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O governador do Banco de Moçambique afirmou que a estrutura salarial da instituição não sofreu quaisquer alterações durante o seu mandato, rejeitando as críticas que, nas últimas semanas, têm surgido em torno dos níveis de remuneração dos funcionários e dirigentes.

Segundo o responsável, o modelo salarial actualmente em vigor existe há vários anos, tendo sido herdado de administrações anteriores. “Desde que assumi funções, não alterei a estrutura salarial”, afirmou, acrescentando que as contas do banco são publicadas anualmente e sempre reflectiram a mesma política remuneratória.

O governador considerou estranho que o tema tenha ganhado destaque apenas no final do seu mandato, defendendo que a discussão está a ser alimentada pelo contexto da transição de liderança. “Parece que, agora que estou de saída, transformou-se num problema”, declarou.

Relativamente às críticas segundo as quais os salários seriam financiados com recursos do Estado, esclareceu que o orçamento do Banco de Moçambique é autónomo em relação ao Orçamento do Estado. Segundo explicou, as despesas da instituição são suportadas pelo próprio banco e não constituem encargos directos para os cofres públicos.

O responsável sublinhou ainda que os reajustamentos salariais obedecem a um Acordo Colectivo de Trabalho, negociado entre a Associação Moçambicana de Bancos, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Sistema Financeiro e as instituições bancárias, incluindo o Banco de Moçambique. De acordo com o governador, os aumentos são definidos anualmente no âmbito desse acordo e não resultam de decisões unilaterais da administração.

No que respeita aos valores que têm circulado nas redes sociais e nalguns espaços públicos, o governador classificou-os como «absurdos» e afirmou que muitos resultam de interpretações incorrectas das demonstrações financeiras. Explicou que a rubrica relativa a salários inclui igualmente provisões para responsabilidades actuariais, designadamente benefícios futuros dos trabalhadores no activo e dos reformados, conforme exigem as normas contabilísticas e os auditores.

O governador concluiu afirmando que as acusações de irregularidades não correspondem à realidade e defendeu que a gestão salarial do Banco de Moçambique sempre respeitou os procedimentos legais e institucionais em vigor.

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Às 18 horas de quarta-feira, o artista plástico Butcheca vai inaugurar, no Camões – Centro Cultural Português em Maputo, a exposição “Abraçar o caos”. Trata-se da 15ª mostra individual do artista, que reúne obras inéditas criadas durante o ano que decorre, e conta com a participação especial do escritor Mia Couto.
Butcheca é um dos principais nomes das actuais artes plásticas moçambicanas. O artista trabalha há cerca de três décadas no domínio da pintura, tendo vindo a reflectir sobre vários temas da actualidade que o inquietam.

“’O que parece ser uma luta interna pessoal transforma-se na evocação de uma reflexão mais universal sobre a condição humana, na busca de clareza e de resposta às mais diversas interrogações sobre o sentido das coisas.’ É através da figuração pouco realista que Butcheca procura responder às inquietações que o assombram no quotidiano, numa busca quase sistemática, abrangente e exaustiva da sua essência”, lê-se na nota de imprensa do Camões.

A exposição fica patente no Camões até 16 de Novembro.

SOBRE O ARTISTA:

Moisés Ernesto Matsinhe Mafuiane, Butcheca (1978, Maputo), começou a pintar no início dos anos 90. Tornou-se membro do Núcleo de Arte em 1997. Desde 2001, realizou 15 exposições individuais, em Moçambique, Portugal e Japão, e participou em inúmeras colectivas, em Moçambique e no estrangeiro.

O artista beneficiou do programa Moving Africa, do Goethe Institut, para a visita e participação das actividades da Bienal de Arte Contemporânea Dak’Art, 2014. Participou da exposição colectiva African Identities – Chapter III, no âmbito do AKKA Project, Veneza, Itália.

O seu trabalho foi apresentado em várias plataformas digitais, tais como ARCO E-xhibitions 2021 – ÁFRICA EM FOCO, FNB Art Joburg Experience 2020 e ARCO Lisboa 2020 online/Artsy. Pintou murais em Moçambique e Portugal.

