Um automobilista morreu carbonizado na madrugada deste sábado, na sequência de uma colisão entre uma viatura ligeira e um camião, na Estrada Nacional Número Um (EN1), no Distrito Municipal da Katembe, Cidade de Maputo. O acidente provocou ainda dois feridos.
O sinistro ocorreu nas primeiras horas da manhã e destruiu completamente a viatura ligeira, que se incendiou após o embate, impossibilitando o condutor de escapar às chamas.
No camião seguiam duas pessoas. Uma sofreu ferimentos graves e a outra contraiu ferimentos ligeiros. Ambas foram socorridas e transportadas para uma unidade hospitalar, onde recebem assistência médica.
O proprietário do camião afirmou que, de acordo com as informações que lhe foram transmitidas, o veículo seguia normalmente no seu percurso quando ocorreu a colisão.
As circunstâncias em que o acidente se deu continuam por esclarecer. Contudo, a Polícia de Trânsito admite, como hipótese preliminar, que o sinistro tenha resultado de uma alegada circulação em contramão por parte do condutor da viatura ligeira. As investigações prosseguem para o apuramento das causas do acidente.
Até ao fecho desta edição, as viaturas sinistradas permaneciam no local do embate, enquanto decorriam os trabalhos das autoridades competentes.
A Associação Black Bulls recebe, no domingo, o Costa do Sol, em partida de cartaz da quarta jornada do Moçambola-2025. Na antevisão ao jogo, os treinadores das duas equipas mostraram-se confiantes na vitória.
Jogo de cartaz entre candidatos ao título do campeonato nacional de futebol. Black Bulls e Costa do Sol protagonizam o embate mais importante da quarta jornada, este domingo, na Arena Lalgy.
Trata-se de um jogo com pouca história, mas com bastante simbolismo para as duas equipas, olhando para o histórico de confrontos, onde a Black Bulls leva vantagem, já que ainda não perdeu diante do Costa do Sol.
Em 10 jogos disputados, os “touros” venceram sete e empataram três, sendo por isso um jogo que Hélder Duarte quer consolidar a superioridade no confronto directo, apesar de reconhecer a nova versão canarinha.
Já Baciro Candé diz ter estudado o seu adversário e mesmo reconhecendo as dificuldades que vai enfrentar, vai a Tchumene para vencer.
A QUARTA JORNADA TERÁ OS SEGUINTES JOGOS:
No sábado, o Textáfrica de Chimoio recebe o Ferroviário de Nampula. Domingo, para além do jogo Black Bulls vs Costa do Sol, o Desportivo de Nacala recebe o Ferroviário de Maputo, Associação Desportiva de Vilankulo defronta Desportivo da Matola, União Desportiva de Songo terá pela frente o Ferroviário de Lichinga. A jornada encerra segunda-feira com Baía de Pemba a receber Chingale de Tete.
A jornada arranca esta sexta-feira com os Ferroviários da Beira e de Nacala a cruzarem caminhos no Chiveve.
A escassez das vacinas BCG e VAP em hospitais das cidades de Xai-Xai e Chimoio, nas províncias de Gaza e Manica, respectivamente, está a criar preocupação entre as parturientes e profissionais de saúde.
Consideradas essenciais nos primeiros dias de vida para prevenir doenças como tuberculose, poliomielite e sarampo, as vacinas estão em falta há semanas em algumas unidades sanitárias.
No Hospital Provincial de Xai-Xai, a maior referência na província de Gaza, mães relatam que os recém-nascidos estão a deixar a maternidade sem receber a vacina BCG, aplicada normalmente nas primeiras 24 horas de vida.
Márcia Changule deu à luz no dia 21 de Junho e, uma semana depois, relata que sua filha ainda não foi vacinada.
“A minha filha ainda não apanhou a vacina BCG e ainda não recebi nenhuma recomendação dos médicos. A vacina é tão importante para o crescimento e prevenção de doenças nas crianças”, lamentou.
