Cabo Verde vai ser a Capital Africana da Cultura em 2028, no âmbito de um projecto com o mesmo nome promovido por uma associação que junta 44 entidades do continente, anunciou o Governo cabo-verdiano.
“Cabo Verde será o País anfitrião da Capital Africana da Cultura em 2028”, anunciou o primeiro-ministro, Ulisses Correia e Silva, na Internet, referindo que o protocolo foi assinado na quarta-feira, em Marrocos, e que o País “será palco de um amplo programa de iniciativas”.
O cartaz, a divulgar, pretende promover “o intercâmbio artístico, valorizar o património e impulsionar o desenvolvimento urbano sustentável, consolidando a cultura como motor de crescimento e afirmação global”, acrescentou.
De acordo com a informação institucional da organização promotora, o programa “Capitais Africanas da Cultura”, dinamizado pela organização Cidades e Governos Locais Unidos de África (UCLG Africa), foi criado em 2018.
A iniciativa nasceu durante a cimeira Africities, em Marraquexe, Marrocos, com o objectivo de afirmar a cultura como “o quarto pilar do desenvolvimento sustentável, a par das dimensões económica, social e ambiental”.
A cidade ou país designado como Capital Africana da Cultura acolhe, durante dois anos consecutivos, “celebrações da excelência artística, cultural e criativa do continente, funcionando igualmente como espaço de reflexão sobre políticas públicas para a cultura, artes e indústrias criativas”.
Já são conhecidos os quatro nomes que concorrem a sucessão de Carlos Martins. São eles: Thera Rosalina, Joaquim Dai, Staylier Marroquim, Pedro Gomes Macaringue e Samuel dos Santos Hlavanguane.
As eleições, que vão também eleger a Mesa da Assembleia Geral, o Conselho Nacional, o Conselho Jurisdicional e Conselhos Provinciais, estão marcadas para 25 de Abril do corrente ano.
A promoção do empreendedorismo juvenil tem-se afirmado como uma das estratégias fundamentais para combater o desemprego em Moçambique. Neste contexto, a Fundação para o Desenvolvimento da Competitividade Empresarial (FUNDEC) lançou uma iniciativa de apoio a projectos liderados por jovens, com financiamento que pode atingir um milhão de meticais.
O principal objectivo do projecto é estimular iniciativas com potencial de impacto económico e social. Segundo Agostinho Vuma, presidente da FUNDEC, a proposta visa “identificar e alavancar iniciativas juvenis com a capacidade de gerar emprego para outros jovens”, contribuindo directamente para a redução do desemprego no País.
Trata-se, portanto, de uma abordagem que não apenas apoia empreendedores individuais, mas também incentiva a criação de oportunidades para terceiros.
Para além do financiamento a projectos juvenis, a FUNDEC estende o seu apoio ao sector da comunicação social, através da atribuição de prémios a jornalistas de investigação.
Esta componente, segundo disse Vuma, reforça a importância da transparência e do jornalismo de qualidade no desenvolvimento socioeconómico, reconhecendo o papel da imprensa na promoção da boa governação.
A iniciativa foi bem acolhida pelo Governo, que manifestou abertura para colaborar na sua implementação.
O ministro da Juventude e Desporto, Caifadine Manasse, destacou que “esta acção que a FUNDEC traz é mais uma acção muito importante que deve ser acarinhada”, sublinhando ainda a necessidade de mobilizar mais empresários para apoiar este tipo de programas.
Segundo o governante, Moçambique possui um grande potencial empreendedor, afirmando que “temos muitos jovens empreendedores em todos os cantos deste País”.
Entretanto, o contexto económico em que a iniciativa surge apresenta desafios significativos. A saída de grandes empresas do mercado nacional, como a Mozal, levanta preocupações quanto ao impacto no emprego e no crescimento económico.
Conforme foi referido por Agostinho Vuma, “há preocupação em relação ao nível de emprego que vai se colocar no mercado”, evidenciando os riscos associados à redução da actividade industrial.
Além disso, a importância dessas grandes empresas para a economia nacional é considerável. Dados indicam que a saída da Mozal representa cerca de 3,3% do Produto Interno Bruto (PIB), o que reforça a necessidade de estratégias alternativas para dinamizar a economia.
