A população reclusória da Cadeia Central da Beira considera a liberdade provisória após o cumprimento de três quartos da pena, uma medida excessiva e pedem ajuda às autoridades judiciais para acelerar processos que estão parados há anos.
Os condenados e detidos que estão na cadeia central da Beira mostraram-se preocupados nesta terça-feira, às autoridades judiciais, em relação à entrada em vigor do instrumento relativo a benefícios de liberdade provisória após o cumprimento de três quartos da pena.
Para eles, a medida é pesada e deveria ser aplicada em casos específicos. Os detidos e condenados que se dirigiam ao Procurador-geral da República, durante uma visita a estas instalações, no âmbito da visita de monitoria que efectua em Sofala, pediram por outro lado ajuda para as autoridades judiciais acelerarem os processos de liberdade provisória.
O procurador-geral prometeu analisar as preocupações apresentadas, começando por fazer o levantamento de todos os processos aparentemente duvidosos.
Os reclusos esperam agora por respostas que possam aliviar a sua situação processual. A cadeia central da Beira tem capacidade para 190 pessoas, mas neste momento estão aqui 650 pessoas, entre elas 360 condenados e 290 detidas.
O Presidente da República, Daniel Chapo, expressou o seu profundo pesar pelo falecimento do antigo Primeiro-Ministro da Tanzânia, Cleopa David Msuya, ocorrido nesta Quarta-feira.
Na mensagem endereçada à Presidente da Tanzânia, Samia Suluhu Hassan, o Chefe do Estado transmitiu, em nome do povo moçambicano, do Governo e em seu nome pessoal, as mais sentidas condolências ao povo irmão da Tanzânia.
“A Tanzânia perdeu um dos seus mais notáveis servidores públicos, cuja vida foi inteiramente dedicada à construção de uma nação forte, estável e próspera”, sublinhou Chapo, destacando o legado de integridade, liderança e compromisso com os ideais da liberdade e do desenvolvimento deixados por Cleopa Msuya – valores partilhados no seio da irmandade histórica entre Moçambique e a Tanzânia.
O Presidente da República reiterou que Moçambique se associa à dor do povo tanzaniano e presta homenagem a uma figura incontornável da história política da região e do continente africano.
Cleopa Msuya iniciou a sua carreira no serviço público como Secretário Permanente em diversos ministérios, tendo posteriormente servido como Ministro das Finanças no governo do Presidente Julius Nyerere.
Ao longo da sua trajectória, exerceu ainda as funções de Ministro da Indústria, Ministro das Finanças e Planeamento Económico, Ministro da Indústria e Comércio, bem como Primeiro Vice-Presidente, cargos nos quais se destacou pelo seu compromisso com o desenvolvimento económico e institucional da Tanzânia.
Moçambique e Tanzânia reafirmaram, hoje, em Dar es Salaam, o compromisso com o aprofundamento das suas relações históricas, através da assinatura de cinco instrumentos jurídicos que abrangem áreas estratégicas como comércio, educação, cultura, saúde, comunicação e segurança.
A cerimónia ocorreu no segundo dia da Visita de Estado do Presidente moçambicano, Daniel Chapo, à República Unida da Tanzânia, a primeira desde a sua eleição, e foi antecedida por um encontro tête-
à-tête entre os dois Chefes de Estado, seguido de conversações oficiais entre as delegações dos dois países.
Na sua intervenção em declarações à imprensa, o Presidente Chapo destacou o simbolismo da sua primeira Visita de Estado, ao afirmar: “Passámos por aqui como candidato. Foi o primeiro país que visitámos, porque é aqui onde nascemos como movimento de libertação para conquistar a independência de Moçambique“. Recordou ainda o papel da Tanzânia na génese da independência nacional moçambicana e aproveitou a ocasião para agradecer a recepção do povo tanzaniano, reafirmando os laços de irmandade que unem os dois países.
De recordar que esta visita insere-se no quadro do estreitamento das relações bilaterais, com especial ênfase para a vertente económica e comercial, que os dois Chefes de Estado assumiram como prioridade. “Concluímos haver a necessidade de reforçar as nossas relações bilaterais na vertente económica e comercial. Como sabem, na vertente política, as relações entre Tanzânia e Moçambique são excelentes e extraordinárias,” sublinhou o Chefe do Estado.
