O Ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, anuncia a conclusão das obras de reabilitação da estrada Quelimane–Namacurra, com cerca de 70 quilómetros de extensão. Segundo o governante, faltam apenas neste momento observar um troço de 4,6 quilómetros na entrada da cidade de Quelimane.
As obras arrancaram no segundo semestre de 2020 e tinham conclusão prevista para 2023. No entanto, diversos constrangimentos, sobretudo fenómenos climáticos extremos, condicionaram o cumprimento dos prazos inicialmente estabelecidos.
O ministro dos transportes e logística, João Matlombe, deslocou-se ao local para avaliar o andamento dos trabalhos e anúncio a conclusão dos trabalhos.
No âmbito do programa Mais Estradas, o ministro visitou igualmente o troço Malei–Maganja da Costa, com o objetivo de aferir o nível de preparação da província para o arranque das obras. O projeto encontra-se atualmente na fase de concurso público.
Ainda em Quelimane, Matlombe visitou a área destinada à implantação de um terminal de combustíveis, uma infraestrutura prevista no âmbito do projeto de concessão do Porto de Quelimane, recentemente aprovado pelo Conselho de Ministros.
De acordo com o ministro, o terminal será estratégico para reforçar a capacidade logística da região e responder à procura crescente de combustíveis, incluindo para o mercado do Malawi.
O ministro dos Transportes e Logística exortou, nesta quinta-feira, em Sofala, os reguladores de trânsito a não negociarem as normas de segurança rodoviária e a serem os primeiros a assegurar o cumprimento das normas de circulação nas estradas, com vista a mitigar acidentes de viação.
Parte do troço da Estrada Nacional Número Seis, entre Beira e Inchope, foi palco, nesta quinta-feira, de uma fiscalização rodoviária liderada pelo ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, que está de visita à província de Sofala.
A fiscalização visava o controlo da lotação de passageiros nos transportes de passageiros, de velocidade, entre outros.
Uma das maiores infracções encontradas no meio dos operadores de transportes semicolectivos de passageiros foi a condução sem habilitação para a prestação de serviços públicos.
Alguns dos automobilistas receberam repreensão directa do ministro dos Transportes e Logística quando tentavam justificar a falta de documentação.
“Mas não é justificação isso, porque você está pôr em risco a vida das pessoas. Tem de averbar e ter serviço público, porque devia ter terminado antes para não ter multa, e assim vai acabar por ter multa pesada. De que vale você ganhar 10 mil meticais para depois levar esse mesmo dinheiro e pagar a multa?”, perguntou o ministro.
Foram igualmente encontradas viaturas a transportar passageiros acima da lotação, que eram imediatamente descarregados e conduzidos para outras viaturas.
O ministro dirigiu-se depois aos reguladores de trânsito e exortou-os a assegurarem com rigor o cumprimento das regras de estrada.
“A polícia tem de diminuir a negociação e aplicar as normas – tão simples quanto isso. As normas não podem ser negociadas, é para serem aplicadas. As normas que nós temos são suficientes e, se elas forem aplicadas, e nós conseguimos fiscalizar, já estaremos a dar uma contribuição bastante grande. Se vocês não se fizerem respeitar, os ‘chapeiros’ não vos vão respeitar”, disse.
Para João Matlombe a Polícia de Trânsito deve tomar a liderança na mitigação dos acidentes de viação. “Tudo o que acontece, a agressão que acontece entre automobilistas e a polícia, nós é que criamos. Nós estamos a criar uma relação excessiva de amizade com infractores. Então, quando um infractor é amigo de quem fiscaliza, não há respeito e passa a mensagem a outro”, afirmou.
A finalizar, o ministro dos Transportes e Logística continuou a apelar ao cumprimento das normas. “Ou a gente faz cumprir as normas e eles nos respeitam, ou, caso contrário, vão brigar convosco”, frisou.
Neste ano, foram registados em Sofala, de Janeiro a esta parte, 43 acidentes de viação contra 39 no ano passado.
A capital do país é, desde a passada quarta-feira, o centro da Juventude moçambicana, que participa na III Jornada Nacional, evento liderado pela Igreja Católica e que junta jovens de todo país.