Nesse sentido, iniciativas como a da FUNDEC tornam-se ainda mais relevantes, ao promoverem o empreendedorismo como mecanismo de mitigação dos efeitos do desemprego.
O apoio às iniciativas juvenis surge como uma resposta estratégica aos desafios económicos enfrentados por Moçambique. Ao incentivar o empreendedorismo e a inovação, a FUNDEC contribui para a criação de emprego e para o fortalecimento do tecido empresarial, ao mesmo tempo que reforça o papel da juventude como agente central no desenvolvimento do País.
As recentes cheias no município de Xai-Xai, na província de Gaza, têm provocado perdas humanas, destruição de bens e um agravamento significativo das condições de vida das populações afectadas. A situação revela, não apenas a vulnerabilidade das comunidades às intempéries, mas também os desafios enfrentados na gestão de desastres naturais.
Um dos episódios mais trágicos foi a morte de um jovem de 24 anos, arrastado pela corrente enquanto tentava pescar numa vala no bairro de Nguluzane. Segundo relatos, o jovem encontrava-se numa embarcação improvisada quando ocorreu o incidente, evidenciando o risco a que muitos se expõem em busca de meios de subsistência. Segundo referiu uma testemunha, “um jovem perdeu a vida” ao tentar aproveitar os recursos disponíveis, mesmo em condições perigosas.
Apesar dos alertas das autoridades, muitos residentes continuam a desafiar as águas, motivados pela necessidade económica. A própria população reconhece o risco, mas justifica a prática afirmando que depende da pesca para sobreviver: “a gente está esperando aquele peixe, porque se não tivermos, a gente não vai apanhar caril cá”, disse um residente.
Essa realidade demonstra o dilema entre segurança e sobrevivência enfrentado pelas comunidades locais.
As cheias também afectaram gravemente a mobilidade e a infra-estrutura. A interrupção de vias rodoviárias deixou centenas de pessoas retidas por várias horas, gerando pânico e transtornos.
Segundo relatou Maria Sambol: “estou aqui desde há umas quatro horas”, ilustrando as dificuldades enfrentadas pelos utentes da via. Muitos foram obrigados a percorrer longas distâncias a pé, carregando bens, como forma de contornar o bloqueio.
O impacto social das inundações é igualmente alarmante. Estima-se que cerca de “5 mil famílias perderam tudo num piscar de olhos”, ficando sem abrigo, bens e meios de subsistência, tal como disse Ossemane Adamo, edil de Xai-Xai.
Em vários bairros, a situação continua a agravar-se, com o nível da água a subir e a incerteza a dominar o quotidiano das populações. Como relatam alguns residentes, “não sabemos o que vai acontecer amanhã”, evidenciando o clima de insegurança e desespero.
As autoridades locais indicam que pelo menos nove bairros estão alagados, com milhares de pessoas já deslocadas para centros de acolhimento. Contudo, os desafios logísticos são enormes. Há riscos iminentes de interrupção de serviços essenciais, como energia e abastecimento de água, e limitações nos meios de socorro. Conforme alertou Jeremias Mazoio, administrador da ANE em Gaza, “não temos helicópteros na província para poder fazer socorro via aérea”, o que dificulta operações de emergência.
Outro factor preocupante é a degradação das infra-estruturas de protecção, como diques e barreiras. Regista-se a existência de vários pontos de ruptura, com destaque para “um total de oito rombos no dique”, o que contribui para a progressão descontrolada das águas. Esforços estão a ser feitos com recurso a sacos de areia para conter a situação, mas os resultados ainda são limitados.
Além disso, o isolamento de comunidades agrava a crise humanitária. Mais de 14 mil pessoas enfrentam dificuldades de acesso à cidade, essencial para o abastecimento de bens básicos e serviços. Muitas dessas famílias dependem da agricultura e do comércio local, actividades severamente afectadas pelas cheias.
A situação em Xai-Xai evidencia uma crise multifacetada, que combina tragédia humana, vulnerabilidade social e limitações estruturais. A resposta a este cenário exige não apenas medidas de emergência, mas também estratégias de longo prazo para mitigar os efeitos de eventos climáticos extremos e reforçar a resiliência das comunidades.
