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Chapo inaugura água em Gorongosa e diz que obra devolve dignidade ao povo

Chapo inaugura água em Gorongosa e diz que obra devolve dignidade ao povo Foi com palavras simples e profundamente humanas que o Presidente da República, Daniel Chapo, explicou nesta sexta-feira(16.10.26), em Gorongosa, o que significa para uma família a chegada da água potável. Ao inaugurar o sistema de abastecimento de

A Comissão Política da Frelimo manifestou, hoje, a satisfação com a recuperação da vila de Mocímboa da Praia, na província de Cabo Delgado, assinalando a determinação das forças governamentais contra o terrorismo.

Segundo um comunicado da Frelimo, citado pelo Notícias ao Minuto, “a Comissão Política partilha com os moçambicanos o orgulho e satisfação, pelo empenho e nível combativo das Forças de Defesa e Segurança (FDS), no Teatro Operacional Norte, que, em parceria com as tropas do Ruanda, combatem, com determinação, os terroristas”.

Para o partido no poder, a recuperação de Mocímboa da Praia marca um grande avanço na luta contra o grupo extremista que, desde 2017, assola a província de Cabo Delgado.

Ainda no comunicado de imprensa, a Frelimo felicitou o lançamento da Força em Estado de Alerta da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), um contingente militar que vai auxiliar as FDS no combate aos grupos armados em Cabo Delgado.

Recorde-se que a reconquista de Mocímboa da Praia se deu no passado domingo, graças à actuação das FDS e as forças ruandesas.

A 9 de Agosto, o Governo dos Estados Unidos da América (EUA) e o Governo de Moçambique lançaram um segundo programa militar de Formação Conjunta de Intercâmbio Combinado (JCET).  As Forças de Operações Especiais dos EUA irão treinar com mais de 100 comandantes e guardas-florestais moçambicanos para melhorar as capacidades no campo de batalha.

Além da capacitação, o exercício JCET do Departamento de Defesa dos EUA (DoD) irá reforçar as crescentes relações entre os EUA e a República de Moçambique.  O Governo dos EUA irá fornecer também equipamento médico e de comunicações a essas unidades treinadas.

“Este programa de treinamento duplicou em apenas quatro meses, prova de que os Estados Unidos estão empenhados na capacitação das forças armadas moçambicanas. Em toda a nossa assistência à segurança, os Estados Unidos dão prioridade ao respeito pelos direitos humanos e à protecção dos civis”, disse o embaixador dos EUA em Moçambique, Dennis W. Hearne.

O DoD lidera a cooperação de segurança dos EUA em Moçambique.  Em 2021, o DoD relançou o programa JCET, concluindo o primeiro exercício de formação em Maio de 2021, e conduziu cursos de formação sobre tácticas de combate a acidentes e sobre combate a salva-vidas em Junho de 2021.

Como o maior doador bilateral a Moçambique, o Governo dos EUA trabalha em estreita colaboração com o Governo da República de Moçambique para disponibilizar mais de 500 milhões de dólares em assistência anual de modo a melhorar a qualidade dos cuidados de saúde e educação, promover a prosperidade económica e a segurança, ajudar na adaptação climática e protecção ambiental, e apoiar o desenvolvimento global desta nação.  Além disso, os Estados Unidos disponibilizaram mais de 38 milhões de dólares em assistência para responder à pandemia da COVID-19 e no dia 26 de Julho doaram 302.400 vacinas da Johnson & Johnson a Moçambique através da iniciativa COVAX.

O apoio de candidatos à presidência do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) está a criar um ambiente tenso no meio do braço juvenil do MDM, na cidade da Beira.

Uma confusão entre os membros da Liga da Juventude culminou com supostas agressões, protagonizadas alegadamente pelos apoiantes de Lutero Simango contra o apoiante do actual secretário-geral, José Domingos.

Tudo começou no sábado passado, quando Albino Mussendo, actual presidente da Liga da Juventude do MDM, na cidade da Beira, nomeado há cerca de um mês, perante membros do seu partido, anunciou o seu apoio à candidatura de Lutero Simango.

