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O País – A verdade como notícia

 “O segredo de Moçambique são os comités locais”, PR sobre mudanças climáticas

O Chefe de Estado foi distinguido na Beira como Campeão de Gestão de Risco de Desastres da União Africana e dedicou homenagem ao povo moçambicano. O Presidente da República falava nesta  quinta-feira(15.10.2026), na cidade da Beira durante   o primeiro Congresso Internacional da Acção Humanitária e Cooperação, sob o lema

A ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, prestou homenagem ao falecido antigo Presidente da Zambia, Rupiah Banda, ao  assinar o livro de condolências, na manhã desta quinta-feira, dia 24 de Março corrente, na Embaixada da Zâmbia, em Maputo.

“Foi com profundo choque e consternação que soubemos do falecimento de Sua Excelência Rupiah Banda, quarto Presidente da República da Zâmbia, a 11 de Março, em Lusaka, vítima de doença. Neste momento de profundo pesar e tristeza, em nome do povo moçambicano, do Governo da República de Moçambique e em meu nome pessoal, apresento ao fraterno povo zambiano as nossas mais sentidas condolências e transmito a nossa mensagem de simpatia e solidariedade à família enlutada”, escreveu Verónica Macamo.

O chefe do Estado Maior General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique adverte que as Forças Armadas é para resolverem os problemas de Defesa do país e não servirem de refúgio perante o cenário de desemprego.

Luís Chongo Jr. é cadete na Academia Militar Samora Machel e deixou a Cidade de Maputo, terra natal, para seguir o seu instinto. “É uma profissão, e o que mais me motiva na área militar é o instinto de defender a pátria”.

A defesa da pátria é a doutrina que mais se ensina na instrução militar, mas há muitos jovens que, ultimamente, ingressam nesta carreira com o objectivo central de conseguir emprego.

O chefe do Estado Maior General das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, almirante Joaquim Mangrasse, foi convidado a abrir o simpósio sobre a doutrina militar na Academia Militar Samora Machel em Nampula e fez um discurso para dentro e fora da Defesa. “Nós não estamos a disputar o lugar do Ministério do Trabalho. Forças Armadas são para resolver o problema da defesa do país. É bom que fique claro. Portanto, esses procedimentos são para nos ajudarem na transparência. Não vem para aqui para ganhar dinheiro. A nossa disponibilidade é de 24 horas. Moçambique é do Rovuma ao Maputo, lá no teatro é Moçambique, e não pode haver condições para eu estar lá. Que há um grupo que deve estar lá”.

Apesar da intervenção militar estrangeira em Cabo Delgado, o almirante Joaquim Mangrasse lembra que Moçambique não deve copiar a doutrina dos outros, cabendo apenas salvaguardar os aspectos comuns entre as diferentes forças militares que estão lado a lado no teatro operacional.

O enviado especial para promover a candidatura de Moçambique a membro não-permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas, Leonardo Simão, afirma que a experiência moçambicana na resolução de conflitos é “bastante conhecida e apreciada”, pelo que muitas nações estão convictas de que, uma vez no órgão, o nosso país pode ajudar a resolver vários conflitos no mundo, sobretudo africanos.

Segundo o embaixador itinerante, outro aspecto favorável a Moçambique é o facto de ser a primeira vez que o país apresenta a sua candidatura em 46 anos de filiação às Nações Unidas, o que “é muito apreciado”. É que os membros das Nações Unidas defendem rotatividade no fórum, excepto para os cinco membros permanentes.

“O mundo quer que haja maior rotatividade possível de modo a dar oportunidade a todos os países do mundo de servirem nesta instância suprema das Nações Unidas. Portanto, o facto de nos apresentarmos pela primeira vez desperta muita simpatia à nossa causa”, referiu Leonardo Simão.

Simão falou ainda do endosso que o país já tem da União Africana (UA), da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) e da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Para a nossa fonte, isto significa que não haverá muita disputa de lugar.

“Quando há uma candidatura única para um lugar, isso facilita muito o trabalho da Assembleia-Geral, porque não precisa de escolher entre um e outro, havendo uma eleição quase sem barreira. Noutros grupos, por exemplo o caso da Europa, geralmente, são dois lugares, mas há três candidatos. Então, os membros têm de se dividir em qual dos três apoiar. E sempre há um que fica de fora. Isso cria sempre um certo azedume. No nosso caso, esse factor não existe”, explicou Leonardo Simão.

Segundo a fonte, o facto de Moçambique ter apoiado outros países em conflito também mobiliza simpatia.

“Já temos uma experiência, uma trajectória de ajudar outros países a encontrarem soluções para seus diferendos. Portanto, tudo isto, somado, faz com que haja uma simpatia bastante elevada ao nosso pedido em relação à nossa candidatura”, salientou Leonardo Simão, assegurando que, em termos de campanha, “estamos muito bem”, o que abre boas perspectivas para Moçambique.