Por sua vez, Joice Matavel está há três dias no hospital à espera da vacina para o seu bebé e receia que o mesmo possa contrair doenças por conta da não administração do imunizante.
“Facilmente ela pode ter tuberculose. É muito importante que o Ministério da Saúde nos forneça essas vacinas.”
Apesar dos relatos de várias mães, a direcção do Hospital Provincial de Xai-Xai nega haver ruptura.
“Penso que não temos ruptura do ‘stock’ de vacinas”, afirmou Stélio Tamele, responsável da unidade, reforçando que “os técnicos de medicina preventiva deviam explicar o tipo de vacinas que estão sendo administradas. Nunca recebi informação de que há escassez da BCG”.
Já em Chimoio, capital da província de Manica, o cenário é ainda mais preocupante. Segundo o director do Serviço Distrital de Saúde, Mulher e Ação Social, o distrito enfrenta uma escassez prolongada, que já dura cerca de oito meses.
“Estamos com escassez desta vacina, e o esforço para conseguirmos aplicar as doses às crianças tem sido contínuo. Temos recebido pequenas quantidades, que não cobrem toda a demanda”, declarou o director, Alberto Diomba.
Ele confirmou que as vacinas BCG e VAP — fundamentais para a imunização dos bebés — são as mais afectadas. Contudo, garantiu que há previsão de normalização da situação já no próximo mês.
A vacina BCG é a primeira a ser administrada aos recém-nascidos e tem como principal objectivo prevenir formas graves de tuberculose. A VAP, por sua vez, protege contra a poliomielite, uma doença viral que pode causar paralisia permanente.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que ambas sejam aplicadas nas primeiras semanas de vida. A ausência delas pode aumentar consideravelmente os riscos de surtos de doenças.
A Primeira-Dama da República, Gueta Chapo, encaminhou, hoje, ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Educação e Cultura um total de 140 bolsas de estudo, atribuídas ao Gabinete da Primeira-Dama na sequência da sua recente participação na VII Edição da Iniciativa das Primeiras-Damas, realizada no Dubai, sob a égide da Fundação Merck.
O gesto insere-se num memorando de entendimento assinado entre a Primeira-Dama e a CEO da fundação, Rasha Kelej, visando o reforço
da formação médica e a promoção da educação inclusiva para raparigas em situação de vulnerabilidade.
Durante uma audiência concedida aos dois ministérios, Gueta Chapo anunciou que das 140 bolsas, 100 são destinadas à formação de médicos e enfermeiros moçambicanos, em áreas consideradas críticas para o sistema nacional de saúde, enquanto as restantes 40 visam apoiar raparigas de comunidades vulneráveis no prosseguimento dos seus estudos.
O ministro da Saúde, Ussene Isse, saudou a iniciativa como “uma boa nova para o sector da saúde” e afirmou que as bolsas irão contribuir para a formação acelerada de especialistas em áreas prioritárias. “Temos área de cancro, área médica, área cirúrgica para adultos e crianças […], cuidados paliativos, hipertensão, diabetes, neurocirurgia, cuidados intensivos, tratamento da coluna. São valências que o nosso país precisa”, explicou.
Para o governante, a formação dos quadros nacionais é uma resposta directa ao Programa Quinquenal do Governo, nomeadamente no eixo da transformação social e demográfica, e representa um avanço importante na redução da dependência externa em matéria de cuidados especializados. “Com esta oportunidade iremos reduzir gradualmente esta dependência e vamos tornar o sector de saúde cada vez mais forte, mais robusto e mais equitativo para o povo moçambicano”, garantiu.
Isse assegurou ainda que o processo de selecção será rigoroso e transparente. “Estes critérios de selecção serão critérios muito objectivos e transparentes, e serão publicados para todos tomarem
conhecimento como é que as pessoas serão elegíveis. Teremos que obedecer e seguir os critérios para haver justiça social”, declarou.
Já a ministra da Educação e Cultura, Samaria dos Anjos Tovela, agradeceu as bolsas dirigidas às raparigas carenciadas e destacou o seu impacto transformador na permanência e sucesso escolar de estudantes provenientes de contextos desfavorecidos. “Recebemos informação de bolsas de estudo para as nossas crianças […], principalmente para os nossos alunos mais carenciados”, referiu.
