O desporto nacional esteve em destaque esta quarta-feira, no Circuito de Manutenção Física António Repinga, na Cidade de Maputo, com a realização de uma cerimónia de homenagem ao pugilista profissional moçambicano Tiago Muxanga. Promovido pela Amaramba Capital Dealer, o evento serviu para enaltecer e premiar o mérito, a dedicação e o impacto internacional das recentes vitórias do atleta.
A sociedade financeira reuniu dirigentes desportivos e a imprensa para celebrar o trajecto invicto do pugilista moçambicano e reforçar o seu compromisso com a responsabilidade social.
Tiago Muxanga ostenta actualmente um percurso invicto no boxe profissional, impulsionado pela conquista de dois títulos de prestígio global, obtendo como palmarés o título de Campeão Africano da International Boxing Organization (IBO All Africa), sendo igualmente detentor do Cinturão de Prata da Commonwealth (Commonwealth Silver Belt).
Estes marcos não só elevam o estatuto do pugilista, como colocam Moçambique no mapa das grandes decisões do boxe internacional. Durante a cerimónia, o Director Financeiro da Amaramba Capital Dealer,
Baptista Machava, destacou a necessidade de apoiar referências nacionais que inspiram a juventude e projectam o país no panorama internacional.
“Tiago Muxanga demonstra que, com disciplina, foco e determinação, é possível alcançar o topo do mundo. Na Amaramba Capital Dealer, acreditamos que a nossa missão ultrapassa os mercados financeiros e o investimento de capital. O nosso compromisso social exige que sejamos catalisadores do desenvolvimento humano e da excelência moçambicana. Homenagear o Tiago é reconhecer um símbolo de superação e investir no orgulho de toda uma nação.”, disse Baptista Machava, em representação de Joaquim Bazar, PCA da Amaramba Capital Dealer.
A direcção da Federação Moçambicana de Boxe (FMBoxe) marcou presença no evento e enalteceu a iniciativa da Amaramba Capital Dealer, sublinhando que o envolvimento do sector privado é determinante para a sustentabilidade do desporto de alta competição.
“A trajectória do Tiago Muxanga no boxe profissional é fruto de anos de entrega, mas consolida-se de forma muito mais sólida quando o sector empresarial se junta à causa desportiva. Agradecemos à Amaramba Capital Dealer por este gesto exemplar de reconhecimento. Esperamos que esta acção sirva de inspiração para que mais instituições financeiras e empresariais apostem nos nossos atletas.”, disse Gabriel Júnior, Presidente da Federação Moçambicana de Boxe.
O pugilista reiterou a sua determinação em continuar a defender as cores do país nos ringues internacionais.
“Receber esta homenagem da Amaramba Capital Dealer dá-me ainda mais força para continuar a trabalhar no duro. Estes títulos não são apenas meus, pertencem a Moçambique, à minha equipa e a todos os que acreditam no nosso boxe. O meu objectivo é continuar invicto e trazer mais cinturões para a nossa terra.”, promete Tiago Muxanga.
O Governo do distrito de Chiúre, em Cabo Delgado, exorta as populações que estão a retornar às suas zonas de origem, depois dos ataques terroristas, a praticarem a actividade agrícola, de modo a reerguer as suas vidas.
Trata-se das populações dos postos administrativos de Chiúre-Velho Mazeze e Ocua, onde em finais de Fevereiro passado foram registados incursões de terroristas.
O administrador de Chiúre, Oliveira Amino, que falava à Rádio Moçambique, em Pemba, disse ser necessário que as famílias deslocadas retornem às zonas de origem e se engajem em actividades produtivas para combater a dependência alimentar.
Oliveira Amimo informou que, neste momento, o desafio é colocar a funcionar as instituições do Estado ao nível da sede do posto administrativo de Mazeze, onde algumas infraestruturas foram destruídas pelos terroristas.
