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Os Presidentes dos municípios estão a ser capacitados em Chimoio para reforçar os mecanismos de protecção social face aos choques climáticos. A formação pretende preparar as autarquias para identificar as populações mais vulneráveis e responder de forma rápida às famílias afectadas por ciclones, cheias, secas e outros eventos extremos.

Os choques climáticos deixaram de ser apenas uma questão ambiental. Em Moçambique, ciclones, cheias e secas afetam diretamente as famílias, destruindo habitações, culturas e fontes de rendimento.
É neste contexto que os municípios estão a ser preparados para reforçar a resposta através dos mecanismos de protecção social.

O ministro da Administração Estatal e Função Pública, Inocêncio Impissa explicou que a capacitação pretende dotar as autarquias de conhecimentos para identificar as famílias em situação de maior vulnerabilidade e melhorar a coordenação da assistência em situações de emergência.

No últmo choque climático havido na provincia, o município de Gaza foi um dos pontos mais afectados na provincia. A edil diz estar agora, coma a capacitação, preparada para enfrentar eventos climáticos extremos, mas diz que ainda existem marcas das inundações no município.

Com a formação, espera-se que os municípios estejam em melhores condições para planificar intervenções, identificar atempadamente os grupos vulneráveis e garantir que o apoio chegue às famílias afectadas de forma rápida e coordenada.

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O Papa Leão XIV afirmou este domingo que a paz é possível e que os cristãos, através do diálogo com outras religiões e culturas, podem contribuir para a sua construção, ao referir-se à sua recente viagem à Turquia e ao Líbano.

“O que aconteceu nos últimos dias na Turquia e no Líbano ensina-nos que a paz é possível e que os cristãos, em diálogo com homens e mulheres de outras religiões e culturas, podem contribuir para a sua construção. Não nos esqueçamos: a paz é possível”, disse Leão XIV, após a oração do Angelus, a partir do Palácio Apostólico, no Vaticano, ao dirigir-se aos fiéis reunidos na Praça de São Pedro.

O chefe de Estado do Vaticano, que regressou na terça-feira da sua primeira viagem apostólica, agradeceu a todos os que o acompanharam em oração durante a deslocação àqueles dois países.

“Na Turquia, tive a alegria de me encontrar com a comunidade católica que, através do diálogo paciente e do serviço aos que sofrem, sabe dar testemunho do Evangelho do amor e da lógica de Deus manifestada na humildade”, referiu Leão XIV.

Já em relação ao Líbano, o Papa notou que o país “continua a ser um mosaico de convivência” e manifestou consolo por ver tantas pessoas nas ruas a saudá-lo.

“Encontrei pessoas que proclamam o Evangelho acolhendo refugiados, visitando prisioneiros e partilhando o pão com os necessitados”, disse Leão XIV.

O Papa recordou ainda o encontro com as famílias das vítimas da explosão no porto de Beirute.

“Os libaneses esperavam uma palavra e uma presença de consolo, mas foram eles que me consolaram com a sua fé e entusiasmo”, adiantou.

Leão XIV explicou que, durante a viagem, se encontrou com o patriarca ecuménico de Constantinopla e outros representantes de diferentes confissões cristãs na antiga cidade de Niceia, local histórico do primeiro concílio ecuménico, há 1.700 anos.

O Papa recordou ainda que assinalou-se ontem o 60.º aniversário da histórica declaração conjunta entre o Papa Paulo VI e o patriarca Atenágoras, que pôs fim à excomunhão mútua entre as igrejas Católica e Ortodoxa.

“Damos graças a Deus, renovemos o nosso compromisso no caminho para a plena e visível unidade de todos os cristãos”, acrescentou.

O líder da Igreja Católica lembrou também as populações do sul e sudeste asiáticos, gravemente afectados pelas recentes inundações, apelando à comunidade internacional para apoiar com gestos de solidariedade aqueles que são atingidos pelos desastres naturais.

“Rezo pelas vítimas, pelas famílias que choram os seus entes queridos e por todos aqueles que prestam auxílio”, afirmou.

As chuvas torrenciais e os deslizamentos de terras registados recentemente na Indonésia, no Sri Lanka e na Tailândia fizeram pelo menos 1.400 mortos e cerca de 800 desaparecidos, enquanto milhares permanecem desalojados.

O Presidente da República diz que a arte não deve ser luxo, mas sim um instrumento de transformação social. Daniel Chapo, que falava neste sábado, em Maputo, no lançamento do Concurso Nacional de Literatura, apela aos jovens para que apostem  na criatividade.

O Concurso Nacional da Literatura estará subdividido em três categorias, nomeadamente poesia, prosa e ensaio. O vencedor de cada uma das categorias poderá receber um prémio de um milhão de meticais.   

