Piloto moçambicano prepara a quinta participação na prova, acompanhado pelo navegador Tiago Magalhães, com o objectivo de melhorar os resultados na categoria SSV e promover a imagem de Moçambique no estrangeiro.
O piloto moçambicano Paulo Oliveira vai participar na edição de 2027 do Rally Dakar, naquela que será a sua quinta presença numa das mais exigentes competições de todo-o-terreno do mundo. Acompanhado pelo navegador Tiago Magalhães, o piloto pretende alcançar os 20 primeiros lugares da categoria SSV.
A participação foi anunciada esta segunda-feira, em Maputo, durante uma apresentação dos objectivos desportivos da equipa e das iniciativas de promoção internacional de Moçambique através do desporto motorizado.
Para a próxima edição, Paulo Oliveira contará com uma nova viatura, que considera mais competitiva, e pretende concluir todas as etapas dentro dos tempos regulamentares, conquistar a medalha de finalista e lutar por uma posição entre os 20 primeiros classificados da categoria.
Depois de quatro participações concluídas em diferentes categorias, o piloto aposta na experiência acumulada e numa preparação reforçada para enfrentar os desafios da competição, marcada por percursos exigentes, dificuldades de navegação e condições extremas.
Paulo Oliveira considera que a participação no Dakar representa não apenas um desafio desportivo, mas também uma responsabilidade na representação do País nos palcos internacionais.
O piloto pretende transformar a experiência adquirida nas edições anteriores em melhores resultados, mantendo como prioridade a conclusão da prova e a divulgação da bandeira moçambicana.
DAKAR COMO PLATAFORMA DE PROMOÇÃO TURÍSTICA
Para além da vertente competitiva, a participação de Paulo Oliveira no Rally Dakar 2027 pretende contribuir para a promoção internacional de Moçambique, através da divulgação das suas potencialidades turísticas, naturais e culturais.
Na qualidade de Embaixador do Turismo de Moçambique, o piloto pretende aproveitar a visibilidade internacional da prova para reforçar a notoriedade do País junto de diferentes públicos e mercados.
A Agência Nacional para o Desenvolvimento e Investimento Turístico (ANDITUR) assegura o apoio institucional à participação, reconhecendo o contributo da iniciativa para a projecção da imagem de Moçambique além-fronteiras.
O presidente do Conselho de Administração da ANDITUR, Héder Jauane, considera que a presença do piloto na competição constitui uma oportunidade para afirmar o potencial do País e transmitir uma imagem positiva de Moçambique ao mundo.
Segundo Jauane, a instituição continuará a apoiar a participação, por entender que a promoção turística também pode ser feita através de figuras que representam o País em eventos internacionais e inspiram pela sua capacidade de superar desafios.
EXPERIÊNCIA PARA ENFRENTAR NOVOS DESAFIOS
Reconhecido pela dureza dos percursos e pelas exigências físicas, psicológicas e mecânicas, o Rally Dakar submete pilotos e equipas a milhares de quilómetros de competição, em terrenos imprevisíveis e sob condições particularmente adversas.
A edição de 2027 representa, assim, mais uma etapa no percurso de Paulo Oliveira, que pretende aliar a experiência adquirida nas quatro participações anteriores à ambição de alcançar uma classificação entre os 20 primeiros da categoria SSV.
Ao lado de Tiago Magalhães, o piloto moçambicano procura concluir a prova e aproveitar a projecção internacional do Dakar para levar o nome de Moçambique a novos públicos.
Cento e trinta desmobilizados da Renamo desvincularam-se dos Naparamas e entregaram-se à Polícia na Zambézia. Com a acção, pretendem ser integrados no DDR, algo visto pelo partido com estranheza.
Depois de tomar conhecimento que seus ex-guerrilheiros se entregaram à Polícia para fazer parte do DDR, após desvincularem-se do grupo Naparamas, o partido Renamo chamou a imprensa neste sábado para refutar a informação.