Moçambique precisa de investir em infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias eficientes para reduzir o tráfego e o tempo de espera nos corredores logísticos, segundo o sector privado. Os patrões falavam no seminário sobre o Desenvolvimento do Corredor Logístico do Norte, com participação do Japão.
Novas ideias de investimentos e negócios podem sair dessa sala, onde estão reunidos empresários moçambicanos e japoneses a discutir o desenvolvimento do Corredor Logístico do Norte.
O porto de Nacala tem uma capacidade de manuseamento de carga equivalente a 252 mil contentores, que, segundo o sector privado, é de extrema importância para a viabilização dos negócios.
Para o feito, a melhoria das vias e expansão da capacidade de manuseamento de carga é urgente, daí que a cooperação com o Japão é vista como impulsionadora do crescimento económico.
Já o embaixador do Japão reconheceu o valor estratégico do porto de Nacala, sobretudo para o desenvolvimento da região Norte.
Em representação do Governo, a secretária de Estado da Indústria e Comércio apontou reformas legais feitas pelo Estado para melhorar o ambiente de negócios e atrair mais investimento estrangeiro.
Moçambique empenha-se em consolidar o Porto de Nacala e o respectivo corredor logístico como uma plataforma de integração económica regional e materialização da Zona de Comércio Livre Continental Africana.
A primeira-ministra desafia os investigadores a desenvolverem pesquisas científicas viradas ao desenvolvimento económico, social e cultural do país. As declarações foram feitas hoje, em Maputo, por Benvinda Levi, durante a abertura da conferência de Jovens Investigadores da CPLP.
Maputo acolhe, de 25 a 27 de Março, a quarta Conferência de Jovens Investigadores da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa, um evento com o objectivo de promover o uso da ciência na governação.
Cristina Molares, presidente da Associação de Jovens Investigadores da CPLP, fala do evento como uma oportunidade para pôr a ciência a serviço do desenvolvimento.
“A ciência e a política muitas vezes encontram-se em tensão e conflito. No entanto, sem ciência não há desenvolvimento sustentável. É essencial compreender que todos partilhamos um objetivo comum. Ultrapassar as dificuldades crónicas e contribuir para uma África muito marcada de desgraças. Até agora usamos as políticas sem a ciência. Não está a dar certo. Devemos passar a pôr a ciência a nosso favor, mas desta vez, não a ciência importada”, defendeu.
A primeira-ministra, que esteve em representação do Presidente da República, desafiou os jovens investigadores a usarem a ciência para o desenvolvimento do país.
“Que as vossas pesquisas e investigações não se limitem apenas a relatórios académicos e teóricos, pois devem propor soluções práticas e concretas que contribuam para a melhoria da vida social e económica das comunidades, concorrendo, desta forma, para o desenvolvimento sustentável e inclusivo dos nossos países”, disse Benvinda Levi.
No domínio da inovação tecnológica, Levi deixou apelos aos pesquisadores.
“Hoje a inteligência artificial aparentemente resolve todos os problemas, mas é preciso também ver os desafios que ela nos coloca, os riscos que ela traz. Facilita-se a vida, mas não resolve tudo.”
O presidente do Conselho Municipal de Maputo, Rasaque Manhique, reafirmou, por seu turno, a aposta da edilidade na valorização do conhecimento como motor de desenvolvimento.
Rasaque Manhique falava na abertura da IV Conferência de Jovens Investigadores da CPLP-ÁFRICA, um evento que decorre até sexta-feira, sob o lema “Diversidade cultural, inovação digital e saberes ancestrais: construindo futuros sustentáveis em África”.
Nos três dias da conferência, haverá apresentação de 60 trabalhos de jovens da CPLP, virados para as pesquisas para o desenvolvimento.
A transformação do comércio informal, para o formal e a modernização da instituição Tributária configuram os desafios actuais da Autoridade Tributária, 20 anos depois da sua criação. A informação foi partilhada, hoje em Maputo, durante a cerimónia de celebração do dia do contribuinte, assinalado a 22 de Março corrente.
A 22 de Março corrente celebrou-se o dia do contribuinte, uma efeméride que coincide com a criação da Autoridade Tributária de Moçambique.
Nesta quarta-feira, a instituição reuniu contribuintes e antigos funcionários para reflectir em torno dos 20 anos de existência, avanços e desafios do sector.