A informação foi partilhada, este sábado, pelo Presidente da República, Daniel Chapo, a quem coube lançar o concurso criativo. 

“Para além do incentivo financeiro, os vencedores terão o privilégio de ver as suas obras publicadas e divulgadas, sob a responsabilidade dos que organizam. Com este gesto, pretendemos estimular a profissionalização da escrita e promover o acesso público do moçambicano a novas vozes, novas ideias e novas narrativas que enriquecem a nossa cultura. Este concurso representa igualmente uma viragem decisiva no incentivo do Estado à produção literária”, explicou Chapo.

O Chefe de Estado considera que a arte tem o poder de transformação social e, por isso, deve ser, também, um instrumento de diálogo. 

“A literatura tem um poder único de eternizar momentos, emoções e mensagens. Uma obra escrita pode atravessar gerações e continuar a ensinar, inspirar e dialogar com o futuro. Reafirmamos que a arte não deve ser vista como um luxo, mas como uma necessidade fundamental para o desenvolvimento humano e social.”

A iniciativa é do Ministério da Educação e Cultura em parceria com a Associação dos Cineastas e a Associação dos Escritores de Moçambique. 

“ Há tantos artistas cujas obras estamos a ler até hoje, de gerações e gerações, mas as suas obras continuam a ser eternizadas. Já desenhamos projetos que encorajam e promovem a participação da juventude, a participação e a inclusão de iniciativas criadoras da juventude. No fundo, o que nós queremos é a felicidade dos moçambicanos, manter a memória coletiva, manter este bem comum que é estarmos juntos e vivermos juntos e fazermos a nossa pátria”, explicou Filimone Meigos, secretário-Geral da AEMO.

Na ocasião, o Chefe do Estado anunciou a implementação da iniciativa “Um Distrito, Uma Casa de Cultura”. 

“É preciso criar um espaço em cada distrito deste país para que os fazedores das artes e cultura se encontrem. Nós temos falado muito sobre jovens que estão a se perder devido ao consumo de álcool, de droga e outros males, mas nós também temos que reconhecer que é preciso criar espaços para que estes jovens se ocupem positivamente.”

Os termos de referência do Concurso Nacional de Literatura serão anunciados no próximo ano. 

O novo governo da Faixa de Gaza será conhecido até o final do ano. A informação é divulgada pela imprensa internacional que cita uma fonte arabe e um diplomata ocidental.

A constituição de um novo governo na faixa de Gaza é uma medida que faz parte da próxima fase do cessar-fogo em vigor desde Outubro deste ano, fase mediada pelos Estados Unidos da América.

Para materializar o plano, o site Notícias ao Minuto escreve que uma autoridade, conhecida como Conselho de Paz, que terá um conselho de supervisão liderado por Donald Trump, vai supervisionar a reconstrução de Gaza sob um mandato da ONU de dois anos, renovável.

A informação foi revelada por um diplomata ocidental à agência Associated Press, sob anonimato por não estarem autorizados a falar sobre o assunto.

De acordo com a imprensa internacional, o anúncio sobre este assunto acontecerá provavelmente quando Trump e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, se reunirem ainda este mês. O cessar-fogo, que entrou em vigor em 10 de outubro, foi testado por surtos de violência e acusações de violações da trégua por parte de ambos os lados.

O Presidente da República diz que a arte não deve ser luxo, mas sim um instrumento de transformação social. Daniel Chapo, que falava neste sábado, em Maputo, no lançamento do Concurso Nacional de Literatura, apela aos jovens para que apostem  na criatividade.

O Concurso Nacional da Literatura estará subdividido em três categorias, nomeadamente poesia, prosa e ensaio. O vencedor de cada uma das categorias poderá receber um prémio de um milhão de meticais.   A informação foi partilhada, este sábado, pelo Presidente da República, Daniel Chapo, a quem coube lançar o concurso criativo. 

“Para além do incentivo financeiro, os vencedores terão o privilégio de ver as suas obras publicadas e divulgadas, sob a responsabilidade dos que organizam. Com este gesto, pretendemos estimular a profissionalização da escrita e promover o acesso público do moçambicano a novas vozes, novas ideias e novas narrativas que enriquecem a nossa cultura. Este concurso representa igualmente uma viragem decisiva no incentivo do Estado à produção literária”, explicou Chapo. O Chefe de Estado considera que a arte tem o poder de transformação social e, por isso, deve ser, também, um instrumento de diálogo. 

“A literatura tem um poder único de eternizar momentos, emoções e mensagens. Uma obra escrita pode atravessar gerações e continuar a ensinar, inspirar e dialogar com o futuro. Reafirmamos que a arte não deve ser vista como um luxo, mas como uma necessidade fundamental para o desenvolvimento humano e social.” A iniciativa é do Ministério da Educação e Cultura em parceria com a Associação dos Cineastas e a Associação dos Escritores de Moçambique. 