Na verdade, este é mais um capítulo da novela dos desentendimentos na Renamo. O partido distancia-se do grupo e diz ser obra de pessoas de má-fé.
Embora o processo esteja a ser demorado, a Renamo assegura que as pensões no âmbito do DDR continuam a ser pagas aos ex-guerrilheiros.
O partido liderado por Ossufo Momade desafia as autoridades moçambicanas a investigarem o caso dos referidos ex-guerrilheiros e a punir os infractores.
Todas as viaturas passam por uma vistoria antes de aceder aos parques de estacionamento adjacentes aos mercados de Peixe e Frango, na Praia de Costa do Sol, cidade de Maputo. A medida do município visa desincentivar a entrada na praia com bebidas alcoólicas.
A medida é implementada depois de uma sequência de finais de semana que os utentes da praia consumiam bebidas alcoólicas e deixavam as garrafas de vidro e plástico na praia e no parque de estacionamento.
Se por um lado se reconhece que a postura dos munícipes não tem sido adequada quando não são policiados, por outro, entende-se que a forma como é feita a fiscalização pode estar a violar a privacidade.
A Polícia Municipal diz que foi forçada a agir assim, e agora, não vai recuar. A comercialização e venda de bebidas é legalmente proibida em Moçambique, e a Polícia Municipal assegura que não haverá tolerância.
A economia da Venezuela registou inflação anual de 475% em 2025, segundo dados recentemente divulgados pelo Banco Central da Venezuela (BCV), a primeira publicação oficial do índice em mais de um ano. O aumento dos preços acontece num contexto em que sanções económicas dos Estados Unidos e uma operação militar que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro alteraram os parâmetros económicos do país.
Segundo o Banco Central da Venezuela, a inflação anual passou de 48% em 2024 para 475% em 2025, impulsionada principalmente pelas restrições ao fluxo de divisas estrangeiras e pela desvalorização do bolívar face ao dólar, que reduz a capacidade de estabilização do mercado.
Sectores como de alimentos e bebidas registaram aumentos acima da média geral, enquanto a educação, saúde e habitação também tiveram variações elevadas. A inflação acumulada nos primeiros meses de 2026 já se aproxima de 52%
As sanções económicas dos EUA, incluindo restrições às exportações de petróleo, foram identificadas como um fator relevante no endurecimento do ambiente inflacionário no último ano. A mudança de administração em Caracas e o anúncio de reabertura gradual de relações diplomáticas com Washington trouxeram alterações nas políticas económicas, mas não foram suficientes para conter a pressão sobre os preços.
A inflação de 475% em 2025 reflete não apenas desequilíbrios internos na economia venezuelana, mas também os efeitos de um cenário externo marcado por sanções e intervenções militares. A evolução dos preços em 2026 dependerá da capacidade do novo governo interino, apoiado por alterações nas políticas de comércio e divisas, em estabilizar o mercado e restaurar confiança nas instituições económicas.
A zona norte de Cabo Delgado ficou parcialmente isolada do resto da província, durante uma semana, devido à insegurança na Estrada Nacional número 380. A circulação na via foi interrompida no dia 22 de Fevereiro último, depois de um ataque a uma coluna da viatura escoltada pelas Forças de Defesa e Segurança, e só foi reaberta no dia 02 de Março.
Com a reabertura da estrada, a vida tende a voltar ao normal. No entanto, o medo continua.
A população de Cabo Delgado já pediu várias vezes o reforço de segurança ao longo da estrada N380, mas, até hoje, a situação continua igual, o pior de tudo, e que algumas pessoas reclamam de falhas na escolta de viaturas.
Havendo dificuldades na escolta de viaturas ao longo da N380, a população de Cabo Delgado pede por melhoria de uma outra estrada alternativa para a zona norte da província que é considerada relativamente segura.