A Missa de Abertura da III Jornada Nacional da Juventude, presidida por Dom João Carlos, Arcebispo de Maputo e Presidente do Comité Organizador Local, marcou solenemente o início deste grande encontro juvenil.
Foi celebrado na Sé Catedral de Maputo, na festa de São Francisco Xavier, Padroeiro das Missões. Na sua homilia, o Prelado acolheu calorosamente os jovens de todas as dioceses do país, afirmando que Maputo se tornara, naquele dia, “um grande cenáculo”, lugar de reunião, oração e envio.
Dirigindo-se com particular carinho à juventude, Dom João Carlos recordou que o encontro com Cristo muda o coração e desperta o desejo de transformar o mundo. Sublinhou que este é o verdadeiro estilo missionário ao qual a Igreja convida: um estilo feito de proximidade, compaixão e escuta.
Reconhecendo os desafios que os jovens enfrentam, o Arcebispo encorajou-os a não se deixarem intimidar pela sensação de pequenez, pois, aos olhos de Deus, cada um deles é grande. “Somos grandes porque Ele confia em nós”, afirmou, chamando os jovens a assumirem o seu papel na missão evangelizadora.
Inspirando-se no testemunho de São Francisco Xavier, Dom João Carlos lembrou que a fé não é um peso, mas uma alegria; a missão não é um dever triste, mas uma festa; não é perder tempo, é ganhar a vida. Esta mensagem marcou profundamente o espírito da celebração, convidando os jovens a viverem a JNJ como um caminho de entusiasmo e entrega.
O Arcebispo destacou ainda que a Jornada Nacional da Juventude é um espaço privilegiado de encontro: com Deus, com a Igreja, com diferentes culturas e com a voz do Espírito Santo. Convidou todos a levarem, ao longo destes dias, “a alegria de Cristo onde houver tristeza”, e o perdão onde existirem feridas.
Dom João Carlos concluiu reafirmando a importância da juventude para a Igreja e para Moçambique, desejando que esta III Jornada Nacional da Juventude seja, para cada participante, um verdadeiro Pentecostes, capaz de renovar corações, inspirar decisões e fortalecer a missão.
Manasse diz que evento é momento importante para a igreja
Entre cores, sorrisos, danças, abraços, a cerimónia de abertura deu o tom para um encontro que promete marcar vidas, fortalecer a esperança e renovar o espírito missionário de cada participante.
A tão aguardada Jornada Nacional da Juventude pela Juventude Cristã de todo país, terá a duração de 5 dias, com o fim previsto para o dia 7 de Dezembro de 2025, a cerimónia de abertura foi marcada com o início de dias cheios de fé, alegria e comunhão.
Para Caifadine Manasse, que participou em representação do Presidente da República, a celebração da Jornada Nacional da Juventude é, sem dúvida, um evento importante na vida da Igreja em particular, um momento privilegiado de encontro com os jovens, um instrumento de evangelização do seu mundo e de diálogo com os mesmos.
“Não esqueçamos que a Igreja tem tantas coisas para dizer aos jovens e os jovens tem tantas coisas a dizer à Igreja, e estes jovens são também uma prioridade presidencial para o Governo, liderado por Sua Excelência Daniel Chapo, Presidente da República’’, disse Manasse.
A Jornada Nacional da Juventude (JNJ) é um evento religioso, que reúne católicos, sobretudo jovens, fruto da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), instituído pelo Papa João Paulo II, a 20 de Dezembro de 1985.
A Primeira-Dama defende que deve haver maior inclusão da pessoa com deficiência nos diferentes sectores. Gueta Chapo explica que só assim haverá maior integração econômica e na esfera política deste grupo.
A Primeira-Dama dirigiu, esta quarta-feira, as cerimónias centrais do Dia Mundial da Pessoa com Deficiência, em Ressano Garcia, na província de Maputo.
No local, Gueta Chapo ofereceu cadeiras de rodas, moletas e produtos alimentares diversos a famílias carenciadas, de seguida explicou que a pessoa com deficiência não deve ser deixada para trás, pois tem o seu contributo no desenvolvimento do país.
