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As tensões em torno do destino do Estreito de Ormuz mantêm-se elevadas, com os Estados Unidos e o Irão a reclamarem o controlo desta via navegável estratégica. 

Foram avistados navios no Estreito, ao mesmo tempo que a administração Trump continua a afirmar, de forma activa, que a Marinha norte-americana detém o controlo da passagem por onde circulava cerca de 20% do petróleo comercializado mundialmente antes da eclosão do conflito.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e os seus assessores têm insistido que o volume de crude do Golfo a transitar pela via se aproxima, presentemente, dos níveis pré-guerra. 

Na passada quinta-feira, o vice-presidente JD Vance declarou, em conferência de imprensa, que os Estados Unidos escoltaram cerca de 15 milhões de barris de petróleo na quarta-feira. Estes números surgem na sequência de declarações do secretário da Energia, Chris Wright, que na quarta-feira referiu à CNBC a passagem de 17 milhões de barris na segunda-feira, com o apoio da Marinha norte-americana. Antes do início das hostilidades, o Estreito registava um fluxo de cerca de 20 milhões de barris diários.

Contudo, empresas independentes de monitorização de tráfego marítimo sublinham que o movimento de navios permanece significativamente abaixo dos níveis anteriores ao conflito. A recuperação do tráfego tem sido igualmente dificultada pelos ataques renovados dos Estados Unidos contra alvos no Irão e pelas consequentes acções de retaliação de Teerão na região.

No plano económico, o impacto é sentido globalmente. Os preços dos combustíveis em diversos países continuam a atingir máximos históricos, impulsionados pela recente escalada de tensão. Nos Estados Unidos, o gasóleo atingiu uma média de 5,85 dólares por galão, valor nunca antes registado desde o início do conflito. No Reino Unido, os preços da gasolina atingiram o ponto mais alto dos últimos seis meses, fixando-se nos 163 pence por litro. 

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Anualmente, a 5 de Maio, celebra-se o Dia Mundial da Língua Portuguesa. Para a celebração da efeméride, neste ano, o Centro de Língua Portuguesa – Camões/UEM realiza, nesta segunda-feira, o simpósio “A Língua Portuguesa de Moçambique nos Estudos Linguísticos e Literários”.

A iniciar às 08h30, no Anfiteatro 1502 da Faculdade de Letras e Ciências Sociais da Universidade Eduardo Mondlane, no Campus Principal, Cidade Maputo, o simpósio pretende criar um espaço de reflexão sobre o papel da língua portuguesa nos estudos linguísticos e literários, na produção científica e na literatura contemporânea de Moçambique.

Ao promover a análise e a discussão sobre as particularidades do português falado e escrito no país, o evento pretende fomentar o intercâmbio de ideias entre especialistas, escritores e o público interessado, contribuindo para a valorização e compreensão da diversidade linguística de Moçambique e da sua literatura.

Assim, o evento terá início com duas conferências centrais, que estabelecerão o enquadramento teórico e crítico para as discussões subsequentes.

A primeira conferência, “50 anos de pesquisa sobre o português de Moçambique (1975-2024)”, proferida pela Professora Catedrática Perpétua Gonçalves, abordará a evolução dos estudos linguísticos, analisando desafios e dinâmicas da pesquisa sobre o português de Moçambique.

Já a segunda conferência, “50 anos de estudos sobre Literatura Moçambicana: um olhar panorâmico”, a cargo do crítico literário e professor universitário Gilberto Matusse, centrar-se-á nos estudos literários, explorando a trajectória da crítica literária e da literatura moçambicana e o seu desenvolvimento ao longo dos últimos anos.

Depois das conferências iniciais, realizar-se-á a mesa redonda intitulada “A oficina da língua: processos e possibilidades”, que contará com a participação dos escritores Mélio Tinga, Virgília Ferrão e Eduardo Quive, com a moderação do crítico literário José dos Remédios.

