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O País – A verdade como notícia

Chapo manifesta solidariedade ao Nepal após cheias devastadoras

O Presidente da República, Daniel Chapo, endereçou uma mensagem de solidariedade ao seu homólogo da República Democrática Federal do Nepal, Ram Chandra Paudel, na sequência das cheias devastadoras que atingiram, a 26 de Agosto, a região de Rasuwa. A tragédia provocou a morte de centenas de pessoas, deixou um número

O Presidente da República, Filipe Nyusi, endereçou uma mensagem de condolências ao seu homólogo da Turquia, Recep Erdogan, pela perda de vidas humanas devido à recente avalanche de neve e ao acidente de aviação, que causaram dezenas de vítimas humanas e danos materiais avultados naquele país asiático.

“Face aos sucessivos desastres naturais sobre a Turquia, que ainda se ressente dos efeitos causados pelo terramoto ocorrido em Janeiro, em nome do povo, do Governo da República de Moçambique e no meu próprio, apresento a si, Senhor Presidente, e às famílias dos perecidos, as nossas mais sentidas condolências e solidariedade. Estou certo que o povo irmão da Turquia saberá transformar os danos causados em oportunidades para criar maior capacidade de resiliência às calamidades naturais”, lê-se na mensagem.

 

Foram ontem empossados os novos órgãos sociais da associação dos Magistrados do Ministério Público. Unir a classe e assegurar mais protecção dos magistrados são algumas das promessas do novo elenco.

Alberto Sumana é o novo homem forte da associação dos Magistrados do Ministério Público. Eleito em Dezembro em assembleia geral da Agremiação, Sumana assumiu a presidência com promessas de trabalhar para unir a classe e, sobretudo, lutar pela sua protecção.

A nova direcção promete também combater todos os factores que condicionem a actuação dos magistrados.

Cinco anos é a duração do mandato dos novos órgãos sociais da associação dos magistrados do Ministério Público.

 

 

 

A Renamo denunciou a perseguição de seus membros que trabalham para o governo, que alegadamente tem estado a tomar medidas que revelam falta de vontade politica para uma verdadeira reconciliação nacional.

A denúncia sobre a suposta perseguição de quadros e membros da Renamo, ao serviço do Estado, foi feita pelo secretário-geral do partido, André Magibire, durante a sua recente visita a província de Cabo Delgado.

Entretanto, devido a estes e outros problemas, que afectam a vida dos seus quadros e membros, segundo André Magibire, a Renamo está determinada a governar o país, ainda no presente mandato.

Em Cabo Delgado, André Magibire, reuniu-se com os quadros e membros da Renamo, na cidade de Pemba.

 

O Chefe de Estado exige maior entrosamento entre os ministros e seus vices empossados esta sexta-feira, proactividade e preveniu que não quer dirigentes que “esperam orientações” para fazer o que sabem que é sua atribuição.

Filipe Nyusi exigiu ainda que os secretários de Estado de Desportos e da Juventude e Emprego privilegiem trabalhos no terreno e tenham ideias inovadoras para as áreas a que estão afectos.

Filipe Nyusi investiu as ministras do Trabalho e Segurança Social, da Presidência para Assuntos da Casa Civil, 15 vice-ministros, dois secretários de Estado para as áreas do Desporto e do Emprego e Juventude, um adido de imprensa e uma curadora do Museu da Presidência.

Ainda não foram indicados os vices dos ministérios da Terra e Ambiente, do Interior, dos Recursos Minerais e Energia e da Defesa Nacional.

À ministra do Trabalho e Segurança Social, Margarida Tapala, Filipe Nyusi deixou o desafio de prestar particular atenção aos trabalhadores e empregadores, assim como assegurar uma boa articulação entre as partes.  

O Chefe de Estado disse que o entrosamento entre os ministros e seus vices é um passo para assegurar a materialização do Plano Quinquenal do Governo (PQG). “Deve existir diálogo profícuo” sobre as tarefas da instituição a que estão afectos.   

