A população reclusória da Cadeia Central da Beira considera a liberdade provisória após o cumprimento de três quartos da pena, uma medida excessiva e pedem ajuda às autoridades judiciais para acelerar processos que estão parados há anos.
Os condenados e detidos que estão na cadeia central da Beira mostraram-se preocupados nesta terça-feira, às autoridades judiciais, em relação à entrada em vigor do instrumento relativo a benefícios de liberdade provisória após o cumprimento de três quartos da pena.
Para eles, a medida é pesada e deveria ser aplicada em casos específicos. Os detidos e condenados que se dirigiam ao Procurador-geral da República, durante uma visita a estas instalações, no âmbito da visita de monitoria que efectua em Sofala, pediram por outro lado ajuda para as autoridades judiciais acelerarem os processos de liberdade provisória.
O procurador-geral prometeu analisar as preocupações apresentadas, começando por fazer o levantamento de todos os processos aparentemente duvidosos.
Os reclusos esperam agora por respostas que possam aliviar a sua situação processual. A cadeia central da Beira tem capacidade para 190 pessoas, mas neste momento estão aqui 650 pessoas, entre elas 360 condenados e 290 detidas.
Adeptos, simpatizantes do FC do Porto e várias figuras ligadas ao desporto mundial prestaram, hoje, a última homenagem ao ex-presidente dos “dragões”, Pinto da Costa, que perdeu a vida no último sábado. Da Costa será sempre lembrado como o presidente que mais títulos teve no emblema azul e branco.
Estádio do Dragão cheio de adeptos, simpatizantes do FC do Porto, mas também de várias figuras ligadas ao futebol mundial. Era o último adeus a Jorge Pinto da Costa, o emblemático presidente dos dragões.
Houve momentos emotivos para todos aqueles que estiveram nas bancadas do estádio, com cânticos, um minuto de silêncio, muitos aplausos e o hino azul e branco.
Com a urna velada pelas cores do seu clube de coração, Da Costa teve o último contacto com o local onde celebrou muitas vitórias, conquistas, assim como enfrentou fracassos.
Entre um misto de sentimentos, as palmas serviram como consolo para os milhões de adeptos, em ocasião que parte dos troféus ganhos por Pinto da Costa coloriram o estádio.
O funeral de Pinto da Costa, que morreu aos 87 anos, vai realizar-se na segunda-feira, na Igreja das Antas.
Antes disso, está marcado um velório para domingo às 18h00 de Portugal e 20 de Moçambique, que irá coincidir com o início do jogo do FC do Porto contra o Farense, que terá lugar no Estádio do Algarve.
Pinto da Costa foi presidente do FC Porto durante 42 anos, entre 1982 e 2024, tendo conquistado um total de 71 títulos, com destaque para dois europeus, nomeadamente a Taça dos Clubes Campeões em 1987 e a Liga dos Campeões em 2004.
Ainda na Europa, Pinto da Costa conquistou a Taça UEFA, em 2003, uma Liga Europa, em 2011, e uma Supertaça Europeia, em 1987. Em 1987 e 2004, o FC Porto venceu a Taça Intercontinental.
A vandalização recorrente dos postos de iluminação pública na estrada nacional número seis, entre as cidades da Beira e Dondo, que põe em causa a segurança rodoviária no período nocturno, está ligado a existência de um mercado clandestino que compra os fios de cobre, segundo deu a conhecer hoje a Polícia.
Há um mercado clandestino na cidade da Beira que tem estado a comprar fios de cobre ao preço de 250 meticais cada quilo. O referido mercado, de acordo com a Polícia, está a incitar jovens desempregados do Chiveve a procurarem desesperadamente este metal, na busca de rendimentos e os mesmos estão a recorrer aos fios da iluminação pública na EN6, vandalizando e roubando as infra-estruturas.
Esta segunda-feira, as autoridades apresentaram publicamente um dos supostos autores das vandalizações e roubo das infra-estruturas de iluminação pública na EN6.
