A população reclusória da Cadeia Central da Beira considera a liberdade provisória após o cumprimento de três quartos da pena, uma medida excessiva e pedem ajuda às autoridades judiciais para acelerar processos que estão parados há anos.
Os condenados e detidos que estão na cadeia central da Beira mostraram-se preocupados nesta terça-feira, às autoridades judiciais, em relação à entrada em vigor do instrumento relativo a benefícios de liberdade provisória após o cumprimento de três quartos da pena.
Para eles, a medida é pesada e deveria ser aplicada em casos específicos. Os detidos e condenados que se dirigiam ao Procurador-geral da República, durante uma visita a estas instalações, no âmbito da visita de monitoria que efectua em Sofala, pediram por outro lado ajuda para as autoridades judiciais acelerarem os processos de liberdade provisória.
O procurador-geral prometeu analisar as preocupações apresentadas, começando por fazer o levantamento de todos os processos aparentemente duvidosos.
Os reclusos esperam agora por respostas que possam aliviar a sua situação processual. A cadeia central da Beira tem capacidade para 190 pessoas, mas neste momento estão aqui 650 pessoas, entre elas 360 condenados e 290 detidas.
O ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, visitou, esta sexta-feira, as Linhas Aéreas de Moçambique para conhecer o funcionamento e o actual estágio da companhia aérea.
Durante a visita, reuniu-se com a administração e transmitiu uma mensagem de incentivo e reafirmou o compromisso do Governo com a reestruturação da empresa.
Matlombe falou, segundo uma nota divulgada na página da companhia aérea, nas redes sociais, Da importância da modernização e eficiência operacional para garantir a sustentabilidade da LAM.
“A LAM desempenha um papel crucial na aviação moçambicana, e o Governo está comprometido em apoiar a sua recuperação financeira e operacional”, garantiu.
Durante a visita, o ministro ouviu as preocupações e os desafios operacionais da empresa.
Pelo menos 17 crianças morreram em um incêndio que ocorreu, esta quinta-feira, em uma escola islâmica, no noroeste da Nigéria. A informação foi divulgada pela Agência de Resposta a Emergências do país, que avança que as autoridades iniciaram uma investigação para apurar as causas.
Cerca de 100 crianças estavam numa escola quando o incêndio começou, em uma escola islâmica, no distrito de Kaura. De acordo com a Agência Nacional de Gestão de Emergências houve, no local, feridos graves, que foram levados para tratamento em diferentes hospitais.
Contabilizam-se, até ao momento, pelo menos 17 crianças mortas. As causas do incêndio ainda não foram clarificadas, mas suspeita-se que tenha sido causado por um estoque de gravetos usados para higiene oral, conhecidos localmente como “Kara”, que foram reunidos nas proximidades da escola.
O Presidente nigeriano, Bola Tinubu, solidarizou-se com as famílias das vítimas e pediu que as escolas priorizem a segurança das crianças.
No mês passado, um dispositivo explosivo improvisado detonou em uma escola nos arredores de Abuja, capital da Nigéria, matando duas pessoas e ferindo outras duas.
Cinco homens foram abatidos pela Polícia, ontem, em Angoche, depois de um suposto confronto com a Polícia. Trata-se dos chamados “Naparamas” que, segundo a Polícia da República de Moçambique, pretendiam causar mortes a dirigentes do Governo naquele ponto da província de Nampula.
Os chamados “Naparamas” saíram do distrito de Larde e foram até ao posto administrativo de Aube, no distrito de Angoche munidos de azagaias, catanas e outros objectos contundentes. O caso deu-se por volta das 8 da manhã de quinta-feira.
A Polícia destacou um contingente que se fez ao terreno. Houve confronto, que culminou em mortes e feridos. Dos feridos, um é um agente da Polícia.
Enquanto isso, as obras de construção da terceira esquadra da PRM, no bairro de Namicopo, já iniciaram. Os trabalhos iniciais consistem na demolição das paredes da antiga infra-estrutura vandalizada durante os protestos pós-eleitorais.
O prazo das obras é de três meses e a população enaltece a importância da presença da Polícia no bairro.
Os trabalhadores da empresa Cimentos da Beira amotinaram-se, hoje, no Tribunal Judicial da província de Sofala à procura do administrador da insolvência, que há alguns dias não se faz presente na empresa e que terá, alegadamente, levado 7 milhões de meticais, para parte incerta, que seriam para o pagamento de salários do mês de Janeiro.
A situação ocorre um dia depois de estes se terem amotinado nas instalações da empresa para exigir o pagamento de salários em atraso e outras regalias excluídas, alegadamente sem justa causa.
Os trabalhadores receberam garantias em meados de Janeiro de que os salários daquele mês seriam pagos na semana finda, o que não aconteceu até hoje.
Os trabalhadores da Cimentos da Beira afirmaram que continuarão a recorrer à justiça para exigir os seus direitos.
O antigo jogador dos Mambas e recordista de golos numa edição do campeonato nacional de futebol, Amade Chababe, é o novo treinador da equipa principal de futebol do Grupo Desportivo Maputo. Chababe assinou um contrato válido por um ano, com opção de renovação
É o recordista de golos numa edição do campeonato nacional de futebol em Moçambique, com 27 golos apontados em 1983 e antigo jogador do Desportivo Maputo e da selecção nacional de futebol. É treinador de futebol há mais de 15 anos, mas estava sem clube há pouco menos de 10 anos.
