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FEMATRO mantém negociações com o Governo sobre o aumento dos preços, numa altura em que os transportadores estão divididos quanto à proposta de incremento de cinco meticais e à reivindicação de 20 meticais.

O preço dos transportes públicos poderá agravar-se a partir de 1 de Novembro, no contexto das negociações entre a Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO) e o Governo sobre as compensações aos operadores.

Apesar de ainda não haver uma data definida para o pagamento das compensações, os transportadores continuam divididos quanto à proposta de incremento de cinco meticais nas tarifas. Enquanto uma parte admite aceitar o valor, desde que se mantenha o subsídio atribuído pelo Governo, outros defendem a proposta submetida pela FEMATRO, que prevê um aumento de 20 meticais.

Perante a falta de consenso, a Federação anunciou que vai retomar as negociações com o Executivo, com vista à identificação de uma solução que responda às preocupações dos transportadores e dos passageiros.

A indefinição em torno das compensações e do reajustamento das tarifas surge numa altura em que havia uma tendência de paralisação dos transportes para segunda-feira, 12 de Outubro. Entretanto, a FEMATRO apelou aos operadores para não avançarem com a suspensão das actividades, defendendo a continuidade do diálogo com o Governo.

Segundo a Federação, os transportadores deram um voto de confiança à sua direcção para prosseguir com as negociações. O ponto de situação deverá ser apresentado numa nova reunião, marcada para 26 de Outubro.

A FEMATRO considera que o aumento das tarifas é necessário para garantir a rentabilidade da actividade e melhorar as condições de operação do transporte público no país. A Federação defende que os operadores precisam de receitas suficientes para continuar a prestar serviços e assegurar condições de trabalho adequadas.

Entretanto, o eventual agravamento dos preços poderá representar um encargo adicional para os passageiros, que aguardam por uma solução para o diferendo entre os transportadores e o Governo.

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Meses depois das inundações, o Instituto Politécnico de Chókwè (ISPG) continua a contabilizar perdas que vão muito além dos campos alagados. 

Uma motobomba com capacidade para bombear 900 metros cúbicos de água por hora permanece inutilizada após ter ficado submersa, comprometendo a capacidade produtiva da instituição, assim como a formação prática dos estudantes 

Os prejuízos provocados pelas inundações estão a limitar a actividade produtiva na instituição. Os números revelam a dimensão da situação. A instituição projectava explorar 60 hectares nesta campanha agrícola, mas a realidade actual não ultrapassa os 18 hectares. 

É uma queda superior a 70 por cento, num estabelecimento criado precisamente para ensinar produção agrícola através da prática. Sem a motobomba a diesel, utilizada para garantir a rega durante interrupções de energia, os intervalos de irrigação tornaram-se mais longos e, por isso, a  produtividade caiu.

Na aquacultura, o desastre segue a mesma lógica de perdas, pois as enxurradas destruíram 12 tanques de engorda de peixe. O impacto dos danos não se limita à produção agrícola. A redução das áreas em exploração afecta igualmente a componente prática dos cursos ministrados pela instituição, sobretudo nas áreas de Engenharia Agrícola e Hidráulica, onde os campos funcionam como extensão das salas de aula.

Sem uma avaliação financeira concluída, a instituição ainda não sabe quanto será necessário para reparar os danos. Enquanto isso, os efeitos das enxurradas continuam presentes nos campos, nos sistemas de produção e nas actividades de formação.

O Marrocos empatou com o Brasil a uma bola em jogo da primeira jornada do grupo C do Mundial de futebol que decorre nos Estados Unidos, México e Canadá. Qatar e Suíça também empataram a um golo e Austrália e Escócia vencerem os seus jogos.

Marrocos tornou-se na segunda equipa africana a estrear-se no Mundial 2026, depois da África do Sul, no jogo inaugural da competição. E o adversário dos magrebinos não podia ser outra, a justificar a quarta posição alcançada em 2022: o Brasil.

A selecção africana até teve o melhor arranque na partida, ao marcar primeiro, através de Ismael Saibari, aos 21 minutos, num magistral chapéu a Álisson, já fora dos postes.

Marrocos até podia ter feito o 2-0 ainda antes da meia hora do jogo, quando Hakimi galgou terreno e à entrada da área rematou ao lado.

O Brasil, penta-campeão mundial, não desfaleceu e acordou do sono, com Vinícius Júnior a carregar a escrete para o empate, num remate cruzado, aos 32 minutos, após jogada individual.

Paquetá também testou os reflexos de Bounou, mas o guardião marroquino esteve mais atento.

O Brasil queria a todo custo sair com a vitória, mas Bounou mostrou-se seguro nos postes e nem mesmo Raphinha conseguiu acertar nas redes.