Segundo Tovela, as bolsas irão abranger estudantes do ensino primário, secundário e superior, sendo a selecção orientada pelo mérito académico e vulnerabilidade social. “Estamos a falar de todas as províncias, vermos quem são as meninas que têm as melhores notas e que efectivamente também enfrentam dificuldades para a continuação dos estudos”, adiantou.
A governante enfatizou que o apoio da Primeira-Dama tem sido fundamental na inclusão educativa. “Só com a formação é que as nossas crianças, os nossos jovens, os nossos adultos, podem contribuir para o seu desenvolvimento pessoal e para o desenvolvimento das suas famílias […]. A educação é a chave do desenvolvimento do capital humano”, concluiu.
Além das bolsas hoje anunciadas, a ministra sabe que o Gabinete da Primeira-Dama está a mobilizar mais apoios para beneficiar um universo mais amplo de estudantes. “Há bolsas também ao nível do Gabinete […], 450 bolsas. É um processo que está a sendo efectivamente recorrente de mobilização de recursos”, indicou.
O Governo garantiu, recentemente, que a redacção do projecto de Lei do Conteúdo Local está concluída e que, neste momento, decorre o processo de auscultação pública para posterior submissão ao Parlamento. O instrumento, que deverá reger as relações entre o sector privado e os megaprojectos, deverá entrar em vigor ainda neste ano, segundo o Executivo.
A proposta de Lei do Conteúdo Local está no centro das atenções, num contexto marcado pela retoma de megaprojectos estratégicos, como o Coral Norte e as operações da Total. O debate gira em torno de três eixos principais: o impacto económico e social para as comunidades locais, o equilíbrio entre garantir conteúdo local e não atrasar a implementação dos investimentos, e a importância do processo de auscultação pública para tornar a legislação mais sólida e inclusiva.
Entre as questões em destaque, sobressai a necessidade de garantir que as comunidades e as empresas moçambicanas sejam as principais beneficiárias, sem transformar as obrigações legais numa restrição para as multinacionais. Na visão dos economistas e especialistas ouvidos, a entrada em vigor da lei não deve ser encarada como a solução para todos os problemas que assolam o empresariado local, mas sim como um instrumento que deve ser associado a vários outros elementos para tornar o ambiente de negócios mais inclusivo e gerar ganhos para todas as partes envolvidas.
Os analistas questionam o nível de preparação técnica das empresas locais, a abrangência e transparência do processo de auscultação pública e as garantias para que as contribuições recolhidas sejam efectivamente reflectidas no texto final da legislação. Discutem igualmente qual o equilíbrio ideal entre obrigatoriedade e incentivo para tornar as regras eficazes e qual o impacto esperado desta legislação para a estrutura e sustentabilidade dos megaprojectos no país. A dúvida central passa por definir o próximo passo para transformar esta proposta num instrumento claro e eficaz, num contexto marcado por pressões e prazos para a retoma de investimentos cruciais para a economia nacional.
Lei do Conteúdo Local não deve andar sozinha, defendem economistas
Elthon Chemane, especialista em gás, destaca que a futura Lei do Conteúdo Local em Moçambique é necessária e importante, mas não deve ser encarada como uma solução única para todos os desafios do sector. Explica que “esta legislação funcionará como uma estrutura para aumentar a participação das empresas locais nos megaprojectos, mas requer uma acção coordenada entre vários sectores para gerar impacto significativo”.
Embora o Governo esteja a avançar rapidamente para elaborar e socializar a proposta de lei, Chemane alerta para a importância de não alimentar falsas expectativas, uma vez que contratos antigos não poderão ser alterados retroactivamente por estarem protegidos por cláusulas de estabilidade jurídica e mecanismos internacionais de resolução de conflitos. Por isso, o impacto directo desta legislação só será visível nos futuros contratos e concessões.
