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O País – A verdade como notícia

Moçambique reafirma compromisso com a CPLP no Conselho de Ministros em Timor-Leste

A Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e Comunidade Moçambicana no Exterior, Maria de Fátima Simão Manso, participa, esta quarta-feira, em Díli, Timor-Leste, na 31.ª Sessão do Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), onde irá reafirmar o compromisso de Moçambique com os princípios e objectivos

Dezenas de membros e simpatizantes da Renamo amotinaram-se, na noite desta segunda-feira, na sede do partido na cidade de Maputo, para exigir o afastamento de Ossufo Momade. Os manifestantes apontam como causa o mau desempenho do partido nas eleições gerais e autárquicas.

A noite de segunda-feira foi de agitação nas hostes da Renamo. Alguns membros e simpatizantes amotinaram-se nas instalações da sede desta formação política e pediram o afastamento da direção do partido.

Segundo o grupo, em causa está o mau desempenho de Ossufo Momade e da sua direcção nas eleições gerais de 9 de Outubro passado e nas autárquicas de 2023.

“Nós pensávamos que era brincadeira. Na realidade vimos que Ossufo não foi votado. Por isso, o partido está embaixo. Então, nós aqui exigimos que ele deixe o cargo à disposição. Nós nunca vamos procurar duas ou três pessoas para irem lobolar uma pessoa que não fala, que é mudo, porque não vai conseguir interagir com aquelas pessoas, tem que ser uma pessoa que fala. Ele [Ossufo] não fala, porque para ele basta comer é tudo”, disse Gustavo Vilankulo, membro da Renamo. 

A acção de repúdio começou através de uma nota enviada ao gabinete do presidente do partido, cuja data limite para haver resposta era o dia 25 de Novembro.

Além dos 26 desmobilizados da Renamo estão, no mesmo grupo, jovens e mulheres que exigem o afastamento de Ossufo Momade, o actual presidente. 

“Na leitura da situação política actual, as pessoas já diziam que não queriam ele como candidato”, disse Arone Levanhane. 

Verónica Mondlane acrescentou que “o meu pedido é este senhor sair, porque desde que está aqui, nunca vimos a posição dele. Tudo, mesmo o processo de DDR, foi abaixo e estamos aqui de qualquer maneira. Então, o que nós queremos é que ele se afaste, não do partido, do poder, para deixar os outros”. 

No grupo dos manifestantes, está, também, parte dos antigos guerrilheiros da Renamo abrangidos pelo processo DDR. E um deles é o antigo porta-voz de Mariano Nhongo, líder da junta militar, morto em Outubro de 2021.

“Ossufo Momade é ignorante, é tribalista, é regionalista. Então, nós não queremos trabalhar com um indivíduo deste, tem que se demitir e deixar o cargo à disposição. O processo de DDR é uma fantochada, não existe nada. Estamos aqui desde o ano passado, mas até agora, não há pensão, não há nada. E os que estão a ter pensão só tem 1200 e 1300”, disse o antigo porta-voz. 

Além de Ossufo Momade, os manifestantes exigem também o afastamento da secretária-geral do partido, Clementina Bomba e dizem que se isso não acontecer, não vão parar de manifestar.

As ameaças sofridas pelos juízes do Conselho Constitucional mostram o sofrimento vivido pelos moçambicanos todos os dias e revelam que em Moçambique há problemas de segurança, defendem analistas do Noite Informativa exibido, esta segunda-feira, na Stv Notícias.

Alberto da Cruz e Hélder Jauana dizem que a ameaça aos cidadãos  em Moçambique é uma prática que se arrasta há vários anos, tendo se  agudizado nos últimos meses, sobretudo depois do anúncio dos resultados das eleições gerais de 9 de Outubro.

De acordo com o sociólogo Hélder Jauana, o facto de tais ameaças terem, agora, atingido os juízes do Conselho Constitucional, mostra que a prática ficou generalizada.

“Nós estamos a construir uma sociedade de Gangsters, uma sociedade em que quando dizes algo que outro discorda, a solução para manter a sua verdade, porque o seu argumento está alicerçado sobre premissas fracas, é matar-te”, disse Jauana.