A Renamo condena e repudia a subida dos preços de combustível e das taxas cobradas pelo Município de Maputo, para permissão de volume alto em festas caseiras e em grandes eventos.

Para o maior partido da oposição, trata-se de uma subida demagógica e maquiavélica pois para o caso dos combustíveis, não se justifica o aumento do preço do produto sob a justificação da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, quando o mesmo já tinha sido comprado e estava no país, antes do conflito.

José Manteigas, porta-voz do partido, diz que esta é uma subida “abrupta e inoportuna” que só vem agravar o custo de vida dos moçambicanos, que já sofrem para além do preço do transporte com a subida de outros bens e produtos de primeira necessidade.

“Como se explica que logo que se anuncia a oscilação de preços dos combustíveis no mercado internacional, no dia seguinte, o Governo da Frelimo agrava os preços dos mesmos e em consequência os produtos de primeira necessidade?”, questionou Manteigas.

A fonte indagou ainda sobre os beneficiários do gás de Pande, na Província de Inhambane, que segundo acredita dá lucros milionários a alguns membros do partido no poder e aos estrangeiros.

Para a Renamo, a decisão do aumento do preço dos combustíveis é resultado da ausência de humanismo.

“Os preços forçados pelo Governo estão revestidos de uma autêntica injustiça social”, disse para depois acrescentar que “o regime apresenta-se apenas pelo lucro e assalto constante ao bolso do cidadão que de forma sistemática, recorrente e impotente é diariamente asfixiado pelos abutres gananciosos”.

José Manteigas refere ainda que o mais agravante é facto de o Governo um dias antes ao agravamento do preço anunciou o alívio de taxas para os operadores do sector, o que para o seu partido foi uma encenação com o objectivo de enganar a opinião pública, sobretudo os descuidados, pois não passa de “um esquema de autêntica extorsão dos cidadãos”.

Sobre as taxas municipais atinentes à poluição sonora, que desde o princípio desta semana geram agastamento, a Renamo também questionou “que bem ou serviços o município oferece ao cidadão pela realização do evento no seu quintal?”

Para o partido as decisões só colocam em causa o bem-estar da população moçambicana e, por isso, exige que o Governo reveja as suas posições em salvaguarda da vida e do interesse do povo.

O Presidente da Republica está, desde hoje, no Reino da Jordânia, para uma visita de três dias. Já esta quarta-feira, Filipe Nyusi manteve um encontro com o Rei Abdullah II.

No encontro com o Rei Abdullah II, abordaram assuntos de interesse comum, relativos à consolidação das relações de amizade e cooperação existentes entre os dois países, em vários domínios de interesse mútuo.

Durante a conversa, os dois governantes passaram em revista aspectos de cooperação bilateral, com destaque para as áreas da agricultura, turismo, energia, indústria, recursos minerais e identificaram outros sectores por explorar, através de trocas de visitas de alto nível.

A candidatura de Moçambique a membro não-permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSONU), para o período 2023-2024, é saudada por muitas sensibilidades. É o caso do Bispo Emérito Anglicano da Diocese dos Libombos, Dom Dinis Sengulane, que afirma que é uma candidatura oportuna, pois o país tem muito a partilhar em prol da paz e segurança no mundo.

Sengulane, um dos negociadores do Acordo de Paz de Roma, assinado em 1992, cita este entendimento que pôs fim a 16 anos de conflito armado no país, entre o Governo e a Renamo, como uma experiência a ser partilhada com o mundo, pois envolveu principalmente moçambicanos, sendo que outras nações participaram por questões logísticas.

“Para aquela guerra passar, é sinal de que Moçambique tem uma mensagem a dar ao mundo”, afirmou Sengulane.

O clérigo fez alusão também ao programa de transformação de armas em enxadas que se seguiu ao fim do conflito, em que as pessoas entregavam as suas armas e em troca recebiam enxadas e insumos agrícolas, sendo que as armas eram transformadas em obras de arte.

Lembrou que Moçambique recebeu grande apoio de países com quem nunca tivera grandes ligações do ponto de vista político, como Japão, Alemanha e países nórdicos, que ficaram muito entusiasmados com a ideia de transformação de armas em enxadas.

“É bom lembrar que Moçambique conseguiu colectar um milhão de armas no âmbito deste programa, que motivou aplausos de várias partes, e há outros países que tentaram seguir o exemplo, mas a iniciativa foi de Moçambique”.

Para Sengulane, a experiência de Moçambique não se resume somente nisso. Em áreas como Saúde, o país conseguiu influenciar a Organização Mundial da Saúde (OMS) a consagrar o 25 de Abril como o Dia Mundial da Luta contra a Malária.

