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Chapo inaugura água em Gorongosa e diz que obra devolve dignidade ao povo

Chapo inaugura água em Gorongosa e diz que obra devolve dignidade ao povo Foi com palavras simples e profundamente humanas que o Presidente da República, Daniel Chapo, explicou nesta sexta-feira(16.10.26), em Gorongosa, o que significa para uma família a chegada da água potável. Ao inaugurar o sistema de abastecimento de

Os militares comprometeram-se a restaurar a paz e estabilidade no norte de Cabo Delgado dentro do prazo previsto, três meses. Os mesmos assumem a missão como a materialização da visão dos libertadores da região e do continente africano que previam maior unidade entre os países.

Coube ao chefe do Estado Maior General das Forças de Defesa e Segurança, Joaquim Mangrassek, dar as boas vindas aos seus colegas da região que vêm apoiar a instituição que dirige a acabar com o terrorismo em Cabo Delgado.

A força da SADC liderada pelo general sul-africano Xolani Mankayi vai em Moçambique perseguir os seguintes objectivos:

“Apoiar o Governo de Moçambique a restaurar a lei e a ordem nas áreas afectadas na província de Cabo Delgado; providenciar apoio aéreo e marítimo às Forças de Defesa e Segurança (FDS) e melhorar a sua capacidade operacional; disponibilizar capacidade logística e treino para melhorar a capacidade das FDS de combater o terrorismo e dar apoio ao Governo da República de Moçambique, em colaboração com as agências humanitárias, para continuar a dar assistência humanitária à população afectada pelas acções terroristas, incluindo deslocados internos”, disse Xolani Mankayi.

Estes objectivos devem ser alcançados num período de três meses, e o comandante da força reforçou o comprometimento de não falhar o seu alcance.

“Estamos certos de que os objectivos listados no relatório da missão sejam alcançados, tais como, neutralização da actividade dos terroristas em Cabo Delgado, protecção de civis, facilitação da assistência humanitária, que o actual ambiente criado pelos terroristas esteja eliminado e a autoridade do Estado esteja completamente sob controlo nas áreas afectadas.

Segundo Xolani Mankayi, estes militares estão em Moçambique para materializar o sonho dos libertadores de África de ver um continente mais unido e com maior solidariedade entre os países.

A Força em Estado de Alerta da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral entra em acção a partir de hoje no Teatro Operacional Norte, que compreende os distritos a norte da província de Cabo Delgado, e que há quase quatro anos sofrem ataques de milícias jihadistas, que localmente são conhecidos como Al Shabaab.

O arranque das operações vai ser antecedido por uma cerimónia que será dirigida pelo Presidente da República e em Exercício na SADC, Filipe Nyusi, mas também pelo Presidente do Botswana, Mokgoeetsi Masisi que preside a Troika do Órgão da SADC para a cooperação nas áreas de Defesa e Segurança.

O dirigente tswana chegou a meio da tarde de ontem a Pemba e foi recebido pelo seu anfitrião, Filipe Nyusi que se encontra em Cabo Delgado desde o último Sábado onde tem estado a acompanhar as operações das Forças de Defesa e Segurança, bem como os últimos preparativos para a entrada em acção da força conjunta da SADC.

A Força da SADC é composta por militares da África do Sul, Botswana, Tanzânia, Angola, Lesotho que se juntam às Forças de Defesa e Segurança moçambicanas e também ruandesas que há quase um mês combatem os vulgarmente conhecidos como Al Shabaab. A mesma é liderada pela África do Sul que disponibilizou quase 1500 militares de diversas especialidade e equipamento militar, no entanto, a missão da SADC, que para além da componente militar tem em vista acções humanitárias é liderada pelo Botswana através de um representante do Presidente da Troika do Órgão de Cooperação para as áreas de Defesa e Segurança.

As duas lideranças da missão tiveram uma reunião com o presidente Filipe Nyusi, tendo no final o chefe da Missão, Mpho Molomo falado à imprensa “não há desenvolvimento se não há paz, é por isso que a nossa intenção ao estar aqui em Moçambique é para assistirmos as FADM a restaurar a paz e estabilidade. Na minha língua dizemos que quando a casa do vizinho está em chamas a nossa casa também está a arder e estamos aqui para apoiar Moçambique a debelar essas chamas”, disse.

Na ocasião, Molomo recusou-se a dar detalhes sobre como a Força Conjunta está estruturada e muito menos comentar os avanços das forças ruandesas e moçambicanas que conseguiram retomar o controlo da vila municipal de Mocímboa da Praia ontem. Ressaltando que a missão militar da SADC contempla especialidades de forças terrestres, navais, aéreas, inteligência, logística, entre outras.

