Trabalhadores de uma fábrica de fundição de ferro, de capitais chineses, localizada na cidade da Beira, denunciam alegados maus tratos e agressões físicas no interior da empresa, apontando como autores agentes de uma empresa de segurança privada contratada para prestar serviços no local.
Segundo os denunciantes, as agressões são praticadas com recurso a varões de ferro e ocorrem durante o horário laboral, alegadamente como forma de punição sempre que um trabalhador comete algum erro ou quando se verifica o desaparecimento de bens nas instalações da fábrica.
Os trabalhadores afirmam viver num ambiente marcado pelo medo e pela intimidação. Sustentam ainda que estas práticas decorrem há vários meses e que muitos funcionários já foram vítimas das alegadas agressões, mas receavam apresentar queixa por dependerem do emprego para o sustento das suas famílias.
No dia em que a equipa de reportagem se deslocou à fábrica, o gestor da empresa, ao aperceber-se de que as denúncias haviam chegado à comunicação social, terá contactado um indivíduo que, segundo os trabalhadores, se apresentou como inspector. Os denunciantes suspeitam que a sua presença visava ocultar os alegados maus tratos. O referido indivíduo chegou às instalações por volta das 18 horas, mas recusou prestar quaisquer declarações à nossa equipa.
Os trabalhadores afirmam igualmente que o caso já foi participado à Inspecção do Trabalho e a outras autoridades competentes, mas alegam que, até ao momento, não foi adoptada qualquer medida para pôr termo às supostas agressões.
A equipa de reportagem procurou ouvir a direcção da fábrica e os responsáveis pela empresa de segurança privada visada nas denúncias. Contudo, até ao fecho desta edição, não foi possível obter qualquer posicionamento.
Contactados pela nossa reportagem, o sector do Trabalho e a Polícia da República de Moçambique confirmaram ter recebido as denúncias e garantiram que irão averiguar os factos.
Enquanto decorrem as averiguações, os trabalhadores dizem continuar a exercer as suas funções sob um clima de receio, aguardando que as autoridades esclareçam o caso e tomem as medidas que se mostrarem adequadas.
Pelo menos 45 pessoas morreram vítimas da raiva de Janeiro de 2024 a Julho deste ano. Os dados são do Ministério da Agricultura, Ambiente e Pesca, que recebeu hoje uma doação de 100 mil doses de vacinas contra a doença infecciosa.
“Temos dados mais generalizados. A título de exemplo, no ano passado, tivemos cerca de 31 mortes devido a raiva, num horizonte, praticamente, de cerca de 200 mil mordeduras ou corridas. Para este ano, já vamos em cerca de 14 mortes até Junho, num horizonte de 19 mil e poucas mordeduras. O que de facto continua a ser uma preocupação naquilo que é evitar que mais cidadãos morram devido a esta doença fatal”, disse Abel Chilunde, Director Nacional Adjunto de Sanidade.
Chilunde avançou ainda que houve uma recepção de 100 mil doses que vão ajudar a superar algumas limitações.
“Antes da recepção destas 100 mil doses, tínhamos alguma reserva só para questões de emergência, de modo que, as últimas recorrências que se registaram na cidade de Tete, tivemos que accionar estas reservas que tínhamos, mas com essa recepção dá-nos a possibilidade de, em cada uma das províncias, para além daquelas com maior risco, poderemos alocar esta vacina e poder que haja campanha de vacinação em cães e gatos”, disse.
As 100 mil doses custaram cerca de 80 mil dólares.
Eusébio Victor Macete foi nomeado reitor da Universidade Lúrio, em substituição a Leda Florinda Hugo. Ainda nesta terça-feira, o Chefe do Estado exonerou Bettencourt Preto Sebastião Capece do cargo de Reitor da Universidade Zambeze, e nomeou em substituição Luís Miguel Estêvão Cristóvão
Nos termos da mesma base constitucional e legal, conjugada com o n.º 1 do artigo 57 dos Estatutos da Universidade Joaquim Chissano (UJC), o Presidente da República exonerou e nomeou, por Despachos Presidenciais separados, Ana Maria Nhampule e Carlos Shenga, respectivamente, do e para o cargo de Vice-Reitor da Universidade Joaquim Chissano.
Daniel Chapo exonerou e nomeou ainda, através de Despachos Presidenciais separados, Anabela Matangue Zacarias da Silva e Alexandre Hilário Monteiro Baia, respectivamente, do e para o cargo de Vice-Reitor da UniZambeze.
o Presidente da República exonerou Joel Maurício das Neves Tembe do cargo de Vice-Reitor da UEM e nomeou Mohsin Mahomed Sidat para o cargo o mesmo cargo.
O internacional francês Patrice Beaumelle foi recentemente apresentado como o novo treinador principal de Angola, assumindo o comando dos “Palancas Negras” antes do Campeonato Africano das Nações, Marrocos 2025.