O indiciado confirma que fazia parte do grupo de malfeitores que roubavam os fios nesta principal rodovia, mas os comparsas fugiram.
O Clube de Desportos da Costa do Sol apresentou oficialmente, esta segunda-feira, o novo treinador da equipa principal de futebol masculino, o técnico guineense Baciro Candé, que assume o comando da formação canarinha para a época 2025.
De acordo com uma publicação do Costa do Sol, na sua página Facebook, a cerimónia de apresentação decorreu na sede do canarinho, na Cidade de Maputo, e contou com a presença do presidente Alberto Banze, do vice-presidente financeiro Xavier Chipanga, do director desportivo Hélder Muianga e do secretário-geral João Paulo Nhabanga.
Na publicação citada, lê-se que, durante a sua intervenção, o técnico guineense Baciro Candé manifestou-se satisfeito com o convite feito pela direcção do Costa do Sol, conforme tinha feito à sua chegada à Cidade de Maputo, e destacou que nunca escolhe países ou continentes para trabalhar, focando-se apenas nos desafios e nos projectos que lhe são apresentados.
O técnico guineense sublinhou que o projecto do clube canarinho é credível e que acredita ter as condições necessárias para o levar avante, sempre alinhado com os objectivos traçados pela direcção.
Baciro Candé fez ainda referência à importância da união entre jogadores e equipa técnica, frisando que está preparado para trabalhar arduamente e confiante de que pode contribuir para o crescimento do Costa do Sol.
De igual modo, demonstrando entusiasmo, Baciro Candé afirmou estar ansioso para iniciar o trabalho e apelou ao apoio incondicional dos adeptos, sócios e simpatizantes do Costa do Sol, bem como da direcção e de todos os amantes do futebol moçambicano.
Antes da apresentação do novo treinador, o presidente do Costa do Sol, Alberto Banze, avança a mesma publicação do clube com mais títulos conquistados em Mocambique, reuniu-se com a equipa técnica e os jogadores. No encontro, Alberto Banze delineou os objectivos do clube para a época 2025.
O líder do Costa do Sol deixou ainda uma mensagem de apoio aos atletas, reforçando a importância de respeito, da disciplina e da união no balneário, valores essenciais para o sucesso da equipa.
O plano do novo Presidente dos Estados Unidos de reduzir a administração pública atingiu a agência federal responsável pela segurança alimentar e dispositivos médicos, com o despedimento de funcionários recentemente contratados.
Segundo noticia a agência AP, em causa estão trabalhadores em período experimental da designada agência ‘Food and Drug Administration’ (FDA), responsáveis por fiscalizar a segurança de ingredientes alimentares, dispositivos médicos e outros produtos da área da Saúde.
O número total de postos de trabalho que serão eliminados ainda não é conhecido, adianta a AP, mas os despedimentos parecem estar direcionados para os funcionários dos centros alimentares, dos dispositivos médicos e dos produtos tabaqueiros, no qual se inclui a supervisão dos cigarros eletrónicos, escreve o Notícias ao Minuto.
Para já não se sabe se os trabalhadores da FDA que são responsáveis por analisar medicamentos estão abrangidos por estas demissões.
Na sexta-feira, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos anunciou a intenção de despedir 5.200 funcionários em período experimental nas suas agências, nomeadamente os Institutos Nacionais de Saúde, a FDA e os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças.
A FDA, com sede nos arredores de Washington, emprega cerca de 20.000 pessoas.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse no domingo que o encontro com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, sobre a Ucrânia pode acontecer “muito em breve”, mas que não há data definida
Donald Trump, questionado por um jornalista sobre o momento para uma reunião com o Presidente russo, respondeu que “nenhuma data foi definida, mas pode ser muito em breve”, embora Moscovo tenha adiantado, na quinta-feira, que poderia demorar “vários meses” a ser organizada.