Segundo a organização, “Espera-se que esta mesa-redonda promova um espaço de diálogo e de reflexão sobre os processos criativos e as múltiplas possibilidades que a língua portuguesa oferece à construção do texto literário no contexto moçambicano. Os escritores serão convidados a partilhar as suas experiências na construção do texto literário, explorando questões como a influência das línguas bantu na escrita literária, a inovação estilística e a identidade cultural expressa através da língua portuguesa”.

Ainda de acordo com a organização do simpósio, a sessão será uma oportunidade para o público compreender os desafios e as potencialidades do uso da língua portuguesa na literatura moçambicana contemporânea, destacando a sua diversidade e o seu impacto no panorama literário dos PALOP e da CPLP.

A realização da mesa-redonda com escritores insere-se na valorização da língua portuguesa como veículo de expressão e criação literária, bem como na promoção do debate académico e cultural.

Com a iniciativa, refere uma nota conceptual da organização, pretende-se não apenas celebrar a riqueza da literatura moçambicana, mas também inspirar novas gerações de escritores e leitores a explorar e expandir os horizontes da escrita em língua portuguesa.

O simpósio “A Língua Portuguesa de Moçambique nos Estudos Linguísticos e Literários” vai realizar-se entre as 8h30 e as 12h.

Responsáveis da República Democrática do Congo e do Ruanda preparam, no Qatar, a apresentação do projecto de acordo para pôr fim à guerra no Leste do Congo. 

O acordo estaria alinhado com uma declaração de princípios assinada em Washington há uma semana.

O projecto de acordo abrangeria questões como a soberania territorial, a luta contra os grupos armados, o comércio de minerais, os refugiados e o papel das forças internacionais, particularmente a MONUSCO.

Os rebeldes apoiados pelo Ruanda assumiram o controlo de duas capitais provinciais no Leste do Congo no início deste ano, forçando Kinshasa a suavizar a sua posição sobre o diálogo com o grupo M23.

A Festa do Livro em Gaza (FELGA), que decorreu entre 17 de Abril e 3 de Maio, na Cidade de Xai-Xai e no Distrito de Chongoene, em celebração do Dia Mundial do Livro, homenageou o escritor Sebastião Alba, segundo a Associação Xitende, que organizou o evento, um poeta que reúne consensos sobre a sua fineza na escrita que continua a inspirar o mundo através de seus livros.

Assim, foi apresentado aos leitores, sexta-feira, o livro “Todo o Alba”, da autoria de Sebastião Alba, no ginásio do Instituto de Formação de Professores Eduardo Mondlane, na Cidade de Xai-Xai.

O livro “Todo o Alba” foi apresentado a título póstumo, com comentários de Cheina (irmão do autor) e moderação da escritora Deusa d’África.

“Todo o Alba” foi editado em Lisboa, sob a chancela da Imprensa Nacional, em 2023, conta com 560 páginas e reúne textos de livros como: a noite dividida, o ritmo do presságio, o limite diáfano, Albas e ventos da minha alma.

No livro, reúne-se textos publicados em outros livros e também inéditos, bem como os textos com base nos manuscritos recuperados com emendas feitas pelo autor no exemplar que dedica às suas filhas.

Em “Todo o Alba”, adianta a nota de imprensa da Associação Xitende, recupera-se o que foi rasurado pelo autor em 1966, sob o título “poemas e poesias” e publicam-se poemas não incorporados em “a noite dividida”. Em textos de “Albas” e “Ventos da Minha Alma”, foram incorporadas as datas dos fragmentos publicados a partir dos textos que o autor escrevia e entregava às pessoas mais próximas. Para tal, surge o “Todo o Alba”, reunindo todos os textos das edições anteriores e incorporando os textos inéditos e aspectos como datas que não haviam sido inclusos em outras edições, permitindo reencontrar o Alba mais completo e com possibilidades ainda maiores de o compreender, através dos seus pensamentos e a sua compreensão do
mundo que se encontra nestes textos.

