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O País – A verdade como notícia

A reconstrução pós-cheias em Gaza está avaliada em cerca de 720 milhões de dólares, correspondentes a 45 por cento do orçamento global de 1,6 mil milhões de dólares aprovado pelo Governo para a recuperação e reconstrução das zonas afectadas pelas intempéries. A informação foi avançada, em Gaza, pelo Ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Valá.

O Ministro da Planificação e Desenvolvimento, Salim Cripton Valá, avançou, esta terça-feira, que as cheias afectaram significativamente a dinâmica económica e social da província, devido à destruição e degradação de infra-estruturas.

“Não há dúvida de que elas afectaram a dinâmica não só económica, mas também social, porque afecta a normal circulação de pessoas, bens, o processo de comercialização, o processo de distribuição e encarece os produtos”, afirmou Salim Valá.

O governante destaca que a reconstrução pós-cheias em Gaza está avaliada em cerca de 720 milhões de dólares, correspondentes a 45 por cento do orçamento global de 1,6 mil milhões de dólares aprovado pelo Governo para a recuperação e reconstrução das zonas afectadas pelas intempéries.

Valá diz que o Governo está a trabalhar de forma acelerada na transformação da agricultura, através de investimentos de cerca de 500 milhões de dólares por ano, durante os próximos quatro anos.

“Estamos a falar de dois mil milhões de dólares durante quatro anos para fazer massivos e pesados investimentos na agricultura para o aumento da produtividade”, explicou.

O regadio de Chókwè e o do Baixo Limpopo estão entre as áreas consideradas prioritárias, com intervenções previstas na extensão rural, investigação, financiamento aos produtores, sementes melhoradas, fertilizantes, maquinaria e irrigação.

O Ministro defende uma transição para uma agricultura cientificamente ancorada, capaz de elevar a produtividade dos pequenos produtores e fortalecer as cadeias de valor.

As declarações foram feitas durante uma visita de monitoria a vários pontos da província de Gaza, incluindo a ponte Guele-Guele, na N221, uma das principais vias de ligação entre Chibuto, Chókwè, Guijá e outros pontos da província.

Para a recuperação da N221, incluindo as pontes de Guele-Guele e Djavanhane, são necessários cerca de oito mil milhões de dólares, segundo as necessidades de intervenção apresentadas no terreno. As obras incluem a construção de pontes mais altas, algumas com cerca de 150 metros, a reparação dos pontos afectados pela erosão e a reconstrução da estrutura de pavimentação.

Para Salim Valá, a reconstrução deve incorporar soluções capazes de resistir às futuras cheias, uma vez que os eventos climáticos extremos tendem a repetir-se.

“Temos que contrariar com tecnologia, com infra-estruturas adequadas, com medidas para mitigar e adaptar”, defendeu o Ministro da Planificação e Desenvolvimento.

O Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC) moçambicano arquivou um processo em que investigava alegadas irregularidades na aquisição de três aeronaves da Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), concluindo não haver indícios suficientes da prática de crimes.

A informação consta de um ofício datado de 10 de agosto, enviado ao ministro dos Transportes e Logística, a que a Lusa teve acesso hoje, indicando que o GCCC investigava alegados indícios de corrupção na aquisição de uma aeronave Bombardier Q400, por cerca de seis milhões de dólares (5,1 milhões de euros), bem como de duas Embraer 190, adquiridas pela comissão de gestão no âmbito do processo de reestruturação da companhia.

A investigação foi desencadeada após denúncias públicas relacionadas com a aquisição da Bombardier Q400 e das duas Embraer 190.

Segundo o órgão do Ministério Público (MP), durante as investigações do processo n.º 120/11/P/GCCC/2025 foi realizada uma auditoria interna na estatal Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) que identificou indícios de “ausência ou insuficiência de atas, deliberações e resoluções formais relativas a determinados processos de aquisição”.

O documento refere ainda que ficou evidenciada a inexistência de estudos estruturados de viabilidade económica, técnica e financeira para a compra das aeronaves, bem como deficiências na instrução dos processos de aquisição e alegada preterição de procedimentos concorrenciais.

O GCCC acrescenta que foram igualmente identificados o “recurso a intermediários no processo de prospeção de aeronaves”, insuficiências nas inspeções pré-compra, irregularidades de natureza técnica e operacional e contingências técnicas associadas à frota Bombardier Q400.

Apesar dessas irregularidades, o GCCC esclarece que “não foram colhidos elementos bastantes que demonstrem os pressupostos legalmente exigidos para a imputação de responsabilidade criminal”, concluindo não existirem elementos que justifiquem a manutenção da investigação e determinando, por isso, o arquivamento do processo.

“Contudo, do referido processo criminal, sugere-se e recomenda-se o reforço dos mecanismos de controlo interno, governação corporativa, instrução dos procedimentos e fiscalização das decisões de gestão na empresa Linhas Aéreas de Moçambique”, recomenda o GCCC.