“Para quem tem machambas é ideal que recomece a velar pelo seu campo de produção. Neste momento estamos a verificar que esses retornos estão a acontecer sem sobressaltos”, disse a fonte.
Os casos de cólera estão a aumentar no mundo, principalmente em África. O anúncio foi feito pela Organização Mundial da Saúde, que exorta para a produção das vacinas contra a cólera com maior urgência.
O aumento de casos da cólera em África, sobretudo nos países como República Democrática do Congo, Etiópia, Somália, Sudão, Zâmbia, Zimbabwe, Haiti e Síria tem preocupado a Organização Mundial da Saúde. Só em de 2023, a OMS registou mais de 700.000 casos da cólera, facto que é considerado como trágico, por se tratar de uma doença evitável, cujos casos vinham diminuindo nos anos anteriores.
Embora estejam a ser feitos esforços para que se aumente a higiene e o acesso à água potável em algumas regiões, factores relacionados com o clima, a insegurança económica, os conflitos e a deslocação da população têm impulsionado surtos de cólera, elevando taxas de mortalidade.
“É crucial que se invista no acesso aos cuidados de saúde e acelerar a produção adicional de doses acessíveis da vacina oral contra a cólera. Os membros do Grupo Internacional de Coordenação para a disponibilização de vacinas apelam aos governos, doadores, fabricantes de vacinas, parceiros e comunidades para que se juntem num esforço urgente para travar e inverter o aumento da cólera. É necessária uma ação imediata para travar a doença” referiu a OMS.
Outra preocupação da OMS está no número de doses de vacinas disponíveis, em comparação com o nível de necessidade actual. Entre 2021 e 2023, foram solicitadas mais doses para a resposta a surtos do que em toda a década anterior. Só em outubro de 2022, a escassez de vacinas obrigou o Grupo Internacional de Coordenação a recomendar uma dose única de vacina, em vez do anterior regime de duas doses, para além de que as campanhas de vacinação preventiva tiveram de ser adiadas para preservar as doses para os esforços de controlo dos surtos de emergência.
O Presidente do Partido Social Democrata, Luís Montenegro, foi indigitado, esta quinta-feira, pelo chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa.
Luís Filipe Montenegro Esteves é o homem que se segue na liderança do Governo português, em substituição de António Costa, que deixou o cargo por estar a ser investigado em casos de corrupção.
Luís Montenegro é o presidente do Partido Social Democrata e venceu as legislativas em Portugal por via da Aliança Democrática, AD.
De 51 anos, Montenegro é de centro-direita. Homem com formação em Direito, foi eleito deputado pela primeira vez em 2002, tendo sido releito quatro vezes. Já carrega uma experiência de 16 anos na Assembleia da República portuguesa, onde dirigiu a bancada do PSD entre 2011 e 2017.
O novo primeiro-ministro foi indigitado na madrugada desta quinta-feira por Marcelo Rebelo de Sousa, presidente de Portugal. A nomeação aconteceu após uma curta audiência de cerca de 20 minutos, no Palácio de Belém, a segunda em poucas horas, e no mesmo dia em que Marcelo fechou o ciclo de audiências com todos os partidos.
Em comunicado, publicado na página da Presidência, Marcelo informa que decidiu indigitar o Luís Montenegro como Primeiro-Ministro, após este ter apresentado oportunamente ao Presidente da República a orgânica e composição do Governo.
Após a indigitação, Luís Montenegro reagiu, ainda no Palácio de Belém. “Era inviável poder estar aqui de manhã e era ao mesmo tempo útil participar nessas reuniões em Bruxelas, já como primeiro-ministro indigitado”, afirmou.
“No dia 28, virei apresentar a composição do futuro Governo, tendo também acertado (com o Presidente) que a data da tomada de posse será no dia 2 de Abril”, anunciou.
O novo Primeiro-ministro foi recebido, ainda esta quinta-feira, pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em Bruxelas, onde participa na reunião do Partido Popular Europeu (PPE) que antecede a cimeira de líderes europeus.