“ Este ano celebramos o dia 3 de dezembro sobre o lema “Fortalecer a liderança das pessoas com deficiência ” na construção de um futuro inclusivo e sustentável. E chama a atenção para a necessidade das pessoas com deficiência assumirem a liderança e participar ativamente na construção de uma sociedade mais inclusiva em alinhamento com os objetivos do desenvolvimento sustentável e com a Agenda 2030, os quais exortam que ninguém seja deixado para trás no processo de desenvolvimento.”
A esposa do Presidente da República explicou que garantir a inclusão social da pessoa com deficiência e combater as desigualdades são prioridades.
“O governo de Moçambique está comprometido com a inclusão das pessoas com deficiência, tendo aprovado vários instrumentos de defesa dos direitos humanos a destacar a política de ação social, o regulamento sobre acessibilidade, a estratégia de educação inclusiva e a lei de proteção e o respeito dos direitos e liberdade fundamentais da pessoa com deficiência.”
A realização deste evento coincidiu com o início de uma visita de dois dias da Primeira-Dama à província de Maputo.
Naquele ponto do país, reuniu-se com líderes comunitários e visitou a Associação Agrícola de Mulheres, no Posto Administrativo da Moamba-Sede, onde prometeu apoiar os produtores.
“ Vamos apoiar, vamos produzir mais para nós garantirmos a compra desses produtos. As pessoas que nos ajudarmos irão também receber produtos frescos. Vamos trabalhar, vamos produzir mais (2:39) para nós também podermos ajudar”
A visita à província de Maputo termina esta quinta-feira.
O Município de Nampula vai adquirir máquinas para fazer obras nas estradas suburbanas. Está prevista ainda a aquisição de um camião de abertura de furos de água para minimizar o drama naquela cidade.
O facto é que a edilidade de Nampula levou um ano a reabilitar obras em quase toda a zona cimento, o que para o edil, Luís Giquira, não se tratou de priorização o centro urbano central, mas que era preciso começar de algum sítio.
Por isso, a partir do próximo ano, de acordo com o edil, o Município vai adquirir máquinas para que, a título próprio, possa intervir nas estradas.
Com cerca de um milhão de habitantes, o Município de Nampula debate-se com graves problemas de abastecimento de água potável. A empresa Águas da Região Norte garante um abastecimento de apenas 30%. A edilidade quer assumir protagonismo na provisão de água à população e, por isso mesmo, vai adquirir, também, um camião que vai garantir a abertura de furos em quase todos os bairros.
São investimentos que Luís Giquira garante estar a fazer com recursos colectados internamente, até porque dos 10 meses que tinha de atraso do Fundo de Compensação Autárquica, apenas esta terça-feira recebeu o valor correspondente a dois meses.
Entretanto, a situação dos vendedores ambulantes ainda afigura-se uma batalha longe do fim, mas Luís Giquira, edil de Nampula, garante que o Município vai continuar a dialogar e a trabalhar para que a situação esteja controlada e todos tenham um lugar dentro dos mercados.
Os quiosques, que foram removidos nas avenidas Paulo Samuel Kankhomba e na Av. Eduardo Mondlane, poderão ser colocados numa praça de alimentação que está a ser projectada.
A Malásia anunciou, ontem, que vai retomar as operações de busca pelo avião desaparecido da Malaysia Airlines, há 11 anos, com 239 pessoas a bordo.
De acordo com a Lusa, que avança a informação, a missão com a duração prevista para 55 dias será conduzida pela empresa Ocean Infinity, especializada em exploração do fundo do mar.
O Boeing 777 perdeu contacto cerca de 40 minutos após descolar de Kuala Lumpur com destino a Pequim, a 8 de Março de 2014.
As investigações apontam que o aparelho terá desviado a rota para o sul do Índico, mas as causas continuam desconhecidas, explica a mesma fonte.
Entre os passageiros estavam a bordo cidadãos de várias nacionalidades, incluindo 153 chineses e 50 malaios.
As buscas conjuntas realizadas por Malásia, China e Austrália, entre 2014 e 2017, numa área de 120.000 km², não tiveram resultados.
Em 2018, a Ocean Infinity também procurou pelo avião em 100.000 km², sem sucesso.
A nova operação incidirá sobre uma zona específica com maior probabilidade de localização apoiada em informações consideradas “confiáveis” e não exploradas anteriormente, conclui a matéria reportada pela agência noticiosa portuguesa.
