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Antigo porta-voz da RENAMO intensifica contestação à liderança de Ossufo Momade e defende que o partido não pode chegar a Novembro mergulhado na actual indefinição. António Muchanga quer a convocação urgente do Conselho Nacional e um congresso extraordinário para eleger uma nova liderança.

A crise interna na RENAMO ganhou um novo capítulo, desta vez a partir de Vilankulo, na província de Inhambane, onde António Muchanga voltou a subir o tom contra Ossufo Momade e defendeu mudanças urgentes na direcção do partido, considerando que a maior força da oposição durante décadas está a perder espaço político e, nas suas palavras, a “morrer aos poucos”. O antigo porta-voz da RENAMO quer que o partido convoque o Conselho Nacional e avance para um congresso extraordinário que permita eleger uma nova liderança, colocando Novembro como limite político para a resolução da actual crise e argumentando que qualquer adiamento poderá comprometer a preparação da formação para o próximo ciclo eleitoral.

A passagem por Vilankulo integra uma movimentação que Muchanga diz estar a realizar por diferentes pontos da província de Inhambane para mobilizar membros em torno da necessidade de reformas internas, depois de ter passado por Zavala, Morrumbene e Massinga. Em Vilankulo, município actualmente governado pela RENAMO, o antigo deputado procurou usar os resultados eleitorais alcançados pelo partido em diferentes autarquias como argumento para sustentar que existe uma distância entre aquilo que considera ser a força eleitoral da organização e o estado actual da sua liderança, afirmando que a RENAMO conquistou municípios onde acabou por não assumir a governação e que esse percurso não pode ser ignorado quando se discute o futuro da formação política.

“Viemos despertar os colegas sobre a necessidade de haver reformas que vão culminar com a realização do congresso extraordinário, onde vamos eleger nova liderança do partido”, afirmou Muchanga, defendendo que a RENAMO precisa primeiro de colocar os seus órgãos internos a funcionar regularmente e, depois, resolver a disputa em torno da liderança através dos mecanismos estatutários. Segundo o político, o Conselho Nacional deveria reunir com maior regularidade e a ausência desses encontros está a contribuir para prolongar uma crise que, no seu entendimento, já começa a afectar a capacidade do partido de se posicionar perante os principais assuntos nacionais.

A pressão de António Muchanga sobre Ossufo Momade não começou em Inhambane. O antigo deputado tem sido uma das vozes mais críticas da actual direcção e, nos últimos meses, intensificou a exigência de saída do presidente da RENAMO, acusando-o de ser responsável pelo enfraquecimento da formação. Em Maio, Muchanga voltou publicamente a defender a retirada de Momade da liderança, enquanto em Julho anunciou que pretendia recorrer à Justiça para viabilizar a realização de um congresso, acusando a direcção de atrasar o funcionamento dos órgãos internos. A disputa chegou igualmente aos tribunais depois de Muchanga ter sido suspenso pelo partido, decisão que viria a ser anulada judicialmente.

Em Vilankulo, Muchanga acrescentou agora um elemento novo à pressão política: o calendário. Na sua leitura, a RENAMO não pode entrar em Novembro sem uma definição sobre quem conduzirá o partido, porque precisa de tempo para reorganizar as estruturas e preparar-se para as próximas eleições autárquicas. O político invocou os prazos eleitorais para justificar a urgência e sustenta que prolongar a disputa interna reduzirá a margem disponível para uma nova liderança reconstruir o partido e preparar a máquina eleitoral.

É neste contexto que Muchanga dirige uma das mensagens mais duras a Ossufo Momade, defendendo que o presidente deve reconhecer que perdeu apoio dentro da organização e facilitar uma transição antes que a crise se agrave. O antigo porta-voz chegou a pedir aos membros da RENAMO em Inhambane que “orem” para que Momade reconheça aquilo que considera serem erros cometidos durante a sua liderança e aceite uma reconciliação interna, mas deixa claro que, na sua perspectiva, essa reconciliação deve passar necessariamente pela mudança no topo do partido.