Regressa aos bancos, como treinador, pela porta do centenário Grupo Desportivo Maputo, clube tem o desafio de devolvê-lo ao Moçambola, em 2026.
Amade Chababe reconhece as dificuldades por que passa o clube que foi despromovido do Moçambola em 2020 e assume o compromisso de trabalhar para devolver à equipa a alta roda do futebol moçambicano.
Amade Chababe terá apoio dos antigos jogadores do clube, que esperam que o novo técnico devolva a mística alvi-negra que se perdeu com o tempo.
Amade Chababe foi treinador adjunto de Mart Nooij nos Mambas e seleccionador nacional de sub-20. Já treinou os Ferroviários de Pemba e de Nampula.
O Presidente dos Estados Unidos da América assinou, esta quinta-feira, uma ordem executiva para impor sanções ao Tribunal Penal Internacional (TPI) pelas suas acções contra os Estados Unidos e os seus aliados, sobretudo Israel.
Entre as medidas estão as restrições financeiras e de concessão de vistos de viagem até aos Estados Unidos aos membros do TPI que colaborarem com as investigações do tribunal contra cidadãos norte-americanos ou aliados de Washington.
A assinatura da ordem executiva seguiu-se, segundo escreve a Lusa, à reunião de terça-feira entre Trump e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, naquela que foi a sua primeira viagem para fora de Israel desde que o TPI emitiu mandados de captura em Novembro para o chefe do Governo israelita, o seu ex-ministro da Defesa e o antigo líder militar do Hamas, por crimes contra a humanidade e crimes de guerra relacionados a guerra na Faixa de Gaza.
Reagindo à decisão, o ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel felicitou o Presidente dos Estados Unidos pelas sanções anunciadas contra o Tribunal Penal Internacional, cujas acções considerou “imorais e ilegítimas”.
“O Tribunal Penal Internacional (TPI) está a perseguir agressivamente os líderes eleitos de Israel, a única democracia no Médio Oriente”, defendeu.
Recorde-se que em 2020, durante o seu primeiro mandato ,Trump já havia imposto sanções contra a então procuradora do TPI Fatou Bensouda e um dos seus principais assessores, devido a uma investigação do tribunal a alegados crimes de guerra cometidos por tropas norte-americanas no Afeganistão.
Subiu de 10 para 16 o número de óbitos vítimas de descargas atmosféricas e inundações na província de Tete.
Há dois meses que a província de Tete tem registado ocorrência de muita chuva, acompanhada de ventos fortes e trovoadas. A situação fez com que o número de óbitos por descargas atmosféricas e arrastamento pelas águas, aumentasse.
Para evitar perdas de vidas humanas e de infraestruturas vitais, assim como prevenir o surgimento de doenças nesta época das chuvas, o INGD garante que os comitês locais de gestão de risco e desastres estão a intensificar a divulgação das medidas de prevenção nas zonas afectadas.
Para além das mortes, cerca de 280 casas, incluindo escolas e igrejas foram destruídas.
População saída de vários distritos da província de Gaza voltou a invadir extensas áreas no posto administrativo de Patrice Lumumba, em Xai-Xai e ocuparam os espaços.
A invasão de terras continua na província de Gaza, depois de casos similares em Chongoene e Praia de Xai-Xai. Desta vez o caso deu-se no posto administrativo de Patrice Lumumba, onde populares provenientes de vários bairros de Xai-Xai, incluindo do Limpopo, foram ocupar uma área de mais 400 hectares.
Ao todo, são mais de 3 mil pessoas que usurparam os espaços. Nem mesmo os nativos conseguiram impedir, tendo em conta o elevado número de pessoas que continuavam a chegar na chamada terra “prometida”. O grupo invasor afasta a possibilidade de abandonar o local.
O governo da província de Gaza classifica a ação popular de ilegal e diz há curso trabalhos de consulta às autoridades locais para a recuperação dos espaços invadidos.
Para evitar novas invasões, o director provincial de planificação e ambiente, Micas Mechiço, fala de uma permanente plataforma de diálogo entre as autoridades do governo e as comunidades.
A zona de Dzandzatine é outro ponto invadido pela população em Xai-xai.
Todas as províncias da região Centro do país estarão debaixo de chuvas fortes, este sábado. As chuvas também vão afectar as províncias de Gaza e Inhambane, no Sul do país.
“Nas próximas 24 à 36 horas, o sistema de baixas pressões que se localiza na faixa costeira das províncias da Zambézia e Sofala, continuará a influenciar o estado do tempo caracterizado por períodos de chuvas fortes, podendo ocorrer em regime intenso”, avisa o Instituto Nacional de Meteorologia, em comunicado de imprensa.
Além disso, “a predominância da Zona de Convergência Intertropical continuará a influenciar com queda de volumes significativos de precipitação sobre a zona norte do país, particularmente sobre as províncias de Cabo Delgado e Nampula”.
A província de Maputo não consta da lista dos pontos a serem afectados pelo mau tempo, este sábado.

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