Skip to main content

O País – A verdade como notícia


ÚLTIMAS

Destaques

NOTÍCIAS

A 61.ª edição da Feira Agro-Comercial e Industrial de Moçambique (FACIM), que encerra já este domingo, tem na exposição da pecuária um dos seus pontos de maior destaque. O certame serviu de palco para o anúncio, por parte do Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, da importação de 800 touros com o objectivo de melhorar a raça de gado bovino no país.

O certame, que decorre desde segunda-feira, permitiu aos criadores exibir exemplares de genética melhorada, animais de crescimento precoce e elevada qualidade de carne. Este esforço colectivo tem como meta estratégica reduzir a dependência das importações e fortalecer a soberania alimentar. 

O Governo reiterou, na ocasião, que acompanha de perto o movimento, garantindo que esta iniciativa será acompanhada pela transferência de tecnologia e pela implementação de boas práticas junto dos produtores.

Para os pecuaristas, que aproveitaram o leilão realizado no sábado para transaccionar os seus melhores animais, começa a consolidar-se uma mudança de paradigma. A consciência de criar gado de corte, vocacionado para o mercado, ganha terreno face ao modelo tradicional de acumulação de cabeças de gado por longos períodos. 

O apelo aos investidores nacionais é claro: existe um vasto mercado por explorar, uma vez que a oferta interna se revela ainda deficitária face às necessidades de consumo.

A modernização estende-se, igualmente, a outros sectores. Além dos bovinos, a feira exibiu aves de elevada produtividade, demonstrando que a procura pela qualidade se alastra a toda a produção pecuária. 

Moçambique enfrenta agora o desafio de fazer crescer os efectivos exponencialmente, aproveitando as oportunidades de negócio que a FACIM, uma vez mais, evidenciou como motores para o desenvolvimento económico do país. 

Vídeos

NOTÍCIAS

Ivan Mazuze apresenta, nos dias 25 e 26 deste mês,  no Cape Town International Jazz Festival, na Cidade do Cabo, África do Sul, o seu mais recente álbum  “Penuka”, lançado nos finais do ano passado.

O saxofonista moçambicano, radicado na Noruega, volta mais uma vez a pisar um dos mais refinados e privilegiados palcos do Jazz mundial e a actuar no maior festival musical de África. 

Com mais de 30 artistas de classe mundial, o Cape Town International Jazz Festival continua sendo o ponto de encontro de um público vasto de todo o mundo e é conhecido pela programação repleta de estrelas de artistas locais e estrangeiros.

Segundo uma nota de imprensa, a 22ª edição do festival deste ano contará com três palcos e mais de 21 apresentações ao vivo, prometendo uma experiência inesquecível, tanto para fãs leais quanto para participantes de primeira viagem. O evento também celebra o jazz que se assinala a 30 de Abril de 2023.

Ivan Mazuze vai apresentar o seu mais recente trabalho discográfico, no qual faz uma exploração contemporânea do jazz, misturando tradições africanas com influências árabes e indianas. 

“O novo trabalho de Mazuze é um ambicioso projecto apoiado pela Global Oslo Music e é resultado de uma investigação profunda de diferentes influências culturais apresentadas através de uma lente de jazz contemporâneo”, adianta uma nota de imprensa, a qual acrescenta que o CD é testemunho das trocas culturais seculares facilitadas pelas rotas comerciais através do continente africano. 

No CD, o saxofonista mostra como as tradições musicais africanas absorveram e reinterpretaram elementos do património musical de diferentes continentes ao longo do tempo e quer levar o público amante do jazz a um concerto verdadeiramente imersivo.

“O palco do Cape Town International Jazz Festival é onde despontei e posicionei-me como um músico respeitado. Por isso, para mim, é um privilégio poder mostrar para o mundo mais um trabalho que reflecte a diversidade cultural de diferentes povos através da música. Darei o melhor para representar Moçambique com dignidade, mas também a Noruega, País onde estou radicado porque me acolheu”, acrescentou o artista: “Este álbum é uma celebração das conexões culturais duradouras entre África, o mundo árabe e a Índia. 

Com “Penuka”, disse ainda o artista, “pretendo oferecer uma nova perspectiva sobre

como essas influências moldaram a música africana, misturando ritmos tradicionais com a improvisação moderna do jazz”. 

A secção rítmica de “Penuka” conta com músicos experientes, que têm relações musicais duradouras com Mazuze, incluindo artistas com raízes em Cuba, Noruega e Mali, todos, actualmente baseados na Noruega. A colaboração com os artistas adiciona camadas de complexidade rítmica e um toque global às composições de Mazuze, enriquecendo a fusão dinâmica do estilo do álbum.

Além disso, Mazuze colabora com uma diversa gama de artistas convidados, cada um partilhando as suas próprias origens culturais no projecto. 