Durante o encontro, os dois governantes testemunharam a assinatura de acordos e memorandos de entendimento. Os acordos dizem respeito à criação do Posto Fronteiriço de Paragem Única entre Negomano (em Moçambique) e Mtambaswala (na Tanzânia), e à troca de prisioneiros entre os dois países. Já os memorandos abrangem a troca de estudantes ao nível do ensino superior, a cooperação cultural, o controlo da qualidade de medicamentos e a colaboração entre as rádios públicas de Moçambique e da Tanzânia.
A Presidente Samia Suluhu Hassan agradeceu ao Presidente Chapo por ter aceite o convite para a visita e felicitou-o pela sua eleição e pelos esforços na promoção da paz e reconciliação em Moçambique. Reiterou o compromisso da Tanzânia com o progresso do país vizinho, afirmando que os dois Estados não são apenas vizinhos, mas irmãos unidos por uma história de luta conjunta pela independência e por mais de quinze reuniões da Comissão Mista de Cooperação.
Entre os compromissos assumidos, destacam-se a criação de uma Comissão Económica Conjunta, a extensão do Corredor de Desenvolvimento de Mtwara, o fortalecimento do comércio transfronteiriço, o estabelecimento de parcerias no transporte aéreo e marítimo, bem como a partilha de experiências nas Zonas Económicas Especiais, turismo e Economia Azul. “A riqueza da Tanzânia é riqueza de Moçambique e vice-versa, porque somos todos irmãos, e achamos que a troca de experiência é muito importante entre países irmãos,” disse o Chefe do Estado moçambicano.
Os dois líderes abordaram ainda a necessidade de aprofundar a cooperação agrícola e os investimentos comuns nos sectores dos recursos minerais e energéticos. O Presidente partilhou a experiência de Moçambique na exploração do gás natural, sublinhando o potencial de parceria nesta área, enquanto Samia Suluhu Hassan referiu a importância de coordenar os esforços na utilização dos recursos marítimos e agrícolas.
No domínio da Defesa e Segurança Pública, ambos os países assinalaram progressos, sobretudo no campo da formação, onde a Tanzânia tem apoiado Moçambique, incluindo a sua contribuição na criação do Serviço Cívico. Chapo destacou ainda a
importância de reuniões periódicas de boa vizinhança entre as províncias fronteiriças, como Cabo Delgado e Niassa, do lado moçambicano, e Rovuma e Mtwara, do lado tanzaniano.
No fim, Daniel Chapo evocou o espírito da luta de libertação e os 50 anos da independência de Moçambique que se celebram este ano.
“No dia 25 de Junho de 2025 vamos comemorar 50 anos da nossa independência (…). Queremos terminar endereçando, mais uma vez, os nossos agradecimentos pela honra e o privilégio que nos foram dados para realizar a primeira Visita de Estado depois da nossa eleição, na República Unida da Tanzânia, o berço da nossa independência nacional“.
Segundo o estadista moçambicano, a celebração dos 50 anos da Independência Nacional culminará com a chegada da Chama da Unidade Nacional a Maputo, simbolizando a consolidação da paz e unidade nacional, com a participação da Presidente da Tanzânia como convidada de honra.
A chaminé da Capela Sistina libertou fumo negro mais uma vez, após a segunda votação da manhã, revelando que ainda não foi eleito o novo papa.
A ‘fumata’ que comunica o resultado da eleição começou a sair pelas 11h50 do horário de Roma e foi visível durante vários minutos.
A segunda reunião à porta fechada, na Capela Sistina, incluiu dois sufrágios durante a manhã, que foram insuficientes para que qualquer nome chegasse à maioria de dois terços dos votos.
O conclave para eleger o novo papa da Igreja Católica chega ao segundo dia de votações nesta quinta-feira (8), ainda sem um nome definido. Assim, prosseguem hoje as votações, até que os religiosos cheguem a um entendimento.
