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O partido PODEMOS pretende reforçar a sua implantação em todo o território nacional até 2027, com a criação e consolidação de estruturas em todos os distritos, postos administrativos e bairros do País. O objectivo foi reiterado durante uma sessão do Conselho Político, considerada pela direcção como decisiva para a definição das prioridades do partido para os próximos seis meses.

Na abertura dos trabalhos, a liderança do PODEMOS defendeu que o fortalecimento da organização interna constitui um requisito essencial para que o partido possa responder às expectativas dos moçambicanos e concretizar os objectivos políticos a que se propõe.

Segundo o dirigente, a sessão irá aprovar o plano de actividades para o segundo semestre do ano, definindo as linhas de actuação dos órgãos centrais, provinciais e distritais, bem como os mecanismos de coordenação e monitoria das acções do partido.

A direcção explicou que a planificação semestral permite avaliar a execução das actividades, corrigir eventuais falhas e ajustar as estratégias em função dos resultados alcançados. Neste contexto, considerou positiva a avaliação do plano anterior e defendeu a necessidade de aprofundar o processo de capacitação das estruturas distritais para assegurar uma maior presença do partido junto das comunidades.

O PODEMOS reafirmou igualmente a intenção de consolidar a sua organização de base, sustentando que a implementação das orientações políticas depende da existência de estruturas activas em todos os níveis da administração territorial.

Durante a intervenção, a liderança saudou o desempenho da bancada parlamentar, destacando o trabalho de fiscalização desenvolvido na Assembleia da República, e enalteceu igualmente o papel das estruturas distritais na interpretação e resposta aos desafios políticos.

Reconhecendo tratar-se de um partido ainda jovem, a direcção admitiu a existência de dificuldades próprias do processo de crescimento, mas defendeu que os desafios enfrentados devem servir de aprendizagem e contribuir para o amadurecimento da organização.

A liderança manifestou confiança de que o PODEMOS continuará a consolidar-se como uma das principais forças políticas do País, apelando aos membros para manterem o espírito de unidade, reforçarem os mecanismos internos de trabalho e prosseguirem o processo de implantação das estruturas em todo o território nacional.

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Horas depois de Daniel Chapo ter sido empossado Presidente da República de Moçambique, o Presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa manifestou o seu interesse em continuar a aprofundar as relações históricas entre os dois países.

Marcelo Rebelo de Sousa enviou uma carta ao Presidente da República, na qual escreve que “transmito o reforçado empenho do Presidente da República de Portugal e do povo português em prosseguir e aprofundar essa cooperação, a todos os níveis, ao serviço do desenvolvimento sustentável, da justiça social, da plena realização do povo e da relevante projecção de moçambique no mundo”.

O Chefe do Estado português garantiu também a todos os moçambicanos “que podem contar sempre com os portugueses e com Portugal”.

Recorde-se que Rebelo de Sousa não participou da investidura do quinto Presidente de Moçambique. Portugal esteve representado pelo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel.

O Presidente de Portugal manifestou também o seu interesse em participar na celebração dos 50 anos da independência de Moçambique, no dia 25 de Junho.

O Parlamento português aprovou, na generalidade, uma recomendação ao Governo de Montenegro para que não reconheça os resultados das eleições.

O porta-voz e Juiz Conselheiro do Tribunal Supremo, Pedro Nhatitima, diz que as acções que Daniel Chapo se propôs a realizar, em cada uma das áreas, são bastante profundas e transformadoras.  

“A paz é a condição para que outros elementos de governação possam acontecer, seja na área da saúde, governação, justiça, etc. Esse é o pilar essencial. E, depois, as acções que se propôs a realizar em cada uma das áreas são bastante profundas e transformadoras. Tomámos boas  notas das acções que se propõe a realizar na área da justiça que tem a ver com a questão da celeridade, informatização processual, combate à corrupção, revisão constitucional no sentido da criação, eventualmente, do Tribunal Constitucional. Tomámos boa nota e pensamos que será um manifesto estadista e bem conseguido. “

O Bastonário da Ordem dos Advogados, Carlos Martins, também acompanhou, esta quarta, o discurso inaugural de Daniel Chapo.  

Ao reagir à primeira intervenção do Presidente da República, Martins disse, no final, que “os discursos têm este condão de serem catalisadores”. E, neste sentido, acrescenta, “são bons porque trazem-nos aquilo que são as intenções da governação, mas devo dizer que muitas das coisas que foram ditas representaram, no passado, este mesmo sentimento da nossa governação. O que nós esperamos, neste momento, são acções práticas que contribuam para a melhoria do sector de administração da justiça. 

 

Foi detido, hoje, o Presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol, por tentar implementar uma lei marcial que prevê a imposição de normas militares, encerramento do parlamento e proibição de manifestações.

Yoon Suk-yeol é o primeiro Presidente da Coreia do Sul em exercício a ser detido na história do país, por tentar implementar uma lei marcial. Yoon acusou seus adversários de trabalharem em prol do regime comunista da Coreia do Norte.

As autoridades sul-coreanas enviaram cerca de 1.000 agentes na manhã desta quarta-feira para à residência presidencial, no distrito de Yongsan, em Seul.