O seu trabalho está representado, em diversas colecções públicas e privadas, em Moçambique e no estrangeiro. Prémio Melhor Futuro (Hollard Seguros), no âmbito da Exposição Colecção Crescente 2020, Kulungwana (Maputo, Moçambique). É vencedor do concurso para a criação da identidade visual do Festival Sukiyaki Meets the World 2014, Nanto City, Toyama, Japão.

Das suas mais recentes exposições, destaca-se “A dança das sombras”, no Camões – CCP (2022), “Vim para contar uma história” (2023), no Centro Cultural Franco-Moçambicano, ambas em Maputo, Moçambique, e a exposição de inauguração da Galeria Manoevre, na Ilha de Luanda, Angola (2024).

 

Relatos impressionantes provenientes da Líbia nas vésperas da disputa da quarta jornada de qualificação ao CAN de Marrocos. A Nigéria viajou para a Líbia (o seu próximo adversário na qualificação para o CAN-2025), mas contou com um trajecto bastante atribulado, uma vez que, a delegação ficou várias horas retida no mesmo aeroporto e sem acesso “a comida ou bebida”.

As informações foram divulgadas por William Troost-Ekong, capitão da Nigéria, que descreveu, em declarações reproduzidas na conta pessoal da rede social X, as últimas horas da sua selecção. 

“Estivemos mais de 12 horas num aeroporto abandonado na Líbia, depois do nosso avião ter sido desviado para Al Abraq (inicialmente para Benghazi). Trancaram as portas do aeroporto e deixaram-nos sem conexão telefónica, comida ou água. Tudo relacionado com jogos mentais”, disse Troost-Ekong.

O capitão das Super Águias disse ter presenciado vários cenários a jogar fora de portas em África, “mas isto é um comportamento vergonhoso”, realça, contando ainda que “o piloto tunisino que estava connosco disse que nunca tinha visto nada assim. Ao chegar, ele tentou encontrar um aeroporto próximo para descansar com a tripulação, mas foi negado por instruções do Governo. Ele podia dormir lá, mas nenhum nigeriano podia estar com ele”.

Depois do desabafo, William Troost-Ekong explicou os procedimentos adoptados pela delegação nigeriana, face aos acontecimentos. “Entramos em contacto com o governo da Nigéria e decidimos que não vamos jogar esta partida (…) Não aceitaremos viajar para qualquer lado (em estrada) mesmo com segurança, não é seguro”, acrescentou o defesa de 31 anos, actualmente, a representar o Al-Kholood, da Arábia Saudita.

Entretanto, relatos indicam que a Nigéria terá “provado do próprio veneno”, pois terão dado o mesmo tratamento a Líbia, quando foi jogar em Abuja, na última sexta-feira, onde supostamente a selecção líbia foi abandonada no aeroporto, sem condições adequadas.

Nesse jogo a Nigéria acabou por vencer à tangente e cimentou a liderança do grupo D, com sete pontos, mais um que o Benin, segundo com seis. Líbia é lanterna vermelha do grupo com apenas um ponto, mas ainda está na corrida para a qualificação ao CAN de Marrocos.

Líbia e Nigéria defrontam-se, esta terça-feira, quando forem 21h00, em partida da quarta jornada de qualificação ao CAN-2025.

A selecção de Burkina Faso venceu na deslocação a Burundi, este domingo, por 0-2, em partida que abriu a disputa dos jogos da quarta jornada da fase de grupos, e tornou-se na primeira selecção qualificada ao Campeonato Africano das Nações de Marrocos, em 2025. Para esta quarta jornada, a selecção da Nigéria sofreu “maus bocados”, na deslocação para a Líbia, onde ficou retida, por mais de 12 horas, no aeroporto, sem água e sem comida.