Hoje terão lugar quatro votações, duas de manhã e duas à tarde. O primeiro sinal de fumo pode ser por volta do meio-dia, a menos que seja escolhido um novo Papa na primeira votação do dia. Se assim for, o fumo branco sairá da chaminé por volta das 10h30, hora local.
A Federação Moçambicana de Futebol informou, através de um comunicado, a aprovação de onze campos para os jogos do campeonato nacional e da Taça de Moçambique ZAP, a partir dos quartos-de-final, para provas deste ano. Dois campos foram reprovados por não reunirem condições para acolher jogos.
Ao todo, são onze os campos aprovados pela Federação Moçambicana de Futebol para jogos oficiais deste ano. Segundo nota da Casa do Futebol, a aprovação foi “após rigorosas inspecções técnicas”, o que acabou por permitir a provação dos campos que irão acolher os jogos do Moçambola 2025 e da Taça de Moçambique ZAP.
Assim, foram aprovados os campos dos cinco representantes da zona Sul do país no Moçambola 2025, nomeadamente o Lalgy Arena, que vai acolher jogos da Associação Black Bulls, o Campo do Costa do Sol para jogos dos “canarinhos”, o Campo do Afrin, onde o Ferroviário de Maputo vai acolher seus jogos enquanto o Estádio da Machava não fica pronto, o Campo da Liga Desportiva de Maputo, a ser utilizado pelo Desportivo da Matola, e o Estádio Municipal Valdemar Oliveira, na Maxixe, para jogos da Associação Desportiva de Vilankulo.
Ao nível da zona Centro, foram aprovados apenas três campos, nomeadamente o Estádio 27 de Novembro, onde a União Desportiva de Songo vai acolher seus jogos, o Campo do Ferroviário da Beira, também conhecido como “caldeirão” do Chiveve, para jogos dos “locomotivas” locais, e o campo da Soalpo, onde o Textáfrica do Chimoio vai receber seus adversários.
No Norte do país, onde existem cinco representantes no Moçambola, a Federação Moçambicana de Futebol aprovou quatro campos. Assim, o Ferroviário de Nampula vai acolher seus jogos no Estádio 25 de Junho, em Nampula, o Ferroviário e o Desportivo, ambos de Nacala, terão como casa o Campo do Ferroviário de Nacala, também conhecido como “Pedreira”, e o Baía de Pemba vai receber seus adversários no Estádio Municipal de Pemba.
Por outro lado, dois campos foram reprovados para jogos do Moçambola e da Taça de Moçambique ZAP, nomeadamente o Estádio Municipal 1º de Maio de Lichinga, casa do Ferroviário de Lichinga, e o Campo Municipal 25 de Setembro, em Moatize, que seria para acolher jogos do Chingale de Tete.
Ou seja, os “locomotivas” de Lichinga e os “canarinhos” de Tete devem procurar um campo alternativo para seus jogos, ou melhorarem o mais rápido possível as anomalias identificadas pela comissão que inspeccionou os campos, no caso concreto a Comissão de Licenciamento de Clubes.
Dias depois do anúncio de um novo prazo para a regularização das viaturas, a Associação dos Transportadores Rodoviários de Inhambane veio a público expressar o seu descontentamento.
Rodrigues Guese, presidente da associação, não poupou críticas às autoridades municipais, afirmando que os transportadores se sentem desrespeitados e injustamente tratados, pelo facto de alguns associados estarem a operar com licenças expiradas.
“Nos sentimos a nos ferirem quando dizem que são ilegais. O ilegal, para nós, era de se considerar mesmo aqueles que apenas compraram uma viatura e estão a exercer a actividade, sem que tenham observado nem uma e nem outra coisa que é necessário se juntar para o exercício desta actividade”, disse Rodrigues Guese.
Por isso, segundo Guese, “foi uma das razões também que nos levou a esta situação, porque fomos vistos como ilegais, mas não somos, não somos ilegais”.
Para Guese, há uma longa história de denúncias feitas pela ASTROI sobre a presença de operadores ilegais no sector, que nunca foram levadas a sério pelas autoridades. Guese considera que o foco excessivo nas licenças expiradas dos associados ignora um problema maior e mais grave.