Lembre-se, Portugal tem relações históricas com Moçambique, país por si colonizado e que hoje, as duas nações, cooperam em várias frentes.
Guardas do Estabelecimento Prisional de Lisboa, em Portugal, iniciaram as zero horas de hoje uma greve contra a decisão do Governo de encerrar a prisão até 2026. A greve que irá até Abril visa também reivindicar melhores salários e condições de segurança nas cadeias.
A greve acontece num contexto em que, nesta semana, dois guardas prisionais foram agredidos por reclusos, um deles foi golpeado com uma caneta afiada e o outro levou um soco na cabeça. Ambos estão a receber um tratamento hospitalar.
Os guardas do Estabelecimento Prisional de Lisboa decidiram iniciar uma grave que vai até Abril sem data de término, como forma de contestar a decisão do Governo Português de encerrar o Estabelecimento Prisional até 2026.
O encerramento vai ocorrer em fases, sendo que na primeira fase os guardas serão transferidos para outras unidades prisionais, que segundo o dirigente do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional, Frederico Morais, é uma decisão catastrófica. Porque a transferência de presos e consequentemente dos guardas, vai deixar menos de uma centena de guardas para controlar mais de 500 prisioneiros nas cadeias escaladas.
A classe dos guardas contesta o encerramento do estabelecimento alegadamente por ser “sem justa causa” e esperam do Governo uma resposta positiva. Também reivindicam uma valorização salarial, progressões na carreira, subsídio de missão e condições para a atratividade da profissão e das condições de segurança afim de evitar que reclusos continuem a agredir a estes profissionais nas cadeias.
Uma unidade de elite da polícia sul-africana fez buscas, ontem, na casa da presidente do Parlamento, Mapisa-Nqakula, na cidade de Joanesburgo, devido a um alegado caso de corrupção.
Nqakula é acusada de receber subornos em troca de concessão de contratos, quando era ministra sul-africana da Defesa.
Uma empresária chegou a dizer que pagou dois milhões e trezentos mil rands à actual presidente do parlamento sul-africano.
Um comunicado do parlamento sul-africano, emitido esta quarta-feira, indica que a presidente do órgão cooperou com os agentes da polícia, durante as buscas de cinco horas, e que ela mantém a convicção de que é inocente.
Sessenta e oito gavetas de conservação de corpos na morgue municipal anexa ao Hospital Central de Maputo não funcionam. Há queixas de cobranças ilícitas para a cedência de espaço de modo a se conservar os corpos, facto que levou a edilidade a ir fiscalizar os trabalhadores.
A morgue municipal anexa ao Hospital Central de Maputo tem capacidade para conservar 140 corpos. Entretanto, apenas 72 gavetas estão a funcionar. feitos os cálculos, o resultado indica que 68 gavetas de conservação de corpos estão “engavetadas”.
No meio deste défice de meios, a edilidade de Maputo tomou conhecimento de queixas de mau atendimento e cobranças ilícitas para a conservação dos restos mortais na disputa da morgue que está no centro da Cidade.
Esta quarta-feira, a vereadora da Saúde e Qualidade de Vida, Alice De Abreu, fez uma “visita surpresa” à infraestrutura para examinar os trabalhos e atuação dos funcionários do CMCM. Ao fim da “rusga”, não deixou claro, entretanto, se as denúncias eram ou não verdadeiras. Tendo se limitado a considerar que o trabalho continua.
Alice de Abreu acredita que os munícipes contribuem para as cobranças indevidas, aliciando aos trabalhadores da morgue, por isso, apela.
“O número da linha verde. nós sempre pautamos por sensibilizar os funcionários e também as utentes, para não aliciarem os funcionários. se eu venho a morgue e tenho informação de que está cheio,todas as câmaras estão cheias não devo aliciar para que o funcionário coloque o corpo do meu ente-querido la, para conservação ”
Sobre o facto de quase metade das gavetas para a conservação de corpos não estarem a funcionar, a edilidade diz que há obras em execução para mudar o cenário e estão “orçadas em oito milhões de meticais e serão custeadas pelos fundos do Conselho Municipal de Maputo”, esclareceu a vereadora.
