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O País – A verdade como notícia

A Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze apoia a delegação da Zambézia que vai participar na fase nacional dos Jogos Desportivos Escolares, a realizar-se na província de Inhambane, de 29 de Agosto a 6 de Setembro.

A Direcção Provincial da Educação recebeu, esta segunda-feira, diversos materiais desportivos destinados à preparação e participação da delegação provincial na competição nacional.

O Director Provincial da Educação, Casal Oficial, considera que o apoio vai aliviar a pressão logística e financeira do Governo provincial, que teria dificuldades em garantir todo o equipamento necessário para os estudantes.

“Queremos saudar a Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze. Este apoio é fundamental para a nossa rapaziada que vai aos Jogos Desportivos Escolares. Não teríamos como adquirir todo o equipamento. Este apoio chega numa altura muito boa”, afirmou Casal Oficial.

Entre o material disponibilizado estão 220 pares de fatos de treino e sapatilhas, 50 bolas de andebol e basquetebol, dez tabuleiros de xadrez, 220 pastas de viagem e 260 equipamentos destinados às competições.

Em representação da Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze na Zambézia, Leonel Converso disse que o apoio está alinhado com os objectivos do Governo de promover o bem-estar das crianças e incentivar a prática desportiva.

“O desporto faz bem à saúde e às crianças ainda mais. Vão utilizar o seu tempo para praticar algo bom, que é o desporto”, precisou.

A delegação da Zambézia deverá iniciar a deslocação para Inhambane a partir de 25 de Agosto, para participar na fase nacional dos Jogos Desportivos Escolares, que reúne estudantes de diferentes províncias do país.

O sector da Cultura e Turismo, em Nampula, manifesta profunda consternação pela morte do artista Justino Cardoso, ocorrida na madrugada desta segunda-feira, 17 de Agosto, na sua residência, depois de ter estado internado desde o mês de Julho.

A informação foi avançada pela Directora da Cultura e Turismo em Nampula, Jamila Bicá, que, em nome do Conselho Executivo Provincial e da Governadora de Nampula, lamentou a morte do artista, destacando o seu contributo para a valorização da cultura moçambicana.

Segundo Jamila Bicá, Justino Cardoso destacou-se pelo trabalho desenvolvido em prol da cultura, particularmente na valorização da identidade e das tradições do povo Macua, tendo produzido obras reconhecidas tanto a nível nacional como internacional.

“Foi um artista que contribuiu bastante para a valorização da cultura, não só do povo Macua, mas também do país”, afirmou Jamila Bicá, acrescentando que o artista ainda tinha projectos e sonhos de continuar a contribuir para a promoção da cultura moçambicana.

A Directora da Cultura e Turismo revelou ainda que, durante o período de internamento, o Governo Provincial, através do Gabinete da Governadora, bem como amigos e o sector da Cultura e Turismo, prestaram assistência ao artista.

Apesar dos esforços, a morte de Justino Cardoso foi confirmada na madrugada de ontem, deixando o sector cultural e artístico de Nampula profundamente consternado.

Neste momento, segundo Jamila Bicá, o sector está a acompanhar a família, que ainda se encontra a concertar os detalhes relacionados com as cerimónias fúnebres.

Até ao momento, não foram divulgados o local e a data do funeral.

A Polícia da República de Moçambique (PRM) diz que a intervenção policial ocorrida no último sábado, durante o evento da ANAMOLA em Quelimane, foi necessária para garantir a ordem e a segurança públicas.

Segundo a porta-voz da PRM na Zambézia, Belarmina Henriques, esperava-se que o evento decorresse de forma pacífica e ordeira, sem incidentes ou actos de vandalismo. A polícia afirma que, durante um encontro realizado no dia 12 de Agosto, no Comando Provincial da PRM, foram harmonizadas com a direcção da ANAMOLA as condições para a realização do evento.

