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Há cada vez mais pacientes com cancro da mama a desistir da quimioterapia devido às reações do tratamento. O Cancro da mama é a segunda maior causa de morte por cancro em mulheres no país, depois do colo de útero.

Dados do Ministério da Saúde indicam que anualmente, pelo menos 800 mulheres perdem a vida por cancro da mama no país. Parte da estatística, até chega a diagnosticar a doença, mas mas abandona o tratamento. O fenómeno foi apresentado por activistas em uma palestra sobre a doença, promovida pelo Instituto Nacional de Saúde.

“Muitas param pelo caminho porque fizeram uma ou duas sessões de quimioterapia. Aquele processo do tratamento, as reacções e as pessoas acabam ficando com aquele peso e desanimam pensando que podem morrer no meio. A pessoa não pode desistir só porque está com as reacções do tratamento, reconhecemos que são fortes”, contou uma activista, que venceu a doença

O Observatório Nacional de Saúde diz haver condições técnicas para o país registar avanços significativos no combate à doença, mas deve ser conjugado com estratégias de comunicação para a saúde.

“Percebemos que cancro ainda é uma questão que carece de explicação e de apresentação à comunidade no geral. Então, há um nível de conhecimento, mas a maior parte da população ainda não tem um conhecimento de forma geral.”

O cancro da mama é considerado a segunda maior causa de morte por cancro em mulheres no país, sendo que a chegada aos hospitais em estágios avançados, é um dos principais desafios.

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Em Shenzhen, no Sul da China, pelo menos 13 trabalhadores foram dados como desaparecidos, depois de o solo ter cedido subitamente sob um troço da linha Shenzhen-Jiangmen, quarta-feira à noite, indicou, em comunicado, o Gabinete de Gestão de Emergências do Distrito de Bao’an.

De acordo com o Notícias ao Minuto, até ao momento não foram encontradas vítimas, mas as buscas continuam.

As autoridades também retiraram os residentes das zonas circundantes, acrescentou, na mesma nota. Foi iniciada uma investigação para determinar a causa da derrocada.

Fotografias e vídeos partilhados nas redes sociais mostram uma grande cavidade no solo, rodeada de materiais de construção derrubados.

As principais auto-estradas perto do local foram fechadas esta manhã (hora local), para facilitar as operações de resgate, disseram as autoridades locais.

A construção do troço que liga Shenzhen a Jiangmen, na província de Guangdong, arrancou em 2022.

O desmoronamento do solo nos estaleiros de construção ocorre quando o terreno já não consegue suportar o peso das estruturas e acontece frequentemente em zonas densamente povoadas, em terrenos frágeis ou durante projectos de grande escala.

A instabilidade geológica, as técnicas de escavação inadequadas ou o incumprimento das normas de segurança são as principais causas.

Os acidentes industriais são frequentes na China, nomeadamente devido à regulamentação pouco clara e a protocolos de segurança muitas vezes pouco rigorosos.

 

No próximo sábado, o parlamento da Coreia do Sul vai votar uma moção de destituição do Presidente Yoon Suk-yeol, noticiou, esta quarta-feira, a agência de notícias pública sul-coreana Yonhap.

A polícia sul-coreana anunciou a abertura de um inquérito por “rebelião” contra Yoon, na sequência da imposição da lei marcial no país, suspensa horas mais tarde. “O caso está em curso”, declarou o chefe de investigações da polícia, Woo Kong-suu, aos deputados, pode-se ler no Notícias ao Minuto.

O secretariado para a imprensa do chefe de Estado da Coreia do Sul indicou que Yoon não fará qualquer declaração pública durante o dia de hoje.

A última intervenção pública de Yoon ocorreu ao início da manhã de quarta-feira, quando suspendeu a lei marcial.

Na terça-feira à noite, Yoon comunicou ao país a imposição da lei marcial para “erradicar as forças a favor da Coreia do Norte e proteger a ordem constitucional” das actividades “anti-estatais”, tendo acusado o principal bloco da oposição, o Partido Democrático (PD).

Poucas horas depois, o Presidente suspendeu a lei marcial, depois de a Assembleia Nacional ter revogado a decisão, numa sessão plenária extraordinária convocada numa altura em que milhares protestavam nas ruas de Seul.

