Skip to main content

O País – A verdade como notícia

O líder da Renamo exige que seja decretado um luto nacional pela morte de 98 pessoas no naufrágio que ocorreu ontem na Ilha de Moçambique. Ossufo Momade diz ainda que este momento deve ser “reconhecido pelas  autoridades como mais um sinal de negligência e falta de segurança públicas”. 

Foi através das redes sociais que Ossufo Momade reagiu à morte de 98 pessoas na ilha de Moçambique. 

“Foi com sentimento de choque e profunda consternação que tomámos conhecimento da tragédia provocada pelo naufrágio de um barco com 130 pessoas a bordo na noite neste domingo,  na Ilha de Moçambique, província de Nampula, deixando mais de 94 (já são 98) vítimas mortais”, lê-se na rede social Facebook. 

Perante a situação, o líder máximo da perdiz exigiu que “o Governo decrete luto nacional e que este momento seja reconhecido pelas autoridades como mais um sinal de negligência e falta de segurança públicas”. 

Ossufo Momade diz ter ficado comovido e preocupado pelo facto de a embarcação em alusão ser vocacionada à actividade pesqueira e não a transporte de pessoas e bens,  daí que lança uma reflexão sobre a segurança marítima no país. 

Os terroristas que há quase sete anos realizam ataques na província de Cabo Delgado roubaram duas ambulâncias durante o mais recente ataque ao distrito de Quissanga, que ocorreu em Março último.

Segundo contam testemunhas, além das duas ambulâncias, o grupo armado roubou igualmente uma outra viatura do Estado.

“As viaturas foram carregadas em embarcações, e não sabemos para onde levaram, mas ouvimos que as as viaturas estão a ser usadas pelos terroristas no distrito de Macomia”, revelou um residente de Quissanga,  que foi obrigado a conviver com o grupo armado por 17 dias.

Além de viaturas e outros bens da população e do Estado, o grupo roubou medicamentos e destruiu várias casas e edifícios.

“Eles entraram em Quissanga por volta das oito horas do dia dois de Março e só saíram no dia 17 de Março. Eram cerca de 500 homens e vinham com uniformes de militares, de policiais, e traziam quase todo tipo de armas, mas não chegaram a disparar nem uma vez e não mataram ninguém, apenas roubar bens das pessoas que abandonaram as casas por medo e incendiaram a esquadra da polícia, a residência do administrador e todas tendas onde funcionavam algumas instituições do Estado foram queimadas”, confirmou uma testemunha que também pediu anonimato.

No mesmo dia em que houve assalto a Quissanga, uma parte do grupo armado atravessou para Ilha das Quirimbas, onde além de roubar outros bens da população e do Estado, acabaram assassinando um número indeterminado de membros das Forças de Defesa e Segurança.

“Recebi chamadas de familiares que estão em Quissanga durante a noite a avisar que os terroristas estavam a caminho de Quirimba e, na verdade, de madrugada fomos acordados com tiroteios, e logo que chegaram, perseguiram, cercaram e mataram vários militares sem piedade nenhuma. Dias depois, vieram outros militares para recolher os corpos dos colegas”, contou uma mulher que fugiu com a família para a cidade de Pemba, o único distrito de Cabo Delgado que ainda não foi alvo de ataque terrorista e um dos poucos lugares considerados seguros.

Assim como em Quissanga, em Quirimba o grupo armado roubou quantidades consideráveis de produtos alimentares que encontraram nos estabelecimentos comerciais e deixaram a população com fome..

“Eles não mataram civis, mas recolheram quase toda comida que havia em Quirimba e como não aguentamos com a fome, decidimos sair da ilha para casa de nossos familiares em Pemba, porque eles tinham intenções de atacar a ilha do Ibo”, disse uma deslocada.