“Não podemos chegar a Novembro com esta situação de indefinição dentro do partido”, advertiu Muchanga, acrescentando que é Ossufo Momade quem deve assumir responsabilidades pelo actual ambiente interno. A posição representa mais um endurecimento de uma contestação que vem sendo protagonizada por diferentes sectores da RENAMO e que já envolveu antigos guerrilheiros, quadros seniores e estruturas locais. Em Fevereiro, Muchanga e Alfredo Magumisse já tinham exigido publicamente a renúncia de Momade, acusando a liderança de estar a hipotecar o futuro da organização.

Para sustentar a necessidade de mudança, António Muchanga não limita as críticas à organização interna e acusa Ossufo Momade de manter silêncio perante alguns dos principais problemas que afectam o país. No discurso feito em Vilankulo, enumerou a violência terrorista em Cabo Delgado, a situação de moçambicanos na África do Sul, o custo de vida e o descontentamento manifestado por diferentes grupos profissionais, entre professores, profissionais de saúde e magistrados, para questionar a capacidade do actual presidente da RENAMO de se afirmar como voz da oposição.

Na avaliação de Muchanga, um partido que durante décadas ocupou o lugar de principal força de oposição precisa de ter posições claras sobre os grandes debates nacionais e o silêncio que atribui a Ossufo Momade está a contribuir para aquilo que descreve como perda de relevância política. “O nosso chefe tornou-se mudo, tornou-se surdo”, disparou o antigo porta-voz, depois de questionar a ausência de pronunciamentos públicos do líder sobre vários assuntos que considera determinantes para a vida dos moçambicanos.

A crítica ganha peso num momento particularmente delicado para a RENAMO. Depois das eleições gerais de 2024, o partido perdeu o estatuto de principal força da oposição parlamentar, mudança que aprofundou o debate interno sobre liderança, estratégia e futuro político da organização. A contestação a Momade cresceu desde então e passou a envolver manifestações de antigos combatentes e ocupações de instalações partidárias, enquanto Muchanga se consolidou como uma das figuras mais visíveis da frente que exige mudanças.

Em Inhambane, a contestação já conheceu episódios de maior tensão, com membros do partido a protagonizarem acções contra a liderança e a exigirem a saída de Ossufo Momade. É neste ambiente que Muchanga percorre a província procurando apoio para uma agenda que pretende transformar a insatisfação dispersa numa pressão organizada pela convocação dos órgãos partidários e, posteriormente, de um congresso extraordinário.

Ossufo Momade lidera a RENAMO desde a morte de Afonso Dhlakama, em Maio de 2018, tendo sido eleito presidente do partido no congresso realizado em Janeiro de 2019. Desde então, conduziu a formação em dois ciclos de eleições gerais e esteve à frente do partido durante a implementação do processo de paz e desarmamento que se seguiu ao acordo assinado com o Governo em 2019.

É precisamente o legado político da RENAMO que Muchanga coloca agora no centro da disputa. O antigo porta-voz entende que a organização corre o risco de continuar a perder influência se não renovar rapidamente a liderança, enquanto os seus pronunciamentos mostram que a contestação deixou de estar concentrada apenas na exigência de saída de Ossufo Momade e passou a apresentar uma proposta concreta de transição: Conselho Nacional, reformas internas e congresso extraordinário para escolher quem deverá conduzir o partido.

A batalha que se desenha dentro da RENAMO será, por isso, tanto sobre Ossufo Momade quanto sobre o modelo de partido que emergirá da actual crise. Muchanga quer uma decisão antes de Novembro e percorre estruturas partidárias à procura de apoio para forçar essa mudança, enquanto o calendário político continua a avançar e reduz o tempo disponível para a reorganização pretendida pelos contestatários.

Em Vilankulo, a mensagem foi inequívoca: para António Muchanga, a RENAMO já não tem tempo apenas para discutir a crise, precisa de decidir quem a vai liderar para sair dela.

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A Frelimo marcou a abertura oficial da campanha eleitoral para a província de Sofala. A informação foi prestada, esta quarta-feira, em Maputo, pela porta-voz do partido, no fim da reunião ordinária da Comissão Política.

Ludmila Maguni disse que a Frelimo apela a todos os intervenientes para a realização de uma campanha ordeira e pacífica.