As declarações do Presidente norte-americano antecedem as conversações, na Arábia Saudita, entre uma delegação liderada pelo seu chefe de diplomacia, Marco Rubio, então em digressão pelo Médio Oriente, e negociadores russos.
A presença de representantes ucranianos na reunião permanece incerta, com o secretário de Estado norte-americano a dizer que desconhecia também detalhes da equipa de negociadores enviada por Moscovo. “Nada foi finalizado ainda”, disse Marco Rubio sobre as negociações com a Ucrânia, acrescentando, numa entrevista à CBS, que estas negociações seriam uma oportunidade para iniciar “uma conversa mais ampla que envolveria a Ucrânia e a questão do fim da guerra”.
“Acho que ele quer parar de lutar”, disse também Donald Trump sobre Putin, recordando a sua conversa telefónica na quarta-feira com o Presidente russo, que surpreendeu os aliados europeus de Washington.
O Presidente norte-americano revelou ainda que Steve Witkoff, um dos seus principais conselheiros para os assuntos internacionais, se encontrou com Vladimir Putin durante “cerca de três horas”, sem especificar a data.
O Kremlin (presidência russa) afirmou na quinta-feira que ainda não havia “nenhuma decisão” sobre a data do encontro entre os líderes russo e norte-americano, e que poderia demorar “vários meses” a ser organizada.
“Até ao momento, não foi tomada qualquer decisão. Será necessário tempo para preparar este encontro. Pode levar semanas, ou um mês, ou vários meses”, afirmou o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov, numa entrevista ao canal russo Pervy Kanal.
O Estado-Maior das Forças Armadas sul-africanas, segundo a Rádio Moçambique, reitera que vai manter o efectivo militar estacionado em Goma, até que a paz seja alcançada no leste do Congo Democrático.
Segundo uma publicação da Rádio Moçambique desta segunda-feira, depois da morte de 14 soldados sul-africanos, em Janeiro passado, têm sido muitas as vozes que exigem a retirada dos militares, que integram a missão de paz da SADC naquele país africano.
No domingo, o líder do Partido dos Combatentes da Liberdade Económica, Julius Malema, na África do Sul, voltou a fazer eco a esse posicionamento, numa cerimónia religiosa, para a qual foi convidado.
Julius Malema, escreve a Rádio Moçambique, alega que os militares sul-africanos não estão devidamente equipados para integrar missões como as do leste do Congo Democrático: “Não nos opomos ao envio de soldados para o Congo Democrático, simplesmente estamos a dizer para retirá-los porque não estamos preparados para ir a lado algum. Uma vez suficientemente preparados podemos ir a República Democrática do Congo. Nossos soldados não estão equipados”, disse.
Ainda no domingo, foi a enterrar um dos 14 militares sul-africanos mortos nas confrontações com os rebeldes do M23, em Goma.
Foi nessa cerimónia, realizada na província de Limpopo, que o chefe do Estado Maior das Forças Armadas sul-africanas, o general Rudzani Mapwanya, deu garantias de que os militares que se encontram no leste do Congo Democratico estão em segurança.
Maphwanya reiterou que os soldados sul-africanos foram enviados no quadro dos esforços de pacificação da região, e não para fins particulares.
“Nós, nas forças armadas sul-africanas, vamos continuar com os esforços para o silenciar das armas no nosso continente. A nossa nação foi verdadeiramente abençoada por ter um heroico soldado como ele. Estamos no Congo Democratico não para ganhos pessoais, para promover nosso interesse nacional, então o atirador Derrick Maluleke estava lá na República Democrática do Congo para promover isso e garantir que todos nós tenhamos uma vida melhor e prosperidade económica”, afirmou, segundo a publicação da Radio Moçambique, o General Rudzani Mapwanya, no elogio fúnebre, de um dos 14 soldados sul-africanos mortos em combate, no leste do Congo Democratico.
