O partido PODEMOS pretende reforçar a sua implantação em todo o território nacional até 2027, com a criação e consolidação de estruturas em todos os distritos, postos administrativos e bairros do País. O objectivo foi reiterado durante uma sessão do Conselho Político, considerada pela direcção como decisiva para a definição das prioridades do partido para os próximos seis meses.
Na abertura dos trabalhos, a liderança do PODEMOS defendeu que o fortalecimento da organização interna constitui um requisito essencial para que o partido possa responder às expectativas dos moçambicanos e concretizar os objectivos políticos a que se propõe.
Segundo o dirigente, a sessão irá aprovar o plano de actividades para o segundo semestre do ano, definindo as linhas de actuação dos órgãos centrais, provinciais e distritais, bem como os mecanismos de coordenação e monitoria das acções do partido.
A direcção explicou que a planificação semestral permite avaliar a execução das actividades, corrigir eventuais falhas e ajustar as estratégias em função dos resultados alcançados. Neste contexto, considerou positiva a avaliação do plano anterior e defendeu a necessidade de aprofundar o processo de capacitação das estruturas distritais para assegurar uma maior presença do partido junto das comunidades.
O PODEMOS reafirmou igualmente a intenção de consolidar a sua organização de base, sustentando que a implementação das orientações políticas depende da existência de estruturas activas em todos os níveis da administração territorial.
Durante a intervenção, a liderança saudou o desempenho da bancada parlamentar, destacando o trabalho de fiscalização desenvolvido na Assembleia da República, e enalteceu igualmente o papel das estruturas distritais na interpretação e resposta aos desafios políticos.
Reconhecendo tratar-se de um partido ainda jovem, a direcção admitiu a existência de dificuldades próprias do processo de crescimento, mas defendeu que os desafios enfrentados devem servir de aprendizagem e contribuir para o amadurecimento da organização.
A liderança manifestou confiança de que o PODEMOS continuará a consolidar-se como uma das principais forças políticas do País, apelando aos membros para manterem o espírito de unidade, reforçarem os mecanismos internos de trabalho e prosseguirem o processo de implantação das estruturas em todo o território nacional.
A Costa do Marfim lançou, hoje, o plano de alerta de rapto (Alerte Enlèvement), que permite alertar, de forma rápida e em massa, as pessoas, em caso de desaparecimento de uma criança. O anúncio foi feito pelo Ministro do Interior daquele país africano, Vagondo Diomandé, que acrescentou que a Costa do Marfim é o primeiro país africano a dispor daquele sistema.
“Para além de garantir uma melhor proteção das nossas crianças, o plano ‘Alerte Enlèvement’ reforçará a luta contra a criminalidade organizada e o terrorismo”, declarou Vagondo Diomandé, numa conferência de imprensa citada pela agência de informação Lusa.
O sistema funcionará, segundo o modelo do plano, com o mesmo nome utilizado em França, que também ajudou a Costa do Marfim a criá-lo.
O alerta é desencadeado por uma mensagem oficial difundida de forma massiva, através de todos os meios de comunicação social e redes sociais, de modo a atingir uma vasta audiência.
“A aplicação do plano de alerta de rapto na Costa do Marfim não só contribui para a segurança imediata e a proteção das crianças, como também promove um clima de vigilância na sociedade”, declarou, hoje, o procurador-geral adjunto, Alexandre Koné.
Mais um caso insólito foi registado na cidade da Beira, província de Sofala. Indivíduos ainda desconhecidos desenterraram o corpo de uma adolescente, de 17 anos, sepultada ontem. Os autores deste acto teriam mantido relações sexuais com cadáver e depois o abandonado.
O caso chocou a comunidade do bairro Chamba, registado no cemitério privado com o mesmo nome. Na tarde de ontem, uma família sepultou uma parente de sexo feminino. A cerimónia fúnebre decorreu normalmente.
