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Trabalhadores de uma fábrica de fundição de ferro, de capitais chineses, localizada na cidade da Beira, denunciam alegados maus tratos e agressões físicas no interior da empresa, apontando como autores agentes de uma empresa de segurança privada contratada para prestar serviços no local.

Segundo os denunciantes, as agressões são praticadas com recurso a varões de ferro e ocorrem durante o horário laboral, alegadamente como forma de punição sempre que um trabalhador comete algum erro ou quando se verifica o desaparecimento de bens nas instalações da fábrica.

Os trabalhadores afirmam viver num ambiente marcado pelo medo e pela intimidação. Sustentam ainda que estas práticas decorrem há vários meses e que muitos funcionários já foram vítimas das alegadas agressões, mas receavam apresentar queixa por dependerem do emprego para o sustento das suas famílias.

No dia em que a equipa de reportagem se deslocou à fábrica, o gestor da empresa, ao aperceber-se de que as denúncias haviam chegado à comunicação social, terá contactado um indivíduo que, segundo os trabalhadores, se apresentou como inspector. Os denunciantes suspeitam que a sua presença visava ocultar os alegados maus tratos. O referido indivíduo chegou às instalações por volta das 18 horas, mas recusou prestar quaisquer declarações à nossa equipa.

Os trabalhadores afirmam igualmente que o caso já foi participado à Inspecção do Trabalho e a outras autoridades competentes, mas alegam que, até ao momento, não foi adoptada qualquer medida para pôr termo às supostas agressões.

A equipa de reportagem procurou ouvir a direcção da fábrica e os responsáveis pela empresa de segurança privada visada nas denúncias. Contudo, até ao fecho desta edição, não foi possível obter qualquer posicionamento.

Contactados pela nossa reportagem, o sector do Trabalho e a Polícia da República de Moçambique confirmaram ter recebido as denúncias e garantiram que irão averiguar os factos.

Enquanto decorrem as averiguações, os trabalhadores dizem continuar a exercer as suas funções sob um clima de receio, aguardando que as autoridades esclareçam o caso e tomem as medidas que se mostrarem adequadas.

 

 

 

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As autoridades da região ucraniana de Chernihiv (norte) ordenaram, nesta terça-feira, a evacuação de 14 aldeias junto à fronteira com a Rússia e a Bielorrússia, devido aos bombardeamentos diários das forças russas.

“O Conselho de Defesa decidiu evacuar 14 aldeias fronteiriças”, onde “ainda vivem cerca de 300 pessoas”, afirmou, em comunicado, o chefe da administração militar regional, Vyacheslav Chaus, sublinhando que “a zona fronteiriça está a ser bombardeada todos os dias”.

A decisão abrange comunidades dos distritos de Novgorod-Siverskyi, Semenivka e Snovsk, situadas entre 10 e 40 quilómetros da fronteira russa, bem como Gorodnya, a cerca de 20 quilómetros da Rússia e da Bielorrússia, acrescentou o responsável.

“As evacuações devem estar concluídas em 30 dias”, indicou Chaus, referindo que, só este ano, mais de 1400 residentes já abandonaram a zona fronteiriça da região.

A região de Chernihiv não registou combates terrestres desde a contra-ofensiva ucraniana de 2022 e a retirada das tropas russas, mas continua ao alcance de artilharia, drones e mísseis de Moscovo.

Em Outubro, um ataque com um drone russo a Novgorod-Siverskyi causou quatro mortos.

Com a chegada do Inverno, a Rússia intensificou os ataques com drones e mísseis, sobretudo contra infraestruturas energéticas ucranianas, provocando cortes frequentes de electricidade e aquecimento.

A Ucrânia tem ordenado a saída obrigatória de civis em várias regiões, sobretudo no leste do país, onde as forças russas avançam e as tropas ucranianas enfrentam escassez de efectivos e munições.

Ao mesmo tempo, estão em curso esforços diplomáticos, liderados por Washington, para tentar pôr fim ao conflito iniciado em Fevereiro de 2022.