Para o sociólogo, “é preciso ter presente que está assim porque estamos num momento de muita polarização, que se tornou normal, no último mês, privar da liberdade um outro que pensa diferente”. 

Nesse sentido, avança Jauana, que o próximo governante do país, tem a responsabilidade de reconciliar os moçambicanos.

“Há um grande desafio para aqueles que vão governar Moçambique, de fazer um trabalho que nunca foi feito do ponto de vista político e engajamento da sociedade para uma verdadeira reconciliação”, disse.

Já Alberto da Cruz entende que o problema é mais sério do que parece, e justifica:

“Se o Presidente da República, que tem toda aquela escolta, é ameaçado, o que será feito de nós cidadãos pacatos? Significa que há um problema grave de segurança em Moçambique (…). Existe aqui um um crescimento da violência em Moçambique”.

Da Cruz explica ainda que o espaço público em Moçambique ficou perigoso, o que num Estado democratico “não é de se aplaudir”. É preciso que de uma ou de outra forma se devolva essa paz e segurança”. 

O analista alerta, igualmente, que as ameaças feitas aos órgãos do Estado fazem com que elas fiquem fragilizadas e tenham que tomar uma decisão contrária àquela que deveriam tomar, sob risco de perder a vida.

E isso “perturba o processo, perturba o trabalho”, conclui Da Cruz.

O Presidente deve continuar a dialogar com a sociedade porque “só assim é possível alcançar consensos e pacificar o país”. O posicionamento é da plataforma Manifesto do Cidadão, que manteve encontro com o Presidente da República, esta segunda-feira, na Cidade de Maputo.

Sobre a crise política que o país vive desde o anúncio dos resultados eleitorais das eleições gerais de 09 de outubro passado, a plataforma Manifesto do Cidadão, incentiva o Presidente da República a dialogar com a sociedade por forma a devolver a estabilidade política e a paz.

“Como Manifesto Cidadão, incentivamos o Presidente para continuar a dialogar com a sociedade que só assim é possível alcançar consensos e pacificar o país”, disse Tomás Timbane, antigo Bastonário da Ordem dos Advogados.

Tomás Timbane, afirmou que os integrantes da plataforma Manifesto do Cidadão estão preocupados não só em reflectir sobre a justiça eleitoral, mas em refletir sobre os vários problemas do Estado moçambicano.

“Este momento é uma oportunidade que nós temos de reflectir e de sensibilizar a sociedade sobre a necessidade de discutir não só sobre as questões eleitorais. Temos consciência de que a grande preocupação que as pessoas tem neste momento é discutir a questão da justiça eleitoral, a questão dos tribunais eleitorais, mas Moçambique não é só isso”.

Não sendo apenas estes problemas que preucupam aos moçambicanos, Timbane mencionou dois exemplos, a necessidade de se discutir “a separação de poderes” e “os poderes presidenciais”.

Aliás, no encontro, foi o que se explicou ao Presidente da República. “Tivemos a oportunidade de explicar isso ao senhor Presidente, mas também o PR quis ouvir a nossa sensibilidade relativamente à situação que o país vive”.

“Queremos discutir sobre aquilo que Moçambique precisa. [Para o efeito], nada melhor que ouvir as pessoas. Existem várias iniciativas para refletirmos sobre os problemas, para beneficiar Moçambique de amanhã”, concluiu.

Num comunicado divulgado esta segunda-feira, o Conselho Constitucional avança que os Juízes Conselheiros são alvo de ameaças de morte, enviadas por mensagens privadas ou publicadas nas redes sociais. O órgão lamenta a situação e diz que a ameaça e a intimidação não são armas da democracia, senão elementos constitutivos de um tipo legal de crime. A seguir, o comunicado na íntegra.

“Estando em curso o processo de validação dos resultados das Sétimas Eleições Presidenciais e Legislativas e das Quartas Eleições dos Membros das Assembleias Provinciais e dos Governadores de Província, o Conselho Constitucional não tem estado alheio à situação de instabilidade e de insegurança aliadas às eleições ocorridas no passado dia 9 de Outubro de 2024.

