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Secretário-geral da FRELIMO considera que a corrupção está a comprometer o desenvolvimento do país e defende acções concretas para melhorar as condições de vida dos moçambicanos.

O secretário-geral da FRELIMO, Chakil Aboobacar, defende que a governação deve estar centrada no povo e não o contrário. O dirigente considera que a corrupção está a comprometer o desenvolvimento do país e aponta o combate ao fenómeno como uma das prioridades para melhorar as condições de vida dos moçambicanos.

“Não se pode governar sem se resolver os problemas, não se pode governar com palavras mas sim com acções e atitudes que impactem na vida de povo. Quando nós dissemos que não queremos dirigentes arrogantes, estamos a dizer que queremos dirigentes mais próximo da população. “ disse o secretário-geral da Frelimo afirmando que “alguns de nós antes de termos estes cargos que hoje ostentamos, éramos pessoas simples, humildes, parávamos numa banca, mercado, barraca e tomar uma mas, bastou um dia chagar ao cargo, mudou” afirmou defendendo que as iniciativas do Governo devem produzir resultados concretos e impactar directamente a vida da população.

Aboobacar falava esta quinta-feira, em Quelimane, por ocasião da sua chegada à província da Zambézia, que acolhe o primeiro Acampamento Nacional da Organização da Juventude Moçambicana (OJM). O secretário-geral manteve um encontro com membros e simpatizantes do partido, durante o qual destacou a necessidade de reforçar a união entre os quadros da formação política e intensificar a monitoria da governação.

Na ocasião, o dirigente reconheceu a legitimidade das exigências da população, sublinhando que existe consciência de que a vida dos moçambicanos deve melhorar. O secretário-geral da FRELIMO apontou igualmente a corrupção como um dos factores que comprometem o desenvolvimento nacional, defendendo uma luta firme contra o fenómeno no seio do partido. “Quando o presidente diz que não queremos dirigentes corruptos, não é para nós repetirmos que não queremos dirigentes corruptos, é para nós todos nós unirmos, organizarmos, denunciarmos e punirmos exemplarmente, todos aqueles que usam bem público em benefício próprio” disse. 

Aboobacar afirmou ainda que a FRELIMO está a preparar um congresso de mudança, num contexto em que a formação política procura reforçar a sua ligação com os cidadãos e responder às preocupações da população.

A província da Zambézia é apontada como a que possui o maior número de membros da FRELIMO a nível nacional, com mais de um milhão e duzentos e cinquenta mil membros.

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O Ferroviário de Maputo partiu, na tarde desta terça-feira, para o Cairo, Egipto, onde, a partir de sexta-feira, vai lutar pela revalidação do título da Liga Africana de Basquetebol feminino. A delegação das “locomotivas” é composta por 22 elementos, dos quais 12 atletas, sendo nove moçambicanas e três estrangeiras, que vão procurar revalidar o título de campeão africano da modalidade.

As tricampeãs nacionais partiram para Cairo nesta terça-feira, com o objectivo claro nesta edição da WBAL, a Liga Africana de Basquetebol feminino, nomeadamente de procurar revalidar o canecão e conquistar o seu quarto título continental, depois de ter conquistado o terceiro em Dakar, no ano passado.

Na hora da partida, foi notória a alegria e a ambição das jogadoras em trazer, mais uma vez, a glória para o país, depois de ter conquistado, recentemente, o tricampeonato nacional da modalidade, o 11º no seu historial.

Esta deslocação a Cairo é o regresso da equipa feminina do Ferroviário de Maputo a um palco em que já foi feliz, em 2019, quando conquistou o segundo título, numa final épica diante das angolanas do Interclube.

Para esta edição, o Ferroviário reforçou-se com três atletas estrangeiras, nomeadamente a extremo-poste norte-americana Destiny Pitts, a base Makira Cook, também dos EUA, e a egípcia Hala Mostafa, numa delegação composta por 22 elementos, entre atletas, treinadores, fisioterapeuta, médico, técnicos de equipamentos e estatística e dirigentes.

A equipa técnica, liderada por Nasir Salé, integrando ainda Carlos Dezanove e Manuela Bucuane, leva para o Egipto 12 atletas, sendo nove moçambicanas e três estrangeiras.

