São, ao todo, cerca de 670 professores e formadores de Gaza, Maputo e Maputo Cidade que reclamam o pagamento de mais de ” 2,5 milhões de meticais em ajudas de custo”. Os beneficiários afirmam ter contraído dívidas para fazer face às despesas durante a formação e acusam o Ministério da Educação e Cultura de não cumprir o pagamento dos subsídios.
Em representação da Direcção Provincial da Educação, o chefe do Departamento de Educação Geral, Licínio Albino, confirma a existência da dívida, mas não avançou detalhes sobre o montante global em causa.
Albino explica que o pagamento ainda não foi efectuado devido a inconsistências nos dados fornecidos pelos professores, incluindo erros nos números de identificação e nas contas bancárias.
“Falha de um dígito, troca de outro dígito”, explicou Licínio Albino, acrescentando que os erros impediram o sistema de identificar correctamente alguns beneficiários.
A instituição diz ter devolvido o processo à origem para a correcção dos dados e garante que a documentação já foi novamente encaminhada à entidade competente para o pagamento.
Entretanto, apesar da pressão dos professores, a Direcção Provincial da Educação em Gaza não consegue indicar uma data concreta para a transferência dos valores, limitando-se a garantir que o pagamento poderá ocorrer “a qualquer momento”.
Licínio Albino reconhece que a demora levou os professores a recorrer aos meios de comunicação social, apresenta desculpas pelo atraso e apela à paciência dos beneficiários.
A Direcção Provincial da Educação diz ainda que cada um dos 645 professores deverá receber 1.800 meticais por dia de participação na formação, mas não avançou o montante global a pagar.
Os professores contestam este valor e afirmam que a ajuda de custo prevista é de 6 mil meticais por dia. Perante a divergência, exigem uma reunião urgente com a ministra da Educação e Cultura para obter esclarecimentos, bem como a responsabilização da directora nacional de Formação de Professores.
O governo da África do Sul prometeu que não deixará que a retirada de cerca de 427 milhões de dólares em apoio dos EUA prejudique seu programa de HIV, mas está a ter dificuldades para preencher a lacuna. Especialistas, citados pela African News, alertam que os próximos anos poderão ver centenas de milhares de novas infecções.
Segundo a African News, a África do Sul tem mais pessoas a viverem com HIV do que qualquer outro país do mundo. Quando o presidente dos EUA, Donald Trump, cortou o orçamento de ajuda externa dos EUA, o impacto foi imediato, com clínicas gratuitas a fecharem as portas, deixando os pacientes sem medicamentos.
Alguns pacientes, entrevistados pela imprensa sul-africana, dizem ter sido rejeitados em hospitais públicos, embora as autoridades insistam que isso não deveria acontecer. Outros dizem que foram forçados a comprar medicamentos para HIV no mercado negro, onde os comprimidos custam quase o dobro do preço.
Seis irmãos foram detidos, acusados de assassinar a sua irmã por alegado envolvimento em actos de feitiçaria, na cidade da Beira, em Sofala. Populares amotinaram-se em frente à esquadra, para exigir uma justiça célere e contundente contra os seis irmãos. Entre os detidos está uma curandeira
Os seis irmãos, ora detidos na quarta esquadra no bairro da Munhava, na cidade da Beira, terão torturado a própria irmã, depois de a amarrar, para que ela confessasse o seu envolvimento em supostos actos de feitiçaria contra os familiares.
A vítima era a mais velha de todos, e em vida respondia pelo nome de Helena Chutale, tinha 43 anos.
A filha assistiu o acto cruel dos tios contra a mãe, e conta o drama que viveu perante os familiares, com ajuda de um curandeiro. O crime ocorreu na manhã do sábado passado.
Quando a tortura ocorria, o marido da vitima estava ausente e a filha conta que tentou sair de casa para pedir socorro mais foi impedido pelos tios.