A FELGA também esteve no distrito de Guijá, no dia 23 de Abril, com o objectivo de massificar a literatura e promover a leitura. Em parceria com a Escola Básica de Mpelane, realizou um workshop intitulado “Ler para crescer: importância na infância”, orientado pelo escritor Almeida Cumbane, que exerce o cargo de Delegado de Xitende em Chôkwé. O workshop foi realizado no dia 23 de Abril, Dia Mundial do Livro. O evento contou com o recital de poesia que foi feito pelos poetas xitendianos, nomeadamente: Mupfana wa Xithokozelo, Acácio Massingue, Edson Pereira e Jordão Domingos.

Ainda nesta edição, no dia 21, a FELGA escalou a Escola Secundária de Inhamissa, na cidade de Xai-Xai, onde realizou uma oficina sobre “benefícios de leitura” orientada por Deusa d’África e Elísio Miambo, e, no dia 17 de Abril escalou a Universidade Save e a Biblioteca Provincial, onde apresentou o livro “Metamiserismo, uma nova escola literária”, da autoria de Deusa d’África e Dom Midó das Dores, apresentado pelo ensaísta José dos Remédios.

 

 

 

 

Uma colisão frontal entre um mini-autocarro lotado e uma camioneta na noite de sábado causou 15 mortos numa área rural da África do Sul.

De acordo com o Notícias ao Minuto, cinco pessoas foram hospitalizadas com ferimentos graves após o acidente, que ocorreu pouco antes da meia-noite de sábado, perto da cidade de Maqoma, na província do Cabo Oriental, cerca de 1.000 quilómetros ao sul de Johanesburgo, disse o porta-voz Unathi Binqose à imprensa.

Os motoristas dos dois veículos estão entre as vítimas e uma investigação será aberta para determinar as circunstâncias do acidente, segundo indicou ao Newzroom Afrika.

A África do Sul tem uma rede rodoviária sofisticada e movimentada, mas enfrenta uma alta taxa de mortalidade no trânsito, atribuídas principalmente ao excesso de velocidade, condução imprudente e veículos em más condições.

Acidentes de trânsito causaram mais de 11.800 mortes em 2023, cerca de 45% delas de pedestres, de acordo com os dados mais recentes da Road Traffic Management Corporation.

O Benfica venceu sábado na visita ao Estoril-Praia por 2-1, na 32.ª jornada, e assumiu provisoriamente a liderança da I Liga de futebol, com três pontos de vantagem sobre o Sporting, que no domingo recebe o Gil Vicente.

A uma semana da receção ao Sporting, o Benfica assume assim provisoriamente a liderança da I Liga, com 78 pontos, mais três do que os atuais campeões nacionais, que têm menos um jogo disputado, enquanto o Estoril-Praia ocupa a oitava posição, com 42.

O Presidente da República, Daniel  Chapo, concedeu, ontem, uma audiência a membros do Fórum Mulher,  uma rede nacional da sociedade civil que promove os direitos das  mulheres, durante a qual foram debatidas preocupações ligadas à  participação feminina no processo de diálogo pós-eleitoral e à defesa  dos direitos humanos das mulheres em Moçambique. 

Durante o encontro, o Fórum Mulher apresentou como principal  reivindicação a inclusão efectiva das mulheres nas estruturas e  mecanismos de diálogo nacional, especialmente no contexto pós-eleitoral. 

“Nós, as mulheres filiadas em todo o país ao Fórum Mulher,  queremos ser parte, integrantes da inclusão na questão do diálogo  pós-eleitoral”, frisou a presidente do Fórum, Rafa Valente Machava. 

Segundo Rafa Machava, o Chefe de Estado mostrou-se receptivo às  preocupações colocadas, destacando a sua confiança na  capacidade das mulheres moçambicanas. “O Chefe de Estado  acolheu com entusiasmo e com gratidão e disse muito mais ainda que  ele tem muita confiança nas mulheres […]”, relatou. 