“Moçambique fez entender que a malária não era somente problema de África. O dia 25 de Abril era considerado o Dia Africano de Luta contra a Malária, mas o nosso Ministério da Saúde conseguiu convencer a OMS a fazer do dia 25 de Abril o Dia Mundial de Luta contra a Malária”, disse Sengulane, vincando que estas questões de saúde, paz são básicas para qualquer sociedade, e Moçambique pode partilhar com o mundo através das Nações Unidas.

Refira-se que a votação para a escolha de membros não-permanentes do Conselho de Segurança da ONU para o biénio 2023-2024 terá lugar em Junho deste ano. Moçambique tem como tema da campanha e do mandato “Paz e Segurança Internacionais e Promoção do Desenvolvimento Sustentável”.

 

“O PAÍS É UM CANDIDATO VÁLIDO PARA O CONSELHO DE SEGURANÇA DA ONU” – DEFENDE RAUL DOMINGOS

O político moçambicano e membro do Conselho de Estado, Raul Domingos, atribui nota positiva ao recente esclarecimento do Presidente da República, Filipe Nyusi, em relação à posição de neutralidade assumida por Moçambique sobre a invasão russa à Ucrânia, num contexto em que o país procura apoios internacionais para a sua candidatura a membro não-permanente do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU).

Filipe Nyusi esclareceu que o posicionamento de Moçambique não foi de admitir que houvesse violência, que houvesse guerra. Foi de dar espaço ao diálogo para que se ponha fim ao conflito. E sublinhou que o país vai continuar firme no seu posicionamento, para não permitir que haja guerra.

“O discurso do Presidente da República faz sentido. Pretendendo candidatar-se a uma mediação, é importante não tomar partido, porque uma das principais características da mediação é a imparcialidade”, examina Domingos, admitindo que Moçambique optou pela neutralidade para poder ajuizar e contribuir na mediação do conflito.

“Portanto, a partir do momento em que um mediador se posiciona favorável a um lado perde a qualidade de mediador. Tendo em conta esse aspecto, Moçambique continua a ser um candidato válido para o Conselho de Segurança das Nações Unidas”, disse Domingos.

A posição de Moçambique está em consonância com os princípios da política externa do país, nomeadamente primazia da solução negociada e pacífica dos conflitos; não-ingerência nos assuntos internos e reciprocidade de benefícios; prossecução de uma política de paz; respeito pelos direitos humanos e pelo primado da lei; desarmamento geral e universal de todos os Estados e estabelecimento de relações de amizade e cooperação com outros países na base de respeito mútuo pela soberania e integridade territorial, igualdade.

O Conselho de Ministros marcou, hoje, as eleições autárquicas para o dia 11 de Outubro do próximo ano. A data foi divulgada através de um comunicado de imprensa enviado ao “O País”.

Trata-se das sextas eleições autárquicas realizadas no país. O último escrutínio teve lugar no dia 10 de Outubro de 2018, em 53 municípios. O processo decorre em intervalos de cinco anos.

Na sessão do Conselho de Ministros desta terça-feira, o Executivo aprovou, ainda, o decreto sobre o Estatuto Orgânico do Serviço Nacional de Salvação Pública (SENSAP).

Tal instrumento adequa a estrutura orgânica funcional do SENSAP aos desafios da segurança interna do território nacional e à dinâmica do desenvolvimento institucional, refere a nota.

Outro assunto que mereceu a apreciação do Executivo na reunião de hoje é a Conferência Anual entre o Governo e o sector privado, marcada para 30 de Março a 1 de Abril próximos.

Mereceu, ainda, a apreciação dos governantes, o lançamento do projecto da Zona Especial do Processamento Agro-industrial do Corredor de Desenvolvimento Integrado de Pemba/Lichinga.

Josefina Beato Mateus Mpelo é a nova ministra dos Combatentes e tomou posse hoje. A governante deve, segundo o Presidente da República, revitalizar o Fundo da Paz e Reconciliação Nacional, resolver os problemas dos combatentes, garantir a continuidade das pensões, modernizar a base de dados e acabar os combatentes fantasmas.

Josefina Beato Mateus Mpelo é, desde esta terça-feira, a mulher forte no Ministério dos Combatentes. À data da sua nomeação, exercia as funções de chefe do Departamento de Administração e Finanças no Instituto Nacional de Apoio ao Refugiado na Delegação de Cabo Delgado. Ela é filha de um combatente da luta de libertação nacional que, há três anos, passou à reserva.

Mpelo entra assim para o Governo e fica para a história por se tratar de uma jovem longe dos holofotes e da mediatização, e por não ser combatente a dirigir o Ministério dos Combatentes.

