação provocada por malfeitores que retiram peças nas infra-estruturashidráulicas, colocando muitas famílias sem o precioso líquido, em algumas regiões da província.

O governador da província de Inhambane, Daniel Chapo, disse que os actos de sabotagem de sistemas de abastecimento de água estão a retrair os esforços do governo na provisão de água potável às comunidades sobretudo das zonas rurais.

Chapo apela as comunidades para serem vigilantes de modo a conter a onda de vandalização de fontes de abastecimento de água.

Três jovens são indiciados de recorrerem a objectos cortantes para obrigar alunas, menores de idades, a manterem relações sexuais com os mesmos.   Um dos supostos malfeitores foi detido e os outros dois andam fugitivos.

De acordo com uma das vítimas, na terça-feira da semana passada, quando saia da escola, onde frequenta a 10ª classe, em direcção a sua residência, foi interpelado por três indivíduos que estavam a fumar  e que empunhavam uma faca, uma garrafa partida e um prego. 

“Eles mandaram-me parar e de seguida arrancaram-me a mochila que continha os meus livros. Bateram-me duas vezes na face e obrigaram-me a caminhar com eles. Alguns metros depois entramos numa mata e forçaram-me a tirar a roupa e os três violaram-me. Enquanto o acto decorria aproximou um jovem que começou a gritar pedindo socorro quando descobriu que eu estava sendo violado. Eles fugiram”, contou uma das vítimas.

A outra vítima foi abusada no dia seguinte num outro ponto. Ela disse que foi interpelada por um jovem quando se dirigia à escola. “Vi alguém me seguindo e antes de eu perceber as suas intenções segurou-me com força. Ele tinha uma garrafa partida na mão e com ela ameaçou cortar-me caso eu pedisse socorro.  Enquanto isso, foi  arrastando-me para uma casa abandonada onde me violou. Depois da violação ele garantiu que caso eu contasse para alguém ele iria à minha escola para ajustar contas”.

As duas vítimas contaram o sucedido a polícia e exames médicos concluíram que houve abuso sexual. Investigações preliminares levaram à detenção de um jovem que foi reconhecido pelas duas alunas como sendo um dos autores do crime e tentou dizer à polícia que era namorado de uma delas e negou a acusação.

A polícia esta a procura dos outros dois supostos autores do crime, apelou a uma maior vigilância e garantiu que irá aprimorar a vigilância para evitar mais casos de abuso sexual.

O relaxamento das  Forças de Defesa e Segurança e falhas dos serviços de informação podem ter contribuído para o recrudescimento do terrorismo em Cabo Delgado, defendem analistas. 

Os analistas do Noite Informativa apontam ainda a combinação de vários factores como determinante  para a falha das operações militares.

Após sucessivas vitórias contra os insurgentes em várias frentes, na província de Cabo Delgado,  as Forças Armadas de Defesa relaxaram e não intensificaram os ataques. Sentiu-se igualmente uma falha nos Serviços de Informação, defendem comentadores do Noite informativa, a propósito do recrudescimento dos ataques terroristas naquela província.

Para o jornalista Fernando Lima, os problemas ligados ao progresso dos ataques terroristas são muito mais complexos, dentre os quais a falta de logística. Samuel Simango, por sua vez, entende que se deve levar a sério a questão do enriquecimento de estrangeiros no país.

Para os analistas, deve-se purificar as fileiras e combater a corrupção, como forma de cortar o financiamento aos terroristas.

A província de Nampula regista, por dia, entre 80 a 100 casos de conjuntivite hemorrágica. O Ministério da Saúde alerta que há casos a serem detectados noutras províncias, por isso apela para o reforço das medidas de higiene.

Chama-se conjuntivite hemorrágica, uma doença infecciosa causada por um vírus. O surto é facilmente identificado por causar vermelhidão e dor nos olhos.

Desde o seu surgimento na província de Nampula, a 10 de Fevereiro até este domingo, totalizavam-se 1326 casos registados.