Apesar de reconhecer os avanços, a líder feminista alertou que ainda há muito por fazer em matéria de representação feminina em cargos  de decisão. “Nós também dissemos que não basta, não basta termos  só a Primeira-ministra, não basta ter só a Presidente da Assembleia da  República, precisamos de mais mulheres com legitimidade para  estarem nos lugares de tomar determinada decisão”, defendeu. 

O Fórum lembrou ainda que Moçambique já conheceu momentos  mais equilibrados em termos de paridade de género na composição  do Governo. “Nós já tínhamos chegado a uma fase em que tínhamos  50 por cento de ministros do Governo mulheres e recuamos”, lamentou 

Machava, acrescentando que o Presidente Chapo reconheceu a  legitimidade desta preocupação e reiterou o seu compromisso com a  continuidade do processo. 

A audiência serviu também para destacar os desafios que persistem  no campo dos direitos humanos das mulheres no país. “A situação da  mulher no geral não está bem, mas também não está pior”,  declarou Machava, enfatizando a necessidade de mais esforços para  visibilizar as mulheres e incluí-las na resolução dos conflitos que afligem  o país. 

“Nos preocupa que os nossos filhos se matem […]”, desabafou a líder  do Fórum, defendendo que as mulheres devem ser parte activa dos  esforços de construção da paz e reconciliação nacional. 

O Fórum Mulher, fundado em 1993, reúne diversas organizações que  trabalham pela promoção dos direitos humanos das mulheres,  combate à violência baseada no género, justiça económica,  igualdade de acesso a recursos e participação política. A audiência  com o Presidente da República é, para a agremiação, um marco  importante no diálogo entre o poder político e a sociedade civil  feminista.

Cidade de Quelimane está a registar fraca recolha de lixo, uma situação que cria mau aspecto para a urbe. Os munícipes solicitam a edilidade para que inverta o actual estágio. O edil de Quelimane está ausente da cidade.

Uma situação que está a deixar munícipes incrédulos quanto ao processo de retirada de resíduos sólidos pela empresa municipal de saneamento (EMUSA). Esta semana,  Quelimane registou deficiente recolha de lixo com destaque para os mercados e algumas ruas onde estão colocados contentores para depósito de resíduos sólidos. 

No mercado central, o cenário é de dois contentores com lixo e parte dos resíduos sólidos no chão aguardam pela remoção. Comerciantes convivem com a dura realidade. 

A empresa municipal de saneamento já reagiu. Sem gravar entrevista, o Director da emusa diz que a avaria simultânea de dois camiões de recolha de resíduos sólidos está na origem da situação. Octávio Saíde contou que para reparar os referidos meios, foi preciso esperar por peças que chegaram da Beira. Os camiões já estão operacionais e segunda-feira inicia o processo de recolha de lixo. 

Espera-se que nos próximos dias a situação do lixo mude de figurino.

A República da Coreia anunciou, esta sexta-feira, a doação de um milhão de dólares para apoiar as vítimas do terrorismo e desastres naturais, em Cabo Delgado, no âmbito do Projecto da Organização Internacional das Migrações (OIM), escreve a Agência de Informação de Moçambique. 

A informação foi partilhada, ontem, em Maputo, pelo Embaixador da República da Coreia em Moçambique, Bok Kang, tendo destacado que a ajuda proporcionará alívio urgente aos deslocados internos em Cabo Delgado.

Referiu ainda que, “além de atender as necessidades humanitárias imediatas, este apoio também contribuirá para soluções de longo prazo por meio de esforços de desenvolvimento regional, onde parte deste financiamento fortalecerá a Matriz de Rastreamento de Deslocamentos da OIM, que ajuda a monitorar as populações deslocadas e a aprimorar os esforços de resposta”, segundo cita a AIM.

Realçou, igualmente, a colaboração  entre a República da Coreia e a OIM no fortalecimento da capacidade colectiva para atender as necessidades imediatas e de longo prazo das comunidades deslocadas em Moçambique.

Na ocasião,  Bok Kang reafirmou o compromisso contínuo de a Coreia apoiar Moçambique, não apenas na assistência humanitária, mas também no desenvolvimento de vários projectos, tendo mencionado a construção do Hospital Central de Quelimane, o fornecimento de equipamentos médicos essenciais e treinamento para os profissionais de saúde.