Sílvia Veloso, a MVP do último campeonato nacional de basquetebol sénior feminino, lidera o grupo, juntamente com as colegas Bruna Argélio, Ingvild Mucauro, Rosa Cossa, Dulce Mabjaia, Anabela Cossa, Odélia Mafanela, Carla Covane e Stefânia Chiziane.

As estrangeiras chamadas pela equipa técnica são as norte-americanas Destiny Pitts, que regressa ao conjunto moçambicano depois de ter representado as “locomotivas” no ano passado, e Makira Cook, que vem pela primeira vez, para além da egípcia Hala Mostafa, jogadoram que chegam para acrescentar experiência, talento e poder ofensivo à campeã africana em título.

Com um grupo forte e motivado, o Ferroviário de Maputo promete lutar até ao fim e levar o nome de Moçambique ao mais alto nível do basquetebol africano feminino.

Além do Ferroviário de Maputo (Moçambique) participam da competição o Al Ahly Sporting Club (Egipto), APR Women BBC (Ruanda), ASB Makomeno (RD Congo), ASC Ville de Dakar (Senegal), C.N.S.S. (RD Congo), F.A.P Women (Camarões), KPA Women’s Basketball Team (Quénia), REG Women BBC (Ruanda) e Sporting Clube de Luanda (Angola).

A equipa “locomotiva” de Maputo fez uma escala em Adis Abeba, antes de desembarcar na capital egípcia na madrugada de quarta-feira, onde fará duas sessões de treinos antes do arranque da prova, na sexta-feira, uma edição que vai decorrer até 14 de Dezembro corrente.

A delegação do Ferroviário de Maputo é chefiada por Deolinda Mabote.

A presidente da Assembleia da República, Margarida Talapa, foi investida por ser a primeira vez que participa nas Sessões da Assembleia Plenária do Fórum Parlamentar da SADC, desde que assumiu funções, em Janeiro deste ano. Foram também investidos os representantes de Angola, Malawi, Maurícias, Namíbia e Seychelles.

A presidente da Assembleia da República, Margarida Adamugi Talapa, foi investida, nesta terça-feira, 02 de Novembro, como membro da Assembleia Plenária do Fórum Parlamentar da SADC. O acto decorreu durante a 58ª Sessão da Assembleia Plenária do Fórum Parlamentar da SADC, que decorre na cidade sul-africana de Durban, com o tema “O Impacto das Mudanças Climáticas na Mulher e na Juventude da SADC e o Papel do Parlamento na Mitigação e Adaptação”.

No mesmo acto, tomaram posse igualmente outros dezanove novos membros da Assembleia Plenária do Fórum Parlamentar da SADC, provenientes de Angola, Malawi, Maurícias, Namíbia e Seychelles, acto que consistiu no juramento de “Respeitar a Constituição, o Regimento e os Órgãos institucionais da Assembleia Plenária do Fórum Parlamentar da SADC”.

Este acto formal é observado todas as vezes que os Estados-membros apresentam novos titulares dos respectivos órgãos legislativos e novos membros dos grupos nacionais.

Para o caso de Moçambique, este acto acontece por ser a primeira vez que Margarida Talapa participa nas Sessões da Assembleia Plenária do Fórum Parlamentar da SADC, desde que assumiu funções, em Janeiro corrente. 

A investidura dos demais membros do órgão legislativo da SADC decorre da nova configuração dos parlamentos nacionais e substituição dos titulares do parlamentos nacionais, como sucedeu, recentemente em Angola, em que Adão de Almeida substitui Carolina Cerqueira.

A investidura dos membros do órgão da SADC de Moçambique, Angola, Malawi, Maurícias, Namíbia e Seychelles decorreu na 58ª Sessão da Assembleia Plenária do Fórum Parlamentar da SADC, que decorre na cidade sul-africana de Durban, com o tema “O Impacto das Mudanças Climáticas na Mulher e na Juventude da SADC e o Papel do Parlamento na mitigação e adaptação”.

A delegação moçambicana integra, para além da presidente da Assembleia da República, Margarida Talapa, os deputados e membros do Grupo Nacional da SADC, nomeadamente, Raimundo Diomba, presidente do Grupo Nacional, Ivandro Massingue, Marquita Jaime e Jerónima Agostinho.

Talapa reúne-se com homólogos de Angola e Malawi

A presidente da Assembleia da República, Margarida Adamugi Talapa, manteve encontros de cortesia com os homólogos de Angola, Adão de Almeida, e do Malawi,  Sameer Suleman, no âmbito do reforço da cooperação institucional e parlamentar.