“Temos estado a reclamar desta situação dos ilegais, porque hoje aparecemos nós como os ilegais, mas, se formos à prática, esta cidade tem muitos ilegais, que temos estado a reclamar sempre destes ilegais, mas ninguém já saiu às ruas atrás destes ilegais”, prosseguiu.
O presidente da ASTROI defende os associados, explicando que a situação de irregularidade não é voluntária. Segundo disse, os desafios económicos actuais tornam difícil cumprir com todas as exigências, sem, contudo, significar que os transportadores estejam a operar de má-fé.
“Renovar a licença, nós estamos a dizer que é o custo que é tão alto, são os requisitos todos necessários para que este possa renovar a partir da sua viatura, tem de apresentar em mínimas condições e outros derivados, como é o caso dos seguros e tudo mais”, explica Guese, acrescentado que, “juntando esses requisitos todos, o transportador acaba por não ter possibilidade suficiente para conseguir responder”.
Rodrigues Guese diz ainda que foi essa a situação que levou a que se levasse mais tempo, uma vez que “esta parte não estava a ser observada”.
Ainda assim, Guedes reconhece que o novo prazo estabelecido pelo município pode ser uma oportunidade para corrigir algumas irregularidades. No entanto, alerta que a situação exige mais sensibilidade por parte das autoridades, considerando as dificuldades económicas que o país atravessa.
Moçambique vai acolher, de 06 a 10 de Junho, o segundo Congresso dos 500 anos do nascimento de Luís de Camões, dando ênfase à relação do poeta português com o oceano Índico e o território moçambicano.
O anúncio foi feito nesta quarta-feira em conferência de imprensa que inclui as universidades Eduardo Mondlane (UEM) e Politécnica, de Moçambique, e a Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau, em coordenação com a Rede Camões em África e Ásia.
Os organizadores afirmaram que o congresso, dedicado à discussão da obra e legado de Camões, arranca no dia 06 de Junho com actividades em Maputo, num modelo híbrido com sessões virtuais e presenciais.
No dia 10, Dia de Camões, o evento vai decorrer no Centro de Arqueologia e Investigação e Recursos da UEM, na Fortaleza de São Sebastião, na Ilha de Moçambique, província de Nampula, no norte do país.
Para além de debates e apresentações de estudos e comunicações sobre Luís de Camões, estão igualmente agendadas exposições artísticas e visitas a lugares históricos da Ilha de Moçambique, reunindo também “estudiosos, escritores, investigadores e entusiastas da literatura camoniana”, avançou a organização.
Estão ainda programadas apresentações musicais inspiradas na poesia de Camões, com a intenção de preservar o seu legado e encontrar nas suas obras marcas e referências de lugares onde viveu ou passou.
“Este evento é de grande importância para aqueles que lidam com a literatura, linguística, tanto para o ensino superior como para o ensino médio, porque esta é uma figura emblemática e que é de destaque na literatura, principalmente nos países lusófonos”, disse Serafim Adriano, professor da UEM.
A organização indicou que a escolha de Moçambique como palco do segundo congresso reforça a importância histórica e cultural do país no contexto da expansão marítima portuguesa e da interação entre diferentes culturas no período dos descobrimentos.
A Rede Camões em África e Ásia, que promove e incentiva estudos e publicações sobre Camões, realizou o primeiro congresso sobre os 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões no ano passado, em Macau, sendo que para 2026 se pretende levar o mesmo evento para Goa, fazendo um périplo por lugares onde o poeta passou e viveu, explicou a organização.
Nascido há 501 anos, em 10 de Junho de 1524, em Lisboa, o poeta-soldado viveu e escreveu cerca de dois anos na Ilha de Moçambique, na antiga rua do Fogo, onde também terá sentido que o amor “é fogo que arde sem se ver”.