Há semanas que o líder sul-coreano se encontrava escondido na residência de Hannam-dong, tendo prometido “lutar até ao fim” contra os esforços para o destituir.

A detenção ocorreu horas depois de centenas de agentes da autoridade terem entrado no recinto presidencial, numa segunda tentativa de deter Yoon Suk-yeol, após o debate e votação da sua destituição, a meio do mandato de 5 anos.

A presidente do Conselho Constitucional, Lúcia Ribeiro, diz que a cerimónia de empossamento de Daniel Chapo foi o culminar de todo o processo eleitoral. Ribeiro disse, em entrevista aos jornalistas, esperar que a paz seja uma realidade no país.

“É, de facto, o culminar de todo o processo eleitoral. É o culminar de todo este trabalho. O que nós auguramos, agora, é que o nosso país consiga retornar à paz que perdemos momentaneamente.

Já a antiga vice-ministra da Economia e Finanças, Carla Louveira, defende que o ” nosso país está cada  vez mais exposto àquilo que é o processo de endividamento, quer seja ao nível de recursos externos.”

A antiga governante defende, por isso, que “temos que verificar como podemos redimensionar, minimizando aquilo que é a nossa exposição à dívida pública interna e externa. Nós sabemos que o maior crescimento da nossa população acaba impondo despesas maioritariamente nas áreas sociais”.

O Presidente da África do Sul disse, hoje, esperar dos moçambicanos espírito de unidade para um futuro mais brilhante. Cyril Ramaphosa assistiu à tomada de posse de Daniel Chapo como Chefe de Estado de Moçambique.

Em comunicado, Cyril Ramaphosa referiu que a tomada de posse de Daniel Chapo “constitui uma oportunidade para todo o povo de Moçambique trabalhar em conjunto em prol da paz, da democracia e do desenvolvimento”.

Ramaphosa disse, também, que espera trabalhar em estreita colaboração com Daniel Chapo, para “reforçar ainda mais as fortes relações fraternas existentes entre os dois países”. 

 

A População de Coca-Missava invadiu e ateou fogo em residências de secretários, círculo do bairro e um posto policial esta terça e quarta-feira, em Chibuto, província de Gaza, na sequência de protestos pós-eleitorais.

É mais um episódio de violência popular que deixa marcas de destruição no distrito de Chibuto, em Gaza. Os ataques populares, na comunidade de Coca-Missava há 15 quilómetros da sede distrital, culminaram com a vandalização e destruição de infraestruturas públicas e residências de secretários dos bairros.

Os prestatários queimaram o círculo do bairro, o que resultou na destruição de todos documentos e equipamentos de trabalho.

Um posto policial foi igualmente incendiado. A polícia promete reagir ao assunto na sexta-feira.

Foi detido hoje o presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk-yeol, por tentar implementar uma lei marcial que prevê a imposição de normas militares, fechamento do parlamento e proibição de manifestações.

Yoon Suk-yeol é o primeiro presidente da Coreia do Sul em exercício a ser detido na história do país, por tentar implementar uma lei marcial, justificando que o parlamento, de maioria opositora, estaria a sabotar o seu governo. O estadista acusou seus adversários de trabalharem em prol do regime comunista da Coreia do Norte.

Esta quarta-feira, a agência anti-corrupção da Coreia do Sul anunciou que o presidente do país foi detido, depois de terem sido enviados cerca de 1000 agentes à residência presidencial.

Há semanas que o líder sul-coreano se encontrava escondido na residência de Hannam-dong, tendo prometido “lutar até ao fim” contra os esforços para o destituir.

A detenção ocorreu depois de agentes terem entrado no recinto presidencial, numa segunda tentativa de detê-lo, após o debate e votação da sua destituição, a meio do mandato de 5 anos.

A lei marcial em causa foi revogada.

O presidente do PODEMOS, Albino Forquilha, desafia o novo Presidente da República, Daniel Chapo, a implementar e transformar em acções tudo o que disse no seu discurso. Forquilha entende que o discurso de Daniel Chapo é de esperança, mas realça a necessidade de se atacar os principais problemas que o país enfrenta, como é o caso da corrupção e melhoria dos serviços essenciais, saúde e educação. 

“Já houve muitos discursos e, por sinal, bonitos. O que se pretende é que haja mais acção. É isso que as pessoas esperam ver”, disse Daniel Chapo.

Passavam poucos minutos depois das 11 horas, quando Daniel Francisco Chapo foi oficialmente declarado como o quinto Presidente da República de Moçambique. Na Praça da Independência, Cidade de Maputo, Daniel Chapo recebeu os símbolos de poder das mãos da Presidente do Conselho Constitucional, Lúcia Ribeiro.

Os símbolos de poder recebidos pelo quinto Chefe do Estado incluem a Constituição da República, a bandeira nacional, o emblema da República e e um martelo.

A tomada de posse de Daniel Chapo foi testemunhada por cerca de 2500 convidados. Entre eles o Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, o Presidente da Guiné Bissau, Umaro Sissoco Embaló, ou o Ministro dos Negocios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel. 

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