A Ministra da Educação, Samaria Tovela, apelou à paciência dos professores que reclamam o pagamento de horas extraordinárias em atraso, reconhecendo a legitimidade das suas reivindicações, mas sublinhando que o Estado não dispõe de capacidade financeira para liquidar toda a dívida de uma só vez.
A governante reagia à nova onda de paralisação das aulas protagonizada por docentes que exigem a regularização dos valores em dívida. Apesar de reconhecer o direito dos professores a reclamarem os seus créditos, Samaria Tovela considera que a interrupção das actividades lectivas não constitui a melhor forma de protesto, por prejudicar milhares de alunos.
A ministra alertou ainda que os docentes que aderirem à paralisação poderão enfrentar implicações e procedimentos administrativos previstos na lei.
Recorde-se que o Governo anunciou ter regularizado integralmente o pagamento das horas extraordinárias referentes ao ano de 2022 e parte de 2023. Contudo, continua por liquidar o remanescente desse ano, bem como a totalidade dos valores correspondentes a 2024.
Os conflitos entre pessoas deslocadas e comunidades acolhedoras estão a registar uma tendência de redução na província de Cabo Delgado, segundo a Agência de Desenvolvimento Integrado do Norte (ADIN), entidade que há cerca de cinco anos promove iniciativas de coesão social na região norte do país.
De acordo com a instituição, o principal foco de tensão continua a ser o acesso à terra, especialmente às machambas utilizadas para agricultura de subsistência, consideradas essenciais para a sobrevivência tanto das famílias deslocadas como das comunidades locais.
Alguns deslocados afectados pela violência armada relatam que a convivência inicial foi mais harmoniosa durante o período em que recebiam assistência humanitária regular, situação que, segundo dizem, mudou com a redução da ajuda.
“O ambiente daqui era bom quando recebíamos comida e outros donativos porque partilhávamos quase tudo, mas desde que parou a ajuda humanitária, a situação mudou. Algumas pessoas foram forçadas a devolver as machambas, e outras já foram avisadas para entregarem este ano”, afirmou Yaya de Camões, deslocado de Mocímboa da Praia.
Outros testemunhos apontam dificuldades na fase inicial da integração, sobretudo pela ausência de meios de subsistência e necessidade de recorrer à agricultura local. “Quando cheguei aqui não trouxe nada. Foi um período difícil, porque tinha de recorrer às hortas para conseguir comida”, relatou Carmona Cesário, deslocado de Quissanga.
Apesar dos desafios, as autoridades e organizações locais destacam que a convivência tem vindo a melhorar com o tempo, à medida que são implementados projectos de geração de rendimento e integração comunitária. A ADIN tem promovido iniciativas que incluem formação profissional, apoio a pequenos negócios e actividades agrícolas partilhadas entre deslocados e comunidades anfitriãs.
Segundo beneficiários, estas acções estão a contribuir para a redução de tensões e para a criação de novas oportunidades económicas. “Recebi materiais para ensinar alunos e já formei seis jovens, que receberam ferramentas de trabalho como martelos, serras e outros equipamentos”, explicou Amisse Jamal, residente em Ancuabe.
Outros membros da comunidade afirmam que a relação entre deslocados e residentes locais evoluiu para uma convivência mais estável. “No início era complicado, mas com o tempo tornámo-nos sócios e hoje já percebemos que estas pessoas fazem parte daqui”, disse Bernardo Yapuanhaca, também residente em Ancuabe.
Alguns deslocados confirmam igualmente melhorias no acesso à terra e na integração social. “Na altura havia resistência, mas agora já conseguimos ter machambas e tudo está melhor. Tivemos de aprender a viver juntos”, afirmou Carmona Cesário.
Para outros, a convivência actual já é marcada por maior entendimento e partilha de práticas agrícolas e culturais entre comunidades. “Agora já aprendemos uns com os outros. Conhecemos as culturas da comunidade acolhedora e também partilhamos as nossas”, disse Rabia Ali, deslocada de Quissanga.