“O conteúdo local não depende apenas de uma norma jurídica, mas de um ecossistema integrado, com destaque para o sector privado e para a capacidade das empresas locais responderem às exigências dos contratos”, explica o economista, enquanto sublinha que, actualmente, muitas PME não estão preparadas para suportar contratos de grande envergadura, especialmente no que diz respeito à disponibilidade de capital e à capacidade técnica.
Durante o debate económico desta quinta-feira na STV, o especialista destacou a importância de uma indústria financeira e de um quadro regulatório adaptado para fornecer garantias e melhorar o acesso ao financiamento. Chemane recordou, durante a sua intervenção, que a legislação deve prever uma declaração clara das demandas específicas de bens e serviços ao longo de toda a cadeia de valor dos mega‑projectos, para que o Estado e o sector privado possam identificar e priorizar investimentos estratégicos, aumentar a capacidade interna e garantir uma maior retenção de valor no país.
Para o economista Dereck Mulatinho, é necessária uma estratégia abrangente de industrialização para garantir que o investimento e o rendimento fiquem no país e não sejam simplesmente transferidos para o exterior. Para Mulatinho, um dos caminhos para alcançar este objectivo passa por aproveitar as demandas conjuntas dos diferentes projectos para tornar viáveis investimentos estratégicos no país, como, por exemplo, a fabricação de parafusos ou equipamentos básicos, cuja necessidade não se justifica num único projecto, mas passa a valer a pena quando considerada em todas as operações ao longo do tempo.
Sobre a relação entre a legislação e o sector privado, Mulatinho destaca que “o sucesso não depende apenas do Governo, mas passa pela capacidade das empresas moçambicanas de entregarem com qualidade e eficiência. Não basta ganhar contratos, é preciso demonstrar que são capazes de executá-los e, assim, ganhar credibilidade para futuras oportunidades”.
Mulatinho vai mais fundo ao afirmar que um dos grandes entraves está no sistema financeiro. “A maioria das PME não tem capacidade para suportar contratos de grande dimensão, e a banca comercial não está estruturada para financiar esse tipo de operação, dadas a legislação e as normas do regulador. Nesse sentido, uma mudança nas regras financeiras e no entendimento do risco por parte das instituições bancárias e do regulador torna‑se crucial para permitir às PME locais aproveitar as oportunidades”, conclui.
Os processos de regulamentação do conteúdo local decorrem em paralelo com a revisão da Lei do Petróleo no país.
Circular pelo troço Pambara–Save, na Estrada Nacional Número Um (EN1), na província de Inhambane, continua a ser uma autêntica provação para os automobilistas. Com um percurso de 126 quilómetros marcado por buracos e degradação avançada, esta via vital transformou-se num desafio diário, onde o desconforto e os prejuízos são quase inevitáveis.
Apesar das intervenções pontuais realizadas há mais de um ano, como o tapamento de buracos, a situação mantém-se crítica. O desgaste acelerado dos veículos, aliado ao risco constante de acidentes, tornou a travessia deste troço numa verdadeira batalha para quem depende da estrada.
Perante este cenário, o Governador da província de Inhambane reconhece a gravidade do problema e assegura que mudanças estão a caminho. Segundo o dirigente, já foi adjudicada uma empresa que deverá iniciar, em breve, os trabalhos de reabilitação do segmento mais crítico.
Enquanto isso, a população e os automobilistas mantêm a esperança de que as promessas saiam do papel e que a circulação entre Pambarra e Save volte a oferecer segurança, conforto e dignidade aos utentes desta que é uma das principais artérias rodoviárias do país.
O continente africano disse adeus ao Mundial de Clubes, com todas as equipas a falharem o acesso aos oitavos-de-final da competição da FIFA. Mamelodi Sundowns foi a última a falhar o apuramento após empate sem golos diante do Fluminense do Brasil.
Fim da linha para África no Mundial de Clubes. A última esperança de garantir a continuidade na prova caiu esta quarta-feira quando o Mamelodi Sundowns da África do Sul empatou sem golos diante do Fluminense do Brasil, em partida do grupo F.