As colaborações incluem músicos da Índia, Paquistão, Marrocos, Senegal, Gâmbia e Zimbabwe, cujas contribuições enriquecem a paleta sonora e introduzem novas expressões musicais, como o Gnawa e idiomas como Shona, Urdu, Wolof, Rajasthani e Sargam indiano.

O CD é um esforço colaborativo que une continentes e culturas, enfatizou Mazuze. 

O saxofonista lançou oficialmente “Penuka”  no renomado Cosmopolite Scene em Oslo, Noruega, a 11 de Outubro de 2024.

A Ucrânia e os Estados Unidos vão iniciar, na sexta-feira, em Washington, “consultas técnicas” sobre o acordo relativo aos minerais, segundo anunciou, hoje, em Bruxelas, a vice-primeira-ministra ucraniana para a Integração Europeia e Euro-Atlântica, Olga Stefanishyna.

A Notícia foi publicada pelo Notícias ao Minuto. A delegação ucraniana é constituída por membros dos ministérios da Justiça e da Economia, referiu a vice-primeira-ministra durante uma conferência de imprensa, citada pela agência de notícias espanhola EFE.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse anteriormente que pretendia recuperar o dinheiro gasto por Washington para ajudar a Ucrânia a resistir à invasão russa através dos lucros gerados pela exploração dos recursos naturais ucranianos.

A vice-primeira-ministra disse que “nada (…) pode ser negociado com a Ucrânia de forma a prejudicar os compromissos e obrigações existentes” ao ser questionada sobre a possibilidade de o futuro acordo incluir disposições contrárias aos interesses europeus.

“O acordo final terá de ser ajustado posteriormente”, acrescentou.

As negociações diretas surgem depois de os Estados Unidos terem entregado à Ucrânia, em 28 de março, uma nova proposta de acordo com condições adicionais ao que tinha sido acordado entre as duas partes.

Uma primeira versão do acordo deveria ter sido assinada durante a visita falhada do Presidente Volodymyr Zelensky à Casa Branca, em 28 de fevereiro.

O projeto de acordo consensual previa a criação de um fundo de investimento conjunto, dominado pelos Estados Unidos, a ser alimentado pelas receitas da futura exploração dos recursos naturais ucranianos.

O fundo deveria servir para atrair investimentos norte-americanos para a Ucrânia.

A nova proposta de Washington, que foi divulgada a meios de comunicação ucranianos como o Ukrainska Pravda, obriga a Ucrânia a reconhecer como dívida o dinheiro gasto por Washington para apoiar Kiev na guerra.

Também dá prioridade às empresas norte-americanas em concursos para projetos de extração de recursos minerais na Ucrânia.

Zelensky deixou claro que não reconhecerá quaisquer dívidas por ajudas recebidas como donativos no passado, nem aceitará condições que possam pôr em risco as hipóteses de adesão do país à União Europeia.

O Presidente da República, Daniel Chapo, exonerou, através de Despacho  Presidencial, Joaquim Rivas Mangrasse do cargo de Chefe do  Estado-Maior-General das Forças Armadas de Defesa de  Moçambique (FADM). Em seu lugar foi nomeado Júlio dos Santos Jane.

Segundo o comunicado da presidência, a tomada de posse do novo Chefe do  Estado-Maior-General das Forças Armadas de Defesa de  Moçambique terá lugar na tarde de amanhã, no  Estado Maior-General. 

Um pedaço de pano com escritas referentes ao Hospital Militar de Maputo foi retirado do abdômen de um paciente, durante uma cirurgia. O Hospital Militar diz que reconhece a gravidade da situação e lamenta, pedindo, por isso, que a vítima ou seus familiares se aproximem ao hospital para ajudar no esclarecimento do caso.

São quatro minutos de um vídeo que retrata uma situação assustadora e chocante, que sugere tratar-se de um erro médico. O conteúdo viralizou nas redes sociais, gerou indignação e é matéria de debate.

Do abdômen de um paciente, uma equipa de cirurgiões puxa, de forma minuciosa, um objecto, nalgum momento até imprimem uma força e quando todo ele está fora, percebe-se que é um pano com escritas do Hospital Militar de Maputo – Sala de Operação.  

O episódio faz presumir que o pano tenha sido colocado durante uma cirurgia naquela unidade sanitária. Até aqui muito foi dito sobre o assunto, mas ainda não se sabe ao certo o que terá acontecido, se se trata de um erro médico ou de um procedimento realizado para estancar a hemorragia. 

Na noite desta quarta-feira o hospital reagiu através de um comunicado de imprensa que refere que o campo cirúrgico estava no corpo do paciente aparentemente desde 2021.   