O nosso jornal procurou obter mais detalhes em relação ao ataque terrorista a Quissanga e Quirimba, mas até hoje, quase um mês depois,  o Governo ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assalto, que aconteceu quase dois anos depois de o Governo ter prometido não deixar que o grupo armado voltasse a ocupar uma vila.

Mulheres encorajam umas às outras a não desistir de lutar para alcançar seus objectivos. A mensagem foi deixada em Maputo durante a celebração do dia 7 de Abril, dia da mulher moçambicana.

Afinal, tratava-se de um dia de festa para as mulheres. Até porque estavam trajadas a rigor com vestes de capulana para celebrar o seu dia. O dia 7 de Abril é um dia importante para todas as mulheres moçambicanas que lutam dia e noite para alcançar os seus objectivos.

As mulheres encorajam-se para que nenhuma delas perca a sua confiança e não desistam dos seus sonhos, seus objectivos e suas metas.

Em mensagem de encorajamento, algumas mulheres na cidade de Maputo aproveitaram a ocasião para falar de paz e para dizer ‘‘não’’ à violência e às guerras, principalmente em Cabo Delgado, onde as mulheres não têm oportunidade de festejar este dia.

Para além de encorajar umas às outras, algumas também recordam os feitos de Josina Machel, a quem se inspiraram.  

Por ocasião da data, o Presidente da República endereçou uma mensagem a todas as mulheres, tendo destacado a necessidade de reforçar o seu empoderamento.

“Cada mulher moçambicana com a sua resiliência inabalável, força incomparável, amor incondicional, contribuiu para a riqueza cultural, social, política e económica do nosso país”, disse Nyusi na sua mensagem de 7 de Abril.

Filipe Nyusi diz ainda que a data serve para exaltar o contributo da mulher para o desenvolvimento do país.

“As mulheres são um exemplo de superação, determinação, de força, pois nunca desistem e estão sempre à frente do nosso tempo. Feliz 7 de Abril, Dia da Mulher Moçambicana”, vincou Nyusi.

Refira-se que, na capital moçambicana, Maputo, as celebrações do Dia da Mulher estão a ser manchadas pelas chuvas torrenciais que caem desde a madrugada de sábado, provocando inundações urbanas.

Este ano, o 7 de Abril é comemorado sob o lema: Investir na Mulher é Acelerar o Progresso. 

Subiu de 91 para 98 o número de mortos devido ao naufrágio que ocorreu na praia de Quissanga, no distrito da Ilha de Moçambique, província de Nampula.

Dados dos Secretário de Estado na Província de Nampula indicam que, além das mortes, há 10 sobreviventes e dois corpos  ainda não reclamados na  unidade sanitária da Ilha de Moçambique. Há vários outros desaparecidos.

A embarcação era de pesca, mas  levava a bordo cerca de 130 pessoas. Aponta-se a superlotação como a principal causa do incidente.

O Governo da província de Nampula, em comunicado, diz lamentar as perdas de vida e solidariza-se com as famílias enlutadas. 

“As autoridades marítimas e administrativas, continuam empenhadas na identificação dos corpos e localização dos familiares, bem como na assistência aos sobreviventes”, garante.

Os Serviços Nacionais de Investigação Criminal em Cabo Delgado apreenderam 55 quilogramas de cocaína e 30 quilogramas de haxixe, mas não chegaram a encontrar o proprietário da mercadoria e nem descobriram a origem e o destino do produto.

O Serviço Nacional de Investigação Criminal  apreendeu em Cabo Delgado quase noventa quilogramas de droga numa das praias de Pemba, a capital da província.

“A droga foi encontrada num barco, na praia do bairro de Chuiba, e quando a nossa força  chegou ao local, os proprietários puseram-se em fuga, e apreendemos uma viatura e 85 quilogramas de droga, sendo 55 de cocaína e 30 quilogramas de haxixe”, confirmou Noemia João, porta voz do SERNIC em Cabo Delgado.

Dias depois da apreensão da droga, o SERNIC deteve um cidadão moçambicano, supostamente envolvido no crime.