À contestação dos resultados eleitorais seguiram-se manifestações convocadas pelo candidato presidencial Venâncio António Bila Mondlane e pelo partido que o apoia.

Sendo indiscutível que a liberdade de expressão e informação e de reunião e manifestação constituem direitos constitucionalmente consagrados e legalmente regulamentados, o Conselho Constitucional lamenta o facto de algumas das manifestações terem resvalado para actos de vandalismo e de limitação de liberdades individuais de todos quanto não aderiram às manifestações.
É que, se por um lado a Constituição da República confere a todos os cidadãos direitos e liberdades, por outro lado, associa a esses direitos, os correspondentes deveres de preservar a vida, a integridade (física e moral) e a propriedade alheia, seja de natureza pública ou privada.

Lamentavelmente, os Juízes Conselheiros do Conselho Constitucional têm sido alvo de ameaças, inclusive ameaças de morte, enviadas por mensagens privadas ou publicadas nas redes sociais. Porém, a ameaça e a intimidação não são armas da democracia, senão elementos constitutivos de um tipo legal de crime.

Perante este cenário complexo e de intolerância, tem havido pronunciamentos individuais e institucionais, nacionais e estrangeiros, de apelo à “transparência e integridade do processo eleitoral”, dirigidos ao Conselho Constitucional, como instância com a última palavra neste processo.

Sendo este Órgão o Guardião da Constituição, a Constituição da República e as leis são os instrumentos de protecção do sufrágio universal, directo, secreto e periódico, de salvaguarda da forma republicana de Governo e de garantia do Estado democrático de direito. Consequentemente, o Conselho Constitucional jamais poderia eximir-se da sua obrigação constitucional de busca da verdade e justiça eleitorais. E o seu pronunciamento, sendo irrecorrível, deve ser, justo, constitucionalmente válido e devidamente fundado nos elementos apurados no processo.

A independência dos Juízes do Conselho Constitucional reflecte-se no facto de que os mesmos sustentam as suas decisões com base na Constituição e nas leis, formulando livremente a sua convicção a partir de elementos constantes do processo, sem pressões de espécie alguma.

O Conselho Constitucional está engajado no processo de validação dos resultados eleitorais, conciliando actas e editais requisitados à CNE e actas e editais solicitados e disponibilizados por alguns partidos políticos concorrentes às eleições, assim como por organizações da sociedade civil – observadores.

Embora não se ache fixado, quer na Lei Orgânica do Conselho Constitucional quer nas leis eleitorais, qualquer prazo para a conclusão do processo de validação e proclamação dos resultados eleitorais, o n.o 2 do art. 184 da CRM, estabelece que A primeira sessão da Assembleia da República tem lugar até vinte dias após a validação e proclamação dos resultados eleitorais.

Tomando em consideração o facto de que a actual legislatura tomou posse no dia 12 de Janeiro de 2020 e que a mesma, nos termos do n.o 1 do art. 184 da CRM, tem a duração de cinco anos, estamos perante uma condicionante temporal de natureza constitucional que obriga à sua estrita observância por parte deste Órgão.

O presente comunicado constitui uma excepção à praxis do Conselho Constitucional. Porém, ele é feito em atenção ao momento actual de alarme social e, por consequência, de grande expectativa da sociedade. E tem em vista, por um lado, exortar a todos os cidadãos a uma maior contenção e, por outro lado, assegurar que este Órgão tem vindo a trabalhar afincadamente a fim de alcançar a tão almejada verdade eleitoral.
Porque comungamos do mesmo propósito, todos devemos contribuir para assegurar a transparência e a integridade do processo eleitoral. Os órgãos de administração eleitoral, administrativos ou jurisdicionais, forças políticas, forças policiais e sociedade civil, em geral, são todos chamados a desempenhar o seu papel em prol da Nação moçambicana.