Beaumelle retorna a Luanda depois de ter feito parte da equipa técnica de Hervé Renard em 2010, cargo que lhe foi seguido por missões de treinador principal no continente, incluindo levar a Costa do Marfim à fase eliminatória do CAN 2021, em Camarões.
O estratega, agora com 47 anos, também passou algum tempo na equipa argelina de MC Alger, onde competiu na Liga dos Campeões Africanos na temporada passada.
Com um contrato de dois anos, Beaumelle sucede o técnico português Pedro Gonçalves e enfrenta o grande desafio de preparar a equipa para a final do Marrocos, onde terá que superar um difícil Grupo B encabeçado pelo poderoso Egipto, pela África do Sul, medalhista de bronze em 2023, e pelo Zimbabwe.
“O objectivo é sempre dar o nosso melhor com o coração. Vamos competir em um grupo difícil, enfrentando adversários fortes como Egipto, África do Sul e Zimbabwe. Apenas dois se classificarão, mas acreditamos que é possível”, disse o técnico.
Sem prometer títulos imediatos, o técnico francês enfatizou que o foco deve ser construir uma equipa sólida e consistente.
“Temos que ser humildes, trabalhar com seriedade e deixar que os resultados falem por si. Disciplina, organização e confiança nos jogadores angolanos serão as chaves do nosso sucesso”, anotou.
Questionado sobre sua decisão de aceitar o projecto angolano, Beaumelle revelou que tinha outros, mas que Angola sempre foi sua prioridade.
“Vi este projecto como uma oportunidade de continuidade e crescimento. Já conversei com todos os jogadores e viajarei para observar tanto os que jogam no exterior quanto os que estão em Angola. É essencial monitorar de perto todos os talentos disponíveis.”
Ele também apresentou a equipa técnica que o acompanhará: ficarão em Angola, de forma permanente, o assistente técnico Saad Ishalalen e o preparador físico Olivier Martinez, além do próprio treinador principal.
Com o maior espectáculo do futebol africano a poucos meses de distância, Beaumelle pretende restaurar a competitividade de uma equipa que sonha em retornar à elite do futebol africano.
A Confederação Africana de Futebol (CAF), sob a liderança do sul-africano Patrice Motsepe, anunciou, ontem, um retorno à lucratividade, revertendo vários anos de défices financeiros e alcançando um crescimento significativo como parte da estratégia de recuperação da agremiação adoptada em 2021.
O anúncio foi feito durante a 47ª Assembleia Geral Ordinária da CAF, em Kinshasa, República Democrática do Congo. A CAF reportou um lucro líquido de US$9,48 milhões no exercício financeiro de 2023-2024, marcando o primeiro lucro declarado em vários anos.
Essa conquista reflete um forte aumento nas receitas comerciais, impulsionado pelo crescente apelo global do futebol africano, pela entrada de novos patrocinadores e pela implementação de controlos financeiros rigorosos pela liderança da CAF.
Há quatro anos, quando a CAF enfrentava um défice financeiro significativo e vários desafios, incluindo diversas disputas legais, o presidente Motsepe iniciou um plano estratégico de recuperação com o objectivo de tornar o organismo reitor do futebol africano e o futebol globalmente competitivos e financeiramente autossustentáveis.
Além de declarar lucro pela primeira vez em vários anos na 47ª Assembleia Geral Ordinária em Kinshasa, a CAF aumentou significativamente o investimento em competições, prémios em dinheiro, apoio financeiro para sindicatos zonais e associações-membro e gastos em programas de desenvolvimento.
Essa reviravolta reflete a estratégia comercial fortalecida da CAF e seu compromisso em garantir que o crescimento financeiro beneficie directamente jogadores, clubes e associações membros.
As receitas da CAF continuaram a crescer – agora até US$166,42 milhões. As prioridades de gastos estão alinhadas ao crescimento do futebol: prémios em dinheiro (US$81 milhões), organização de torneios (US$19 milhões), desenvolvimento do futebol (US$35 milhões) e governação e administração (US$21 milhões).
A CAF fortaleceu seu posicionamento global por meio de parcerias de alto nível e acordos de patrocínio, garantindo que o futebol africano continue sendo uma plataforma de primeira linha para marcas globais.
Esses acordos reforçam a missão da CAF de oferecer competições de nível mundial e aumentar o valor comercial do futebol em todo o continente, com o número de patrocinadores e parceiros a registar crescimento para 16 em 2024-25.
O Tribunal Penal Internacional (TPI) condenou, na segunda-feira, um líder da temida milícia Janjaweed por ter desempenhado um papel de liderança numa campanha de atrocidades e violações dos direitos humanos, cometidos na região ocidental sudanesa do Darfur, há mais de 20 anos.