É a primeira vez que a presidente do Parlamento moçambicano se encontra com os novos titulares dos Parlamentos de Angola e do Malawi. Adão de Almeida assumiu funções recentemente na Assembleia Nacional de Angola, substituindo, no cargo, Carolina Cerqueira. Sameer Suleman foi eleito presidente da Assembleia Nacional do Malawi, nas eleições gerais realizadas em Outubro corrente.

Com Adão de Almeida, Margarida Talapa passou em revista a cooperação existente entre os dois órgãos legislativos, sublinhando a necessidade da retoma dos acordos institucionais estabelecidos com a anterior direcção. Convidou o homólogo angolano a visitar o Parlamento moçambicano no decurso da III Sessão Ordinária, prevista para Fevereiro de 2026.

Na qualidade de Presidente em exercício da AP-CPLP, a presidente do Parlamento moçambicano agradeceu à Assembleia Nacional de Angola por acolher a sede da órgão e o apoio ao Secretariado Executivo, dirigido pelo moçambicano Atanásio Chacanane, lembrando ao homólogo que o seu país assumiu a responsabilidade de organizar, em 2026, a Reunião anual da AP-CPLP.

Em retribuição, o presidente da Assembleia Nacional de Angola, Adão de Almeida,  elogiou a iniciativa da homóloga moçambicana de promover o encontro, manifestando total disponibilidade em prosseguir com as “boas relações existentes com o Parlamento moçambicano”.

Com o presidente da Assembleia Nacional do Malawi, eleito nas eleições gerais realizadas em Outubro corrente, Margarida Talapa manifestou, igualmente, interesse em reforçar a cooperação com o Parlamento daquele país vizinho.

Em alusão à dependência em relação aos portos moçambicanos, Sameer Suleman disse que Malawi não existe sem Moçambique e, por isso, irá empenhar-se pessoalmente para corresponder ao afecto que tem pelo nosso país.

Lucas Chachine é um dos candidatos à presidência da Câmara do Comércio de Moçambique. A candidatura do também presidente do Conselho de Administração da Vodacom foi submetida nesta terça-feira, com a visão de trazer melhorias ao ambiente de negócios. 

O mandatário de Lucas Chachine foi o responsável pela formalização da sua candidatura, nesta terça-feira,  à presidência da Câmara do Comércio de Moçambique.   

Falando em sua representação, explicou que Chachine concorre com uma visão clara de apoiar os empresários, como forma de impulsionar o ambiente de negócios.

“Esta lista foca-se essencialmente na questão da advocacia para a melhoria do ambiente de negócios, por um lado, e, por outro, na questão do apoio ao membro empresário, pois entendemos que para que estes possam usufruir das diversas oportunidades que o país oferece devem estar preparados. Propomo-nos a instalar um gabinete de apoio ao membro que permita oferecer um conjunto de competências e aptidões para que possam melhor se posicionar”, explicou Vergenino Américo, mandatário de Chachine.

Esta é a segunda candidatura apresentada à comissão eleitoral. O mandatário do também presidente do Conselho de Administração da Vodacom garante que a lista é inclusiva.

“É uma lista diversificada, inclusiva, de homens e mulheres, jovens e mais velhos, empresários do Sul, Centro e Norte do país, micro, pequenas e médias empresas, e que abrange todos os estratos sociais deste país.”

A campanha eleitoral arranca a 7 de Dezembro, e as eleições para a escolha do novo presidente da Câmara do Comércio de Moçambique e dos órgãos sociais decorrem a 22 de Dezembro.

Indivíduos até aqui desconhecidos incendiaram, na madrugada desta terça-feira, o Tribunal Distrital de Chongoene, na província de Gaza.

De acordo com a juíza presidente do Tribunal Judicial da Província de Gaza, Amina Momade Issufo Aly, o incêndio, “de grandes proporções, destruiu tudo” no interior do tribunal.Momade promete pronunciar-se pronunciar com mais profundidade após a conclusão da investigação em curso, através Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC).

O INAM prevê a ocorrência de chuvas moderadas a fortes (30 a 50 milímetros em 24 horas), localmente muito fortes (mais de 50 milímetros em 24 horas), acompanhadas por vezes de trovoadas e ventos com rajadas em todos distritos nos distritos da cidade e província de Maputo,  Gaza, Inhambane, Sofala, Zambézia e Tete. 