A Escócia torna-se assim o líder do grupo C, após vencer o Haiti no outro jogo, graças ao golo apontado por John McGinn, aos 28 minutos.

Pelo grupo B, Qatar e Suíça empataram a um golo na noite deste sábado. Breel Emboló abriu o marcador para os europeus, de grande penalidade, aos 17 minutos, mas os asiáticos empataram ao apagar das luzes, graças ao golo de Miro, de cabeça, aos 90+4 minutos.

A Austrália, que venceu a Turquia por 2-0 na madrugada deste domingo, lidera o grupo com três pontos.

Dezenas de pessoas com albinismo marcharam, neste sábado, pelas ruas da cidade de Maputo, para exigir maior inclusão social, igualdade de oportunidades e acesso ao protector solar, um produto considerado essencial para a prevenção do cancro da pele.

A iniciativa enquadra-se nas celebrações do Dia Internacional de Consciencialização sobre o Albinismo, assinalado anualmente a 13 de Junho, e visou chamar a atenção para os desafios que continuam a afectar esta camada da população.

Munidos de cartazes e palavras de ordem, os participantes percorreram várias artérias da capital moçambicana para denunciar o estigma social, a discriminação e as dificuldades de acesso ao emprego que ainda enfrentam.

Entre as principais reivindicações dos manifestantes destacou-se o acesso ao protector solar, cuja utilização regular é fundamental para proteger a pele dos efeitos nocivos da exposição ao sol. Segundo os participantes, o elevado custo do produto continua a impedir que muitas pessoas com albinismo tenham acesso a este meio indispensável de prevenção.

As celebrações do Dia Internacional de Consciencialização sobre o Albinismo contaram igualmente com a participação de pessoas com diferentes tipos de deficiência, numa demonstração de solidariedade e defesa conjunta da inclusão social.

A efeméride culminou com a realização de um workshop subordinado ao lema “Na Minha Pele”, durante o qual foram debatidos os desafios, as conquistas e as perspectivas para a promoção dos direitos das pessoas com albinismo em Moçambique.

Os participantes defenderam a adopção de medidas concretas para garantir o acesso à saúde, à educação, ao emprego e à protecção social, reiterando o apelo para que as pessoas com albinismo sejam reconhecidas e tratadas com dignidade e respeito.

A população de Chilembene, no distrito de Chókwè, província de Gaza, interceptou na madrugada deste sábado um camião que transportava 175 sacos de adubo, alegadamente desviados dos armazéns do distrito de Chibuto. O caso eleva para quatro o número de ocorrências do género, registadas em menos de dois meses, envolvendo insumos destinados às vítimas das recentes cheias.

O material era transportado por um camião de seis toneladas da marca Hino, surpreendido quando tentava descarregar a carga num alegado armazém clandestino, localizado em Chiduachine, no Posto Administrativo de Chilembene.

Segundo o chefe do Posto Administrativo de Chilembene, Noé Vasco, há fortes indícios de que parte dos fertilizantes tenha sido desviada dos armazéns de Chibuto, onde estavam armazenados insumos destinados à assistência e recuperação dos agricultores afectados pelas inundações.

De acordo com a mesma fonte, outra parcela do adubo poderá ter sido adquirida de forma irregular junto de agricultores da localidade de Macavelane.

A descoberta ocorre numa altura em que milhares de camponeses continuam a enfrentar dificuldades para recuperar das perdas provocadas pelas cheias, que afectaram a província de Gaza nos últimos meses. Os insumos agrícolas, distribuídos por parceiros e pelo Governo para apoiar a retoma da produção, têm sido alvo de sucessivos casos de alegado desvio.

Com este novo episódio, sobe para quatro o número de casos de apreensão ou denúncia de desvio de sementes e fertilizantes registados em menos de dois meses na região.

Entretanto, o Governo distrital de Chibuto ainda não se pronunciou sobre a sucessão destes casos. Por sua vez, a Polícia da República de Moçambique (PRM) informou que deverá apresentar um posicionamento oficial sobre a ocorrência na próxima segunda-feira.

As autoridades prosseguem com as investigações para determinar a origem da carga e identificar os responsáveis pelo alegado esquema de desvio de insumos agrícolas destinados às populações afectadas pelas calamidades naturais.

 

Um incêndio de grandes proporções destruiu, na noite de quinta-feira, o supermercado Spar, localizado na cidade da Matola, provocando avultados prejuízos materiais e deixando em choque clientes e trabalhadores do estabelecimento.

O fogo deflagrou por volta das 21 horas e consumiu praticamente toda a infra-estrutura, incluindo o armazém e os produtos armazenados. Na manhã seguinte ao sinistro, equipas do Serviço Nacional de Salvação Pública continuavam a trabalhar para debelar os últimos focos de incêndio ainda activos no interior do edifício.