O Egipto negou, nesta quarta-feira, ter chegado a qualquer acordo com Israel para abrir a passagem fronteiriça de Rafah apenas para a saída de palestinianos de Gaza, insistindo que o movimento de pessoas deve ser bidireccional.
Num comunicado divulgado pelos meios de comunicação estatais, um responsável egípcio afirmou que a passagem “só será aberta nos dois sentidos, para entrada e saída da Faixa de Gaza”, afastando a possibilidade de um funcionamento limitado, de acordo com o que estava estabelecido no plano de paz do Presidente norte-americano, Donald Trump.
O impasse surge no contexto do cessar-fogo apoiado pelos Estados Unidos, que prevê a abertura de Rafah para evacuações médicas e deslocações essenciais. A Organização Mundial de Saúde estima que mais de 16 500 pessoas doentes ou feridas necessitam de sair de Gaza para receber cuidados. Israel tinha indicado que c omeçaria a permitir a saída de palestinianos pela passagem de Rafah, mas pretendia mantê-la fechada a entradas, condição que o Egipto rejeitou.
O ministro da Defesa da Nigéria, Badaru Abubakar, renunciou ao cargo no meio de uma crise de segurança no país, após uma série de sequestros em massa recentes, anunciou o gabinete presidencial.
Num comunicado divulgado na noite de segunda-feira à noite, Bayo Onanuga, porta-voz do Presidente nigeriano, Bola Ahmed Tinubu, explicou que Abubakar “renunciou ao cargo com efeito imediato”.
“Em uma carta datada de 1 de Dezembro, enviada ao presidente Bola Tinubu, Abubakar informou que renunciava por motivos de saúde”, afirmou Onanuga, esclarecendo que o Presidente “aceitou a renúncia” e agradeceu “pelos serviços prestados à nação”.
O Presidente nigeriano deverá informar o Senado (a câmara alta do Parlamento) ainda esta semana sobre o sucessor de Badaru Abubakar, de 63 anos, que ocupava a pasta da Defesa desde Agosto de 2023. “A renúncia ocorre no meio da declaração de estado de emergência nacional pelo presidente Tinubu, cujo alcance será detalhado oportunamente”, acrescentou o porta-voz.
O Presidente declarou o estado de emergência em 26 de Novembro devido à onda de sequestros em massa que abalou o país, o mais populoso da África (quase 230 milhões de habitantes), nas últimas semanas.
O sequestro com mais impacte ocorreu no dia 21 de Novembro, quando 303 estudantes e 12 professores foram sequestrados por homens armados na Escola Secundária Católica de Santa Maria, no estado de Níger (região centro-oeste).
Cinquenta estudantes conseguiram escapar posteriormente.
Os pugilistas moçambicanos seleccionados para disputarem o Campeonato do Mundo de Boxe, em masculinos, já conhecem os seus adversários, depois da realização do sorteio, esta quarta-feira, em Liverpool, Inglaterra.
Assim, Manuel Paulo e Tiago Muxanga serão os primeiros moçambicanos a subirem ao ringue esta quinta-feira. Tiago Muxanga será o primeiro a subir ao ringue para enfrentar Yacouba Lauali Baro, da Nigéria, na sessão das 17 horas locais (15h de Maputo).
Por seu turno, Manuel Paulo, na categoria dos 54kg, vai enfrentar Fazilov A., de Tajikistão a partir das 21 horas locais (19 horas de Maputo). Estes serão dos dois moçambicanos a pisarem o tartan do ringue.
Já na sexta-feira será a vez de Bernardo Marime, no escalão de 67 kg, entrar em cena, defrontando, no Dubai Duty Free Tennis Stadium, Orozbekov A., do Quirguistão, sendo que Armando Sigauque será o último, no dia 7 de Dezembro, domingo, a subir no ringue para medir forças com Jamal A., da Austrália.
Este campeonato mundial é tido como histórico em todos os sentidos, principalmente porque vai contar com a participação de 480 atletas, representantes de 118 países.
Para chegar às medalhas, nomeadamente as meias-finais, os pugilistas moçambicanos terão de vencer, pelo menos, 4 combates, algo que não se afigura fácil numa prova onde cintilam os melhores do mundo.