O Presidente da Autoridade Tributária destacou o percurso da instituição que hoje dirige, com marcos notáveis na contribuição nas contas públicas.
Aníbal Mbalango disse ainda que “Apesar dos ganhos alcançados ao longo das duas décadas, estamos conscientes que ainda persistem desafios ligados ao alargamento da base tributária e da melhoria da eficiência e eficácia institucional, devido à persistência da informalidade fiscal, complexidade e sofisticação dos negócios em resultado da globalização da economia e necessidade da digitalização de processos e procedimentos tributários. A estes desafios exigem-se respostas claras e inequívocas, que vão desde o reforço permanente da capacidade técnica dos funcionários, a aceleração do processo de transformação digital, a atualização da estrutura orgânica de modo a torná-la mais ágil e funcional e também a atualização do estatuto do pessoal, com vista a garantir maior empenho e dedicação dos funcionários, bem como do reforço dos seus direitos e obrigações”, disse.
A primeira-ministra, que orientou a abertura das celebrações, diz que a transparência e integridade na gestão das receitas, é essencial para o alargamento da tão necessária base Tributária.
“O rácio da cobertura fiscal conheceu uma evolução progressiva, passando de 57,33% em 2006 para 78,26% em 2024, refletindo o alargamento da base tributária, o fortalecimento dos mecanismos de cobrança e o aprimoramento da administração fiscal. A tendência global aponta para uma maior capacidade do Estado em financiar o seu orçamento com recursos próprios, reduzindo de forma progressiva a dependência de financiamento externo e reforçando a sustentabilidade das finanças públicas, apesar das flutuações conjunturais decorrentes de choques económicos internos e externos”.
Por seu turno, o investigador Hermínio Sueia entende que o executivo deve se atentar na cobrança de impostos aos grandes contribuintes, que no seu entender pouco contribuem.
“Resolvam esses problemas com os grandes contribuintes. Só para citar alguns exemplos.
Outros tantos pedidos, com finalidade de prorrogação de isenções fiscais fora da lei e até quase obrigando que as leis pontuais sejam aprovadas para acomodar a pretensão da poderosa classe dos investidores. Vejam os condicionalismos que são impostos ao Estado, pelas multinacionais exploradoras da bacia do Rovuma, compensação por acionamento da cláusula da força maior, negociação de infinitas isenções nos contratos, etc.. Este é um dilema nacional e que tem que ser atendido para que haja efectivamente sustentabilidade orçamental”, defendeu o antigo funcionário da AT, Hermínio Sueia.
O evento serviu, também, para a premiação dos melhores contribuintes, referente ao exercício económico 2025.
A Federação Moçambicana de Futebol (FMF) vê reforçada a sua capacidade técnica com a distinção de cinco formadores nacionais, que foram oficialmente certificados com o FIFA Coach Educator Diploma, uma qualificação especializada concedida a profissionais capacitados para formar, mentorar e certificar outros treinadores de futebol a nível global, no âmbito do seu programa de desenvolvimento de treinadores.
A atribuição do diploma surge após a participação activa no FIFA Coach Educator Development Pathway e no Assessment Practice Programme, iniciativas que visam elevar os padrões de formação a nível global. No fim do processo, foram distinguidos os formadores Tomás Bonda, Sara Simone, Idrisse Mossagy, Félix Issufo e Ernesto Fumo.
Numa comunicação dirigida à FMF, a FIFA destaca o empenho demonstrado ao longo do percurso, sublinhando que os formadores “demonstraram elevado profissionalismo e dedicação” durante todo o processo de capacitação.
A mesma comunicação reconhece ainda o impacto estrutural da formação, ao referir que o programa “dotou os participantes de competências essenciais para apoiar a elevação contínua dos padrões de formação de treinadores” no País.
Este reconhecimento internacional reforça o compromisso da FMF com o desenvolvimento técnico e humano do futebol moçambicano, numa aposta clara na qualificação dos seus quadros.
Para a FIFA, estas conquistas “evidenciam a liderança da associação no desenvolvimento do futebol” e terão “um impacto profundo e duradouro na formação de treinadores a todos os níveis”.