De Kigali, Ruanda, os moçambicanos tiveram, em primeira mão a informação de que Mocímboa da Praia já está sob controlo das tropas que combatem os terroristas. Trata-se de uma das maiores e significativas operações das tropas conjuntas Moçambique-Ruanda, depois da recuperação da localidade de Awasse, semana passada.

Foi onde a 5 de Outubro de 2017 registou-se o primeiro ataque terrorista em Moçambique. Entretanto, a 23 de Março de 2020 os terroristas mostraram a sua ousadia ocupando a vila, o porto e o aeroporto, deixando as autoridades nacionais e as populações locais em desespero.

Não obstante as sucessivas tentativas de recuperar as instalações sob domínio dos terroristas, nos últimos meses, as Forças de Defesa e Segurança (FDS) não lograram grandes sucessos.

Passados precisamente um ano, quatro meses e oito dias, é que se assume o controlo daquela importante vila. A informação chegou aos moçambicanos, primeiro, através das autoridades ruandesas (que anunciaram a operação através do Twitter) e horas depois foi confirmada, este domingo, pelo Ministério da Defesa Nacional (MDN) de Moçambique através de uma conferência de imprensa.

“Informar a sociedade moçambicana e a comunidade internacional, que na sequência das operações conjuntas envolvendo as FDS de Moçambique e as Forças Ruandesas, os terroristas têm vindo a perder terreno, estando a retirar-se das zonas onde exerciam relativa influência”, iniciou, o porta-voz do MDN, Omar Saranga, para depois descrever que “depois das operações que culminaram com o controlo da localidade de Awasse, a consolidação do troço Awasse – Diaca, no distrito de Mocímboa da Praia, bem como o reforço do controlo situacional da vila de Palma e arredores, a ofensiva em curso desactivou as seguintes posições: à Norte da Vila de Mocímboa da Praia, nomeadamente, posições de Quelimane, Njama, Tete, Maputo, Primeiro de Maio e Unidade; e à Oeste – posições de Ntotwe, Manilha, Magoma, Mumu e Mbuje”, detalhou.

Saranga precisou que “as Forças Conjuntas – Moçambique e Ruanda, controlam a vila de Mocímboa da Praia desde as 11 horas de hoje (referindo-se a ontem), 08 de Agosto de 2021, controlam as infra-estruturas públicas e privadas com enfoque para edifícios do governo local, porto, aeroporto, hospital, mercados, estabelecimentos de restauração, entre outros objectos económicos.”

AINDA HÁ FOCOS DE TERRORISTAS…

Não obstante esse avanço da força conjunta, as autoridades de defesa avançaram que ainda existem zonas críticas sob controlo dos terroristas no distrito. “Neste momento, as operações continuam na vila de Mocímboa da Praia, com o objectivo de consolidar o controlo sobre as zonas que prevalecem críticas, nomeadamente, alguns bairros periféricos e a zona onde se localiza a estação de tratamento de água”, detalhou.

Noutro desenvolvimento, as autoridades de defesa garantiram que os êxitos “devem-se à efectiva colaboração das comunidades locais, pelo que apela-se ao reforço da vigilância colectiva, tendo em conta que, devido ao ímpeto da ofensiva em curso, os terroristas terão a tendência de se infiltrar, com o objectivo de perturbar as investigações e o cadastro das populações resgatadas”.

Lembre-se que a vila de Mocímboa da Praia fica a 90 quilómetros de Palma, onde estão implantadas infra-estruturas do megaprojeto de gás natural em construção no país.

Abu Yassir Hassan e Bonomade Machude Omar são os líderes dos terroristas que provocam dor e luto, em Cabo Delgado, desde 2017. A informação é avançada por uma publicação do governo dos Estados Unidos da América.

Na publicação de 6 de Agosto corrente, encontram-se as respostas para uma das maiores dúvidas de Moçambique desde Outubro de 2017 – quem está a perpetrar os ataques terroristas em Cabo Delgado?

A primeira resposta vem logo no título, Estado Islâmico.

De acordo com o Governo dos Estados Unidos, o líder do chamado “ISIS-Moçambique” é Abu Yassir Hassan ou Abu Quassim, que trabalha sob o comando de Bonomade Machude Omar, também conhecido por Abu Sulayfa Muhammad e Ibn Omar, coordenador principal de todos os ataques conduzidos pelo grupo no norte de Moçambique, bem como o principal facilitador e canal de comunicações para o grupo que já fez mais de dois mil mortos e oitocentos mil deslocados.

A publicação da Secretaria de Estado dos EUA, intitulada “Nomes do Estado Islâmico em Moçambique e dos líderes do Jama’at e Al Shabaab”, informa que Abu Yassir Hassan e Bonomade Machude Omar trabalharam juntos no ataque de 24 de Março.