A estrada N380 é uma das mais bem guarnecidas do país , uma vez que, além da escolta, a cidade é patrulhada diariamente pelas Forças Armadas de Moçambique e do Ruanda.
O “O País” apresentou as preocupações da população ao comando provincial sobre as supostas falhas na escolta de viaturas na N380, mas não obteve resposta.
Mulheres da sociedade civil de várias partes do País apresentaram propostas de reformas no âmbito do Diálogo Nacional Inclusivo, com foco nos sectores de recursos naturais, economia e políticas públicas, defendendo maior inclusão da perspetiva de género nas decisões nacionais.
As vozes e experiências das mulheres estiveram no centro das contribuições apresentadas à Comissão Técnica do Diálogo Nacional Inclusivo. Representantes da sociedade civil reuniram-se para elaborar um conjunto de propostas destinadas a promover mudanças estruturais em diferentes sectores do País.
No eixo dos recursos naturais, as participantes defenderam reformas legais que permitam harmonizar a legislação sobre igualdade de género com as leis que regulam o sector.
Entre as propostas está também a revisão das directrizes de cálculo de indemnizações para garantir compensações mais justas às comunidades afectadas por projectos de exploração de recursos.
As mulheres propõem ainda que o Governo assuma a responsabilidade pela elaboração de estudos de impacto ambiental, incluindo avaliações detalhadas sobre impactos sociais e de saúde, assegurando que a perspectiva de género seja integrada nesses processos.
O documento, entregue nesta quinta-feira ao presidente da Comissão Técnica do Diálogo Nacional, inclui igualmente propostas para o fortalecimento do sector económico.
Entre as recomendações está a criação de programas nacionais de formação em literacia financeira e gestão de negócios, bem como a integração do empreendedorismo nos currículos escolares e universitários.
As participantes defendem também a criação de centros locais de apoio empresarial para impulsionar iniciativas lideradas por mulheres.
No que diz respeito ao acesso ao financiamento, as propostas incluem a criação de linhas de crédito específicas com taxas bonificadas sob coordenação do Banco de Moçambique, o estabelecimento de fundos de garantia e a promoção de mecanismos de microfinanciamento adaptados às necessidades das mulheres rurais e do sector informal.
A Comissão Técnica do Diálogo Nacional Inclusivo afirmou ter registado as contribuições apresentadas, destacando que algumas propostas podem ter impacto imediato, enquanto outras deverão produzir resultados a médio e longo prazo.
Segundo a comissão, parte das recomendações poderá resultar em reformas legislativas, exigindo a revisão de algumas normas existentes. Outras contribuições enquadram-se na formulação ou redefinição de políticas públicas, enquanto algumas têm um papel essencialmente educativo para a sociedade.
O calendário do Diálogo Nacional Inclusivo prevê que até Março seja concluído o processo de sistematização das propostas recolhidas durante a auscultação pública que decorre desde Setembro do ano passado.
O Presidente da República, Daniel Chapo, assegurou, esta sexta-feira, que o processo de Diálogo Nacional Inclusivo em Moçambique vai respeitar rigorosamente o prazo legal de dois anos, afastando receios de que a iniciativa possa provocar atrasos no calendário eleitoral.
Falando à imprensa após a primeira sessão de 2026 da concertação política, realizada no Gabinete da Presidência, o Chefe do Estado afirmou que o processo decorrerá dentro do período estabelecido na Lei do Compromisso Político para o Diálogo Nacional Inclusivo.
“Queríamos deixar claro e inequívoco que o prazo previsto na lei, que é de dois anos, não vai ser extravasado e, consequentemente, este calendário não vai afectar o calendário eleitoral”, declarou.
Segundo o Presidente, a principal prioridade do processo em 2026 será a revisão do pacote eleitoral, cujas propostas deverão ser submetidas à Assembleia da República de Moçambique até Dezembro deste ano.
De acordo com Chapo, o objectivo é garantir maior estabilidade democrática e transparência no sistema político moçambicano.