A equipa sul-africana precisava de vencer os brasileiros para seguir em frente e, apesar das várias oportunidades criadas ao longo do jogo, mesmo contando com apoio dos adeptos nas bancadas, o nulo teimava em não se desfazer.
Cai por terra o Mamelodi Sundowns, levando consigo o sonho africano de ter uma equipa nos oitavos-de-final, depois das eliminações do Espérance de Tunis, Al Ahly do Egipto e Wydad Casablanca, equipa marroquina que ainda tem um jogo para cumprir calendário.
Quem segue para os oitavos-de-final no grupo F, para além do Fluminense, é o Borussia de Dortmund, que no seu jogo venceu o Ulsan Hyundai por uma bola sem resposta, com golo solitário apontado por Daniel Svensson, aos 36 minutos.
Pelo grupo E, o Inter de Milão terminou em primeiro lugar sem derrotas, após vencer o River Plate da Argentina por duas bolas sem resposta. Francesco Pio Esposito abriu o marcador aos 72 minutos, enquanto Alessandro Bastoni fechou as contas aos 90+3 minutos. Os argentinos ainda ficaram reduzidos a nove jogadores depois de duas expulsões.
Acompanha o Inter nos oitavos-de-final o Monterrey do México, que na derradeira jornada goleou o Urawa do Japão por claros 4-0.
Oitavos-de-final começam no sábado
Assim, depois da disputa dos jogos da fase de grupos, entra-se, a partir deste sábado, para a fase do “mata-mata”, com os oitavos-de-final em perspectiva, com dois jogos por dia.
Para o arranque da segunda fase, sábado às 18h00 há um derby brasileiro entre Palmeiras e Botafogo, duas equipas que se conhecem perfeitamente, porquanto disputam o Brasileirão.
Palmeiras e Botafogo já se defrontaram por 81 ocasiões na história, com a balança a pesar para o lado do Flamengo, que venceu mais do dobro das vitórias do adversário, ou seja, 36 vitórias contra 15 do Botafogo. Há ainda registo de 30 empates entre ambos.
Nesse confronto directo, Flamengo balançou as redes do Botafogo por 110 vezes, contra 80 do seu adversário. Será, do resto, um jogo com lotação garantida dos brasileiros e não só, e cujo resultado final permanecerá incógnita até ao apito final.
No mesmo dia, mas às 21h00, entram em cena duas equipas europeias. Benfica e Chelsea medem forças naquele que será o adeus de uma das duas equipas surpreendentes da fase de grupos.
Os encarnados nunca antes venceram os Blues e querem voltar a fazer história, tal como fizeram no último jogo do Mundial de Clubes, quando venceram pela primeira vez na história ao Bayern de Munique. Em quatro jogos, Chelsea venceu todos os jogos diante do Benfica.
Desta vez, permanecerá a tradição ou haverá quebra do gelo?
Reencontro entre Messi e PSG no domingo
No domingo haverá reencontro entre o maior vencedor de bolas de ouro, Lionel Messi, com a sua ex-equipa, o PSG. O campeão europeu defronta o Inter Miami naquele que é o teste de fogo para os dois clubes, atendendo e considerando as ambições de ambos.
Este é o primeiro encontro de sempre entre as duas equipas, com o PSG a ser claramente favorito a vencer. Surpresa neste jogo seria o Inter Miami eliminar o vencedor da liga milionária europeia com todo seu poderio, mas apenas o final dos 90 minutos ditará o vencedor, se a experiência de Messi, Suaréz e companhia, ou a força e união de Mendes, Dembele e companhia.
A fechar o dia de domingo será Flamengo a medir forças com o Bayern de Munique. Mais um jogo entre equipas de continentes diferentes e sem muito histórico de confrontos, prevalecendo o que ditará o final dos 90 minutos, já que as duas equipas são claras favoritas a vencerem o jogo a, inclusive, a conquistar a prova.
O Instituto Nacional Meteorologia prevê a ocorrência de vento com rajadas até 60 quilómetros por hora, a partir das primeiras horas de amanhã na região sul do país.