Entre os aspectos acordados, segundo a corporação, estava a possibilidade de interdição da marcha caso as condições de segurança e ordem pública assim o exigissem.

A PRM explica que, após uma avaliação das condições no terreno, concluiu que não estavam reunidas as condições necessárias para a realização da marcha. Entre as razões apontadas está a realização do Carnaval de Quelimane, que decorre de 14 a 23 de Agosto, período marcado por grande concentração de pessoas, aglomerados populacionais e elevado fluxo de viaturas.

Perante este cenário, as autoridades policiais dizem ter comunicado aos organizadores da ANAMOLA a necessidade de não realizar a marcha, recomendando que o programa prosseguisse apenas com o showmício no campo da Sagrada Família.

“Esperava-se um evento de carácter pacífico, ordeiro e sem qualquer tipo de incidente ou acções de vandalismo”, explicou a porta-voz da PRM.

A polícia diz, contudo, que as orientações não foram acatadas e que os participantes formaram uma caravana para dar início à marcha, situação que, segundo a corporação, configurou desacato às autoridades.

A PRM afirma ainda que, durante as tentativas de impedir o avanço da caravana, alguns membros terão proferido insultos contra os agentes, enquanto um dos participantes terá lançado uma pedra contra uma viatura policial, atingindo e quebrando o vidro frontal.

Face à situação, a polícia diz ter recorrido ao gás lacrimogéneo para dispersar os participantes e controlar os ânimos.

A corporação esclarece, entretanto, que não recorreu a meios letais durante a intervenção.

Na sequência do lançamento do gás lacrimogéneo, a polícia relata ainda que uma colmeia localizada nas imediações do campo teria sido afectada, provocando o ataque de abelhas a alguns participantes. Um membro e simpatizante da ANAMOLA terá sido gravemente picado e foi prontamente encaminhado para uma unidade sanitária.

 

O Hospital Provincial de Chimoio realizou, pela primeira vez, uma craniotomia de emergência para salvar a vida de um paciente que deu entrada naquela unidade sanitária em estado crítico, depois de ter sido brutalmente espancado por malfeitores.

Mauaia Joaquim foi transportado por taxistas até ao Banco de Socorros do Hospital Provincial de Chimoio, inconsciente e com graves lesões na cabeça.

Submetido a uma tomografia axial computorizada (TAC), no passado dia 30 de Julho, o paciente foi diagnosticado com uma hemorragia massiva ao nível do crânio. Devido ao seu estado clínico, que não permitia a transferência para o Hospital Central da Beira, a equipa médica decidiu avançar com uma intervenção cirúrgica de urgência.

As imagens do exame revelaram uma extensa área de sangue coagulado no crânio, provocando uma forte compressão do tecido cerebral. A situação foi considerada extremamente grave e esteve na origem do estado de coma em que se encontrava o paciente.

Perante o quadro clínico, a equipa médica encaminhou Mauaia Joaquim para o bloco operatório, onde foi submetido a uma craniotomia para abertura do crânio e remoção do hematoma.

A intervenção durou cerca de uma hora e meia e permitiu a drenagem do hematoma. Actualmente, o paciente encontra-se consciente e internado na enfermaria, apresentando uma evolução clínica favorável, estando prevista a sua alta nos próximos dias.

Para a equipa médica, a operação constituiu um desafio, por se tratar da primeira craniotomia realizada no Hospital Provincial de Chimoio. A intervenção é considerada um marco para aquela unidade sanitária, ao permitir o tratamento local de casos neurocirúrgicos que, anteriormente, poderiam necessitar de transferência para outras unidades de referência.

A instrumentista Leonora  Chochoma  considera a realização da cirurgia uma experiência única, destacando o trabalho da equipa na preparação e disponibilização de todos os instrumentos necessários para o procedimento.

Segundo a profissional, a equipa de instrumentação assegurou todo o material cirúrgico, permitindo que a intervenção decorresse dentro da normalidade.