Na mesma sala, encontravam-se outros jovens que apoiam a candidatura de José Domingos, com destaque para o anterior presidente da Liga da Juventude da Beira, Muxica dos Santos. Ele e os outros foram supostamente violentados e escorraçados da sala.

À noite, Mussendo terá orientado um grupo de jovens a dirigir-se à residência de Muxica dos Santos, no bairro da Munhava, a fim de levar uma motorizada que pertence ao partido. Muxica dos Santos recusou, alegando que a hora era imprópria e que tal processo deveria seguir as normas estabelecidas dentro do partido, pelo que ele faria a entrega pessoalmente.

Não concordando, os apoiantes de Mussendo retiraram-lhe à força uma outra motorizada. No dia seguinte, Dos Santos submeteu uma queixa na quarta esquadra, localizada no bairro da Munhava, contra o presidente da Liga da Juventude e os seus seguidores, reclamando o seu bem e também pelos supostos maus-tratos.

A audição estava marcada para a passada terça-feira. A Polícia, depois de ouvir as duas partes, entendeu que se tratava de uma disputa política e orientou os dois grupos a resolverem o problema de forma pacífica na sede do partido.

Em contacto com o jornal “O País”, Muxica Dos Santos lamentou a atitude dos companheiros do partido.

“O MDM é um partido democrático e estamos a viver um processo democrático que deverá culminar com a eleição de um novo presidente. É normal que haja grupos que apoiem candidaturas diferentes. Este facto não pode ser motivo para nos agredirmos, pois, se Lutero Simango ganhar as eleições, ele precisará de todos os membros do partido. Gostaria de apelar aos meus companheiros para actuarem com civismo, pois só assim é que o resultado das eleições vai alegrar todos os membros do partido”, exortou Muxica para depois denunciar: “foi-me destituído do cargo exactamente por apoiar José Domingos e isso não é correcto”.

O actual presidente da Liga da Juventude do MDM negou que tenha violentado Muxica dos Santos e reconheceu que mandou arrancar-lhe uma motorizada. “Era uma forma de o pressionar para entregar o bem do partido. Ele está na posse de uma mota e queremos reavê-la para trabalhos políticos”, explicou Mussendo.

Mussendo reconheceu que está instalado um braço-de-ferro no meio do partido na Beira. “Sim. A desavença está clara, porque ele está a apoiar José Domingos. É um grupinho que quer enterrar os ideais de Daviz Simango. Estão a dilapidar os bens do partido e nós não vamos permitir isso.”

O comandante do Exército, Cristóvão Chume, disse numa entrevista cedida à Televisão de Moçambique, em Mocímboa da Praia, que a recuperação daquela importante vila não resultou em confrontações militares de grande monta com os terroristas que a ocupavam, o que indicia que houve uma retirada antecipada dos mesmos, tendo-se registado apenas alguns tiros nalguns bairros periféricos.

Por essa razão, não há números nem de mortos nem de feridos de ambos os lados. Na ocasião, aquele dirigente das FADM deu mais detalhes da operação que foi colocada em marcha há quase três semanas e que permitiu a neutralização de dois postos avançados do inimigo no distrito de Mocímboa da Praia, nomeadamente, em Awasse e Diaca.

A seguir, a Força Conjunta de Moçambique e Ruanda planeou o assalto final que permitiu a recuperação da vila. Para tal, definiram-se quatro eixos de intervenção simultânea. O primeiro seria por via marítima, tendo como objectivo principal a recuperação do porto, e esta missão foi entregue à marinha das FADM. Igualmente por via marítima, um pelotão de Fuzileiros Navais das FADM teve a missão de desembarcar a sul do porto para, por via terrestre, controlar a vila. Estas duas forças conseguiram alcançar o seu objectivo logo pelas 7 horas da manhã e a outra pelas 9 horas, segundo deu a conhecer o comandante do Exército.