Na província de Inhambane, o mau tempo vai afectar  os distritos de Zavala, Inharrime, Jangamo, Panda, Homoíne, Morrumbene, Massinga, Funhalouro, Vilankulo e Cidades Maxixe e Inhambane, a partir da tarde desta terça-feira.

O fenómeno poderá afectar também a zona centro do país, concretamente nas províncias de Sofala, Manica, Tete e Zambézia, desta feita a partir de amanhã, com chuvas fortes localmente muito fortes acompanhados de trovoadas e ventos com rajadas.

O INAM recomenda a tomada de medidas de precaução e segurança face às chuvas, trovoadas e vento forte.

Os directores das escolas secundárias Eduardo Mondlane e Noroeste 1 garantem que os mecanismos de segurança montados nas escolas não abrem espaço para o vazamento de exames, antes da sua realização. Os gestores afirmam que, em caso de fraude, é possível rastrear a escola visada, através do código contido em cada envelope.

Há cerca de uma semana, o Ministério da Educação decidiu cancelar os exames finais da 9ª classe, por detectar fraude que envolveu a violação dos envelopes contendo as provas.

Alberto Cossa, director da Escola Secundária Noroeste 1, explica que os exames são distribuídos às escolas minutos antes do arranque do processo, por funcionários da Direcção Distrital da Educação e agentes da PRM. Na escola, cabe ao director da instituição garantir a sua inviolabilidade. 

“Ao receber os exames, nós levamos os exames até a cabine do director, que é a sala com maior segurança, para que não haja violação. E o controlo é directamente com o director da escola, esperando a hora indicada para distribuirmos os enunciados nas salas. Então, para nós, garantimos a segurança. Além do director, está cá a segurança interna, que são os nossos guardas, está cá a PRM para poder auxiliar na segurança desses exames”, explicou com detalhes o director. 

É em envelopes plásticos, lacrados, em números exactos dos júris a examinar que os exames são recebidos, e o director da escola é quem garante que nenhum esteja aberto antes do tempo.

Por isso, o director da Escola Secundária Eduardo Mondlane garante que o vazamento não parte da escola.

“Os exames são recebidos pelo director da escola, acompanhados pelo director-adjunto, encaminhados para o Gabinete do Director, um sítio seguro, com a presença da polícia. E 30, 40 minutos depois, o exame vai à sala de aulas. Não há espaço para o vazamento do exame. Não há espaço, assegurou Martinho Namburete.

Ademais, fala de codificação de envelopes, facto que pode facilitar o esclarecimento, em caso de vazamento. 

“Os envelopes levam código. À medida que são distribuídos, é sabido que o exame que foi à escola X leva o código X. Então, em caso de vazamento, não é muito difícil perseguir o rasto a partir do código que os envelopes levam.”

Uma vez que o código apenas está indicado no envelope, questionámos o gestor sobre a identificação dos enunciados, ao que respondeu: “Não tenho muito detalhe, mas acredito que, se sumir um exame, sabe-se que saiu do envelope B, por exemplo. E este envelope B está na instituição X”. 

Os alunos entrevistados pela nossa equipa foram unânimes em afirmar que “este acto é errado, uma vez que a nota alcançada, após a fraude, não é real, não prova a capacidade do aluno, e isso é falso”.

Quase uma semana depois, o Ministério da Educação e Cultura ainda não veio a público explicar os contornos do vazamento daqueles exames, no distrito de Milange, província da Zambézia.

O número de mortos pelas cheias que atingiram a ilha de Sumatra, no oeste da Indonésia, voltou a aumentar esta segunda-feira, atingindo 502, com mais de 500 pessoas desaparecidas, anunciou a agência de gestão de catástrofes.

Este último balanço eleva o número total de mortes nas recentes cheias que afectaram a Indonésia, a Tailândia, a Malásia e o Sri Lanka para mais de mil.

O piloto internacional moçambicano, Cristian Bouchė, representa o país e o Automóvel Touring Clube de Moçambique (ATCM ) no Mundial de Karting Rotax no Bahrain, o International Karting Circuit, no Médio Oriente, concretamente na Ásia.

O talentoso piloto já se encontra na Ásia e está com a moral em alta para fazer uma boa prestação para o país no Rotax Max Challenge Grand Finals.

A escolha de Cristian Bouchė para representar Moçambique no Mundial da Rotax RMC é o culminar da grande prestação que vem alcançado com sucesso nos últimos anos em todas as competições onde está inserido.