A tortura só parou quando a vítima parou de gritar e o seu corpo ficou inerte. Afinal ela tinha desmaiado.
A criança, com ajuda de alguns vizinhos, mobilizou transporte para levar a mãe para o hospital, mas passou antes por esta esquadra.
Os actores do crime deviam ser ouvidos pela polícia na manhã deste domingo, mas não se apresentaram na esquadra. Nesta segunda-feira, a Polícia recorreu aos seus meios coercivos para dar seguimento à queixa e todos os indiciados foram detidos.
Quando os vizinhos da vítima se aperceberam da detenção, amotinaram-se na esquadra onde exigiam a libertação dos supostos criminosos para fazerem justiça pelas próprias mãos. Valeu a pronta intervenção da Polícia com actos e palavras persuasivas, para que os populares abandonassem a esquadra.
A Polícia garantiu pronunciar-se sobre o caso oportunamente.
Mais 16 pessoas foram diagnosticadas com Mpox na província do Niassa. O total de infecções no país é de 65 pacientes. A informação tornada pública no domingo consta do boletim epidemiológico da Direcção Nacional de Saúde.
Os 16 novos casos do Mpox em Niassa, foram registados em seis distritos, nomeadamente: Lichinga, com seis casos; Lago, com quatro casos; Marrupa, com dois casos igual número em Majune. Os distritos Maúa e Cuamba registaram um caso cada.
Os primeiros casos de Mpox em Moçambique foram registados em Julho passado. Neste momento, o país tem um cumulativo de 65 pessoas infectadas, das quais 60 no Niassa, e as restantes cinco distribuem-se pelas províncias de Maputo e Manica.
A doença é altamente contagiosa, o que exige maior cuidado e redobramento das medidas de prevenção avançadas pelas autoridades da Saúde.
A operação militar conduzida pela Força Aérea da Nigéria resultou no resgate de 76 pessoas, no último sábado, vítimas de sequestro por grupos armados no estado de Katsina, no noroeste do país.
O resgate foi realizado após um ataque aéreo direcionado a uma área montanhosa em Pauwa Hill, na região de Kankara, onde operava um conhecido líder de gangue responsável por recentes ataques violentos na região noroeste da Nigéria.
O grupo é suspeito de ter liderado a ofensiva contra uma mesquita e comunidades vizinhas na semana passada, acção que deixou cerca de 50 mortos.
O governo local confirmou a operação de resgate, em comunicado divulgado nesta segunda-feira, apontando que durante a ofensiva, 76 reféns foram libertados, mas uma criança perdeu a vida.
Os sequestros em massa com fins de extorsão tornaram-se frequentes no noroeste e centro da Nigéria, onde grupos criminosos armados invadem aldeias remotas para roubo e captura de civis, exigindo posteriormente resgates em dinheiro.
Embora essas milícias actuem sem motivações ideológicas claras, autoridades e analistas têm alertado para uma crescente cooperação estratégica entre esses grupos e facções jihadistas, que actuam no nordeste do país.
Papa Leão XIV apelou, ontem, a uma oração pela paz, ao expressar a sua proximidade à Ucrânia e ao povo de Cabo Delgado, em Moçambique, territórios que “sofrem com guerra” e violência.
“Na passada sexta-feira, 22 de Agosto, acompanhámos com a nossa oração e jejum os nossos irmãos e irmãs que sofrem com a guerra”, recordou o chefe da Igreja Católica, após a oração do Angelus de domingo no Vaticano, citado pela agência Europa Press.
O Papa lembrou ainda o povo de Cabo Delgado, “vítima de uma situação de insegurança e violência que continua a provocar mortes horríveis”, disse.
“Apelo-vos para que não se esqueçam destes nossos irmãos e irmãs, convido-vos a rezar por eles e expresso a esperança de que os esforços dos líderes do país consigam restaurar a segurança e a paz naquele território”, enfatizou.