Os outros dois eixos ficaram a cargo da tropa ruandesa, sendo que um grupo tinha que entrar na vila de Mocímboa da Praia partindo de Palma, ou seja, a norte, e o outro eixo entrou pela parte sul, a partir de Awasse. Estas duas equipas conseguiram alcançar o seu objectivo por volta das 11 horas que era tomar o controlo do aeroporto.

Neste momento, as forças militares dos dois países estão empenhadas em acções que denominam de “limpeza” do terreno que é o esforço de neutralizar pequenos focos de resistências que ainda persistem no interior do distrito de Mocímboa da Praia, de modo a criar condições de segurança para o retorno gradual à normalidade e o regresso da população que, nos últimos meses, abandonou por completo a vila.

No interior da vila, o cenário é de total destruição das principais infra-estruturas, desde o terminal do aeroporto, as máquinas que garantiam o normal funcionamento do porto, edifícios onde funcionavam as instituições públicas e privadas. Isso significa que Mocímboa da Praia terá de ser reconstruída nos próximos tempos para sarar as cicatrizes deixadas pelas acções dos malfeitores.

Vinte e quatro horas depois da tentativa de um sequestro na cidade de Maputo, o porta-voz do Governo reagiu hoje e disse que o trabalho da Polícia não deve ser avaliado só quando acontecem raptos, porquanto os intervalos sem estes acontecimentos surgem graças ao trabalho da corporação.

O tema “raptos” no país não esteve na mesa de debate no Conselho de Ministros, mas depois de desconhecidos terem tentado raptar um empresário esta segunda-feira, o porta-voz do Governo reagiu em torno do assunto.

“Por causa de um grande trabalho da nossa Polícia, durante algum tempo, tivemos alguma calma, sem situações de raptos. Portanto, não podemos avaliar a Polícia nas situações em que há um rapto, porque eventualmente ela não interveio a tempo. Mas, devemos avaliar a Polícia também pelo período em que ficamos sem raptos”, porque, segundo o porta-voz do Executivo, a Polícia está a trabalhar para que não haja sequestros. “Tivemos informação de que o sector está a trabalhar”

Mesmo com o sector a trabalhar, nenhum dos quatro raptos registados este ano e conhecidos publicamente foram esclarecidos.

Raptos à parte, o Conselho de Ministros concentrou as suas atenções na regulação da venda de diamantes e metais preciosos e na revisão do decreto que cria a Unidade de Gestão do processo Kimberley, metais preciosos e gemas, entidade responsável pela gestão destes recursos.

“O decreto visa operacionalizar a Unidade de Gestão do Processo Kimberley (UGPK), como instituição responsável pela gestão dos procedimentos de rastreio, segurança e controlo interno de diamantes em bruto e da comercialização de metais preciosos e gemas”, explica Filimão Suazi.

Em relação ao Regulamento de Comercialização de Diamantes, Metais Preciosos e Gemas, Filião Suazi detalha que há um trabalho coordenado para, no âmbito deste instrumento, se estancar a venda ilegal destes recursos.

O Ensino Superior foi, também, tema de debate, tendo sido autorizado o aumento de instituições que leccionam a este nível.

Trata-se da Universidade Alberto Chipande, que é uma entidade de natureza privada, com a sua sede na cidade da Beira, em Sofala, e do Instituto Superior Politécnico de Engenharia e Ciências, também instituição privada sedeada em Moatize, província de Tete.

O relatório anual de actividades e da Conta de Gerência do Gabinete de Informação Financeira foi outro instrumento aprovado pelo Executivo, que deverá seguir ao Parlamento para análise e possível aprovação.

De resto, o Governo apreciou outras informações, com destaque para os salários mínimos, entretanto Filimão Suazi disse não haver certeza se haverá ou não reajustes.

Moçambique assinalou, no passado dia 6 de Agosto corrente, o segundo aniversário do Acordo de Paz Definitiva assinado em Maputo, em 2019, entre o Presidente da República, Filipe Nyisu, e o líder da Renamo, Ossufo Momade, evento testemunhado pela comunidade internacional, com destaque para os chefes de Estado e de Governo da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), União Europeia, Estados Unidos, entre outros intervenientes em representação de instituições públicas e privadas, bem como organizações não-governamentais que operam no país, envolvidas no processo de pacificação nacional.