Confrontos entre a polícia e supostos Naparamas resultaram na morte de oito pessoas, entre os quais um agente da polícia, no distrito de Mogovolas, em Nampula. As autoridades provinciais afirmam que os tumultos foram provocados pelos Naparamas, com apoio de alguns membros do partido Anamola.

A localidade de Maca, no Posto administrativo de Yuluti, em Mogovolas, província de Nampula, voltou a ser palco de confrontos entre a polícia e um suposto grupo de Naparamas, nesta segunda-feira, tendo resultado na morte de oito pessoas, sendo  sete membros dos Naparamas e um agente da Polícia da República de Moçambique.

O secretário de Estado na província de Nampula, Plácido Pereira, disse que o grupo era composto também por alguns membros de partidos políticos, mas não especificou a organização política a que pertencem.

“Não são garimpeiros, como eu dizia, são Naparamas, porque, depois, pode-se constatar que até estavam vacinados, estavam encapuzados, ligados com fitas vermelhas, mas entre estes, os Naparamas, havia simpatizantes de alguns partidos políticos, como se pode ter constatado depois, que tinham camisetas e tinham até cartões de algum partido político”, denunciou Plácido Pereira.

O dirigente provincial confirmou, posteriormente, que este confronto resultou na morte de oito pessoas. “Foram oito óbitos que temos a lamentar, dentre eles sete do lado dos insurgentes, e um foi um membro da força da polícia. A polícia entrou em acção e manteve a paz. Neste momento, está sem paz e há circulação de bens e de pessoas normalmente”, confirmou o secretário de Estado de Nampula.

Entretanto, a Polícia da República de Moçambique convocou uma conferência de imprensa na manhã desta terça-feira para esclarecer como tudo aconteceu. Para a PRM, tudo começou quando o grupo, que também era composto por alguns elementos do partido Anamola, queria invadir algumas infra-estruturas guarnecidas por agentes da polícia. E, na sequência, cinco indivíduos foram detidos.

“Neste momento, os processos decorrem para a responsabilização criminal dos indivíduos. Importa salientar que esta acção se alia ao caso de desordem pública registado no passado dia 19, onde estes membros se fizeram ao Tribunal Distrital, tendo exigido a soltura de oito indivíduos acusados nos tipos legais de crime de invasão, desordem pública e associação criminosa. Destas acções, foi possível a neutralização de alguns cidadãos, dentre eles o coordenador do distrito”, explicou a porta-voz da PRM em Nampula.

Rosa Chaúque esclareceu ainda que neste momento continuam acções para que possam neutralizar todos os indivíduos envolvidos nos casos de desordem pública. “Queremos também adiantar que a polícia não irá tolerar qualquer situação que venha a perigar aquilo que é a ordem pública. Nossas actividades continuam no sentido de neutralizar todos aqueles que atentam contra a ordem e segurança públicas”, disse Rosa Chaúque, porta-voz da PRM em Nampula.

Já o coordenador provincial do partido ANAMOLA, Castro Niquinha, considera a detenção dos seus membros como uma perseguição política e desmente que os mesmos estariam a provocar desordem naquela região.

“Eles mentem que os mesmos estariam a provocar desordem naquela região. É claro que fomos informados, a partir de ontem, que de facto foram baleadas quatro pessoas, entre elas duas pessoas mortalmente, para além de duas pessoas feridas. Isso, segundo a informação que tivemos, aconteceu no posto de Ilute, na zona de Maca”, disse Niquinha, explicando que Maca é uma zona onde estão a ser explorados minérios.

Castro Niquinha esclareceu ainda que o relacionamento existente entre a polícia e a população em toda a província não é saudável. “Não é só aqui, porque nós sabemos que a polícia não está a funcionar adequadamente. Ela faz uma repressão. É uma polícia que muitas vezes aparece a fazer um trabalho que favorece um partido. Temos muita polícia muito politizada. Uma polícia que muitas vezes cumpre algumas situações anormais, inaceitáveis”, disse o coordenador provincial da ANAMOLA.