“Não quero dirigentes que se excluem ou que se auto-excluem. Não quero dirigentes que esperam orientações para fazer o que sabem” que é sua atribuição, afirmou Filipe Nyusi.
A Oswaldo Petersburgo, secretário de Estado da Juventude e Emprego, e Gilberto Mendes, secretário de Estado de Desportos, o Presidente da República disse que eles devem promover o espírito de cooperação, entre-ajuda e tolerância nos jovens.
“Há que fomentar o desporto escolar, viveiro a partir do qual se identifica talentos que vão alimentar o desporto de alta competição e revitalizar o desporto universitário (…). O secretário de Estado é um homem de tereno”, disse Filipe Nyusi, salientando que os secretários de Estado para as áreas da Juventude e Emprego e de Desportos devem significar uma mais-valia para os jovens, através de acções concretas para a satisfação dos interesses deste grupo social e, sobretudo, resolução dos seus problemas.

Adelaide Amurane foi ministra na Presidência para Assunto da Casa Civil no Governo passado e é reconduzida para voltar a dirigir esta pasta no quinquénio 2020-2024. Filipe Nyusi disse que a empossada “conhece muito bem a casa” e a ela pediu “disciplina nos trabalhadores da Casa Civil, gestão criteriosa dos recursos financeiros, materiais e humanos.

Filipe Nyusi reconduziu Manuela Rebelo para o cargo de vice-ministra dos Transportes e Comunicações e Leda Hugo para vice-ministra da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional.
 
Lucas Mangrasse também voltou a merecer a confiança do Presidente da República como vice-ministro do Género, Criança e Acção Social, à semelhança de Henriques Bongece, que retoma ao cargo de vice-ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas.

Pedro Comissário Afonso – quadro do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, desde 1981, e foi embaixador de Moçambique em países europeus e nos Estados Unidos da América – deixou o cargo de director do Gabinete Central de Combate à Droga (GCCD), que exercia desde Fevereiro de 2019, e passa a assumir as funções de vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.

Inocêncio Impissa, ex-director nacional de Desenvolvimento da Administração Pública e porta-voz do Ministério, Inocêncio Impissa foi designado vice-ministro da Administração Estatal e Função Pública.

Para o cargo de vice-ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, Filipe Nyusi nomeou Olegário dos Anjos Banze e Ludovina Bernardo para o cargo de vice-ministro da Indústria e Comércio.

Manuel Banzo assumiu a função de vice-ministro da Educação e Desenvolvimento Humano.
Carla Louveira vai coadjuvar Adriano Maleane, como vice-ministra da Economia e Finanças;

O Chefe de Estado nomeou ainda Fredson Bacar para o cargo de vice-ministro da Cultura e Turismo, e Rolinho Farnela foi indicado vice-ministro do Trabalho e Segurança Social.

Filimão Suazi, advogado, ex-vereador da edilidade da Matola e com formação na área de recursos energético, vai ocupar o cargo de vice-ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos.

Lídia de Fátima Cardoso, licenciada em gestão de empresas, ocupa o cargo de vice-ministro da Saúde.

Filipe Nyusi designou ainda Cecília Chamutota, para o cargo de Vice-Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos.

Arsénio Henriques tomou posse, para o segundo mandato, como adido da Presidência, enquanto Marlene Magaia foi reempossada curadora do Museu da Presidência.   

 

 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, recebeu uma mensagem de felicitações da Primeira-Ministra do Reino da Noruega, Erna Solberg, pela reeleição ao cargo, nas eleições gerais e das Assembleias Provinciais de 15 de Outubro de 2019.

Na mensagem, a Chefe do Executivo norueguês deseja um feliz ano novo e felicita o Presidente Nyusi pela investidura ao mais Alto cargo da nação moçambicana, transmitindo os melhores votos pelo segundo mandato, e, sob a sua liderança.

Espera que Moçambique continue a consolidar a paz e reconciliação nacional, impulsione o crescimento inclusivo e promova a boa governação.