Na quarta-feira, seis partidos da oposição na Coreia do Sul apresentaram uma moção para a destituição de Yoon.

O PD e cinco outros partidos iniciaram assim o processo parlamentar que poderá levar ao afastamento do Presidente sul-coreano, cujo Partido do Poder Popular (PPD) governa em minoria.

O chefe da bancada parlamentar do PPD garantiu já que todos os 108 deputados do partido vão rejeitar a moção apresentada pela oposição para destituir o chefe de Estado, le-se no Notícias ao Minuto. 

 

Às 17 horas desta quinta-feira, na Livraria Fundza, Cidade da Beira, o Padre Timothée Bationo Mafr vai lançar o seu livro “O caminho da liderança e do triunfo na vida”.

O livro, de 73 páginas, é composto por quatro secções, que, inspiradas nos pensamentos do escritor Robin Sharma e na história de vida do próprio autor, mostram os caminhos que levam o ser humano a tornar-se um bom líder e a triunfar em sua vida. 

“O presente livro é fruto de leitura constante de livros deste grande mentor americano e frutos de êxitos por nós conquistados”, afirma Pe. Timothée Bationo Mafr.

Na sua produção, “o texto foi trabalhado de tal forma que o autor se encontra facilitado, tanto na leitura e na apreensão dos conteúdos, bem como na descontracção activa que o próprio texto sugere, ao alternar a matéria com as histórias, parte delas adquiridas com base nas narrações de Gilson Souza ”, explica o autor.

“‘O caminho da liderança e do triunfo na vida alterna ensinamentos com histórias que ajudam o leitor a visualizar a forma pela qual as nossas decisões e atitudes influenciam no rumo das nossas vidas”, avança a nota de imprensa da Editorial Fundza, que chancela o livro.

Timothée Bationo, sacerdote dos Missionários de África, nasceu em 1971, em Burkina Faso.

Formado em Filosofia e Teologia, fez o Noviciado na Zâmbia e estágio pastoral em Moçambique, onde foi ordenado em 2004. Exerceu funções como Superior dos Missionários de África, Vigário Episcopal e co-fundador do Mojocas. Actualmente, dirige o Centro de Formação de Nazaré, dedicando-se à formação espiritual, catequese e promoção vocacional, contribuindo significativamente para as comunidades que serve.

 

Professores de cinco escolas em Gaza suspenderam a realização dos exames finais, esta quarta-feira, em protesto a falta de pagamento de horas extraordinárias.

Os exames finais da 10ª e 12ª classes arrancaram na segunda-feira a escala nacional e tudo apontava para um processo sem sobressaltos na província de Gaza.

Entretanto, o cenário mudou esta quarta-feira, professores de pelo menos cinco escolas secundárias, nos distritos de Chibuto, Mandlakazi e Limpopo interromperam os exames.

“Devido a resistência do Governo em pagar as horas extras, referentes aos anos de 2022, 2023 e 2024, determinamos, a partir de hoje, pela paralisação total das actividades de controlo dos exames” disse um professor.

 

“Sem regularização do valor em dívida não há espaço para diálogo. Esperamos pelos nossos alunos na segunda chamada”, concluíram os professores.

Os professores das escolas secundárias de Chibuto, Chimundo, Licilo e Chigivitane, por exemplo, recusaram-se a entrar nas salas de exame. “É a única forma de pressão, após sucessivas inverdades e promessas do Governo”.

Empunhando dísticos, entoavam, no recinto escolar, cânticos de protesto. Em causa está o não pagamento de horas extraordinárias dos anos 2022, 2023 e 2024.

“É o nosso grito de socorro: dinheiro na conta, professores nas salas”, finalizaram.

Foi uma manhã e tarde agitadas, pois alunos abandonaram os exames nas carteiras e juntaram-se aos professores.

Nas demais escolas secundárias da província de Gaza, houve realização de exames. Na escola Secundária de Chókwe, por exemplo, todos professores estiveram na escola para controlar os exames.

“Desde às primeiras horas não registamos nenhum sobressalto. Professores e alunos fazem-se às salas e o processo decorre normalmente”, garantiu, o diretor da escola.