As autoridades consideram que a combinação entre apoio socioeconómico, formação e integração comunitária tem sido fundamental para reduzir tensões e promover a estabilidade social numa província ainda marcada pelos efeitos do conflito armado
O Governo autorizou a constituição de equipas técnicas para negociar vários projectos estratégicos no sector de transportes e logística, incluindo concessões ligadas ao Terminal de Cargas Perigosas de Dondo, Porto de Quelimane, Terminal de Combustíveis do Corredor de Savane e Corredor de Desenvolvimento de Mapinhane/Pafuri e Pafuri/Machecane. Apreciou também a resolução que propõe a atribuição do Título Honorífico de Herói da República de Moçambique ao falecido Tenente-General na Reserva Joaquim João Munhepe Muhlanga, entre outras matérias.
O Conselho de Ministros realizou esta terça-feira a sua 13.ª Sessão Ordinária, durante a qual apreciou e aprovou um conjunto de medidas consideradas estratégicas para a modernização da administração pública, gestão das infra-estruturas e reforço da eficiência institucional no país.
Entre as principais decisões da sessão destaca-se a aprovação do Decreto que cria a Central de Aquisições do Estado, Instituto Público (CAE, IP), entidade que passará a centralizar os processos de contratação pública em todo o território nacional. Segundo o Governo, a nova instituição visa assegurar maior eficiência, racionalização da despesa pública e transparência na gestão das aquisições do Estado.
No âmbito desta reforma, o Executivo aprovou igualmente alterações ao Regulamento de Contratação de Empreitadas de Obras Públicas, Fornecimento de Bens e Prestação de Serviços ao Estado, actualmente regulado pelo Decreto n.º 79/2022, de 30 de Dezembro. As mudanças pretendem melhorar a planificação dos concursos públicos, fortalecer os mecanismos de controlo e potenciar ganhos de economia de escala.
O Conselho de Ministros aprovou ainda o Decreto que estabelece os termos do contrato de concessão dos serviços de fornecimento, instalação e manutenção de equipamento de Inspecção Não Intrusiva, no quadro de uma parceria público-privada. O objectivo é introduzir novos sistemas tecnológicos de fiscalização e controlo em infra-estruturas estratégicas.
No sector da aviação civil, foi aprovado o novo Regulamento sobre Licenciamento de Operadores Aéreos Particulares, que revoga o Decreto n.º 38/2011, de 2 de Setembro. O diploma actualiza o regime jurídico aplicável aos operadores aéreos não comerciais, incluindo pessoas singulares e colectivas que realizam transporte aéreo ou trabalho aéreo sem fins lucrativos.
Outro ponto de destaque da sessão foi a profunda reestruturação do sector rodoviário nacional. O Governo aprovou a extinção do Fundo de Estradas, Fundo Público, integrando-o como património autónomo da Administração Nacional de Estradas (ANE, IP).
Segundo o Executivo, a medida visa aumentar a eficácia, sustentabilidade e qualidade dos serviços prestados no sector das estradas, eliminando sobreposições institucionais e reforçando a coordenação operacional. Paralelamente, foi aprovado o novo Regulamento do Fundo de Estradas, adaptado à nova estrutura institucional.
Na sessão, o Conselho de Ministros apreciou também uma resolução que propõe ao Presidente da República, Daniel Chapo, a atribuição do Título Honorífico de Herói da República de Moçambique ao falecido Tenente-General na Reserva Joaquim João Munhepe Muhlanga. A resolução determina ainda a realização de Funeral de Estado e a observância de dois dias de Luto Nacional a contar da data do funeral.
Durante o período de luto, a Bandeira Nacional deverá ser içada a meia-haste em todo o território nacional e nas missões diplomáticas e consulares moçambicanas.
O Executivo autorizou igualmente a constituição de equipas técnicas para negociar, em regime de ajuste directo, vários projectos estratégicos no sector de transportes e logística, incluindo concessões ligadas ao Terminal de Cargas Perigosas de Dondo, Porto de Quelimane, Terminal de Combustíveis do Corredor de Savane e ao Corredor de Desenvolvimento de Mapinhane/Pafuri e Pafuri/Machecane.
Entre os parceiros envolvidos nas futuras negociações figuram a Petromoc, a CFM e o consórcio CODEMAPA, S.A.