A porta-voz da Frelimo disse que a Comissão Política também foi informada sobre a luta contra o terrorismo em Cabo Delgado, bem como sobre o surto de sarampo, que fez vítimas mortais naquela província.

O edil de Quelimane, Manuel de Araújo, assegurou, na quarta-feira, que dispõe de 500 mil dólares norte-americanos para reconstruir o mercado central da urbe.

De Araújo, que falava à margem das cerimónias de celebração dos 82 anos da elevação de Quelimane à categoria de cidade, disse que “nós já conseguimos 500 mil dólares”, garantido, desta forma, que uma das formas de sobrevivência do município é a capacidade de manter parcerias com outras entidades, neste caso com o Governo americano.

Manuel de Araújo garantiu, ainda, que o orçamento total inclui um financiamento da embaixada da Noruega e a contribuição do município com fundos próprios.

“O projecto já foi traçado, o concurso já foi lançado e o empreiteiro já foi seleccionado. Dentro de dias, vamos lançar a primeira pedra”, assegurou o edil.

O edil de Quelimane prometeu que o mercado será transformado numa infra-estrutura de referência para a província da Zambézia e, se calhar, para todo o Moçambique, por se tratar de uma obra que terá, entre outras beneficiações, um espaço de lazer.

O Mercado Central de Quelimane foi destruído, no ano passado, por um incêndio de grandes proporções, que fez um morto, 38 feridos, e destruiu mais de cinco mil barracas e bancas.

Setenta advogados estão a responder em processos disciplinares em todo o país, por cometimento de várias infracções. Burlas, corrupção activa, associada a cobranças ilícitas, são infracções cometidas pelos visados.

O presidente do Conselho Jurisdicional, Hermenegildo Guilasse, pediu aos membros desta classe para se distanciarem da corrupção no exercício das suas actividades.

A fonte disse que o advogado deve pautar pela observância da ética e deontologia profissionais na prestação de serviços ao cidadão.

São informações tornadas públicas nesta quarta-feira, em Lichinga, numa palestra sobre a Ética e Deontologia Profissionais.

Por seu turno, a secretária de Estado na Província de Niassa, Lina Portugal, disse que chega de ouvir reclamações da população sobre a má qualidade de serviços e outros comportamentos desviantes dos advogados na região.

Tim Walz agradeceu oficialmente a sua indicação como vice-presidente de Kamala Harris, candidata democrata às presidenciais nos Estados Unidos da América.  No penúltimo dia da convenção, Walz atacou as políticas e os projectos do concorrente republicano, Donald Trump.

A penúltima noite da convenção dos democratas foi caracterizada pela apresentação oficial e discurso de Tim Walz, indicado para ser vice-presidente de Kamala Harris, caso a candidata democrata vença as eleições presidenciais dos Estados Unidos, a 5 de Novembro.

Actual governador e ex-professor, Walz aceitou oficialmente, em público, a indicação que chama da melhor honra na sua vida e carreira política, e atacou o projecto 2025, sobre saúde pública e revisão de impostos, criado pelos apoiadores de Donald Trump.

“Assim, enquanto outros Estados estavam a banir os livros das suas escolas, nós estávamos a banir a fome das nossas. Também protegemos a liberdade de reprodução porque no Minnesota respeitamos os nossos vizinhos e as escolhas pessoais que fazem” disse Tim Walz, Candidato a vice-presidente

Walz destacou a necessidade de mais investimento na educação, afirmando que em momentos difíceis soube ser e estar, por onde passou como professor. “Tinha 24 alunos na minha turma do liceu e nenhum deles foi para Yale. Um professor de liceu com 40 e tal anos, com filhos pequenos, sem experiência política e sem dinheiro, a concorrer num distrito vermelho profundo. Mas sabem que mais? Nunca subestime um professor de uma escola pública. Nunca. Nunca.”

Dentre várias figuras intervenientes no evento, Bill Clinton foi dos mais extensivos, num discurso apelativo ao voto à candidata democrata. Para o antigo presidente norte americano, Harris é a melhor opção para dirigir os destinos dos EUA.