Adicionalmente, prevê-se agitação marítima que poderá gerar ondas com alturas até 3.5 metros, durante o mesmo período.
O alerta é para a província de Maputo, principalmente nos distritos de Matutuíne, Namaacha, Boane, Manhiça, Marracuene e cidades de Maputo e Matola. Província de Gaza (principalmente nos distritos de Chókwe, Bilene, Limpopo, Mandlakazi, Chibuto, Guijá, Chongoene e cidade de Xai-Xai). Província de Inhambane (principalmente nos distritos de Zavala, Inharrime Panda, Jangamo, Homoíne e cidades de Inhambane e Maxixe).
O Ministério da Defesa da Rússia disse, hoje, que 50 aparelhos aéreos não tripulados foram neutralizados pelos sistemas antiaéreos em sete regiões do país, incluindo nas imediações de Moscovo. Entretanto, a Ucrânia relata a morte de 145 soldados russos na região de Donetsk.
De acordo com o relatório militar russo, praticamente todos os drones ucranianos abatidos durante a noite foram destruídos em regiões que fazem fronteira com a Ucrânia, nomeadamente 23 na região de Kursk, 11 na região de Rostov, seis na região de Bryansk e três na região de Belgorod.
O Ministério da Defesa acrescentou que três outros aparelhos aéreos não tripulados foram abatidos perto de Moscovo, dois dos quais visavam directamente a capital russa.
Segundo a mesma fonte, dois drones foram destruídos pela defesa aérea sobre a península ucraniana da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014.
O Ministério da Defesa russo não informou se os ataques aéreos ucranianos causaram vítimas ou danos materiais.
Entretanto, um relatório das forças ucranianas, citado pela agência de notícias pública do país, refere que Kyiv manteve esta quarta-feira as suas posições e infligiu pesadas perdas aos russos.
Em Pokrovsk, Donetsk, região do Donbass decorreram os ataques mais intensos na linha da frente, detalhou a mesma fonte, provocando a morte de 145 soldados russos.
A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de Fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e “desnazificar” o país vizinho, independente desde 1991.
O Real Madrid é considerado o melhor clube do continente europeu para a UEFA, na época 2024/2025. A actualização do ranking do órgão reitor do futebol europeu foi feita esta quinta-feira.
Com o fim da época futebolística em todos países da Europa, bem como das provas entre clubes, a União das Associações Europeias de Futebol, UEFA, actualizou o ranking dos melhores clubes do velho continente.
Real Madrid da Espanha foi cotado como o melhor clube da Europa, com 143.500 pontos, num coeficiente de 18.890, seguido pelo Manchester City da Inglaterra, com 137.750 pontos.
Curiosamente as duas primeiras classificadas não conquistaram nenhum competição de grande destaque na Europa, nomeadamente as provas continentais, muito menos os respectivos campeonatos internos.
O Bayern de Munique da Alemanha, que venceu a Bundesliga, é terceiro colocado com 135.250 pontos, fechando o pódio das melhores equipas da Europa.
O PSG da França, vencedor da Liga dos Campeões 2024/2025, termina a época em quinto lugar com 118.500 pontos, atrás do Liverpool, campeão inglês. O top-10 integra ainda Inter, Chelsea, Dortmund, Roma e Barcelona.
Dos clubes portugueses, Benfica é o mais cotado, na 15ª posição, seguido do FC Porto, na 18ª, enquanto o campeão Sporting é 35º colocado.
O ranking é actualizado com base no coeficiente de cada país somando as prestações dos clubes nos últimos cinco anos.

| Cookie | Duração | Descrição |
|---|---|---|
| cookielawinfo-checbox-analytics | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics". |
| cookielawinfo-checbox-functional | 11 months | The cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional". |
| cookielawinfo-checbox-others | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other. |
| cookielawinfo-checkbox-necessary | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary". |
| cookielawinfo-checkbox-performance | 11 months | This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance". |
| viewed_cookie_policy | 11 months | The cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data. |