No local, o governador da província de Maputo, Simão Tule, afirmou que os trabalhos de rescaldo prosseguiam e que ainda era prematuro avançar com conclusões sobre as causas do incêndio.

“Neste momento ainda decorrem os trabalhos para debelar o fogo, porque ainda há focos de incêndio no interior. Os bombeiros estão aqui desde ontem a fazer este trabalho”, declarou.

Segundo o governador, somente após a conclusão das operações será possível avaliar a extensão dos prejuízos e iniciar o processo de apuramento das causas do sinistro.

“Assim que terminar o trabalho dos bombeiros, poder-se-á fazer a avaliação do que aconteceu e procurar saber das causas que estarão na origem deste incêndio”, referiu.

Simão Tule lamentou a destruição do estabelecimento, destacando a importância do supermercado para os residentes da Matola e zonas circunvizinhas.

“É com muita pena que assistimos a esta situação. Muitas pessoas tinham este supermercado como local habitual para fazer as suas compras. Infelizmente, ficou completamente destruído”, afirmou.

Apesar da dimensão dos danos, o governador revelou que o estabelecimento possui cobertura de seguro, o que poderá facilitar o processo de recuperação.

“Felizmente, o supermercado está assegurado. Depois da avaliação dos prejuízos, poder-se-á decidir os próximos passos e avançar para uma possível reabilitação e retoma das actividades”, explicou.

Questionado sobre as possíveis causas do incêndio, Simão Tule recusou-se a avançar qualquer hipótese, sublinhando que ainda decorrem avaliações técnicas no local.

“É difícil prever o que aconteceu. Neste momento não é possível dizer quais são as causas ou o que está por detrás deste incêndio. Depois da avaliação, a informação será divulgada”, declarou.

Até ao momento, não há registo de vítimas. As autoridades continuam concentradas na conclusão das operações de rescaldo e no apuramento das circunstâncias que estiveram na origem do incêndio.

O Papa Leão XVI nomeou novos administradores apostólicos para as arquidioceses da Beira e de Quelimane. 

Trata-se de Dom António Manuel Bogaio Constantino, bispo de Caia, que passa a liderar a administração apostólica da Beira, enquanto Dom Estêvão Ângelo Fernando, bispo de Alto Molócuè, assume a Diocese de Quelimane.

As nomeações foram divulgados através de um comunicado da Conferência Episcopal de Moçambique, dias após o assassinato de Dom Osório Citorra,  entao bispo da diocese de Quelimane e administrador Apostólico da Arquidiocese da Beira. 

As decisões enquadram-se no processo de reorganização pastoral das duas circunscrições eclesiásticas.

Os administradores apostólicos terão a missão de assegurar a continuidade pastoral e administrativa até à eventual nomeação dos respetivos titulares pelo Santo Padre.

O Município de Maputo vai interditar a venda de mariscos na praça 25 de Junho, nas imediações do Porto de Maputo, a partir do próximo domingo, 14 de Junho. A medida não está a ser bem acolhida pelos informais que operam no local. 

Mariscos expostos ao ar livre, garrafas de bebidas alcoólicas jogadas no chão e viaturas estacionadas longe de qualquer organização, é o actual retrato das imediações da praça 25 de Junho e a emblemática fortaleza e o Porto de Maputo. Mas há uma nova ordem para o local de busca de subsistência dos vendedores informais. 

O conselho municipal de Maputo quer organizar o local

A medida ressurge em um contexto de requalificação da praça após longos anos de enceramento. A eventual reabertura, vai obrigar realocação dos comerciantes nos mercados formais.

Embora o Município garanta haver mercados preparados para receber os vendedores, os informais recusam abandonar o local onde dizem conseguir sobreviver

Os municípios de Xai-Xai, Inhambane e Chimoio informaram ao Governo que não vão aderir ao subsídio de transporte, tendo preferido agravar as tarifas. O Ministério dos Transportes e Logística diz que o processo de verificação dos transportadores licenciados e pagamento do subsídio é acompanhado por uma auditoria e se não houver conformidade, poderá haver responsabilização.

O Ministério dos Transportes assegura ter feito o pagamento do primeiro mês de subsídio ao transportador, depois da verificação do número de transportadores licenciados e após agravar-se o preço dos combustíveis a 7 de Maio. Mas, neste processo, houve quem rejeitou o subsídio.

O processo de verificação dos transportadores licenciados é acompanhado por uma auditoria e terá de ser refeita a verificação nos próximos pagamentos. Enquanto isso, vários municípios ainda não deram informação sobre adesão ao subsídio.

Depois dos três meses de pagamento de subsídio, será instalado um sistema nos transportes para melhor controlo das despesas relativamento ao combustível.

A Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários, por sua vez, confirma ter sido feito o pagamento do primeiro mês do subsídio e explicou as razões do subsídio não abranger o transporte interdistrital e interprovincial.

Enquanto isso, o Executivo diz ter recebido da FEMATRO uma proposta sobre tarifas interprovinciais ainda não homologadas. As informações foram avançadas em conferência de imprensa convocada pelo Ministério dos Transportes para dar o ponto de situação do pagamento de subsísio ao transporte.

Maputo acolheu, nos dias 11 e 12 de Junho, a quinta edição da Conferência Empresarial Renováveis em Moçambique (RENMOZ 2026), evento que reuniu representantes do Governo, sector privado, investidores, instituições financeiras e parceiros de desenvolvimento para debater o futuro da transição energética no país.

A conferência destacou a necessidade de mobilizar mais investimento, reforçar o papel do sector privado e transformar oportunidades em projectos concretos para acelerar o acesso universal à energia e expandir a capacidade de geração e transmissão eléctrica.

Com mais de 500 participantes de 18 nacionalidades, a RENMOZ 2026 confirmou o crescente interesse pelo sector das energias renováveis em Moçambique. Do total dos participantes, 45 por cento representavam empresas, 39 por cento instituições governamentais e públicas moçambicanas, e 10 por cento instituições financeiras.

Na sessão de abertura, o Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Estevão Pale, destacou que o alcance das metas nacionais de acesso à energia, industrialização, criação de emprego e aumento da competitividade económica exige elevados investimentos, apontando o sector privado como um parceiro central nesse processo.

Por sua vez, o Embaixador da Alemanha em Moçambique, Ronald Münch, defendeu o reforço das parcerias para acelerar a implementação de projectos energéticos, enquanto os representantes da Associação Moçambicana de Energias Renováveis (AMER) e da Associação Lusófona de Energias Renováveis (ALER) sublinharam a importância da conferência como espaço de diálogo, confiança e promoção de investimentos.

Entre os principais anúncios realizados durante o evento destacam-se a apresentação do PROMIR-MZ, o lançamento previsto de um concurso para mini-redes no segundo semestre de 2026, a assinatura do acordo Subsidiary Agreement – PURE, os avanços do programa PROLER e a assinatura de um acordo de financiamento entre a ElectriFI e a Source Energia para apoiar projectos de energias renováveis no país.

A conferência serviu igualmente de palco para a apresentação da quinta edição da publicação “Resumo: Renováveis em Moçambique”, que aponta para uma taxa de electrificação de 66,4 por cento em 2025 e reafirma a meta nacional de alcançar o acesso universal à energia até 2030.

Segundo os dados apresentados, a capacidade instalada de geração eléctrica deverá aumentar de cerca de 2,9 gigawatts em 2025 para aproximadamente 9,5 gigawatts em 2032, mantendo as energias renováveis como principal fonte de geração.

Apesar do potencial do sector, a mobilização de financiamento continua a ser um dos principais desafios. A Estratégia de Transição Energética prevê necessidades de investimento de 18,6 mil milhões de dólares até 2030 e superiores a 80 mil milhões de dólares até 2050. Entre 2013 e 2024, Moçambique recebeu 755 milhões de dólares em investimentos em energias renováveis, dos quais apenas 20 por cento tiveram origem no sector privado.

Durante as sessões de negócio foram apresentadas diversas oportunidades de investimento em geração, transmissão, mini-redes, usos produtivos de energia e cozinha limpa. A Electricidade de Moçambique (EDM) anunciou 16 projectos de geração e 11 de transmissão avaliados em mais de 4,6 mil milhões de dólares. Já a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) apresentou projectos avaliados em mais de 3,1 mil milhões de dólares, incluindo a Nova Central Norte, uma central solar e a modernização da Central Sul.

No domínio das mini-redes, foram identificadas oportunidades associadas a sete pré-clusters, 100 locais e nove potenciais usos produtivos de energia, reforçando a aposta em soluções fora da rede para acelerar a electrificação das zonas rurais.

O segundo dia do evento ficou marcado por debates sobre o desbloqueio de investimento para um crescimento energético inclusivo, cooperação regional no espaço da CPLP e pela realização do Seminário Nacional de Biocombustíveis 2026, que discutiu mecanismos para impulsionar o mercado, atrair financiamento e fortalecer a cadeia de valor dos biocombustíveis.

Organizada pela AMER e pela ALER, em parceria com o programa europeu GET.invest, a RENMOZ 2026 reafirmou o seu papel como plataforma de ligação entre visão estratégica, financiamento e implementação, num momento em que Moçambique procura consolidar-se como um mercado estratégico e um polo regional de energia renovável.

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