Além das deliberações, o Governo apreciou informações relacionadas com a época chuvosa e ciclónica 2025/2026, incluindo a situação da cólera em algumas regiões do País, a preparação da XVI edição dos Jogos Desportivos Escolares, prevista para Inhambane em 2026, as tarifas de água potável a vigorarem a partir deste ano e a organização da III Conferência Internacional Crescendo Azul, marcada para os dias 11 e 12 de Junho de 2026.
A selecção nacional de futebol de sub-17 do nosso País enfrenta, nesta quarta-feira, a congénere de Angola, num duelo decisivo para as aspirações das duas equipas no Campeonato Africano das Nações (CAN) da categoria.
O encontro, agendado para as 18h00 (hora de Maputo), poderá definir o futuro dos “Mambinhas” na competição continental.
Inseridas no Grupo C, Moçambique e Angola chegam à última jornada da fase de grupos pressionadas pela necessidade de vencer para manterem vivas as esperanças de qualificação aos quartos-de-final e, consequentemente, continuarem na corrida por uma vaga no Campeonato do Mundo Sub-17.
A formação moçambicana ocupa actualmente a terceira posição do grupo, com os mesmos pontos que Angola, que segue no quarto lugar devido à diferença de golos. O cenário transforma o embate desta quarta-feira num verdadeiro “tudo ou nada”, numa altura em que qualquer deslize poderá significar o adeus prematuro à competição.
Além da obrigação de conquistar os três pontos, os Mambinhas estarão atentos ao desfecho do outro jogo do grupo, entre Tanzânia e Mali, resultado que poderá influenciar directamente as contas do apuramento.
Ainda assim, no seio da equipa técnica moçambicana prevalece a convicção de que o foco principal deve estar no desempenho da própria selecção dentro das quatro linhas.
Ao longo da fase de grupos, Moçambique demonstrou momentos de qualidade ofensiva e organização táctica, mas também algumas fragilidades defensivas que procurará corrigir diante dos angolanos.
A equipa técnica trabalhou nos últimos dias aspectos ligados à finalização e concentração defensiva, considerados fundamentais para um jogo de elevada intensidade emocional e competitiva.
Do lado angolano, a expectativa é igualmente elevada. Os “Palanquinhas” chegam ao confronto com o mesmo objectivo e prometem dificultar ao máximo as intenções moçambicanas, num clássico regional que historicamente costuma ser equilibrado nas competições juvenis africanas.
Para os jovens moçambicanos, uma eventual qualificação representaria um marco importante no processo de desenvolvimento do futebol de formação nacional, reforçando o trabalho realizado nos escalões jovens pela Federação Moçambicana de Futebol (FMF).
A nação desportiva moçambicana acompanha com expectativa o decisivo compromisso dos Mambinhas, numa partida que poderá manter vivo o sonho continental e mundial da nova geração do futebol nacional.
O sorteio da fase de grupos de qualificação à fase final do CAN do Uganda, Tanzania e Quénia, realizado esta terça-feira, colocou Moçambique no Grupo J, ao lado do Senegal, Sudão e Etiópia, numa caminhada que inicia em Setembro e termina em Março do próximo ano. A fase final terá lugar em Junho e Julho de 2027.
A Confederação Africana de Futebol (CAF) realizou, nesta terça-feira, no Cairo, o sorteio oficial das eliminatórias de acesso ao Campeonato Africano das Nações (CAN 2027), definindo os caminhos das 48 selecções nacionais que vão disputar uma vaga na maior competição futebolística do continente africano.
Moçambique ficou inserido no Grupo J, considerado um dos mais competitivos da fase de qualificação, ao lado do Senegal, Sudão e Etiópia. A selecção nacional, orientada por Chiquinho Conde, terá pela frente o desafio de enfrentar uma das maiores potências do futebol africano da actualidade — o Senegal — além de duas selecções que têm demonstrado crescimento competitivo nos últimos anos.
Os “Mambas” entram nesta campanha embalados pelos sinais positivos apresentados nas últimas competições internacionais, incluindo a participação meritória no CAN 2023, realizado na Costa do Marfim, onde a equipa voltou a afirmar-se no panorama continental.
A expectativa da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) passa por consolidar esse crescimento e lutar por um dos dois lugares de apuramento directo disponíveis no grupo.
O Senegal surge como principal favorito do Grupo J. Liderada por jogadores de renome internacional e com um histórico recente de grande consistência competitiva, a selecção senegalesa continua a figurar entre as mais fortes de África.