Em conexão com este caso, o SERNIC deteve um cidadão moçambicano de 34 anos de idade, dono da viatura. A detenção ocorreu quando o mesmo veio procurar saber sobre as causas da apreensão da sua viatura, explicou Noemia João.

Cabo Delgado é considerado um dos corredores de drogas em Moçambique e, nos últimos cinco anos, foram apreendidas quase meia tonelada de droga.

Um naufrágio acontecido este domingo na Ilha de Moçambique, em Nampula, fez, pelo menos, 91 vítmas mortais e cinco feridos que foram levados ao centro de saúde. As vítimas estavam numa embarcação de pesca com capacidade para 100 pessoas, mas no momento estavam 130.

A informação foi confirmada pelo administrador da Ilha de Moçambique, Silvino Nauaito, que disse que uma as vítimas fugiam de Lunga alegamente porque há uma epidemia de diarreias que tem seifado a vida da população daquela região.

“Trata-se de uma embarcação vocacionada para a pesca e não para pessoas, que vinha de Lunga para Ilha de Moçambique transportando pessoas. De acordo com informações que temos em nossa posse, o que acontece é que as pessoas estão a sair de Lunga de forma atabalhoada, alegadamente porque há uma epidemia de diarreias lá e as pessoas ficam com sintomas por apenas 3 minutos e morrem. De acordo com as nossas fontes em pouco tempo morreram entre 10 a 12 pessoas e alguns falam de 15. Não sabemos quantas são, o que sabemos é que foram procurar essa embarcação de pesca para pedir que os levassem até à Ilha de Moçambique, numa tentativa de fugir para estarem mais próximos do hospital”, explicou o administrador da Ilha de Moçambique.

De acordo com Silvino Nauaito as informações que se tem são de que estariam na embarcação cerca de 130 pessoas “e quando nós perguntamos ao dono da embarcação ele assegurou que podia aguentar até 100 pessoas mas estava com 130 pessoas”.

Em termos de vítimas, Silvino Nauaito confirmou a morte de 91 pessoas, entre adultos e crianças, para além de cinco feridos. “O resultado até este momento é que conseguimos apurar o desaparecimento de 91 pessoas mortas que foram registradas aqui no terreno e destas alguns corpos foram retornados para Lunga, pois as famílias vieram buscar. Ao nível da Ilha temos pelo menos 15 pessoas sendo 10 corpos e cinco doentes que foram levados para os nossos centros”, disse o administrador.

Entretanto, das cinco pessoas feridas e que foram levadas ao centro de saúde, sabe-se que duas pessoas continuavam em observação, enquanto as outras três já estavam fora do perigo.

“Portanto é isto que por enquanto podemos adiantar informar e dizer que continuamos no terreno a verificar os dados e para ver se poderá haver mais vítimas, mas por enquanto são esses os números que podemos confirmar, de 91 mortos, cinco feridos e que foram ao centro de saúde”, concluiu Silvino Nauaito.

O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral em Cabo Delgado não está a realizar recenseamento eleitoral no distrito de Quissanga devido aos ataques terroristas e mau estado das vias de acesso.

Não estamos a fazer recenseamento eleitoral em Quissanga devido a insegurança, mas estamos a tentar encontrar mecanismos para inscrever os eleitores. Como sabbe, nossos brigadistas têm de permanecer nos locais onde decorre o recenseamento e não fazer deslocações depois de trabalho para as zonas seguras, mas também o STAE só pode enviar rigadas para os locais onde tem população e no caso de Quissanga há muitas pessoas que abandonaram o distrito devido a insegurança, explicou Cassamo Camal, Director provincial do STAE em Cabo Delgado.

Outro problema que o STAE em Cabo Delgado está enfrentar é o mau estado das vias de acesso, uma situação que também poderá comprometer o actual recenseamento eleitoral.