Em conferência de imprensa, em Maputo, o porta-voz do GCCC, Romualdo Johnam, reiterou que a investigação não encontrou indícios de crime.

“Existiam elementos que justificavam a abertura de um procedimento criminal para investigação, mas tratava-se de falhas relacionadas com ausência de documentação ou com processos administrativos mal instruídos, sem que daí resultassem indícios de responsabilidade criminal”, explicou.

Em agosto do ano passado, a LAM anunciou a aquisição da Bombardier Q400, apresentada como a primeira aeronave adquirida pela companhia nos últimos 18 anos. Em dezembro, anunciou também a compra de duas Embraer 190, que desde sexta-feira reforçam a frota da transportadora e operam sob a marca Air Mozambique.

A frota da LAM passa, assim, a contar com 10 aeronaves operacionais, número que a administração prevê elevar para 12 até dezembro.

O Governo já tinha indicado que a introdução da marca Air Mozambique e o reforço da frota integram o plano de reestruturação e recuperação da LAM, destinado a aumentar a eficiência operacional, garantir a sustentabilidade financeira da empresa e melhorar a qualidade e regularidade dos serviços prestados aos passageiros.

No âmbito do processo de reestruturação, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) adquiriu, em 2025, uma participação de 25,2% no capital da transportadora, enquanto a Empresa Moçambicana de Seguros (Emose) e os Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) passaram a deter, cada um, 15,4%.

Moçambique perdeu mais de 3,2 mil milhões de meticais (43,6 milhões de euros) devido à corrupção no primeiro semestre deste ano, tendo as autoridades recuperado 581 mil meticais (7.841 euros), informou hoje o GCCC.

Mais de 33 mil crianças foram vacinadas contra o sarampo no distrito de Nacarôa, província de Nampula, durante uma campanha de bloqueio do surto que alcançou 33.457 crianças dos seis aos 59 meses, correspondentes a 108% da meta inicialmente estabelecida.

A campanha, realizada de 7 a 11 de Agosto, foi promovida pela Universidade Lúrio (UniLúrio), em parceria com a Amref Health Africa e as autoridades de saúde, no âmbito do projecto Strengthening Vaccine Delivery Systems (VDS) in Mozambique, financiado pela Pfizer Foundation.

A iniciativa contou com a coordenação estratégica da UniLúrio e da Amref Health Africa, em parceria com a Direcção Provincial de Saúde de Nampula e o Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Acção Social de Nacarôa. A meta inicial era vacinar 31.040 crianças, tendo sido superada em 2.417 crianças.

Para assegurar uma maior cobertura territorial, foram mobilizadas 67 equipas de vacinação, distribuídas por sete áreas de saúde. As equipas recorreram a postos fixos, brigadas móveis e brigadas porta a porta, levando a vacinação às unidades sanitárias e a vários espaços comunitários, entre os quais escolas, creches, igrejas, mesquitas e feiras.

No primeiro dia da campanha foram vacinadas 6.847 crianças. O número cresceu progressivamente até atingir 33.457 crianças no quinto e último dia, permitindo alcançar uma cobertura de aproximadamente 108%.

Para além da vacinação, a campanha permitiu identificar 50 crianças que nunca tinham sido vacinadas e alcançar 32.899 pessoas através de acções de mobilização social e educação em saúde.

Durante os cinco dias da campanha, não foram registados Eventos Adversos Pós-Vacinação, enquanto a taxa de desperdício vacinal se manteve em níveis reduzidos.

A UniLúrio participou no acompanhamento das actividades no terreno, bem como na gestão e implementação da campanha, em articulação com a Amref Health Africa, a DPS-Nampula e o SDSMAS-Nacarôa.

A intervenção ocorreu num contexto de preocupação com o avanço do sarampo na província. Em Julho de 2026, Nampula contabilizava 801 casos de sarampo, dois óbitos e oito distritos em situação de surto activo, situação que levou ao reforço da vacinação e da vigilância epidemiológica e à identificação de Nacarôa como uma das áreas prioritárias de intervenção.

O alcance de 33.457 crianças vacinadas representa, assim, um resultado acima da meta definida e reforça a resposta das autoridades de saúde e dos parceiros ao surto de sarampo no distrito de Nacarôa.

Dez pessoas ficaram feridas na sequência de um acidente de viação ocorrido esta segunda-feira, nas proximidades do INATRO, na cidade de Xai-Xai, província de Gaza. As causas do acidente continuam sob investigação.

A informação foi confirmada pelo médico pediatra do Hospital Provincial de Xai-Xai, Anselmo Lisboa, segundo o qual os dez pacientes deram entrada naquela unidade sanitária com quadro clínico estável, na sua maioria, apresentando algumas escoriações.