Em Gaza, cerca de 45 mil alunos da 10ª e 12ª classes realizam exames finais.

As “locomotivas” de Maputo estão em Dakar, em busca de resgatar o título conquistado no Cairo, em 2019, quando derrotaram, na final, o InterClube de Luanda por 91-90, que tinha vencido na final de Maputo, em 2018. Para esta Liga Africana de Basquetebol feminino de Dakar, as bicampeãs nacionais contam com os préstimos de duas jogadoras estrangeiras, nomeadamente a norte-americana Destiny Pitts e a maliana Kone Kamba.

A formação feminina do Ferroviário de Maputo partiu para Dakar, Senegal, onde vai disputar a fase final da Liga Africana de Basquetebol. Na qualidade de campeã nacional de basquetebol, a equipa vai a Dakar com perspectiva de fazer melhor que a última participação, em Maputo, em 2022, quando terminaram na terceira posição, numa prova ganha pelo Sporting Alexandria do Egipto.

Na última edição da Liga Africana de Basquetebol, realizada no ano passado, em Alexandria, e conquistada pelo Sporting do Egipto, o país não esteve representado por nenhuma equipa.

Para esta competição africana, o Ferroviário de Maputo vai na sua máxima força, contando com as atletas que já faziam parte do plantel, com destaque para Ingvild Mucauro e Anabela Cossa, as mais destacadas.

Para esta empreitada africana, o Ferroviário de Maputo conta ainda com os préstimos de dois reforços vindos do estrangeiro, nomeadamente a norte-americana Destiny Pitts e a maliana Kone Kamba.

Destiny Pitts nasceu em Detroit, Estados Unidos da América, a 9 de Julho de 1999, e foi formada pela Texas AM University, em Minnesota, tendo passagens por clubes do Egipto, México e Estados Unidos da América. Antes de se juntar ao Ferroviário de Maputo, representou a Jaguares UAM Managua da liga feminina de Nicaragua.

Já a maliana Kone Kamba tem 22 anos de idade (nasceu a 20 de Outubro de 2002) e joga profissionalmente há cinco anos. Já representou clubes malianos e estrangeiros, buscando, agora, mostrar-se para outros voos.

As “locomotivas” de Maputo, bicampeãs nacionais (2024 e 2025) e vencedoras da competição africana em 2018 e 2019, buscam o terceiro título. No entanto, a equipa não poderá contar com Odélia Mafanela, uma das jogadoras mais experientes, devido a uma lesão.

A fase final da Liga Africana de Basquetebol, que decorrerá de 6 a 15 de Dezembro, em Dakar, Senegal, vai contar com a participação de 12 equipas de diferentes zonas da FIBA-África, nomeadamente o Sporting Clube de Alexandria, do Egipto, actual campeão, Al Ahly Sporting Club do Egipto, ARP Women BBC e REG Women BBC, ambos do Ruanda, ASB Makomeno e CNSS, ambos da RD Congo, FAP Women dos Camarões, Ferroviário de Maputo, Friend’s Basketball Association da Costa do Marfim, Mountain of Fire and Miracles e Customs Basketball Club, ambos da Nigéria, e ASC Ville de Dakar do Senegal, a anfitriã da competição.

A Empresa Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) lamenta a remoção de carris num dos troços ao longo da Linha de Machipanda, no Sistema Ferroviário Centro.

Em comunicado, a CFM explica que se trata de “uma acção protagonizada por ex-trabalhadores da Brigada Reabilitação da Linha de Machipanda (BRLM), que haviam sido contratados no âmbito do Projecto de Reabilitação da Linha de Machipanda”.

Por isso, lamenta profundamente a atitude daqueles concidadãos que “destroem” aquilo que ajudaram a construir só porque entendem que devem ser vinculados para o quadro efectivo, ou ser-lhes paga uma indemnização pelo tempo que estiveram a laborar na BRLM.

Efectivamente, de acordo com o contrato, aquele grupo de trabalhadores foi contemplado no projecto, que findou em Dezembro de 2023, terminando, também o vínculo com a BRLM.

“Assim, concluído o projecto e a Linha de Machipanda inaugurada e estando em funcionamento, a CFM reitera a disponibilidade de voltar a esclarecer sobre o âmbito do vínculo que aquele grupo de trabalhadores tinham com a BRLM”, refere o comunicado.