Na presente época desportiva, com competições de SuperPicanto internas e regionais de Karting, o experiente piloto teve um bom desempenho, conquistou o 3º lugar no Campeonato Sul-Africano Rotax DD2 e 3º lugar no África Open (Zwartkops).

A presente edição do Mundial de Karting Rotax RMC conta com a participação de mais de 60 nações, divididas em cinco categorias, nomeadamente Micro Max, Mini Max, Júnior Max, Sénior Max, DD2 Masters, e nas classes eléctricas, E20 Senior Masters.

A participação regular dos pilotos nacionais nas competições regionais do campeonato de Karting Rotax RCM na África do Sul tem estado a elevar a imagem de Moçambique e está a contribuir positivamente para o alcance dos bons resultados.

O trabalho que está a ser desenvolvido com sucesso pela Direcção do ATCM e pelos departamentos na componente desportiva fez com que o país aumentasse, nos últimos anos, a participação de pilotos nacionais nas competições internacionais, europeias de automobilismo, o que constitui um grande ganho e projecção a nível mundial.

O Presidente da República, Daniel Chapo, enalteceu, na tarde deste domingo, na Vila de Songo, província de Tete, a União Desportiva do Songo pela conquista do título de campeã nacional do Moçambola 2025, feito alcançado com cinco jornadas de antecedência.

A intervenção do Chefe do Estado teve lugar à margem das celebrações dos 18 anos da reversão da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) para Moçambique, evento que reuniu dirigentes, trabalhadores, membros da comunidade local e diversas entidades nacionais.

No seu pronunciamento, o Presidente Chapo sublinhou que a vitória da UDS “transcende o futebol e simboliza a capacidade de superação, organização e espírito de unidade que caracteriza o povo moçambicano”.

“Gostaríamos de aproveitar esta ocasião para endereçarmos as nossas felicitações à União Desportiva do Songo (UDS) pela conquista inequívoca do Moçambola 2025, o nosso campeonato nacional de futebol”, referiu o governante.

O Presidente Chapo prosseguiu nas felicitações ao clube: “A UDS sagrou-se campeã nacional a cinco jornadas do fim do Moçambola, neste momento com 56 pontos, tendo fixado um recorde digno de realce: 17 vitórias consecutivas, o que é obra. Parabéns, hidroeléctricos, parabéns rapazes da UDS! Estendemos o nosso aceno simpático à equipa técnica, aos gestores do clube e à HCB, entidade patrocinadora do clube. Não queremos ser injustos, deixando a claque da UDS de lado. Parabéns, Songo!!!”

O Chefe do Estado realçou ainda que o sucesso alcançado pela UDS demonstra o impacto positivo das parcerias estratégicas entre o sector empresarial e o desporto nacional, destacando a HCB como um exemplo de responsabilidade social corporativa que estimula o desenvolvimento humano e social da Vila do Songo e de toda a província de Tete.

Durante a cerimónia, o Presidente Chapo foi presenteado com uma camisola oficial da UDS, autografada por todos os jogadores da equipa principal, gesto interpretado como sinal de gratidão e reconhecimento pelo apoio que o Chefe do Estado tem manifestado ao sector desportivo e pela “atenção especial” que atribui às iniciativas que promovem a juventude, a inclusão e a coesão social.

O estadista aproveitou a ocasião para elogiar o papel da equipa técnica, dos dirigentes do clube e dos adeptos da UDS, afirmando que “o futebol é uma paixão nacional, capaz de unir comunidades, mobilizar energias positivas e projectar Moçambique, para além das suas fronteiras”.

Sublinhou, igualmente, que o “ambiente vibrante” da Vila do Songo, motivado pela conquista, demonstra a força da identidade local e o orgulho de uma população que se revê na sua equipa.

O Presidente da República afirmou que o Governo continuará a trabalhar para fortalecer as bases do desporto nacional, apoiando políticas que melhorem as infra-estruturas, reforcem a formação de atletas e promovam competições mais inclusivas e dinâmicas.

Acrescentou que “uma nação que investe no desporto investe na juventude, na saúde e no futuro”.

Com este título, a União Desportiva do Songo reafirma-se como uma das principais potências do futebol moçambicano, “consolidando anos de crescimento sustentado e elevando novamente o nome da Vila do Songo e da província de Tete aos mais altos patamares do desporto nacional”.

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