A não reclamação de corpos por parte de familiares contribui, segundo a edilidade, para a fraca capacidade de resposta desta morgue, que, em 2023, teve três mil corpos não reclamados. Os cadáveres, após 30 dias sem serem reclamados, são transferidos para a vala comum.
Cerca de 1400 reclusos têm conjuntivite hemorrágica em diferentes cadeias do país, segundo o Serviço Nacional Penitenciário. O SERNAP está preocupado com a propagação da doença, tendo reforçado a higiene nos estabelecimentos penitenciários, bem como adoptado medidas restritivas para travar o alastramento da conjuntivite hemorrágica.
O aumento de casos de conjuntivite hemorrágica está a ganhar, a cada dia que passa, contornos alarmantes no país.
E porque o número de casos tende a aumentar em todo o país, a doença propagou-se para estabelecimentos penitenciários, situação que deixa em alerta os gestores das cadeias do país, devido à rápida propagação.
A directora nacional dos Cuidados Sanitários no Serviço Nacional Penitenciário (SERNAP), Cremilde Anli, reconhece que a situação não é das melhores.
Cremilde Anli, que falou a partir de Chimoio, na Província de Manica, deu o ponto de situação do que está a ocorrer nas cadeias, indicando que cerca de 1400 pessoas foram diagnosticadas com a doença.
“Estamos, neste momento, com cerca de 1400 casos distribuídos por vários estabelecimentos prisionais do país, sendo que o estabelecimento prisional regional norte é que apresenta o maior número de casos. Estamos a falar de cerca de 600, mas temos também 300 casos no estabelecimento penitenciário de Sofala”, precisou.
Cremilde Anli apresentou, por outro lado, dados referentes ao Estabelecimento Penitenciário Provincial de Maputo.
“No Estabelecimento Penitenciário Provincial de Maputo, temos também registo de 300 casos de conjuntivite hemorrágica. Preocupamo-nos, principalmente, com o que está a ocorrer no Estabelecimento Penitenciário de Maputo, até porque percebemos que o foco de onde partiu a doença não é da comunidade, mas sim de um interno. Neste caso, procuramos fazer uma pesquisa e percebemos que ele, o paciente que teve a origem da doença, em nenhum momento teve contacto com alguém de fora. Ele está ali há algum tempo. Então, não sabemos exactamente de onde vem esta doença.”
Face ao surgimento do surto, o Serviço Nacional Penitenciário está a tomar medidas adicionais para conter a doença, segundo avançou a directora nacional do Serviço de Cuidados Sanitários no SERNAP.
“Medidas estão a ser tomadas, dentro do possível, no sector penitenciário. Estamos em contacto e em coordenação com os Serviços Provinciais de Saúde e os Serviços Distritais, no sentido de colmatar este problema dentro do sector. Todo aquele paciente recluso que é diagnosticado com esta doença será isolado dos demais. Estamos a fornecer sabão para higienização frequente das mãos. Temos água sempre disponível para que eles possam fazer a higienização das mãos e dos olhos”, assegurou.
A população reclusa em Moçambique é de cerca de 22 mil e está mantida em 157 estabelecimentos penitenciários, entre especiais, provinciais, regionais, distritais e centros abertos.
Forças de Defesa e Segurança de Moçambique (FDS) reforçam patrulha na costa marítima de Cabo Delgado para estancar as vias usadas para abastecer a logística dos terroristas na província.
Com efeito, foram estabelecidos perímetros de circulação das populações locais para permitir que as actividades de sustento fluam na região de uma forma regrada, sem pôr em causa a segurança.
O fuzileiro, Jesus Barreto, da Base Naval de Pemba, falando a jornalistas, explicou que no terreno há um trabalho coordenado.