Com Issa Kaboré, lateral direito do Benfica de Portugal, que foi titular e disputou os 90 minutos da partida, o Burkina Faso foi a Burundi vencer e garantir a primeira vaga para a fase final do CAN de Marrocos, em Dezembro de 2025 e Janeiro de 2026.

A equipa visitante entrou melhor no confronto e inaugurou cedo o marcador, logo aos 5 minutos. O pontapé de canto batido por Badolo e Mohamed Konaté, de cabeça, respondeu da melhor forma nas alturas. Bola indefensável para o guardião adversário.

Já nos instantes finais da partida, Bertrand Traoré, avançado do Ajax, ditou o resultado final, na conversão de uma grande penalidade, e carimbou a vitória da selecção forasteira. Desta forma, os comandados de Brama Traoré somam dez pontos no grupo L de qualificação, frutos de três vitórias e um empate, em quatro partidas disputadas, assegurando a primeira vaga (à excepção de Marrocos, país anfitrião), na maior prova de selecções do continente africano.

É que com os 10 pontos somados, Burkina Faso tem mais sete pontos em relação  ao terceiro classificado, justamente o Burundi, quando faltam apenas duas partidas (seis pontos) por disputar. Ou seja, ainda que perca os dois jogos em disputa e as restantes selecções vençam, apenas o segundo classificado pode ultrapassar os burkinabes, enquanto o terceiro já lá não chega.

 

As forças militares chinesas realizaram, hoje, exercícios militares de larga escala em resposta às declarações do recém-eleito presidente de Taiwan, William Lai.  O governante afirmou, recentemente, que a República Popular da China não tem o direito de representar Taiwan.

Os recentes pronunciamentos do Presidente de Taiwan, segundo os quais declara a soberania de Taiwan e que a República Popular da China não tem o direito de representar Taiwan, foram recebidas de forma negativa pela China.

Na sequência das declarações de William Lai, a China iniciou, esta segunda-feira, exercícios militares em larga escala em Taiwan e nas suas ilhas periféricas, em contestação da independência do território, dias após William Lai ter reiterado a sua soberania.

As manobras envolvem forças terrestres, marítimas e aéreas, e são semelhantes às que a China realizou em Maio passado, também no Estreito de Taiwan e em torno da ilha autónoma.

O ministério da Defesa chinês afirmou que os exercícios são uma resposta às afirmações do líder de Taiwan, William Lai, de que a República Popular da China não tem o direito de representar Taiwan.

O governo de Taiwan considerou os exercícios como uma provocação e afirmou que as suas forças estão preparadas para reagir. O líder de Taiwan promete defender a democracia contra ameaças externas.

Refira-se que a China afirma regularmente que a independência de Taiwan é um assunto encerrado e que a anexação por Pequim é uma inevitabilidade histórica.

 

Um homem foi detido, perto do comício de Donald Trump em Coachella, no estado da Califórnia, por posse ilegal de armas. Segundo a Polícia, o indivíduo tinha duas credenciais falsas para o evento e estava fortemente armado.

A Policia suspeita que se tratava de uma terceira tentativa de assassinato do candidato republicano a Casa Branca.

O suspeito, de 49 anos, foi parado numa operação perto do evento e os agentes de segurança descobriram que trazia consigo uma caçadeira, uma pistola e um carregador com munições de alta capacidade, para os quais não tinha licença de porte.

Além disso, trazia uma credencial VIP e outra de imprensa para o comício, que afinal eram falsas. 

O homem, segundo as autoridades, é eleitor republicano e pertence a uma organização “anti-governo” radical de direita.

O Serviço Secreto, responsável pela segurança de Presidentes e candidatos presidenciais, emitiu um comunicado onde garante que o incidente não teve impacto nas operações de protecção e declara a sua gratidão aos parceiros de segurança locais.

Caso se efectivasse, esta seria a terceira tentativa de assassinato contra o ex-Presidente dos Estados Unidos da America.

O Prémio Nobel da Economia 2024 vai para o Instituto de Tecnologia de Massachusetts,  dos Estados Unidos da América. O anúncio foi feito, hoje, pela entidade responsável pela distinção, que destaca os estudos feitos pelo instituto sobre a prosperidade entre nações. 