O Conselho Constitucional lamenta, com pesar, as perdas humanas já registadas, as lesões físicas infligidas, bem como a destruição e o furto de bens alheios, na decorrência da instabilidade social quotidiana e, aproveita esta oportunidade para apresentar as suas sentidas condolências às famílias enlutadas, ciente de que o luto de cada um é, na verdade, o luto da família moçambicana, de forma geral”, lê-se no comunicado assinado pela Presidente do Conselho Constitucional, Lúcia da Luz Ribeiro.

O candidato presidencial da Frelimo, Daniel Chapo, aceitou o convite de Filipe Nyusi, para o diálogo com os quatro candidatos à presidência da República, com foco na busca de soluções para a situação pós-eleitoral do país.  

Através de um comunicado, a Frelimo confirmou a presença do seu candidato presidencial, no diálogo convocado pelo Presidente da República, Filipe Nyusi. 

“O candidato da Frelimo, Daniel Chapo , expressa o seu agradecimento pela iniciativa de Sua Excelência o Presidente da República. O Candidato Presidencial Daniel Francisco Chapo confirma a sua participação no referido encontro, reafirmando o seu compromisso na promoção da estabilidade política no país”, lê-se no documento.

Refira-se que o encontro entre o Chefe de Estado e os quatro candidatos presidenciais está marcado para o dia 26 de Novembro, amanhã, na Presidência da República. 

 

O professor Samuel Simango defende que o Presidente da República deve fazer tudo o que estiver ao seu alcance para harmonizar  as propostas de todos os candidatos presidenciais no encontro por si marcado para debater sobre as tensões pós-eleitorais. Simango acrescenta que o país não está em condições de aguentar mais crises políticas, sociais e econômicas.

As tensões pós-eleitorais e o encontro entre o Presidente da República, Filipe Nyusi, e os quatro candidatos presidenciais continua a ser a tónica dominante do debate em Moçambique.

Este domingo, Samuel Simango reforçou a ideia da necessidade de haver diálogo e alertou que é preciso que se tenha sempre em conta o interesse supremo da nação.

Samuel Simango, que também é comentador do “Noite Informativa”, diz que não se deve desviar do real problema que está a causar uma convulsão popular, a verdade eleitoral. 

Por isso, Simango avança que “é necessário que eles, os candidatos e o Presidente da República, discutam os assuntos tendo em conta que o país está fraturado, esta nação, que é de todos nós, não está em condições de aguentar mais crises, não só políticas, mas também sociais e econômicas”.

No entender de Simango é importante que o Presidente da República, na qualidade de quem convidou os candidatos, faça tudo o que estiver ao seu alcance para harmonizar as posições de todos, porque “nós sabemos que quando há diálogo partimos de pontos divergentes e temos que levá-los a convergência para que haja diálogo”.

“Neste momento, a bola, como se diz na gíria popular, está com estes [os candidatos presidenciais]”, disse Simango, defendendo a ideia de que, numa primeira fase, seria bom que o encontro fosse entre Nyusi e os candidatos presidenciais e, só depois, alargar-se-ia a base de diálogo para mais intervenientes.

O fundamento trazido por Simango é de que, primeiro, o Presidente da República e os quatro candidatos presidenciais devem traçar uma agenda harmonizada de todos os pontos por eles sugeridos é só mais tarde tornar o debate aberto a outras figuras e instituições.

Francisco Mucanheias diz que a carta aberta de Hélder Martins reflecte uma opinião pessoal e que só o Conselho Constitucional poderá confirmar a ocorrência ou não de fraude nas eleições de 9 de outubro. Já Teodoro Waty diz que se tiver havido enchimento das urnas, só pode ter sido feito pelos membros infiltrados desprovidos de ética. 

Reagindo à carta aberta do antigo ministro da Saúde e fundador da Frelimo, Hélder Martins,  na qual afirma que o partido deve reconhecer as fraudes gravíssimas havidas nas eleições de 9 de outubro, membro da comissão política da Frelimo, Francisco Mucanheias, diz que o partido respeita todas as opiniões. 

Teodoro Waty, membro do Comité Central, diz que a verdade apenas virá com o Conselho Constitucional. Mas reconhece a existência de infiltrados dentro da Frelimo. 

Os intervenientes falavam neste sábado, à margem da marcha da Frelimo de repúdio às manifestações violentas.

