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ARTIGOS DE OPINIÃO

A letra da poesia da guerra

Quando mergulhamos na contemplação do sofrimento das almas eclipsadas pela sinfonia soturna da pólvora, nas teias da sociedade envolvida num eterno lamento de miséria, onde

Eugénio Lisboa

Eu era muito jovem e um dia chegou-me às mãos o livro “Mangas Verdes com Sal”, do Poeta Rui Knoplfi, que tinha um prefácio, cheio

As nossas tragédias colectivas 

A tragédia da embarcação que virou e matou cerca de 100 pessoas na Ilha de Moçambique veio despertar na consciência de muitos moçambicanos que afinal

Defunto sem rosto

I A vontade de urinar era tão grande que o motorista da camioneta foi freando o seu veículo até esta imobilizar-se completamente a berma da

Vovó Nely – “U ma”?

“Eu nasci em KaTembe, a 2 de Novembro de 1920, um Domingo, às 11 horas da manhã. A minha mãe chamava-se Jinita Libombo e o

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