Daron Acemoglu, Simon Johnson e James A. Robinson abordam estudos sobre como as instituições são formadas e afectam a prosperidade. Em outras palavras,  os três economistas elaboraram trabalhos que tentam explicar porque há países mais ricos que os outros. Um problema já estudado por Adam Smith, considerado o pai da economia. 

Daren Acemoglu é autor de centenas de artigos académicos. A maioria da sua pesquisa foi motivada pela tentativa de compreender “a origem da pobreza”. Sua pesquisa inclui uma ampla gama de tópicos, como política ,economia e capital humano.

Em Novembro de 2020,  Simon Johnson foi nomeado membro voluntário da Equipe de Revisão da Agência de transição presidencial de Joe Biden, para apoiar os esforços de transição relacionados ao departamento de tesouro dos Estados Unidos 

James A. Robinson   estuda o que torna os países diferentes, concentrando-se nas instituições económicas e políticas subjacentes, que levam alguns à prosperidade e outros ao conflito

O prémio de economia foi criado em 1968 pelo Banco Central da Suécia, é formalmente conhecido como o Prémio do Banco da Suécia em Ciências Económicas em Memória de Alfred Nobel. Este é o último Nobel a ser conhecido, depois do anúncio dos vencedores nas categorias de Medicina, Física, Química, Literatura e Paz.

Abreu Muhimua e António Engless foram indigitados, recentemente, pela FIBA-África como comissário e árbitro da Divisão Leste do torneio de qualificação para a quinta edição da Basketball Africa League (BAL), certame a decorrer de 15 a 20 de Outubro corrente, na Tanzânia.

Os moçambicanos devem entrar em acção na prova que vai movimentar sete formações, nomeadamente, Ushundzi (Comores), Hawassa City (Etiópia) , Nairobi City Thunder (Quénia) , G.N.B.C (Madagáscar), JKT Stars (Tanzânia) e Beau Vallon Hear (Seychelles )
Os dois primeiros classificados de cada grupo (quatro, no total) avançam para a Elite 16, que se vai realizar em duas cidades: Abidjan, Costa do Marfim (5 a 10 de Novembro), e uma segunda cidade-sede, que será confirmada posteriormente.

Em 2019, na Tailândia, é indicado delegado técnico do Campeonato do Mundo de basquetebol feminino Sub-19, competição na qual Moçambique esteve representado pela primeira vez na sua história. Dois anos depois, ou seja, em 2021, voltou a ser indigitado pelo órgão reitor do basquetebol mundial como delegado técnico do Campeonato do Mundo de masculino sub-17, na Letónia.

De resto, Abreu Muhimua é o único árbitro moçambicano a apitar os Jogos Olímpicos de 2004, em Atenas, na Grécia, e 2008, em Pequim, na China, para além de um Mundial de Basquetebol no Japão, em 2006.

Didáctico, Abreu João começou a apitar em 1984, na província de Nampula.

Ao longo da sua brilhante carreira, apitou jogos da final das mais importantes competições de África, nomeadamente “Afrobasket’s” masculino e feminino, Taça dos Campeões Africanos em ambas categorias e eliminatórias para os Jogos Olímpicos e Mundial.

Abreu João conta, no seu currículo, com participações nos “Afrobaskets” de Marrocos, Abuja, Argélia, Angola, Líbia, Madagáscar.
Mais: fez parte de uma lista restrita de árbitros que dirigiram jogos da Copa Diamante, em 2008, assim como as Universidades Mundiais da Coreia do Sul.

Já António Engless foi nomeado, em 2022, pela FIBA-África para dirigir jogos da primeira ronda do torneio de apuramento à terceira edição da Liga Africana de Basquetebol, prova a realizada entre os dias 25 a 30 de Outubro, em Dar es Salam, Tanzânia.