“ Há tantos artistas cujas obras estamos a ler até hoje, de gerações e gerações, mas as suas obras continuam a ser eternizadas. Já desenhamos projetos que encorajam e promovem a participação da juventude, a participação e a inclusão de iniciativas criadoras da juventude. No fundo, o que nós queremos é a felicidade dos moçambicanos, manter a memória coletiva, manter este bem comum que é estarmos juntos e vivermos juntos e fazermos a nossa pátria”, explicou Filimone Meigos, secretário-Geral da AEMO. Na ocasião, o Chefe do Estado anunciou a implementação da iniciativa “Um Distrito, Uma Casa de Cultura”. 

“É preciso criar um espaço em cada distrito deste país para que os fazedores das artes e cultura se encontrem. Nós temos falado muito sobre jovens que estão a se perder devido ao consumo de álcool, de droga e outros males, mas nós também temos que reconhecer que é preciso criar espaços para que estes jovens se ocupem positivamente.”

Os termos de referência do Concurso Nacional de Literatura serão anunciados no próximo ano. 

Moçambique teve uma estreia agri-doce no Campeonato do Mundo de Boxe que decorre em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, ao vencer um combate e perder outro. A delegação moçambicana nesta prova é composta por quatro pugilistas.

Tiago Muxanga, que domingo havia vencido um combate do boxe amador através de KO, nem chegou a subir ao ringue do Mundial de Dubai, na categoria dos 71 Kg, passando automaticamente para a segunda eliminatória, depois da reprovação do seu adversário, Yacouba Lauali Baro, do Níger, na sessão de pesagem.

Quem entrou na quadra e não teve o melhor desempenho foi o pugilista Manuel Paulo, na categoria dos 54 Kg, que perdeu por 2-3 diante de Anushervon Fazilov, do Tajiquistão.

Apesar de ter estado bem nos três assaltos e ter dado uma boa resposta aos avanços do seu adversário, Manuel Paulo acabou por não convencer o juri, que deu a vitória ao pugilista de Tajiquistão.

Moçambique ainda tem dois pugilistas que farão sua estreia na competição, nomeadamente Bernardo Marrime, nos 67 Kg, a medir forças com Almaz Orozbekov, do Quirguistão, na noite desta sexta-feira, e Armando Sigaúque, que defronta o australiano Ahmad Jamal, na categoria dos 57 Kg, no domingo.

Para esta competição, a organização definiu como prémios valores monetários que variam dos 300 mil dólares para os vencedores, 150 mil dólares para os finalistas vencidos, e 75 mil destinados aos que conquistarem o bronze.

Os atletas que alcançarem os quartos-de-final irão para casa com 10 mil dólares, uma inovação na premiação, pois nunca na história atletas sem medalhas tinham sido premiados.

A equipa sénior feminina do Ferroviário de Maputo estreia este sábado na Liga Africana de Basquetebol feminino, diante do First Bank da Nigéria, para a primeira jornada do grupo B. Já o Sporting de Luanda, que conta com três moçambicanas, estreia diante do REG do Ruanda, também no sábado.

É a edição 2025 da Taça dos Campeões Africanos em femininos, ora denominada Liga Africana de Basquetebol Feminino, a WBAL. O Ferroviário de Maputo regressa à prova na qualidade de campeã nacional da Liga Mozal, para defender o título africano conquistado ano passado.

Para esta edição as locomotivas estão inseridas no grupo B, juntamente com  FAP dos Camarões, KPA (Quénia) e  First Bank da Nigéria.

A defesa do título inicia sábado, a partir das 17h00 de Maputo, quando defrontar as nigerianas do First Bank, equipa que não tem criado muitas dificuldades às campeãs africanas, já que em cinco jogos entre ambas as moçambicanas venceram quatro e perderam um jogo.

As treinadas de Nasir Salé voltam à quadra no domingo, às 12h00 horas, diante do FAP dos Camarões, fechando a fase de grupos na segunda-feira às 17h00, frente ao KPA do Quénia.

Moçambique está presente na WBAL também representado por três atletas que representam o Sporting de Luanda de Angola. Trata-se de Eleotéria Lhavanguane, Nilsa Chiziane e Vilma Covane, que marcam estreia, no grupo A, frente ao REG do Ruanda, sábado às 19h30.

O grupo A integra ainda a anfitriã Al Ahly do Egipto e o FBA da Costa do Marfim, enquanto o grupo C é composto por APR do Ruanda, BBC do Malawi, CNSS da República Democrática do Congo e ASC Dakar do Senegal.

A WBAL disputa-se em Cairo até ao dia 15 de Dezembro corrente.

