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O País – A verdade como notícia

Muitas unidades sanitárias da Cidade de Maputo registam enchentes nos últimos dias, o facto é agravado pela eclosão da conjuntivite hemorrágica. Entretanto, no Centro de Saúde Municipal, apesar da garantia de que já está em funcionamento, o cenário é completamente oposto.

Filas enormes e longa espera. O cenário vai de mal a pior em muitas unidades sanitárias nos últimos dias. Isto porque há semanas que o número de entradas aumentou significativamente, nos cuidados de saúde. 

No Centro de Saúde de Alto Maé, o cenário fala por si. No Hospital-geral de Chamanculo, encontramos a mesma situação. Enchente.

A explicação para a vaga de enchentes está, em parte, relacionada ao surto da conjuntivite hemorrágica.

“Neste momento tem se verificado uma grande demanda no nosso serviço de saúde, por conta do surto de conjuntivite hemorrágica. Está mesmo acima da média, chegamos a 150 utentes”, explicou Ana Bazar, membro da direcção clínica do Centro de Saúde do Alto-Maé.

O atendimento tarda. Mas a situação de saúde não deixa desistir. O que os pacientes não sabem é que há um centro de saúde municipal, há apenas menos 20 minutos de caminhada, onde poderiam ser assistidos em menos tempo.

A infraestrutura moderna, inaugurada pelo antigo presidente do Município, no último dia do seu mandato, está “às moscas”.

Fora a falta de utentes, a farmácia do hospital está com as prateleiras quase vazias e as obras em curso do lado de fora, semeiam dúvidas sobre o funcionamento da unidade.

O Hospital Geral José Macamo tem carência de médicos para responder à demanda na assistência médica. A degradação da unidade sanitária, cobranças ilícitas e demora no atendimento  levaram o Provedor de Justiça, Isaque Chande a visitar hoje o hospital. 

À semelhança do hospital Central de Maputo, o Hospital Geral José Macamo também possui diversas reclamações sobre cobranças ilícitas e demora no atendimento, o que levou o provedor de justiça a escalar também esta unidade sanitária encorajando a luta nesses desafios. 

A estrutura danificada do hospital também chamou à atenção do provedor da justiça, contudo, Chande acredita que com o término das reformas, o hospital estará em condições de oferecer um atendimento ao público com mais qualidade. 

A directora do hospital, Hermelinda Chamba, revelou que a escassez de médicos é outro problema, neste caso o principal que o hospital enfrenta. 

Segundo a Direcção-Geral do Hospital, pelo menos dois médicos em cada sector minimizaria a demanda por assistência médica na unidade, que existe há mais de 100 anos na cidade de Maputo.

Há seis meses que 109 famílias não estão a receber o dinheiro para o pagamento da renda, o que está a gerar desespero, uma vez que já estão a ser  escorraçadas pelo senhorio. Para reivindicar o valor, várias pessoas amotinaram-se, hoje, em frente ao edifício do Conselho Municipal de Maputo.

O edil de Maputo, Rasaque Manhique, que estava reunido em sessão do Conselho Municipal, teve de interromper a sessão e recebeu os contestatários. Manhique garantiu que vai resolver os problemas, aliás, diz haver dinheiro já disponível e 65 casas prontas a habitar.

Ao todo, foram afectadas pelo deslizamento de da lixeira, em 2018, 260 famílias. Uma parte destas famílias já recebeu as casas, que foram construídas em Possulane, distrito de Marracuene, em Maputo.  

Além de destruir várias casas, o deslizamento da lixeira de Hulene causou a morte de 17 pessoas, segundo dados oficiais.

A ZAP diz que a STV Notícias tem sido referência no que concerne à informação em primeira mão e pertinente para o mercado moçambicano. A operadora de televisão por satélite espera que o canal continue a informar o público com cada vez mais qualidade.

Desde a sua criação, a STV Notícias é um canal exclusivo da ZAP, e esses 10 anos de parceria com a operadora de televisão por satélite significam muito. “Para a ZAP significa muita coisa. O canal entrou para a ZAP em regime de exclusividade e foi o primeiro canal em alta definição, que entrou para o mercado moçambicano, e nós estamos muito satisfeitos que a aposta da STV tenha sido feita com a ZAP e esperamos que esta parceria seja por muitos anos, que ainda estão por vir”, disse Hélder Tembe, administrador da ZAP em Moçambique.