Para Clinton “Há duas opções: os americanos podem seguir, ou podem evitar o que tem de ser feito, dividindo-nos, distraindo-nos e desviando-nos. Portanto, em 2024, temos uma escolha bastante clara, parece-me. Kamala Harris para o povo.” persuadiu Nancy Pelosi, antiga líder da câmara dos deputados

Por sua vez, a veterana dos democratas que se destacou na liderança da casa de representantes da câmara dos deputados, Nancy Pelosi, convidou os americanos a depositarem fé na candidata democrata.

Ela é astuta e estratégica em ganhar eleições difíceis, assegurando rapidamente a nomeação com dignidade e graça, e escolhendo Tim Walz como nosso Vice-Presidente.

A convenção dos democratas encerra esta quinta-feira, com o discurso oficial de Kamala Harris.

A selecção sénior feminina de basquetebol voltou a perder, desta vez contra Montenegro por 52-74, em jogo da segunda jornada do grupo B da fase de pré-qualificação. As “Samurais” somaram a segunda derrota na prova e jogam amanhã frente à Nova Zelândia.

Segundo teste para Moçambique depois de um arranque mal conseguido no torneio de pré-qualificação para o mundial de 2026, em que perdeu frente ao anfitrião México, numa partida em que apesar de ter chegado mesmo dia soube aguentar.

Era, por isso, imperioso vencer Montenegro, de modo a manter viva a esperança de garantir a qualificação para as meias-finais da prova. As estatísticas não eram favoráveis à selecção nacional, tendo em conta que o conjunto montegrino é o mais bem cotado ao nível do grupo B.

Estatísticas à parte, a verdade é que Moçambique teve um arranque promissor, que mostrou sinais de que queria alcançar um resultado diferente do primeiro jogo e daí sonhar com uma possível qualificação para as meias-finais da prova. Excelente trabalho de Ingvild Mucauro, que num lance bem desenhado soube finalizar com classe.

Esse foi o único momento do jogo em que Moçambique esteve em vantagem, pois Montenegro ditou as regras do jogo, controlando todas as manobras através de uma excelente leitura do jogo, quer defensivo quer ofensivo.

Ainda assim, Moçambique não baixou os braços, correndo sempre atrás do prejuízo, na perspectiva de mudar o rumo dos acontecimentos. Debalde! O primeiro período terminou com uma diferença de seis pontos pontos. 10-20 a favor do Montenegro.

No segundo período, as “Samurais” lideradas por Ingvild Mucauro e já depois de terem visto a distância pontual a agigantar-se, conseguiram recuperar com uma sequência de pontos, frutos de uma boa estratégia de bloqueio e aposta em, missões ofensivas. Essa postura permitiu que as Samurais ficassem a um ponto do seu adversário, 19-20. Foi sol de pouca dura, tendo em conta que Montenegro voltou a assumir as despesas da partida sufocando as “Samurais”.

Sucessivos erros do “cinco” nacional e um ataques avassaladores liderados por Mila Jovanovic permitiram que as montenegrinas aumentassem a diferença para 16 pontos, 19-35.

A selecção nacional chegou a ficar seis minutos sem converter um único cesto. Ajuntando aos quatro minutos da última etapa do segundo quarto, a Selecção Nacional ficou 10 minutos sem marcar, perdendo por 31-56.

52-74 foi o resultado final. Ingvild Mucauro foi a melhor unidade de Moçambique, com 13 pontos, três assistências e quatro roubos de bola.

Do lado das montenegrinas, Mila Jovanovic foi a mais produtiva com 20 pontos e três roubos de bola. Moçambique volta a jogar amanhã (sexta-feira) diante da Nova Zelândia, partida que vai servir apenas para cumprir o calendário.

 

O músico Jaco Maria vai dar uma concerto intimista, na Cidade de Maputo. A sessão está marcada para esta sexta-feira, a partir das 18h30, no Arriegua’s English Bar – Hotel Terminus.
O concerto intimista de Jaco Maria vai contar com convidados especiais, Mirla Riomar e Marcel Vallè. Para a organização, o casal vem dar o melhor de si, num encontro multicultural com Jaco Maria.