Os Presidentes da República Democrática do Congo e do Ruanda assinaram, esta quinta-feira, em Washington, um novo acordo de paz, testemunhado por Donald Trump.

Apesar de os confrontos continuarem intensos no terreno, o documento firmado na capital norte-americana estabelece, em teoria, um cessar-fogo duradouro, o desarmamento dos grupos armados não-estatais, o regresso dos refugiados e a responsabilização pelos abusos cometidos durante o conflito. O pacto prevê ainda que os Estados Unidos beneficiem de acesso preferencial aos minerais estratégicos da região.

Trump classificou o momento como um “grande milagre”, mas tanto o Presidente congolês como o ruandês mantiveram um tom reservado. Os dois líderes não chegaram a trocar o tradicional aperto de mão, embora tenham reafirmado o compromisso de cumprir o acordo e sublinhado que, caso surjam falhas, a responsabilidade não deverá ser atribuída ao ex-Presidente norte-americano.

Félix Tshisekedi, chefe de Estado congolês, afirmou que o seu país está disponível para uma cooperação pacífica, assente no respeito mútuo, na não ingerência e no combate conjunto aos grupos armados, defendendo ainda o fim de qualquer apoio a forças negativas e a criação de oportunidades económicas justas para ambos os povos.

Paul Kagame, Presidente do Ruanda, disse estar igualmente empenhado em garantir que o acordo resulte. “Compete-nos, em África, trabalhar com os nossos parceiros para consolidar e ampliar esta paz. O Ruanda – asseguro – cumprirá a sua parte. Queremos apenas um país seguro depois de tantas tragédias, confiando num futuro estável e próspero”, afirmou.

O internacional moçambicano Geny Catamo deve renovar o seu contrato com o Sporting de Portugal nos próximos dias, para mais dois a três anos de ligação. É uma pretensão que a direcção leonina quer transformar em realidade antes do jogador se juntar aos Mambas para o CAN de Marrocos, ainda este mês de Dezembro.

Com a renovação já em marcha, Catamo vai ver a sua cláusula de rescisão aumentar de 60 para 80 milhões de euros, para além do aumento salarial, ainda não revelado.

Geny Catamo, que deverá ser opção de Rui Borges na noite desta sexta-feira diante do Benfica no derby lisboeta, é dos jogadores de destaque nos leões, tendo disputado, esta temporada, 17 jogos, 10 dos quais no campeonato, sendo 11 como titular, num total de 833 minutos, com um golo e três assistências.

Recorde-se que no verão passado Fenerbahçe e Aston Villa estiveram interessados em Geny Catamo e ambos chegaram aos 20 milhões de euros, mas não ao valor pretendido pelos leões, que era na ordem dos 25 a 30 milhões de euros.

Subiu de dois para quatro o número de pessoas detidas, por suposto envolvimento, no vazamento dos exames de História, Inglês, Física e Química da nona classe. A PRM diz que as investigações continuam e que poderão culminar com a detenção de mais suspeitos. 

Mais duas pessoas foram detidas, no distrito de Milange, acusadas de abrir os envelopes e divulgar os exames de História, Inglês, Física e Química da nona classe. 

Trata-se de dois professores, que se juntam ao director da Escola Básica de Nagor, e ao director adjunto.

“São, no total, quatro indivíduos, a esta altura que falamos, estão, desde ontem, depositados nos serviços penitenciários do distrito de Milange, onde vão aguardar naturalmente por passos subsequentes em relação ao crime por si cometido”, explicou Leonel Muchina. 

Falando em conferência de imprensa, entre o Ministério de Interior e o Ministério da Educação, o porta-voz do Comando-Geral da Polícia apelou à ética, por parte de quem teve acesso às avaliações. 

“Eu quero chamar a atenção e apelar a todos aqueles que têm o privilégio de posse, portanto, destes exames, a manterem uma postura de ética e de ideologia profissional. Ao violarem, portanto, estes exames, incorrem a uma secção de violação de todos os princípios éticos e vão embaraçar, naturalmente, todo o processo avaliativo e de exame.”

Sobre os exames da 10ª e 12ª classes, o porta-voz do Ministério da Educação explicou que houve boicote dos professores, em algumas escolas. 

“Em relação aos professores que abdicaram do trabalho dos exames, partilhamos em tempo oportuno que duas escolas, uma da província de Maputo, a escola secundária de Boquisso, e uma da cidade de Maputo, a escola 12 de Outubro, afetaram o exame. Os professores reivindicam o pagamento de horas, sim, é de direito, mas já não é de direito impedir que o trabalho dos exames ocorra”, disse Silvestre Dava. 

Silvestre Dava explica que os professores envolvidos no boicote dos exames das 10ª e 12ª classes poderão ser responsabilizados. 

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