Nas primeiras horas desta sexta-feira, um dos coveiros do cemitério deparou-se com um cenário assustador, típico dos filmes de terror, mas era uma realidade. A campa estava aberta e o caixão que vazio.
Os coveiros chegaram a pensar que o corpo tivesse sido removido para outro lugar, mas num olhar atento viram o corpo há menos de dois metros do local.
Familiares e a comunidade em geral acreditam que o acto possa estar relacionado a superstições.
Os cemitérios privados da cidade da Beira não têm guarda e o chefe do posto de Inhamízua, onde ocorreu este acto, defende a necessidade de se alocar policias comunitários nos mesmos.
Depois de ter alcançado um lucro de 64,8 milhões de dólares no exercício económico de 2023, a Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos (CMH) viu estes recuarem no exercício económico findo a 30 de Junho em quase 10 milhões de dólares para 54,7 milhões, mostra o Relatório Anual e Demonstrações Financeiras da empresa.
De acordo com o documento, os resultados alcançados foram influenciados pelos preços do gás praticados no mercado internacional. É que os preços de venda do gás natural no último exercício económico foram inferiores aos do mesmo período de 2023.
Outro aspecto que influenciou negativamente é a quebra da produção, com destaque para os dias 18 e 19 de Maio, devido às falhas ocorridas nas válvulas de controlo de gás combustível e, por conseguinte, a não alimentação de geradores movidos a gás.
Durante o seu último exercício económico, os custos com vendas da firma subsidiária da Empresa Nacional de Hidrocarboneto (ENH) – braço empresarial do Estado nos negócios de petróleo e gás – aumentaram de 38,4 milhões para cerca de 41 milhões.
Contudo, os resultados operacionais da CMH do exercício findo a 30 de Junho último, pela sua participação no consórcio de Pande e Temane (25%) é de cerca de 101,3 milhões de dólares, uma redução de 11% em relação ao exercício anterior.
“A redução é explicada pelo efeito dos baixos preços no mercado internacional, apesar do aumento das vendas em 4%”, refere o Relatório Anual e Demonstrações Financeiras da Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos.
CMH é a representante moçambicana no projecto de gás natural de Pande e Temane, localizado na província de Inhambane, no qual está a Sasol Petroleum Temane como accionista maioritário com 70% de participação, a CMH (25%) e o International Finance Corporation (IFC), membro do Grupo Banco Mundial com os restantes 5%.
Com os resultados positivos conseguidos em 2023, a CMH decidiu, em assembleia geral, distribuir 80% dos seus lucros em forma de dividendos aos seus accionistas.
“Durante o ano financeiro 2024, a CMH pagou o montante total de USD 53 615 416 a título de dividendo aos seus accionistas. Foram pagos nos dias 30 de Outubro de 2023. Tais dividendos são referentes ao ano AF 23”, pode-se ler no documento.
DÍVIDA DA CMH DURANTE O ÚLTIMO EXERCÍCIO
No exercício económico em análise, a Companhia Moçambicana de Hidrocarbonetos contraiu um empréstimo de 50 milhões de dólares para financiar o projecto PPA de Pedop com três credores: o Standard Bank da África do Sul (20 milhões de dólares), BCI (20 milhões) e Nedbank (15,9 milhões). “Até à data, foi desembolsado um montante total de USD 15 928 221”, conforme mostra o Relatório e Contas.
O alto-comissário do Quénia em Moçambique, Philip Mundia Githiora, defende a definição de uma estratégia nacional para o combate ao terrorismo e extremismo violento, que se registam em algumas regiões do país.
Citado pela Rádio Moçambique, Githiora defendeu, para uma estratégia nacional efectiva, o envolvimento de todos os municípios e o reforço da cooperação internacional visando a sua sustentabilidade.
O representante do Quénia fez os pronunciamentos esta quinta-feira, durante uma palestra que proferiu no Instituto Superior de Estudos de Defesa Tenente-General Armando Emílio Guebuza, na Matola, província de Maputo, subordinada ao tema “Experiência do Quénia no combate ao terrorismo”.