Entretanto, esta terça-feira, a Embaixada dos Estados Unidos da América (EUA), actualmente sob direcção do diplomata norte-americano, Dennis Hearne, felicitou, através de um comunicado de imprensa, o Governo pela passagem do segundo aniversário do referido acordo de paz.

“Felicitamos o Presidente da República de Moçambique, Filipe Nyusi e o Presidente da Renamo, Ossufo Momade, pelos esforços envidados para a manutenção da paz em Moçambique e pelo progresso do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR)”, refere o comunicado.

Os EUA elogiam, igualmente, a manutenção deste compromisso e instam ambos os lados a continuarem a tomar medidas concretas e simultâneas para cumprir os seus respectivos compromissos de alcançar um oportuno e completo processo de DDR dos combatentes da Renamo.

“A cooperação entre o Presidente Nyusi e o Ossufo Momade para avançar o processo de paz, bem como os esforços para combater e eliminar o terrorismo que afecta a província de Cabo Delgado, reforça o compromisso dos dois líderes para a união de Moçambique e pelo bem-estar dos moçambicanos”, conclui o documento.

Os EUA congratularam o Governo e a Renamo, afirmaram que continuam empenhados em trabalhar no âmbito do Grupo de Contacto Internacional de forma a fornecer o apoio necessário para alcançar uma paz duradoura.

Refira-se que a sociedade civil moçambicana, através do Instituto para Democracia Multipartidária (IMD), considerou que a confiança e diálogo permanente entre os signatários dos “Acordos de Maputo” têm desempenhado um papel importante para a manutenção da esperança, não obstante o momento adverso marcado pela instabilidade na zona centro, ataques terroristas em Cabo Delgado, o processo DDR ainda em curso e a COVID-19.

Volvidos 23 anos da introdução do modelo de governação descentralizada em Moçambique, ainda persistem desafios na área de aprimoramento e consolidação da descentralização, democracia e processo de gestão pública, segundo indicou a secretária permanente do Ministério da Administração Estatal e Função Pública, Claudina Mazalo.

Com vista a fazer um balanço do processo de implementação e funcionamento das autarquias locais, criadas em 1998 e dos órgãos de governação descentralizada, a nível das províncias (2018) que, junto dos órgãos de representação do Estado naquele nível, procuram a satisfação das necessidades das populações, o Ministério da Administração Estatal e Função Pública (MAEFP) esteve reunido nesta terça-feira (10), na Cidade de Maputo, para as cerimónias centrais do Dia Africano da Descentralização e Desenvolvimento Local.

Claudina Mazalo, secretária permanente do MAEFP, disse, na ocasião, que o país alcançou vários êxitos no capítulo da descentralização, entretanto “há a necessidade de aprimorar e consolidar estes avanços”.

Para tal, Mazalo avança alguns desafios. “A capacitação institucional e a formação que deve abranger desde o nível central até ao nível local, para viabilizar o entendimento do processo em curso de descentralização; o aprimoramento do quadro legal e institucional sobre a organização, competência e funcionamento das entidades descentralizadas e assistência e monitoria aos órgãos locais, quer os descentralizados, quer os do Estado”, explicou Mazalo.

A governante disse, ainda, que, para o sucesso da descentralização, é preciso o envolvimento dos vários seguimentos da sociedade e, estando as celebrações deste ano viradas para a cultura, estes são chamados a contribuir.

“O lema escolhido para o presente, ‘Contribuição das Artes, Cultura e Património para o Desenvolvimento Sustentável das Cidades e Territórios Africanos’, baseia-se no tema do ano 2021, como ano das artes, cultura e património em África e tem como objectivos partilhar experiências positivas e boas práticas entre Estado-membros, reconhecer e encorajar cidades e territórios que se destacam na implementação de acções notáveis” disse.