“Nós, através das autoridades locais, temos a trabalhar com vista a identificar quem é que atravessa os tais perímetros; quem está dentro e por fora dos perímetros para evitar certos incidentes, porque nós, a partir dos régulos, secretários de bairros entendemos que têm documentos atribuídos pelo governo em que são autorizadas algumas pessoas a se fazerem ao mar. Temos pescadores, muitos dos nossos cidadãos cá na província de Cabo Delgado vivem de Pesca; então, não vamos no seu todo, impedir que pesquem. Temos a identificação atribuída a essas populações e então, a gente sabe quem está autorizado para pescar, quem deve estar naquela área e quem não deve estar. Assim, vamos colmatar a progressão dos insurgentes “, disse o fuzileiro Jesus Barreto da Base Naval de Pemba, entrevistado à margem da cerimónia de entrega, esta segunda-feira, de um certificado de reconhecimento à Base de Fuzileiros Navais pela bravura no combate ao terrorismo na província de Cabo delgado.
A Conferência sob o tema “Turismo e Economia Azul: um Oceano de Oportunidades” irá debater temas relacionados com a conservação ambiental, indústria pesqueira, transporte marítimo, logística e a integração da indústria de petróleo e gás.
A conferência está marcada para o dia 28 de Março de 2024 e irá contar com a presença de Eldevina Materula, Ministra da Cultura e Turismo de Moçambique, que fará a abertura do evento.
Este evento promete ser significativo e diferenciado para líderes e profissionais nos sectores de turismo e sustentabilidade, de acordo com os temas e os oradores, que serão apresentados durante a semana que antecede o evento.
A Conferência irá reunir especialistas em diferentes áreas, nomeadamente empresários e representantes governamentais para discutir as últimas tendências e desenvolvimentos na integração do turismo com práticas ambientais sustentáveis e o crescente sector da economia azul.
“A realização de conferências para debater a interligação de temas estruturantes para Moçambique pode chamar a atenção sobre questões-chave que afectam o país e que podem ajudar a impulsionar o crescimento económico e a criação de empregos. Ao juntar todos os stakeholders de referência, incluindo o sector privado, o governo e a sociedade civil, a 3ª Edição das Conferências Índico pode catalisar parcerias e colaborações que são essenciais não só para Moçambique, mas para uma região como um todo.” Afirmou o representante da Heineken, Filipa Neves, Directora de Marketing.
Durante a 3ª Edição das Conferências Índico será apresentada uma exposição de projectos no campo da sustentabilidade ecológica e da indústria verde, do transporte intermodal bem como de algumas indústrias extractivas, proporcionando aos participantes a oportunidade de explorar soluções práticas e sustentáveis para os desafios actuais. “Juntamos os principais players do Turismo e da Economia Azul no caso de Moçambique. Com eles, esperamos fazer o levantamento de oportunidades ligadas à economia azul para Moçambique e sugerir caminhos para a potencialização da localização e biodiversidade do país para que possa obter maiores ganhos”, disse Mia Temporário, Diretora da Executive Moçambique.
Sobre a 3ª Edição das Conferências Índico: Moçambique tem na forja a elaboração da Estratégia de Desenvolvimento da Economia Azul (EDEA), um documento que visa orientar os investimentos necessários para o desenvolvimento do sector que abarca várias atividades, desde a pesqueira, passando pelo transporte e logística, extracção de recursos, até o turismo, um segmento de forte potencial na economia moçambicana, atendendo a localização geográfica e biodiversidade do país.
Segundo especialistas, a Economia Azul em Moçambique registou avanços significativos nessa direção, caracterizados por progressos contínuos nas esferas política, estratégica, legal e institucional.
Entretanto, o que falta para desbloquear o potencial das Oportunidades do Ecossistema Marítimo e do Turismo Nacional, abrindo caminho para o desenvolvimento sustentável do sector e das comunidades?
Esta e outras questões serão respondidas na Iª Conferência do Índico sobre Turismo e Economia Azul.