Reagindo a esta proposta, o vice-comandante para a área académica, no ISEDEF, o brigadeiro Moisés Cau disse que a experiência do Quénia pode ser aplicada em Moçambique, visto que os dois países possuem alguma similaridade no contexto geopolítico e social.
Esta iniciativa enquadra-se nas celebrações dos 60 anos do desencadeamento da Luta Armada de Libertação de Moçambique, que se assinalam no dia 25 de Setembro.
A seleção nacional de Futebol de Moçambique subiu 5 lugares no ranking da FIFA, divulgado esta quinta-feira. Os Mambas entraram para o Top 100 da maior entidade do futebol mundial, pela primeira vez nos últimos seis anos. O conjunto de resultados positivos nos últimos jogos contribuiu para a subida do combinado nacional no ranking da FIFA.
O empate a uma bola diante do Mali e a vitória por 2-1 diante da Guiné-Bissau, em partidas de qualificação para o CAN 2025, que terá lugar em Marrocos, contribuíram para a subida no ranking da FIFA.
Com esta subida, Moçambique volta a constar no top 100 da FIFA, pela primeira vez este ano, somando agora 1226,03 pontos, contra os 1208,87 pontos da última actualização do mês passado, em que estava na posição 104.
Os Mambas podem ver esta posição melhorar caso vençam os próximos jogos diante do Eswatini, que é um oponente teoricamente mais acessível, segundo disse o seleccionador nacional, Chiquinho Conde, no final do jogo diante da Guiné-Bissau.
Apesar desta subida, os Mambas ainda estão longe da sua melhor classificação alcançada em 1997, quando ocuparam a posição 66. A última vez que Moçambique esteve no Top 100 foi em Julho de 2017, quando chegou à posição 97.
Ao nível do continente africano, Moçambique é a 22ª melhor selecção.
Marrocos, selecção que se destacou no último mundial de futebol, é a selecção africana melhor cotada no ranking da FIFA com 1676 pontos, estando na 14ª posição no ranking mundial, seguido do Senegal, que desceu dois lugares e está na 21ª posição, enquanto Egipto é 31ª colocada.
No que tange aos países de língua portuguesa, Brasil e Portugal continuam no Top 10, nomeadamente na 5ª e 8ª posições, mantendo os seus lugares anteriores. Cabo Verde é o mais bem cotado entre os PALOP, ocupando a posição 65 do ranking da FIFA com 1379 pontos, seguido de Angola, que também subiu cinco posições e está na 85ª posição.
O ranking geral da FIFA continua a ser liderado pela Argentina. Campeã do mundo, vencedora da Copa América e actual líder da fase qualificação para o campeonato do mundo de 2026 pela zona sul americana, soma 1889,2 pontos. O Top 3 tem ainda a França, atual vice-campeã mundial, e Espanha, campeã europeia de futebol.
Os “guerreiros de praia” estão inseridos no grupo B da fase final do CAN de Futebol de Praia, juntamente com o tetracampeão africano (Senegal), Malawi e Mauritânia (a estreante na prova). O combinado nacional vai procurar atingir as meias-finais pela terceira vez consecutiva depois de 2021 e 2022.
Mais uma odisseia para os “guerreiros de praia” nas areias africanas, com a participação em mais uma fase final do Campeonato Africano das Nações, desta vez no Egipto.
Nesta nova caminhada rumo à glória, o combinado nacional ficou inserido no grupo B, segundo ditou o sorteio realizado esta quinta-feira. Senegal, Malawi e Mauritânia são os adversários de Moçambique na fase de grupos.
Com Senegal, Moçambique já jogou por três ocasiões desde 2021, tendo, no primeiro jogo, perdido por 4-1, na final do CAN, disputado em Saly, no Dakar. No segundo jogo, no torneio regional do Cosafa, em 2022, Senegal voltou a vencer, desta feita por 5-4, num jogo em que Moçambique até esteve a perder por 5-2, mas conseguiu recuperar-se nos minutos finais.