Entretanto, os pugilistas nacionais partiram para Liverpool com ambições elevadas de chegar o mais longe possível na competição, para além de continuar a ganhar mais experiências que os permitam ter brilhantes exibições nas provas que se seguem, com destaque para os regionais e continentais.
A Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA), acabou por ceder a pressão da Associação Europeia de Clubes (ECA), para que os jogadores africanos não sejam dispensados a 8 de Dezembro, como estava inicialmente previsto. A FIFA definiu agora o dia 15 de Dezembro como data limite para que os clubes europeus dispensem os jogadores africanos para o CAN-2025.
Houve pressão dos dois lados, nomeadamente da Confederação Africana de Futebol, para que os clubes europeus dispensassem jogadores africanos mais cedo para juntarem-se às respectivas selecções, por forma a prepararem a participação no CAN, mas também por parte da Associação Europeia dos Clubes, para que a dispensa fosse mais tarde, pro forma que os clubes fiquem com os jogadores até a realização da sexta jornada da fase da liga da Liga dos campeões e outras competições europeias de clubes.
No meio dessa pressão estava a Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA), procurava agradar os dois lados. Entretanto, a primeira decisão não terá agradado a parte europeia nesta disputa.
É que a FIFA tinha definido o dia 8 de Dezembro para que os clubes europeus dispensassem jogadores africanos para juntarem-se às 24 selecções apuradas ao CAN de Marrocos, algo que a Associação Europeia dos Clubes não concordou.
A FIFA voltou a se reunir e recentemente definiu uma outra data para que os clubes da Europa dispensem jogadores para o CAN. Foi a 29 de Novembro que a FIFA definiu o dia 15 de Dezembro como data limite para que os jogadores africanos convocados possam se juntar às respectivas selecções, uma decisão que sobrepõe-se à decisão inicial de dispensar os jogadores para a prova continental antes do dia 08 de Dezembro.
Segundo o jornal francês L’Equipe, a FIFA cedeu à pressão sem informar as federações envolvidas, numa atitude que não agrada ao continente africano, visto que o acordo inicial era dispensar os futebolistas no final de semana de até ao dia 08 de Dezembro.
Assim, os jogadores terão mais duas jornadas nos respectivos clubes para provas internas e mais uma jornada das competições europeias, antes de serem dispensados para as seleções nacionais.
Caso para dizer que os jogadores moçambicanos convocados por Chiquinho Conde e que actuam em clubes europeus só ficam livres para se juntarem aos Mambas a partir do dia 15, ou seja, dentro de 11 dias.
Com esta decisão, os actuais “habitués” nas convocatórias de Chiquinho Conde, casos de Reinildo Mandava, Bruno Langa e Geny Catamo, terão mais três a quatro jogos ao serviço das respectivas equipas antes de integrarem os Mambas.
Outrossim, os jogadores que actuam internamente ainda não tem data para o fecho das provas nacionais, nomeadamente o Moçambola e a Taça de Moçambique, uma vez que as datas iniciais foram ultrapassadas devido à paragem que o campeonato nacional teve a meio do ano devido a problemas financeiros.
Por exemplo, o Moçambola 2025 estava previsto que terminasse a 7 de Dezembro, entretanto ainda está a disputar a 23ª jornada, faltando ainda três jornadas para o fim, para permitir que tenha lugar a “final four” da Taça de Moçambique, inicialmente prevista para decorrer de 10 a 14 de dezembro.
Com estas dúvidas da chegada dos jogadores que actuam fora de portas, bem como dos que actuam internamente, aumentam as incertezas em relação à realização do estágio pré-competitivo em Algarve, Portugal, nas datas inicialmente agendadas, nomeadamente de 8 a 21 de Dezembro, tendo em conta que as selecções nacionais devem se apresentar com cinco dias de antecedência ao palco de jogos.
Recordar que o Campeonato Africano das Nações de Marrocos está marcado para ser disputado de 21 de Dezembro de 2025 a 18 de Janeiro de 2026, depois de ter sido adiado de Junho de 2025, devido à realização do Mundial de Clubes, que teve um novo formato implementado pela agremiação que gere o futebol Mundial e que decorreu nos Estados Unidos da América.

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