Leão XIV disse que se unia aos “irmãos e irmãs ucranianos que, com uma iniciativa espiritual e uma oração mundial pela Ucrânia, pedem ao Senhor que conceda a paz ao seu país martirizado”.
A Ucrânia celebrou ontem o Dia da Independência, em memória da histórica sessão extraordinária do Parlamento Ucraniano de 24 de Agosto de 1991, que levou à declaração imediata de independência da União Soviética, então cercada por uma tentativa de golpe que falhou.
O país celebra a sua independência numa altura de difíceis negociações de paz mediadas pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, que se encontrou na semana passada com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, numa cimeira no estado norte-americano do Alasca, sem qualquer progresso concreto.
Arranca, esta segunda-feira, a 60.ª edição da FACIM. Em Ricatla, Marracuene, o pavilhão do Vale do Zambeze surge como uma montra de oportunidades para visitantes, compradores e investidores.
Com cerca de cinquenta expositores provenientes da região centro do país, o espaço foi pensado para facilitar a circulação do público e promover contactos comerciais, apresentando projetos com potencial de investimento.
A iniciativa reúne produtores, empreendedores e prestadores de serviços que representam sectores tão diversos como o agro-processamento, o turismo, a construção e a moda, demonstrando a complementaridade entre actividades produtivas e a capacidade da região centro do país de agregar valor.
Segundo José Cardoso, representante do Vale do Zambeze, a participação na FACIM tem um caráter estratégico: não se trata apenas de expor produtos, mas de criar condições para que o mercado nacional e internacional conheça e feche negócios com empresas da região. “Para esta edição, trouxemos cerca de cinquenta expositores da região centro do país, em áreas que vão do agro-processamento ao turismo, construção e moda”, diz Cardoso, reafirmando que a diversidade do pavilhão é um reflexo da aposta em cadeias de valor integradas.
O pavilhão foi organizado em duas secções principais. A primeira concentra a exposição de produtos e serviços, com bancas que exibem alimentos transformados, conservas, frutas secas, óleos essenciais, peças de vestuário e artesanato. A segunda secção foi desenhada para facilitar a interlocução empresarial e a interlocução com investidores: conta com balcões de atendimento para agendamento de reuniões, pontos de informação sobre oportunidades de financiamento e uma sala de seminários com capacidade para sessenta participantes. Essa sala acolherá apresentações técnicas, pitchs de empresas e debates sobre temas com impacto direto no desenvolvimento regional, com destaque para energia e turismo como vetores de crescimento económico.
Para além da montra comercial, a agência leva à FACIM linhas de financiamento e mecanismos de incubação dirigidos a micro, pequenas e médias empresas. Estes instrumentos incluem programas de mentoria, formação aplicada, acesso a redes de compradores e facilitação de contactos com instituições financeiras. “Temos linhas de financiamento para apresentar e estamos com empresas na área de incubação. Esperamos mobilizar recursos e criar pontes entre empreendedores e investidores”, afirma Cardoso. O objectivo é permitir que negócios em fase inicial consigam superar barreiras de capital e de conhecimento e que empresas já estabelecidas escalem operações para novos mercados.
A agência também assumiu um compromisso de acompanhamento após a feira. O trabalho pós-evento consiste em transformar contactos em projectos implementáveis, apoiar na elaboração de dossiês de investimento, identificar instrumentos financeiros adequados e articular iniciativas com governos locais para integrar projetos no planeamento municipal e distrital. Esse seguimento é considerado essencial para que as interações durante os dias da FACIM se convertam em resultados concretos para as comunidades locais.
Os desafios que persistem não foram ignorados na preparação do pavilhão. Entre os principais entraves apontados está a necessidade de capacitação técnica e de certificação de produtos. Muitas empresas ainda operam de forma informal ou em fases iniciais de organização administrativa e produtiva. O reforço de competências, a adoção de normas de qualidade, a melhoria de processos produtivos e cuidados com rotulagem e marketing são condições necessárias para que produtores locais ganhem competitividade nacional e internacional. Para enfrentar essas lacunas, a agência utilizará os seminários e as mentorias para promover formação aplicada, diagnósticos rápidos e recomendações que possam ser implementadas a curto prazo.