O terceiro embate foi, precisamente, em Vilankulo, no último CAN, em 2022, em jogo das meias-finais, com os senegaleses novamente vitoriosos, mas desta vez por números ainda mais reduzidos, 2-1, afastando o combinado nacional da final da prova.
Em mais um cruzamento, será a ferro e fogo, entre duas equipas candidatas à passagem paras as meias-finais e que, decerto, vão protagonizar o embate que decidirá a liderança. O jogo entre Moçambique e Senegal está marcado para 22 de Outubro e fecha a fase de grupos do CAN 2024.
Entretanto, Moçambique vai disputar, a 19 de Outubro, o primeiro jogo do CAN de Egipto diante da Mauritânia, selecção que participa pela primeira vez numa fase final do CAN de Futebol de Praia. Conseguiu a qualificação para este CAN após afastar a Nigéria, ao vencer por 6-5 no agregado das duas mãos, por isso é uma selecção a ter em conta.
No segundo dia, defronta Malawi, selecção que esteve no mesmo grupo de Moçambique no CAN de Vilankulo. Com Malawi, os “guerreiros de praia” disputaram apenas um jogo, nomeadamente no último CAN de Vilankulo, em que venceram por 4-2, na fase de grupos.
O Malawi vai disputar o seu segundo CAN de futebol de praia depois de se ter estreado em Vilankulo, Moçambique, em 2022. Nessa prova, o Malawi terminou em terceiro lugar na fase de grupos e vai tentar passar da fase de grupos na segunda tentativa. Para chegar ao CAN de Egipto, teve de superar o Burundi por 15-14 no total das duas mãos, com a última partida a terminar empatada 8-8, resultado que garantiu lugar neste CAN.
Depois de ter conseguido chegar às meias-finais dos CAN de 2021, em Dakar, e 2022, em Vilankulo, onde terminaram em segundo e quarto lugares, respectivamente, os “guerreiros da praia” procuram estar novamente no topo africano do futebol de praia e, quiçá, estar novamente na final, para garantir um lugar no mundial da modalidade que terá lugar nas Seychelles.
Para alcançar os seus intentos, o combinado nacional já iniciou os trabalhos de preparação, com Saidate Moveia a trabalhar com 25 jogadores, dos quais serão escolhidos os 12 que vão disputar a fase final da prova que terá lugar de 19 a 26 de Outubro próximo.
No outro grupo, o A, para além do Egipto, selecção anfitriã, estão ainda Marrocos, terceiro classificado do último CAN, Tanzânia e Gana, que também marca estreia na fase final da competição, e que vai protagonizar o jogo de estreia da prova diante da selecção egípcia, a 19 de Outubro.
A EN1 ficou, hoje, intransitável por mais de três horas no posto administrativo de Pambarra, no distrito de Vilankulo, província de Inhambane. Populares daquela zona decidiram colocar barricadas e queimar pneus a exigir a expulsão, da comunidade, de um comerciante que supostamente é traficante de órgãos humanos.
Na manhã desta quinta-feira, a mais importante estrada do país, na zona de Pambarra, em Vilankulo, estava com pneus a arder e com troncos de árvores no meio, depois que populares decidiram impedir a circulação de veículos como forma de reivindicar justiça.
É que a fúria popular surgiu pelo facto de há cerca de um mês, um homem que estava a beber num bar daquela região ficou desaparecido, sem dexiar rasto, entetanto, foi encontrado morto na última quarta-feira, sem os órgãos genitais e sem uma das pernas.
Segundo testemunhas, o corpo foi encontrado, sem roupa e com o telefone da vítima perto, mas, curiosamente “não estava em avançado estado petrificado”.
A messma testemunha disse ao “O Pais”, que no local não havia sinais de que a vitima foi morta ali. “Levaram roupa dele e guardavam junto com o telefone, estavam sem os os órgãos genitais e uma perna, e não mataram ele ali, mataram noutro lugar e deitaram ali, porque quando uma pessoa é morta no local, há sinais” acrescentou a testemunha que temos estado a citar.