No alto dos seus 36 anos, foi um dos oito árbitros neutros indigitados pela FIBA-África para a referida janela de qualificação à BAL.
Em Dezembro de 2021, António Englesse, juntamente com os compatriotas Nilton Macamo Maria Liliana, apitou jogos da fase de apuramento da zona VI de acesso aos “Afrobasket’s” masculino e feminino na categoria sub-18, em Maseru, Lesotho.
Com a carteira de internacional (“black license”) homologada em Setembro do ano passado último por um período de dois anos (2021 -2023),

António Englesse dirigiu os VII Jogos da CPLP, evento realizado na capital do país.

Outrossim, foi nomeado para a segunda janela de qualificação para o “Afrobasket” 2021, em Harare, prova cujos jogos tiveram lugar em Harare, Zimbabwe.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, pediu, hoje, ao secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, que retire, imediatamente, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL) “para um local seguro”.

As declarações foram feitas durante um discurso em que Benjamim Netanyahu interpelou directamente o secretário geral da ONU. “Senhor  secretário-geral, retire as forças da FINUL para um local seguro. É preciso fazê-lo já, imediatamente”, apelou. 

Na sua mensagem a António Guterres, o primeiro-ministro israelita lamentou que o exército israelita já tenha feito este pedido, apenas para ser “constantemente rejeitado”, uma recusa “destinada a fornecer escudos humanos aos terroristas do Hezbollah”.

“A sua recusa em retirar as forças da FINUL torna os seus membros reféns do Hezbollah e também põe em perigo a vida dos nossos soldados”, destacou.

Netanyahu disse que Israel faz “o possível” para evitar danos nas forças de manutenção da paz, mas considerou que a melhor forma de evitar tais incidentes é retirá-las do território, o que exigiria uma decisão do Conselho de Segurança.

O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Lloyd Austin, pediu, no sábado, ao seu homólogo israelita, Yoav Gallant, que garanta a segurança dos capacetes azuis e das forças armadas libanesas, após os ataques contra posições de manutenção da paz, no sul do país e a morte de dois soldados libaneses.

Gallant enfatizou que os militares israelitas continuarão a tomar medidas para “prevenir danos” às tropas da FINUL, mas alertou que “o Hezbollah opera e dispara nas proximidades das posições da FINUL, usando missões de manutenção da paz como cobertura para as suas atividades”.

Há agravamento de preços dos produtos de primeira necessidade no país, desde o passado mês de Setembro. O óleo, sabão e ovos, por exemplo, tiveram uma subida que varia entre 50 a 200 Meticais. O Instituto Nacional de Estatísticas diz que, em setembro, os preços de bens e serviços de primeira necessidade registaram um crescimento de 2,75%, comparativamente ao mesmo período do ano de 2023. 

Este é o momento em que vendedores e compradores partilham a mesma dificuldade provocada pelo agravamento de preços dos principais produtos alimentares. É que desde o passado mês de Setembro, a esta parte, os cidadãos da Beira, Chimoio e Maputo, por exemplo, tiveram que gastar mais dinheiro para adquirir a mesma quantidade de produtos, que custavam menos, no mesmo período do ano passado. 

Por exemplo, o sabão em pó, que antes era comprado a 230 meticais, hoje é vendido entre 250 e 270 meticais.   O mesmo ocorre com o óleo de cozinha, antes a 550, por cada 5 litros, agora, subiu para 590 meticais.

A caixa de Ovos passou dos anteriores  1700, para 1950.

A situação é confirmada pelo Instituto Nacional de Estatística que fala de um aumento de preços de 5,29%, sendo que a divisão de alimentação e bebidas não alcoólicas foi a que registou a maior subida de preços, tendo a cidade de Quelimane tido a maior subida de preços, com cerca de 3,95%, seguida de Xai-Xai com 3,18%. A cidade da Beira aumentou 3,14%, cidade de Maputo 2,32% e em Chimoio 2,28%.

O INE diz ainda que os preços de bens e serviços de primeira necessidade registaram um crescimento de 2,75% em Setembro findo, em comparação com o mesmo período de 2023.

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