Do ponto de vista do visitante, o pavilhão do Vale do Zambeze oferece experiências variadas. O público em geral poderá participar em degustações de produtos regionais, assistir a demonstrações de processamento e conhecer propostas de turismo cultural e natural. O visitante empresarial encontrará interlocutores preparados para discutir integração em cadeias de valor, soluções logísticas, projetos de energia renovável e possibilidades de parceria na construção e no turismo. A organização procurou ainda criar percursos que permitem visitas rápidas e produtivas, para quem dispõe de pouco tempo, bem como espaços para encontros mais longos e reuniões programadas para quem veio em busca de negócios concretos.
A presença do Vale do Zambeze na FACIM 2025 ocorre num momento em que a zona centro do país procura afirmar-se como corredor logístico e como polo de energia e turismo. Recursos naturais, localização estratégica e um tecido empreendedor em crescimento tornam a região atraente para investimentos que possam gerar emprego e fortalecer cadeias de valor. Para que esse potencial se traduza em desenvolvimento sustentável, é necessária cooperação efetiva entre sector público, iniciativa privada e parceiros internacionais, além de investimento continuado em formação e infra-estrutura.
No apelo final, José Cardoso convida o público e os empresários a visitar o pavilhão: “Visitem o Vale do Zambeze, venham provar os produtos, assistir aos seminários e dialogar com potenciais parceiros. A FACIM é a plataforma para transformar curiosidade em contratos e ideias em projetos viáveis.”
O Sunderland, conjunto onde evolui o moçambicano Reinildo Mandava, perdeu, sábado, com o Burnley por 2-0, em duelo da segunda jornada da Liga Inglesa.
Golos de Josh Cullen e Jaidon Anthony, no segundo tempo, valeram aos “Clarets” seus primeiros pontos na Premier League. Cullen marcou o golo apenas 98 segundos após o reinício, e Anthony aumentou a vantagem numa jogada de contra-ataque nos últimos cinco minutos do encontro.
Os dados indicam que o Burnley terminou 24 pontos à frente do Sunderland, na “Championship”, na temporada passada, mas a diferença entre as duas equipas parece estar bem mais próxima, desta vez. O técnico do Burnley, Scott Parker, comemorou sua primeira vitória na Premier League em quase três anos. O Sunderland voltou à realidade após um retorno memorável à Premier League, no último fim de semana, quando derrotou o West Ham, por 3-0, e pode ter visto este triunfo como um factor galvanizador, após desperdiçar algumas oportunidades desperdiçadas no início da partida.
O Sunderland até teve a oportunidade de marcar aos quatro minutos, com um cabeceamento de Dan Ballard, num lance de bola parada, no qual Reinildo Mandava não conseguiu finalizar no segundo poste, rematando directo para Martin Dúbravka, que agradeceu.
Os visitantes tiveram outra boa oportunidade quando, numa jogada rápida, Chemsdine Talbi foi lançado por Simon Adingra, mas este rematou para fora.
E viria a ser o Burnley a colocar a bola no fundo das redes, aos 19 minutos, quando Lyle Foster marcou um golo na cobrança de uma de falta, mas a comemoração durou pouco, depois que o árbitro Michael Salisbury considerou que o avançado cometeu falta sobre Jenson Seelt.
A acção na área reduziu, significativamente, no prosseguimento do primeiro tempo, mas o Burnley abriu o marcador quando estavam jogados apenas 98 segundos após o reinício da partida.
O toque inteligente de Anthony abriu o placar para Cullen, que chutou de 16 jardas no canto inferior.