E os anos que ainda estão por vir, que sejam de muita informação de qualidade. “A STV Notícias tem sido referência no que concerne à informação em primeira hora e pertinente para o mercado moçambicano. Eu penso que o caminho é continuar a trazer notícias de referência e que o povo moçambicano anseia por ouvir e com qualidade. É isto que nós, como ZAP, desejamos para STV e que venham mais anos de muito sucesso ao lado da ZAP”, sublinhou o administrador da ZAP em Moçambique.

A STV Notícias é o primeiro canal, exclusivamente, de informação em Moçambique.

A directora de informação do Grupo Soico, Olívia Massango, diz que, durante os 10 anos, a STV Notícias se desafiou a levar informação precisa, relevante e impactante aos telespectadores. Para os próximos anos, o canal compromete-se a trabalhar para continuar a trazer conteúdos que moldem e construam a sociedade moçambicana.

“São 10 anos de satisfação e de orgulho em relação ao trabalho que temos vindo a desenvolver. Nestes 10 anos, desafiamo-nos a levar informação precisa e relevante para os nossos telespectadores e fazendo com que a nossa sociedade esteja informada e participe, de forma activa, na construção do nosso país.

Agradecemos a todos os que nos acompanharam ao longo desta década, aos nossos telespectadores, aos nossos parceiros, os nossos colaboradores, que têm estado a dar o melhor de si para trazer um jornalismo impactante, relevante. E a grelha da STV Notícias, ao longo destes 10 anos, foi sempre renovando e refrescando, com o objectivo de trazer um debate saudável e esclarecedor, que molda a nossa sociedade.

Assumimos esse compromisso de crescer, continuando a trabalhar para melhor informar, melhor cumprir a missão do Grupo Soico e do canal, em específico, educar, informar e inspirar os nossos telespectadores. Continuaremos a trabalhar com o mesmo vigor, com a mesma força, trazendo sempre novidades e garantindo que os nossos conteúdos satisfaçam aos nossos telespectadores.

Queremos, sempre, que a nossa grelha evolua progressivamente, para conteúdos que moldem a sociedade, que construam a sociedade, que impactem positivamente, para que a marca STV Notícias seja uma referência no imaginário da nossa sociedade. Nós queremos sempre melhorar a nossa oferta, queremos sempre trazer conteúdos que sejam da satisfação dos nossos telespectadores que nos acompanham em Moçambique, Angola, Portugal, Cabo Verde e este compromisso renovamos com muita convicção de que queremos sempre trabalhar para merecer esta confiança de os telespectadores estarem connosco e crescer connosco”.

Mais de 200 mil pessoas, entre mineiros, turistas e outros viajantes deverão cruzar as fronteiras nacionais durante o período da Páscoa. O comando conjunto lançou, esta segunda-feira, a “operação” que visa flexibilizar e proteger os viajantes, sobretudo face ao risco de acidentes.

A “Operação Páscoa 2024”, lançada na Província de Maputo e que se afigura de  âmbito nacional, teve a particularidade de juntar, durante a sua apresentação, as Forças de Defesa, os sectores da saúde, agricultura e INATRO.
Pretende-se, com a operação, sensibilizar os automobilistas no sentido de se evitarem acidentes de viação durante o período em que irão entrar no país.

O director-geral-adjunto das Alfândegas, Taurai Tsama, orientou as cerimónias centrais do lançamento da “operação”, tendo, na ocasião, tecido algumas considerações.

“Em termos de universo, nós esperamos que entrem no nosso território, até ao dia 5 de Abril, cerca de 225 viajantes. Destes, também temos o número na ordem de 8 mil mineiros. Portanto, esses são os números de todos que se farão presentes em todo o nosso país, com maior enfoque para a fronteira de Ressano Garcia, que vai movimentar mais viajantes.”

A fronteira de Ressano Garcia continuará a funcionar 24h00 por dia para se flexibilizar o atendimento aos viajantes.

Entretanto, outros postos fronteiriços do país vão obedecer ao horário normal, conforme explicou a fonte.

“Vão continuar a trabalhar naquele horário normal, mas, sempre que se justificar, também dependendo daquilo que será a demanda, poderemos adaptar-nos de maneiras a responder. O que nós podemos garantir é que nenhum concidadão irá pernoitar em nenhuma fronteira que existe no nosso território. As forças estão alinhadas, trabalham de forma coesa, coordenada. É por isso que nós apelidamos de Força de Comando Conjunto.”

A “Operação Páscoa 2024” irá vigorar de 18 de Março a 5 de Abril próximo, na sequência da Páscoa, sendo que o ponto mais alto desta cerimónia religiosa é celebrado no dia 31 de Março.