“Confirmamos a entrada de um total de 10 pacientes devido ao acidente que ocorreu esta segunda-feira, com quadro clínico estável na sua maioria e algumas escoriações.”

Dos dez pacientes atendidos, nove receberam alta médica ainda esta segunda-feira, após avaliação clínica.

Entretanto, um homem de 45 anos permanece internado em estado grave. Segundo Anselmo Lisboa, o paciente encontra-se nos cuidados intensivos devido à gravidade dos ferimentos.

“Encontra-se nos cuidados intensivos devido à gravidade dos ferimentos.”

Até ao momento, as autoridades policiais ainda não prestaram esclarecimentos sobre as circunstâncias em que ocorreu o acidente.

A Água e Saneamento de Maputo, SA (SAAS-Maputo) vai realizar, no dia 22 de Agosto, uma intervenção de manutenção preventiva programada na Estação de Tratamento de Água do Umbeluzi e no Centro Distribuidor de Chamanculo.

Segundo um comunicado da empresa, a intervenção deverá provocar restrições no abastecimento de água no dia 23 de Agosto, afectando vários bairros da cidade de Maputo e da Matola.

Entre as zonas abrangidas estão Matola Rio, Chinonanquila, Djuba, Djonasse, Central “A” e “B”, Maxaquene “A” e “B”, Polana Caniço “A” e “B”, Sommerschield, Coop, Urbanização, Alto Maé “A” e “B”, Malanga, Mikadjuine, Munhuana, Jardim, Unidade 7, Nsalene, Inhagoia “A”, Xipamanine e Aeroporto “A” e “B”.

Face à interrupção prevista, a SAAS-Maputo recomenda aos consumidores que façam, antecipadamente, reservas de água suficientes para assegurar o consumo doméstico durante o período de restrições.

A empresa lamenta os transtornos que a intervenção poderá causar e apela à compreensão e colaboração dos seus clientes e do público em geral.

A manutenção enquadra-se nos trabalhos programados para garantir a continuidade e a qualidade do serviço de abastecimento de água.

 

A Estrada Nacional Número 6 (EN6), que liga o Porto da Beira, na província de Sofala, à fronteira de Machipanda, em Manica, apresenta sinais de degradação em algumas secções, cerca de sete anos após a sua inauguração, em Novembro de 2019.

Com uma extensão aproximada de 290 quilómetros, a EN6 constitui uma das principais vias de ligação entre o Porto da Beira e os países do interior da África Austral, sendo igualmente uma importante rota para o transporte de mercadorias.

O director da Rede Viária de Moçambique (REVIMO) em Manica, assegura que estão em curso trabalhos de manutenção e melhoramento da estrada, alguns dos quais já se encontram na fase final. Segundo o responsável, as intervenções estão a ser realizadas de forma pontual, tendo em conta a aproximação da época chuvosa.

“A estrada está a apresentar algumas patologias e, para fazer face a isso, temos empreitadas que vão continuando. O empreiteiro já está cá mobilizado e vamos fazendo intervenções, porque não queremos correr o risco de intervir e, a seguir, termos chuvas”, explicou.

O director acrescentou que a estratégia passa por realizar intervenções pontuais antes do início das chuvas, de modo a evitar que os problemas existentes se agravem e comprometam a circulação rodoviária.

A EN6 é considerada uma via estratégica para o escoamento de mercadorias provenientes do Porto da Beira para os países do interior da região. Estima-se que cerca de dois mil camiões de carga circulam diariamente pela estrada, reforçando a necessidade de assegurar a sua manutenção e boas condições de transitabilidade.

 

A companhia aérea nacional deu hoje mais um passo no processo de recuperação e modernização da sua capacidade operacional, com a entrada em serviço do Embraer 190 “Zambeze”, a segunda de duas novas aeronaves recentemente adquiridas.

O “Zambeze” realizou hoje o seu primeiro voo comercial na rota Maputo–Beira–Maputo, poucos dias depois de o Embraer 190 “Limpopo” ter iniciado operações na ligação Maputo–Nacala–Maputo.

A entrada em serviço das duas aeronaves representa um importante reforço da frota da companhia e permitirá aumentar a capacidade operacional, melhorar a regularidade dos voos e fortalecer as ligações aéreas entre as diferentes províncias do país.

Na cerimónia de recepção da aeronave, o Presidente do Conselho de Administração da LAM, Agostinho Langa, considerou a entrada em operação do “Zambeze” um marco no processo de recuperação da companhia, salientando que as novas aeronaves constituem instrumentos essenciais para recuperar capacidade, reforçar a conectividade nacional e melhorar a qualidade do serviço prestado aos passageiros.

O Secretário de Estado dos Transportes e Logística, Chinguane Mabote, destacou, por seu turno, a importância do reforço da capacidade da companhia de bandeira para a mobilidade nacional. Segundo o governante, o transporte aéreo desempenha igualmente um papel económico e social, ao aproximar pessoas, mercados e oportunidades.