Já o Sudão e a Etiópia representam adversários tradicionalmente difíceis, sobretudo nos jogos disputados fora de casa, onde factores climáticos e logísticos costumam pesar nas eliminatórias africanas.
Além de Moçambique, outras selecções dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) também conheceram os respectivos adversários. Angola integra o Grupo B, juntamente com Egipto, Malawi e Sudão do Sul, enquanto Cabo Verde ficou no Grupo K ao lado do Mali, Ruanda e Libéria. A Guiné-Bissau vai disputar o Grupo L, frente à Nigéria, Madagáscar e Tanzânia.
O sorteio confirmou igualmente a presença de algumas das maiores potências do continente distribuídas pelos diferentes grupos, entre elas Marrocos, Argélia, Tunísia, Costa do Marfim, Camarões, Mali e República Democrática do Congo.
De acordo com o regulamento da CAF, apenas as duas primeiras classificadas de cada um dos 12 grupos garantirão presença na fase final do CAN 2027, competição que será co-organizada por Quénia, Tanzânia e Uganda, entre 19 de Junho e 17 de Julho de 2027.
O calendário das eliminatórias será disputado em três janelas internacionais da FIFA. As jornadas 1 e 2 estão previstas para decorrer entre 21 de Setembro e 6 de Outubro de 2026. Já as jornadas 3 e 4 terão lugar de 9 a 17 de Novembro de 2026, enquanto as últimas duas rondas serão realizadas entre 22 e 30 de Março de 2027.
A Federação Moçambicana de Futebol deverá anunciar nas próximas semanas o plano de preparação da selecção nacional para os primeiros compromissos oficiais da campanha.
A expectativa entre os adeptos moçambicanos cresce em torno da possibilidade de os Mambas garantirem nova presença na fase final do CAN, reforçando o actual ciclo de crescimento do futebol nacional.
O presidente da empresa Jindal Steels, que explora carvão na província de Tete, compromete-se em investir mais em Moçambique. O compromisso foi assumido após Naveen Jindal ter-se reunido com Daniel Chapo em Maputo.
O grupo indiano, Jindal, opera em Moçambique há cerca de 15 anos. O presidente daquela empresa, Naveen Jindal, foi recebido, na segunda-feira, pelo Presidente da República, Daniel Chapo e, na ocasião, manifestou o interesse.
“O ambiente de trabalho em Moçambique é muito acolhedor, é muito positivo e nós recebemos todo o apoio das pessoas e do governo. Então há uma cultura de trabalho muito boa e os moçambicanos são pessoas muito trabalhadoras. Então, é por isso que somos capazes de trabalhar aqui, podemos crescer e é por isso que equacionamos fazer mais investimentos em Moçambique”, disse Jindal.
O grupo Jindal detém a Vulcan Internacional, proprietária da Vulcan Moçambique, ax-Vale. Hoje, a Vulcan é uma das maiores exportadoras do País e opera na extração de carvão mineral e em projetos de geração de energia.
Vulcan Moçambique é o maior exportador de Moçambique e o maior empregador de Moçambique. E tivemos a oportunidade de conhecer Sua Excelência, o Presidente de Moçambique, o Sr. Chapo. E foi um óptimo encontro. Então, ele encorajou-nos a investir mais em Moçambique e nós garantimos-lhe que vamos investir muito em Moçambique”, disse o gestor.
Nigéria e Estados Unidos da América reforçaram operações militares conjuntas contra o grupo Estado Islâmico, no nordeste do território nigeriano. Os novos ataques mataram 20 terroristas, enquanto o país enfrenta uma escalada de violência, marcada por acções armadas e sequestros em massa.
As operações foram realizadas após serviços de inteligência identificarem movimentações e reagrupamentos de combatentes ligados ao grupo extremista. Segundo autoridades militares, a acção integra uma estratégia contínua para travar o avanço de grupos armados que operam em diferentes regiões do país.
Em comunicado, o Quartel-General de Defesa da Nigéria explicou que “múltiplos ataques aéreos foram realizados, resultando na eliminação de mais de 20 combatentes da Província do Estado Islâmico na África Ocidental”. A operação acontece poucos dias depois da morte de um dos principais líderes do grupo.