Por seu turno, o gestor do Programa de Abrigo, Dinis Dinis, esclareceu que, para além da Coreia, o projecto conta com multi doadores, envolvidos na reconstrução de infra-estruturas e da dignidade humana, o que implica um investimento avultado para que seja alcançado o maior número de deslocados, este que depende do fundo disponível.

Entretanto, este apoio só é canalizado aos deslocados mediante levantamentos cíclicos feitos pela OIM, que permitem perceber onde os mesmos estão concentrados e auscultar as comunidades para aferir as suas necessidades prioritárias para posterior identificação das áreas de intervenção em cada distrito identificado, pois “o seu raio de abrangência é totalmente diferente”.

O projecto implementado pela OIM é financiado pela República da Coreia e está em curso desde finais de 2024.

Ainda não foi encontrado o corpo do turista desaparecido na sequência de um afogamento, que matou outros dois sul africanos, na praia de xai-xai . Autoridades marítimas de Gaza  suspenderam a operação de busca e o caso segue no Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC).

 Foram encontrados, sem vida, dois dos três sul africanos que desapareceram na praia de Xai-Xai, em Gaza. 

“Os três sul-africanos estavam a nadar, No dia 28 de Abril, um deles, até hoje, não conseguimos resgatar”, explicou, Cesaltino Reino, Delegado Instituto Nacional do Mar em Gaza.

Testemunhas avançam que três dos cinco sul africanos hospedados numa das instâncias turísticas da praia de Xai-Xai  decidiram dar um mergulho na chamada praia velha.

“As 14:30, foram nadar, entretanto, por volta das 14:45, vimo-los a afogar-se e a  lutar contra a corrente, pois estavam encostados às rochas. Começámos a telefonar a amigos para pedir ajuda e chamar a Polícia. Alguns nativos  tentaram entrar,  mas a corrente era demasiado forte “, relatou uma testemunha.

Declarações de uma dos acompanhantes às autoridades marítimas  registadas em  ocorrência  revelam que o sinistro  teve duração de 15 minutos, e que os  agentes da Polícia Lacustre e Fluvial chegaram ao local 45 minutos depois do afogamento.

“Passados alguns minutos, vimos os três corpos a boiar.  Às 15:52, vimos a Monique a boiar nas ondas perto da praia, e corremos para a levar. Tentamos reanimá-la, mas não houve reação. Ficámos até a polícia chegar e depois saímos por volta das 16 horas no Ocean Star para aguardar mais informações”, conta outra testemunha. 

O administrador  do Instituto do Mar em Gaza confirma o caso e  esclareceu que as vítimas com idades entre 40 e 41 anos foram arrastadas num perímetro interdito,  mas reconhece que tal pode ter ocorrido por falta de sinais de proibição.

“Coincidiu com minutos depois das brigadas que fazem fiscalização na orla da polícia costeira lacustre, assim como da administração marítima, terem chegado para repouso para de seguida haver troca das equipas. Normalmente, temos feito esse trabalho. Fomos surpreendidos com essa informação, porque aquela zona da praia velha é perigosa e não é para banhistas. Infelizmente, até porque havia um sinal lá, acabou sendo removido, sendo vandalizado, mas estamos a tentar repor”, disse o administrador.

As  operações de busca foram suspensas na área. Cesaltino Reino fala em coordenação regional entre autoridades marítimas para localização do corpo até aqui desaparecido.

“Normalmente, nós trabalhamos com as outras administrações marítimas, a administração marítima de Maputo, de Inhambane, provavelmente podem ser arrastados para essas administrações marítimas ou mesmo o corpo pode sair a qualquer momento na nossa área de jurisdição. Estamos atentos”, assegurou. 

Entre as vítimas de afogamento na praia de Xai-Xai,  na quinta-feira,  uma  mulher de 41 anos que deixou  duas crianças menores.

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