A equipa médica considera que a experiência adquirida com este caso poderá contribuir para uma resposta mais rápida a outros pacientes com lesões cerebrais graves, sobretudo através do recurso aos exames de imagem para um diagnóstico atempado e uma intervenção adequada.

A intervenção realizada no dia 30 de Julho é apontada como um exemplo do compromisso dos profissionais de saúde com a preservação da vida, em consonância com o lema do Ministério da Saúde de “dar maior valor à vida”.

 

Chibuto lidera o registo de casos de uniões prematuras e violência contra crianças e menores na província de Gaza, com mais de dois mil casos registados desde o ano passado. As autoridades locais apontam práticas culturais e a persistência de mentalidades tradicionais como factores que contribuem para a manutenção do problema.

Os dados foram apresentados no Fórum Distrital sobre Violência Baseada no Género, pela administradora de Chibuto, Cacilda Banze, que considera preocupante o impacto das uniões prematuras e das gravidezes na vida das raparigas.

“Vivemos acima de 1.800 casos, que têm a ver com uniões prematuras e gravidezes precoces, em menores de 17 anos”, explicou Cacilda Banze.

A dirigente acrescentou que, somente em 2025, foram registados ” 2.500 casos de crianças que deram à luz nas maternidades”  número que poderá ser superior devido aos partos que ocorrem fora das unidades sanitárias.

“Em 2025, tivemos acima de 2.500 casos de crianças que deram parto nas nossas maternidades. Não contamos aquelas crianças que dão parto nos lugares onde a saúde não chega”, disse.

Para Cacilda Banze, o problema está directamente ligado às condições sociais e culturais que ainda condicionam o futuro das raparigas, sobretudo nas comunidades rurais.

“Sem a mulher informada, nada podemos fazer”, defendeu a administradora, sublinhando a necessidade de reforçar o acompanhamento das famílias e das menores.

Uma das raparigas que participou no fórum aponta diferenças entre a realidade vivida nas zonas rurais e urbanas. Segundo ela, nas comunidades rurais, muitas meninas enfrentam maiores limitações para continuar os estudos.

“A diferença é que a mulher lá nas zonas rurais é impedida de ir à escola, enquanto, na zona urbana, elas são deixadas para ir à escola. Elas acabam tendo oportunidades”, relatou.

A jovem defende maior acompanhamento às famílias, sobretudo nas zonas rurais, onde algumas práticas culturais continuam a colocar as raparigas em situação de vulnerabilidade.

“Deve-se dar um acompanhamento, principalmente para os pais daquelas mulheres que se encontram nas zonas rurais”, apelou, considerando que ainda persistem “mentalidades arcaicas” que associam as raparigas ao trabalho doméstico e agrícola e desvalorizam a sua permanência na escola.

A violência baseada no género constitui igualmente uma preocupação para as autoridades. Em 2025, Chibuto registou cerca de 630 casos, enquanto, em 2026, foram notificados 460 casos nas unidades sanitárias do distrito.

Os dados indicam ainda que a violência física aumentou de 380 casos, em 2024, para 503 casos em 2025, com maior incidência em algumas unidades administrativas do distrito.

O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, manifestou profunda consternação pela morte do artista gráfico Justino António Cardoso, ocorrida na madrugada desta segunda-feira, em Nampula, vítima de doença.

Numa mensagem de condolências, o Chefe do Estado destacou o percurso de dimensão internacional do artista e o seu contributo para as artes, a cultura e a valorização da identidade moçambicana. A sua obra ultrapassou as fronteiras nacionais e foi apresentada em diferentes palcos internacionais, incluindo na Coreia do Norte, Finlândia e Suíça, onde o seu talento foi reconhecido.

Daniel Chapo recordou Justino Cardoso como um criador e contador de histórias através da imagem, cuja produção artística abordou temas relacionados com a história, a cultura e a realidade social de Moçambique. Entre os assuntos retratados esteve a reforma do sector público, com destaque para a promoção da boa governação e o combate à corrupção.