A decisão marcou a primeira vez que o tribunal condenou um suspeito de crimes no Darfur. O painel de três juízes decidiu que as atrocidades, incluindo assassinatos em massa e violações, faziam parte de um plano governamental, para extinguir uma rebelião na região.
Ali Muhammad Ali Abd-Al-Rahman recebeu 27 sentenças de culpa por crimes cometidos pelo seu grupo paramilitar, que dirigiu durante a campanha de 2003-2004 em Darfur.
“Ele encorajou e deu instruções que resultaram nos assassinatos, violações e destruição cometidos pelos Janjaweed”, disse a juíza presidente Joanna Korner, acrescentando que os veredictos foram unânimes.
Durante o julgamento, os juízes ouviram 56 testemunhas que descreveram actos de violência horríveis e a utilização da violação como arma para aterrorizar e humilhar.
Abd-Al-Rahman foi também considerado culpado de ter ordenado a execução sumária de dezenas de presos em Março de 2004 e de ter assassinado pessoalmente civis em cativeiro, espancando dois homens até à morte com um machado, disse Korner.
Abd-Al-Rahman foi transferido para a custódia do TPI em 2020, depois de se ter rendido na República Centro-Africana. Declarou-se inocente das acusações de crimes de guerra e crimes contra a humanidade quando o seu julgamento foi iniciado, em Abril de 2022, e argumentou que não era a pessoa conhecida como Ali Kushayb.
Os juízes rejeitaram a sua defesa, dizendo que este até se identificou pelo seu nome e alcunha num vídeo quando se rendeu.
Os juízes decidiram que Abd-Al-Rahman era um comandante sénior das milícias Janjaweed durante o conflito do Darfur, que eclodiu quando os rebeldes da comunidade étnica da África Central e subsariana do território lançaram uma insurreição em 2003, queixando-se da opressão do governo dominado pelos árabes na capital, Cartum.
Derek Littleton apresenta, nesta quarta-feira, a exposição de pintura intitulada “Onde sonhamos enquanto os leões rugem”, com a curadoria de Yolanda Couto. A exposição será inaugurada na Fundação Fernando Leite Couto.
Derek Littleton dedica a sua vida à conservação ambiental e social, protegendo elefantes, restaurando ecossistemas e empoderando comunidades, um caminho que iniciou nos parques nacionais do Zimbabwe, até chegar a Moçambique, onde há 25 anos se baseou na zona norte, concretamente na Reserva Especial do Nissa.
Na exposição, mostra-se o artista profundo que é Derek Littleton. Em “Onde sonhamos enquanto os leões rugem”., o artista coloca uma paleta de cores, onde predominam o verde, o azul, o cinza, castanho e amarelo, partindo de um ambiente de natureza intacta, onde tudo segue um curso normal ou ideal, com todos os seres em coabitação, intimamente ligados, desconhece-se o conflito, antes a harmonia de se ser e se pertencer.
São telas, na sua maioria, pintadas em acrílico e pastel sobre madeira, mas traduzindo o universo inesgotável das “coisas” e dos elementos da natureza, em diálogo com o espírito observador e sensível do artista. As obras de Derek fantasiam a humanidade onde o homem ao invés de lutar para alterar a ordem das coisas ele se envolve, adapta-se e complementa-se a outros seres.
Na província de Inhambane, multiplicam-se esforços para reanimar o turismo após o abalo causado pelas manifestações pós-eleitorais.
Entre as iniciativas, destaca-se o 4×4 Mozambique Challenge, uma competição de viaturas e motorizadas off-road que está a transformar a praia de Ligogo num palco de emoção.
É o roncar dos motores que se mistura com o som das ondas na praia de Ligogo, no distrito de Jangamo, marcando o arranque oficial do 4×4 Mozambique Challenge, a primeira edição de uma corrida que promete colocar Inhambane no mapa do turismo de aventura em África.
O evento, que junta adrenalina, velocidade e paisagens naturais, mobilizou pilotos e turistas de três países africanos, atraídos pela emoção do offroad e pelo cenário paradisíaco da costa moçambicana.
Shaum, da organização da prova, diz que a competição é tradicional em quase todo mundo. “Ele tem uma enorme legião de seguidores em todo o mundo, por isso é preciso encontrar novas aventuras para eles e Moçambique continua intocado nesta área. Assim, podemos fazer deste evento um desafio incrível para todos”, disse.
As autoridades e organizadores esperam que o evento ajude a revitalizar o turismo nas praias de Inhambane, um sector profundamente afectado pela crise que se seguiu às manifestações pós-eleitorais.
A aposta é transformar a adrenalina do desporto motorizado num novo chamariz turístico, capaz de devolver a confiança dos visitantes e reerguer a economia local.
Estima-se que esta primeira edição reúna cerca de 30 pilotos, num espetáculo que promete muita adrenalina e emoção.