Por outro lado, segundo disse Castro Niquinha, “a saúde, entre as partes não é das melhores, porque nós nos sentimos ameaçados. Não aparece cá uma resposta que justifica muitas vezes as detenções que têm ocorrido”, disse.

Importa destacar que o distrito de Mogovolas tem sido palco de frequentes confrontos entre as autoridades e as comunidades locais, principalmente devido à exploração ilegal de recursos minerais.

O partido no poder na Costa do Marfim saiu reforçado das eleições legislativas realizadas no sábado, ao assegurar uma maioria qualificada no parlamento, de acordo com os resultados finais divulgados pela Comissão Eleitoral Independente.

O Reagrupamento dos Houphouëtistas pela Democracia e Paz (RHDP) conquistou 197 dos 255 lugares parlamentares, cerca de 77% do total, consolidando a sua influência política poucos meses depois da reeleição do Presidente Alassane Ouattara para um quarto mandato. A participação dos eleitores manteve-se baixa, situando-se em torno de 35%.

O RHDP venceu de forma expressiva nas regiões do norte, tradicionalmente favoráveis ao partido, e registou avanços em zonas do sul e do oeste, onde a oposição tinha maior presença. Segundo as autoridades eleitorais, o processo decorreu maioritariamente de forma tranquila, com incidentes pontuais sem impacto nos resultados finais.

A oposição saiu fragilizada do escrutínio. O Partido Democrático da Costa do Marfim (PDCI) viu a sua representação parlamentar ser reduzida de forma significativa, enquanto o partido do ex-Presidente Laurent Gbagbo, que havia apelado ao boicote, perdeu todos os seus assentos.

Com este resultado, o partido governante passa a controlar a maioria das instituições-chave do país, num cenário que, para os seus apoiantes, garante estabilidade, mas que, para os críticos, levanta preocupações quanto à redução do espaço democrático.

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prevê a continuação de chuvas locais fortes a muito fortes nas regiões Centro e Norte do país, nos próximos dias.

Segundo o INAM, poderão ocorrer precipitações em regime forte, superiores a 50 milímetros em 24 horas, e muito forte, acima de 75 milímetros no mesmo período, acompanhadas de trovoadas e ventos com rajadas, em vários distritos das províncias de Cabo Delgado, Niassa e Nampula, incluindo as respetivas capitais provinciais.

A previsão aponta igualmente para a continuação de chuvas localizadas nas províncias de Tete, Zambézia, Manica e Sofala.

Face ao cenário meteorológico, as autoridades apelam à população para a adopção de medidas de precaução e segurança, sobretudo nas zonas propensas a cheias, inundações e descargas atmosféricas.

Pelo menos sete pessoas perderam a vida e mais de 500 famílias foram afectadas pelas chuvas intensas que caíram nos últimos dias nas províncias de Manica e Tete, no centro do país.

Na província de Manica, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) confirmou que 342 famílias foram afectadas, tendo-se registado sete óbitos, todos provocados por descargas atmosféricas. As chuvas causaram ainda a destruição de cerca de 100 casas, na sua maioria de construção precária, além de 28 escolas, correspondentes a aproximadamente 50 salas de aula parcialmente danificadas.

Já na província de Tete, no distrito de Mutarara, cerca de 200 famílias ficaram desalojadas devido às chuvas fortes. Segundo a administração distrital, os casos mais críticos foram registados nas localidades de Sinjal, Nhamaiabo e Vila Nova da Fronteira, onde várias residências ficaram parcialmente destruídas.

As autoridades locais apelam à população que vive em zonas de risco, sobretudo nas margens dos rios Zambeze, Ngoma e Chire, para que abandone as áreas vulneráveis e se dirija para locais seguros, face à subida dos níveis de água.