Para além da actividade artística, o Presidente realçou o papel de Justino Cardoso na formação e inspiração de jovens, contribuindo para o desenvolvimento das artes gráficas, do design e da comunicação, particularmente na província de Nampula.

O artista deixa um legado de criatividade, dedicação e amor às artes, reconhecido dentro e fora do país. Entre as distinções recebidas, destaca-se o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Lúrio, em Nampula, pelo seu contributo às artes e à cultura.

Perante a perda, Daniel Chapo endereçou, em nome do Governo e do povo moçambicanos, e em seu próprio nome, as mais sentidas condolências à família enlutada, amigos, colegas e à comunidade artística e cultural, sublinhando o papel de Justino Cardoso na projecção da arte e da identidade moçambicanas além-fronteiras.

 

Seis décadas depois da sua entrada em funcionamento, o Instituto Agrário de Chókwè continua a enfrentar problemas de degradação e falta de carteiras, agravados pelas cheias de Janeiro. Mais de 400 alunos estudam em condições consideradas inadequadas. Perante o cenário, o Governo promete reabilitar a instituição.

Oito meses depois das chuvas que deixaram um rasto de destruição num dos maiores institutos agrários do país, em Gaza, os efeitos ainda se fazem sentir.No Instituto Agrário de Chókwè, há salas e dormitórios com portas e janelas danificadas, compartimentos alagados e espaços sem energia eléctrica.

“A água que vem do internato, sim, aquela água dos banheiros cai directo no quarto, então outros quartos estão abandonados. É muito escuro porque está muito danificado e não tem energia”, relatou um estudante do Instituto Agrário de Chókwè.

As limitações atingem igualmente a componente prática da formação. Os estudantes dizem que a destruição provocada pelas chuvas reduziu as possibilidades de aprender directamente no campo.

“Queremos aprender muito mais sobre a produção de culturas industriais, culturas em larga escala. E não temos essa oportunidade de estar frente a frente porque os nossos tractores foram danificados durante as chuvas”, explica outro estudante.

Ao todo, dois tractores ficaram danificados com as chuvas, comprometendo as actividades práticas dos estudantes.

Os estragos não se limitaram ao equipamento agrícola. A administração estima a perda de cerca de 250 colchões e danos numa área de produção agrícola de aproximadamente dez hectares, onde eram cultivadas culturas destinadas também a apoiar a alimentação dos estudantes.

“Bem, sofremos em termos de infra-estrutura. Tivemos uma aceleração da degradação. Perdemos colchões. Também perdemos, estimamos, cerca de 250 colchões. Além disso, tivemos perda de produção em uma área de 10 hectares. Tínhamos plantações no campo, que seriam muito úteis para os estudantes e moradores do centro, em termos de alimentação”, explica o administrador de Chókwè, Narciso Nhamuco.

Para mitigaros efeitos das cheias, o Governo e parceiros entregaram diversos bens ao Instituto Agrário de Chókwè, entre colchões e outro material de apoio.Parte dos bens existentes na instituição foi danificada pelas águas, enquanto outro material terá sido alvo de vandalismo e furto.

A Itália disponibilizou 2,5 milhões de meticais para a aquisição de material de emergência, enquanto a sociedade civil italiana mobilizou outros 500 mil meticais.

O vice-embaixador da Itália em Moçambique, Eugeniu Rotaru, considera a intervenção uma resposta inicial aos danos provocados pelas chuvas e destaca a necessidade de apoiar a recuperação da instituição.

“Esta é uma fase inicial da resposta a este pedido de apoio, levando em consideração o impacto das chuvas na área do próprio instituto e nos seus edifícios, onde residem 118 dos 421 estudantes”, afirma Eugeniu Rotaru.

Apesar da intervenção, os estudantes dizem que ainda há problemas por resolver. A falta de carteiras continua a afectar mais de 400 alunos e obriga grande parte dos estudantes a assistir às aulas sentados no chão.