Com esta distinção, Moçambique dá mais um passo consistente na consolidação de uma base técnica sólida, essencial para o crescimento sustentado do futebol nacional.
A Federação Moçambicana de Futebol encoraja os formadores distinguidos a continuidade deste trabalho, que se reflecte directamente na qualidade do jogo dentro e fora das quatro linhas.
O arguido Abdul Gafur Gulam, um dos 40 indivíduos indiciados pela prática dos crimes de branqueamento de capitais, fraude fiscal, associação criminosa, falsificação e uso de documentos falsos, chega hoje a cidade de Maputo, extraditado de Portugal, onde esteve detido.
Trata-se da Operação STOP BC, no âmbito do processo nr. 3/GCCCOT/22, no qual foram constituídos em arguidos 40 indivíduos e 32 sociedades comerciais, indiciados pela práticas dos crimes de branqueamento de capitais, fraude fiscal, associação criminosa, falsificação e uso de documentos falsos.
O arguido Abdul Gafur Gulam, que se encontrava em parte incerta, foi detido em Portugal, em resultado ao mandado de captura internacional e por consequência alerta vermelho pela Interpol.
As autoridades nacionais solicitaram a extradição do arguido, que o Tribunal da Relação de Lisboa decretou. Assim, Abdul Gafar aterrou hoje em Moçambique, extraditado de Portugal.
Abdul Gafar Gulam teria criado cerca de oito empresas de fachada, usando para o efeito, terceiras pessoas, entre as quais, de nacionalidade estrangeira e nacionais.
Criadas as empresas, Abdul Gafar Gulam, por intermédio de testas de ferro, em nome de quem constituiu as empresas, abriu contas em diferentes bancos comerciais, através dos quais passou a receber elevadas somas de dinheiro, maioritariamente por depósito em numerário e cheques.
Sem que as referidas empresas tivessem efectivamente exercido alguma actividade comercial para qual teriam sido supostamente criadas, passaram a transferir montantes para várias jurisdições estrangeiras, entre as quais: Portugal, Turquia, China, Hong Kong, Maurícias, Tailândia, Japão, Emirados Árabes Unidos, Malásia, alegadamente para pagamento de mercadorias que nunca foram importadas, ou seja, nunca deram entrada no território aduaneiro moçambicano.
Com vista a justificar as transferências de valores ao estrangeiro e dissimular a falta de entrada da mercadoria à Moçambique, Abdul Gafar Gulam, contando com auxílio de alguns despachantes aduaneiros e alguns colaboradores de bancos comerciais, forjou termos de compromisso de intermediação bancária, facturas proformas supostamente de fornecedores e documentos únicos das Alfândegas, que posteriormente os apresentou junto aos bancos comerciais e entidades públicas.
Abdul Gafar Gulam, com recurso a este “modus operandi”, transferiu para o estrangeiro, entre 2019 a 2022, o equivalente a cerca de cento e quarenta milhões de dólares americanos, alegadamente para compra de mercadorias que nunca foram desembaraçadas no território aduaneiro nacional.
O embaixador do Irão no Paquistão afirmou, nesta quarta-feira, que não aconteceram negociações directas ou indirectas com os Estados Unidos, apesar da afirmação do presidente Donald Trump sobre conversações em curso para tentar acabar com a guerra.
A guerra no Médio Oriente entrou em seu 26º dia e a violência ganha força. Nesta terça-feira , por exemplo, o Irão lançou mísseis em direção a Israel, horas depois de o exército israelita confirmar ao menos um ataque no norte do país durante a madrugada.
Os EUA transmitiram ao Irão um plano de 15 pontos para acabar com a guerra, segundo os media norte-americanos e israelitas. Entretanto Teerão continua a negar negociações com a administração de Trump. O embaixador do Irão no Paquistão afirmou nesta quarta-feira que não houve negociações com os Estados Unidos, apesar da afirmação do presidente Donald Trump sobre conversações em curso para tentar acabar com a guerra.
“Também tomamos conhecimento dos detalhes por meio da imprensa, mas, segundo as informações de que disponho e ao contrário do que afirma Trump , até agora não houve negociações, nem directas nem indirectas, entre os dois países”, afirmou o embaixador.
O conflito, já deixou milhares de mortos e deslocados.

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