“Moçambique é um importante país parceiro da Noruega, com base nas longas relações bilaterais que datam da luta de independência Nacional. Temos tradições sólidas de cooperação de vários sectores e partilhamos interesses no domínio bilateral e multilateral.

Este facto foi claramente demostrado durante a recente visita bem-sucedida de Vossa Excelência ao Reino da Noruega. Acredito que a próxima visita oficial de Sua Alteza Real Príncipe Herdeiro da Noruega, Haakon Magno, estimulará as nossas relações”, lê-se na mensagem da governante norueguesa.

 

O Presidente da República reconduziu, esta quinta-feira Adelaide Amurane para o cargo de ministra na Presidência para Assunto da Casa Civil e nomeou 15 vice-ministros.

Em Despachos Presidenciais separados, Filipe Nyusi nomeou ainda 15 vice-ministros.

Manuela Rebelo foi reconduzida para o cargo de vice-ministro dos Transportes e Comunicações.

Leda Hugo foi igualmente reconduzida para o cargo de vice-ministro da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico Profissional.

O Chefe de Estado reconduziu também Lucas Mangrasse para o cargo de vice-ministro do Género, Criança e Acção Social, bem como Henriques Bongece, para o cargo de vice-ministro do mar, Águas Interiores e Pescas.

Pedro Comissário Afonso foi nomeado vice-ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, enquanto Inocêncio Impissa foi designado vice-ministro da Administração Estatal e Função Pública.

Para o cargo de vice-ministro da Agricultura e Desenvolvimento Rural, o Presidente da República nomeou Olegário dos Anjos Banze.

Filipe Nyusi designou ainda Ludovina Bernardo para o cargo de vice-ministro da Indústria e Comércio, e Manuel Banzo para a função de vice-ministro da Educação e Desenvolvimento Humano.

Carla Louveira vai desempenhar as funções de vice-ministro da Economia e Finanças;
O Chefe de Estado nomeou ainda Fredson Bacar para o cargo de vice-ministro da Cultura e Turismo, e Rolinho Farnela foi indicado vice-ministro do Trabalho e Segurança Social.

Filimão Suazi vai ocupar o cargo de vice-ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, e Lídia de Fátima Cardoso, para o cargo de vice-ministro da Saúde.

Filipe Nyusi designou ainda Cecília Chamutota, para o cargo de Vice-Ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos.

O Chefe de Estado moçambicano endereçou condolências ao seu homólogo da República Popular da China, Chi Jinping, pela perda de vidas humanas devido às infecções causadas pelo surto do coronavírus em algumas partes daquele país asiático, sobretudo em Wuhan, província de Hubei.

Na mensagem, Filipe Nyusi diz estar ciente das medidas em curso para fazer face à epidemia e está “convicto de que tal como no passado, o Governo e o povo irmão da República Popular da China, sabiamente, irá ultrapassar esta lamentável situação”.

“É com profunda dor que o povo e o Governo da República de Moçambique têm estado a acompanhar a perda de vidas humanas devido às infecções causadas pelo surto do Coronavírus em algumas províncias da República Popular da China, sobretudo em Wuhan, Província de Hubei”, refere Filipe Nyusi.

“Manifestamos a nossa solidariedade para com as vítimas do surto do coronavírus e encorajamos e felicitamos o Governo de Vossa Excelência pelas medidas excepcionais e preventivas que estão a ser tomadas, a nível interno, com vista a superar esta epidemia letal e que têm surtido efeitos positivos”, lê-se na mensagem do Presidente Nyusi.

O Estadista moçambicano sublinha que este é um “momento difícil para as famílias que perderam os seus entes queridos e os afectados” pelo vírus, por isso, em seu nome, “do Governo e do povo da República de Moçambique” endereça “as mais sentidas condolências e votos de rápidas melhoras aos enfermos”.

Passam hoje 51 anos do assassinato de Eduardo Chivambo Mondlane, por uma bomba disfarçada em livro. Em homenagem ao então presidente e um dos fundadores da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), a cada 3 de Fevereiro celebra-se o Dia dos Heróis Moçambicanos.