Esta terça-feira, o Chefe do Estado empossou Josefina Mpelo e explicou o que ditou na sua escolha.

“Para a sua nomeação concorreram vários factores, com destaque para a sua verticalidade, competência e experiência profissional. Por outro lado, o nosso compromisso de dar oportunidade a juventude e a mulher num país cuja maioria da população é jovem”, explicou Filipe Nyusi que quer a valorização e requalificação dos locais históricos no contexto da luta de libertação nacional, modernização e actualização do cadastro dos combatentes e a revitalização do Fundo da Paz e Reconciliação Nacional, que há algum tempo está estagnado.

“Por isso, orientamos no sentido da revitalização do Fundo da Paz e Reconciliação Nacional para que seja sustentável, gerido com máxima transparência com vista a melhor reinserção social e produtiva dos combatentes.”

Nyusi exigiu ainda soluções aos problemas dos combatentes e seus dependentes, acabar com os pendentes existentes no pagamento de pensões e desmascarar os chamados “combatentes fantasmas”. Destacou que se dê atenção aos combatentes deslocados, devido ao terrorismo em Cabo Delgado e aos afectados pelos desastres naturais.

“Alertamos para que preste atenção para os combatentes que se deslocaram dos distritos afectados pelo terrorismo ou aqueles que se viram forçados a se deslocar devido às catástrofes naturais para, muito rapidamente, voltarem a se beneficiar das suas pensões.”

Por fim, o Presidente da República disse que não deve haver medos para operar mudanças no Governo e pediu para que o deixem trabalhar.

“Continuaremos a pesquisar quem é melhor para uma determinada tarefa ou num determinado momento e que está para melhor servir a pátria assim como continuaremos a renovar a nossa equipa governativa caso, num determinado momento, um servidor não se revele adequado em função da táctica ensaiada.”

Reagindo aos desafios impostos, a nova ministra disse estar pronta para o trabalho.

“Dá sim uma motivação, não é fácil uma jovem assumir este cargo, mas com responsabilidade aceitamos o desafio e aceitamos cumprir com todas as orientações deixadas pelo Presidente da República”.

A ministra Josefina Mpelo é licenciada em contabilidade e Auditoria e em Administração Pública. Substituiu no cargo Carlos Cilya que dirigia aquele Ministério, nos últimos anos, a quem o chefe de Estado agradeceu pelo serviço prestado ao país.

E ainda hoje a nova ministra fez parte do Conselho de Ministros.

O Presidente de Portugal voltará a visitar Moçambique em Agosto deste ano, para a reinauguração da Catedral Velha, em reabilitação, na cidade de Quelimane, na Zambézia. Marcelo Rebelo de Sousa disse que, nessa altura, poderá escalar as zonas de combate ao terrorismo em Cabo Delgado.

O encontro com a comunidade portuguesa foi a última agenda da visita de quatro dias que Marcelo Rebelo de Sousa efectuou ao país. Mas, ainda em solo moçambicano, o Estadista português fez saber quando será a próxima vinda à sua segunda casa.

“Estarei de volta a Moçambique a convite de instituições ligadas à Diocese de Quelimane para a reinauguração da Catedral Velha, o que me permite percorrer outros caminhos aqui, em Moçambique. Quem sabe ir, com o Presidente Nyusi, a Cabo Delgado”, revelou Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente de Portugal.

E por falar em Cabo Delgado, o Chefe de Estado português reiterou que a guerra entre Rússia e Ucrânia não vai afectar o apoio no combate ao terrorismo. “Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Significa melhor empenhamento na nossa cooperação, relativamente às Forças Armadas moçambicanas. Não! Obviamente, não! São coisas completamente diferentes”, esclareceu Rebelo de Sousa, acrescentando que a cooperação bilateral entre os dois países existe desde os anos 90 e sempre existirá.

“A nossa cooperação relativamente ao combate ao terrorismo em Cabo Delgado, no quadro europeu, existe, vai continuar a existir enquanto o Governo moçambicano, no exercício da sua soberania, entender que assim é que deve ser”, explicou Rebelo de Sousa.

Além da componente militar, Rebelo de Sousa destacou a intervenção dos portugueses em diferentes áreas sociais. “Estão com os deslocados de Cabo Delgado, as vítimas dos ciclones. Estão presentes. Estão operacionais. Como estivemos na cooperação sanitária, no pico da vaga em Portugal, nós colaboramos com o material sanitário, vacinas e aquilo que era necessário e fundamental para Moçambique”, apontou o Presidente de Portugal.

Excelente! Foi a forma como Marcelo Rebelo de Sousa classificou as relações bilaterais com Moçambique, em todos os domínios.

E, no fim, De Sousa não esqueceu aquilo de que gosta – tirar fotos e espalhar abraços e beijinhos.

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