A empresa aproveita para apelar ao bom senso desses concidadãos, no sentido de valorizarem o contributo que deram para o desenvolvimento do país e diz que novas e mais oportunidades surgirão.

Num breve contacto estabelecido com a CFM, a AIM apurou que decorrem actualmente reuniões com os trabalhadores referidos, assessoria jurídica e recursos humanos da empresa.

“A nossa postura é de evitarmos um braço-de-ferro com aqueles trabalhadores, pois eles podem ter tomado aquela atitude pelo facto de não terem percebido o âmbito do contrato”, disse fonte da empresa CFM.

Questionado sobre a extensão dos danos, a fonte prometeu divulgar logo que a informação estiver disponível.

Com uma extensão de 318 Km, a linha de Machipanda liga o Porto da Beira ao vizinho Zimbabwe.

Esta linha é crucial para a economia do vizinho Zimbabwe e para a região Centro de Moçambique. Existem, ao longo da via, 14 estações e 29 apeadeiros.

A União Desportiva do Songo não vai renovar o contrato com Mark Harrison, técnico que assumiu o comando da equipa no início do ano.  

A decisão surge após os “hidroeléctricos” terem falhado a conquista do Moçambola, competição na qual terminaram na segunda posição. 

Além do Moçambola, a União Desportiva do Songo falhou, igualmente, a conquista da Taça de Moçambique, perdendo na final diante do Ferroviário de Maputo, por 1-2. 

Feitas as contas, a UDS falhou as competições mais importantes do calendário futebolístico nacional.  

O clube poderá, nos próximos dias, anunciar a nova equipa técnica, assim como os jogadores que vão reforçar o emblema.

Milhares de pessoas manifestam-se, esta quarta-feira, no centro de Seul, na Coreia do Sul, para exigir a destituição do Presidente sul-coreano, Yoon Suk-yeol, cuja tentativa de impor a lei marcial na noite de terça-feira mergulhou o país no caos político.

Segundo a agência de notícias AFP, citada por Lusa, milhares de manifestantes marcharam  pela avenida principal da capital coreana, em direcção ao parlamento, segurando cartazes com dizeres como: “Yoon Suk-yeol deve-se demitir”, para se encontrarem com outro protesto organizado pelos partidos da oposição. 

Os sul-coreanos saíram às ruas hoje para demonstrar a sua insatisfação com o Yoon Suk-yeol, cuja tentativa de impor a lei marcial no país, na terça-feira, chocou os cidadãos.

Ao longo do dia, as ruas da capital Seul foram atravessadas por pequenos grupos de manifestantes e polícias, enquanto os sindicatos convocavam uma greve geral e a oposição exigia a demissão do presidente, acusando-o de rebelião.

Na praça central da cidade, os manifestantes distribuíram velas e bebidas quentes enquanto se preparam para uma noite de manifestações, dizendo estar prontos para permanecer mobilizados até a saída do Presidente.

Numa decisão que surpreendeu o país, Yoon decretou, na terça-feira, a lei marcial para “eliminar os elementos hostis ao Estado” e “proteger a Coreia do Sul liberal das ameaças colocadas pelas forças comunistas norte-coreanas”.

O parlamento aprovou em seguida uma resolução a anular a decisão presidencial e Yoon, que foi criticado pelo seu próprio partido Poder Popular, levantou a lei marcial seis horas depois de a ter decretado.

Os legisladores da oposição apresentaram uma moção de destituição contra Yoon, que necessita do apoio de dois terços do parlamento para ser aprovada, bem como de seis juízes constitucionais. A moção pode ser colocada a votação já na sexta-feira, segundo a agência de notícias Yonhap.

O ministro da Defesa sul-coreano, Kim Yong-hyun, pediu hoje desculpa ao país e apresentou a demissão.

Até ao momento, segundo Lusa, pelo menos 10 conselheiros do Presidente demitiram-se, incluindo o seu chefe de gabinete presidencial, Chung Jin-suk, segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap. O conselheiro de segurança nacional, Shin Won-sik, e o chefe do gabinete presidencial para as políticas, Sung Tae-yoon, também apresentaram as suas demissões.

 

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