Para além de Quissanga onde temos dezanove brigadas que não estão a funcionar, temos mais sete brigadas na mesma situação devido ao mau estado das vias de acesso. Nos havíamos proposto a alocação de um meio aéreo para evitar estes constrangimentos mas infelizmente até agora não temos meios aéreos, revelou Cassamo Camal.

Uma parte da população do distrito de Quissanga, na zona centro da província de Cabo Delgado, corre o risco de não votar este ano devido aos ataques terroristas que estão a impedir o Recenseamento eleitoral.

Segundo  previsões, no distrito de Quissanga deviam ser recenseados vinte e oito mil e novecentos e trinta eleitores,  que poderão não votar nas próximas eleições caso não seja reposta a segurança.

Treze pessoas assassinadas, dezenas de motorizadas roubadas e a desgraça que se abraça sem largar os jovens desempregados. Por que é que a motorizada é tão especial no Centro e Norte do país?

Uma motorizada é capaz de mudar a vida de um jovem. Isso mesmo, a motorizada no Centro e no Norte do país vale mais que uma simples motorizada. É meio de transporte, símbolo de emancipação na zona e fonte de renda na família.Egas Gonçalves personifica tudo que dissemos. Há nove anos que tem na motorizada a sua fonte de renda. Vive literalmente na rua porque é mototaxista, mas à noite repousa numa casa de alvenaria que construiu com o rendimento do pequeno veículo motorizado de duas rodas.

“Estive a trabalhar, mas depois fiquei desempregado em 2014. A única forma que vi de me enquadrar na sociedade foi fazer taximota. Comecei com uma mota pequena, quase podre, e dessa mota pequena comecei a desenvolver, comprei a segunda motorizada, comprei a terceira a quarta que é esta”.

Dá o testemunho à nossa reportagem e enquanto fala da quarta conquista, acompanha apontando com o dedo a motorizada nova que a adquiriu há um ano e lhe custou 85 mil meticais. De seguida, faz um elogio à máquina que lhe dá dinheiro diariamente.

“Significa muito porque é daqui que consigui construir a minha casa e criar meus filhos. Tenho uma casa de 12 por 8 metros, composta por quatro quartos e tenho três filhos”.

As motorizadas mais pequenas custam entre 30 e 35 mil meticais na loja. A de Hussene destaca-se pelo porte (maior) e conforto que atrai mais os passageiros. No Centro de no Norte do país o serviço de táxi é assegurado maioritariamente pelas motorizadas. É daí que nasce o conceito de “mototaxista”.

“Na cidade de Nampula temos 3118 operadores de táximota que estão em 146 praças”, atira o número no decurso da entrevista para justificar o que se vê em quase todas as esquinas da cidade de Nampula. É Albertino José – presidente da Associação dos Mototaxistas de Nampula.

Os mais de 3 mil operadores de taximota são os que estão registados numa das associações, o que significa que no concreto há muito mais que isso. As viagens mais curtas custam entre 20 e 30 meticais e a motorizada acaba sendo o meio de transporte mais popular na zona Centro e no Norte devido à facilidade de entrar nos bairros onde o transporte semi-colectivo de passageiros não chega. Mas por detrás da actividade, há um grande risco. Em quase todos assaltos há um denominador comum: os criminosos fazem-se passar por passageiros, acontecem de madrugada ou à noite.

Na primeira pessoa falam os que passaram maus bocados nas mãos dos criminosos. Calton Joaquim – mototaxista: roubaram minha mota. Foi em frente à Escola Secundária de Nampula.Quando chegamos ao destino ele segurou-me pelo capuchinho, tirou uma garrafa no casaco e partiu na minha cabeça. De repente apareceram os amigos e roubaram minha motorizada.

João Goariate – mototaxista: levando a ele até ao destino, surpreenderam-me com duas motas e as pessoas desceram e me catanaram.