Luzia Moniz e Julião Alar dizem que a SADC pode não conseguir uma resposta assertiva  para a tensão política e social que caracteriza Moçambique. Os analistas de política internacional exemplificam que está enfraquecida a cooperação entre os membros.

Harare foi, na última quarta-feira, cidade de concentração dos líderes da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral, cujos pontos de agenda estavam virados  para a tensão política em Moçambique e o conflito no leste da República Democrática do Congo. No que toca a Moçambique, a activista social e analista política, Luzia Moniz, tem dúvidas de que o bloco consiga uma acção concreta e eficaz, devido a sua fragilidade.

“Uma parte da SADC já tomou parte no conflito. Por isso, não creio que a partir da SADC saia alguma solução que ajude a debelar esse conflito. Eu acredito que a solução será mais interna. Será mais uma solução dos moçambicanos. Agora, apenas cinco países, incluindo o anfitrião, tiveram representados a acção a mais alto nível”, diz Luzia Moniz. 

Para a activista Social,  há um sinal claro de desinteresse por parte dos líderes dos 16 países, em se posicionar contra a insegurança na região. na sua visão “isso demonstra a falência da própria SADC, foram notórias as ausências dos líderes,  quando o encontro pretende discutir duas questões importantíssimas, de segurança, importantes para o desenvolvimento de qualquer sociedade. Nenhuma sociedade se desenvolve tendo por base a segurança”.

Ademais, há outras dificuldades que circunda o bloco. No caso da insegurança da República Democrática do Congo, Julião Alar aponta as dificuldades financeiras da SADC para responder às necessidades.

“Por exemplo, na missão que vai terminar em Dezembro na RDC, previa-se, se não estou equivocado, o envio de 4 800 soldados, mas por questões de financiamento não foi possível o envio deste número de soldados. Há desafios no terreno, porque combater ou lidar com o campo militar necessita também o domínio de língua para questões de recolha de informação, para questões  ligadas à espionagem das actividades do inimigo”, lamenta a fonte.

Além de lamentar as perdas humanas e o vandalismo e reafirmar o compromisso para garantir a paz, segurança e estabilidade, a SADC ainda não emitiu quaisquer recomendações.

A chefe da Brigada central da Frelimo de assistência à província de Manica, Esperança Bias, disse esperar que o diálogo entre o Presidente da República e os quatro candidatos presidenciais traga resultados para um ambiente de paz.

Esperança Bias visitou o Mercado Feira, na cidade de Chimoio, em Manica, onde disse ter constatado que tudo corre com normalidade. 

“Os vendedores estão nas suas bancas, estão a vender e é isso que nós queremos. E tive a oportunidade de ver muita couve, muito tomate e muita cebola. Isso é sinal de que as pessoas não estão a parar de produzir”, disse Bias.

Sobre o diálogo agendado para o dia 26, deste mês, entre o Presidente da República e candidatos presidenciais, Esperança Bias disse esperar que todos os candidatos se façam presentes e contribuam para “um diálogo saudável”.  

“Que este diálogo traga resultados para um ambiente de tranquilidade, para um ambiente de serenidade, que é o que todos queremos. Estamos a ver aqui, as pessoas estão a trabalhar normalmente e é isso que nós queremos”, afirmou. 

Por outro lado, os membros da Frelimo em Manica estão empenhados na limpeza dos principais mercados.

“Mais uma vez condenarmos o comportamento desviante em que jovens e crianças saem à rua a queimar pneus, destruir infraestruturas sociais, o que é muito mau”, disse Tomás Chitlango.

O Edil de Chimoio, João Ferreira, afirmou que manter a cidade limpa faz parte de suas responsabilidades. “Tivemos o nosso glorioso Partido Frelimo a colaborar connosco para que a cidade esteja  cada vez mais limpa e manter a cidade limpa. Por isso, viemos aqui, ao mercado Catanga, para fazer isso, fazer aquilo que é a nossa responsabilidade”.

As Jornadas de limpeza nos mercados, segundo os camaradas, terão lugar ainda nos próximos finais de semana.

 

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