Pela efeméride, o Presidente da República convida os moçambicanos a reflectirem sobre a necessidade do envolvimento de todos na luta pela paz e diz que os ataques armados no centro e norte do país não devem distrair a população do trabalho com vista ao desenvolvimento.

“Celebramos hoje o 3 de Fevereiro, dia consagrado aos heróis de Moçambique. É uma data em que todos somos chamados a reflectir não somente sobre a contribuição dos feitos dos nossos heróis, mas também sobre o contributo de cada um de nós sobre o contributo de Moçambique. É uma celebração que simboliza a vitória do querer, da disciplina, da coragem e do sentir da pertença perante todo o tipo de impossibilidade”, afirmou Filipe Nyusi depois da deposição de uma coroa de flores na Praça dos Heróis Moçambicanos, em Maputo.

A efeméride coincide ainda com um ano em que Eduardo Mondlane, “o herói da nossa pátria e arquitecto da unidade nacional”, completaria 100 anos a 20 de Junho deste ano.

Segundo o Chefe de Estado, hoje foram relembrados os heróis que “nos ensinaram e mostraram que com a unidade, o empenho e o sacrifício podemos defender o interesse colectivo e vencer quaisquer desafios”.

Entretanto, as celebrações acontecem numa altura em que, mais uma vez os moçambicanos são atentados com “actos hediondos na província de Cabo Delgado. Os malfeitores financiados por forças internas e externas estão a assassinar as populações e destroem habitações e outras infra-estruturas”.

Nyusi disse que lamenta o facto de, depois da assinatura do Acordo de Paz, em Agosto de 2019, “estar-se a observar ataques perpetrados por moçambicanos que se dizem dissidentes da Renamo, que reclamam vantagens internas no seio daquela organização, optando por atacar as populações inocentes”.

Mas “com a mesma inspiração e espírito” da data em que foi instituído o 3 de Fevereiro, como dia dos heróis moçambicanos, “continuemos a apoiar a acreditar nas Forças de Defesa e Segurança” para conter os desmandos no centro e norte do país.

“Estamos em diálogo, mas aqueles que matam os moçambicanos continuaremos a persegui-los em todos os cantos do nosso país com vista a responsabilizá-los pelos crimes que cometem contra o Estado moçambicano”, afirmou Nyusi.

Participaram na deposição da coroa de flores na Praça dos Heróis Moçambicanos titulares de órgãos de soberania, as Forças de Defesa e Segurança, os membros do Governo e corpo diplomático acreditado no país, combatentes da luta de libertação nacional, entre outras entidades.

 

A implementação do actual modelo de descentralização – inaugurado com a Frelimo a dominar no Parlamento, nas assembleias provinciais e na governação provincial – exige “paciência, tolerância e envolvimento” dos moçambicanos para o seu sucesso, de acordo com o Chefe de Estado.

Dirigindo-se à Nação, depois da deposição de uma coroa de flores na Praça dos Heróis Moçambicanos, por ocasião do 3 de Fevereiro, Filipe Nyusi apelou “à compreensão de todos na implementação do processo de descentralização em curso. É uma oportunidade para aproximar o povo da tomada de decisões para o desenvolvimento harmonioso de Moçambique”, assim como “reforçar a autonomia local para mais participação dos cidadãos na superação dos desafios na construção a pátria”.

Segundo ele, trata-se de “uma nova realidade que deve ser sustentada com paciência, tolerância e envolvimento de todos”.

Nyusi apelou ao povo a fazer com que o quinquénio 2020-2024 seja de “mais trabalho a todos os níveis. Um quinquénio em que o aumento da produção e produtividade sejam a marca”.

“O Plano Quinquenal do Governo, que em breve será torando público, vai requere a entrega e trabalho abnegado de todos”, disse Nyusi, diante de altas individualidades, incluindo corpo diplomático acreditado em Moçambique.

 

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