“Sentar no chão não é fácil de estudar. Você se cansa, às vezes a coluna dói. Quase a escola inteira”, queixa-se Lina Manhique, estudante do Instituto Agrário de Chókwè.

É perante este cenário que o Governo anunciou a reabilitação do Instituto Agrário de Chókwè, numa intervenção que pretende recuperar as infra-estruturas e melhorar as condições de formação agrícola.

O anúncio surge quando a instituição se aproxima dos 60 anos desde a sua entrada em funcionamento “Vamos reformar o centro de treinamento e também fazer melhorias em termos de equipamentos e materiais voltados para a área agrícola. Portanto, trata-se de uma instituição que se beneficiará com essa intervenção”, assegura o secretário de Estado do Ensino Técnico e Profissional, Leo Jamal.

Segundo o Governo, o empreiteiro terá um mês para se mobilizar e iniciar as intervenções.Ao todo, mais de 30 milhões de euros serão investidos na reabilitação e apetrechamento de nove instituições de formação técnico-profissional em diferentes pontos do país.

O Governo prepara a introdução de incentivos fiscais para a importação de bens e equipamentos destinados à expansão do uso do gás natural veicular (GNV), com o objectivo de reduzir a dependência de combustíveis importados. A informação foi avançada pela directora nacional de Hidrocarbonetos e Combustíveis, Felisbela Cunhete, à margem do XI Conselho Coordenador do Ministério dos Recursos Minerais e Energia.

Segundo a responsável, já existe um plano estruturado para massificar o uso do GNV no país, aproveitando um recurso de que Moçambique dispõe. Entre as medidas em análise está a redução da carga fiscal sobre a importação de equipamentos para a conversão de viaturas e para a instalação de unidades de abastecimento.

O programa prevê igualmente medidas para baixar os custos de conversão dos veículos, através da importação de compressores e de outros equipamentos necessários à expansão da rede de abastecimento. A proposta deverá ser discutida no Conselho Coordenador.

A aposta no gás veicular ocorre num período de fortes pressões sobre o mercado dos combustíveis. Em 7 de Maio, o preço do gasóleo aumentou 45,5%, passando para 116,25 meticais por litro, enquanto a gasolina subiu 12,1%, para 93,69 meticais. O preço do GNV também aumentou, de 41,11 para 52,73 meticais por litro.

Entre Abril e Maio, a escassez de gasolina e gasóleo provocou longas filas nos postos de abastecimento, levando ao reforço da presença da Unidade de Intervenção Rápida da Polícia. Perante as dificuldades de abastecimento, o Governo aprovou este mês um mecanismo de emergência que permite à Petromoc mobilizar até 50 milhões de dólares para assegurar a importação de combustíveis em situações de crise.

A iniciativa surge depois de o Presidente Daniel Chapo ter anunciado, em 11 de Maio, o lançamento, ainda este ano, do Programa Nacional de Massificação de Gás Veicular. Na ocasião, ao entregar mais de 190 novos autocarros movidos a gás, o chefe de Estado destacou que o recurso, produzido em Moçambique, já está a contribuir para melhorar a vida da população.

O Governo vai restringir a importação de pão de forma e de produtos cerâmicos. As medidas, aprovadas pela Comissão Consultiva de Importações, fazem parte da estratégia do Executivo para proteger a produção nacional, preservar empregos e reduzir a saída de divisas.

As restrições à importação do pão de forma e de produtos cerâmicos são as primeiras de várias medidas que o Governo promete adoptar para proteger sectores considerados estratégicos para a economia nacional.

Segundo o Secretário de Estado do Comércio, o país gasta actualmente cerca de 7,5 milhões de dólares por mês na importação deste produto dos países vizinhos. A segunda medida abrange os produtos cerâmicos.

O Executivo garante que outras medidas de restrição às importações poderão ser anunciadas nos próximos tempos.

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