Durante a actuação, Jaco Maria será acompanhado por Hélder Gonzaga, na viola baixo, Tony Paco, na bateria, e Nicolao Cauaneque, no Piano.

Mirla e Marcel irão se apresentar em dueto. Mirla, na voz e percussão, e Marcel, na Guitarra.

Para o produtor do evento, Ginho Sibia, “será um concerto a não perder porque são daqueles momentos que, talvez, só teremos uma oportunidade na vida. Trata-se de acompanhar músicos de grande gabarito num só palco, numa fusão de culturas que, em algum momento, se encontram, isto é, Brasil e Moçambique”.

Jaco Maria é autor do álbum The Storyteller e, a partir da África do Sul, onde vive há anos, possui colaborações com vários músicos, entre os quais moçambicanos. Por exemplo, Jimmy Dludlu, Moreira Chonguiça, Ivan Mazuze e John Hassan.

Mirla e Marcel iniciam sua trajectória conjunta em 2015, em Salvador da Bahia. Mirla, uma cantora e compositora apaixonada por compartilhar a riqueza de sua cultura, através de suas composições, une-se a Marcel, um guitarrista inquieto em plena viagem de imersão musical no Brasil.

O Comandante geral da PRM diz que a polícia nunca pensou em atentar contra a vida de algum candidato às eleições e afirma que não se pode dramatizar a segurança. Bernardino Rafael fez estes pronunciamentos dias depois do candidato presidencial, Venâncio Mondlane, afirmar que um agente da polícia atentou contra a sua vida.

A união e comunicação são aspectos importantes, segundo Bernardino Rafael, para a garantia de um protocolo eficaz de segurança durante o escrutínio.

“Vamos nos unir para podermos garantir que este processo de eleições deste ano corram com sucesso, cujo dia mais fulcral é o dia 9 de outubro” sensibilizou Bernardino Rafael.

Aliás, o comandante geral da PRM diz que a corporação está à inteira disposição para assegurar tranquilidade no processo com ou sem condições, isto, depois de ter afirmado que a PRM não tinha condições logísticas para garantir segurança nas eleições.

O comandante geral da PRM falava, esta quinta-feira, na Cidade de Maputo, na cerimónia de lançamento do plano operativo para a campanha eleitoral, onde também patenteou vários oficiais.

 

A segunda série de concertos da Temporada de Música Clássica Xiquitsi 2024 encerra, hoje, com o concerto designado “Noite fora de série”, às 19h00, na Biblioteca Nacional de Moçambique. Será um evento de Latin Jazz, com entrada livre, e uma oportunidade imperdível para os apreciadores deste género musical.

“Esta é também uma forma diferente de fechar a segunda série e mostrar a transversalidade da música”, avança a organizavcão, acrescentando que o concerto será antecedido por um workshop de voz, guitarra e percussão, que será orientado pelo trio Vagalumes, no Cine Teatro Scala, hoje, às 10h30.

Os primeiros três concertos da série realizaram-se nos dias 16, 17 e 18, na cidade de Maputo, tendo proporcionado noites clássicas e revestidas de emoção, num entrosamento entre os artistas convidados e os xiquitsianos.

O auditório do Centro Cultural Moçambique-China, na capital moçambicana, acolheu os primeiros dois concertos denominados “Noite Clássica”, com o renomado Quarteto de Cordas de Matosinhos, a violonista Maya Egashira e o ensemble Xiquitsi oferecendo noites inesquecíveis ao público que se fez presente no local.

O terceiro concerto, dedicado a pais e filhos, foi no Montebelo Indy Congress Hotel, uma tarde de interacção e socialização com os instrumentos clássicos.

O Quarteto de Cordas de Matosinhos e os Xiquitsianos interpretaram obras de compositores como F.Mendelssohn Bartholdy, Benjamin Britten, H. Villas-Lobo, F. Schubert, Telmo Marques entre outros, fazendo o público navegar nos acordes dos instrumentos de corda.

No concerto de Pais e Filhos é de destacar a interpretação do concerto para dois violoncelos de A.Vivaldi interpretado por dois jovens alunos do projecto Xiquitsi.

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