“Durante o ataque de Março de 2021 a Palma, Omar liderou um grupo de combatentes enquanto Abu Yasir Hassan, o líder do ISIS-Moçambique, liderou outro grupo de combatentes, e Omar também liderou o ataque ao Hotel Amarula em Palma. Omar tem sido responsável pelos ataques na província de Cabo Delgado, Moçambique, e na região de Mtwara, na Tanzânia”.

As nacionalidades desses dois indivíduos não são reveladas no documento.

Esta não é a primeira vez, desde o início dos ataques terroristas em Cabo Delgado, que são citados nomes das lideranças dos insurgentes.

A 16 de Dezembro de 2020, outros nomes foram citados pelo Presidente da República, no seu informe sobre o Estado Geral da Nação. Nessa altura, Filipe Nyusi disse que os comandos eram da Somália e Tanzânia.

“As suas lideranças são, maioritariamente, estrangeiras, como é o caso dos tanzanianos, Sheik Ibrahimo, que foi abatido, o Sheik Hassan Zuzure, Abdul Azize. Para além destes líderes, conta-se ainda com o Sheik Aji Ulathule e Faragi Nancalaua, que foram mortos também em combate”, precisou o Presidente da República.

Filipe Nyusi explicou que os ataques foram antecedidos de manifestações de grupos radicais, que começaram em 2012, promovidas por um cidadão de nacionalidade tanzaniana, identificado pelo nome de Abdul Shakulo, que incitava várias práticas contrárias ao Islão, como a desobediência à Constituição da República e a proibição das crianças frequentarem as escolas.

Nomes à parte, a prioridade é repor a ordem em Cabo Delgado e no terreno já há resultados. No balanço feito a 6 de Agosto consta que as tropas moçambicanas e ruandesas recuperam Awasse, tida como um dos bastiões dos insurgentes, e eliminaram 70 terroristas em 15 dias de operações.

Os Estados Unidos dizem estar empenhados em perturbar os métodos de financiamento do ISIS-Moçambique, do JNIM e do al-Shabaab -todos designados por Organizações Terroristas Estrangeiras e ODS – limitando as suas capacidades para realizar novos ataques contra civis e apoiando os nossos parceiros nos esforços para perturbar o financiamento do terrorismo.

Abordar a ameaça terrorista em todo o continente exigirá trabalhar em estreita colaboração com os nossos parceiros para degradar a capacidade e as operações destes grupos terroristas, combatendo o seu controlo e influência na África Ocidental, Oriental e Austral.

A nota intitulada Nomes do Estado Islâmico em Moçambique e dos líderes do Jama’at e Al Shabaab encerra dizendo que “abordar a ameaça terrorista em todo o continente exigirá trabalhar em estreita colaboração com parceiros para degradar a capacidade e as operações destes grupos terroristas, combatendo o seu controlo e influência na África Ocidental, Oriental e Austral”.

A Liga da Juventude do MDM, ao nível da cidade da Beira, distanciou-se ontem do posicionamento do seu presidente que anunciou esta semana o seu apoio ao actual secretário-geral, José Domingos, e garantiu que vai apoiar a candidatura de Lutero Simango.

Na passada quarta-feira, no programa Noite Informativa da STV Notícias, o presidente nacional da Liga da Juventude do MDM, Renato Muelega, anunciou que iria apoiar a candidatura de José Domingos, isto um dia depois de um grupo de membros do MDM, entre eles fundadores, ter apresentado publicamente uma monção de apoio ao secretário-geral.

Entretanto, neste sábado, os membros da Liga da Juventude do MDM, na cidade da Beira, em meio a cânticos ao irmão do falecido presidente do MDM, anunciaram o seu apoio a Lutero Simango e não a José Domingos.

“A juventude achou que Lutero tem tantos projectos para os jovens, tem tantos projectos para Moçambique e não para atender um punhado de gente que anda por ali”, disse Albino Mussendo, líder da Liga da Juventude do MDM na Beira.

Albino Mussendo, que para além de ser líder da Liga da Juventude do MDM, é vereador para a área de mercado e feiras no Conselho Autárquico da Beira, acrescentou que tem certeza que Lutero Simango será o próximo presidente do MDM.

Refira-se que o congresso do MDM terá lugar na primeira semana de Dezembro deste ano, na cidade da Beira e a data limite para entrega das candidaturas é 30 de Setembro. Até hoje ainda não foi depositada nenhuma candidatura.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, procede amanhã, na cidade de Pemba, província de Cabo Delgado, ao lançamento oficial da Força em Estado de Alerta da SADC, contingente que integra as Forças de Defesa e Segurança da África do Sul, Botswana, Angola, Lesotho e Tanzânia, nas especialidades de forças terrestres, navais, aéreas, inteligência, logística, entre outros.

Segundo um comunicado da presidência, recebido pelo “O País”, o Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança (FDS) efectuará o lançamento oficial juntamente com seu homólogo do Botswana, Mokgweetsi Masisi, na qualidade de Presidente em Exercício do Órgão de Cooperação nas áreas de Defesa e Segurança da SADC.