Durante o balanço das actividades realizadas em 2025, o estadista classificou os resultados como positivos, destacando o empenho dos partidos signatários do compromisso político. No entanto, reconheceu que as fortes chuvas registadas no último trimestre do ano passado e nos primeiros meses de 2026 condicionaram o ritmo dos trabalhos.
As intempéries dificultaram a deslocação das equipas responsáveis pelas consultas públicas, deixando ainda 33 distritos por abranger no processo de auscultação nacional.
“Ficou assente no relatório que há 33 distritos por completar e, porque este é um diálogo nacional inclusivo, não faria sentido que estes distritos ficassem de fora”, explicou.
Para ultrapassar o atraso, o Governo e os parceiros políticos decidiram mobilizar equipas em simultâneo para os distritos ainda por cobrir e para os postos administrativos, de forma a acelerar o processo sem ultrapassar o prazo legal.
Além da reforma eleitoral, os restantes pontos da agenda do diálogo deverão ser tratados no início de 2027. A previsão é que, entre Janeiro e Março desse ano, as propostas finais sejam encaminhadas para as instituições competentes.
Chapo apelou ainda à participação contínua de todos os sectores da sociedade, incluindo a diáspora, sublinhando que o sucesso do diálogo é fundamental para fortalecer as instituições do país e consolidar o Estado de direito.
Segundo o Presidente, o processo poderá reforçar a confiança dos cidadãos e dos parceiros nacionais e internacionais no sistema político moçambicano, contribuindo para o desenvolvimento do país.
A Primeira-Dama da República, Gueta Chapo, reafirmou esta quinta-feira, na província de Cabo Delgado, o compromisso do seu Gabinete em continuar a apoiar mulheres, crianças, idosos e outros grupos vulneráveis, defendendo que ninguém deve enfrentar sozinho os desafios provocados pela pobreza, deslocamento e outras situações de fragilidade social.
A mensagem foi transmitida no âmbito de uma visita de trabalho iniciada no dia 3 do corrente mês, durante a qual a Primeira-Dama manteve encontros com líderes religiosos, idosos, crianças deslocadas, mulheres reclusas e membros de diversas comunidades locais, combinando gestos de solidariedade com a escuta das principais preocupações das populações.
Num encontro com a Comunidade da Mulher Islâmica, Gueta Chapo destacou algumas das actividades realizadas desde o início da visita, incluindo a entrega de bicicletas a líderes comunitários e a participação nas celebrações do Dia do Destacamento Feminino com mulheres combatentes.
A Primeira-Dama sublinhou ainda que o período espiritual vivido no país, marcado simultaneamente pelo mês sagrado do Ramadã e pela Quaresma cristã, inspirou acções concretas de solidariedade junto das comunidades locais, incluindo momentos de oração, quebra do jejum e a entrega de cestas básicas para apoiar famílias carenciadas.
Durante a deslocação à Aldeia S.O.S., onde estão acolhidas crianças deslocadas, Gueta Chapo manifestou emoção ao ouvir os testemunhos das menores e reiterou o compromisso do seu Gabinete em continuar a apoiar instituições que trabalham na protecção das crianças vulneráveis em todo o país, com especial atenção à província de Cabo Delgado. Na ocasião, anunciou também a reabilitação das infra-estruturas da instituição, tendo em conta o estado de degradação do tecto.
A agenda incluiu igualmente um encontro com idosos da província, durante o qual a Primeira-Dama apelou à partilha de conselhos e experiências de vida, destacando o papel da sabedoria dos mais velhos na orientação das acções do Estado.
A visita terminou com uma passagem pela Penitenciária Feminina de Cabo Delgado, onde transmitiu uma mensagem de esperança às mulheres privadas de liberdade e anunciou apoio material destinado a melhorar as condições do estabelecimento.
Na ocasião, Gueta Chapo recordou que o período espiritual vivido no país constitui também um momento de reflexão, caridade e renovação, valores que, segundo afirmou, devem reforçar a solidariedade entre os moçambicanos.