O remate de Cullen iluminou o Turf Moor, mas logo depois houve outro “show de luzes” que interrompeu o jogo, com os holofotes piscando em padrões aleatórios, causando um atraso de quatro minutos.
O Departamento de Estado dos EUA reavaliará o estatuto do Quénia como país aliado da NATO, devido a preocupações com os crescentes laços do país com a China, Irão e Rússia a ser concluída dentro de 180 dias.
De acordo com o Jornal de Angola, Washington examinará os laços militares e económicos do Quénia com a China, incluindo a sua participação na Iniciativa do Cinturão e Rota do presidente Xi Jinping, de acordo com a directriz apresentada pelo senador Jim Risch (R-Idaho) em 01 de Agosto.
“No mês passado, o presidente Ruto declarou que o Quénia, um importante aliado, não pertencente à NATO, e a China são ‘co-arquitectos de uma nova ordem mundial’. Isso não é apenas alinhamento com a China; é lealdade”, disse Risch durante um discurso no Comité de Relações Exteriores do Senado em Maio, “Confiar em líderes que abraçam Pequim tão abertamente é um erro. É hora de reavaliar o nosso relacionamento com o Quénia e outros que forjam laços estreitos com a China”, escreve o Jornal de Angola.
O relacionamento de Nairobi com o Irão e a Rússia, bem como com os grupos extremistas violentos Al-Shabaab e as Forças de Apoio Rápido do Sudão, também serão revistos. Além disso, o Senado mandatou o Departamento de Estado para investigar se o Governo do presidente William Ruto usou inteligência de segurança dos EUA para sequestrar e torturar civis.
O ex-presidente dos EUA, Joe Biden, deu ao Quénia o estatuto em Junho de 2024 como o primeiro país da África Subsaariana na sua relação com os EUA, o que lhe valeu a criação de uma parceria estratégica com as forças armadas norte-americanas e vem com vários privilégios militares e financeiros. Se os EUA retirarem o estatuto do Quénia, os seus militares poderão perder o acesso a equipamentos avançados de defesa e a participação em operações conjuntas, incluindo a missão de segurança no Haiti, avança o Jornal de Angola.
O líder supremo iraniano, Ali Khamenei, afirmou, hoje, que os Estados Unidos querem um Irão “obediente” que aceite as suas exigências, garantindo que o país se vai opôr e descartando que a negociação directa com Washington resolva as tensões, escreve o Notícias ao Minuto.
Ali Khamenei destacou que o país “com a sua história, dignidade e grandeza, nunca será subjugado”, e advertiu que a nação enfrentará “com toda a sua força” aqueles que pretendem impor essa condição.
Khamenei, segundo o Notícias ao Minuto, rejeitou os apelos dentro do país para iniciar negociações directas com Washington a fim de chegar a um acordo sobre o programa nuclear iraniano e aliviar as tensões.
“Aqueles que nos dizem por que não negociamos directamente com os EUA e não resolvemos os problemas só veem as aparências. À luz do verdadeiro objectivo da hostilidade dos Estados Unidos em relação ao Irão, essas questões são insolúveis”, afirmou.
O líder supremo iraniano disse ainda que Israel e os EUA compreenderam, após “a resistência e a poderosa união do povo, dos responsáveis e das forças armadas” na guerra dos 12 dias em Junho, que não é possível “subjugar a nação iraniana com a guerra nem obrigá-la a obedecer”.
Por isso, indicou que agora procuram alcançar o seu objectivo através da “criação de divisões dentro do país”, pelo que insistiu na necessidade de manter a coesão interna.
As declarações surgem depois de a Frente de Reformas – uma coligação de partidos reformistas – e várias figuras próximas terem apelado nos últimos dias a mudanças estruturais no país, especialmente na política externa, e a aceitar a exigência do Ocidente de suspender o enriquecimento de urânio em troca do levantamento das sanções que asfixiam a economia, adianta o Notícias ao Minuto.