Entretanto, na manha desta quinta-feira, quando parte da comunidade estava no funeral do homem encontrado morto, uma viatura foi vista na comunidade a carregar crianças.
A senhora Amelia, que vive em Pambarra, disse a nossa reportagem que o filho só nao foi levado graças a intervenção da comunidade. “Eu estava no funeral e me ligaram a dizer que tinham levado meu filho, e colocaram ele no carro, mas a comunidade acudiu e bateram o carro com pedras e de lá dentro tiraram 4 crianças e as pessoas fugiram” revelou a mãe, que por pouco também perdia o filho.
O homem acusado de liderar o grupo de traficantes de órgãos humano é proprietário de um pequeno bar que foi Incendiado pela comunidade, como forma de retaliação.
Alias, a comunidade diz que não quer mais que a referida pessoa viva naquela zona, porque segundo disseram estão cansados desse cenário “Pedimos para ele sair daqui de Pambarra, porque estamos cansados de ver nossos filhos a desaparecer, nós não queremos lhe matar, não queremos nada, queremos apenas que ele saia daqui” disse uma das residentes de Pambarra, visivelmente revoltada.
Esta não é a primeira vez que populares interrompem a circulação na EN1 no distrito de vilankulo.
Em Janeiro do ano passado, a EN1 ficou temporariamente intransitável, depois que populares queimaram pneus e tentaram invadir o posto policial para fazer justiça com as próprias mãos, a um homem também acusado de matar pessoas lara extração de órgãos.
O criminalista Paulo de Sousa não tem dúvidas que houve violação dos direitos humanos e fundamentais na morte de Tomás Evaristo Moniz, jovem que foi supostamente torturado com objecto contundente na cela de uma esquadra na cidade da Beira. De Sousa disse ainda que a Polícia deve ser responsabilizada disciplinar e criminalmente.
O corpo de Tomás Evaristo, indivíduo que terá supostamente morrido numa cela, cinco dias depois de ter sido detido pela polícia, indiciado de criminalidade, evidenciam sinais de agressão. O mesmo apresenta ferimentos horrorosos.
A Polícia alegou que o malogrado foi detido num estado debilitado de saúde, mas o certificado de óbito indica como causas básicas da morte, um trauma com agente contundente e líquido fervente, que lhe provocaram feridas em várias partes do corpo, sobretudo nas costas e pernas.
O criminalista Paulo de Sousa disse que o primeiro passo que devia ser dado é aferir o estado de saúde de Tomás Evaristo antes de ser detido para se ter a certeza do mesmo.
Paulo de Sousa não tem dúvidas que as ofensas à integridade física da vítima são resultado de uma acção humana e que as feridas mostram que são queimaduras do segundo grau.
Lembre-se que, durante três dias, a polícia da segunda esquadra pediu paracetamol aos familiares do malogrado, segundo contaram.
O criminalista disse ainda que o serviço de medicina legal deve indicar, com clareza, as causa da morte e os culpados devem ser responsabilizados.
Por outro lado, De Sousa referiu que se efectivamente a vítima morreu enquanto estava sob custódia policial, este facto afasta a população da polícia.
Refira-se que sobre este caso a PGR irá dar outros detalhes na próxima segunda-feira.
Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) alertou para a ocorrência de ventos com rajadas fortes de até 70 quilómetros por hora desde o fim do dia de hoje, 19 de Setembro, até amanhã.
Um comunicado do INAM a que o “O País” teve acesso indica que o fenómeno climático poderá agitar o mar e gerar ondas com altura de até cinco metros.
Adicionalmente, a instituição meteorológica prevê a ocorrência de ventos com rajadas fortes até 60 quilómetros por hora nos distritos costeiros das províncias de Maputo, Gaza e Inhambane, no Sul do país.
Por isso, o INAM recomenda a tomada de medidas de precaução e segurança, face à ocorrência de ventos fortes.