Os Estados Unidos, a União Europeia e outros países apelaram, esta sexta-feira, ao respeito pelo cessar-fogo no leste da República Democrática do Congo (RDC), condenando as recentes violações do acordo envolvendo o grupo rebelde Movimento 23 de Março (M23), alegadamente apoiado pelo Ruanda.
Num comunicado conjunto, o Grupo de Contacto Internacional para os Grandes Lagos (ICG) afirmou que todas as partes devem reafirmar, de forma urgente e clara, o compromisso de pôr fim às hostilidades e retomar o diálogo. A declaração foi divulgada pelo Departamento de Estado dos EUA, através do seu Gabinete de Assuntos Africanos, em Joanesburgo, na África do Sul.
Os signatários sublinharam que o conflito não poderá ser resolvido por meios militares. Além dos EUA e da UE, a posição foi também apoiada pelos governos da Suíça e do Reino Unido.
O ICG manifestou ainda “profunda preocupação” com as violações recentes e recorrentes do cessar-fogo acordado em dezembro entre Ruanda e a República Democrática do Congo. O entendimento foi assinado em Washington, D.C. com mediação do presidente dos EUA, Donald Trump.
Segundo o comunicado, entre as infrações registadas está o uso de drones em operações militares, situação considerada especialmente preocupante por representar um risco elevado para a população civil.
Os países envolvidos apelaram ainda ao cumprimento integral dos compromissos assumidos nos acordos e nas resoluções do Conselho de Segurança da ONU, bem como ao respeito absoluto pela integridade territorial. Também foi reforçada a necessidade de garantir acesso humanitário total, seguro e sem obstáculos para apoiar as populações afetadas pelo conflito.
Desde a assinatura do acordo de paz, em 4 de dezembro, pelo presidente congolês Félix Tshisekedi e pelo presidente ruandês Paul Kagame, ambos os países têm trocado acusações sobre alegadas violações do pacto.
A região leste da República Democrática do Congo vive em situação de instabilidade desde 1998, marcada por confrontos entre forças governamentais e diversos grupos armados, apesar da presença de uma missão de paz das Nações Unidas no país.
Ao sétimo dia de conflito, reportam-se novos ataques israelitas contra o Líbano, numa altura em que Irão e Israel continuam a visar-se mutuamente. Já Washington alerta para uma intensificação dos bombardeamentos.
Numa altura em que a guerra entre os EUA e Israel contra o Irão entra no seu sétimo dia, Telavive anunciou ter dado início a uma nova vaga de ataques em larga escala contra infraestruturas-chave iranianas. Teerão, por sua vez, continua com as ações de retaliação, visando principalmente países vizinhos que albergam bases norte-americanas.
A guerra tem vindo a alastrar-se igualmente para outros pontos da região. Vários estados do Golfo Pérsico, anunciaram a intercepção de mísseis e drones enviados por Teerão, ao passo que, no Líbano, as infraestruturas do Hezbollah continuam a ser alvo de intensos bombardeamentos.
Portugal foi um dos 15 Estados-membros da União Europeia que activou o Mecanismo Europeu de Proteção Civil para repatriamento de cidadãos lusos que ainda se encontrem em países do Médio Oriente.
Emmanuel Macron, presidente francês, disse nas redes sociais que França não vai se envolver na guerra do Médio Oriente.
“A França não faz parte desta guerra. Não estamos em combate e não nos vamos envolver nessa guerra, a França está a proteger os homens e mulheres franceses,”.
Entretanto, os Estados Unidos, dão à Índia isenção de 30 dias para comprar petróleo russo retido por guerra no Irão.
De acordo com o secretário do Tesouro dos EUA, a medida será uma solução de curto prazo para aliviar as pressões sobre a oferta e garantiu que a isenção não dará um benefício financeiro significativo ao governo russo.