O livro “Dzimbadas”, de Sérgio Zimba, já tem data de lançamento. Os cartoons serão apresentados ao público esta terça-feira, às 17h30, numa cerimónia a ter lugar no Instituto Guimarães Rosa (antigo Centro Cultural Brasil-Moçambique), na Cidade de Maputo.
O livro será apresentado pelo humorista e cartoonista Bruno Belchior, num evento que terá como um dos convidados o poeta Tchaka Waka Bantu.
No seu prefácio, o escritor Marcelo Panguana refere que “Dzimbadas” transporta consigo personagens pescados na realidade circundante, com todos os tiques que a caracterizam: a violência, o amor, a esquizofrenia, a corrupção, o machismo, as politiquices, a estupidez, a mesquinhez e outras coisas que tais, e Zimba, prolonga-se Panguana ri-se deles, e para que o seu riso não seja solitário convoca-nos, para que sejamos capazes de rirmo-nos, todos, de nós próprios, página à página, nesse humor provocante, acutilante, elegante e por isso saudável.
“É exactamente este seu sentido de humor, que nos conforta, renova e nos redime de todos os nossos pecados. O resto não tem nenhuma importância”, escreve o escritor rendido ao cartoonista.
De acordo com Marcelo Panguana, Sérgio Zimba não precisa de recorrer a fervorosos discursos no alto de qualquer palanque para que a sua voz se oiça; não necessita de inventar metáforas como aquelas que decoram os livros dos escritores mais venerados do seu país; não tem necessidade de exibir panfletos pelas ruas para expressar o seu descontentamento; apenas lhe basta o papel, a caneta, a tinta-da-china, para dar evasão a esse sentido crítico que se manifesta através do seu sentido de humor.
“Trata-se duma espécie de militância que Sérgio Zimba persegue ao longo dos últimos anos e que o transformaram num dos humoristas mais credenciados desta pátria”, aponta Marcelo Panguana, citado num comunicado de imprensa sobre a sessão de lançamento do livro.
Os cartoons de Sérgio Zimba contam, de forma satírica, aquilo que acontece nos nossos conturbados dias, demostrando que um artista deve ser também um homem atento ao que ocorre em todas esferas sociais, um homem do seu tempo, um humorista que “não faz graça de graça”.
O livro “Dzimbadas” é uma edição da Editora TPC e conta com a maquetização de Bruno Belchior, de Madeira Zimba, revisão de Pedro Muzonda e coordenação editorial de Cremildo Bié.
Conforme disse ao jornal O País, no seu novo projecto, Sérgio Zimba reúne em livro um conjunto de cartoons diversificados. Partindo de um contexto afectado pela pandemia da COVID-19, Zimba retrata, vivamente, a vida social dos moçambicanos. Por isso mesmo, garante, os leitores “Vão encontrar no meu livro coisas sérias retratadas de forma hilariante, do nosso dia-dia”.
A ideia do livro “Dzimbadas” tem motivação “documental” e “memorialista”. Ao produzi-lo, o autor quis prender parte das situações que, em 2020, alteraram as rotinas dos moçambicanos e de vários cidadãos do mundo, numa crise sanitária com efeitos económicos muito graves.
Assim, em “Dzimbadas” há peripécias que lembram o poder dos mahindras (viaturas usadas pela polícia em Moçambique) na fiscalização dos que, nas barracas, teimaram em gozar o proibido prazer da convivência, num contexto em que as palavras de ordem eram “ficar em casa”.
Com o seu livro, Sérgio Zimba espera, portanto, manter a memória colectiva activa, de modo que os leitores saibam sempre como lidar com as pandemias ou com as crises que, ciclicamente, afectam os países. “Apesar de a COVID ter passado, as narrativas do livro continuam actuais.
Porque há mensagens intemporais. Até porque a COVID não é a primeira pandemia do mundo e pode ser que apareçam mais coisas. Esse aspecto da prevenção, por exemplo, é uma lição a manter”, sublinhou ao jornal O País.