“Dos casos registados, 501 que representa 37 por cento são provenientes da cidade de Nampula, outros 485 que representa 36.6 por cento são do distrito de Angoche e 340 são do distrito de Nacala Porto ”

A falta de higiene e aglomerados populacionais são favoráveis para a expansão da doença.

Apesar do surto ter sido declarado em Nampula, o Ministério da Saúde alerta que há casos esporádicos noutros pontos do país.

“Quando as condições para que ele se propague são criadas, o risco de transmissão aumenta, geralmente quando há redução dos níveis de higiene, quando há um grupo de pessoas em simultâneo que entra em contacto com alguém que tenha conjuntivite, são cenários que criam espaço para se saia de casos esporádicos para surto”.

Falando em conferência de imprensa, esta segunda-feira, Quinhas Fernandes alertou também que os casos de cólera continuam preocupantes em 32 distritos.

“Nas últimas 24 horas o país registou um total de 66 casos de cólera, dos quais 28 foram em Nampula e representam 42 por cento. É importante realçar que desde o início da epidemia tivemos 43 distritos afectados, 11 destes já foram declarados livres e seis destes não registam casos há mais de 15 dias”.

Sobre a COVID-19, o MISAU diz ter registado este ano 108 casos positivos, das mais de 2000 pessoas testadas.

O arranque das obras de estradas na Matola, no âmbito do projecto de mobilidade urbana no Grande Maputo, estão atrasadas há mais de seis meses. 

O litígio que envolve o empreiteiro que tinha sido seleccionado é uma das razões da demora. Quando o projecto estiver em funcionamento, até 2027, como se prevê, os transportadores que usam carros a combustível deverão sair de circulação, para dar espaço aos eléctricos.

Muito já se disse, falou-se e já se prometeu o bastante, como parte da solução para o drama de transporte de passageiros no Grande Maputo. Depois de quase tudo não ter tido pés para andar, há uma nova aposta, o projecto de mobilidade urbana conhecido como “Move”. Afonso Ronda, responsável pelas infra-estruturas,  explica a essência do projecto.

“O Projecto Move, é um projecto de mobilidade para a área metropolitana de Maputo em que se pretende melhorar várias facetas da mobilidade dos cidadãos dos vários municípios que se encontram na área metropolitana de Maputo”

E quando é que, efectivamente, começa a funcionar? “Em 2027 nós já teremos o serviço a funcionar em pleno, contudo, nós estamos a projectar uma implementação faseada do projecto por forma que podemos iniciar com a solução ou responder a aquilo que é a demanda do transporte público a partir do final deste ano”, respondeu o responsável.

O serviço principal acoplado neste projecto, que é o sistema de transporte rápido de autocarros BRT, vai funcionar com autocarros eléctricos, como explica Afonso Ronda. “Nós vamos implementar dentro do sistema BRT meios que não contribuem muito para a poluição, ou seja, emissão de gases de carbono, em que temos neste momento em estudo viaturas eléctricas, as que pretendemos que sejam usadas”, esclareceu.

Quando o BRT estiver a funcionar em pleno, as viaturas que transportam passageiros actualmente, os chamados mini-bus, assim como outros que poluem o ambiente, deverão sair de circulação, pelo menos nas rotas onde será instalado o projecto “Move”. E a nossa fonte explica as razões. “Obviamente que, para aquilo que é a solução de congestionamento do tráfego rodoviário e a densidade populacional, a tendência é apostar em veículos de maior capacidade de forma a minimizar impactos com o congestionamentos, assim como a emissão de gases de carbono que poluem o ambiente”.

E, a partir da avenida guerra popular, vai ser construído o corredor segregado, uma espécie de espinha dorsal do sistema BRT. O engenheiro responsável pela implementação das infra-estruturas explica a essência do BRT.