A entrada em operação do “Zambeze” acontece numa nova fase da companhia, que passa a apresentar-se sob a identidade institucional Air Mozambique, reflectindo a ambição de construir uma companhia mais moderna, eficiente, competitiva e orientada para as necessidades dos passageiros.

Com a chegada dos dois Embraer 190, a companhia reforça assim a sua capacidade para responder à procura crescente de transporte aéreo e contribuir para uma maior aproximação entre as várias regiões de Moçambique.

Cerca de 60 milhões de meticais foram investidos em intervenções de emergência na Estrada Nacional Número Um, entre Missão Roque e Zimpeto, mas, pouco mais de um mês depois, os buracos voltam a aparecer em alguns dos pontos intervencionados.

Na zona da Mafureira e da paragem “Total”, o asfalto apresenta novamente sinais de degradação, enquanto a circulação de viaturas e peões continua marcada por riscos. Porém, o perigo não está apenas no estado do pavimento.

Na zona do Hospital Psiquiátrico, a retirada de uma ponte pedonal obrigou crianças, estudantes e outros peões a atravessar a EN1 ao mesmo nível dos veículos.

Com o intenso movimento de viaturas, os peões esperam por uma brecha para chegar ao outro lado da estrada. Alguns fazem a travessia de mãos dadas com os encarregados de educação, numa zona onde antes existia uma estrutura destinada precisamente a garantir maior segurança.

A retirada da ponte levanta dúvidas entre os utentes da via, sobretudo porque não foi apresentada, até ao momento, uma solução alternativa para a travessia.

E, enquanto os peões enfrentam este risco, os automobilistas voltam a encontrar buracos na estrada que recebeu obras de emergência recentemente.

As intervenções incluíram o tapamento de buracos e a aplicação de uma camada de resselagem. Na altura, a circulação melhorou, mas a água continua a contribuir para a deterioração do pavimento.

A própria Administração Nacional de Estradas reconheceu que as obras de emergência não incluíram, nesta fase, a construção de valas de drenagem. A drenagem deverá avançar numa fase posterior.

Ao longo do mesmo troço, há ainda marcas que indicam a possível retirada de algumas infra-estruturas para dar lugar à ampliação da EN1.

Alguns proprietários dizem, contudo, ter recebido pouca informação sobre os procedimentos, incluindo sobre quando e como poderão ocorrer eventuais demolições.

O “O País” procurou esclarecimentos junto da Administração Nacional de Estradas sobre a retirada da ponte pedonal, o reaparecimento dos buracos, as obras de drenagem e as marcações existentes ao longo da EN1, que prometeu pronunciar-se oportunamente.

Chókwè celebra 55 anos de elevação à categoria de cidade ainda a braços com as marcas das cheias de há sete meses, que inundaram mais de 80 por cento do distrito e atingiram praticamente todos os bairros da área municipal. Cerca de 40 quilómetros de estradas foram arrastados pelas águas, enquanto a recuperação das valas de drenagem e dos diques de protecção continua a ser uma corrida contra a próxima época chuvosa.

A destruição da rede viária continua entre as principais preocupações dos munícipes, que exigem maior celeridade na reposição das vias antes da chegada das próximas chuvas.

“Há várias ruas principais destruídas. É urgente trabalhar para recuperá-las antes que cheguem as próximas chuvas”, alertam os munícipes.

Para além das vias, a acumulação de lixo, as dificuldades de acesso à água e energia eléctrica continuam a afectar a população, sobretudo nos bairros em expansão.

“A situação do lixo é grave, sobretudo em dois bairros. Pedimos também água e energia nas zonas em expansão, além de trabalhos contínuos”, disse Miguel Manuel, munícipe de Chókwè.

Os munícipes defendem ainda um diálogo mais regular com a edilidade, considerando que a aproximação entre as partes pode contribuir para a resolução dos problemas que condicionam o desenvolvimento da cidade, considerada a capital económica de Gaza.

O presidente do Conselho Municipal, José Moiane, destaca, por seu turno, as acções em curso para devolver a normalidade à cidade, com destaque para a reposição das vias de acesso aos sete bairros mais afectados, bem como o restabelecimento do fornecimento de energia eléctrica e água.

Moiane reconhece igualmente a necessidade de intervenção no sistema de drenagem, incluindo a limpeza e recuperação das valas, como forma de reduzir o impacto das próximas chuvas.

Os munícipes reconhecem o esforço na retoma gradual da vida após as enxurradas, mas exigem maior celeridade na recuperação das valas de drenagem e dos diques de protecção, antes que a próxima época chuvosa volte a colocar em risco cerca de 25 mil pessoas dos sete bairros mais vulneráveis.

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