Entretanto, o INGD ativou ações de antecipação às cheias, na sequência das previsões de continuação de chuvas fortes acompanhadas de trovoadas e ventos em várias províncias do centro e norte do país. As medidas incluem a ativação dos centros operativos de emergência e a disseminação de avisos à população através de rádios comunitárias e outros meios locais.

Os Estados Unidos prometeram dois mil milhões de dólares para financiar acções humanitárias da ONU, em 2026. O valor, no entanto, é considerado baixo pela organização em comparação com anos anteriores e ocorre em meio a cortes significativos na ajuda externa americana.

A confirmação do apoio de 2 mil milhões de dólares foi feita esta segunda-feira, por um representante dos Estados Unidos da América, e o anúncio oficial deve ocorrer em Genebra, com a presença do chefe das operações humanitárias da ONU, Tom Fletcher. 

Em 2025, o apelo global da organização superou 45 mil milhões de dólares, mas recebeu pouco mais de 12  mil milhões de dólares, o menor financiamento da última década.

Segundo a ONU, a falta de recursos reduziu o alcance da ajuda humanitária, que atendeu 98 milhões de pessoas no último ano, 25 milhões a menos em 2024. 

A organização voltou a criticar a falta de mobilização internacional diante do sofrimento causado por guerras, desastres naturais e crises climáticas.

Para o próximo ano, a ONU estima que cerca de 240 milhões de pessoas vão precisar de assistência urgente em países como Gaza, Sudão, Haiti e Ucrânia.

Mais de 10 mil pessoas foram obrigadas a abandonar suas casas no Sudão nos últimos dias, em consequência do agravamento da violência nas regiões de Darfur do Norte e Kordofan do Sul. 

O alerta foi feito, esta segunda-feira, pela Organização Internacional para as Migrações, agência da ONU, que acompanha o avanço do conflito no país.

No norte de Darfur, mais de 7 mil moradores deixaram as cidades de Kernoi e Umm Baru entre quinta e sexta-feira da semana passada. A região fica próxima à fronteira com o Chade e tem sido alvo frequente de confrontos armados, o que aumenta o risco humanitário e a pressão sobre áreas de refúgio.

No sul de Kordofan, cerca de 3 mil e 100 pessoas fugiram da cidade de Kadugli, capital do estado, que está sitiada pelas Forças de Apoio Rápido.

 O grupo paramilitar enfrenta o exército sudanês desde Abril de 2023, em uma guerra que se espalha por várias partes do país.

A guerra no Sudão provocou pelo menos 150 mil mortos e mais de 13 milhões de deslocados e refugiados, além de colocar metade da população em situação grave de insegurança alimentar.

A imundície e o lixo tomaram de assalto o mercado grossista de Warresta, na cidade de Nampula. Vendedores dizem estar agastados com a situação e exigem soluções urgentes.

Com o arranque da época chuvosa, os vendedores do mercado grossista de Warresta dizem viver momentos difíceis, devido ao fraco saneamento do local. A situação tem obrigado os vendedores e clientes a conviverem com lixo acumulado e águas turvas, mesmo sabendo dos riscos a que estão expostos.

A situação torna-se ainda mais crítica num momento em que o edil de Nampula, Luís Giquira, tem feito várias promessas relacionadas com a limpeza dos mercados. Porém, no terreno, a realidade é diferente, por isso os vendedores de Warresta exigem soluções urgentes.

Entretanto, os responsáveis do mercado reconhecem as deficiências na recolha do lixo e asseguram que estão a trabalhar em coordenação com a empresa municipal EMUSANA, com vista a assegurar uma limpeza.

Refira-se que o mercado grossista de Warresta abastece toda a província de Nampula e parte da província de Cabo Delgado.

O Programa Alimentar Mundial (PAM) assistiu mais de 600 mil pessoas entre Outubro e Novembro últimos em Moçambique, distribuindo 2365 toneladas de alimentos e 2,3 milhões de dólares (perto de 15 milhões de meticais) em apoio monetário.