A ambição é transformar o 4×4 Mozambique Challenge numa tradição anual em Inhambane e consolidar o evento como uma nova marca do turismo desportivo na região, segundo disseram os organizadores do evento.
“O 4×4 Mozambique Challenge 2025 é apenas o começo. Este é o primeiro ano, mas no próximo teremos uma edição ainda maior, com novos e grandes patrocinadores. A cada ano, o evento vai crescer, atraindo cada vez mais participantes internacionais. O objectivo é conquistar o interesse de europeus, sul-africanos, zimbabweanos, namibianos, cidadãos do Lesoto e de qualquer outro país que queira juntar-se a esta aventura”, disse Shaum.
O 4×4 Mozambique Challenge arrancou oficialmente no sábado passado e termina nesta terça-feira.
Moçambique conquistou 72 medalhas no recém-terminado Campeonato Africano de Tang Soo Do, prova que decorreu de 3 a 5 de Outubro, em Johannesburg, que teve a participação de 160 atletas da Região 14 da Associação Mundial de Tang Soo Do, em representação da África de Sul, Botswana, Seychelles e Moçambique, tendo revalidado o título conquistado no ano passado.
Nesta 24ª edição do Campeonato Africano de Tang Soo Do, Moçambique esteve representado por 46 atletas, nas divisões de masculinos e femininos, nas categorias de infantis, juniores, seniores e veteranos em cinturões coloridos e negros.
No primeiro dia do evento, 3 de Outubro, tiveram como primeira actividade um seminário de gestão e administração de escolas de artes marciais, de seguida nove candidatos a novos níveis foram testados, sendo um das Seychelles, outro da África do Sul, dois de Botswana e cinco de Moçambique.
Os moçambicanos conseguiram alcançar os seus objectivos nos testes, com Júlio Gune a sair do cinturão azul para primeiro nível cinturão negro, enquanto Cliton Candja, José Kocken, Miro Mathe e Momola Francisco saíram do primeiro nível do cinturão negro para segundo nível.
No dia 4, reservado às competições para todas as idades e níveis de cintos, Moçambique arrecadou um total de 72 medalhas, das quais 29 de ouro, 22 de prata e 21 de bronze, para além de seis taças de um total de nove em disputa.
As taças foram conquistadas por Momola Francisco, que foi o grande campeão Cinturão Negro Sénior Masculino, Illan Daúto, Campeão Cinturão Negro Júnior Masculino, Melanie Saimone, campeã Cinturão Colorido Sénior Feminino, Júlio Gune, que foi campeão Cinturão Colorido Sénior Masculino, Ebenézia Tamele, que terminou como campeã Cinturão Colorido Júnior Feminino, e Baptista Macuvele, campeão Cinturão Colorido Júnior Masculino.
Segundo o Mestre Temporário, presidente da Associação Moçambicana de Tang Soo Do, “mais do que uma disputa de taças e medalhas, o campeonato serviu como uma oportunidade para promover o desenvolvimento da modalidade e estreitar laços entre atletas e líderes da região num ambiente marcado pelo respeito, disciplina e dedicação, valores fundamentais do Tang Soo Do”.
O evento contou ainda com a presença do convidado Mestre Internacional Sénior, Johnny Williamson, Cinturão Negro Sétimo Dan e actual presidente de um dos Conselhos de Administração da Associação Mundial nos Estados Unidos da América.
O presidente da Federação Moçambicana de Futebol (FMF) e vice-presidente da CAF, Feizal Sidat, participa na 47ª Assembleia Geral Ordinária da Confederação Africana de Futebol (CAF), que decorre em Kinshasa, República Democrática do Congo.
O evento reúne líderes e dignitários do futebol mundial para discussões estratégicas de grande impacto, que visam definir caminhos e projectos para o futuro do futebol africano.
A assembleia conta igualmente com uma presença distinta de lendas do futebol africano, associações-membro, celebrando as conquistas do continente e contribuindo para debates sobre os próximos passos do desenvolvimento do desporto-rei.
Com a participação de dirigentes, personalidades e figuras emblemáticas do futebol, a 47ª Assembleia Geral da CAF promete ser um marco na afirmação da herança desportiva africana e na definição de uma visão ousada para o futuro do futebol no continente.
A anteceder a Assembleia Geral, Feizal Sidat participou na reunião do Comité Executivo da CAF, uma sessão presidida pelo respectivo presidente da CAF, Patrice Motsepe.
Dentre os pontos debatidos, destacam-se os preparativos para a Taça das Nações Africanas Feminina, Marrocos 2026, a definição de datas e local da Gala CAF Awards 2025, a actualização sobre propostas e candidaturas para futuras competições continentais, e outros assuntos estratégicos de desenvolvimento do futebol africano.

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