Fumo negro saiu na noite de ontem da chaminé do Vaticano, quando eram 21 horas locais (mesma hora em Moçambique), para indicar que os 133 cardeais eleitores, reunidos em conclave desde a parte da tarde, ainda não chegaram a consenso sobre o próximo Papa. Esta foi a única votação do dia, e a primeira do conclave para escolher o sucessor do Papa Francisco. A próxima será na manhã de hoje, quinta-feira
Os olhos do mundo estavam virados para a chaminé da Capela Sistina. E não foi ontem, quarta-feira, que o mundo conheceu o novo Papa. Com 133 cardeais representando 70 países, começou o conclave para escolha do sucessor do Papa Francisco. Na primeira votação concluída por volta das 21h00 locais, mesma hora em Moçambique, pelos cardeais, saiu a fumaça preta da chaminé, o que indica que o futuro Papa ainda não foi eleito.
O começo
O conclave, processo de escolha do novo Papa da Igreja Católica, começou por volta das 17h45, no horário local (mesma hora em Maputo), na Capela Sistina, nesta quarta-feira, quando os cardeais se isolaram para a votação na Capela Sistina.
Cantaram
No local, os cardeais cantaram o hino em latim “Spiritus Sanctus” e, em um ritual final, os clérigos realizaram um juramento colectivo e individual, prometendo sigilo perpétuo sobre a eleição papal.
A capela entra então em “extra omnes”, ou seja, “todos para fora”. As portas foram fechadas para pessoas de fora, deixando os cardeais votarem.
Os dias
Os conclaves costumam estender-se por vários dias, com várias votações realizadas antes que um candidato obtenha a maioria necessária de três quartos para se tornar Papa. Durante o período, os votantes ficam hospedados em duas casas do Vaticano e fazem o juramento de permanecerem fora de contacto com qualquer pessoa que não participe na votação secreta.
Votação
O conclave ocorre ao longo de quantas rondas de votação forem necessárias. Se os cardeais da Igreja Católica não tiverem escolhido um novo Papa até ao terceiro dia do conclave, então as coisas não estarão a sair como planejado.
Caso a fumaça branca não saia em três dias, as votações serão interrompidas por 24 horas para que os cardeais tenham um período de oração e reflexão.
Entretanto, a fumaça preta era, de certa forma, algo esperado diante do histórico dos conclaves. Nenhum dos dez últimos, por exemplo, acabou na primeira votação. De 1903 para cá, o que chegou mais perto disso foi a eleição de Pio 12, em 1939; quando foi escolhido no segundo dia pela manhã, na terceira sessão de voto.
Dos mais recentes, Joseph Ratzinger tornou-se Bento 16 na quarta votação, e Jorge Mario Bergoglio passou a ser Francisco após a quinta.
A partir deste segundo dia, são duas votações no turno da manhã e duas no período da tarde/noite. Se a primeira votação de cada turno não eleger um candidato, a seguinte começa imediatamente.
O ministro da Juventude e Desporto, Caifadine Manasse, manteve, nesta quarta-feira, um encontro de trabalho com Marie Leatitia Kayisire, representante residente da ONU Mulher em Moçambique, escreve o MJD na sua página das redes sociais.
Durante o encontro, que teve lugar no edifício do Ministério da Juventude e Desporto, a ONU Mulher apresentou o plano Estratégico da Juventude para a igualdade de género em Moçambique, um instrumento orientador que visa acelerar a implementação de programas de promoção da igualdade de género, com enfoque especial em iniciativas lideradas por jovens.
Caifadine Manasse, por seu turno, expressou a sua satisfação com a abordagem da ONU Mulher e destacou a importância de envolver a juventude como agente activo na transformação social.
Manasse reiterou ainda total disponibilidade do sector para colaborar com a ONU Mulher na Implementação do plano estratégico e em futuros projectos que promovem o empoderamento juvenil, a equidade de género e a inclusão social em Moçambique.
“Acreditamos que a juventude é a chave para uma sociedade mais justa, inclusiva e igualitária. Esta parceria representa um passo firme nesse caminho,” sublinhou o Ministro.
O encontro marcou o início de um novo ciclo de cooperação entre o Governo de Moçambique e a ONU Mulher, reforçando o esforço colaborativo de construir um futuro onde jovens homens e mulheres tenham oportunidades iguais para prosperar e liderar.

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