SOBRE O AUTOR
Sérgio Salvador Domingos Zimba, do seu nome completo, nasceu no Hospital Distrital da Moamba, no dia 31 de Julho de 1963. É filho de Domingos Mundau Zimba (já falecido) e de Felismina Baloi Zimba. Toda a sua infância foi passada em Ressano Garcia, sua terra de coração.
Depois de concluir o ensino primário na localidade de em Ressano Garcia, seguiu para Namaacha, onde prosseguiu com os estudos secundários e posteriormente para a Escola Secundária Francisco Manyanga, na cidade de Maputo.
Começou a publicar os seus cartoons no Jornal Domingo, no ano de 1990. Tinha neste semanário uma rubrica denominada “Coisas de Maputo”. Colabora com várias instituições públicas e privadas.
No seu acervo bibliográfico conta com 12 livros publicados.
Na sequência do desabamento de um edifício situado no sul da região metropolitana do Cairo, a capital egípcia, pelo menos 10 pessoas morreram e oito ficaram feridas, esta segunda-feira.
O edifício residencial tinha três andares, e ruiu na localidade de Kirdasa, por razões desconhecidas, de acordo com fontes médicas e policiais, adianta o Notícias ao Minuto.
No local, várias ambulâncias acorreram e transferiram os feridos para hospitais próximos, enquanto as equipas da protecção civil continuam a procurar sobreviventes.
As forças de segurança montaram um cordão de isolamento no local, enquanto especialistas iniciaram uma investigação para determinar as causas do colapso, acrescentaram as mesmas fontes, indicando que as autoridades retiraram os residentes de dois outros edifícios adjacentes.
O desmoronamento de casas é frequente no Egipto, especialmente nas zonas populares, onde, segundo os meios de comunicação locais, os construtores não tomam medidas suficientes para garantir a segurança dos edifícios e falta rigor às inspecções oficiais.
O Governo da República Democrática do Congo (RDC) acusou o exército ruandês de ter entrado na cidade de Bukavu, no leste do país, que foi tomada durante o fim de semana pelo grupo rebelde Movimento 23 de Março (M23).
“O Governo está a acompanhar, hora a hora, a situação em Bukavu, marcada pela entrada do exército ruandês e dos seus auxiliares esta manhã”, declarou o Governo congolês, em comunicado, apesar de o Ruanda negar a presença das suas tropas em território congolês.
O comunicado referiu ainda que apesar dos apelos da comunidade internacional a um cessar-fogo, o Ruanda “persiste no seu projecto de ocupação, pilhagem e prática de crimes e violações graves dos direitos humanos no nosso território”.
O Governo garantiu estar a fazer “tudo o que está ao seu alcance para restabelecer a ordem, a segurança e a integridade territorial” e instou a população de Bukavu a permanecer em casa e a não se expor, de forma a evitar ser alvo das forças de ocupação.
“Bukavu, Goma e todos os outros cantos ocupados do Kivu Norte e do Kivu Sul são o símbolo da nossa resistência. Permaneçamos todos de pé, vigilantes, resistentes e unidos perante esta provação, atrás das nossas forças armadas e do Presidente da República”, acrescentou.
O comunicado foi emitido depois de a União Africana (UA) ter alertado, ontem, à “balcanização” do leste da RDC, onde o conflito se intensificou nas últimas semanas, devido à ofensiva do M23 que conquistou vários territórios.
Refira-se que o M23 controla, agora, as duas capitais das províncias vizinhas do Kivu Norte e do Kivu Sul, que fazem fronteira com o Ruanda e são ricas em minerais como o ouro e o coltan, essenciais para a indústria tecnológica e para o fabrico de telemóveis.
O conflito entre a RDC e os rebeldes do M23 intensificou-se nos últimos meses e o movimento armado ocupou, em finais de Janeiro, a capital da província congolesa do Kivu Norte, Goma.

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