“O Corredor segregado vai ser localizado naquilo que neste momento são as faixas centrais existentes, incluindo também a parte do separador central. Se for ver, a Avenida Guerra popular, no troço entre a praça dos trabalhadores e a Avenida Eduardo Mondlane, tem um separador central e também a Avenida Acordos de Lusaka e as FPL todas elas têm um separador central. Então, parte deles, os separadores centrais vão ser convertidos em faixas de rodagem e que vão ser dedicadas aos autocarros de transporte rápido. Na Avenida Julius Nyerere, no troço que tem separador central, obviamnete que parte desse separador central vai ser usado para ser faixa central e onde ela termina, vamos proceder ao alargamento das vias de forma que ela possa proceder à construção do corredor segragado”

E como vai funcionar? 

“O Corredor segregado vai ter duas faixas de rodagem com sentidos contrarios, hade haver mobilidade sempre dos autocarros nessas faixas, podendo eles se cruzarem sem problema nenhum. As paragens ao longo da faixa segregada estarão também dentro da faixa segregada de forma a garantir segurança aos utentes de transporte publico. Essas faixas serão exclusivas para o transporte público”.

O projecto “Move” já está em implementação há um ano, cingindo-se, para já, nos aspectos regulatórios para conferir mais competências à Agência Metropolitana de Transporte de Maputo, que coordena o projecto.

Para Matola, serão construídas três estradas, nomeadamente a estrada que parte da primeira rotunda, em Intaka, até à esquadra de Boquisso, a estrada que parte da terceira rotunda ligando Matlemele -Mwamatibjana e a estrada que parte de Khongolote, na Matola, até à avenida de Moçambique,  na Cidade de Maputo.

Há já uma placa a anunciar as obras, que deverão aliviar o martírio que se vive actualmente devido ao nível de degradação da via, como avançaram alguns entrevistados pelo jornal O País. 

José Chirindza, Clara Mendes, Avelino Macucule e Gabriel Cossa disseram que estão na maior expectativa para verem as obras a serem concretizadas.

E há um empreiteiro que tinha sido  selecionado para avançar com as obras de construção de estradas na Matola, mas foi suspenso, por supostas irregularidades. Este facto está a contribuir para o atraso no início das obras, segundo Firmino Guambe, membro do Comité de Implementação do Projecto Move.

“Aquando do lançamento do concurso, tivemos empresas que concorreram e, já na fase final, que é a parte das adjudicações, tivemos reclamações e essas reclamações têm sido atendidas ao nível da coordenação central da implementação deste projecto. Mas ficamos a saber que os reclamantes foram a outras instituições de administração da justiça, como é o caso da Procuradoria da República, mas o que sabemos é que houve este processo de reclamação. Tivemos uma empresa vencedora, uma empresa chinesa, mas depois, tivemos outras empresas a reclamarem”, afirmou a fonte.

O projecto “Move” vai compreender também a construção de ciclovias e vai abranger os municípios de Maputo, Matola, Boane, Matola-Rio e Marracuene. 

São 250 milhões de dólares a serem investidos no projecto, desembolsados pelo Banco Mundial.

Foi expulso de Moçambique um cidadão angolano de nome Higino Duarte Regal, também conhecido por Carlos Eduardo Monteiro. O indivíduo fugiu da cadeia em Angola e entrou em Moçambique de forma ilegal.

Trata-se de uma expulsão administrativa do território moçambicano de um cidadão angolano tido como fugitivo de uma cadeia em Angola, onde cumpria pena de 10 anos de prisão por crime de tráfico de estupefacientes em 2017.

“A evasão ocorreu quando este se encontrava num hospital, onde se dirigia, alegadamente, para cuidados médicos”, refere a Procuradoria-Geral da República.

Numa nota de imprensa, a Procuradoria-geral da República explica que Higino Duarte Regal, também conhecido por Carlos Eduardo Monteiro, foi detido em Maputo no dia 21 de Dezembro do ano passado.

No mesmo documento, a PGR diz que “no acto da sua detenção, foi encontrado com diversos documentos, em seu nome, de vários países (Moçambique, Brasil, Seychelles, Namíbia e Angola), de entre eles, certidões de nascimento, passaportes, bilhetes de identidade e cartas de condução”.

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