Moçambique e Angola  estão na lista dos 10 países africanos com melhor saúde mental, ou seja, onde as populações são mais felizes.

Os dados resultam de um estudo da organização Sapienlabs que, pelo quarto ano consecutivo, efectuou a análise com base em questionários submetidos pela internet.

O estudo, de acordo com a Voz da América, é baseado em factores como estado de espírito e perspectiva, motivação, capacidade cognitiva, relacionamentos sociais, adaptabilidade e resiliência.

O país mais feliz de África ou com melhor saúde mental é a Tanzânia que aparece em terceiro lugar à escala mundial.

De um ranking de 0 a 100%, Moçambique aparece com 70% e Angola com 64%.

A África do Sul aparece no fim da classificação, juntamente com o Brasil, Uzbequistão e Reino Unido.

Há exactos 10 anos, Moçambique ganhava o único canal exclusivamente dedicado à informação, a STV Notícias, pertencente ao Grupo Soico, também dono da STV, jornal O País e Sfm.

A STV já era um canal irreverente e de referência a nível nacional, mas entendeu que era importante dar mais espaço à informação e foi isso que fez com que o Grupo Soico criasse o canal dedicado.

Desde então, a STV Notícias apareceu para informar os moçambicanos e ao mundo sobre o que acontece dentro e fora do país. 

A STV Notícias, além de ser dedicada, é um canal internacional, o que faz dele uma referência a nível do espaço lusófono, com emissões em países como Angola, Cabo Verde, Portugal, através da plataforma tradicional de televisão e presente no mundo por via do aplicativo STV Play. 

A sua aposta na tecnologia não só permite que aqueles que estão distantes possam ver o que acontece no país e no mundo, como também permite que possam participar através de plataformas digitais. 

Fernando Lima, comentador residente do Noite Informativa, a maior referência de debate televisiva em Moçambique, reconhece que fazer este tipo de conteúdo é um desafio, até porque “não é comercial”, mas avança que é preciso que a “qualidade se mantenha para que o canal não perca a relevância”.

Quem também fala da qualidade é Hélder Jauana, outro comentador, que além disso, deseja que o “canal mantenha o olhar aos telespectadores porque a televisão também se faz com audiência”. 

Quem viu tudo isto a começar e teve de contribuir para o seu crescimento, está hoje orgulho de ver o caminho que o canal trilhou. Uma dessas pessoas é Francisco Mandlate, não mais um rosto visível na tela, mas o cérebro que ajuda os rostos a terem melhor aparição e com qualidade.

“Isso, na verdade, tornou-se minha missão de vida: discutir ajudar os novos colegas que entram, os estagiários, discutir com os colegas que estão a despontar a casa e estar sempre aberto a partilhar ideias, isso é também pela minha experiência”, disse.

Hoje, jornalista baseado em Nampula, Ricardo Machava lembra-se dos primeiros pensamentos quando se lhe informou que estava prestes a nascer um canal dedicado à informação. “Pensei que teríamos maior carga horária, como trabalhadores, mas depois percebi que era possível sem sobrecarregar ninguém. Hoje tem sido um orgulho, embora continue a ser desafiante”, expressou. 

António Tiua é um jornalista que está mais dedicado à apresentação de programas de debate e lembra de quando entrou e pensa em como é, até hoje, trabalhar para a STV Notícias, particularmente no Noite Informativa. “É muito exigente, dada a exigência também da audiência”, diz.

Mas há mais: “o programa é entre as 21h e 23h, mas a preparação começa pela manhã, porque os apresentadores devem estar antenados para saber o que marcará o dia e chamar as melhores pessoas para analisar, bem como escolher os melhores ângulos de abordagem”.

“Nós precisamos de dar notícias a cada instante, o que nos ajuda a ter um entendimento apurado e, por via disso, temos tido o desafio de ver detalhes que os outros não vêem e, disso, construir uma notícia”, destaca a jornalista Julieta Zucula, um dos rostos da reportagem no canal.

Enfim, são algumas das histórias de quem, todos os dias faz o canal e o seu conteúdo, que continua a ser o mais relevante e credível do país.

Quatro pessoas, todas da mesma família, morreram vítimas de um acidente de viação, ocorrido este domingo, no distrito municipal da Katembe, Cidade de Maputo. 

O condutor, era um agente da Polícia da República de Moçambique, afecto ao Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC).

As autoridades apontam o excesso de velocidade como uma das prováveis causas do sinistro.

O troço onde ocorreu o sinistro não tem iluminação pública.

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