“O Hospital Militar de Maputo (HMM) reconhece a gravidade do ocorrido e lamenta profundamente. Nesta senda, foi destacada uma comissão multissectorial para averiguar o sucedido e rogamos, gentilmente, que a vítima e seus familiares aproximem-se junto do hospital para fornecer informações relevantes sobre os factos”, lê-se no comunicado.   

O hospital assegura que o caso será investigado e haverá responsabilização, se apurar que houve negligência, como forma de garantir que casos semelhantes não voltem a acontecer. 

A Ordem dos Médicos de Moçambique tomou conhecimento do problema retratado no vídeo e, também, reagiu avançando que foi criada uma comissão de inquérito para esclarecer o sucedido.  

“Assim, apelamos a todos os cidadãos e instituições que tenham informações adicionais e específicas sobre este ou outros casos similares, que entrem em contacto com a Ordem dos Médicos de Moçambique para fornecer dados que ajudem a esclarecer o sucedido e ajudar a apoiar as eventuais vítimas”, lê-se no comunicado. 

Aparentemente, a operação para remoção do pano foi feita num hospital na África do Sul.

O presidente da Frelimo, Daniel Chapo, enaltece o papel da Organização da Juventude Moçambicana (OJM) pela defesa dos interesses nacionais, durante as “manifestações violentas”. Chapo falava, hoje, durante a quarta sessão ordinária do Conselho Nacional da OJM.

Falando aos jovens do partido que dirige, Daniel Chapo disse estar orgulhoso da juventude moçambicana pelo seu papel de vanguarda, durante vários momentos históricos, na defesa dos interesses do povo. Enalteceu ainda o papel da juventude no combate às manifestações violentas. 

“Hoje, os jovens enquadrados na OJM têm-se afirmado verdadeiros heróis da defesa dos interesses nacionais, numa altura em que existem forças de dentro do país e de fora, que, sob a capa da democracia, pretendem voltar a colonizar o nosso povo”, disse Daniel Chapo. 

Chapo enalteceu também  “o papel decisivo desempenhado pela juventude, enquadrada pela nossa OJM, na construção da vitória clara e expressiva da Frelimo e do seu candidato”. 

A notícia é avançada por Lusa. A moeda chinesa, o yuan, desvalorizou para os níveis mais baixos desde 2007, face ao dólar norte-americano, numa altura de agravamento das tensões comerciais entre Pequim e Washington.

O yuan negociado no mercado chinês enfraqueceu no início da sessão de hoje para 7,351 por cada unidade de dólar, o valor mais baixo em quase 18 anos.

O Banco Popular da China, que gere a moeda através da fixação da taxa diária em torno da qual esta pode ser transacionada, estabeleceu essa taxa em 7,209 yuan por dólar.

O yuan negociado nos mercados internacionais (‘offshore’), que é transacionado livremente, caiu para 7,429 por cada dólar norte-americano, durante as negociações de quarta-feira.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, advertiu no mesmo dia a China contra uma desvalorização da moeda.

O yuan caiu desde que Donald Trump garantiu um segundo mandato como Presidente dos Estados Unidos, em Novembro passado, revertendo os ganhos anteriores, na sequência das medidas de estímulo adotadas por Pequim, no final de setembro.

A desvalorização da moeda chinesa serve para amortecer o impacto das taxas alfandegárias impostas por Trump sobre bens oriundos da China. Durante o seu primeiro mandato (2017-2021), também marcado por uma guerra tarifária com a China, o yuan enfraqueceu mais de 12%, em relação ao dólar norte-americano.

O líder republicano aumentou, na quarta-feira, as tarifas sobre produtos oriundos da China para 125%.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, esta quarta-feira, a suspensão das tarifas por 90 dias  aos países que não tenham retaliado aos EUA. A decisão não abrange a China, país que terá de enfrentar taxas de 125%.

“Com base na falta de respeito que a China tem demonstrado para com os mercados mundiais, aumentei a tarifa cobrada à China pelos Estados Unidos para 125%, com efeitos imediatos. A dada altura, esperemos que num futuro próximo, a China perceberá que os dias de roubo aos Estados Unidos e a outros países já não são sustentáveis ou aceitáveis”, escreveu Trump, na sua rede social, Truth Social.

Trump elencou “mais de 75 países que chamaram representantes dos Estados Unidos, incluindo os Departamentos do Comércio, do Tesouro e o Escritório do Representante de Comércio, para negociar uma solução para os assuntos que estão a ser discutidos em relação ao comércio, barreiras comerciais, tarifas, manipulação de moeda, e tarifas não monetárias”.

A China anunciou também que aumentaria as suas taxas de retaliação sobre os produtos americanos para 84%, em vez dos 34% inicialmente previstos, numa nova escalada da guerra comercial entre Pequim e Washington.

Pequim deu também conta de que voltou a remeter à Organização Mundial do Comércio (OMC) a questão das tarifas, depois de Donald Trump ter imposto um novo aumento, que chegava aos 104%.