“O acto irá constituir o ponto mais alto da materialização das decisões da Cimeira Extraordinária da SADC realizada em Maputo, a 23 de Junho de 2021, e assinala a plena prontidão para o desdobramento no Teatro Operacional Norte, no sentido de apoiar a República de Moçambique no combate ao terrorismo e extremismo violento que assola alguns distritos do província de Cabo Delgado, com impacto no país e na região” refere o comunicado.

O estadista moçambicano trabalha desde o último sábado na província de Cabo Delgado em diversas posições das FDS, de modo a aferir a moral do exército bem como inteira-se das condições operativas e logísticas das FDS, de modo a garantir a sua prontidão para a missão da defesa da pátria e da soberania.

O secretário-geral da Frelimo, Roque Silva, considera que, volvidos dois anos, após a assinatura de Acordo de Paz Definitiva entre o Governo e Renamo, as partes signatárias desenvolveram confiança para o bom andamento do processo. Entretanto, a não colaboração de alguns membros da Junta Militar da Renamo atrapalha, em certa medida, o desiderato da paz efectiva.

Este é o segundo ano em que o país assinala a data da assinatura do Acordo de Paz Definitiva. Em entrevista exclusiva ao “O País”, o secretário-geral da Frelimo, Roque Silva, considera que houve avanços significativos no processo de DDR.

“O processo de Desarmamento e de Reintegração dos homens residuais da Renamo está a acontecer com muita tranquilidade em toda extensão do país. Basta olharmos para as províncias de Manica e Sofala, onde centenas de antigos guerrilheiros da Renamo foram desmobilizados e reintegrados na sociedade e o mesmo está a haver na Zambézia e Tete. Isto é uma desmonstração clara do esforço que o Presidente Nyusi está a empreender e está a encontrar”, disse.

Entretanto, Roque Silva aponta a falta de colaboração por parte de alguns membros da Junta Militar da Renamo como um caso a não ignorar.

“Não podemos pôr óculos escuros perante a atitude da Junta Militar da Renamo. Mas, nós queremos crer que o próprio partido, se considerarmos que são homens da Renamo, poderão encontrar caminhos que lhes permitirão pôr a mão na consciência, tal como está a acontecer com aqueles que estão a abandonar as matas”, frisou.

Ossufo Momade reafirma que o grande compromisso da Renamo é a paz, mas alerta para o incumprimento de alguns pontos do DDR como um dos perigos que podem minar o sucesso do acordo assinado há dois anos com o Governo.

Ossufo Momade, signatário do acordo de paz e reconciliação nacional, reagiu esta sexta-feira a partir da cidade de Nampula e começou por reafirmar o compromisso do seu partido com a paz. Deu exemplo do processo de Desmobilização, Desarmamento e Reintegração (DDR), que já permitiu a desmobilização de 2.666 combatentes da força residual da Renamo e mais 63 homens da autoproclamada Junta Militar que também aderiram, para além da desactivação de nove bases até ao momento.

Mas dois anos depois, Ossufo Momade diz que há situações que podem minar o sucesso do acordo. “Como é de domínio público e denunciamos em tempo útil, o Governo ainda não enquadrou os combatentes que devem ser enquadrados na Polícia da República de Moçambique, os primeiros 10 oficiais que deviam ser afectos ao Comando Geral da Polícia estão integrados nas esquadras e parece ficar claro que a implementação do DDR está a passar para o segundo plano. Sem disprimor ao apoio e contribuição da comunidade internacional, o grupo de contacto parece entender ter feito o suficiente, o que propicia fragilização do processo, o que pode levar a consequências imprevisíveis”, alertou Ossufo Momade.

São descontinuidades que segundo o Presidente da Renamo foram sempre a causa dos conflitos e critica o silêncio dos religiosos e da sociedade civil.

“A nossa preocupação deriva também do facto de notarmos uma indiferença e apatia das confissões religiosas e da sociedade civil moçambicana. Parece que os apelos ao entendimento que eram feitos sistematicamente e com toda a legitimidade durante o conflito armado, ficaram para trás porque já assinamos o acordo”.

 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, lança hoje, no distrito de Vanduzi, em Manica, o Programa Nacional “Industrializar Moçambique”.

Trata-se de uma iniciativa presidencial enquadrada na implementação do Programa Quinquenal do Governo, “que visa contribuir para aumento da produção industrial nacional, de preferência fazendo uso da matéria-prima local, estimular a produção, comercialização, bem como gerar emprego e renda para jovens e mulheres”, refere a Presidência da República, em comunicado.

Em Manica, o Chefe do Estado far-se-á acompanhar pelo ministro da Indústria e Comércio, Carlos Mesquita, quadros da Presidência da República e de outras instituições do Estado.

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