De acordo com um relatório do Programa Alimentar Mundial (PAM), uma agência das Nações Unidas que zela pela qualidade de alimentação das populações, em Moçambique foram assistidas mais de 600 mil pessoas, o que fez com que se distribuísse alimentos e valores monetários para suprir as necessidades dos moçambicanos.

“O PAM chegou a mais de 600 mil pessoas em Moçambique, distribuindo 2365 toneladas de alimentos e 2,3 milhões de dólares através de transferências monetárias”, lê-se num relatório daquela agência das Nações Unidas (ONU), citado pela Lusa.

De acordo com o PAM, a resposta de emergência ocorre face à crise de deslocação no Norte de Moçambique, causada pela escalada de violência, devido às incursões terroristas, que continua a perturbar vidas e pela recente expansão dos ataques à província vizinha de Nampula, que desencadeou deslocações em massa, agravando o conflito em curso na província de Cabo Delgado, epicentro do conflito armado no país há oito anos.

“Em resposta às novas deslocações em Nampula, o PAM prestou também assistência alimentar de emergência a 10 220 pessoas no âmbito do Programa de Resposta Conjunta com parceiros da ONU. Estão em curso preparativos para apoiar outras populações deslocadas”, refere-se na nota.

O documento avança ainda que, em Cabo Delgado, o ciclo de assistência alimentar de Novembro/Dezembro foi concluído no dia 18, tendo atingido 87 328 agregados familiares, aproximadamente 436 640 beneficiários.

“Nas zonas afectadas por conflitos, como Mocímboa da Praia, as autoridades distritais coordenaram-se com o PAM e parceiros para alinhar a distribuição de sementes e a formação em agricultura de conservação. Em Ancuabe e Macomia, o PAM apoiou a distribuição de sementes, organizou a formação de agricultores e promoveu soluções baseadas na natureza para impulsionar a educação e a resiliência”, é referido.

A ajuda humanitária, segundo aquela agência, também incluiu a “nutrição em situações de emergência”, com o PAM a continuar a apoiar o Governo através do Programa Nacional de Reabilitação Nutricional para combater a malnutrição aguda entre os grupos vulneráveis e mais de 8300 crianças menores de cinco anos e mulheres grávidas ou em período de amamentação em Cabo Delgado e Nampula receberam assistência.

No mesmo mês, o Governo liderou os esforços para reforçar a segurança alimentar, a resiliência climática e os meios de subsistência, tendo o PAM prestado apoio técnico em várias províncias, incluindo Nampula em que a liderança governamental foi reforçada através da Formação de Formadores em Serviços Climáticos Integrados e Participativos para a Agricultura (PICSA).

No âmbito da protecção, o PAM apoiou a campanha dos 16 Dias de Activismo contra a Violência Baseada no Género (VBG), cujo objectivo foi promover a igualdade de género e, no mesmo período, foram alcançados progressos notáveis no sentido de aumentar a resiliência climática das comunidades e promover a inclusão financeira das mulheres e dos jovens.

“Em Novembro, mais de 14 mil agricultores receberam previsões meteorológicas, 1700 foram formados (…), 300 famílias receberam sementes, 500 agricultores beneficiaram de armazenamento refrigerado e foram entregues 200 ‘kits’ de processamento de alimentos. As mulheres representaram 45% do total de beneficiários”, acrescenta o PAM.

De acordo com comunicado, PAM apoiou também a alimentação escolar nas províncias de Tete, Nampula e Cabo Delgado, atingindo aproximadamente 95 mil alunos, “para melhorar a assiduidade e a permanência na escola” e para manter os alunos nas escolas em zonas afectadas pela seca, o PAM distribuiu com 14 mil toneladas métricas de alimentos para pais e encarregados de educação de crianças inscritas no programa de emergência de alimentação escolar em Caia, província de Sofala, “concluindo a resposta à seca provocada pelo El Niño”.

Segundo aquela agência, actualmente, são necessários cerca de 115 milhões de dólares (7,3 mil milhões de meticais) em financiamento líquido para a assistência humanitária até 26 de Maio de 2026.

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