Entretanto, para garantir a descentralização e desenvolvimento das autarquias locais, a directora nacional de Administração Local, Cândida Moiane, diz que está em avaliação a proposta de criação de órgãos de governação descentralizada a nível dos distritos e a aprovação da lei de divisão de competências.

“É necessário que se complete o quadro legal. O que foi feito até agora, a nível de aprovação de instrumentos legais, foi uma fase inicial, porém há ainda etapas por prosseguir. Destaca-se a necessidade da aprovação da lei de divisão de competências e a revisita de todos os quadros regulatórios sobre a funcionalidade dos sectores, para que, de uma forma clara, possamos definir como é que as atribuições dos novos órgãos devem ser operacionalizadas”, explicou Cândida Moiane.

Moiane acrescentou, ainda, que tem tido capacitação dos órgãos locais para que, mesmo com o actual quadro regulamentar, eles estejam em condições de perceber como as suas atribuições devem ser aplicadas.

O Dia Africano da Descentralização e Desenvolvimento Local foi instituído pela União Africana em 2012 e posteriormente integrado na Carta Africana sobre Valores e Princípios da Descentralização, Governação e Desenvolvimento Locais.

As cerimónias centrais tiveram lugar em Maputo, com algumas participações através de videoconferência.

Analistas dizem que a recuperação de Mocímboa da Praia representa um alívio, mas não se pode “cantar a vitória”, porque ainda há muito trabalho a ser feito no teatro das operações militares em Cabo Delgado.

Foram três os comentadores que discorreram sobre o terrorismo em Cabo Delgado, nomeadamente, Fernando Lima, Samuel Simango e Moisés Mabunda, tendo o ponto de debate a recente conquista da força conjunta de Moçambique e Ruanda.

Para Moisés Mabunda, a recuperação de Mocímboa da Praia representa uma grande esperança e uma direcção certa à restauração da normalidade da vida naquela região.

Segundo o comentador, não se deve cantar vitória por se tratar de um combate que poderá levar mais tempo para chegar ao seu fim.

“Há que haver alguma prudência na formulação, mas não resta dúvida de que é um momento inspirador, que nos diz que as coisas podem evoluir para situações desejadas. (…) Isso pode ter um efeito dominó, podemos conquistar aquelas posições e os terroristas espalharem-se e começarem a atacar”, alertou Moisés Mabunda.

Por sua vez, Fernando Lima disse que a conquista daquela região “mostra que o exército do Ruanda conseguiu, em quatro semanas, aquilo que Moçambique não o fez em um ano, uma vez que a retirada das forças moçambicanas de Mocímboa da Praia aconteceu exactamente há um ano, a 12 de Agosto de 2020”.

Lima enaltece a decisão do país de ter pedido a ajuda de forças externas. “Foi importante Moçambique ter pedido ajuda às forças internacionais. As do Ruanda, por exemplo, já estão a mostrar serviços nesta zona importante que envolve Palma, um pouco de Nangade, e Mocímboa da Praia”, explicou.

O comentador foi mais a fundo ao afirmar que a recuperação de Mocímboa da Praia significa cortar o potencial abastecimento logístico da organização terrorista, uma vez que a vila é capital distrital, tem um aeródromo, uma pista de aviação e um porto.

moçambicanas e estrangeiras possam “tomar” ar a partir da pista de Mocímboa da Praia.

Por sua vez, Samuel Simango apelou ao Ministério da Defesa Nacional a partilhar informações com o público, não sendo necessariamente as forças estrangeiras presentes no terreno, tal como aconteceu com Ruanda que foi o país que deu a informação de abate de terroristas.

“Outro alívio foi ter visto alguém autorizado das Forças de Defesa e Segurança (FDS) a falar da retoma de Mocímboa da Praia, uma vez que antes recebíamos informações afins a partir das tropas ruandesas.”

Simango defende já haver possibilidade de encontrar as caras dos líderes do grupo terrorista para dialogar.

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