As taxas sobre os produtos do gigante asiático aumentaram de 34% para 84%, valores a que juntavam os 20% impostos desde Janeiro.

O Presidente da República reuniu-se, hoje, com o Conselho Nacional da Juventude (CNJ)  e associações juvenis filiadas, num encontro onde foram abordados  projectos concretos voltados à habitação, ao empreendedorismo e à  criação de empregos para a juventude. 

Durante a reunião, o Chefe de Estado reafirmou o compromisso do  Governo em continuar a desenvolver iniciativas que respondam às  necessidades da juventude, destacando que mais de 60 por cento da  população moçambicana é jovem e, por isso, o futuro do país  depende directamente de políticas eficazes para esse grupo. 

O principal tema discutido foi o Projecto Habitacional Phoenix, que  visa proporcionar casas acessíveis para os jovens. Chapo  explicou que, ao contrário de outros projectos habitacionais, o Phoenix já está em andamento, com máquinas e equipamentos em  operação. 

“A diferença com outros projectos é que os outros arrancavam e  queriam executar o projecto em função do dinheiro dos próprios  jovens. Este não, é um projecto que já começou”, afirmou o  governante, destacando que a iniciativa tem como base a  mobilização de recursos do sector privado, com investimentos  originários de uma empresa de Hong Kong, que já tem experiência em  projectos semelhantes em Angola. 

O estadista detalhou que, no modelo proposto, os jovens poderão  adquirir as casas de forma acessível, com contratos que permitem o  pagamento ao longo de prazos de até 25 anos. “Vai facilitar muito a  juventude”, destacou o Presidente da República, que também  observou que, em locais com maior disponibilidade de terreno, o  projecto poderá incluir construção de casas em estilo de condomínio,  ao invés de apartamentos em altura. 

O Presidente da República sublinhou que o fundo foi criado para  facilitar o acesso ao financiamento para negócios juvenis, sem as  dificuldades enfrentadas pelos jovens no sistema bancário tradicional.

O estadista também falou sobre os benefícios que os projectos de  industrialização e infra-estrutura, como o financiamento de cinco mil  milhões de dólares pelo banco de Exportação e Importação (Exim  Bank) dos Estados unidos da América para o projecto de gás na Bacia  do Rovuma, trarão para a criação de empregos, destacando que os  investimentos irão gerar cerca de 40 mil vagas de trabalho. 

“Vamos trabalhar para continuar a apostar na juventude, tanto na  criação de empregos como no financiamento para o  empreendedorismo juvenil”, afirmou. 

Em relação à educação e digitalização, o Chefe de Estado referiu-se  à distribuição de cinco mil computadores para estudantes do ensino  superior sem recursos financeiros, além do projecto “Internet para  Todos”, que visa garantir o acesso à internet em escolas e bibliotecas  digitais em todo o país. “Estamos na era digital e com acesso à  internet para todos nas escolas”, concluiu o Presidente da república,  enfatizando a importância da inclusão digital para a juventude  moçambicana. 

Sónia Bila, presidente em exercício do CNJ, expressou a satisfação dos  jovens com as iniciativas do governo, destacando o impacto positivo  que a execução de projectos como o FIDEL e o Phoenix tem na vida  dos jovens moçambicanos. 

“Pedimos esta audiência porque percebemos que o Presidente da  República já está a dar sinais para responder aos anseios da juventude  moçambicana”, afirmou Bila, acrescentando que os jovens querem ter  mais autonomia, incluindo a possibilidade de adquirir sua própria casa  e construir suas famílias.

Bila também reconheceu o esforço do Presidente da República em  manter o diálogo político com diversas partes da sociedade, essencial  para a promoção da paz e estabilidade no país. “É importante que o  país viva em paz, sem conflitos […]. Este diálogo que mantém e  continua a manter com os partidos políticos, para nós como jovens, é  bastante satisfatório”, concluiu, enaltecendo a postura do governo em  priorizar a paz e a harmonia para o futuro de Moçambique. 

O sector privado defende que a discussão sobre o reajuste salarial deve acontecer em Agosto próximo, porque aumentar salários, neste momento, pode elevar os custos das empresas em quatro por cento. Já a OTM Central Sindical pede que o Governo responsabilize os que vandalizaram bens públicos e privados durante os protestos violentos.

É o primeiro encontro entre o actual Governo, sector privado e os representantes dos trabalhadores. Na reunião desta terça-feira, a CTA propôs que a discussão sobre o reajuste salarial seja feita em Agosto, devido à actual conjuntura económica do país, principalmente porque qualquer  aumento, a esta altura, encareceria mais os custos das empresas. 

Segundo o sector privado, das 908 empresas vandalizadas durante os protestos violentos, 60 por cento ainda não sabem quando poderão retomar as suas actividades.

+ LIDAS

Siga nos

Galeria