Gabriel Roda – mototaxista: chegamos lá e encontramos duas pessoas à espera. Tiraram catanas e tive que deixar minha motorizada e fugi. Os casos mais graves terminaram com a morte de mototaxistas.

Até aqui, há registo de sete jovens que cairam na desgraça dos criminosos.Geneco Cornélio descreve com amargura a forma brutal em que encontrou a morte o seu colega de praça que foi mais uma presa dos criminosos.

“Levou as pessoas até à zona de Muriaze, no distrito de Mogovolas. Ao chegar lá, foi assaltado. Tinha cortes nas pernas, nas mãos e no pescoço”.

“Temos registo de sete colegas que foram assassinados, mas acreditamos que o SERNIC tem mais dados”, lamenta Albertino José e em nome da associação dos mototaxistas de Nampula desencoraja o trabalho nos períodos de risco.

ASSASSINATOS TENDEM A REDUZIR EM MANICA

Banhada de lágrimas, Rosa José chora pelo seu filho, King Paulo que exercia a actividade de mototaxi e morreu em pleno exercicio da sua actividade na cidade de Chimoio. King deixou quatro filhos menores e esposa grávida.

“Eu gostaria mesmo de ver as pessoas que mataram meus filho. Assim estou a chorar, desde esse dia nem na machamba consigo ir, estou doente assim”, lamenta José, clamando por justiça no caso.

Com a actividade que exercia, King era verdadeiro rei na familia, conseguia prover sustento para seus pais, esposa e filhos. Agora a mãe teve que se reinventar. Fabrica e vende bebida tradicional aqui conhecida por dhoro e também faz negócios de pequena montra. O pai lamenta a forma bárbara como King foi assassinado.

“Tinha um sinal de ter sido batido. Bateram na cabeça, toda a cabeça estragaram. O resto do corpo estava bom. Levaram a motorizada”, disse.

King faz parte das seis pessoas que este ano foram assassinadas na cidade de Chimoio, segundo Neto Chiganda, Presidente da Associação dos Mototaxistas na capital de Manica.

“Levam cliente para uma zona chamada Kutchi e lá são assassinados e levados as motas. Esse ano são seis pessoas que foram assassinadas”, disse ChigandaMuitos mototaxistas são assassinados durante a noite.

Neto Chiganda diz que os mototaxistas trabalham até altas horas para poder completar a receita dos seus patrões, muitas vezes fixada entre 2000 a 2500 meticais por semana.Nos primeiros três meses do ano passado 11 mototaxistas foram assassinados em Manica, contra seis de igual periodo deste ano.

Neste Chiganda diz que isso resulta da intensificação de patrulhamento pela Policia da República de Moçambique (PRM), que em coordenação com a associação que dirige têm estado a fazer de tudo para acabar com esse tipo de crimes. Aliás, ha cerca de duas semanas, a Polícia apresentou um grupo de oito pessoas indiciadas no assassinato a mototaxistas nos distritos de Báruè, Chimoio, Gondola e Vandúzi.

Vinte cidadãos de nacionalidade malawiana foram retidos em Sofala quando sem nenhuma documentação tentavam imigrar ilegalmente para a África do Sul. Sobe assim para mais de 50 o número de malawianos que tentam enganar as autoridades de migração em menos de um mês em Sofala.

Estes malawianos foram retidos no início desta semana no distrito de Dondo, em Sofala, quando estava a espera de um transporte organizado por um cidadão nacional para seguirem para a vizinha África do Sul.  As autoridades sabem que os mesmos usavam rotas interdistritais para despistar as autoridades.   

Os detidos não apresentaram nenhum documentado e não há  data da entrada dos mesmos no país.

A migração em Sofala está preocupado com a imigração ilegal, pois em menos de dois meses foram retidos 50 estrangeiros ilegais em Sofala, todos eles encontrados numa paragem interdistrital. 

O repatriamento destes e dos outros 32 irá decorrer dentro de uma semana.

+ LIDAS

Siga nos