Por sua vez, o Comando Africano dos Estados Unidos confirmou o envolvimento na missão e afirmou que “a inteligência confirmou que os alvos eram militantes do ISIS”,acrescentando que não houve feridos entre as forças participantes na operação.
Apesar das ofensivas militares, a situação de segurança continua preocupante. Na semana passada, homens armados sequestraram 46 pessoas, a maioria crianças, durante ataques coordenados a escolas no sudoeste da Nigéria, aumentando os receios sobre a persistência da violência e da insegurança no país.
A OMS alerta que o mundo atravessa um período considerado perigoso, marcado pelo surgimento de novas ameaças sanitárias e pela fragilidade da cooperação internacional. Os recentes casos de hantavírus e a epidemia de ebola dominaram os debates da Assembleia Mundial da Saúde, que iniciou, esta segunda-feira, em Genebra.
As duas emergências sanitárias chamaram a atenção dos participantes logo no primeiro dia do encontro da Organização Mundial da Saúde. Enquanto o surto de hantavírus no navio MV Hondius gerou preocupações internacionais, a situação do ebola na República Democrática do Congo continua a aumentar o receio sobre a capacidade global de resposta a crises de saúde pública.
A direcção da OMS considera que estes acontecimentos representam apenas parte de um cenário mais amplo. O director-geral da organização advertiu que “são apenas as crises mais recentes em nosso mundo, presa de múltiplas turbulências”, numa referência aos vários factores que pressionam os sistemas globais de saúde.
Durante a sessão, o presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, reforçou a necessidade de cooperação entre os países e afirmou que “nenhum país se salva sozinho”. E proteger os demais é a melhor forma de proteger todas sociedades”. A declaração surge num momento em que persistem desafios ligados ao financiamento da OMS e à coordenação internacional de respostas sanitárias.
Além das questões ligadas às epidemias, a assembleia deverá discutir reformas na arquitectura global da saúde, negociações sobre futuras pandemias e divergências entre países.
O presidente dos Estados Unidos da América diz que cancelou o ataque ao Irão previsto para esta terça-feira. Donald Trump afirma que a decisão surge após pedidos dos líderes do Golfo, mas alerta que devem estar preparados para um ataque total e em grande escala a qualquer momento, caso não se chegue a um acordo aceitável.
O presidente dos Estados Unidos anunciou o adiamento de um ataque ao Irão previsto para esta terça-feira, a pedido dos líderes do Qatar, Arabia Saudita e dos Emirados Árabes, numa altura em que decorrem negociações sérias com Teerão.
O informe repentino foi feito através das redes sociais, logo após o Irão ter dito que respondeu a uma nova proposta dos EUA destinada a pôr fim à guerra.
Apesar de ter pausado a ofensiva, Trump reforçou que as negociações estão sob um prazo curto e manteve a ameaça, indicando que os Estados Unidos estão preparados para lançar um ataque total.
Segundo escreve a Euronews, logo após a visita realizada à China, o estadista norte-americano fez uma série de avisos, afirmando que “o relógio está a contar” e ameaçou que não restará nada do Irão, caso um entendimento não seja alcançado rapidamente.
Em resposta a estes pronunciamentos, o Ministério da Defesa Iraninao advertiu aos EUA, esta terça-feira, para não cometerem nenhum erro estratégico nem de cálculos, pois as Forças Armadas Iranianas têm o “dedo no gatilho” para responder de forma rápida, firme e poderosa a qualquer ofensiva.
As autoridades garantem que , desta vez, a República Islâmica e as Forças Armadas se encontram numa posição de maior preparação em relação ao passado.
O piloto moçambicano Rodrigo Almeida estreou-se da melhor forma ao serviço da Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal, ao vencer a corrida de abertura da temporada de GT4 no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, em jornada pontuável para o Iberian Supercars e para o Campeonato de Portugal de Velocidade.
Ao volante do Toyota GR Supra GT4 EVO2, Almeida formou dupla com Francisco Mora numa prova de 50 minutos, em que a estratégia, a consistência e o trabalho de equipa foram determinantes para o resultado final.
Na primeira corrida do fim-de-semana, Mora e Almeida assumiram a liderança na fase decisiva da prova e geriram a vantagem até à bandeira de xadrez, vencendo a corrida à geral.

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